44 - Cap. I - Não vim destruir a Lei: Moisés (itens 1 e 2) | O Evangelho Segundo o Espiritismo

CanalFEP 13/03/2026 1:13:08

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Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos ao Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo. Você está no estudo da obra O Evangelho Segundo Espiritismo. Essa obra é tão importante de Allan Kardec. Encerramos ontem a introdução desse dessa obra. Ficamos aí 43 dias estudando só a introdução. E agora vamos iniciar hoje, dia 12 de março de 2026. Vamos estrear hoje o capítulo um da obra Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Não vim destruir a lei. Vamos começar aí pelo item um da obra. Você que não assistiu os outros estudos, tudo que a gente faz aqui fica gravado nas nossas playlists. Você pode acessar lá, assistir quantas vezes quiser, a hora que quiser, do jeito que quiser. Lembrando que as lives aqui do Kardec Tubes são diárias, são duas lives por dia, de segunda a sexta. Todos os dias de segunda a sexta às 14 horas estudamos o Evangelho Segundo Espiritismo. Na segunda-feira estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira estudamos o nosso lar. Na quarta-feira estudamos o que é o espiritismo. Hoje às 20 horas estudamos o site revistaespírita.net. Se você não conhece o site, depois pesquise aí revistaespírita.net, Net, você vai se surpreender. Toda quinta nós estudamos um artigo lá desse site e hoje à noite vamos estudar a terceira parte de um site que conta uma história real sobre uma viúva que através do cardecismo pôde se comunicar com seu marido, uma história real atual do ano passado. Então confira o nosso estudo hoje às 20 horas e toda sexta às 20 horas estudamos o livro dos médiuns. Esta live do livro dos médiuns da sexta-feira às 20 horas ela é fechada para assinantes. Então, se você quer participar, você assina o Kardecube, ajuda o Kardec Tube e em troca você estuda conosco o livro dos médiuns. Para você assinar, você clica em seja membro aqui no canal ou clica no link que está na descrição aqui da live ou então você deixa um comentário aí pedindo ajuda para assinar. Muitas pessoas estão chegando, muitas pessoas estão assinando e estudando conosco. Eu também coloquei aqui nos comentários, ó, o link para

então você deixa um comentário aí pedindo ajuda para assinar. Muitas pessoas estão chegando, muitas pessoas estão assinando e estudando conosco. Eu também coloquei aqui nos comentários, ó, o link para você assinar. Basta você clicar ali e você consegue assinar. Nós temos uma meta chegar até o final de 2026 em 100 assinantes e estamos em março já chegando na metade da meta. Assim que a gente chegar em 50, estamos quase chegando em 50 assinantes, além do estudo do livro dos médiuns, os assinantes vão concorrer todo mês a um sorteio de um livro espírita. Então, assine e faça parte aí. Você vai estar ajudando nos custos e no crescimento do Kardec Tube para que Kardec chegue a mais pessoas. E você também vai estudar o livro dos médiuns conosco e em breve ter um livro espírita sorteado por mês. E você que está chegando aqui, além disso, se inscreva no canal se você não é inscrito. Isso é rápido, é fácil, é de graça. Clica em inscrever-se, curte o vídeo, curte a live, compartilha aí com seus amigos e por fim você pode fazer parte do nosso grupo do WhatsApp. É um grupo aberto para todos os interessados em espiritismo no WhatsApp. Vai no primeiro comentário fixado aqui, eu coloquei o link, você clica aí no link, vai aparecer para mim aqui a notificação. Eu autorizo você entrar no nosso grupo do WhatsApp. Então vamos crescer essa família do WhatsApp. Lá você pode nos acompanhar tudo que a gente faz sobre espiritismo, pode trocar dúvidas, textos, pesquisas. Então faça parte do nosso grupo no WhatsApp clicando no link e compartilhe esse link também. Compartilha esse link para que mais pessoas possam entrar. Lembrando, tudo que a gente faz aqui fica gravado, você não consegue assistir ao vivo, vá playlists e assim você consegue ter acesso. É muito conteúdo, você pode ajudar assinando, você pode ajudar se inscrevendo e você pode fazer parte do grupo do WhatsApp. Para tudo isso, eu tenho quem me ajuda muito, meu irmão, meu amigo do canal Estudar Kardec, Lauro Rodrigues, e eu passo para ele a

e ajudar se inscrevendo e você pode fazer parte do grupo do WhatsApp. Para tudo isso, eu tenho quem me ajuda muito, meu irmão, meu amigo do canal Estudar Kardec, Lauro Rodrigues, e eu passo para ele a palavra. >> Obrigado, Michel. Boa tarde, meu amigo. Boa tarde também aos amigos do chat. Sejam bem-vindos para mais esse estudo. Vamos iniciar aí, né? Vamos agora começar de fato eh aprender um pouco sobre a moral que está dentro desse dessa belíssima obra mal estudada, por sinal, né? e que a gente vai ganhar muito em participar desse estudo. Você que não poôde acompanhar ao vivo, assista depois, formule as suas questões, seus comentários, traga para o estudo ou envie para o KDECTube. De alguma forma, eh, vamos assim procurar compreender bem essa moral, porque ela é muito fundamental para nós, né? enquanto espíritos imortais que somos. Então, dessa forma, eh, que os bons espíritos possam nos ajudar. E eu quero aqui, né, em especial, além dos dos demais aqui, dar o meu alô para o o Zé, o Zé Dias, que esteve aqui comigo em Oerava agora esse final de semana e saber dele se ele já retornou a Juiz de Fora se ele está em Arachá. Deixa aí, Zelão, para nós o comentário aí, tá bom, Michel? Vamos lá, então. >> É isso aí. Nós já temos os nossos amigos assinantes chegando. Temos aqui o Daniel do Rio de Janeiro, amigo assinante, seja bem-vindo. E o nosso amigo aí, o Zelão, o José, também amigo e e assinante do canal, muito contribui com o canal e que esteve segunda-feira lá encontrando o Lauro e participou com a gente do estudo de segunda-feira do livro dos espíritos. Um abraço para ele, que as viagens dele aí a trabalho tenha esteja tudo OK. E temos aqui um novo membro, um novo membro, um novo assinante do canal, o César. César, seja bem-vindo. Muito obrigado por escolher o Kardecube. Eu espero que a gente possa retribuir a tua escolha através de muito conhecimento e ajudar nas tuas dúvidas, no que for possível. Seja bem-vindo, participe, tire suas dúvidas, aquilo que a gente puder, a gente vai tentar

e possa retribuir a tua escolha através de muito conhecimento e ajudar nas tuas dúvidas, no que for possível. Seja bem-vindo, participe, tire suas dúvidas, aquilo que a gente puder, a gente vai tentar ajudar. Se você não faz parte ainda lá do grupo do WhatsApp, clica no link lá e entra no grupo do Whats. Você também pode se se comunicar com a gente por lá. E amanhã o César vai poder participar do estudo do livro dos médiuns. Então, seja bem-vindo e aproveite, aproveite ao máximo que é a maneira que a gente tem de retribuir o que vocês fazem por nós é realmente devolvendo em conhecimento. É por isso que a gente se dedica tanto. Então, seja bem-vindo e quando e quando puder e quiser também se identifique aí, diga de que estado você é, que que você já leu de Kardec, de que cidade você é. Fica vontade também para se apresentar. Lauro, [roncando] queria falar alguma coisa. Lauro >> não, não, tranquilo. Podemos eh eh tocar no bonde. >> Então, vamos lá. Vamos a a apesar da Renite, né, quem sempre me acompanha, vamos lá para o estudo. Vamos iniciar então hoje o capítulo um dessa importantíssima obra. São 28 capítulos. Iniciamos hoje o primeiro capítulo. Vamos lá estudar a obra completa de Kardec. Então, eh, se acostumem. O modos operante de Kardec é muito simples. Primeiro, ele abre o capítulo com trechos dos evangelhos. São aqueles trechos que você encontra na Bíblia, nos evangelhos. Depois ele comenta, explica, desenvolve. apresentando aí a interpretação do espiritismo para esse trecho ou e contextualizando texto. E por fim, ele apresenta mensagens dos espíritos tratando desse assunto, né? Mensagens psicografadas. Então esse vai ser a estrutura de todos os capítulos e nós vamos iniciar hoje. Então o item um capítulo não vim destruir a lei. O o nome dos capítulos é sempre referente a alguma fala do Cristo, né? Ou alguma coisa que esteja aí nos evangelhos. Então vamos ao item um, que é uma citação do evangelho, né? É o próprio Cristo falando: "Não penseis que eu tenha vindo

rente a alguma fala do Cristo, né? Ou alguma coisa que esteja aí nos evangelhos. Então vamos ao item um, que é uma citação do evangelho, né? É o próprio Cristo falando: "Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas. Não os vim destruir, mas cumpri-los, porquanto, em verdade vos digo que o céu e a terra não passarão sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único yota e um único ponto. Isso está em São Mateus, capítulo 5, versículos 17 e 18. Bom, então vejam que esse é um trecho em que Kardec apresenta a fala de Jesus. Evidentemente que vocês viram que está dentro dessa fala o nome do capítulo, né, em que Jesus tá falando algumas coisas interessantes sobre a questão do que ele veio fazer, Jesus, ou do que ele não veio fazer. Para isso, ele tá se referindo à lei e os profetas, para falar sobre o que ele veio ou não veio fazer. Ele se refere ao passado e também fala que além de ele não destruir essa lei e os profetas, aquilo que já estava revelado aos homens, ele ia cumprir. E ele fala que eh aí ele faz aí uma profecia, né, sobre o futuro, que o céu e a terra não passarão, não passarão até que tudo esteja perfeitamente cumprido. Então ele faz aí uma referência primeiramente ao passado, que ao dizer não vim destruir a lei os profetas, eu tenho que me entender sobre o que que ele tá falando. O que que é a lei dos profetas que ele não vem destruir? O que que é isso? Então é evidente que Kardec vai ter que exatamente por isso, falar de Moisés. Por que que Kardec vai falar de Moisés? Porque o trecho é justamente sobre isso. A lei, os profetas está ligado aí à lei mosaica. Então é por isso que ele vai ter que comentar sobre Moisés para justificar o porqu porque Jesus vai dizer que não vem destruir isso, mas vem cumprir. Então nós temos que entender o que que ele não vem destruir. Por isso que ele vai falar de Moisés e nós temos que entender o que que é cumprir, certo? Então essa vai ser a lógica do por Kardec vai abordar esses pontos.

e entender o que que ele não vem destruir. Por isso que ele vai falar de Moisés e nós temos que entender o que que é cumprir, certo? Então essa vai ser a lógica do por Kardec vai abordar esses pontos. Bem, então vamos agora ao item dois, onde Kardec aí vai comentar sobre Moisés, o próprio eh subtítulo é Moisés, né, que intitula o item dois. Então aqui Kardec vai dizer: "Na lei mosaica, há duas partes distintas. A lei de Deus promulgada no Monte Sinai e a lei civil ou disciplinar decretada por Moisés. Uma é variável, a outra apropriadas aos costumes e ao caráter do povo. Se modifica com o tempo. Bom, então para explicar a fala do Cristo, onde ele diz que não vai destruir a lei, mas vai cumpri-la, Kardec tem que mostrar exatamente o que que é essa lei, que Jesus não vai destruir, mas vai cumpri-lo. E é por isso que ele vai falar em Moisés. Mas claro que agora Kardec vai analisar o seguinte. Jesus disse que não ia destruir a lei, mas cumpri-lo. No entanto, você vai ver que certas leis Jesus destruiu. O que que é destruir? Jesus foi contra. Jesus modificou. Então parece uma contradição. Ele disse que não iria destruir. E muitas das leis de Moisés, Jesus foi foi exat foi totalmente contra. Então parece uma contradição. E aí por isso que Kardec vai mostrar, preste atenção na lei de Moisés. E você pode visualizar que a lei de Moisés tem duas características. Uma demonstra a lei eterna, a verdade eterna, por isso a lei de Deus. Mas outras leis que Moisés vai apresentar, você vê que são leis criadas pelo próprio Moisés, que Moisés teve que criar. para aquela circunstância, para aquela época. Então você não pode achar que toda a lei de Moisés representa a lei de Deus. Não, uma parte, a outra são leis civis, disciplinares, mas que claro que Moisés teve que criar naquele contexto em que ele viveu. Não é que ele estava errado, mas você não pode achar que você não pode confundir aquilo que era uma necessidade de Moisés criar com toda a lei de Moisés, representando a lei de Deus. Aí começa a clarear. O

que ele estava errado, mas você não pode achar que você não pode confundir aquilo que era uma necessidade de Moisés criar com toda a lei de Moisés, representando a lei de Deus. Aí começa a clarear. O que Jesus não vai destruir da lei é a parte que se refere à lei de Deus. E aquilo que era algo apropriado paraa época de Moisés, isso sim é evidentemente que Jesus vai modificar. Aí você começa a entender que não há uma contradição. Jesus não destruiu a verdadeira lei. A verdadeira lei é aquela que é atemporal, aquela que é de Deus, aquela que é de todos os tempos. aquilo que é temporal, aquilo sim, isso sim tem que ser modificado, porque não não faz mais sentido você aplicar determinadas leis, já que os tempos mudaram. Agora, a lei de Deus não, ela é para todos os tempos. Então, é por isso que Kardec fala de Moisés e faz essa divisão. Aí você tem que analisar e ver aquilo que é temporal e aquilo que é uma verdade que se aplica para todos os povos em todas as épocas. Essa é a lei de Deus. Percebe? E aí ele vai citar agora os famosos 10 mandamentos que qualquer pessoa minimamente religiosa conhece. Mas antes, Lauro, comentários, questões, fica à vontade. >> Não, eu eu aí enquanto você falava, eu me recordei aqui, por exemplo, em vários momentos, várias passagens dos ensinamentos do Cristo, quando os fariseus se dirigiam a ele com com questões, ele sempre lembrava, né? Ah, eh, ouça o que disse os profetas ou os antigos, mas eu lhe digo assim, assim. Então, Jesus sempre ele e eh ensinava, né, conforme o que você explicou, ele ensinava assim: "Olha, os profetas ensinaram assim, assim, mas eu vos digo assim, assim, assado, por exemplo, amarás o teu inimigo, né?" Então veja que a a por exemplo a a uma das leis de Moisés era a lei a lei de Talião, né? Jesus vem e apresenta uma lei contrária a essa, né? Um ensinamento contrário. Ah, aí você lembrou bem, então quer dizer que ele tá destruindo a lei de Moisés? Não, ele está modificando essa lei porque ela vai perdendo a razão

lei contrária a essa, né? Um ensinamento contrário. Ah, aí você lembrou bem, então quer dizer que ele tá destruindo a lei de Moisés? Não, ele está modificando essa lei porque ela vai perdendo a razão de ser, né? E isso acontece conosco, né? Se a gente olhar leis que foram criadas no passado aqui no Brasil e que depois elas precisaram ser revistas, modificadas, melhoradas, isso isso a própria história eh mostra, né? Então é é algo bem natural. Eh, então quer dizer que eh eh Jesus no que é a lei divina, isso claro, por ser perfeito e por ser limitado, claro, ele ele vai ensinar, mas não, ele não modifica, né? Mas o que é a lei humana, por exemplo, a lei disciplinar, a lei mosaica, essa sim, ele em vários pontos ele vai modificá-la, não é isso? >> Exatamente. O o Kardec consegue explicar essa aparente contradição, né? Ele diz que não vai destruir a lei e em diversos momentos ele modifica a lei. Mas como assim? É que claro, ele está modificando aquilo que era a lei humana, aquilo que precisava ser modificado. O que ele não modificaria é o que é a lei de Deus. Por quê? Porque a lei de Deus essa é eterna. Exatamente como procede qualquer pessoa que busque a verdade. A ciência vai proceder assim. O o todo revelador, todo aquele que busca a verdade e revela a verdade faz isso. você tem a humanidade aprendendo a entender as leis do universo, mas claro que nesse nessa tentativa de entender as leis do universo, você acaba descobrindo partes da lei, mas você também acaba misturando com equívocos ou ou interpretações passageiras. Aí vem uma nova geração ou um novo revelador e ele faz o quê? Ele lapida, ele ele traz mais um ponto para aquelas verdades que já haviam sido descobertas e varre ao mesmo tempo aquelas ideias que estavam equivocadas. Todo o processo de progresso é assim. A própria ciência é assim. A ciência ela vai progredindo, progredindo, progredindo, progredindo, progredindo, descobrindo verdades. E aquilo que ela tinha de equívoco, ela vai deixando para trás. Então, quando Jesus diz que vai não vai

a ela vai progredindo, progredindo, progredindo, progredindo, progredindo, descobrindo verdades. E aquilo que ela tinha de equívoco, ela vai deixando para trás. Então, quando Jesus diz que vai não vai destruir a lei e os profetas, que que ele tá querendo dizer? Aquilo que é verdadeiro eu manterei. Aquilo que era temporário ou equivocado, eu vou corrigir. Que é exatamente como tem que ser a revelação. Por isso que a revelação ela nunca pode ser ela nunca pode ser dogmática, né? Ou seja, você não pode eh que é isso que a gente vai ver nesse capítulo, que foi o equívoco das religiões. As religiões não entenderam o Cristo. As religiões passaram a estabelecer que tudo era verdade, então nada poderia ser modificado. Aí nasceu o dogmatismo religioso. Só que eles não perceberam que o Cristo não fez assim. O Cristo manteve o que era da lei de Deus, mas aquilo que era a lei temporal, o Cristo modificou. Então você, o Cristo faz exatamente o que a gente deve fazer. Você deve estar aberto ao progresso, mas é claro que estar aberto ao progresso não é desprezar tudo que veio do passado, mas ao mesmo tempo você não pode pegar tudo que está no passado e não submeter a lei do progresso. Nota que por isso que Jesus é um espírito puro e ele é o exemplo. Por isso que é um guia moral, porque ele está ensinando o caminho exato de como é que a gente deve proceder. Aquilo que for da lei de Deus, aquilo que é uma verdade que está acima do contexto humano, das vontades humanas, aquilo você mantém, aquilo você conserva, aquilo que é temporário você progride. Então, olha a recomendação moral que o Cristo deixa e que Kardec está mostrando. Você não pode ser nem dogmático a ponto de não aceitar o progresso e você não pode nem ser uma pessoa que não conserve nenhuma verdade do passado, porque aí seria negar que existe qualquer verdade. No fundo, é isso que o capítulo quer ensinar. Por isso que ele vai mostrar que o espiritismo faz a mesma coisa. O espiritismo faz a mesma coisa. Ele vai manter aquilo que era verdadeiro,

quer verdade. No fundo, é isso que o capítulo quer ensinar. Por isso que ele vai mostrar que o espiritismo faz a mesma coisa. O espiritismo faz a mesma coisa. Ele vai manter aquilo que era verdadeiro, portanto é eterno. Mas evidente que aquilo que era erro humano, ele vai destruir, ele vai combater, ele vai modificar. Então, é sempre assim, é sempre assim que funciona o progresso. Você não pode destruir tudo porque seria sempre começar do zero e inclusive jogar fora verdades. E você não pode nem dizer: "Não, nós já temos todas as verdades, não pode vir nada de novo, que aí é é ser dogmático." Então, o Cristo procedeu assim e o espiritismo procedeu assim com o Cristo. E da mesma forma que Kardec diz, o espiritismo é a mesma coisa. Se novas verdades aparecem, o espiritismo aceita. Espiritismo não é dogmático. O que a gente discorda atualmente é que aquilo que apresentam como novas verdades é que é equivocado. Mas a gente não nega a progressividade do espiritismo. A gente nega aquilo que estão apresentando como progressividade. Mas veja, percebe como ele vai clareando as coisas, né? E aí, claro, se ele falou que uma parte do que Moisés fez era a lei de Deus, lei eterna, verdade estabelecida, isso Jesus manteria. E outra parte era era uma lei temporária criada pelo próprio Moisés. Claro que agora ele vai mostrar isso, né? Ele vai começar mostrando aquilo que é lei de Deus. Por isso que ele vai citar os 10 mandamentos. Vamos ler agora [roncando] os 10 mandamentos. A lei de Deus está formulada nos 10 mandamentos. Então, nota, a parte da lei de Deus, ele atribui aos 10 mandamentos. Então você você tem você poderia se perguntar assim: "Mas como é que você sabe para saber o que que é lei de Deus e o que que é lei humana, né? Como é que você faz para fazer essa divisão? Ora, você tem que analisar aquilo que está conforme a lei natural. Para você saber o que é lei de Deus e é eterno e aquilo que é uma invenção humana, você precisa estudar as leis naturais. Você precisa, você precisa

ue analisar aquilo que está conforme a lei natural. Para você saber o que é lei de Deus e é eterno e aquilo que é uma invenção humana, você precisa estudar as leis naturais. Você precisa, você precisa estudar a natureza. Por isso que você precisa de uma ciência, aquilo que é atemporal, aquilo que serve para todos, aquilo que não tem preconceito, aquilo que não tem tendência nenhuma só para um grupo de pessoas. Aquilo que é genérico e serve para todos é de Deus. Aquilo que só tem sentido para um grupo de pessoas ou para uma época, não é de Deus. Certo? Vamos ler a a vamos ler os 10 mandamentos. Depois eu eu leio a pergunta do Sérgio, né, que é uma pergunta eh muito interessante, porque eu sei que tem muita gente falando sobre isso agora. E primeiro só eu só vou ler as os 10 mandamentos aqui e depois eu pego a questão dele. Então a gente já conhece, né? A nossa a maioria de nós conhece os 10 mandamentos. Então vai Kardec vai citar: "Eu sou o Senhor vosso Deus que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis diante de mim outros deuses estrangeiros. Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo da terra, nem do que quer que esteja nas águas sobre a terra. Não os adorareis e não lhes prestarei culto soberano. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor vosso Deus. Então, lembra aqui, ele tá se referindo exatamente à ideia [roncando] de você adorar a Deus e não adorar vários deuses, né? Mostrando a ideia do monoteísmo, mostrando uma ideia que a gente estuda lá no livro dos espíritos, como não faria nenhum sentido ter vários deuses, né? você teria uma contradição enorme nas leis do universo. E você vê que as leis são as leis são únicas, as leis elas têm um um equilíbrio que se você tivesse vários deuses não haveria estabilidade nenhuma. Então, quando Moisés coloca a ideia de adorar ao único Deus, veja, por isso que é uma lei eterna, porque é uma verdade eterna, né? Eh, a mesma coisa, lembrai-vos e santificar o dia de sábado, que é a

Então, quando Moisés coloca a ideia de adorar ao único Deus, veja, por isso que é uma lei eterna, porque é uma verdade eterna, né? Eh, a mesma coisa, lembrai-vos e santificar o dia de sábado, que é a ideia de você eh eh ter algum tipo de adoração, né? mostrando que a pessoa que não adora Deus, ela está indo contra uma lei natural, né? Honrai o vosso pai e vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará. A gente vai ler sobre isso depois, eh, porque isso é uma lei eterna, né? Você não pode deixar de cumprir com seus compromissos familiares na terra. Por isso que isso também vai ser uma lei moral. é uma é uma lei eh é uma lei moral também eh eh universal, né? Não mateis, não cometais adultério, não roubeis. Olha, são são indicações morais que são atemporais, né? Você não pode tirar elas e e ter uma sociedade justa, equilibrada e feliz. Por isso que elas são consideradas leis de Deus, né? Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo. Não desejeis a mulher do próximo. Vejam que são todas questões que faltam com a justiça, né? Não cobiceis a casa do próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu aso, nem qualquer das coisas que lhe pertencem. Aí explica por que isso são leis de Deus. Atenção, isso é muito importante, né? Isso é muito importante. Aí eu quero ler isso, me fixar nisso e aí passo pro Lauro e depois lei a questão do Sérgio. Aqui que vem o ponto chave. É de todos os tempos e de todos os países essa lei e tem, por isso mesmo caráter divino. Então aqui Kardec explica pro leitor o que que é uma lei de Deus. Ela tem que ser de todos os tempos e de todos os países. Ela tem que ser para todos atemporal e impessoal. Isso exatamente é o que caracteriza a verdade. Qualquer coisa que eu tente eh eh olhar com algum viés temporal ou de pessoas, não é eterno, não é de Deus. Então essa é a característica da lei de Deus. Ela é para todos em todos os tempos. como hoje é exatamente o que a os filósofos, os cientistas, os

s temporal ou de pessoas, não é eterno, não é de Deus. Então essa é a característica da lei de Deus. Ela é para todos em todos os tempos. como hoje é exatamente o que a os filósofos, os cientistas, os legisladores tentam fazer. Ou seja, quanto mais a lei for genérica e atemporal, melhor é esta lei. Mais ela representa a verdade, né? Então é assim que você considera um algo de algo divino. Então vejam, isso aqui é muito importante porque isso está sendo debatido hoje no movimento espírita. O movimento espírita não entendeu porque Kardec pega Moisés e Jesus. E por que que ele considera isso lei de Deus? O próprio movimento espírita acha, não, Kardec ele era um europeu judaico cristão e aí ele sofreu uma influência e é por ah, ele desprezou as outras culturas, as outras religiões. A pessoa não entendeu. Pelo contrário, o que Kardec está fazendo é justamente [limpando a garganta] construindo uma moral universal. É o contrário. Enquanto tentam colocar em em Kardec uma limitação e um preconceito, é o oposto disso. Ele está preocupado em criar uma doutrina moral universal. E aqui ele apresenta o critério todos os tempos e todos os países a lei, por isso mesmo, tem caráter divino. Todos os países, todos os tempos. E as pessoas me escrevem criticando Kardec porque ele foi influenciado por algo temporal, local, eurocêntrico. Aqui só com essa frase a gente já vê que isso é uma mentira, né? Então, por que que determinadas doutrinas Kardec não leva em conta? Porque elas têm características temporais ou locais? justamente para não criar uma doutrina temporal e local e que, portanto, não representa a lei eterna, a verdade, não representa o caráter divino. Ele não considerou. Tanto é que, vejam, ele não está colocando tudo que Moisés disse como lei de Deus. A maior prova que é uma mentira, ai Kardec e sofreu uma influência europeia judaico-cristã. Tanto isso não é verdade pelo que a gente acabou de ler, que ele mesmo está dizendo nesse capítulo um da abertura do evangelho que ele não vai aceitar tudo

freu uma influência europeia judaico-cristã. Tanto isso não é verdade pelo que a gente acabou de ler, que ele mesmo está dizendo nesse capítulo um da abertura do evangelho que ele não vai aceitar tudo que Moisés colocou como sendo de Deus. A maior prova que é o contrário disso, que ele não sofreu influência. Ele está, pelo contrário, tirando a influência. Aquilo que eu não puder tornar atemporal e genérico, Kardec diz: "Não é bom não. Eu não posso considerar algo divino e eterno". Então é o contrário do que acusam Kardec. E Kardec vai fazer a mesma coisa com o Cristo. Ele vai pegar da doutrina do Cristo que não deixou nada escrito. Ele vai pegar os evangelhos e vai mostrar: "Olha, tudo que eu puder tirar dos evangelhos que faça uma doutrina universal, eu vou considerar verdadeiro como vindo do Cristo." Tudo aquilo que cria divisões, privilégios, preconceitos, eu não considero como sendo do Cristo. Exatamente. O que acusam Kardec é o contrário do que ele fez. É o contrário. Ele foi o que se preocupou em fazer uma doutrina moral universal. Então, pro espiritismo, a moral do Espiritismo, ela não é uma moral pros espíritas, pro brasileiro, pro europeu, pro cristão, pro judeu, não. É uma moral universal, que é exatamente o contrário do que acusam Kardec e a gente está vendo, estudando juntos, que é falso, é falso. Portanto, as alegações que o senhor Elias Morais, o senhor Carlos 7, o senhor Bruto Zabel tratam desses temas são falsas. É só ler o que a gente tá lendo aqui. Kardec não teve influência e nem teve preconceito, pelo contrário, ele está acabando com a influência e o preconceito. Ele está criando uma doutrina universal. É exatamente por isso que ele não vai dar bola para tudo que ele ele não vai considerar tudo que Moisés falou, nem tudo aquilo que atribuíram a Jesus, assim como ele vai fazer com outros escritos, assim como a gente viu nos últimos estudos sobre o resumo da doutrina do Sócrates e Platão. Ele dá interpretações, ele corrige. Então, como é que eu vou dizer que

mo ele vai fazer com outros escritos, assim como a gente viu nos últimos estudos sobre o resumo da doutrina do Sócrates e Platão. Ele dá interpretações, ele corrige. Então, como é que eu vou dizer que Kardec foi influenciado se ele está fazendo algo novo e justamente corrigindo? Então, esses escritores que eu citei não entenderam e a gente tá estudando juntos aqui. E isso já tem uma ligação com o que eu quero tratar depois do Sérgio, mas eu vou ler até o final e passo para ti. Ló todas as outras leis que Moisés decretou, olha a prova de que Kardec não teve uma influência judaica. Ele está desmembrando e pegando só aquilo que a ciência espírita e a razão colocam como genéricos. Olha só, todas as outras são leis que Moisés decretou obrigado que se via a conter pelo temor um povo de seu natural turbulento, indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos adquiridos durante a escravidão do Egito. E vejam que Kardec ao negar essa parte humana de Moisés, ele não está criticando Moisés, porque ele explica, Moisés teve que criar essas leis diante do povo extremamente primitivo e preconceituoso que ele tinha que liderar. Se ele não criasse leis rígidas, fortes, que controlasse aquele povo pelo medo. A única coisa que controlava aquele povo indisciplinado, preconceituoso, primitivo, era o medo. Por isso que ele tem leis ameaçadoras, inclusive por isso que ele atribuiu essas leis também a Deus, porque senão aquele povo não iria obedecer. Por isso que é uma coisa que Moisés era o que Moisés podia ter feito na época. Claro que depois que você tem condições de obedecer pela razão, não mais pelo medo, aí você abandona essas leis e entende que elas não são de Deus, elas são necessárias para aquele contexto, mas aquilo que é eterno você mantém. Olha o bom senso de Kardecus. E aí esse povo que não entendeu critica exatamente aquilo que é uma virtude em Kardec e atribui a Kardec influências e preconceitos que é exata. Repitame. Me perdoe, Lauro, e vocês que

so de Kardecus. E aí esse povo que não entendeu critica exatamente aquilo que é uma virtude em Kardec e atribui a Kardec influências e preconceitos que é exata. Repitame. Me perdoe, Lauro, e vocês que estão ouvindo, por que eu tô insistindo, porque eu estou mostrando com os textos que é exatamente o contrário. Portanto, esses livros que criticam Kardec estão mentindo, estão enganados. Porque às vezes falar que tá mentindo pode achar que o eu tô querendo dizer que o autor quis mentir. Não, o autor não entendeu. E aí ele reproduz uma falácia. [roncando] A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus. Exatamente. Ele tá, ele tá justificando o que que Moisés fez. Embora ele vá modificar e vá ter condições de separar. Moisés fez isso por essas razões necessárias naquele período. Mas agora eu tenho que separar o que que é eterno do que que era só necessário naquela época. Ó, eh, a autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus, mas só a ideia de um Deus terrível podia impressionar criaturas podiam impressionar criaturas ignorantes, em as quais, ainda pouco desenvolvido, se encontrava o senso moral e o sentimento de uma justiça reta. Então, claro, por isso que a gente tem, olha o Kardec explicando inclusive o Deus terrível do Antigo Testamento. Claro que Moisés tinha que escrever daquela maneira. Não é que Deus seja assim, é que se o Moisés não cria essa imagem, eles não iam obedecer nada. Eles não iam ter um mínimo de civilidade e desenvolvimento. Olha o bom senso de Kardec analisar corrigindo, mostrando o erro e justificando e argumentando e mostrando só aquilo que ele vai pegar e manter. Assim como o próprio Cristo. É evidente que aquele que incluíra entre os seus mandamentos este não matareis, não causareis dano ao vosso próximo, não poderia contradizer-se, fazendo da exterminação um dever. As leis mosaicas propriamente ditas revestiam, pois, um caráter essencialmente transitório. Então, vejam, ele faz uma divisão simples, racional, justifica, fundamenta e deixa claro.

rminação um dever. As leis mosaicas propriamente ditas revestiam, pois, um caráter essencialmente transitório. Então, vejam, ele faz uma divisão simples, racional, justifica, fundamenta e deixa claro. Isso é o que Kardec faz. Aí os críticos de Kardec atribuem a ele o contrário e apresentam algo confuso e contraditório que Kardec não não fez. Percebe, Lauro? Passo para ti. >> E essa ideia, Michel, de de atribuir a a Kardecito, eh, né? E a gente tá vendo isso aí, por exemplo, eh, ah, Kardeca, por exemplo, Buda, não cita outras culturas e outras religiões. Eh, é é fruto de, como você citou, de não ter entendido isso que Kardec tá tá tá dizendo. Mas a minha pergunta fica assim, bom, eu tenho por mim que Kardec estudou, tinha conhecimento dessas dessas religiões, dessas culturas. né? Tanto é que ele chega ao Cristo porque eh ele percebeu que o ensinamento do Cristo, a moral ensinada pelo Cristo, ela se identificava plenamente com a que era ensinada pelos espíritos. Então eu posso dizer que isso é uma pergunta, posso dizer que eh Kardec tinha conhecimento dos ensinamentos dos líderes de outras religiões, de outras personalidades do passado, eh que não, ela elas não se alinhavam com os ensinamentos dos espíritos. Poderia levar por esse por essa ideia, Michel? Claro. Primeiro que os autores que dizem que Kardec ignorou outras religiões e outras culturas não leram a obra de Kardec. É o primeiro ponto. É o primeiro ponto. Porque esta afirmação é falsa. Esse é o primeiro ponto. A pessoa que acha que Kardec não tratou de outras religiões, outras revelações, não leu a obra de Kardec, porque isto é falso. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é por que Kardec vai desenvolver as do Cristo e não as dos outros. A primeira resposta que eu diria que ela é simples, mas ela é é apesar de simples, ela é verdadeira. Se eu diria para quem pergunta aí, se você tivesse lido a obra completa de Kardec, você saberia. Você tá fazendo uma pergunta pro autor, mas você não foi ler o autor, né?

de simples, ela é verdadeira. Se eu diria para quem pergunta aí, se você tivesse lido a obra completa de Kardec, você saberia. Você tá fazendo uma pergunta pro autor, mas você não foi ler o autor, né? Esse é o primeiro problema. A pessoa pergunta, mas não leu. Eu sempre uso umas umas uns exemplos toscos, mas por que que eu faço isso? Porque o exemplo tosco ajuda a mostrar o quanto o movimento espírita é tosco. Por isso que eu faço esse exemplo. É a mesma coisa, Lauro. Eu sempre uso esse exemplo. Chega a ser chato. Imagina o filme Titanic. Um dos maiores sucessos do cinema, que eu acho que todo mundo assistiu o filme Titanic. Se a pessoa tá aqui, não assistiu o filme Titanic, morava em em Marte, não na Terra. Vamos pegar o filme Titanic. É como se eu dissesse assim, imagina eu chegar pro diretor do filme e dizer assim e até meio indignado. Escuta aqui, por que que você não explica porque o navio afundou, hein? Por que, hein? Por que que você não explica porque que o navio afundou? Hã? Hein? O diretor do filme diz assim: "Ele não viu o filme, né? Ele não viu o filme. Porque para me perguntar por que que você não explicou no filme porque que o navio afundou, ele não viu o filme. Qualquer pessoa que assistiu o filme diria exatamente isso, pois é assim que os espíritas fazem. ou os críticos do espiritismo, que agora espírita e crítico de Kardecou a ser a mesma coisa, né? Os próprios espíritas são os inimigos número um de Kardec. Aí você vê as coisas que os espíritas estão questionando Kardec, você vê assim: "Não leu Kardec". E pior, sabe o que que é pior? Eles confirmam isso. Eles não leram. Aí você vai conversar com o pessoal: "Ah, é que eu eu li o o o livro dos espíritos e eu li o livro dos do do Evangelho aberto a casa, no evangelho no lar". É com essas pessoas que eu tenho que debater. A gente tá há 20 anos, todos os dias estudando sem parar as 23 obras de Kardec, virando do avesso. E os meus grandes debatedores não leram duas obras de Kardec. Os grandes críticos da obra de Kardec

. A gente tá há 20 anos, todos os dias estudando sem parar as 23 obras de Kardec, virando do avesso. E os meus grandes debatedores não leram duas obras de Kardec. Os grandes críticos da obra de Kardec dizem coisas que Kardec não disse, atribui a Kardec coisas que Kardec não fez. Esse é o nível das pessoas que estão escrevendo o livro e dizendo que estão corrigindo Kardec, que aliás é uma fala do Carlos 7 no livro novo dele, né? Eu farei uma análise desapaixonada. Aí você vai ler as coisas que ele escreveu, você diz assim: "Meu Deus, quanto mais eu leio o livro novo do Carlos, eu a o a conclusão que eu chego é o seguinte: ele estudou sozinho as obras de Kardec e provavelmente ele não teve um grupo com pessoas que conheciam bem Kardec para ajudar ele a entender. Ele me parece muito alguém que tivesse estudado física pelo Google e fosse debater com um PhD em física num congresso de física. É o que tá me parecendo. Aí você vê o cara não entendeu. Então esse é o primeiro ponto. Kardec trata dos das outras religiões. Então por que que Kardec desenvolve Jesus? Por dois motivos. Atenção. E aí eu já vou entrar na pergunta do Sérgio que tá ligado a isso. Kardec desenvolve Jesus primeiro porque os fenômenos espíritas, através da ciência espírita mostraram que os ensinamentos do passado que mais se aproximavam das leis naturais reveladas pela ciência espírita foi a doutrina do Cristo. as outras entravam em choque. Não totalmente. Claro que não totalmente. Agora, se eu tenho, agora vem o segundo, a segunda razão. Eu tenho uma teoria que mais se aproxima da ciência espírita e falando dessa teoria e desenvolvendo ela, eu já abroo já têm. Para que que ele iria abordar outros autores com mais profundidade? Não faz nenhum sentido. Para que que ele ia ficar repetindo? Ele ele teria que pegar 20 autores, separar o que que concorda com o espiritismo, do que que discorda, pegar o que concorda, desenvolver. Mas pera aí, se eu pegar o Cristo, eu já tenho uma doutrina que abrange todos os

pegar 20 autores, separar o que que concorda com o espiritismo, do que que discorda, pegar o que concorda, desenvolver. Mas pera aí, se eu pegar o Cristo, eu já tenho uma doutrina que abrange todos os outros naquilo que tem de concordância com a ciência espírita. Então, eu não preciso. Por que que Kardec não desenvolveu outros autores? Porque não precisa. E agora eu entro na pergunta do para aprofundar isso, eu entro na pergunta do Sérgio. Aliás, Sérgio, seja bem-vindo. Não tinha visto ele aqui, acho que é a primeira vez. Se você não é inscrito, se inscreva. Se quiser participar, participar do grupo do Whats, tem o link no primeiro comentário. E se e se quiser estudar o livro dos médiuns conosco, você assigde tube. É possível uma obra ou alcorão segundo espiritismo? Então, acho, estou achando que o Sérgio não leu a revista espírita. Kardec vai analisar o Corão na revista espírita, tá? Esse é o primeiro ponto. Kardec falou do Alcorão na revista espírita. Por que que ele não fez um Alcorão segundo o espiritismo? Que é a tua pergunta. Porque primeiro o que está no Alcorão já estava no Cristo. Não tem nada que você possa desenvolver segundo o Espiritismo no Alcorão que já não estivesse no Cristo. E mais no Cristo tá mais completo. Então por isso, sabe por que que ele não fez? porque não tinha necessidade. E segundo, ele vai mostrar lá na revista espírita que o Alcorão tem alguns pontos que contradiz a ciência espírita. Então, se contradiz a ciência espírita, não é lei de Deus, não é lei eterna, é uma coisa temporária criada pelo seu profeta, pelo seu criador ou pelos seus criadores, que nem ele tá fazendo com Moisés. Por que que não tem judaísmo segundo espiritismo? Porque Kardec mostra, olha, o Cristo já desenvolveu o que Moisés falou. Então aquilo de verdadeiro que Moisés falou, o Cristo falou e desenvolveu. E tudo aquilo que tá contrário às leis de Deus ou as leis naturais que está em Moisés, não faz nenhum sentido tratar disso. Então, para que que ele vai fazer judaísmo segundo o Espiritismo?

senvolveu. E tudo aquilo que tá contrário às leis de Deus ou as leis naturais que está em Moisés, não faz nenhum sentido tratar disso. Então, para que que ele vai fazer judaísmo segundo o Espiritismo? Moisés segundo o Espiritismo? Porque falando de Jesus, ele já tá marcando tudo que tem de verdadeiro em Moisés. a mesma coisa com o Corão e a mesma coisa com outros. da mesma forma com outros autores, por exemplo, que, aliás, é uma das perguntas do Carlos 7, por que que não tem o Kardec não analisou o hinduísmo por uma razão muito simples. Não tem nada no hinduísmo que traga de novo o que Jesus já não tenha dito e a revelação espírita não tenha dito por essa razão. E tem uma terceira razão. O hinduísmo, ele tem uma linguagem totalmente metafórica e mitológica. Então significa que Kardec para verter isso para uma linguagem filosófico científica, ele gastaria um tempão para dizer a mesma coisa que ele pegando os textos simples do evangelho do Cristo, ele já diria. Então não tem nada de novo ou não tem nada que faltou tanto na revelação espírita quanto na análise da doutrina do Cristo. Não tem nada. Me cite uma co Eu quero que alguém aqui me cite uma coisa. que tenha no hinduísmo ou no islamismo que faltou no espiritismo. É por isso. Ah, mas desse jeito, dessa maneira, quem é hinduísta não vai querer saber de espiritismo. Ah, desse jeito, quem é judeu não vai querer saber do espiritismo. Ah, desse jeito quem é eh islâmico não vai querer saber do espiritismo. de novo não leu a obra de Kardec. De novo, não leu a obra de Kardec. Primeiro, isso é falso. Essa afirmação que inclusive é a inferência do Carlos VIrosa obra do Carlos VI. É falsa essa informação. Por quê? Porque Kardec vai relatar que havia espíritas, judeus, espíritas que tinham religiões orientais. Então, primeiro que isso é uma é uma mentira histórica, porque tem comprovação de Kardec mostrando que que tinha espíritas que eram dessas religiões. E segundo, meus queridos amigos, essa afirmativa de que Kardec não ter

isso é uma é uma mentira histórica, porque tem comprovação de Kardec mostrando que que tinha espíritas que eram dessas religiões. E segundo, meus queridos amigos, essa afirmativa de que Kardec não ter não não ter tido feito eh outras obras segundo o espiritismo de outras religiões, primeiro é o primeiro erro, já demonstrei a dizer que faltaria alguma coisa pro espiritismo, não falta. E segundo, ah, mas daí criaria um preconceito e uma distância. Sabe por que isso é falso? Porque o espiritismo é uma ciência. Quem transformou o espiritismo em religião foram os espíritas. Espiritismo é uma ciência. A ciência é para todos. Aliás, justamente por ser ciência que ela é impessoal, atemporal, sem preconceito, é justamente essa a vantagem do Espiritismo de Kardec. Por isso que ela serve para todos. Querem um exemplo? Ainda não tá claro. Vou dar um exemplo. Vou fazer uma perguntinha para vocês. O judeu, o cristão, o islâmico, o hinduísta, o budista? Atenção, Carlos 7, você que não entendeu, estou lhe ajudando. Vou citar de novo. O judeu, o cristão, o islâmico, o hinduísta, o budista. Não aceitam a matemática. Tem matemática pro judeu, outra matemática pro hinduísta, outra matemática pro islâmico. Não, né? Vou além. O judeu, o cristão, o islâmico, o hinduísta, o budista aceita ou não aceitam a medicina? É a mesma medicina. Ou tenho paracetamol pro judeu, outro paracetamol pro para pro cristão, outro paracetamol pro hinduísto. O smartphone, produto da tecnologia científica, tem o smartphone segundo Moisés, o smartphone segundo Jesus? Não, né? Por que que eu tô citando isso? Porque a ciência é universal, é para todos, pois o espiritismo é uma ciência. Ah, mas vai fazer os acadêmicos espíritas. Ah, mas os espíritas transformaram numa religião. É culpa de Kardec. Você tá confundindo o erro que pessoas cometeram pela sua ignorância ou pelos seus interesses. Aí a culpa é de Kardec. Então, se tiver espírita amarrando bomba no corpo e se atirando contra um prédio, vai ser a culpa de

o erro que pessoas cometeram pela sua ignorância ou pelos seus interesses. Aí a culpa é de Kardec. Então, se tiver espírita amarrando bomba no corpo e se atirando contra um prédio, vai ser a culpa de Kardec também, que foi o espírita que fez. Então é confundir causa com efeito. Ah, porque os espíritas no movimento cultural transformaram o espiritismo em religião. Mas aí é culpa dos, não é culpa de Kardec. Para Kardec, espiritismo é uma ciência. E ele diz, a gente estudou aqui, Lauro, a gente estudou, leu junto na introdução aqui do evangelho, no item um, o espiritismo não tem nacionalidade, não tem culto, é para todos, é uma moral universal. Kardec disse isso aí. Os caras escrevem livro para criticar Kardec. Ai, Kardec devia ter feito uma moral universal. O Carlos diz isso na obra. Kardec devia ter feito uma moral universal. Ele foi falar de Jesus, não entendeu. Mas é exatamente o que Kardec fez, senhor Carlos. Exatamente o que ele fez. Uma moral universal. Você que não entendeu nem os espíritas. E se tiver islâmico que não entendeu, budista que não entendeu, judeu que não entendeu, é problema deles. Não é culpa de Kardec. Então vamos parar com essa bobagem de querer criticar Kardec e na nossa crítica a gente dizer coisas que não são verdadeiras ou que não tem lógica. É ex. Kardec fez exatamente o que devia ser feito. Kardec tá certo. Ele criou uma moral universal. É uma moral universal baseada em numa ciência. Ponto. Se o fulano não aceita, se o fulano não gostou ou se os espíritas usaram errado, não é culpa de Kardec. Vocês não se julgam os bamb bambã da racionalidade, da cientificidade. Vocês estão cometendo um erro primário, que é confundir causa e efeito. CPAR Kardec pelos erros dos outros. e criticar Kardec pelos erros dos outros. Então, a gente tem que estudar, ler, refletir e saber antes, entender os porquês. Aí quando você entende, ah, agora faz todo sentido, Kardec foi muito mais simples. E disse só para terminar, Lauro, me perdoe por tá falando muito, mas só para

etir e saber antes, entender os porquês. Aí quando você entende, ah, agora faz todo sentido, Kardec foi muito mais simples. E disse só para terminar, Lauro, me perdoe por tá falando muito, mas só para porque isso é muito necessário. Só e e só para terminar, Kardec disse isso. Sabe o que que mais me surpreende? Isso que eu estou falando? Kardec disse, não é que eu tenha que deduzir, ele disse, a gente leu na introdução, item um, na introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. Esta é uma obra sem distinção de culto, sem nacionalidade para o uso de todos. É uma moral universal. Ele disse, e aí vem os Carlos da vida criticar ele por algo que ele disse. E aí o errado é Kardec. Porque os espíritas têm muitos, alguns são analfabeto funcional, não sabem ler ou não leem a obra inteira. Então, a característica de uma crítica é ser verdadeira e lógica, né? E por fim, agora eu juro que eu passo para ti, e esses caras que se apresentam escrevendo essas bobagens, se apresentam dizendo que eles são os que analisaram de uma maneira profunda e séria. Ah, faça-me o favor. 2026, o tanto que a gente estuda Kardec, tem que ficar ouvindo as pessoas falando bobagem e achando que estão corrigindo Kardec. Lauro, em em certa ocasião, em nossos estudos, nós comentamos sobre isso. Eu eu queria aqui novamente trazer esse comentário a baila. Eh, no movimento espírita ali no início do século XX, movimento espírita no Brasil, né, principalmente com o Chico e os espíritos que por ele se comunicaram. Houve um desvio muito grande da atenção do do leitor, do adepto para coisas que deveriam ser irrelevantes e dar uma atenção para aquilo que era importante, que é o estudo da moral, compreender esse essa essa moral e aplicar ela no dia a dia. Pois que a felicidade eh do espírito está ligada a isso, a aplicação dessa moral no seu na sua vida como espírito encarnado e depois como desencarnado. Bom, algo semelhante, muito semelhante, está acontecendo aí de uns tempos para cá, né? Então, hoje nós não temos mais a presença física do

sua vida como espírito encarnado e depois como desencarnado. Bom, algo semelhante, muito semelhante, está acontecendo aí de uns tempos para cá, né? Então, hoje nós não temos mais a presença física do Chico, nem do Edivaldo. E então sossegou um pouco esse essa quantidade de obras estranhas que estavam sendo produzidas, que estavam desviando, lembrando aqui a atenção do leitor, do adepto. E e agora nós estamos vendo algo semelhante, porém muito mais abrangente, que é o as redes sociais, que são os podcasts, os estudos, as lives que algumas pessoas estão promovendo. E volto a [risadas] repetir, desviando novamente a atenção do daquele que deveria estar estudando. Kardec, veja que nós estamos fazendo um estudo. O Michel, ele ele ele ele gastou um tempo grande para explicar algo que não teria necessidade se não tivessem feito o que estão fazendo, desviando a atenção das pessoas para algo irrelevante. Por que que eu digo que é irrelevante? Porque não compreenderam Kardec Elias e companhia limitada sobre explica para mim o que que é a moral segundo o espiritismo. Vamos vamos fazer um estudo sobre isso. Sempre eles vão partir para o lado do preconceito. Kardec foi eurocêntrico, preconceituoso, eh eh havia uma influência condicionado ao meio, aquela coisa, aquela bobagem de toda que nós já que o Michel já até comentou. Veja que o o que é para ser um estudo, né, da da gente começar a compreender sobre moral, muit das vezes você tem que gastar muito tempo para tentar desfazer aquilo que está sendo feito. Eu não vou dizer de má fé também, não. Eu quero crer que não é, mas que está causando um prejuízo enorme para quem quer estudar espiritismo. Porque as pessoas ficam perdendo tempo, Michel. Isso, isso é sério. As pessoas perdem tempo assistindo a esses tipos de comentários, de interpretações, em vez de estar estudando Kardec. Perdem tempo. Ah, o fulano de tal, tal de Elias, disse que Kardec foi preconceituoso, que só usou Jesus por causa da influência. eurocêntrico, blá blá blá

rpretações, em vez de estar estudando Kardec. Perdem tempo. Ah, o fulano de tal, tal de Elias, disse que Kardec foi preconceituoso, que só usou Jesus por causa da influência. eurocêntrico, blá blá blá blá. Somente os espíritos que se comunicaram eram europeus, padres, não sei o quê, blá blá blá blá blá. A gente viu isso na obra do Carl 7. Então veja pessoal, vejam bem pessoal, o tempo que vocês estão perdendo, dando visualizações desse tipo de coisas, mergulhem nesse universo chamado Allan Kardec. estude e compare por si mesmo. E aí, esses estudos nos quais nós fazemos aqui, você pode vir aqui e você lendo junto conosco na íntegra o texto, você tá vendo que o Michel não pula, ele lê na íntegra. Então você pode acompanhar, você mesmo vai tirar suas conclusões. Perder tempo, mais uma vez, perder tempo assistindo isso é perder tempo. Eh, eh, eh, eh, é se furtar ao privilégio, a oportunidade melhor de conhecer Kardecundo, né? Então, Michel, passo para você. >> É isso aí. Eh, eu até peço perdão pela indignação, mas é uma coisa assim, a gente passou 100 anos, 100 anos sem estudar Kardec, porque a gente tava afundado na FEB, no Emmanuel e no André Luiz. A gente passou 100 anos preocupado com um brau, preocupado com comida no mundo espiritual, com tortura, com aerobos, com com colônia, com não sei o quê. Essa fase terrível passou. O Chico só não comia a grama porque o emano não pedia. Porque se o Emano mandasse ele comer mato, ele ia comer. Sofreu que nem um condenado, terminou assim, ó. Morreu, sofreu até o último minuto, graças ao Emanuel. Não é que ele era um ai um santo devotado. Quem deixou ele naquele estado foi o Emanuel. Então, a gente destruiu o movimento espírita no século XX, desviando as pessoas de Kardec. Hoje a gente vai falar em Kardec. 80% das pessoas não conseguem entender Kardecidas com as ideias do André Luiz e do Emmanuel. A gente tem que primeiro limpar a podridão na cabeça da pessoa para ela conseguir enxergar Kardec, que é o mal que essas obras causam. Aí a

tender Kardecidas com as ideias do André Luiz e do Emmanuel. A gente tem que primeiro limpar a podridão na cabeça da pessoa para ela conseguir enxergar Kardec, que é o mal que essas obras causam. Aí a gente gasta um tempão combatendo essas obras. Quando elas estão caída no esquecimento, vem um outro caminhão de bobagem. É exaustivo o que os carnecistas passam. A gente termina de fazer uma reforma, uma limpeza, terminou de varrer, chega e alguém joga um caminhão de terra em cima. que a moda da vez agora é o povo da academia e o povo da política. André, Luiz, Emanuel estão ficando pro passado. A moda agora é falar de Kardec para dizer que ele é preconceituoso, que ele teve influência eurocêntrica, que ele teve influência judaicaistã, que o Espiritismo é preconceituoso, que ele só falou em Jesus e ele devia ter falado do Buda, do hinduísmo, do islamismo, que Kardec fez uma coisa do seu tempo, mas que a ciência evoluiu, que hoje a gente tem condições de de pesquisar mais. que a ciência evoluiu e que aí você vai vendo as críticas da pessoa, ela não entendeu Kardecita aqui, Elias Moraes e agora o Carlos. Só que o Carlos é a a nós estamos em 2026. Até esse momento, a maior decepção da minha vida foi esse livro do Carlos, mais do que Emanuel André Luiz, porque como é que pode uma pessoa ter feito uma obra tão extraordinária contra as que ele fez sobre ali a história do Espiritismo, a história da Gênese, a biografia de Kardec. Daqui a pouco ele resolve fazer uma obra para criticar Kardec e é um desastre. É um desastre. A única coisa que eu consigo concluir, eu vou repetir para encerrar, é que ele estudou sozinho ou com pessoas que eram limitadas no entendimento de Kardec, embora ele tenha ele tenha dificuldades na obra, ele mostra que ele tem ele tem dificuldades com conceitos filosóficos, que ele faz uma uma salada de fruta com ciência com química, biologia, eh eh astronomia, cosmologia. Ele faz uma salada que ele que ele não entendeu e fala de Big Bang e fala dos das moléculas, fala não sei, ele não

uma salada de fruta com ciência com química, biologia, eh eh astronomia, cosmologia. Ele faz uma salada que ele que ele não entendeu e fala de Big Bang e fala dos das moléculas, fala não sei, ele não entendeu. Aí ele faz umas questionamentos sobre a ideia de Deus segundo espírito. Ele não entendeu, olha quase nada nesta obra, mas acha que tá criticando Kardec. Eu não, eu não vou ser ouvido, tá? Eu sei que eu não vou ser ouvido. Isso tudo que eu tô dizendo aqui é para ficar registrado paraa história, pro futuro. Um dia alguém vai estar estudando a história do espiritismo no passado e vai dizer: "No dia tal, Kardec Tub se manifestou contra aquela obra". Inclusive, acho que as pessoas têm que comprar a obra e ler. Eu não sou um um censurador, não é um índex. Elas têm que ver com os próprios olhos, né? Mas se eu pudesse dizer alguma coisa, se eu pudesse dar um conselho pro Carlos, que eu sei que nunca vai ser ouvido, é tire essa obra de circulação, não publique, porque ela é um desastre. Aí vai causar todo uma onda de pensamentos equivocados sobre Kardec, que vai levar mais 50 anos para as pessoas refazerem, se não for mais, né? Não publique, manda lá a editora trancar e diga assim: "Pessoal, nos próximos 30 anos eu vou reestudar as obras de Kardec, seria a melhor coisa". Mas eu e eu uso um argumento para ele pensar hipoteticamente, pelo menos, imagine que eu esteja certo. Se eu estiver certo, você vai ter que fazer isso no futuro. Então já faça agora, porque se eu estiver certo, no futuro você vai se arrepender, vai ter que reparar as coisas que disse, vai ter que aí sim voltar a estudar para entender direito, só que já vai ter se passado quantos anos? Uma vida inteira. Então, lembre-se que um canal insignificante, uma pessoa insignificante lhe alertou. Para, para de escrever. Porque quanto mais a gente escreve, a gente fica viciado na na produção, né? Para de escrever e vai estudar, vai estudar tudo de novo. Eu sei que isso não vai ser ouvido, né? Mas daqui 100 anos, 200 anos,

ue quanto mais a gente escreve, a gente fica viciado na na produção, né? Para de escrever e vai estudar, vai estudar tudo de novo. Eu sei que isso não vai ser ouvido, né? Mas daqui 100 anos, 200 anos, lembra? Se eu tiver certo, ele vai chegar para mim e dizer assim: "Lembra que lá naquela encarnação tu falou?" Porque não, porque claro, cometer equívocos, eu tô falando aqui equívocos do ponto de vista intelectual, tá? Tô falando aqui de vida pessoal, a ou moralidade da pessoa, estamos falando aqui de pesquisa e entendimento de uma doutrina. Cometer equívocos a gente comete, né? A gente às vezes sustenta uma tese que fica meio incompleta, não fica muito clara ou tem algum erro de alguma coisa que a gente esqueceu. Isso é normal de quem produz livros e conteúdos. O problema é que essa obra é um desastre. Não é uma coisa que tem um errinho aqui, um errinho aqui, errinho ali. Tem as outras obras que são maravilhosas e eu vou continuar indicando. Agora essa obra, olha, foi assim a maior paulada que eu levei nos últimos tempos desde que eu estudo Kardec, viu? Porque a gente vê um cardecista tão extraordinário, importante como ele foi, ter ido para um lado completamente, e espero eu que isso não seja influência do Elias, porque o se Elias fez isso, é muito triste, tá? levou ele para interpretações que tiraram ele, tiraram ele do do cardecismo. Essa é pelo menos a minha opinião, se ela vai ser ouvida ou não. Quem tá me ouvindo tem como comparar o que eu tô dizendo e tirar suas próprias conclusões. Eu sempre digo isso no final dos meus vídeos. Eu falei, eu opinei abertamente o que eu penso que eu entendo. O resto agora é com quem tá ouvindo. Quero agradecer o Laura, a todos que aqui estiveram. Amanhã a gente continua, vamos continuar estudando essa obra maravilhosa. Hoje às 20 horas estaremos ao vivo estudando histórias reais lá do site revistaespírita. Bundon Net completando um assunto muito, uma história real agora de 2025 muito impressionante, muito linda, que é uma viúva

oras estaremos ao vivo estudando histórias reais lá do site revistaespírita. Bundon Net completando um assunto muito, uma história real agora de 2025 muito impressionante, muito linda, que é uma viúva que perdeu o marido, ficou com uma criança pequena e ela através da mediunidade segundo Kardec vai poder se comunicar com ele. História real. Hoje às 20 horas nós vamos estar estudando aqui no Kardec Tube. E amanhã estamos aqui de volta para estudar o Evangelho Segundo Espiritismo às 14 horas. Lembre-se de curtir e se inscrever se você não é inscrito. Clica no link lá para fazer parte do nosso grupo no WhatsApp. E você que quer assinar também clica no link para assinar o Kardec Tube e nos ajudar a estudar o livro dos médicos conosco. Uma boa tarde a todos. Até de noite. Eu passo pro Lauro também se despedir. >> É isso aí. É isso aí. Eh, vamos estudar Kardec, né? Eu vejo, hoje nós vamos estudar esse esse esse belo artigo que está na revista espírita.net, como o Michel comentou, né? Vamos continuar, vamos dar mais um passo adiante, que esse é o propósito, é compreender, né, eh eh essa moral, como foi dito, como aplicar essa moral para que depois, como espíritas a gente possa estar aí numa condição melhor, né, a vida futura, como conforme ela foi eh anunciada pelo Cristo, prometida pelo Cristo, né? Então, nós precisamos parar de perder tempo com bobagens. Michel, obrigado. Obrigado a a todos vocês que estão conosco e nos vemos daqui a pouco às 20 horas. Um abraço a todos.

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