45 - Cap. I - Não vim destruir a Lei: O Cristo (item 3) | O Evangelho Segundo o Espiritismo

CanalFEP 14/03/2026 1:10:03

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Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos ao Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo. Nós estamos estudando a obra O Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec. Iniciamos ontem o primeiro capítulo da obra. Ficamos aí 43 dias estudando a introdução da obra e ontem estreamos o capítulo um da obra, onde a gente tratou aí de Moisés. Esse estudo do Evangelho Segundo Espiritismo é diário de segunda a sexta, das 14 às 15 horas. E nós também temos lives à noite, todos os dias de segunda a sexta. Na segunda-feira, o livro dos espíritos, na terça, nosso lar. Na quarta-feira estudamos o que é o espiritismo. Na quinta-feira estudamos o site revistaespesespírita.net. E na sexta-feira estudamos, hoje às 20 horas estudamos o livro dos médiuns. Esta live do estudo do livro dos médiuns é fechada para assinantes. Então, se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, você assina o Kardec Tube. Ao mesmo tempo, ao mesmo tempo que você vai estar ajudando o Kardecube e você estuda conosco o livro dos médiuns. Para assinar, você clica em seja membro aqui no grupo ou você clica no link que tá nas nas descrição, a descrição aqui da live ou deixa um comentário pedido ajuda. E aqui nos comentários da própria live a gente deixou o link, ó, se você quer assinar é uma maneira de você nos ajudar e em troca a gente devolve em conhecimento, né? Nós temos aí uma meta de chegar até o final do ano em 100 assinantes. Já estamos indo paraa metade da meta agora em e agora em março. E assim que chegar na metade da meta, esses 50 assinantes, além do estudo do livro dos médiuns, o assinante vai concorrer. Nós vamos sortear todo mês um livro espírita de qualidade. E você que está chegando aqui pela primeira vez também curta e se inscreva no nosso canal. Isso é muito mais simples, muito mais rápido, é de graça. Você curte aqui o vídeo, se inscreve no canal se você não é inscrito. Por fim, nós temos também o nosso grupo no WhatsApp. E se você quer participar do nosso grupo do WhatsApp, acompanhar tudo que a gente produz e

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ro que antes de dar a interpretação do que que quer dizer não vim destruir a lei, ele vai mostrar que lei é essa e que profetas são essas que o Jesus estava se referindo. Por isso que ele vai falar de Moisés. Por isso que ele vai falar de Moisés. A gente viu ontem eh aí um resumo da doutrina de Moisés e a gente vai entender exatamente qual a parte da doutrina do Moisés que Jesus não iria destruir. Porque claro, aqueles que acompanham as leituras do Evangelho sabem que muitos dos princípios de Moisés Jesus modificou. Então aparece uma contradição. Ele diz que não vai destruir a lei, mas ele modificou vários pontos do do que Moisés havia deixado. E aí Kardec vai explicar isso, né? Por isso que primeiro ele apresenta Moisés e agora ele vai explicar justamente o papel do Cristo como revelador e vai tratar, evidentemente, da das revelações da lei da lei de Deus, né? É isso que a gente vai vai ver hoje. Então, estamos no capítulo um do Evangelho e vamos hoje estudar o item três, que é justamente intitulado o Cristo. diz Kardec. Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus veio cumpri-la, isto é, desenvolvê-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Por isso é que se nos depara nessa lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Quanto às leis de Moisés propriamente ditas, ele ao contrário, as modificou profundamente, quer na substância, quer na forma, combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores e as falsas interpretações, por mais radical reforma não podia fazê-las passar, do que a reduzindo a esta única prescrição, amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. e acrescentando: "Aí estão a lei toda e os profetas". Bom, eu vou, bom, eu vou terminar de ler. Por essas palavras, o céu e a terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota. quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na terra inteira

s, o céu e a terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota. quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na terra inteira em toda sua pureza, com todas as suas ampliações e consequências. Efetivamente, de que serviria haver sido promulgada aquela lei se ela devesse constituir privilégio de alguns homens ou sequer de um único povo? sendo filhos de Deus, todos os homens, todos sem distinção nenhuma, são objeto da mesma solicitude. Então aqui ele entra propriamente na interpretação para mostrar o que que Jesus quis dizer quando ele fala: "Não vim destruir a lei e os profetas", né? Então Kardec começa a explicar o papel de Jesus. e ao mesmo ao mesmo tempo explicar o que é lei e explicar como que ela vai sendo conhecida e aplicada. E enquanto ela é conhecida, é graças aos desenvolvimentos que aqueles que revelam essa lei vão fazendo ao longo da história. E claro, a gente vai ver Jesus é o principal revelador da lei, da lei de Deus, né? Então ele começa, Jesus não veio destruir a lei. Ele diz isso. Eu não vim destruir a lei. Mas aí ele explica isto é a lei de Deus. Então esse é um primeiro ponto. O primeiro entendimento que a gente tem que ter da frase não vim destruir a lei. Ele não veio destruir a lei de Deus. Evidentemente, por quê? Porque o papel de um espírito puro é cumprir a lei de Deus, é agir dentro da lei de Deus e é revelar a lei de Deus. E é evidente que a única lei que é verdadeira e eterna e que tem que ser para todos é a lei de Deus. Então, é claro que a Deus existindo, ele criou leis que regulam o universo e nós todos estamos submetidos a essa lei de Deus. À medida que nós vamos avançando em inteligência, nós vamos descumrindo, conhecendo, compreendendo essa lei. E ao conhecê-la e compreendê-la, nós vamos cumprindo essa lei. Ao conhecer toda a lei de Deus. E ao cumprir toda a lei de Deus, depois de um longo processo de progresso, o espírito se torna espírito puro. E é nessa fase que ele alcança toda a

cumprindo essa lei. Ao conhecer toda a lei de Deus. E ao cumprir toda a lei de Deus, depois de um longo processo de progresso, o espírito se torna espírito puro. E é nessa fase que ele alcança toda a felicidade possível. Então, quanto mais você conhece a lei de Deus e a aplica, mais feliz e próximo da perfeição você vai chegando. Mas é claro que enquanto você está nesse processo, você pode misturar a lei de Deus com leis temporárias que você cria porque você ainda é limitado. Então você está nesse processo de descobrir a lei de Deus, para aplicar a lei de Deus. E você pode, enquanto você não tem a clariza total dessa lei, você cria outras leis que inclusive você pode acreditar que sejam leis de Deus, mas à medida que você progride, você vê que não, que é uma interpretação equivocada e você vai abandonando. Então, misturado com a lei de Deus, tem as diversas interpretações dos homens, interpretações incompletas, equivocadas, elas vão se misturando com o conhecimento da lei de Deus. E à medida que você avança, você vai tirando essas falsas interpretações e ampliando seu conhecimento da verdadeira lei de Deus, que é a lei eterna que traz a verdadeira felicidade. Então, é claro, por isso que você teve em todas as épocas da humanidade pessoas que ajudaram a gente a compreender essas leis e conhecer essas leis, mas você teve também misturas, pessoas que criaram leis temporárias. E aí vem outro revelador que desenvolve a lei de Deus e mostra que aquelas outras leis não eram as leis de Deus, eram leis humanas temporárias. E aí você abandona elas e dá mais um passo na compreensão da lei de Deus. É o que Jesus vai fazer quando ele se depara com a lei estabelecida por Moisés, que era que o povo conhecia e seguia. Ele diz: "Eu não vim destruir a lei". Mas aí Kardec explica claro que quando ele diz não vim destruir a lei é aquela parte da lei que é de Deus, não aquelas partes que são, na verdade uma construção de Moisés por uma necessidade daquela época. Essas ele vai destruir

que quando ele diz não vim destruir a lei é aquela parte da lei que é de Deus, não aquelas partes que são, na verdade uma construção de Moisés por uma necessidade daquela época. Essas ele vai destruir porque elas já não são mais necessárias e porque muitas partes dessa lei de Moisés são com a elas mesmas contrárias à lei de Deus. Então, por isso ele diz, ele não vem destruir a lei de Deus, a parte da doutrina de Moisés que está de acordo com a lei de Deus. Aquela que não está, ele exclui. Então isso tem que ficar bem claro. Essa parte humana ele exclui, reconhece que era algo necessário paraa época do Moisés, mas ela não representa a lei de Deus. E o que que representa a lei de Deus? A gente tratou isso um pouco ontem. É tudo aquilo que é eterno, que sobrevive ao tempo, que é genérico, que é atemporal, que é impessoal, tudo que está acima das visões limitadas do espírito humano. Essa é a verdadeira lei de Deus. É que tá acima de nós, acima das nossas, dos nossos preconceitos, dos nossos conhecimentos. Essa é a única que sobrevive. aquilo que tem a ver com nossos preconceitos, limitações, no decorrer do tempo, elas vão ficando para trás e a gente vai se aproximando cada vez mais da lei de Deus de uma maneira completa e pura, graças à ajuda desses missionários. Moisés foi um, ele trouxe o conhecimento da lei de Deus. Claro que ele misturou com leis criadas por ele mesmo, que ele inclusive atribuiu também a Deus. Mas aí o Espiritismo explica, ele fez isso por uma necessidade da época, mas aí vem o Cristo e diz: "Não vou destruir a lei". Mas claro que ele não vai destruir aquela parte que era referente a Deus, aquela que era referente a Moisés, ele modificou muito, como o próprio evangelho vai mostrar. Então você entende agora o que que ele quer dizer. E ele explica o que que o que que quer dizer eu veio cumpri-la, né? Porque ele diz: "Eu não vim destruir a lei os profetas, eu vim cumpri-la". Que que é cumprir? Isto é desenvolver. Então ele vem, tira os erros de Moisés

que o que que quer dizer eu veio cumpri-la, né? Porque ele diz: "Eu não vim destruir a lei os profetas, eu vim cumpri-la". Que que é cumprir? Isto é desenvolver. Então ele vem, tira os erros de Moisés ou aquilo que era só paraa época de Moisés, mantém aquilo que é eterno e verdadeiro e ainda apresenta mais um pedaço, desenvolve e ajuda você a entender melhor aquilo que Moisés havia trazido. Por isso que ele vai desenvolver e dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Então agora Jesus vai dar um novo passo e fornecer um desenvolvimento de acordo com que o povo daquela época poderia entender. Como aquele povo já era mais evoluído que da época de Moisés, ele dá um passo a mais, mas também não passa disso. Ele ele dá um passo, ele dá elementos a mais que aquele povo poderia entender, mas ainda não diz tudo. Por isso que a revelação não para em Jesus. E aí ele mostra que o que que está na lei que já vem, já vinha de Moisés e que Jesus vai desenvolver. Ó, por isso é que se nos depara nessa lei, na parte que é a lei de Deus, o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Então Jesus vai deixar vai deixar uma doutrina em que ele explica como que a gente tem que se relacionar com Deus e como que a gente tem que se relacionar com o próximo, desenvolvendo aquilo que Moisés já havia começado e eliminando os erros ou aquilo que era só da época do Moisés, dando um passo adiante. E o que que Jesus vai combater? Ou seja, aquilo que ele não vai manter. Primeiro Kardec mostra o que ele vai manter. Agora ele mostra o que que Jesus não vai manter. Ó, quanto às leis de Moisés propriamente ditas, então aquelas que são criações de Moisés pra época de Moisés, que daí não é a parte da lei de Deus, ele ao contrário, as modificou profundamente, quer na substância, quer na forma, combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores, que é o primeiro problema. Você vai ver fortemente seguidor, muitos seguidores de Moisés

ou profundamente, quer na substância, quer na forma, combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores, que é o primeiro problema. Você vai ver fortemente seguidor, muitos seguidores de Moisés dando um valor demais paraas práticas exteriores. Então, uma das funções do Cristo é mostrar que isso é um erro, porque na prática da lei, você não pode simplesmente fingir que está praticando a lei, você tem que realmente seguir a lei. Por isso que tem que ser algo sincero. Não basta simplesmente fingir que segue, aparentar que segue. Você tem que interiorizar, seguir de coração. Por isso que Jesus combate fortemente as práticas exteriores. O tempo todo. Você vai ver ele não respeitando tudo aquilo que os doutores da lei da época dele consideravam sagrado, que era tudo coisas, tudo práticas exteriores. Você vai ver, ô Kardec, você vai ver Jesus o tempo todo combatendo isso, porque ele tá querendo ensinar isso que vocês estão valorizando. É secundário. E a maneira como vocês estavam interpretando certas passagens de de Moisés também estavam erradas. como ele vai fazer, como ele vai mostrar o verdadeiro sentido. Por isso que Jesus, ele vai já apresentar uma ideia de amor, uma ideia de perdão, uma ideia de dar outra face, amar o inimigo, uma ideia de Deus bondoso, justo. Veja como ele vai lapidando aquilo que veio de Moisés, que era uma ideia de um Deus furioso, vingativo, uma forte eh eh uma um forte apelo ao medo, a práticas exteriores. E isso Jesus combate. E ele e aí ele resume o desenvolvimento que ele vai fazer o Cristo. Ele pega tudo que o Moisés fez, lapida e apresenta um novo resumo já lapidado. Ele reduz tudo a amar a Deus acima de todas as coisas. E a nossa relação com Deus e ao próximo como a si mesmo, que é a relação com o próximo e com a gente mesmo. E aí ele diz: "Aí estão todas a lei e os profetas". Então, claramente ele desenvolve Moisés, mas não joga fora tudo que o Moisés disse. Mas outras coisas ele joga fora. Então você tem que prestar atenção. É isso que

Aí estão todas a lei e os profetas". Então, claramente ele desenvolve Moisés, mas não joga fora tudo que o Moisés disse. Mas outras coisas ele joga fora. Então você tem que prestar atenção. É isso que a obra tá ensinando. Você tem que prestar atenção daquilo que é temporal para aquilo que é eterno. E aí, por fim, ele explica essa profecia do Cristo, né? Essa, por essas palavras, o céu e a terra não passarão sem que tudo seja cumprido. Jesus quer dizer, quer, quis dizer Jesus, se é necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na terra inteira em toda a sua pureza, com todas as suas ampliações e consequências. Então, é claro, ele apresenta a lei, desenvolve o que o Moisés falou, corrige e tira questões temporais, apresenta um novo resumo de como e uma nova interpretação de como a gente tem que entender a lei de Deus na vida prática de relação. E ele mostra qual é o objetivo do espírito aqui na terra. conhecer toda a lei e vivê-la de maneira completa. Enquanto isso não acontece, você não se torna espírito superior ou o planeta não evolui enquanto você não tem todos conhecendo e todos vivendo e agindo de acordo com a lei. Então ele mostra exatamente a síntese da lei de progresso. Enquanto nós não vivermos segundo a lei de Deus, nós não teremos aí um planeta equilibrado, feliz, e nem nós seremos equilibrados e felizes por completo. E claro que ele termina dizendo, para tudo isso fazer sentido, essa lei não pode fazer parte só de um grupo restrito de pessoas. Ela tem que ser algo para toda a humanidade, né? Para todos. Senão não faria sentido Deus criar uma lei em que só alguns poderiam conhecer e só alguns poderiam vivenciar. Então, mais uma vez, a gente já tratou disso ontem. A ideia que o espiritismo vai trazer, a bandeira que o espiritismo vai defender e que Kardec vai mostrar que já está no Cristo, é uma ideia de uma lei para todos, sem distinção, que é exatamente o que eu falei ontem, é o contrário daquilo que muitas vezes acusam e difam Kardec. é o contrário.

vai mostrar que já está no Cristo, é uma ideia de uma lei para todos, sem distinção, que é exatamente o que eu falei ontem, é o contrário daquilo que muitas vezes acusam e difam Kardec. é o contrário. Vejam, ele está preocupado em mostrar a lei de Deus é para todos. Se você tiver uma divisão entre os homens, tem alguma coisa errada no ensinamento, porque o Deus é o mesmo, a lei é a mesma. Então, ela tem que ser a para todos os homens, porque todos são filhos de Deus. Toda vez que você tiver uma proposta que tente apresentar a lei de Deus, mas que ela não seja para todos, não é a verdadeira lei de Deus. Então, veja a preocupação do Espiritismo em unir a humanidade, em estar acima da forma e dos preconceitos, que é, repito, exatamente o contrário daquilo que muitos autores modernos acusam Kardec, né, de parcial, preconceituoso, pregando só para determinados povos ou privilegiando determinados determinados povos. é justamente o contrário. Ele tá buscando a união de todos. Ele tá buscando uma teoria que sirva para todos. Porque não faz nenhum sentido a lei de Deus ser privilégio só de alguns, né, Laur? >> Muito bom. Muito bom. Bom, Michel, eh quando Kardec nesse segundo parágrafo aqui, por exemplo, que, né, quando Jesus ensina que, eh, enquanto restar um único tio, único, um único iota, né, terra e céu não passará, nós eu poderia eh pensar na escala espírita, na segunda na segunda ordem, espíritos bons, por exemplo, enquanto a terra não estiver consonante com o que que é um espírito bom, aquele que só tem o desejo do bem. Então, quando a humanidade tiver onissono nesse sentimento só o desejo do bem, essa lei de Deus, ela tá eh de eh que Jesus vem desenvolver tá cumprida. Eu poderia pensar assim e depois, Michel, como que eu poderia eh também entender a questão 621? Tudo se não for aqui o caso tratar agora, não tem problema não, tá? Eh, onde está a lei de Deus? onde está escrita a lei de Deus, que é a questão 621. Eh, porque assim, muitos podem pretestar dizer assim: "Ah, mas tem espíritos que

tar agora, não tem problema não, tá? Eh, onde está a lei de Deus? onde está escrita a lei de Deus, que é a questão 621. Eh, porque assim, muitos podem pretestar dizer assim: "Ah, mas tem espíritos que não conhec a lei, a lei de Deus, então por isso eles praticam o mal, tal. Como interpretar isso? Como explicar isso? Eh, porque isso passa só uma falasse, né? Mas eu queria te ouvir aí, Michel. Exato. Sobre a primeira questão é exatamente isso aqui. É uma referência à escala espírita. A partir do momento em que você se torna espírito bom ou para cima, você já cumpre com a lei moral. Enquanto você não é espírito bom, você está sujeito a praticar o mal. Então, qual é a a missão que já começa antes do Cristo, que já tem lá nos filósofos, mas que já tem em Moisés, que já tem nos profetas e que vai ter depois do Cristo? a apresentar e ajudar o ser humano a a conhecer a lei de Deus, viver a lei de Deus até chegar um ponto em que essa vivência garanta que você se torne espírito bom. E aí sim, de espírito bom para cima, você já não pratica mais o mal e já adquire a felicidade. Então, exatamente isso. Esse é o objetivo do porque Jesus veio, porque Moisés veio, porque os demais reveladores vieram, porque que o espiritismo veio. É a ideia da salvação pro Espiritismo. É quando você se torna espírito bom, tá? Porque por quê? Porque do bom em diante você já cumpre a lei moral de Deus, as leis morais. Então é exatamente isso. É um, você pode usar a a escala espírita para entender esses itens que nós estamos estudando. Até chegar espírito bom. Você tem diversos espíritos que reencarnam com a missão de nos ajudar a chegar lá. Moisés foi um deles, Jesus foi um deles, Sócrates, Platão. O último apelo, o Supremo, a uma melhor teoria para lhe ajudar a se tornar espírito bom é o Espiritismo. Isso nós vamos ver depois. Mas antes do espiritismo você teve vários. Claro que a gente vai ver depois no item quatro que o principal é o Cristo. Daí a gente tem que entender porque que Cristo é o principal. Mas você tem em todos os

ntes do espiritismo você teve vários. Claro que a gente vai ver depois no item quatro que o principal é o Cristo. Daí a gente tem que entender porque que Cristo é o principal. Mas você tem em todos os tempos, em todas as épocas, espíritos revelando a lei. Claro que cada um traz um pedacinho, mistura com um pouco de erro e um vai lapidando a revelação do outro até que você tenha um conhecimento completo da lei moral e aí você tem condições de aplicar e viver de maneira completa essa lei moral. Quem é que apresentou por último a doutrina moral completa? o espiritismo. Então, por isso que eles dizem, são chegados os tempos, porque agora a gente, a parte do conhecimento da lei moral, agora a gente tem completo, agora só falta viver e aplicar. Ao viver e aplicar, a gente cumpre com objetivo, a gente se torna espírito bom e daí em diante é só bondade e felicidade. Se a gente fizer isso enquanto humanidade, a humanidade vai passar para um novo patamar. Mas se por livre arbítrio as pessoas demorarem muito para fazer isso, você individualmente pode fazer e aí você vai reencarnar em mundos melhores. E sobre a pergunta da que a segunda pergunta da 621, né, onde onde é escrita e onde ou onde está escrita a lei de Deus. E os espíritos dizem na consciência, porque claro, todo conhecimento da lei e toda vivência da lei é individual. A gente cresce coletivamente e se ajuda coletivamente, mas o progresso é uma é uma conquista individual, é uma conquista de cada um. Então, por exemplo, se a humanidade evoluir no seu conjunto de individualidades e eu não, eu fico para trás. Por isso que o conhecimento é algo que tá ligado à consciência. Eu não descubro a lei sozinha. Eu tenho pessoas que me ajudam, tenho espíritos missionários que me ajudam. A convivência com o outro me ajuda a conhecer a lei de Deus. o a minha própria análise e reflexão das coisas, das experiências que eu vou passando me ajudam a conhecer e a aplicar e viver a lei de Deus. Mas como ela é em última instância, né, ela é em

de Deus. o a minha própria análise e reflexão das coisas, das experiências que eu vou passando me ajudam a conhecer e a aplicar e viver a lei de Deus. Mas como ela é em última instância, né, ela é em primeira instância, na verdade ela é individual, por isso que eles atribuem a consciência. Começa pela consciência. A consciência sua individual, o seu pensamento você tem que conhecer. Não adianta o outro conhecer. Por isso que eles vão colocar a ideia da consciência. É algo individual, íntimo, que o externo lhe ajuda, mas tem que o o despertar, o conhecimento está em você. É algo íntimo, por isso que está na consciência. Aqueles que não conhecem a lei de Deus, que tá dentro da pergunta que tu fez, eles não são cobrados por Deus, porque Deus é justo. Então, se você tiver espíritos que não conhecem a lei, eles não são cobrados. Ou eles são cobrados por aquilo que conhece, de acordo com que conhece. Por isso que a exigência do daqueles que conheciam a lei de Deus na época de Moisés é uma e a consciência que a gente tem hoje com o Espiritismo e, portanto, a exigência, a cobrança divina é outra. Então, Deus cobra conforme a sua consciência, conforme o seu estágio evolutivo. Então, não tem nenhum problema. Você pode dizer assim: "Ah, mas tem espíritos que não conhecem da mesma maneira que nós". Deus vai cobrar diferente deles. Deus vai cobrar diferente deles. Agora, muito cuidado, não conhecer ou conhecer pouco com fingir que não conhece ou com tendo condição de entender, não usando a razão para entender. Is são coisas diferentes. Uma coisa é você não ter o conhecimento ou ter pouco, outra é você ter o conhecimento e não aplicá-los. Ou então você tem condições de entender, tem condições de conhecer, mas usa o seu livre arbítrio para não conhecer. Aí você é responsabilizado. Se você tem condições de conhecer a lei de Deus e por livre arbítrio, por preguiça, por interesse, você deixa de olhar paraa lei de Deus, aí você é punido. Porque claro, não é uma questão de limitação, é uma questão

dições de conhecer a lei de Deus e por livre arbítrio, por preguiça, por interesse, você deixa de olhar paraa lei de Deus, aí você é punido. Porque claro, não é uma questão de limitação, é uma questão de má vontade. Se você tem má vontade, Deus sabe. Então, se você pode entender as coisas, refletir sobre as coisas, ou seja, você tem essa condição e você não faz, porque você prefere simplesmente eh eh viver só sensações, só curtir, só aproveitar, sem medir consequências, sem analisar se tá certo, se tá errado. Veja, isso não é desconhecer a lei de Deus, isso é negligenciar a lei de Deus, que é diferente e Deus vai saber avaliar. Você está cometendo essa ação por limitação e ignorância ou porque você escolheu não refletir, porque você escolheu tapar os olhos, mas se quisesse você poderia enxergar. Então, muito cuidado. Tem pessoas que se fazem de inocentes, mas elas têm condição, elas têm condição de entender, só que elas não querem. Justamente para não para não ter consciência que elas estão fazendo algo errado, elas preferem não pensar naquilo. Mas se se é uma escolha delas, aí elas respondem. Então isso é muito importante. Agora, claro, na fase que a gente tá, na fase que a gente tá, é muito raro você ter espíritos que não tem a condição de entender a lei de Deus. A maioria de a maioria dos espíritos que vivem hoje na terra quando erram ou quando pecam, pecam sabendo. Claro que tem coisas que a gente tem dúvida, que a gente não tem certeza. Essas são Deus vai dar o seu devido desconto. Mas há muita coisa que a gente tem condição de entender, tem condição de fazer diferente e não faz porque não quer. Aí é diferente. Aí você vai responder. E mais, se você se deparar, por exemplo, imagina que uma sociedade se depare com um povo primitivo que não conhece a lei de Deus. Vamos supor, que é uma das discussões que as pessoas fazem hoje. Se eu me deparar com algum grupo de pessoas ou algum povo que não cumpra com a lei de Deus, aqueles que conhecem a lei de Deus podem intervir.

upor, que é uma das discussões que as pessoas fazem hoje. Se eu me deparar com algum grupo de pessoas ou algum povo que não cumpra com a lei de Deus, aqueles que conhecem a lei de Deus podem intervir. Aquele que conhece a lei de Deus pode intervir. Não posso deixar o outro fazer o mal ou cometer atos ignorantes e dizer assim: "Ah, ele está fazendo isso porque ele não tem conhecimento, então eu sou obrigado a deixá-lo fazer". negativo. A lei de sociedade dá o direito da sociedade se organizar e inclusive impedir e até punir quem quem toma atitudes que não estão de acordo com a lei. Então, a ignorância não a a ignorância lhe absolve no sentido que você que Deus não exige você o que você não pode dar. Mas isso não quer dizer que isso lhe dá direito de você poder fazer qualquer coisa porque você é ignorante. Percebe? É só a gente pensar uma coisa. Vamos, vamos, vamos imaginar que a gente tenha uma pessoa que seja completamente ignorante, completamente ignorante. Mas só porque ela é ignorante, eu não eu não posso deixar ela ter as ações que ela queira ter na sociedade. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, entende? Então, eu tenho uma pessoa ignorante que daqui a pouco tá em praça pública e quer matar alguém. Não posso deixar. Ah, mas ela é ignorante. Pode ser que seja. Se ela é verdadeiramente ignorante, Deus vai absolver ela na sua ignorância. Mas a sociedade pode, ah, inclusive prender esse sujeito, porque como ele é ignorante, ele é perigoso. Percebe? pode tentar educá-lo, que às vezes as pessoas acham assim: "Não, mas aquele povo ou aquela pessoa é ignorante e aí a gente não pode interferir." Claro que pode. A gente não pode deixar. Imagina a gente viver em sociedade e só porque a pessoa ignorante não não interv. Se a pessoa tiver fazendo algo que fira a lei, eu posso interferir. Aliás, eu devo interferir. Eu vou deixar o outro a alguém comer outra pessoa, matar outra pessoa, tirar de outra pessoa o que é de propriedade dela, ter alguma atitude eh eh primitiva ou violenta. Só porque

eu devo interferir. Eu vou deixar o outro a alguém comer outra pessoa, matar outra pessoa, tirar de outra pessoa o que é de propriedade dela, ter alguma atitude eh eh primitiva ou violenta. Só porque ela é primitiva e violenta, teria que deixar ela ser primitiva e violenta com outra. Não, não posso, né? Então são coisas diferentes. As pessoas confundem, as pessoas confundem, né? O que muda é o julgamento de Deus. O ser primitivo tem menos responsabilidade, mas a sociedade pode e deve se organizar de uma maneira em que mesmo que a pessoa seja ignorante, ela vai sofrer as consequências. Até porque se ela não sofrer as consequências, como é que ela aprenderia? Para pensar. Ah, ela é ignorante, ela não conhece a lei de Deus. Bom, mas se ela não sofrer as consequências, como é como é que ela vai aprender então o que que é certo, o que que é errado? Por isso a vida, a vida social. Por que que a gente se reúne socialmente? Pra gente aprender exatamente como é que se como é que se convive, como é que se vive, como é que se age. Aliás, a nossa própria lei prevê isso, né? A nossa, o que que diz a lei humana? O que que diz a nossa lei enquanto sociedade? A pessoa não pode usar como desculpa, ah, eu não conhecia a lei, vai ser punido pela lei igual. Você já imaginou? Você tá no trânsito lá e você infringe alguma lei do trânsito, aí chega o guarda e diz assim: "Ó, vou lhe aplicar uma multa". Aí a pessoa diz: "Ah, mas eu não sabia que tinha mudado, que agora a lei é assim". O que que vai dizer o guarda? Não interessa. Vai ser punido igual. Vai receber a multa. Por quê? Porque você tinha obrigação, enquanto motorista que vive dentro das leis do trânsito numa sociedade, acompanhar a evolução da própria lei de trânsito. Ah, mas eu não tenho como acompanhar. Bom, então você não tem direito a dirigir. Percebe? A própria sociedade vai um corrigindo o outro. O que esses relativistas hoje tentam fazer, inclusive acusam Kardec, é achar que entre sociedade a gente não pode um intervir na vida do outro. Pode sim,

A própria sociedade vai um corrigindo o outro. O que esses relativistas hoje tentam fazer, inclusive acusam Kardec, é achar que entre sociedade a gente não pode um intervir na vida do outro. Pode sim, porque senão a gente teria, imagina o caos que seria. O que a gente não pode é, atenção, abusar, cometer o mal, ser justo. Isso a gente não pode, mas interferir um na vida do outro. Se a gente não interferisse um na vida do outro na vida social, seria um caos. Imagina, alguém quer matar alguém, eu não posso interferir porque, ah, eu não sei, a evolução dele, tem que deixar, nada a ver, eu interfiro, inclusive posso prendê-lo. Então, essa é a confusão do povo que diz: "Ai, os europeus foram até os povos, invadiram aqueles lugares, forçaram eles a conhecer o cristianismo, não é? Mas é assim que se dá o progresso mesmo. É assim que o progresso ocorre. Eu não posso fazer o que eu quero. A minha liberdade é não é absoluta, ela é restrita. O que você pode condenar na história são os abusos. Mas a interferência entre os povos, aliás, a gente só progrediu porque houve porque aconteceu isso. Então, não tem não tem para o espiritismo o povo mau que invadiu o lugar dos bonzinhos, foi lá e praticou maldade com os com os bonzinhos. Isso é isso daí eh além de ignorância, tem até um pouco de ma caratismo, porque a história, é óbvio que a vida real não é assim. Quando você chega na na própria América, você tinha sociedades extremamente que viviam em guerra, em matanças terríveis. Parece que era um bando de santinho que tava aqui só olhando pro sol, comendo frutinha e desfrutando dos rios, né? Aí chegou o homem mal da Europa e vou escravizar e matar você. Então, é óbvio, a gente só teve progresso por causa dessas interferências. Ah, mas teve abusos. Ah, sim. Isso a gente tem que condenar. Os abusos a gente tem que condenar. Mas e os abusos internos que haviam? Ess esses você não fala. Então, a gente tem essa ideia. Mas lembra, toda essa visão que você tem é uma visão materialista, relativista.

s a gente tem que condenar. Mas e os abusos internos que haviam? Ess esses você não fala. Então, a gente tem essa ideia. Mas lembra, toda essa visão que você tem é uma visão materialista, relativista. Claro que o materialista não tem moral. Se aquele povo é daquele jeito, ele tem direito de ser daquele jeito para sempre, porque só tem aquela vida, não. Aliás, nem tem para sempre pro materialista. Para o espiritismo, não. Há uma lei de progresso e uma lei de sociedade. Um tem que interferir no outro. A liberdade não é absoluta. Essa coisa moderna que a gente tá vivendo de que queremos direitos, queremos direitos, queremos direitos, queremos liberdade, queremos liberdade. Isso para o espiritismo é imoral, porque eu só posso exigir liberdade relativa dentro de deveres. A nossa liberdade é relativa. Nós somos livres. dentro de um quadradinho de deveres. Você, enquanto você não transgride os deveres, você é livre. Transgredir os deveres, você não é livre, nem tem direito de ser. Essa exaltação da liberdade que é feito hoje, claro, é porque são pessoas que que se baseiam no materialismo. No materialismo não tem moral. Você pode fazer o que você quiser, mas isso não é espiritismo. Então, muito cuidado, muito cuidado. Como é que você vê a relação entre os povos, a interferência de uma pessoa no livre arbítrio da outra? Para o espiritismo, você parte de outras premissas. Lei do progresso, lei de sociedade, bem e mal. Eu não posso deixar o outro fazer o bem e o mal que ele quer fazer só porque ele é livre. Não, ele é a liberdade dele vai é como é hoje, né? Você a gente não tem 100% de liberdade e nem deve ter. E de novo, ah, mas há leis arbitrárias, ah, mas há leis eh eh injustas, ah, mas houve abuso. Isso tudo é exatamente o papel que a gente tá lendo aqui. À medida que o povo vai evoluindo, a gente vai eliminando as arbitrariedades, os excessos, os abusos. Mas não é eliminar a lei, eliminar a regra, eliminar a moral, eliminar a sociedade. Cada um pode fazer o que quiser.

o vai evoluindo, a gente vai eliminando as arbitrariedades, os excessos, os abusos. Mas não é eliminar a lei, eliminar a regra, eliminar a moral, eliminar a sociedade. Cada um pode fazer o que quiser. Não é isso. A pessoa não entendeu. A não ser que ela seja materialista. E claro, materialista você só tem uma vida. Eu posso fazer o que eu quiser e se eu tiver uma lei humana que me proíba, eu posso inclusive lutar politicamente para mudar a lei humana, para tornar ela mais liberal ainda para eu fazer o que eu quiser. Mas isso é materialismo, não é espiritismo. Então há uma, eu digo sempre, é uma confusão. raciocina partindo de premissas diferentes, mas são premissas diferentes. E mais, só para finalizar, um a pessoa e mais um problema. A pessoa que parte do da premissa materialista, ela comete dois erros. O primeiro erro é que muitos que usam as premissas materialistas para construir determinadas narrativas estão fazendo isso dentro do movimento espírita. Esse é o primeiro erro. dentro do movimento espírita tem que eu tenho que partir das premissas espíritas, não dos materialistas. E o segundo erro dessas pessoas é o seguinte: o espiritismo provou que o materialismo é falso. O espiritismo provou que o materialismo é falso. Então, se você parte de premissas materialistas, muito cuidado, suas premissas são falsas. Você vai se lascar. Você vai sofrer as consequências. Por quê? Porque as consequências existem. Você acreditava que não existiam, mas essa sua crença tá errada. Então você vai se lascar e eu não posso deixar você agir dentro da sua crença materialista. Por quê? Porque ela fere as leis. Porque o materialismo é falso, então eu posso inclusive interferir enquanto sociedade. Então são isso é importante de entender. Laur, passo para ti. >> Ótimo. Ótimo. Bom, eu quero trazer aqui de uma forma ilustrativa eh ainda dentro do assunto consciência, né? Porque assim é é um tema é é até mal entendido, não é verdade? Então vamos imaginar porque hoje, Michel, né, na história da humanidade, a

forma ilustrativa eh ainda dentro do assunto consciência, né? Porque assim é é um tema é é até mal entendido, não é verdade? Então vamos imaginar porque hoje, Michel, né, na história da humanidade, a pessoa que comete um crime, ela sabe cometer um crime, até porque ela foge, ela tem medo, ela se esconde, ela sabe que vai ser punida, ela vai sabe que vai será presa, né? Enfim, então a ideia do do do que é o mal e do que é o bem, as pessoas têm. pode ser de forma rasa. Então, eh, partindo desse princípio, então, a pessoa já tem consciência do que que é bem e do que que é mal, né? Ela na história de todos os povos, a ideia de não façais ao outro que não quereis que vos faça, ela não é algo eh desconhecido, né? As pessoas sabem. Então, vamos pegar aqui a a consciência. Então, toda essa informação do que é bem e mal, eu tenho ela, mas ela ela por eu não conhecer, por eu não saber interpretar ou por eu ter esquecido, eu vou usar como forma administrativa. Ela está no fundo da consciência. A, o, o que é o que eu, né, interpreto de bem e mal, esse tá na superfície, então eu eu adapto ele a à minha maneira, aos meus interesses. A medida em que o ser ele vai aprofundando nesse conhecimento, eu poderia dizer que ele aprofunda nessa consciência, ele busca o conhecimento, aliás, o conhecimento propicia ele buscar eh eh melhor entender o que que é a prática do bem, o que que é não praticar o mal e trazer isso paraa superfície e fazer essa aplicação na sua vida, no seu cotidiano. Então agora, por exemplo, Jesus, ele veio desenvolver a lei de Deus, né? Então ele ele veio explicar, desenvolver aquilo que Moisés disse sobre as leis de Deus, aquilo que Moisés trouxe. Jesus veio, veio desenvolver isso de forma mais clara. O espírito como o próprio Cristo disse que muitas coisas que ele disse nós não entendemos ou esqueceríamos. Então, poderia levar isso em consideração. Ficou lá no fundo da consciência. Agora vem o espiritismo, faz com que nós mergulhemos na nossa consciência com o conhecimento, traga tudo isso pra

ceríamos. Então, poderia levar isso em consideração. Ficou lá no fundo da consciência. Agora vem o espiritismo, faz com que nós mergulhemos na nossa consciência com o conhecimento, traga tudo isso pra superfície passa a fazer uso disso na nossa vida para para até pra verdadeira felicidade. É por aí. É, mas para ilustrar de uma de uma maneira mais simples, olha, tudo para você agir, para você agir no dia a dia, para você tomar alguma ação, você usa a razão. Então você avalia, você pensa, você pensa, você avalia, você mede, você calcula e a partir dessa avaliação que se dá no pensamento, você age. É assim que funciona para qualquer ação, tá? Então, por exemplo, eh, vamos pegar exemplos bobos para depois estender essa lógica pros mais complexos. Por exemplo, você sente fome e sede? Você você sentiu aquilo, ó? Tô com fome, tô com sede. Geralmente ali começa a chegar perto do meio-dia, a gente já dá aquela roncada no estômago, já vem aquela algum cheirinho de algum lugar que estão fazendo comida, opa, tô com fome. A partir desse momento, você usa o quê? E esse processo é sempre, né? Nunca para. A gente só tá fazendo um recorte. Como é que você faz? Daí você diz: "Olha, estou com fome". Aí você já pensa: "O que que eu vou comer hoje? Que que eu se vai fazer comida, o que é que eu vou fazer? Como é que eu vou fazer? Você vai usando a razão para ir já vendo como é que você vai saciar aquela fome. Você já sabe que comidas você tem na na sua geladeira, no seu armário. Você já sabe o horário que você vai poder fazer ou se você vai num restaurante. Veja, você vai pensando meios para atingir aquele fim. Então, para qualquer ação, você usa a razão. Para qualquer ação você usa a razão. E todo mundo é assim. Você usa a razão para chegar em determinada ação, para ter determinada ação, chegar em determinado fim. Agora, claro, quanto mais cuidadoso você é com a razão, quanto mais você usa a razão, quanto mais você reflete, pensa, analisa, melhor você vai achando caminhos e chegar naquele objetivo.

rminado fim. Agora, claro, quanto mais cuidadoso você é com a razão, quanto mais você usa a razão, quanto mais você reflete, pensa, analisa, melhor você vai achando caminhos e chegar naquele objetivo. melhor você vai você vai conseguir agir de uma maneira muito melhor tod quanto mais você usar a razão. Claro que mesmo usando a sua razão ao máximo, muitas coisas você ainda vai fazer com dúvida. Veja, tem muita coisa que mesmo refletindo você não acha solução. Percebe? Tem muitas coisas que mesmo refletindo a gente não acha a solução, a gente fica na dúvida. Tudo que você reflete e mesmo assim não acha solução, não sabe como fazer, como agir, isso significa que lhe falta conhecimento. Ou seja, eu usei minha razão ao máximo, só que eu não tenho o conhecimento para solucionar aquilo. Eu é como se eu dissesse assim: "Eu busquei na minha consciência ideias para achar aquela solução, mas eu não tenho as ideias. Então, mesmo usando a razão para procurar, me falta. Então, eu, mesmo usando a razão, fico na dúvida. Esse tipo de ação que você usa o máximo do seu conhecimento e mesmo assim fica na dúvida, você precisa melhorar o conhecimento, não é o uso da razão, porque você usou a razão ao máximo. Esse é é o melhor caso. Ou seja, você refletiu o máximo que você podia e chegou no seu limite. Tudo que você faz no seu limite, Deus dá o devido desconto. Deus vai saber, olha, o Lauro tentou procurar a solução de como que ele devia agir, vasculhou tudo que tava na sua consciência e não achou a resposta certa. A partir daí, tudo que tu tentar, se a tua intenção for boa, Deus vai avaliar exatamente assim, ó. O Lauro tá tentando com boa intenção, usando o máximo de conhecimento que ele tem. Então Deus desconta a tua responsabilidade. Por quê? Tu tá com boa intenção, usou a razão, usou o máximo que tu tinha na tua cabeça de conhecimento. Aquilo que tu vai fazer, tu tá fazendo assim: "Olha, eu vou tentar alguma coisa aqui, porque você tem que tentar algo. Eu vou tentar uma ação aqui para ver se

e tu tinha na tua cabeça de conhecimento. Aquilo que tu vai fazer, tu tá fazendo assim: "Olha, eu vou tentar alguma coisa aqui, porque você tem que tentar algo. Eu vou tentar uma ação aqui para ver se essa ação soluciona." Mas você tá na dúvida. Então essa ação que você vai tentar tem todo o desconto de que você tá fazendo dentro do seu limite. Então esse é um caso. Há muitas coisas que a gente vai fazer com dúvida ou muitas coisas que a gente vai deixar de fazer com dúvida. Essas que a gente faz com dúvida, Deus dá o seu devido desconto. Porque ele sabe que a gente fez ou deixou de fazer por Olha, não tava bem claro para mim. Agora, as ações que nós somos culpados e pecaminosos, não são essas. As que a gente é pecador, é aquela que a gente sabe. Só que a gente escolheu, ah, eu não vou refletir, eu tô com preguiça de pensar, de analisar. Eu faça, o primeiro impulso que surge, eu faço. Eu não penso, não meço as consequências, não uso a razão, não uso o que eu sei. Se eu usasse, eu saberia como agir melhor, mas eu eu não quero usar. Eu só quero eh agir no impulso, no automático. Essas você é responsabilizado. Porque nota essas você agiu podendo ter agido melhor. Então você é responsabilizado porque você diz assim paraa sua consciência: "Eu sei que eu poderia ter agido melhor. Eu só não quis. Eu tinha conhecimento e tinha capacidade de refletir e agir melhor do que isso. Essa você é responsabilizar. E aquela que você faz querendo fazer o mal, sabendo que tá fazendo, essa não precisa nem explicar, né? Que você não tem nem desculpa. Então, uma você faz querendo, sabendo, outra você faz porque você escolheu não pensar e não refletir. Essas duas você é responsabilizado. A terceira você não é responsabilizado moralmente porque você tá, você fez o máximo que você podia. Então, veja como eu posso dividir as ações em várias partes. Essa terceira não gera expiações, só gera provas. Por que que gera provas? Porque lembra, você precisa aprender. Você só não fez porque você não sabia. Então você precisa de

as ações em várias partes. Essa terceira não gera expiações, só gera provas. Por que que gera provas? Porque lembra, você precisa aprender. Você só não fez porque você não sabia. Então você precisa de provas para aprender. Então você só precisa de provas. Esse caso em que você faz o máximo. O problema só é intelectual, não é falta de boa vontade, falta de reflexão. Agora aquelas outras que é falta de boa vontade, falta de reflexão, preguiça de pensar, vontade de agir só no impulso, essa você é responsabilizada. Então é assim que você divide para qualquer ser humano. Claro que cada indivíduo vai ter essas três dimensões das suas ações. Ela vai ter níveis diferentes que só Deus vai poder avaliar. Por isso que Deus, por isso que Jesus vai dizer: "Não julgueis". Não, quando nós for ler, for estudar esse trecho, a gente vai ver que é o não julgueis. É, nesse sentido, eu não sei o que que é que a pessoa fez porque era o máximo ou porque era preguiça ou porque ela quis fazer o mal. Eu não sei avaliar porque por isso que ele diz que é na consciência, porque é algo interno, é íntimo. Eu não tenho como eu saber da tua cabeça, mas você tem. Por isso que as leis estão na sua consciência, porque você tem como avaliar se você fez por que quis fazer ou se você fez por porque você não quis pensar, não quis refletir, mas poderia, ou se você fez usando o máximo que você conhecia. Você tem como saber qual desses três tipos foi a sua ação. Por isso que é a sua consciência que vai ler, condenar ou absolver. Entende? Por isso que ele coloca como a consciência, porque é um pensamento íntimo que vai determinar a verdade. Não é algo externo. Mas claro, vivendo em sociedade, mesmo assim a gente tem que criar regras entre nós, independente da consciência. Eu não tenho que esperar alguém ter consciência para já criar regras proibindo certas coisas, porque senão seria um caos, né? Ah, vamos esperar o fulano ter consciência de que não pode matar. Enquanto isso, ele fica matando, não, né? Então, mesmo ele não tendo

r regras proibindo certas coisas, porque senão seria um caos, né? Ah, vamos esperar o fulano ter consciência de que não pode matar. Enquanto isso, ele fica matando, não, né? Então, mesmo ele não tendo consciência, eu já crio uma regra. Olha, se matar vai ser vai sofrer uma consequência até para ele aprender. Percebe a as diferenças? Agora, por isso que quanto mais você sabe, mais você vai ser punido, porque aí você não tem desculpa para dizer: "Ah, eu fiz com dúvida". Não, você sabia. Por isso que a gente não mente paraa nossa consciência. Pros outros a gente mente pra nossa consciência não. A gente sabe se fez realmente ou não fez, com que intenção, se podia ter feito o melhor, se não podia. A gente sabe dizer isso pra gente mesmo. Lauro, >> maravilha. Muito bom. Muito bom. É isso aí, porque eh eh o estudo o estudo da terceira parte do livro dos espíritos, juntamente com o evangelho, faz toda uma diferença, né, Michel? Porque você citou aí, por exemplo, lei de sociedade, lei de progresso, né? Aí nós podemos colocar aqui a lei de igualdade, depois amor, justiça e caridade. Então veja que tá muito relacionado. Eh eh eh então a prática a prática do bem, ela não é tão simples, porque a gente pode dizer assim: "Olha, fulano pratica o bem na assim na sua maior potência, será? Né? Porque existe e eh é tão complexo isso, porque quando você fala em caridade, por exemplo, a gente percebe que praticar a caridade, até para ser caridoso, você tem que ter o conhecimento, né? E uma vez que a consciência é um tipo de pensamento, aí isso que você explicou faz todo sentido, Michel. >> Exato. Não é por isso que a gente não tem que se a gente não tem que se preocupar com a ação do outro. Por isso que a moral é em primeira pessoa, porque eu não tenho como avaliar se a ação do outro ela partiu do quê. Ela quis, ela não quis, ela sabia, ela não sabia, ela teve boa intenção, ela não teve. Eu não tenho como saber. Por isso que a moral não se preocupa com a ação do outro. Porque por que que ela não se preocupa

, ela não quis, ela sabia, ela não sabia, ela teve boa intenção, ela não teve. Eu não tenho como saber. Por isso que a moral não se preocupa com a ação do outro. Porque por que que ela não se preocupa com ação do outro? Porque eu não tenho acesso ao mundo íntimo do outro. Por isso que a moral é o que eu devo fazer, porque você tem acesso a você, controle de você, do outro você não. Ah, mas isso então quer dizer que a gente não pode interferir um na ação do outro? Pode, mas isso não é moral. Aí que tá a confusão das pessoas. A parte em que um interfere na vida do outro, na ação do outro, é justamente o que eu chamo de política. É o que eu chamo de lei humana e são necessárias. Porque nem eu falei, imagina se eu tivesse que esperar, ai o fulano matou. Ah, eu não sei se ele tá matando porque ele tem intenção ou não tem, se ele é espírito primitivo ou se não é. Eu não tenho que esperar eu sa e e e ele evoluir para eu já agir. Eu tenho que impedir ele de matar. Mesmo se ele tenha, ah, ele fez por sabendo ou não sabendo, não interessa. Em vida em sociedade ele não pode matar outra pessoa. Ponto. Não posso deixar. Ah, ele roubou, mas ele não sabia. Não interessa. A gente criou, a gente cria uma regra. Olha, você não pode pegar o que é do outro. Ah, mas ele não sabia, não tinha consciência, é espírito inferior, não sei o quê. Não interessa, eu não posso deixar. Por isso que a lei humana, ela não tá preocupado com a consciência, ela tá preocupado com as ações. Ah, se a ação foi com consciência ou sem consciência, a lei humana não tá nem aí e nem tem que tá. Quem se preocupa com isso é a lei moral. Por isso que moral é diferente de política. Por isso que lei política a gente vota, né? A gente faz um acordo social. Olha, tem um acordo aqui. A gente não pode um matar o outro. Isso é lei política necessária. Mas não é lei moral. Por quê? Porque não tá tratando da consciência. O que trata da consciência é a lei moral. E a lei moral é individual. Eu não tenho como ter acesso à consciência do Quando o

sária. Mas não é lei moral. Por quê? Porque não tá tratando da consciência. O que trata da consciência é a lei moral. E a lei moral é individual. Eu não tenho como ter acesso à consciência do Quando o juiz tá lá julgando, quando o juiz tá lá julgando perante a lei, ao que o o réu, ele não tá julgando moralmente, ele tá julgando perante a lei humana. E tem que ser assim. As ações a gente tem que estabelecer limites. Se a ação é com consciência, sem consciência, boa intenção, má intenção, conhecimento, não conhecimento, isso é problema íntimo moral. Então, nota a diferença da moral paraa política. Essa é a diferença. Por exemplo, eu tô eu tô aqui falando de espiritismo. Vamos criar um exemplo aqui nosso. Eu tô aqui falando do espiritismo. Será? Será que o Michel tá falando com boa intenção, com má intenção, com vaidade, sem vaidade, com orgulho, sem orgulho. Para quem tá ouvindo não interessa, porque isso é um problema moral que diz respeito a mim. O que que interessa pra pessoa que tá ouvindo? As ideias que ele está falando sobre espiritismo são realmente o que o espiritismo diz? É o que interessa paraa pessoa. Percebe a diferença? Quando o outro fala, o outro escreve, o outro age, me interessa se a ação dele está de acordo com a verdade, com a lei e com o bem, com a justiça. Isso que me interessa. Agora, o a parte moral da consciência, a parte íntima dele não me interessa. Por isso que não, eu não posso dizer assim: "Ah, mas o fulano é uma boa pessoa". Ah, mas ele é uma boa pessoa, mas ele fez algo errado e ruim. É isso que me interessa. A boa pessoa que ele é não me interessa. Esse é problema dele. Assim como que eu, as minhas intenções, os meus sentimentos, o meu, a minha consciência é problema meu. Na relação com outro, o que interessa é: "Eu vou te dar um, eu vou te vender um cachorro quente. Que que interessa para ti? Ai, será que o Michel fez o cachorro quente com amor, com humildade?" Não interessa para ti, o cachorro quente tem que tá comível. Ponto. Então essa é a diferença do que regula

que interessa para ti? Ai, será que o Michel fez o cachorro quente com amor, com humildade?" Não interessa para ti, o cachorro quente tem que tá comível. Ponto. Então essa é a diferença do que regula as ações humanas, daquilo que regula as ações morais, que as pessoas confundem, né, por não entender muito, não pensar muito, não, não estudar direito a diferença entre leis humanas e políticas e leis morais. A lei moral é uma coisa, lei humana é outra. E tem que ser diferente, tem que permanecer diferente. Qual é a diferença que o espiritismo coloca? É que um dia você não vai mais precisar da lei humana. Essa é a diferença do espiritismo pro materialismo. Pro materialismo você vai precisar sempre da lei humana. Pro espiritismo. Não. Chega uma fase em que o espírito, ele não precisa mais da lei humana. Por quê? Porque ele evoluiu moralmente a tal ponto que ele é incapaz de fazer o mal pro seu próximo. Agora eu não preciso mais de leis para regular as ações. Essa é a diferença do espiritismo pro materialismo. Mas as pessoas às vezes confundem, as pessoas acham que discutir leis humanas é discutir leis morais não é nada. Imagina que eu criasse uma lei, eu criasse uma lei em que fosse obrigado ser caridoso. Vamos imaginar os deputados se reúnem, fazem uma lei, a partir de hoje é lei, você tem que ser caridoso. Aí tá o Lauro lá. Aí eu tô, eu sou, eu eu sou um representante da lei, porque toda lei tem vigilante, né? Eu tô lá monitorando o Lauro. Deixa eu ver se o Lauro tá fazendo a caridade. Aí tá o Lauro lá abraçando as pessoas. sorrindo. Eu digo: "Ah, tá cumprindo a lei de da calidade que o Congresso aprovou. Não sei porque tu pode tá fazendo isso e por dentro tu tá com outras intenções." Então não é caridade no sentido moral. Veja, a lei humana não atinge o íntimo da pessoa. Por isso que ela sempre vai ser limitada. Ela tem que existir, mas ela não dá conta da lei moral. A lei moral trata do mundo íntimo, da vontade, da intenção, do sentimento, do conhecimento. Por isso que tem que ser individual e só

r limitada. Ela tem que existir, mas ela não dá conta da lei moral. A lei moral trata do mundo íntimo, da vontade, da intenção, do sentimento, do conhecimento. Por isso que tem que ser individual e só Deus pode julgar, né? Porque eu não tenho como saber que o que que tá passando na cabeça da outra pessoa. La >> ótimo, Michel. Muito bom. Bom, nós, acho que esse item três ficou bem explorado, né? Eh, você que tá chegando agora, talvez pega o bom de andando, fala assim: "Que o que que será que esse camarada tá falando? Volta, vai lá na playlist, pega o vídeo do início e assista, né, que você vai entender do que foi tratado aqui. Michel, eu quero já quero te agradecer, agradecer a galera aqui, a pessoal do chat, a você que está conosco, né? Aí, lembrando que daqui a pouco, às 20 horas, nos encontramos novamente para o estudo do livro dos médiuns. Micheló, um abraço, amigo. Abraço a todos. >> É isso aí. Estudamos só o item três. Segunda-feira vamos pro item quatro. >> Como disse o Lauro, hoje às 20 horas temos o estudo do livro dos médiuns só para assinantes. Então, se você quer estudar conosco o livro dos médios, tá aqui o link nos comentários, ó. Você clica aqui, você assina. E se você quer fazer parte do nosso grupo do WhatsApp, tá aqui também o link. Você clica aqui no link e vai lá pro nosso grupo do Whats. Uma boa tarde a todos, até à noite para quem quer vai assistir o livro dos médiuns com a gente. Um bom final de semana aos demais e até segunda-feira.

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