48 - Cap. I - Não vim destruir a lei: O Espiritismo (item 7) | O Evangelho Segundo o Espiritismo
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Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos ao estudo da obra Evangelho Segundo Espiritismo, essa obra tão importante de Kardec. Eu sou Michel Macedo, você está no Kardec Tube. Nós estamos estudando aí o capítulo um do Evangelho Segundo Espiritismo. Vamos estudar hoje o item sete, onde Kardec vai tratar ainda sobre o Espiritismo. Lembrando que o estudo do Evangelho é feito de segunda a sexta, das 14 às 15 horas. E nós também temos lives todas as noites. Segunda-feira à noite estudamos o livro dos espíritos. Terça à noite estudamos o nosso lar, a obra nosso lar criticamente. Hoje à noite, quarta-feira às 20 horas, estudamos o que é o Espiritismo. Quinta-feira às 20 horas estudamos o site revistaespesprírita.net. E sexta-feira, à noite às 20 horas, estudamos o livro dos médiuns. São 10 lives semanais. destas 10 lives, uma delas, que é a das sexta às 20 horas do livro dos médiuns, é fechada para assinantes. Então, se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, você assina o Kardecube. Ao assinar o Kardecube, você vai estar nos ajudando com os custos da página, a fazer a página crescer e ao mesmo tempo estudando o livro dos médiuns com a gente. para assinar, você clica aqui no link que está nos comentários e aí você já pode assinar e participar do estudo do livro dos médiuns. Tudo que a gente faz aqui fica gravado, então os estudos que já passaram você tem acesso na playlist e se não conseguir ao vivo você pode assistir depois. Assim que a gente chegar em 50 assinantes, já estamos chegando, a gente vai também, além do estudo, sortear livros todo mês entre os assinantes. Então, assine o Kardecube. E você que tá aqui pela primeira vez e ainda não é inscrito no canal, isso é fácil, rápido e de graça. Curta o vídeo e se inscreva no canal. É rapidinho e já nos ajuda muito. Por fim, participe aí do nosso grupo do WhatsApp clicando aqui no link também que está nos comentários. Pode compartilhar esse link com quem você quiser. Quanto mais pessoas estiverem interessadas em estudar o espiritismo, pode entrar lá no
WhatsApp clicando aqui no link também que está nos comentários. Pode compartilhar esse link com quem você quiser. Quanto mais pessoas estiverem interessadas em estudar o espiritismo, pode entrar lá no nosso grupo do Whats que a gente conversa e você também acompanha tudo o que a gente produz. Fora as 10 lives que a gente tem feito agora, toda manhã, das 8 ao meio-dia, a gente reprisa programas antigos. Então você tem duas lives por dia e mais manhã inteira com programas em torno de Kardec. Kardecube é hoje o programa que mais produz e reproduz conteúdo sobre Kardeco. Então, sejam bem-vindos, aproveitem e participem aqui pelo chat, né? Para fazer todo esse monumento de conteúdos, eu conto com a ajuda do meu amigo Lauro, do canal Estudar Kardec e passo para ele a palavra. >> Obrigado, Michel. Boa tarde para você e boa tarde aos nossos amigos de estudo. Sejam bem-vindos para mais um passo, um estudo importante nessa obra, dessa belíssima obra O Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, que nós tenhamos aí um bom, um bom estudo, Michel. Isso aí. E já dando as boas-vindas pros nossos espectadores, a Ana Cristina, seja bem-vinda. Se não é inscrita no canal, se inscreva. E temos aqui já a Elane também, amiga e assinante, e o Luciano, amigo e assinante. Sejam bem-vindos. Então vamos ao texto, né? E eu peço a paciência das do pessoal. Desde ontem eu tô aí com uma inflamação na garganta e um princípio de gripe. Então eu tô indo devagarinho que eu falo e a garganta seca e arde, né? E como eu quase não quase não falo, né? Eu tenho que cuidar da garganta. Mas vamos lá. Vamos ao item sete, vamos ao texto. E quem não viu os outros estudos, por favor, assista aí na playlist, né? A gente iniciou ontem Kardec falando sobre o papel do Espiritismo e agora ele conclui dizendo, Kardec, assim como Cristo disse, "Não vim destruir a lei, porém cumpri-la", também o Espiritismo diz: "Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução". Nada ensina em contrário o que ensinou o Cristo, mas desenvolve, completa e
Não vim destruir a lei, porém cumpri-la", também o Espiritismo diz: "Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução". Nada ensina em contrário o que ensinou o Cristo, mas desenvolve, completa e explica em termos claros e para toda a gente o que foi dito apenas sobre a forma alegórica. Vem cumprir nos tempos preditos o que o Cristo anunciou e preparar a realização das coisas futuras. Ele é, pois, obra do Cristo que preside, conforme igualmente o anunciou, a regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na terra. Bom, então é um é um item curto, mas é um item curto onde Kardec resume tudo que o Espiritismo faz. Então é um item muito denso, né? Mas o Kardec vai explicar aqui que a mesma coisa que o Cristo fez com relação a Moisés é o que o Espiritismo vai fazer com relação ao Cristo. É a mesma coisa. Ou seja, não vai negar o cristianismo, não vai negar os ensinos de Jesus, assim como Jesus não negou o que veio de Moisés, mas vai fazer o quê? Desenvolver a doutrina. O Cristo desenvolveu a doutrina de Moisés e corrigiu erros. O espiritismo vai desenvolver a doutrina do Cristo, não vai corrigir erros porque Jesus era um espírito puro, não tem erros, mas vai desenvolver, vai dizer coisas que o Cristo não disse e vai ajudar as pessoas a entenderem o que o Cristo disse, porque o Cristo disse o que disse numa linguagem antiga e cheia aí de metáforas. Então é a mesma coisa, uma coisa simples, é uma é um desenvolvimento e um aclaramento, né? Um esclarecimento das coisas que Jesus disse. Agora, de uma maneira diferente, como a gente tratou ontem, né? Como é que o espiritismo vai fazer tudo isso? Cientificamente para não correr ou para não cair no problema que outros caíram, que a gente comentou ontem bastante, né? Se ele viesse como uma doutrina religiosa, bom, você tem centenas de doutrinas, senão milhares de doutrinas, dizendo que estão interpretando Jesus da maneira correta com qual você vai ficar. Então não adiantava ele fazer uma uma religião, ele precisava fazer uma coisa diferente
, senão milhares de doutrinas, dizendo que estão interpretando Jesus da maneira correta com qual você vai ficar. Então não adiantava ele fazer uma uma religião, ele precisava fazer uma coisa diferente para poder ter autoridade para dizer assim: "O meu desenvolvimento da doutrina do Cristo é feita cientificamente. Então não é uma opinião pessoal, uma opinião limitada, parcial. Então é evidente que ele vai ter que fazer esse desenvolvimento do cristianismo através de uma ciência. Só que ao fazer através de uma ciência, aqui vem pontos importantes que a gente precisa entender, porque há muita confusão. Quando Kardec diz aqui que o espiritismo vai desenvolver o que o Cristo disse e vai inclusive dizer coisas que o Cristo já disse, por isso que ele diz nada ensinem contrário ao que o Cristo ensinou. Muito cuidado com esta frase para você não pensar que ao dizer que nada ensinou o contrário do que o Cristo ensinou, você pode ter duas interpretações equivocadas que muitas pessoas no meio espírita t. Qual é o primeiro equívoco? achar que o espiritismo começa parte, tem como base os ensinos do Cristo. Isso não é verdade. Quando o Espiritismo vai tratar da doutrina do Cristo, isso foi depois de um bom tempo, quando a ciência já havia se desenvolvido. Então, o espiritismo não começa e nem se baseia no evangelho do Cristo. A sua ciência espírita foi estudando os fenômenos espíritas e chegou através da sua ciência nas mesmas máximas do Cristo. A ciência espírita chegou no Cristo, percebeu que o resultado da ciência espírita comprovava que aquilo que o Cristo disse era verdadeiro. Então, é nesse sentido, a ciência espírita comprovou através da sua ciência que aquilo que o Cristo disse era verdadeiro. Por isso que o espiritismo ensina a mesma coisa que o Cristo. Ah, por que que ele não seguiu outros autores? Porque o único que concordou 100% com a ciência espírita foi a doutrina do Cristo. As outras tinham partes que concordavam e partes que discordavam. Então, Kardec escolhe aquele que
iu outros autores? Porque o único que concordou 100% com a ciência espírita foi a doutrina do Cristo. As outras tinham partes que concordavam e partes que discordavam. Então, Kardec escolhe aquele que concordou por inteiro. Uma questão de lógica, né? Se você já tem alguém que tem algo que dá conta de dizer mais e melhor do que as outras, dizendo, falando do Cristo, você não deixa de falar das verdades que estão nas outras, mas ao mesmo tempo foge dos erros que estão nas outras. Então é por isso que ele vai focar nessa, porque ela é a melhor, a que mais concorda com a ciência espírita. Então, repetindo que a gente tá falando há dias, não é que Kardecutinas, porque ele era preconceituoso, porque ele era europeu, porque ele era eurocêntrico, porque ele era racista. Não é por isso, é porque a ciência espírita deixou claro que a única doutrina que concordava com tudo que a ciência espírita descobriu era do Cristo. E ao falar da do Cristo, ele dava conta das outras. Embora também, como a gente já repetiu, ele de uma maneira mais resumida, tratou das outras. Então ele não tratou porque não precisava, não tinha necessidade e porque tinham pontos que entravam em contradição com a ciência. Se entra em contradição com a ciência, não é verdade. Mas a gente vai ver, mesmo que ele tenha usado a do Cristo, esta doutrina que o Espiritismo oferece é para todos. Não é só para o cristão, que é outro equívoco. Não é só para o cristão a doutrina moral do espiritismo. É para todos. Por quê? Porque ela é fruto de uma ciência e a ciência é para todos. Então, as pessoas de todas as religiões vão usar a moral espírita como a mais completa e aquela que está de acordo com as leis da natureza. Se algum ponto da sua religião entrar em contradição, ela abandona este ponto da sua religião e fica com a ciência espírita. O cristão tem mais facilidade, porque toda a doutrina do Cristo já está de acordo. E como eu disse ontem, nós estamos falando da qualidade da doutrina, da teoria, não dos adeptos. Cuidado. Ao
spírita. O cristão tem mais facilidade, porque toda a doutrina do Cristo já está de acordo. E como eu disse ontem, nós estamos falando da qualidade da doutrina, da teoria, não dos adeptos. Cuidado. Ao dizer que a doutrina do Cristo é mais completa, nós não estamos dizendo que os cristãos são melhores que os outros. Não confunda e nem coloque palavras na boca de Kardec. Mas um ponto muito importante, toda a doutrina do Cristo concorda com a ciência espírita, mas o espiritismo foi além da doutrina do Cristo. Aqui é outro ponto importante, porque ele desenvolveu, por isso que ele diz, ó, um pouquinho mais para baixo lá, ó, nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo, mas desenvolve e completa. Então ela concorda, mas ainda faz algo além, completa, desenvolve. Então, a doutrina espírita é mais completa que a doutrina do Cristo, mas não por uma falha do Cristo, é porque o próprio Cristo havia dito que não iria dizer tudo e deixaria para o consolador dizer o resto. Esse consolador é o espiritismo. Então, resumindo, o espiritismo é fruto de uma ciência. Não é porque ele olhou pro cristianismo ou pros evangelhos e a partir dali criou como opção, ah, vou escolher o o cristianismo porque eu sou cristão europeu. Não é por isso, foi através da ciência que chegou. Mas o resultado concordou com tudo que o Cristo disse. Mas além de concordar com tudo que o Cristo disse, desenvolveu, fez mais. Mas isso não é uma falha do Cristo, porque o próprio Cristo anunciou que seria assim, que ele não diria tudo e o consolador que viria no futuro diria o resto. E as outras religiões também tem muitos pontos que concordam com a ciência espírita, mas também tem contradições. Por isso que ele pegou aquela que mais concordou com a ciência espírita, que foi a doutrina do Cristo, mas foi além da doutrina do Cristo. Essa doutrina moral espírita foi a lenda do Cristo, é a mais completa e é baseada em ciência e serve para todos, inclusive para os não os que não seguem os que não são cristãos. Por isso que
o Cristo. Essa doutrina moral espírita foi a lenda do Cristo, é a mais completa e é baseada em ciência e serve para todos, inclusive para os não os que não seguem os que não são cristãos. Por isso que ele diz, explique em termos claros, que é um outro ponto, porque aquilo que Jesus disse estava obscuro, difícil de entender. É o espiritismo clareia para toda a gente. Toda. Ele não tá dizendo que que é só para os cristãos, só para quem segue a religião, alguma religião cristã, é para todos. Porque agora ele mostrou através da ciência que isso faz parte das leis naturais, serve para todos. Então tá muito claro que é para todos porque é fruto de uma ciência. Então não façam confusão achando que tem um erro, um problema ou que falta alguma coisa. Espiritismo é para todos. fala de uma maneira clara, esclarece aquilo que o Cristo disse, desenvolve e faz tudo isso baseado em leis naturais, ou seja, não é uma questão de opinião pessoal. Todos podem utilizar e se a sua religião em algum ponto contradiz o que a ciência diz, você deixa esse erro da sua religião e fica com a ciência. Isso serve para todos. É isso. E isso que o Espiritismo faz, tudo isso que a gente descreveu aqui, todo esse processo, Jesus anunciou que isso ia acontecer. Vem cumprir nos tempos preditos o que o Cristo anunciou. Quando a gente for estudar o Cristo falando sobre o Consolador, a gente vai ver que ele avisa que o Consolador vai fazer tudo isso que o Espiritismo fez, comprovando através de fatos, lembre, é sempre ciência, fatos, que o Espiritismo é o consolador prometido, que ele, o próprio Cristo, preside, como diz aqui no texto, o próprio Jesus em espírito, através da mediunidade, preside a própria construção do consolador. E esta teoria que o Cristo veio agora como espírito construir junto com Kardec é uma teoria completa que quando entendida e aplicada vai transformar o mundo em um mundo de regeneração. É isso. Esse é o papel grandioso do espiritismo. Mas o que eu quero salientar antes de passar pro laudo isso
ompleta que quando entendida e aplicada vai transformar o mundo em um mundo de regeneração. É isso. Esse é o papel grandioso do espiritismo. Mas o que eu quero salientar antes de passar pro laudo isso é dentro da razão e dos fatos. Não tem preconceito, não tem religiosismo, não tem nada que falta, nada que tá incoerente. Esse papo é de quem não entendeu o papel de Kardec, do espiritismo, como é que ele foi feito, qual a relação do espiritismo com a doutrina de Jesus que ele está explicando aqui e o que a gente está estudando junto, porque eu sei que existem obras colocando isso como um erro, como um problema. E a gente está explicando porque que esses autores não entenderam. E se alguém ainda tiver dúvida, digamos que alguém leia o que esses autores dizem e vejam o que a gente tá falando e fica na dúvida, né? Façam questionamentos, perguntem para que a gente possa esclarecer. Lauro, >> muito bom, Michel, você abordou assim o texto de uma forma bem bem completa. Bom, lá no início, né, você lembrou bem eh que o espiritismo chega até os ensinos do Cristo pela concordância dos ensinos dos espíritos em relação ao ao aos evangelhos. Ora, é simples pensar aqui. Vê, ó, o livro dos espíritos nasce em 1857. Mais ou menos 7 anos depois, Kardec produz o Evangelho Segundo Espiritismo. Então, nesses intervalos de 7 anos, muita coisa aconteceu. Vejam que 7 anos eh é mais a metade, por assim dizer, do tempo que Carec trabalhou, né? Eh, produzindo, organizando essa doutrina, criando essa doutrina. Então ele ele ele morre ali início de 69. Então veja bem que tem aí pelo menos um tempo de 12 anos. 7 anos é um tempo muito suficiente, muito grande para um homem como Kardec. como a gente deduz pelo pelos escritos, por tudo que ele trata nas revistas espíritas, por tudo que Cadec Cadec elabora tudo quanto é assuntos e mostra que ele tem conhecimento daquilo que ele tá tratando. Ele não ele não trata com leviandade. Então, obviamente, quando Kardec chega no evangelho, né, e ele percebe que o ensinamento do
ssuntos e mostra que ele tem conhecimento daquilo que ele tá tratando. Ele não ele não trata com leviandade. Então, obviamente, quando Kardec chega no evangelho, né, e ele percebe que o ensinamento do Cristo é totalmente concordante com o ensino dos espíritos, não é porque é Jesus, é porque realmente o C ele teve essa capacidade de fazer essa análise. É muito diferente. Veja, se a gente entende no, né, no no no movimento espírita, então se o adepto espírita entende que Jesus é um espírito altamente altamente superior, espírito puro, então é óbvio, é natural imaginar que todo o ensino dele, por mais que teve formas alegóricas porque era necessário, mas o ensino dele é 100% a verdade. Não, não tem como pensar de outra forma. Se nós pensarmos que que outros vultos da da da humanidade eh afirmar que também eles estavam 100% certo quanto a verdade, com a verdade, nós teríamos que aprofundar em todos esses vultos, essas personalidades para verificar se isso de fato, se isso mesmo, se isso ocorreu de fato. Então, claro, gente, aí mais uma vez eu eu quero até ser repetitivo aqui. Kardec, ele deu provas de uma inteligência acima do normal e e o e e o e sempre deixando claro, sempre deixando claro que se fosse discutir alguma coisa, se fosse tratar de algo que fosse com conhecimento de causa, agora a própria razão diz isso. Se ele censurava, quem criticava sem ter conhecimento, ele não agiria dessa forma. Concordam? Então, quando ele chega, eh, que ele vai usar o evangelho, os ensinos do Cristo como um parâmetro, né, para para a o estudo da moral, é porque ele ele percebeu, ele entendeu que estava totalmente em conformidade. Isso é fato. Pronto. Agora aí o Michel já tratou dessa questão daqueles que querem atribuir a Kardecito. Aqueles que querem até dizer que, ah, não, mas Jesus não era um espírito puro. Foi feito, foi feito um estudo, foi feita uma live aqui mostrando que Kardec afirma isso categoricamente, Jesus sendo o espírito puro, né? Então, não faz nenhum sentido aí repetir aquilo
spírito puro. Foi feito, foi feito um estudo, foi feita uma live aqui mostrando que Kardec afirma isso categoricamente, Jesus sendo o espírito puro, né? Então, não faz nenhum sentido aí repetir aquilo que já foi dito em lives anteriores. Por que que Kardec ia pegar pontos de eh eh ensino de outras personalidades eh que convergiam com o ensino dos espíritos, sendo que o Cristo e e o Michel tratou disso muito mais completo. Para que que ele ia repetir algo que alguém disse correto que estava em acordo com o Cristo? Se o Cristo já disse, né, e seria ser repetitivo, cansativo. E Kardec, ele era muito prático. A, os seus escritos é muito, é muito claros, os espíritos são muito claros. Então, é claro que Kardec não ia ficar ali sendo maçante no mesmo ensino, só para poder colocar nomes. Ah, esse ensino aqui é do Cristo, esse aqui é do fulano de tal, fulano de tal, o ciclano. Car que não ia fazer isso, né? O importante era que o que estava colocado ali como ensinamento moral era a verdade, estava em acordo com o ensino dos espíritos. Se os outros, se as demais personalidades disseram naquele ponto a verdade, ótimo. Então, tá todo mundo reunido no mesmo balaio, não tem por ficar, né? Eh, como como diz aqui também aqui em Minas, é enchendo linguiça. Acho que aí também vocês falam assim, né, Michigel? ficar enchendo linguiça, não é? É é fazer com que a coisa corra de forma eh natural e e que todos que leiam possam entender com bastante clareza aquilo que os espíritos e o próprio Kardec tá tá ensinando. Então eu acho que é isso aí. Para quem quer quer ainda segurar essa bandeira de Kardec preconceituoso em relação a outras personalidades, né, outros vultos da história, é porque realmente faltou raciocinar um pouquinho, aprofundar um pouquinho mais e admitir e admitir que é realmente a gente fez uma afirmação de que Jesus não é um espírito puro, sendo que o tempo todoquec deixa esse claro. Michel, >> é, eu fico muito curioso para saber como é que as pessoas entendem isso que a gente tá falando,
a afirmação de que Jesus não é um espírito puro, sendo que o tempo todoquec deixa esse claro. Michel, >> é, eu fico muito curioso para saber como é que as pessoas entendem isso que a gente tá falando, né? Porque às vezes eu chego até mim falas que eu digo assim: "Nossa, a pessoa não entendeu". Mas eu não tenho a oportunidade de conversar com essas pessoas, né? Eu queria muito ter oportunidade de conversar com as pessoas sobre essas dúvidas que elas têm, mas eu noto muita dificuldade de da maioria das pessoas ou de muitas pessoas, para não dizer que é a maioria, né? em saber conversar sobre o assunto. Há um despreparo. Ontem até eu tava comentando sobre isso no nosso grupo, né? Há um despreparo intelectual que a gente tá vivendo que chega a me assustar um pouco. Há um uma construção de conhecimento muito deficitária, muito deficiente em todas as áreas. A gente tá vivendo um um momento em que pessoas que deveriam saber como é que as coisas são, tão falando bobagem. Então, a gente tá tendo uma formação de conhecimento muito ruim que que realmente assusta. Eu tive algumas experiências a através do Kardec Tube que é importante a gente trazer porque tá ligado a isso aqui. Eh, quando eu fiz o o projeto do nosso lar segundo espiritismo, em que eu me propus a criticar a obra, percebam que para fazer isso eu fiz algo extremamente cuidadoso e detalhado. Então, o que que eu faço para criticar a obra? Eu tô há 2 anos, 2 anos tratando disso. Inclusive, algumas pessoas reclamam, né, que elas queriam que fosse mais rápido. Mas por que isso? Porque eu quis fazer uma coisa tão tão séria que realmente eu escolhi exagerar pelo excesso de cuidado. mesmo fazendo desse jeito que eu tô fazendo, que já é diferente do que a grande maioria faz quando se propõe a criticar, o tempo todo eu tenho procurado há 2 anos alguém para dizer assim: "Pegue o que eu estou falando sobre a obra do nosso lar e contraargumente: Eu quero ouvir a contraargumentação. Por quê? Porque eu quero testar as a minha crítica para ver se ela sobrevive
izer assim: "Pegue o que eu estou falando sobre a obra do nosso lar e contraargumente: Eu quero ouvir a contraargumentação. Por quê? Porque eu quero testar as a minha crítica para ver se ela sobrevive à contraargumentação. Eu quero isso, eu procuro isso e eu não encontro. É angustiante isso. Eu queria tanto poder dizer assim, ó, o fulano de tal, especialista na obra do André Luiz, fez um texto refutando o que eu falei e me enviou. Eu ia, eu ia ficar muito feliz se isso acontecesse. Eu não encontro. Todas as vezes que eu fui conversar com pessoas que queriam refutar ou contrariar o que eu estava dizendo, elas não conheciam a própria obra do André Luiz. Por que que eu tô dizendo isso agora? Trazendo para onde eu quero chegar. Assim é pros outros assuntos. Eu quero conversar com as pessoas para ouvir o que elas têm para dizer de dúvida, de objeção. Eu começo a iniciar a conversa com a pessoa e não saio do lugar. Há poucos dias eu tive uma discussão com uma pessoa que disse assim para mim: "A obra que você está citando é uma mentira". Bem assim ela falou. E agora vem a cereja do bolo. Ela não leu a obra. Ela mesmo disse que não leu a obra. Ela não leu a obra. Me perdoe por repetir. E ela disse: "Esta obra que eu não li é falsa". Agora eu pergunto para vocês, não, e não é uma pergunta retórica, é uma pergunta sincera. Como que eu vou entrar numa discussão? com alguém que diz isso. Como que eu vou discutir com uma pessoa que diz assim: "A obra que eu não li é falsa". Como é que ela sabe que é falsa se ela não leu? Veja, é uma é uma discussão impossível. É uma discussão impossível. Vou dar um outro exemplo. Uma outra discussão que eu tive com outra pessoa, ela dizia assim: "Acho que Kardec errou". Eu digo: "Opa, toda vez que alguém diz que acha que Kardec errou, eu meu ouvido cresce porque eu quero saber o que que é, né? Mas antes de saber qual é o erro que a pessoa acha que Kardeceteu, eu sempre faço a mesma pergunta. Quais obras de Kardec leu? Porque ele está dizendo que Kardec pode ter errado.
aber o que que é, né? Mas antes de saber qual é o erro que a pessoa acha que Kardeceteu, eu sempre faço a mesma pergunta. Quais obras de Kardec leu? Porque ele está dizendo que Kardec pode ter errado. Ele está levantando a hipótese que Kardec errou. Sabe o que que ele respondeu? completa. Eu não li nenhuma. Então ele tá dizendo que acha que Kardec errou. Kardec escreveu 23 obras, dá mais de 15.000 páginas. Ele não deu uma completa, mas ele acha que Kardec é rou. E aí eu disse para ele, como que você acha que o autor pode ter errado se você só leu trechos? Aí sabe o que que ele me disse? Eu não preciso ler a obra completa para saber se o autor errou ou não. Eu não preciso ler a obra completa para saber se o autor errou ou não. Repito a pergunta para vocês. Como que eu vou discutir com uma pessoa que leu trechos e explicar para ela que Kardec não errou, sendo que ela acha que não precisa estudar mais para confirmar a tese dela. Mas aí eu fui além, eu disse assim: "Bom, vamos esquecer a questão de que a pessoa que tá afirmando isso não estudou as obras". Aliás, ele disse assim para mim, Lauro, você ao dizer que eu não li as obras, você está me desqualificando? Sim, exatamente, porque você é um desqualificado. Exatamente. Mas eu não estou lhe desqualificando. Você mesmo admitiu que não é qualificado. Mas ok, mesmo assim eu quis saber qual era o erro. E aí ele diz assim: "Cardec errou por isso, por isso e por isso". Detalhe, isso que ele atribuiu a um erro de Kardec, Kardec não diz. Ele não leu a obra inteira, disse que achava que Kardec tinha um erro e aquilo que ele apontava como um erro, Kardec não diz. O que que eu vou dizer para uma criatura dessa? Aí eu disse para ele, aí está o seu erro. Você tá achando que Kardec errou porque você está se baseando numa ideia. Só que essa ideia Kardec nunca disse, mas é óbvio que ele não sabe isso, ele não leu. Então, como é que eu vou discutir e vou avançar e já devolvo a palavra pro Laur? Por fim, a gente tem as obras aí sendo escritas,
ia Kardec nunca disse, mas é óbvio que ele não sabe isso, ele não leu. Então, como é que eu vou discutir e vou avançar e já devolvo a palavra pro Laur? Por fim, a gente tem as obras aí sendo escritas, as obras modernas que criticam Kardec, que colocam problemas em Kardec, certo? A gente tem aí, posso citar duas que a gente tem falado muito ultimamente, a gente tem a gente tem conteúdos do senhor Elias Moraes e a gente tem o livro novo do Carlos VI, que coloca vários problemas em Kardec. O que que eu queria? Eu queria que a gente tivesse um ambiente em que a gente pudesse contraargumentar e ouvir o que que a pessoa aqui, por exemplo, ele diz, o Carlos escreve tal coisa no livro, aí eu venho e digo assim: "Olha, ele não entendeu, ele está errado por isso, por isso, por isso". Aí eu queria ver a conclusão dele a partir disso para depois ele devolver com outras questões para eu rebater. A gente tinha que ter um ambiente assim, mas a gente não consegue no meio espírita. A gente não tem isso no meio espírita. As pessoas não respondem às críticas. E Kardec fez isso o tempo inteiro enquanto ele esteve vivo. O tempo inteiro Kardec colocava a crítica, respondia. Aí o cara vinha lá, respondia. Kardec publicava, respondia. o tempo inteiro, a vida inteira como Kardec, ele fez isso. A gente não tem mais isso. A gente teve aí o debate da adulteração. Aí surgiu o livro da Simone Privato, surgiu o Paulo Henrique de Figueiredo. Aí depois veio para rebater o Carlos 7, a Luciana Farias e o Adair Ribeiro. O Paulo Henrique e a Simone sumiram. Sumiram. Eles vieram com uma bomba, largaram a bomba, a bomba explodiu. Causou um alvoroço no movimento espírita. Até hoje dividiu todo mundo. Veio o outro autor, pesadamente demonstrou que eles estavam errado e eles sumiram. Vejam que a guerra acabaria, Lauro, se eles vessem a público dizer o que que eles pensam da resposta que o Carlos, a Adriana e o Adair deram paraa obra deles. Eles poderiam dizer assim: "Olha, pessoal, quando eu escrevi a obra,
, Lauro, se eles vessem a público dizer o que que eles pensam da resposta que o Carlos, a Adriana e o Adair deram paraa obra deles. Eles poderiam dizer assim: "Olha, pessoal, quando eu escrevi a obra, eu ainda não sabia das coisas que mais tarde o Carlos VI descobriu. Agora eu vejo que eu estava equivocado." Acabava com a guerra, Laurão eles poderiam dizer o seguinte, pessoal, essa obra aí do Carlos VI, da do Adair Ribeiro e da Luciana Farias contém erros. Por isso, por isso, por isso, por isso, por isso, por isso. Aí a gente ia poder ver, ah, deixa eu ver aqui. Mas não, eles se omitem, eles fogem, eles somem e aí fica o movimento espírita dividido e numa guerra. Então, é isso que eu sinto falta do que Kardec fazia e que o movimento espírita não faz. A FEB não responde às críticas que a gente faz da do nosso lar, mas ela devia responder porque é ela que vende a obra. Então não há um clima de fé raciocinado no movimento espírito. E só para terminar e passar para ti, eu tava olhando aqui que tu falou, né? A Kardec lançou essa edição do Evangelho que a gente tá lendo, que é a terceira, em 66. Sabe qu eu tava contando aqui, sabe quantos livros já existiam antes do evangelho? Então, o tempo que demorou para ser esse espírita chegar em Jesus. 16 livros. 16 livros antes do Evangelho e as pessoas começam a estudar pelo evangelho. E mais, em 66, Kardecirismo. Então, quando alguém diz: "Ai, Kardec, por que que Kardec escolheu a doutrina do Cristo, não falou de outros?" Olha paraas obras. tem 16 obras explicando isso antes. Tem 9 anos de estudo explicando isso. Você que não tá olhando direito, não tá lendo, não tá se informando. Então ele respondeu tudo isso. Mas de novo é o problema que eu iniciei a minha fala. As pessoas não leem e aí não há o que ser feito. Lauro, >> é, verdade. São 9 anos, né? porque eu não me atentei que a nós nós estudamos a a última eh eh edição mudada, né, de 66. Bom, o o e o que chama atenção nisso tudo, eh como a gente sempre diz, é uma das obras mais lida pelo movimento espírita, mas
atentei que a nós nós estudamos a a última eh eh edição mudada, né, de 66. Bom, o o e o que chama atenção nisso tudo, eh como a gente sempre diz, é uma das obras mais lida pelo movimento espírita, mas porém lida ao a a ao acaso, abrindo ao acaso. Então ela não é estudada e e não e não eh buscando, né, eh usar as outras obras de Kardec. como meio de de desenvolver, de complementar aquilo que você tá estudando. E hoje nós temos a CADCPED que eh auxilia enormemente para quem quer estudar. Você termina aí, nós vamos imaginar, você estudou esse esse item aqui ou essa esse tópico, nome destruir a lei, você vai encontrar ali embaixo os itens relacionados. Então isso favorece demais. Agora, o grande problema é quando Kardec diz: "Olha, eh eh o Espiritismo vem desenvolver o ensino do Cristo". A gente tem vários exemplos aí que já foi já foram ditas aqui, como, né? E eh a as parábolas, por exemplo, a figueira que secou, a a tentação do deserto, né? São tantas. Posso até dizer a a os ventiliões do templo, são várias passagens que se você estudar a luz do Espiritismo e e essas luzes primeiras que eu citei está aqui no Evangelho segundo Espiritismo, você fala assim: "Ah, agora tô entendendo porque que o Espiritismo desenvolve". Mas veja como o movimento espírita ele não gosta de estudar e e ficar só ouvindo algum palestrante falar, ler um trecho do evangelho a a ao acaso, é claro que eh eh esse que nós estamos estudando aqui, poucos têm conhecimento. Quando leem, leem muito mais com desencar de consciência do que com uma atenção que deveria dar para tentar compreender. E e aí formou toda essa ideia, como a gente já disse, de um Jesus, de um cadec preconceituoso, de um cadec racista, de um um espiritismo racista, machista, a gente escuta de tudo. A gente escuta de tudo, mas eh é o simples fato de aí você, como o Michel lembrou, você pergunta qual obra você leu? Pessoa fal: "Olha, eu faço evangelho no lar, ó. Ó, o evangelho do lar. E aí você já acha que tem competência para dizer que o
fato de aí você, como o Michel lembrou, você pergunta qual obra você leu? Pessoa fal: "Olha, eu faço evangelho no lar, ó. Ó, o evangelho do lar. E aí você já acha que tem competência para dizer que o espiritismo é isso, é aquilo, que Cadec é isso, é aquilo, né? Eh, e eu vou ver uma outra questão que eu acho sério e que Cadeec sempre vai dizer ler sem ideias préconcebidas, estudar com a mente vazia, com a cabeça. Deixa eu ler o texto, deixa eu tentar compreender o texto. Eis o desafio, né? Mas nós estamos em uma época que não a leitura ela não é muito agradável. H há poucas pessoas que gostam de ler. Eh, temos um um problema sério de interpretação, né? as pessoas eh interpretar o texto com com mais racionalidade e um outro problema sério que são as ideias pré-concebidas, fruto de tudo isso que foi produzido do século XX para cá, até mesmo com Kardec ainda em vida eh ali no século XIX, mesmo logo após a sua morte, como leão lei, Camila Manon, Gabriel Delan, a série de de de livros que foram produzidos que teria que ser com um olhar mais crítico e que muitos até colocam o o Leão Delirim como sendo o o que o que tomaria lugar de Kardec, o cara, né? Bom, mas deixando essa essa crítica de lado aí, Michel, sobre o que o que a pessoa falou. Olha, eu nunca eu eu nunca li tudo e eu não preciso ler para saber que CADEC está errado. É fácil perguntar para ele. Ah, então quando você vai fazer uma prova, você nem precisa estudar. Você sabe que vai fazer a prova correta, porque você sabe que você tem competência, tem autoridade para isso, né? Ah, seria da mesma forma. Se você vai discutir com um crítico ou com alguém que quer defender determinado determinada obra, você acabou de citar nosso lar, vamos imaginar que apareça alguém especializado na obra nosso lar. Obviamente, se você vai debater com essa pessoa, você tem que ir com conhecimento de causa, não é isso? Porque não faz sentido. É da a a recípica é a mesma. Se a pessoa vem discutir com você, você tem toda um uma bagagem com Kardec, em
essa pessoa, você tem que ir com conhecimento de causa, não é isso? Porque não faz sentido. É da a a recípica é a mesma. Se a pessoa vem discutir com você, você tem toda um uma bagagem com Kardec, em Kardec, e a pessoa vem um crítico leviano, de nada serve. Então é só a pessoa pensar, se eu não ler, se eu não estudar tudo que o que o autor escreveu, tudo que ele disse, eu não estou preparado para isso. E é ler, né? Talvez não ler e reler, procurar aprofundar, aproximar as obras, comparar textos que o próprio autor escreveu, como Cosmárcio vai dizer Kardec, estudando Kardec. Então, o que que o Kardec disse assim aqui lá na na tal obra? Ele disse tal coisa, mas no meio do caminho ainda a coisa estava em desenvolvimento. E ele chegou a conclusão assim, a gente vai encontrando isso ao quem vai estudando carec, ele começa com uma ideia, a gente já tratou aqui por exemplo da possessão, ele começa com uma ideia e termina com uma outra completamente diferente. Mas é preciso estudar. E eu já falei aqui eh de um estudo que ocorreu certa feita numa casa feita aqui, que quando a dirigente disse que não havia possessão o livro dos espíritos e e deixava claro e que no capítulo 23 do livro dos médiuns não tinha a possessão. Quando eu apresentei a revista espírita, o o caso de possessão e depois Kardec fechando na gênese, ela ainda teve capacidade de dizer assim, mas não há possessão. Aí eu lembrei do Michel dizer o quê pra pessoa? E aí as demais que estavam, né, eh, o que que fizeram? vez dizer assim: "Olha, o L tá trazendo aqui elementos que contradiz o que você pensa, elementos que Kardec apresenta eh eh formulou eh eh eh argumentos que Kardec formulou e que fechou na gênese. Não, não, mas ela é a dirigente. Ela é a dirigente. Ela pesquisou, tá tudo bem? Ela pesquisou, não tô aqui, mas ela ela viu, ela se atentou a isso aqui, isso e isso. Não não não agiram dessa forma. Então veja que é aquele sempre aquele crítico leviano, né? Aquele crítico que diz assim: "Eu achei o erro e eu não preciso
viu, ela se atentou a isso aqui, isso e isso. Não não não agiram dessa forma. Então veja que é aquele sempre aquele crítico leviano, né? Aquele crítico que diz assim: "Eu achei o erro e eu não preciso estudar. Já achei o erro". Aí é melhor parar a discussão que não vai chegar a lugar nenhum. Michel, e o mais impressionante que no final da discussão sempre o orgulhoso é quem leu, é quem estudou. O movimento espírita ele tem essa proeza. Orgulhoso é quem leu e quem estudou. Quem fala do que não estudou é humilde. Eu para eu brinco com os meus amigos, isso para mim é papo de hospício. Eu não eu não eu não tenho não tem como. O que que é a loucura? Por que que a gente diz assim, ai é papo de louco? O que que é a loucura? É quando a razão não funciona, né? Por que que sur Por que que existe essa expressão fulano é louco? Porque ele tem atitudes que fogem a razão, né? Ou seja, é irracional o que ele tá fazendo. Então, quando você pega, mostra o texto do homem dizendo literalmente e a pessoa ainda diz: "Não, ele não diz é como disse o Lauro, não tem mais o que ser feito, né? A gente para, a gente para, a gente diz assim: "Então tá, fulano, não tem mais o que a gente conversar, porque não tem mais o que eu dizer a partir disso. Eu mostrei o texto que nem aquele que eu citei. Ele disse assim: "A obra é falsa, mas eu não li." O que que eu vou dizer? Daí eu dizia para ele, mas leia a obra. Não, ela é falsa. Aí ele disse assim: "Mas você leu a que eu estou citando?" Eu digo: "Liu li as duas. Eu li as duas, por isso que eu pude comparar e opinar. Lei as duas. Não, só eu vou ficar com a minha porque a outra é falsa". Aí você vai ficar o quê? Numa num loop infinito, né? Aí você para, né? Daí eu digo assim: "Então tá, flu, mas a pessoa faz isso e quer continuar ali." Aí ela passa a porque você por respeito diz assim: "Bom, então vamos parar de discutir". Por respeito você diz: "Então vamos parar". A gente chegou num ponto que a conversa não vai mais adiantar, mas daí ela desrespeita você porque ela quer
diz assim: "Bom, então vamos parar de discutir". Por respeito você diz: "Então vamos parar". A gente chegou num ponto que a conversa não vai mais adiantar, mas daí ela desrespeita você porque ela quer continuar. E aí isso a gente tem que dizer: "Não, não, não, a gente chegou nesse ponto, a gente parou de discutir". Mas isso é normal, né? E esses pontos, Kardec explica. Eu eu tenho, eu já eu acho, eu não lembro quando é que eu falei isso. Acho que eu foi ontem, ontem no estudo do nosso lar, eu falei que provavelmente eu vou fazer essas comparações até morrer. Essa acho que esse as duas depois do livro do Carlos, eu me bateu a sensação que eu vou fazer isso até a morte, que eu achava que eu ia terminar. Eu achava assim, ó, eu vou terminar o projeto nosso lar, vou tirar férias na minha cabeça e vou viver de paz e amor. Depois do livro do Carlos, eu tive certeza, eu vou morrer tendo que contrapor algum livro do movimento espírita. Tenho quase certeza que vai ser isso, porque assim que terminar a obra do nosso lar, eu quero pegar essas questões que o pessoal agora tá falando. Erro em Kardec, Kardec preconceituoso, política e espiritismo, adulteração das obras. Eu vou pegar, eu quero pegar tudo isso. Já, já tá desenhado na minha cabeça. Por quê? Porque a pessoa vai, lança um livro e ninguém do movimento espírita vai lá e faz isso que eu tô dizendo que eu quero fazer. Só que era uma coisa que todos deveriam fazer, né? Mas ninguém faz. Ninguém faz. Os nossos cardecistas aí tão num tem um grupo de cardecistas que tá na na Disneylândia, né? Com a cabeça na Disneylândia. O movimento espírita totalmente dividido, ignorante, desinformado, sem ter contraposição. E tem uns cardecistas aí que acham que estão na Disney, tudo é lindo, tudo é bonito, vamos nos amar e ser amigos. Então tem muita gente competente que podia estar fazendo isso, não faz. Eu já sei, quando terminar o projeto do nosso lar, já sei o que que me aguardo. Porque alguém tem que falar publicamente, olha o que esse fulano
gente competente que podia estar fazendo isso, não faz. Eu já sei, quando terminar o projeto do nosso lar, já sei o que que me aguardo. Porque alguém tem que falar publicamente, olha o que esse fulano escreveu tá errado, porque se ninguém falar vai passar como certo, né? Hoje na hoje se você vai pro grande público, se você vai pro grande público hoje e fala assim: "Ah, mas Kardec a pessoa: "Pois é, né? Tu vê Kardec, que pena que ele é racista, né? Já virou uma verdade. Assim como virou uma verdade que a obra de Kardec foi adulterada. Virou uma verdade. Pessoa, pois é, né? Você lê qual? Eu leio a original. Você tá lendo a adulterada? A pessoa já diz assim para mim, eu digo: "Meu Deus". Então, a gente não tem mais contraposição no movimento espírita porque os preparados estão omissos, omissos. Porque tem muita gente que sabe, aliás, tem muita gente que sabe muito mais do que eu, mas eles estão, ó, e enquanto isso, a mentira tá rolando a solta, né? Kardec é racista, vamos falar de política. Vamos. A obra foi adulterada. Kardec não fez ciência e eu olho pros meus professores espiritismo e digo assim: "Eles não vão falar nada, não, não vão." Estão de férias. Então é isso, né? E essa discussão do por Jesus, como é que chegou em Jesus, por não os outros, porque Jesus é puro, tudo isso é explicado por Kardec. Esse é um ponto importante. Kardec vai discutir isso. Ele vai discutir aqui, ele vai discutir na gênese e ele vai discutir na revista. Então, a gente vai ter oportunidade com esse estudo de ir desfazendo esses mitos. Tanto que a gente tá iniciando agora, a gente tá explicando paraas pessoas. Olha ali, porque Jesus, porque não outro. Ai, eu a me dizem assim, eu acho que se Kardec vivesse hoje no século XX, ele mudaria de ideia, né, das coisas que ele disse. Já ouvi muito isso. Não mudaria. É isso que as pessoas têm que entender. Não mudaria porque ele não está errado. O rapaz, aquele que disse para mim que leu, não leu Kardec, mas que achava que Kardec tinha um erro, ele disse assim:
a. É isso que as pessoas têm que entender. Não mudaria porque ele não está errado. O rapaz, aquele que disse para mim que leu, não leu Kardec, mas que achava que Kardec tinha um erro, ele disse assim: "Ah, eu acho que se Kardec hoje tivesse conhecido a neurociência, ele ia pensar diferente, né, Lauro, eu queria ser espírito superior para isso não me afetar, mas me afeta. Eu queria ser espírito. Kardec não se afetaria com isso, mas eu me afeto. Me perdoem por ser espírito de terceira ordem, né? Olha a a o pensamento da criatura. A neurociência é materialista. Ela parte do princípio que o cérebro causa o pensamento. Só que o espiritismo mostrou que o materialismo é falso. Então, se Kardec conhecesse o a neurociência, iria dizer assim: "A neurociência está errada e eu provei isso. Há pensamento fora do cérebro. Ponto. O que o neurocientista está olhando são efeitos, não causas, que ele tá achando que é causa. Percebe? É como se eu dissesse assim, ó, imagina, vou dar um exemplo para para dar um exemplo da eh da uma analogia do do como é que funciona a confusão entre efeito e causa. Imagina que vocês estão me ouvindo agora e naturalmente vocês estão me ouvindo agora falar, estão ouvindo a minha voz. Imagina que a caixa de som aí do computador ou da TV que vocês estão me ouvindo, ela queima. Imagina que queima a caixa de som e vocês passam a ver só eu mexendo a boca. Vocês param de me ouvir porque queimou a caixa de som na TV de vocês. Ao olhar paraa minha imagem sem me ouvir, porque queimou a caixa de som da TV ou do computador, você diz assim: "Ih, o Michel ficou mudo". É, o Michel tá mudo. Não, eu não fiquei mudo. O meio que você está utilizando para me ouvir que estragou, eu continuo tendo tendo voz. Que que eu tô querendo dizer com essa analogia? É confundir causa com efeito. O que estragou foi a caixa de som da sua TV, não foi minha voz. É a mesma coisa. do cientista materialista que ora pro cérebro. O cérebro é um instrumento do pensamento. Claro que se você estragar o
. O que estragou foi a caixa de som da sua TV, não foi minha voz. É a mesma coisa. do cientista materialista que ora pro cérebro. O cérebro é um instrumento do pensamento. Claro que se você estragar o instrumento, você passa a não ter mais acesso ao pensamento, né? Que nem a caixa de som que queimou e você não ouve mais minha voz. Mas não tem nenhum problema comigo, assim como não tenho problema com pensamento. Quando o cérebro é esmagado num acidente, você não esmagou o pensamento, você danificou a caixa de som por onde o pensamento se manifesta. Então a neurociência ela olha para ela olha para efeitos, não para causa, porque o espiritismo provou que há pensamento fora do cérebro. Se tem pensamento fora do cérebro, o cérebro não é a causa do pensamento. E a pessoa me larga essa bomba. Ah, se Kardec conhecesse a neurociência, eu digo: "Meu Deus do céu". Mas claro, ele não estudou o espiritismo por completo, né? Por isso que ele não entende e ele acha que não precisa. Então, a gente precisa estudar, ouvir, ler tudo. Se você acha que não precisa ler tudo para você opinar, eu sinto lhe informar duas coisas. A primeira, você não vai aprender, você não vai chegar na verdade assim. E a segunda, não me procura. Se você acha que não tem que estudar toda a obra de Kardec para aprender Kardec, não me procura, não me chama. Se você quer aprender, me chame. Mas se você acha que não precisa aprender, não me chama, porque eu sou espírito imperfeito. Repito, você vai estar me fazendo mal fazendo isso, Lauro. Eh, é, não tem não tem como dialogar com pessoas assim. Eh, eh, sempre aquela mesma ideia. Na verdade, teria ter que responder para esse camarada o seguinte: "Olha, se a neurociência que é materialista estudasse Kardec, ela encontraria muitas respostas nos quais elas não conseguem obter observando o cérebro, observando o indivíduo." O espiritismo seria a chave para uma imensidade de problemas. que a humanidade enfrenta do ponto de vista psicológico. Esse esse é um fato. Mas a pessoa quer
rvando o cérebro, observando o indivíduo." O espiritismo seria a chave para uma imensidade de problemas. que a humanidade enfrenta do ponto de vista psicológico. Esse esse é um fato. Mas a pessoa quer inverter o negócio, ah, aquele aquele o adepto espiritismo, se compreendesse que que espiritismo está na natureza, é uma lei divina, ele olharia para olharia para essa doutrina que foi muito bem fundamentada por Kardec. de uma outra forma. Jamais ele compararia essa doutrina com qualquer outro tipo de culto ou queria queria jamais colocaria as ciências materiais capacitadas para poder avaliar, criticar, julgar. Uma doutrina que é tão desconhecida. É desconhecida. Muita gente fala espiritismo, espiritismo, espiritismo, mas ela é desconhecida. O fato é que é tão desconhecido que nós temos aí o movimento espírita que nós temos, né? Então, eh eh eu a pessoa que faz essa crítica igual fez a você, ele inverteu os valores. Foi por ignorância, por ignorância. Mas é isso, meu amigo. Passo para você. Já vou me despedindo daqui a pouco, às 20 horas, estamos juntos aí de novo aqui no KardecTube para o estudo que é o Espiritismo, pessoal. Até mais à noite. Então, um abraço. >> É isso aí. Hoje às 20 horas eu, Laur, o José Paniago estaremos aqui estudando o que é o Espiritismo. Então, estão todos convocados. E o assunto é muito bom porque o assunto é falsas explicações dos fenômenos. Tem muito a ver com o que a gente tá conversando. São teorias contrárias a de Kardec tentando explicar o que o Kardec explicou. E aí a gente vai ver porque que a de Kardec é a melhor, né? Então é isso, hoje às 20 horas e amanhã voltamos aqui às 14 para continuar o evangelho. Você tá aqui, não se inscreveu ainda no canal, se inscreva, né? E antes de me despedir, a gente teve também aqui a companhia da Samira, a Elane falou aqui: "Michel, tu estás resgatando, mas eu tô pagando os pecados, né?" É isso aí. Mas vamos lá. E quem quiser assinar o Kardec Tube, tá aqui o link nos comentários também. E por fim, clica aqui no link, participa
l, tu estás resgatando, mas eu tô pagando os pecados, né?" É isso aí. Mas vamos lá. E quem quiser assinar o Kardec Tube, tá aqui o link nos comentários também. E por fim, clica aqui no link, participa lá do nosso grupo do WhatsApp. Até de noite e uma boa tarde a todos.
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