#52 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - crítica Kardecista à obra de André Luiz / Chico Xavier
#52 - "Nosso Lar" segundo o Espiritismo - crítica kardeciana à obra de André Luiz/ Chico Xavier Introdução (parte 8 - última parte): Descrições físicas em outros planetas e no mundo dos Espíritos. Como kardec procedia? - II Bibliografia: Revista espírita 1860 - Novembro - Palestras familiares de além-túmulo - Baltazar, o Espírito gastrônomo Vamos estudar toda a obra "Nosso Lar", ditada pelo Espírito André Luiz e psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Editada, vendida, divulgada, priorizada e idolatrada pela Federação Espírita Brasileira (FEB). Uma das obras mais conhecidas e influentes da história do movimento espírita. Iremos analisar frase por frase, usando as 23 obras de Kardec para demonstrar os erros, os absurdos, os estragos e os perigos que "Nosso Lar" apresenta. Evidenciaremos que somente a ignorância das 23 obras de Kardec, somente o fanatismo e os interesses foram capaz de tornar essa obra aceita e admirada. Vídeos semanais. Curta, comente e compartilhe. Se inscreva em nosso canal. De tempos em tempos iremos fazer lives para responder as dúvidas e objeções. Nos siga nas demais redes sociais: Instagram: @allan_kardec_tube Seja membro do nosso canal. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec
Sejam todos bem-vindos a mais um vídeo aqui do Kardecube, do projeto Nosso Lar Segundo Espiritismo. Somedo e como nós avisamos no último vídeo, nós estamos na última parte da introdução desse projeto. Como todos já sabem, estamos hoje no vídeo de número 52, que é uma longa introdução que dura mais de um ano, quase 1 ano e meio. Nós estamos concluindo essa introdução, então é a última parte da introdução. A próxima nós já iremos adentrar na obra Nosso Lar. Vamos analisar a obra no lar, capítulo por capítulo, texto por texto. E como a maioria de vocês já sabem, nós vamos comparar essa obra nosso lar com as obras de Kardec e mostrar como nós já estamos procurando fazer que a obra Nosso Lar não representa o Espiritismo que está nas obras do Kardec e que aquilo que está na obra do Kardec é melhor em sentido racional, filosófico, científico, moral, melhor em tudo. e que eu não posso considerar a obra do André Luiz como um avanço, um progresso da obra de Kardec. É tudo isso que a gente vai procurar mostrar nesse longo de projeto que a gente tenta ser o mais completo possível. Depois que a gente terminar o projeto também a gente vai abrir espaço para as objeções e as contraargumentações todos terão o direito de falar livremente dentro do próprio projeto. Isso também é algo eh muito raro no movimento espírita, né? sendo que Kardec abria a sua revista espírita para que para colocar os dois lados ou os diversos lados da questão e deixar que o público decidisse ao comparar as propostas. É o que a gente tá se propõe em fazer aqui. Nós vamos comparar as obras, apresentar uma argumentação, defender ela, deixar que quem pensa o contrário se manifeste e a nossa audiência aí vai poder, ao comparar tudo isso, decidir quem está a razão. Então, nós estamos na última parte, nós iniciamos na semana passada uma análise de textos já na época de Kardec muito similares a questões que apareceram na obra do André Luiz. Que que a gente quer mostrar com isso? Primeiro, que isso não é novo. Aquilo
semana passada uma análise de textos já na época de Kardec muito similares a questões que apareceram na obra do André Luiz. Que que a gente quer mostrar com isso? Primeiro, que isso não é novo. Aquilo que André Luiz fez e disse não era novidade. Isso já havia aparecido na época de Kardec. E a gente quer mostrar como Kardec procedeu, já que isso está totalmente ligado ao nosso projeto. Aquilo que Kardec já fez a sua época, nós deveríamos ter feito com a obra Nosso Lar e as demais obras do André Lid, assim como nós vamos fazer agora. Nós estamos reproduzindo aquilo que Kardec já fez em sua época. E é isso que a gente tá tentando mostrar nessa última parte da introdução. Nós mostramos semana passada que os textos que Kardec recebia dos espíritos sobre as descrições físicas de outros planetas, embora fosse de mundos encarnados, a gente salientou isso, a gente já viu todo o cuidado de Kardec, todas as prevenções de Kardec. Agora a gente vai ver um outro tipo de texto já na época de Kardec. que está muito ligado à obra nosso lar. Então, demonstrando que isso já era discutido na na época de Kardec e a gente vai ver como é que Kardec tratou esse texto. Ele é ele é muito conhecido por aqueles que leem a revista Espírita e infelizmente pelo movimento espírita como um todo que não lê revista Spíter não é um texto conhecido, é o famoso texto do Baltazar que está na revista espírita. Esse texto do espírito Baltazar, eu já vou contextualizar para quem não conhece do que que ele se trata, está na revista espírita de 1860, no mês de novembro. É uma comunicação de um espírito intitulada Baltazar, o espírito gastrônomo. Olha que interessante. Antes de analisar o texto propriamente dito, é importante que a gente se situe esse texto, ele foi publicado em novembro de 1860. Nós já tínhamos aqui a segunda edição definitiva do livro dos espíritos. Então, Allan Kardec já tinha conhecimento da teoria das sensações e percepções dos espíritos após a morte. Ele já sabia como é que funcionava.
aqui a segunda edição definitiva do livro dos espíritos. Então, Allan Kardec já tinha conhecimento da teoria das sensações e percepções dos espíritos após a morte. Ele já sabia como é que funcionava. Então, a gente vai ver ele aplicando o conhecimento que ele já tinha nesse espírito que traz eh informações muito interessantes, porque é um espírito que vai dizer que sente fome, vontade de comer. Então, vejam como é um texto, uma mensagem de um espírito muito ligado à obra nossoular, já que na obra nosso lar nós vamos ver o o André Luiz apresentando aí os espíritos, se alimentando no mundo espiritual. Então, aqui está a prova de que isso já era discutido na época de Kardec. Nós vamos ver o caminho que Kardec vai seguir e vocês vão poder comparar com aquilo que o André Luiz fez e o movimento espírita aceitou. Então vamos entrar. É um texto muito, muito interessante de tantos e vamos entender então essa história aí que está na revista espírita. Vamos lá. Agora tudo é o artigo já da revista espírita, né? Numa reunião espírita particular apresentou-se espontaneamente um espírito sob o nome de Baltazar e ditou a seguinte frase por meio de batidas. Aí vai dizer o espírito, né? Gosto da boa mesa e das mulheres. Viva o melão e a lagosta, o café e o licor. Pareceu-nos que tais disposições de um habitante do outro mundo poderia dar lugar a um estudo sério, do qual poderíamos tirar o ensinamento instrutivo sobre as faculdades e sensações de certos espíritos. A nosso ver, era um interessante objeto de observação que se apresentava por si mesmo, ou melhor ainda, que talvez tivesse sido enviado pelos espíritos elevados, desejos de nos fornecerem meios de instrução. Seríamos culpados se não aproveitássemos. É evidente que aquela frase burlesca revela da parte do espírito uma natureza muito especial, cujo estudo pode lançar uma nova luz sobre o que podemos chamar a fisiologia do mundo espírito. Então, vejam que eh foi um espírito que se manifestou numa reunião particular, então não foi na sociedade
ujo estudo pode lançar uma nova luz sobre o que podemos chamar a fisiologia do mundo espírito. Então, vejam que eh foi um espírito que se manifestou numa reunião particular, então não foi na sociedade parisense dos espíritos, porque isso era muito comum na França e no mundo inteiro, né? Na época de Kardec, as pessoas frequentavam a sociedade espírita, mas elas tinham o seu grupo particular na sua casa, na casa de amigos, onde elas também praticavam evocação. E elas levavam para a sociedade espírita, paraa reunião espírita, ah, muitas coisas dessas reuniões particulares. Muitas coisas dessas reuniões particulares eram ficavam na própria reunião porque era de interesse particular. E as coisas que que poderiam ser de estudo geral era levado pra sociedade espírita para ali ser estudado e também ser feito um estudo em demais grupos particulares. Era muito interessante como é que funcionava o movimento espírita na época de Kardec. Era muito mais inteligente, eficaz e rico. Porque vejam, eh, há questões particulares de famílias, amigos que a gente não vai ficar no grande grupo da sociedade espírita tratando, até para não expor as pessoas. Então é muito importante eu ter um grupo particular para tratar das questões particulares, mas claro que eu faço um link como esse caso aqui, quando surge alguma coisa muito interessante que que é de utilidade geral, então era feito esse essa troca aí por meio da sociedade e Kardec publicava também na revista para que grupos do mundo inteiro estudassem, né? E aí se se manifestou nesse grupo particular que deu o nome de Baltazar e ele se manifestou por batidas. Claro que curioso, não foi? psicografia, né? A gente sabe pela teoria espírita que os espíritos inferiores se mais materializados, né, mais apegados à matéria, eles se comunicam eh eh por por batidas também. Então aqui a frase que ele disse, um espírito desencarnado, né? Gosto da boa mesa e das mulheres. Viva o melão e alagosta, o café e o licor. Olha que interessante. É um espírito que gosta de comida.
. Então aqui a frase que ele disse, um espírito desencarnado, né? Gosto da boa mesa e das mulheres. Viva o melão e alagosta, o café e o licor. Olha que interessante. É um espírito que gosta de comida. e de mulheres, né, no sentido aqui de atração física mesmo, mas é um espírito, ele não tem mais o corpo. Então, por isso que como Kardec diz aqui, pareceu uma comunicação que merecia a atenção de todos, né? Que todos estudassem, observassem, porque é muito curioso como assim um espírito diz que gosta, que tem desejo, eh, atração física por por algum por mulheres e tem e gosta de de de uma boa mesa, né? chega a citar aqui o melão, a lagosta, o café e o licor. Então, Kardec diz, talvez os próprios espíritos elevados que conduziram esse espírito a se manifestar para justamente chamar a atenção e virar objeto de estudo. Tanto é que foi parar na revista espírita pro mundo inteiro ler, né? Então, Kardec diz, esse tipo de estudo desse caso, ele é muito importante pra gente entender como ele diz, o que podemos chamar a fisiologia do mundo espírito. Por que a fisiologia do mundo espírita? Porque ele vai estudar exatamente alguém que está no mundo dos espíritos e que de alguma maneira eh diz ter sensações que são do nosso mundo material. Então, olha que coisa interessante. Agora, prestem atenção. Quando Kardec diz o que podemos chamar, ele não bota assim sobre a a fisiologia do mundo espírita, ele coloca como o que podemos chamar. Por que que eu tô chamando atenção para esse esse detalhe? Como nós vamos estudar todas as toda a obra nosso lar aqui, a gente vai ver que a gente vai perceber que todas as vezes que Kardec vai fazer certas analogias para tentar entender de alguma maneira questões mais físicas do mundo espiritual, ele sempre vai colocar termos podemos chamar, é como se fosse, é uma analogia, ele sempre vai, ele nunca vai falar de maneira literal. Ele vai sempre dizer: "Olha, é o que podemos chamar, é uma maneira de tentar entender, mas que a gente não leve deve levar muito ao pé da letra. Vocês vão
vai, ele nunca vai falar de maneira literal. Ele vai sempre dizer: "Olha, é o que podemos chamar, é uma maneira de tentar entender, mas que a gente não leve deve levar muito ao pé da letra. Vocês vão observar em vários textos que nós vamos estudar e esse detalhe que eu tô chamando atenção aqui. Então vocês vão lembrar disso, quem acompanhar o estudo. Mas então vamos ver o ele agora vão, eles resolvem evocar na sociedade faris. Kardec vai evocar esse espírito paraa gente tentar entender o que que é que esse espírito tá querendo dizer ao dizer que quer comida, né? Ao dizer que gosta de comida e de mulheres. Então vamos continuar o artigo. A gente vai ver. Segue então Kardec. Eis porque a sociedade julgou o dever evocá-lo, não por um motivo fútil, mas na esperança de encontrar um novo assunto para instrução. Então, um objetivo sério da doutrina, né? Pena que a gente perdeu isso, né? A gente não evoca mais. Lembrando que isso é culpa do Emanuel, da FEB, né? já que eles proibiram a evocação e que eles chamam de desaconselhar, né, que é a mesma coisa. Desaconselhar é a mesma coisa que proibir no sentido prático. Mas olha que interessante, tinha algum assunto acontecendo na época, algum algum acontecimento que poderia ser estudado? Se evocavam os espíritos para tentar entender melhor, né? Hoje a gente perdeu isso. As pessoas não fazem mais isso. As pessoas geralmente quando estudam, elas estudam só o livro, pronto, a teoria, né? Elas não têm a parte prática de estudar com os espíritos. Mas isso era muito comum e a gente deve retomar. Aqueles que seguem Kardec devem retomar, não? Então segue Kardec dizendo: "Certas pessoas creem que só se pode aprender com o espírito dos grandes homens. É um erro. Sem dúvida. Só os espíritos de escolos podem dar lições da alta filosofia teórica, mas o conhecimento do estado real do mundo invisível não é para nós menos importante. Pelo estudo de alguns espíritos, surpreendemos, de certo modo, a natureza em flagrante, é vendo as chagas que podemos encontrar o
nto do estado real do mundo invisível não é para nós menos importante. Pelo estudo de alguns espíritos, surpreendemos, de certo modo, a natureza em flagrante, é vendo as chagas que podemos encontrar o meio de curá-las. Como nos daríamos conta, como nos daríamos conta das penas e dos sofrimentos da vida futura? Se não tivéssemos visto espíritos infelizes, por eles compreendemos que se pode sofrer muito sem estar no fogo e nas torturas materiais do inferno. E esta convicção dada pelo espetáculo da ralé da vida espírita não é uma das causas que menos contribuíram para para atrair partidários da doutrina. Então aqui ele tá explicando algo muito interessante, que quando eu vou conversar com os espíritos, é um erro eu pensar que eu só vou aprender com os espíritos altamente evoluídos. Porque eu também aprendo muita coisa com os espíritos inferiores, porque é observando os inferiores, vendo como eles estão, o que eles dizem, que eu também aprendo como se comportam e como são os espíritos inferiores no mundo espiritual. Então, é como ele diz, uma das coisas que as comunicações com os espíritos mostraram é que os espíritos sofrem muito, mas não é através do fogo e do fogo do inferno, das torturas materiais, como se pensava nas antigas religiões. Não é porque não existe um inferno que o espírito inferior ou que cometeu o mal não sofra, ele sofre. Mas a gente vai ver que o sofrimento dele é de uma outra espécie. Então, eu posso eliminar a ideia de um inferno material com fogo e mesmo assim manter a ideia de que os espíritos sofrem as consequências do mal que praticaram aqui e da sua inferioridade. Não é que eu tirando a ideia do inferno, de um diabo que aí então as pessoas vão dizer: "Ah, se não há o inferno, então eu posso fazer o que eu quiser, porque não há consequências depois da morte". Há, é o espírito demonstrar que há e que os espíritos sofrem muito, mas não vai ser através da ideia do inferno ou de algum sofrimento material. Então, estudando esses espíritos superiores também se aprende muito.
ito demonstrar que há e que os espíritos sofrem muito, mas não vai ser através da ideia do inferno ou de algum sofrimento material. Então, estudando esses espíritos superiores também se aprende muito. Claro que eu tenho que saber estudar um espírito inferior. Quando eu estudo um espírito inferior achando que ele é superior, aí eu não estou aprendendo, eu estou me diludindo. Agora, quando eu analiso os espíritos inferiores e a e estudo a situação deles, eu tiro grandes ensinamentos. Vejam a diferença. Qual é o problema do movimento espírita? do movimento espírita no século XX aqui no Brasil, estudou com espíritos inferiores, mas achando que eles eram superiores e podiam explicar as coisas. Aí é uma outra situação aqui. Kardec tá dizendo, a gente vai analisar o Baltazar para tirar ensinamentos de como espíritos como ele sofrem no mundo espiritual. E o que que quer dizer esse sofrimento deles? Porque é o que o que tá chamando atenção justamente de Kardec é o fato dele dizer que tem fome e desejo e que tem que tem desejo físico. Por isso que tá chamando atenção de Kardec e de todos. Aliás, o próprio fato desse texto chamar atenção de Kardec mostra justamente como a teoria espírita pensa outra coisa. Porque se fosse algo que Kardec já pensava, não iria chamar a atenção dele. Se Kardec já pensasse que os espíritos têm fome no mundo espiritual, se ele já pensasse isso, esse texto ia ser mais um, não ia chamar a atenção dele, porque esse texto chamou a atenção dele e ele resolveu colocar na revista e evocar o espírito, justamente porque é um fenômeno particular e muito muito estranho que ele vai tentar entender como é que um espírito pode sentir fome. Então, o fato desse texto, justamente o fato desse texto aparecer aqui, mostra exatamente como o pessoal que defende André Luiz dizendo que já está em Kardec, o que o André Luiz diz, como isso é falso, porque se já estivesse em Kardec, eu repito, isso não iria, esse Baltazar não iria chamar atenção de Kardec. Mas por que que
z dizendo que já está em Kardec, o que o André Luiz diz, como isso é falso, porque se já estivesse em Kardec, eu repito, isso não iria, esse Baltazar não iria chamar atenção de Kardec. Mas por que que chamou atenção de Kardec? Justamente porque é algo é algo que não é comum. Como assim um espírito não tem mais o corpo? Como é que ele vai sentir E aí Kardec quer entender, ao invés de simplesmente acreditar no espírito, ah, e passar a dizer nas suas obras, os espíritos têm fome no mundo espiritual, vejam o que Kardec faz. Ele vai estudar o caso na prática. Ele vai evocar o espírito. A gente passou a, como é que a gente passou a fazer no meio espírita pós Kardec? Vem um espírito, diz uma coisa e a gente adota como verdade em vez de estudar. Aí veio o André Luiz, narrou tudo que narrou e a gente tem que acreditar que aqui não é a continuação da teoria espírita. Vejo que Kardec não tá procedendo assim. Ele viu um caso muito particular de um espírito que diz que sente fome e agora ele quer estudar e ver. Então vejam como as diferenças quando a gente vê Kardec procedendo diante das informações que o espírito trouxe que mais tarde o André Luiz vai fazer a mesma coisa. Só que a gente deveria ter já conhecido Kardec esse texto aqui para saber como lidar com o André Luiz. A gente não conhecia e passou a aceitar o que o André Luiz disse, então vamos continuar. Vamos ver agora a evocação propriamente dita, né? Então, evocação diz o espírito, meus amigos, eis-me aqui diante de uma grande mesa, mas está vazia. Olha como é que o espírito já chega, né? mostrando que ele realmente é a coisa dele é a comida, é a boa mesa, porque lá na outra comunicação ele já falou da boa mesa, agora Kardec evoca ele, ele já diz: "Oba, uma mesa". "Ah, mas está vazia". Vejam que é um espírito que ele ele tá muito apegado a essa ideia de mesa e comida, né? Então, ele viu aquela mesa ali, Kardec evocando, tinha uma mesa, ele achou, quem sabe aqui vai ter uma uma grande refeição, mas tava vazia porque era um local de
ado a essa ideia de mesa e comida, né? Então, ele viu aquela mesa ali, Kardec evocando, tinha uma mesa, ele achou, quem sabe aqui vai ter uma uma grande refeição, mas tava vazia porque era um local de estudo, né? Muito interessante como é que o espírito vai mostrando o comportamento dele e o apego dele essa ideia de comida, né? Aí Kardec diz: "Esta mesa está vazia, é certo, mas quereis dizer-nos de que você viria se estivesse carregada de alimento? Que fariais dele?" O espírito responde: "Sentire o seu aroma como outrora lhes saboreava o gosto." Então, a pergunta de Kardec é muito inteligente. Não, a mesa está vazia, mas mesmo que não estivesse, se ela tivesse cheio de comida, o que que você espírito vai fazer? Você não tem corpo para comer a comida? Então, o que que adiantaria ter? Porque o espírito se lamentou que não tinha comida. E aí o espírito diz: "Eu sentiria o aroma como outrora lhe saboreava o gosto." Olha que interessante. Ele já deixa claro que ele não pode sentir o gosto. Veja que um espírito inferior apegado à matéria, extremamente apegado a uma necessidade, a uma ideia de necessidade material. Mesmo assim, ele sabe que não pode sentir o gosto. Por quê? Porque o que dá o gosto é o corpo físico e ele não tem mais. Então, mesmo que tivesse, mas ele sentiria o aroma. Vejam que o espírito tem consciência aqui de que não é a mesma coisa quando tá no corpo. Já deixou claro, mas mesmo assim ele tem esse desejo da comida. E pelo menos ele sente o cheiro e isso para ele já é algo que ele quer muito. Aí Kardec comenta, observação. Essa resposta é todo o ensinamento. Sabemos que os espíritos têm as nossas sensações e percebem os odores tão bem quanto sons. Não podendo comer, um espírito material e sensual se repasta da emanação dos alimentos, saboreia-os pelo olfato, como em vida ou fazia pelo paladar. Há, pois, algo de material em seu prazer, mas como na verdade há mais desejo do que realidade, esse mesmo prazer, aguilhoando os desejos, torna-se um suplício para os
mo em vida ou fazia pelo paladar. Há, pois, algo de material em seu prazer, mas como na verdade há mais desejo do que realidade, esse mesmo prazer, aguilhoando os desejos, torna-se um suplício para os espíritos inferiores que ainda conservaram as paixões humanas. Aqui começa Kardec a mostrar como que a teoria Kardequiana entende esse fato. Quando aparece um espírito dizendo que está com fome, aqui ele começa a mostrar. Então, o espírito não pode comer, mas os espíritos podem sentir os nossos odores. Então ele sente o cheiro da comida, mas como ele não pode comer, isso é um suplício pro espírito inferior, porque ele tem o desejo material de querer a comida, mas não pode saciar. Por que que ele não pode saciar? Porque ele não tem um corpo carnal. Então, o máximo que ele consegue é sentir a emanação, argo, o cheiro. Então, ao mesmo tempo, aquilo dá um certo prazer para ele, mas também dá um desespero, porque ele sei que o cheiro ele não pode comer. Então, vejam que a Kardec diz é um prazer material de uma certa maneira, porque tem a ver com a comida. Ah, mas aí Kardec diz, na verdade há mais desejo do que realidade. Prestem atenção em como Kardec vai analisar a questão. Há mais desejo do que realidade. Então, a gente vai já entender por completo essa ideia. A gente vai ver que o espírito tem a ideia, o pensamento, o desejo pela comida, a lembrança do prazer da comida. Mas não é que ele tenha uma fome real. Aqui tá a chave de como a gente tem que entender quando um espírito assim se comunica. Então ele tem essa ideia que hoje em dia a gente diria é algo psicológico e a maneira que ele tem para tentar saciar isso é o que é o cheiro. Mas mesmo assim ele não sacia. Por quê? porque não tem um corpo para se alimentar daquele alimento. Então, veja que aqui ele não coloca eh órgão no perespírito, ele não coloca o espírito sugando os fluidos da comida. Notem que ele não coloca aqui o espírito sendo alimentado com uma comida fluídica, nada disso. Tanto é que o espírito tem a ideia da fome e ele vai
não coloca o espírito sugando os fluidos da comida. Notem que ele não coloca aqui o espírito sendo alimentado com uma comida fluídica, nada disso. Tanto é que o espírito tem a ideia da fome e ele vai procurar comida no nosso mundo material. Porque não há comida no mundo espiritual. Por isso, inclusive, que a gente está no meio dos encarnados sentindo o cheiro da comida. Aliás, essa é uma mais uma prova de que não há comida no mundo espiritual. Por quê? Porque ele está procurando comida no mundo dos encarnados. E mesmo assim, C que diz, essa espécie de fome que ele tá sentindo é mais desejo do que realidade, porque a gente vai ver que o que faz dar a fome real é um sistema digestivo, é um estômago real, é um é um é um corpo carnal. Se não tem o corpo, a fome não pode ser real. Mas nota que aqui já é o motivo de sofrimento pro espírito, porque ele tem a ideia psicológica da fome e não pode saciar porque ele não tem um corpo e aí ele sofre. Então veja um tipo de sofrimento pro espírito que a ficou apegado às ideias da gula. Vamos prosseguir. Terceira questão da evocação. Fale, diz Kardec, falemos muito seriamente, peço-vos. Nosso propósito não é brincar, mas nos instruí-los. Tende a bondade de responder seriamente às nossas perguntas e, se for necessário, servir-vos da assistência de um espírito esclarecido. Tendes um corpo fluídico, bem o sabemos, mas dizei, nesse corpo há um estômago? Resposta do papazar. estômago também fluídico, onde só os aromas podem passar. Senhoras e senhores, chegamos num ponto culminante do estudo. Primeiro, vamos chamar atenção para um ponto. Veja o Kardec chamando atenção no espírito. Kardec quer realmente entender o que tá acontecendo com esse espírito. Então ele diz pro espírito: "Olha, sem brincadeira, se concente. Concentre, pense bem no que você vai falar e tente dizer o máximo possível de maneira sincera o que você tá sentindo para que eu possa entender. Olha como a gente perdeu isso no movimento espírita pós-cardec a gente deve fazer isso. A gente tá lidando com
r o máximo possível de maneira sincera o que você tá sentindo para que eu possa entender. Olha como a gente perdeu isso no movimento espírita pós-cardec a gente deve fazer isso. A gente tá lidando com um espírito que é inferior, tem que chamar a atenção dele, porque a gente quer extrair a verdade. Então não é simplesmente ficar falando em Jesus, meu irmãozinho, não. Então, Kardec tá chamando ele para ele se concentra. É como um médico diante de um paciente, né, que não tá dando as informações necessárias, o médico não consegue fazer o diagnóstico. Kardec tá chamando atenção. E Kardec tá colocando um ponto aqui muito importante também. Se for preciso, peça ajuda de um espírito para lhe assistir, um espírito mais esclarecido. Será muito comum se o espírito inferior tá tendo dificuldade para se explicar sobre o que ele tá sentindo, ele pede ajuda do dos espíritos superiores que estão ali junto e os espíritos superiores o ajudam a explicar de maneira mais clara a verdade dos fatos para ajudar Kardec a entender melhor e poder também entender e explicar e estudar. Assim deve ser uma reunião de evocação que a gente perdeu completamente hoje em dia. Não, não se evoca. Se o espírito chega dizendo isso, a gente vai falar outra, a gente vai falar de Jesus, vai falar de aguinha, de sopinha fluídica, a gente fala outra coisa hoje por causa do da obra do André Luiz. A gente não faz isso aqui, Kardec. Mas aí vamos pro ponto capital. Kardec diz: "Tendes um corpo fluídico". Bem o sabemos. Claro, já se sabia aqui que os espíritos têm um perespírito, mas agora Kardec quer dizer, olha o que Kardec pergunta pro espírito. Se você tá dizendo que tem fome, nesse corpo fluídico, nesse perespírito, há um estômago? Então, há um órgão fluídico e é por isso que esse órgão fluídico, como o espírito é muito inferior, muito apegado à matéria, ele tem no seu perespírito um estômago fluídico. Então, ele deixou o estômago do corpo lá na Terra quando morreu, mas carregou um estômago fluídico, que é uma
muito inferior, muito apegado à matéria, ele tem no seu perespírito um estômago fluídico. Então, ele deixou o estômago do corpo lá na Terra quando morreu, mas carregou um estômago fluídico, que é uma cópia do estômago do corpo dele. E esse estômago faz ele sentir fome. E aí, por isso que ele precisa se alimentar. E aí ele ele se alimenta fluidicamente para alimentar esse estômago fluídico. Será que é assim? É o que Kardec tá perguntando. E o espírito confirma estômago fluídico. E como ele é, e o espírito ainda cria uma explicação, como ele é fluídico, só os aromas podem servir para esse estômago. Olha o espírito confirmando e ainda dando uma explicação. Foi a mesma coisa que o André Luiz fez, só que as pessoas pararam aqui. Só que Kardec era inteligente. Ele não parou aqui. Ele não Ele não passou a partir de agora diz assim: "Foi provado através de uma comunicação que os espíritos têm estômago, que eles precisam se alimentar". Não, Kardec, continua porque é assim que a gente procede. A gente tem que aprender com exemplo de Kardec. Tem que ir apertando mais o espírito para tentar entender o que ele tá dizendo. Porque se eu parasse aqui eu ia acreditar no espírito que tem um estômago. Mas Kardec vai além. Então, vejam como Kardec procedia diante de comunicações de espíritos que colocam órgãos no perespírito, exatamente como vai fazer André Luiz. Kardec continua: "Quando vedes comidas gostosas, sentis vontade de comer?" O espírito diz: "Ah, comer eu não posso mais. Para mim, esses alimentos são e são as flores para vós, para vós. Cheirais, mas não comeis. Isso vos contenta, pois então também eu fico contente. Então, olha que interessante. O espírito ele pode ver o alimento, ele pode sentir o cheiro do alimento. Então, ao ver esse alimento, ao sentir o cheiro, ele que quando estava num corpo gostava da boa comida, ficou apegado a isso. Agora no mundo espiritual, ele vê a comida, sente o cheiro e sente a vontade de comer, mas ele não pode porque ele não tem um corpo físico. Aí ele diz: "Então, eu me
boa comida, ficou apegado a isso. Agora no mundo espiritual, ele vê a comida, sente o cheiro e sente a vontade de comer, mas ele não pode porque ele não tem um corpo físico. Aí ele diz: "Então, eu me contento com o cheiro". Ele chega a dar um exemplo que nem vós vos contentais em cheirar uma boca. Então, noto que o espírito ele ele reafirma o que ele estava dizendo e ele começa a entrar em contradição. Porque se ele insiste que ele não pode comer, então como que ele disse agora na pergunta anterior que ele tem um estômago? Então, nota que Kardec ao fazer mais perguntas vai botando o espírito na contradição e isso prova que não é bem assim a coisa. Olha como a gente tem que aprender a dialogar com os espíritos. Aí vai continuar porque é o bom estudioso. Aí quando a gente vê questões sobre essas, deixa eu abrir um parênteses. Quando a gente vê a sabedoria de Kardec, exatas, ele vai por um lado, o espírito diz uma coisa, depois ele vai por o outro, até que ele vai vendo as contradições e extraindo a verdade. Quando a gente vê essa habilidade fenomenal de Kardec estudar uma comunicação e uma evocação, ainda tem gente que vem me dizer que Kardec era um simples codificador, ele era só um secretário que reunia textos. Olha a habilidade dele que a gente não tem essa habilidade. Por isso que a gente tem que aprender com ele. Por isso que ele colocou na revista espírita Kardec na revista espírito para bonito. Ele colocou pra gente ver, aprender na prática como é que se conversa com esses espíritos, aprender com ele. Pergunta assim, diz Kardec: "Sentis prazer vendo os outros comerem? muito quando estou perto. Então vejam, o espírito aonde tem comida, ele vê a comida e vê as pessoas comer, isso dá um prazer para ele. Vamos seguir com Kardec conversando. Seis. Agora vem. Sentis necessidade de comer e beber? Notai que dizemos necessidade. Há pouco havíamos dito desejo, o que não é a mesma coisa. O espírito diz: "Nidade não, mas desejo sim, sempre". É impressionante a inteligência de Allan
e comer e beber? Notai que dizemos necessidade. Há pouco havíamos dito desejo, o que não é a mesma coisa. O espírito diz: "Nidade não, mas desejo sim, sempre". É impressionante a inteligência de Allan Kardec. Ele chega a salientar, notai que dizemos necessidade, não é desejo e ele diz necessidade não. Aqui Kardec mata xará. Por que que Kardec pergunta a questão da necessidade? Porque se fosse realmente um estômago no perespírito, o órgão da necessidade. Mas o espírito tinha o desejo que é diferente. Eu posso ter necessidade de comer e eu posso ter desejo de comer. Aliás, até aqui na Terra, quando a gente tá no corpo, a gente tem exemplo disso. Quantas vezes a gente diz assim: "A gente já tá cheio, já comeu, o estômago já tá estourando, ou seja, a parte física necessária pro corpo foi colocada. E a gente diz assim: "Agora eu vou eu vou repetir, vou comer só no olho grande". A gente brinca, né? Que que a gente tá querendo dizer? Que o corpo já foi saciado na sua necessidade de alimento, mas a gente ainda tem o desejo de comer mais. O corpo não precisa, não necessita mais, mas a gente ainda tem o desejo porque é prazeroso. Quantos exemplos a gente tem no nosso dia a dia disso. Então, deseja uma coisa que é do espírito e a necessidade é uma coisa que é do corpo. Então ele diz: "Eu não tenho necessidade". Por quê? Porque não tem corpo e logo não tem estômago no perespírito. Por quê? Porque se tivesse realmente um estômago no per espírito, ele não tinha só o desejo, ele tinha necessidade. Então, mesmo o espírito tendo dito, ah, eu tenho um estômago, ele não, ele acredita que tem, ele pode até achar, sentir como se tivesse, mas é por causa do desejo dele, é da mente dele. Não é uma palavra boa usar a mente porque é ligada às psicologias materialistas, mas é psicológico. Ele ainda tem a ideia, o desejo psicológico de comer, porque ele gostava muito, era prazeroso, mas ele não tem a necessidade, porque não tem o corpo e porque no perespírito não tem estômago. Então, se não tem estômago,
eia, o desejo psicológico de comer, porque ele gostava muito, era prazeroso, mas ele não tem a necessidade, porque não tem o corpo e porque no perespírito não tem estômago. Então, se não tem estômago, não preciso de comida no mundo espiritual. Eu não preciso me alimentar no mundo espiritual. E além de não precisar, eu nem posso. Por quê? Porque eu não tenho corpo. Não tem como eu dizer: "Ah, eu vou eu vou aliviar agora o sofrimento do Baltazar, eu vou dar uma comida para ele". Não tem como eu fazer isso, porque ele não tem um corpo e não tem um órgão no perispico. Porque eu poderia aliviar, né? Eu vejo um espírito sofrendo de fome no mundo espiritual. Eu, então eu tentaria dar algum tipo de alimento que fosse da mesma natureza do estômago fluídico para que ele se sentisse aliviado. Mas é que não tem esse esse estômago fluídico. Então não adianta eu dar porque está tudo na cabeça, ou seja, no psicológico. Então como é que eu alivio essa ideia de fome do espírito? Eu faço ele mudar as ideias. Ao invés de eu dar uma comida fluídica que não existe, a forma de ajudar esses espíritos ainda apegados é eu fazer eles mudar de ideias, porque ao mudar de ideia ele não vai mais sentir fome. Por quê? Porque ele não tem o estômago. Mudou de ideia, sai a a fome e some. Agora, se ele tivesse um estômago, mesmo mudando de ideia, a fome continuaria, porque tem um estômago. Percebe? É que nem a gente, a gente não adianta a gente não pensar em comida. Ah, não vou pensar em comida, vou me concentrar em outra coisa. Chega uma hora que se a gente não comer, o organismo físico da gente fica berrando por comida, porque há um estômago, mas nos espíritos não há. Então basta mudar as ideias que a fome vai embora. Só que a dificuldade desse espírito é justamente mudar as ideias. Então, percebam como é que eu entendo um espírito desses e uma comunicação dessa, caso eu receba ela no meu grupo e ou caso venha algum espírito através de algum médium num livro dizer, essa é a leitura e o estudo correto em
ue eu entendo um espírito desses e uma comunicação dessa, caso eu receba ela no meu grupo e ou caso venha algum espírito através de algum médium num livro dizer, essa é a leitura e o estudo correto em Kardec. Kardecue, esse desejo fica plenamente satisfeito pelo cheiro que aspirais. É a mesma coisa que se realmente comesse. É como se eu vos perguntasse se a vista de um objeto que desejais ardentemente vos substitui a posse desse objeto. Então é óbvio que não. Por isso que é um suplício. O espírito, ele sente essa essa ideia da fome ao ver a comida, mas não consegue saciar. Vejam, se houvesse uma comida fluídica era simples, saciava. que era só ele comer. Mas por que que ele sofre? Justamente porque não há, ele não pode se alimentar da nossa comida porque não tem um corpo e não há comida no mundo espiritual, então aquela fome não passa. Então qual é a solução? Como ele não tem um órgão, a solução é mais simples, é fazer o espírito mudar as ideias, porque aí essa ideia da fome vai desaparecer. Vejam, isto é Kardec. Segue ele na oito. Assim parece que o desejo que experimentais deve ser o verdadeiro suplício, pois não há prazer real. Várias palavras. O espírito diz: "Suprício o maior do que pensais, mas eu procuro atordoar-me criando a ilusão." Olha que interessante. Então, o espírito ele fica, em vez dele mudar e desapegar essa ideia da fome, abandonar ela, porque ele não necessita mais, ele tenta criar uma ilusão de alguém que tá saciando essa fome. Então ele tá alimentando a ilusão ao invés de eliminar ela, que é a mesma coisa que eu faria se eu desse um um almoço fluídico para esse espírito, porque ao invés de eu fazer eu eliminar a causa, eu fico alimentando a causa do sofrimento. Por isso que não faz nenhum sentido. Por isso que os os benfeitores não fariam isso. Os ben defeitores vão fazer com que a pessoa mude essas ideias, porque só tá no campo das ideias, porque não tem mais estômago. Então, vejam o vejam um ensinamento muito importante. Primeiro, esse ensinamento
efeitores vão fazer com que a pessoa mude essas ideias, porque só tá no campo das ideias, porque não tem mais estômago. Então, vejam o vejam um ensinamento muito importante. Primeiro, esse ensinamento mostra pra gente aprender a ter os desejos aqui e não se apegar a eles demasiadamente, porque depois no mundo espiritual a gente leva a ideia e vai sofrer porque não tem um corpo para saciar. Então essa é o primeiro ensinamento para nós. A gente pode usufruir das coisas materiais prazerosas, não há nenhum problema. Mas cuidado se você tá apegado a isso, porque depois que você não tiver mais o corpo, como você se apegou, veio paraa cabeça. E você vai continuar com essa ideia no mundo espiritual. E como não vai ter o corpo para saciar, você vai sofrer. E aí você vai ter que fazer um esforço para mudar de ideias e abandonar esse vício que tá na na parte do desejo, do espírito. Não tem nada no perespíquico, não tem um órgão, não tem comida. Vejam, é isso que o Card. Vamos indo pro final já. Então ele diz: "Vosso estado nos parece muito material. Dizei-nos: "Dormis algumas vezes?" O espírito diz: "Não gosto de rodar um pouco por toda parte". Kardec, mais uma vez genial. Por que Kardec pergunta se ele dorme? Porque Kardec percebeu o seguinte, eu tenho um espírito que é extremamente apegado à matéria, à ideias materiais. Se realmente fosse um organismo que o espírito tivesse no seu perespírito, ele teria todas as necessidades físicas. Mas nota que esse espírito é extremamente apegado à comida, mas não dorme, não sente sono. Por que isso? Justamente porque não é uma fome real causada por um estômago. Porque se ele tivesse órgãos no perespírito, ele sentiria não só fome, mas também cansaço e vontade de dormir. Mas por que que ele sente uma coisa e não sente outra? Porque essa que ele sente não é causada por órgãos do per espírito. É porque é na cabeça dele ele apegado à questão da comida, questão do sono. Tanto que ele nem mesmo sendo inferior e apegado à comida, sono ele não sente, porque o espírito não dorme
do per espírito. É porque é na cabeça dele ele apegado à questão da comida, questão do sono. Tanto que ele nem mesmo sendo inferior e apegado à comida, sono ele não sente, porque o espírito não dorme da mesma forma que espírito não come. Só que para esse espírito a comida é um problema por causa do apego, da ideia. Assim como eu posso ter algum espírito que se comunica dizendo que sente sono, que a lógica é a mesma. Não é que ele se de sono porque ele tem um per espírito e cansa, não é psicológico. Então eu não preciso criar um quarto, uma cama, um colchão fluído. Da mesma forma que eu não preciso criar um almoço fluídico da mesma forma que o espírito não pode deitar na minha cama e dormir, da mesma forma que esse espírito não pode comer a minha comida na minha mesa, porque é só visual, ele só tá vendo e alimentando aquela ilusão, porque está no campo da cabeça, das ideias, do psicológico. Aí, Kardec mostra o seguinte: "Bom, a pessoa que não dorme, então o tempo é mais longo, né? Porque pensa a gente aqui na Terra, o nosso dia é mais curto porque tem um período que a gente fica dormindo. Se a gente não dormisse o nosso dia seria mais longo. Como ele diz que não dorme, então a percepção do tempo dele é maior. Por isso que Kardec pergunta da 10: o tempo vos parece longo, por vos aborreceis? Não, eu percorro as feiras e os mercados. Vou ver chegar à pescaria e com isso me me ocupo muito bem. Então, olha o estado desse espírito alimentando a ilusão da fome. Ele fica só procurando mesas fartas, pessoas comendo, lugares que vem de comida. Isso vai alimentando mais ainda. A hora que ele começar a desligar dessa ideia com muito esforço, a fome vai sumir. Então ele não precisa ir para uma colônia no mundo espiritual, para um hospital, para ter uma casa, para se alimentar com caldinho fluídico por um tempo até se desapegar para depois. Não, ele está aqui na terra e o que ele precisa é mudar as ideias para que a fome vai embora. Porque não é uma fome real. Então essa noção de colônias que
co por um tempo até se desapegar para depois. Não, ele está aqui na terra e o que ele precisa é mudar as ideias para que a fome vai embora. Porque não é uma fome real. Então essa noção de colônias que veio com André Luía, elas alimentam a ilusão em vez de eliminar. Questão 11. Que faziais quando na terra? Nota alguém disse que sem dúvida era cozinheiro. Aí o responde: Apreciador da boa mesa, não glutão, advogado, filho de gastrônomo, neto de gastrônomos. Seus pais eram Fermier Generô, financistas que na antiga monarquia tinham o direito de cobrar impostos mediante o pagamento de certa quantia fixa ao tesouro. Respondendo à reflexão precedente, o espírito acrescenta: "Bem vez que eu não era cozinheiro e que não te convidaria para os meus almoços, pois não sabes comer nem beber". Então o espírito ainda, o espírito ainda reclama, né, porque ele diz que ele ele era, né, um ele é muito apegado à comida. Ele essas pessoas que estão ali não eram interessadas em comida como ele, né? Então ele disse que não seriam pessoas que ele convidaria pro banquete dele vendo a a vendo a questão da do apego que esse espírito tinha, né? o o quanto a ideia de comida para ele que era de uma família de gastrô, ele realmente foi alimentou esse vício por muito tempo, chegou ao ponto de criar esse desejo como espírito, só que agora ele não tem mais um corpo, então ele vai ter que eliminar o desejo, porque ele não tem mais o corpo. Claro que eliminar o desejo sem o corpo é mais fácil. Por isso que para os espíritos desapegarem dessas ideias é muito mais fácil, porque não tem o corpo para alimentar e esses desejos. E então o o isso torna mais fácil, né, para para os os espíritos também se desapegarem, que também mostra mais um problema na hora na obra do André Luiz, que tem toda uma novela pro espírito se desapegar, sendo que é muito mais fácil, porque ele tá fora do corpo. O corpo alimenta, o corpo ele provoca muito mais na gente os desejos. Fora do corpo é mais fácil. Vamos continuar aqui na a parte final.
gar, sendo que é muito mais fácil, porque ele tá fora do corpo. O corpo alimenta, o corpo ele provoca muito mais na gente os desejos. Fora do corpo é mais fácil. Vamos continuar aqui na a parte final. 12. Há muito tempo que estáais morto. Morri há uns 30 anos com 80 de idade. Já fazia 80 anos que ele tá, ele já tava nessa situação, nessa situação de ficar pegado alguma coisa ligada à terra. Vede outros espíritos mais felizes que vós. Do que vós? Sim. Vejo alguns cuja felicidade consiste em louvar a Deus. Ainda não conheço isso. Meus pensamentos roçam pela terra. Então, primeiro, essa resposta deixar claro que os espíritos estão no mesmo lugar, tanto que ele vê os espíritos mais felizes que eles, ou seja, em situação melhor que ele. Não tem uma cidade protegida por um muro que as pessoas são levadas para lá e aí tem um brau onde elas são resgatadas. Vejam que ele que é apegado à terra, tá vendo outros que estão em condição melhor que ele, porque todos estão. Então não tem essa coisa do lugar fixo da cidade do escritor. Porque ele chega a dizer, eu vejo outros que a felicidade deles não é a dele. A felicidade dele é ficar vendo comida das outras pessoas é louvar a Deus. E ele diz: "Isso eu não conheço". Porque as ideias dele são toda voltada para as coisas da vida terrestre. Só que ele não tem mais o corpo, então isso faz ele sofrer. O que que ele vai ter que fazer? abandonar essas ideias, trocar pelas ideias das coisas do espiritual e aí o sofrimento vai embora automaticamente. Veja uma noção simples, racional da obra de Cardão. Simples irracional da obra de Cardão. 14. Compreendeis as causas que os tornam mais felizes do que vós? A resposta, eu ainda não as aprecio, como aquele que não sabe o que é um bom prato e não aprecia. Até para fazer analogia, ele ele lembra questões de de de comida. Impressionante. Talvez chegue a isso. Adeus, vou à procura de um geotar muito delicado e muito suculento. Olha que comunicação fantástica que o Kardec coloca na revista espírit. Ele
s de de de comida. Impressionante. Talvez chegue a isso. Adeus, vou à procura de um geotar muito delicado e muito suculento. Olha que comunicação fantástica que o Kardec coloca na revista espírit. Ele diz que ele não entende a causa do que faz umas pessoas serem mais felizes do que ele, fazerem terem uma outra ocupação. E ele e ele já ele diz, talvez é a pessoa que não tem, ele não tem, vejam que ele não tem a vontade e o interesse de mudar. Por isso que ele ainda continua sentindo forte, porque ele diz: "Ah, talvez eu chegue a isso aí, ó, adeus." e ele vai procurar alguma outra casa, algum outro lugar para ver uma nova janta para continuar alimentando aquela. Então, vejam, meus amigos, a diferença de como Kardec aborda aqui para como a gente vai ver como é que o André Luiz se comporta e como é que o movimento espírita tá todo. Vamos ver a última observação do Card. Esse espírito é um verdadeiro fenômeno. Ele faz parte dessa classe numerosa de seres que não se elevaram em nada acima da condição da humanidade. Só tem de menos o corpo material, mas as suas ideias são exatamente as mesmas. Esse não é o mau espírito. Ele não tem contra si senão a sensualidade que ao mesmo tempo é para ele um suplico e um gozo. Como espírito, não é? Pois muito infeliz é até feliz ao seu modo, mas Deus sabe o que o espera em nova existência. uma triste volta poderá fazê-lo bem refletir e desenvolver o senso moral ainda abafado pela preponderança do sentido. Então, é impressionante os comentários de Kardec, porque ele mostra que há, evidentemente muitos espíritos nessa condição, muitos espíritos nessa condição. Então é muito normal a gente receber espíritos assim se a gente fizer uma reunião de vocação e espíritos se manifestarem espontaneamente. Só que a Kardec sabe interpretar o que isso quer dizer em vez de criar toda uma teoria como o pessoal fez com o nosso lar. Kardec diz ele o que que tem de diferença dentre esses espíritos é que eles não têm um corpo. Eles ainda continuam ligados à nossa rotina, mas
criar toda uma teoria como o pessoal fez com o nosso lar. Kardec diz ele o que que tem de diferença dentre esses espíritos é que eles não têm um corpo. Eles ainda continuam ligados à nossa rotina, mas eles não têm mais o corpo. Mas ele tem as ideias. Veja um Kardec no sentido de ideia. psicológico não é uma fome real, porque não há fome real no mundo dos espíritos. E Kardec deixa claro, esses espíritos não são maus. E às vezes a gente critica, por exemplo, André Luiz, que as pessoas acham que a gente não é mau. Esses espíritos não são maus. E ele tem até um grau de felicidade, que ele tem momento ali de fazer uma espécie de piada, um certo prazer em ver a comida. Ele tem uma, ele não é todo infeliz. E não é mal, só que ele é apegado a coisas que ele já deixou. São as coisas do mundo corporal. Esse é o problema desse espírito. E aí Kardec diz: "Uma triste volta poderá." Kardec põe no campo da possibilidade, porque não há uma regra, não há um determinismo da gente achar que o espírito fez uma coisa, vai sofrer outra, como também o movimento espírita criou. poderá cader que põ foi no crime da possibilidade, poderá esse espírito ter uma encarnação nova muito difícil, porque ele vai ter que lutar contra esses desejos para não voltar a ser de novo uma pessoa viciada nas coisas da matéria. Então, ele vai ter o o a tendência a ser uma pessoa muito apegada, que vai querer comer muito e ele vai ter que lutar com isso. Agora para ele vai ser mais difícil, porque se ele encarnar com esses desejos, ele vai ter daí um corpo novo que aí vai alimentar mais ainda esse desejo e ele vai ter que lutar contra esse vício. Por isso a importância dele mudar de ideias antes de encarnar, porque é mais fácil mudar de ideias sem o corpo, porque no corpo é mais difícil. Então, olha que explicação fantástica, simples, racional e diferente do que a gente vai ter depois de novo espírito, que acha que o espírito sente fome, que o espírito tem um estômago fluídico, que tem comida no espiritual, que tem
ástica, simples, racional e diferente do que a gente vai ter depois de novo espírito, que acha que o espírito sente fome, que o espírito tem um estômago fluídico, que tem comida no espiritual, que tem sopinha fluídica. A gente tá vendo que Kardec não foi para esse lado porque não é uma fome real e eu mudo ela mudando as ideias e não alimentando a ilusão do espírito. Vencemos-nos e até o nosso próximo estudo.
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