43 - Sócrates e Platão, precursores da ideia cristã e do Espiritismo (item IV) - PARTE 7 | ESE

CanalFEP 12/03/2026 1:09:34

Faça parte do nosso grupo do Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/FsCW4lq8TENKxFkg3srIJw?mode=hq2tcla Estudo diário da obra de Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, de segunda à sexta, ao vivo às 14h no Youtube, canal Kardectube com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (Canal Estudar Kardec) Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo #espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5335856681385984

Transcrição

Uma boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e nós estamos estudando a obra de Allan Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo. Estamos na introdução da obra Evangelho Segundo o Espiritismo, no finalzinho da introdução, no último item da introdução, onde Kardec analisa um resumo da doutrina de Sócrates e Platão, mostrando que já estava em Sócrates e Platão os princípios que depois se desenvolveriam. no cristianismo e no próprio espiritismo. Nós estudamos o Evangelho Segundo Espiritismo aqui todos os dias de segunda sexta às 14 horas. E além disso também estudamos cada noite temos um estudo diferente em torno da obra de Kardec, totalizando 10 lives semanais, duas lives por dia. Segunda-feira à noite, estudamos o livro dos espíritos. Terça-feira à noite, às 19:30 estudamos criticamente a obra nosso lar. Hoje, quarta-feira, estudamos às 20 horas a obra que é o Espiritismo de Kardec. Quinta-feira às 20 horas estudamos o site revistaespespírita.net. Se você não conhece esse site, digite aí depois revistaespespírita.net, net. Você vai se surpreender. Nós estudamos o que está nesse site toda quinta-feira e na sexta-feira às 20 horas estudamos o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns, que é ao vivo aqui no YouTube na sexta às 20 horas, é somente para assinantes do Kardec Tube. Então se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, você assina o Kardec Tube. Para você assinar o KardectTube, você clica aqui em seja membro no canal ou vai no link que está na descrição do vídeo e você consegue assinar. Se tiver dificuldade, deixa um comentário que a gente ajuda você a assinar. Assinando, você vai estar ajudando o Kardec Tube a se manter, a manter seus custos, a adquirir novos equipamentos. Por exemplo, agora a gente está pretendendo adquirir um microfone sem fio para fazer vídeos externos sobre espiritismo. E você ajuda também o Kardec Tube a crescer assinando. E em troca a gente proporciona o estudo do livro dos

está pretendendo adquirir um microfone sem fio para fazer vídeos externos sobre espiritismo. E você ajuda também o Kardec Tube a crescer assinando. E em troca a gente proporciona o estudo do livro dos médiuns. Nós temos uma meta chegar até o final de 2026 em 100 assinantes. Já estamos indo para 50 já em março. Assim que nós em 50 assinantes, a gente também além do estudo vai proporcionar um sorteio de um livro espírita por mês entre os assinantes. Então, assine o Kardec Tube, ajude o Kardec Tube em troca, estude conosco e em breve concorra também a livros espíritas de qualidade. Lembrando que tudo que a gente faz aqui fica gravado, você tem acesso na playlist e não conseguiu assistir ao vivo, você tem acesso tudo gravadinho depois. São 10 lives semanais. E por fim, nós temos agora também um grupo no WhatsApp. Esse grupo é para todos, é de graça, é aberto. Basta você clicar aqui no primeiro comentário que está fixado aqui na live, tem um link ali, você clica nesse link, você vai cair direto no nosso grupo no WhatsApp e aí vai pedir aqui para eu autorizar. Leva um tempinho até eu ver, eu autorizo, você entre. Então você pode todos os dias ter acesso ao que a gente tá produzindo, comentando, trocar dúvidas, trocar textos lá no nosso grupo do WhatsApp do Kardecube. Então clique nesse link, entre no grupo do WhatsApp, compartilhe esse link, convide quantas pessoas e a pessoa que você quiser. Esse é aberto para todos. E você que tá chegando aqui pela primeira vez, além de tudo isso, além de assinar o canal, além de participar do nosso grupo do Whats, se inscreva no canal, né? Isso é rapidinho também. Você clica aqui em inscrever-se, vai tá ajudando muito. E curta esse vídeo e participe pelo chat, tire suas dúvidas e traga comentários. Se você, antes de assinar o canal, você quer ter uma ideia como é que funciona o estudo do livro dos médiuns, a gente liberou. Você vai na playlist aqui do estudo do livro dos médiuns no Cardecube. A aula um e a aula 10 estão liberadas publicamente. Qualquer um pode

que funciona o estudo do livro dos médiuns, a gente liberou. Você vai na playlist aqui do estudo do livro dos médiuns no Cardecube. A aula um e a aula 10 estão liberadas publicamente. Qualquer um pode ver aí você vê como é que funciona e pode assinar e participar, ter acesso às demais e as que vão acontecer ao vivo juntamente conosco. Tudo isso eu faço com a ajuda do meu irmão, do meu amigo do canal Estudar Kardec, Lauro Rodrigues, da qual eu passo a palavra agora também para ele dar as boas-vindas e seus recados. >> Obrigado, meu amigo. Boa tarde, Michel. Boa tarde aos nossos companheiros de estudos, fiéis companheiros de estudos que estão sempre nos acompanhando, nos ajudando com bons comentários, boas perguntas, né? E isso enriquece o estudo e a pigimenta ainda mais, né? Ah, o estudo. Então, eu desejo aí que tenhamos um bom estudo e sejam sempre bem-vindos para o estudo. Michel, >> é isso aí. O pessoal já tá chegando aqui. Temos o André Luiz, nosso nosso amigo aí já de algumas lives. Seja bem-vindo. Temos a Eline, que é nossa amiga e assinante. Seja bem-vinda. O Daniel também amigo e assinante. Tempo bom aqui no Rio de no Rio de Janeiro, sem calor, finalmente. Coisa rara, né? E temos também a Luciana, que é a nossa amiga e também a assinante. E a Marta. Seja bem-vinda, Marta. Aí já é já tem algumas lives que ela tem. Pado seja bem-vindo. Bom, nós estamos estudando os itens lá. São 21 itens em que Kardec analisa a doutrina do Sócrates e Platão. Mas vem a calhar um assunto que eu quero reservar o início da nossa live pra gente comentar. vem, faz parte exatamente disso, um algo que nós nós visualizamos hoje pela manhã e eu quero trazer paraa live aqui. Vejam, Kardec está analisando a doutrina de Sócrates e Platão. E para isso ele deixa muito claro que ele vai, para analisar Sócrates e Platão, se utilizar da filosofia espírita. Então, os óculos, a lente, a teoria em que Kardec vai se basear para analisar e interpretar a doutrina de Sócrates e Platão, evidentemente que é a

Sócrates e Platão, se utilizar da filosofia espírita. Então, os óculos, a lente, a teoria em que Kardec vai se basear para analisar e interpretar a doutrina de Sócrates e Platão, evidentemente que é a teoria espírita que ele usa como base, como premissa. E graças às premissas espíritas, ele consegue fazer interpretações da doutrina de Sócrates e Platão, que confirmam os princípios do próprio espiritismo já na época de Sócrates e Platão. E claro que ele vai analisar em Sócrates e Platão assuntos que t a ver com a teoria espírita que ele usa de base para analisar Sócrates e Platão. Então, por exemplo, como Sócrates e Platão falam da alma, falam da moral, falam da vida futura, ele vai usar a ciência espírita que trata da alma, da moral e da vida futura para poder fazer interpretações sobre esses assuntos em Sócrates e Platão. O que que eu estou querendo dizer com tudo isso? É que é assim que funciona uma análise crítica. Toda vez que você faz análise crítica de alguma coisa, você se utiliza de alguma base, de algum ponto. Não existe análise crítica sem base de apoio, sobre premissa, sobre eh base teórica. Você sempre parte de alguma coisa para analisar, você sempre se apoia em algo para analisar. No caso, Kardec usa a doutrina espírita para analisar assuntos espíritas tratado por tratados por outros autores, no caso aqui Sócrates e Platão. Mas ele vai fazer isso com dezenas de autores, usando a ciência espírita para analisar os assuntos da ciência espírita tratada por outros autores. É assim que funciona uma verdadeira boa crítica analítica que a gente pode fazer para tudo. É assim. Por exemplo, se eu vou analisar qualquer coisa, eu tenho que me perguntar ou mostrar na minha análise. Eu tô me baseando em que para fazer essa análise? Só na minhas opiniões pessoais não tem nenhum valor. Opinião pessoal tem o valor de uma opinião pessoal. Ah, eu estou usando a ciência da química para analisar processos químicos. OK. Eu tô usando então as premissas da ciência química. Eu tô utilizando a física. Eu tô

tem o valor de uma opinião pessoal. Ah, eu estou usando a ciência da química para analisar processos químicos. OK. Eu tô usando então as premissas da ciência química. Eu tô utilizando a física. Eu tô utilizando que teoria para analisar outra teoria, outro autor? Eu sempre preciso de alguma teoria, de algum monto de partida para analisar. É isso que vai dar peso e autoridade paraa minha opinião. Por exemplo, se eu não posso usar a física para opinar sobre gastronomia, por exemplo, veja, não faz nenhum sentido, porque a gastronomia não trata da física. Então, eu tô usando uma análise, um ponto de de referência que não serve para analisar o objeto que eu pretendo opinar. Então, não faria nenhum sentido eu fazer análises usando um ponto de partida equivocado ou premissas equivocadas. É assim que funciona para qualquer área. Você não chama um músico especialista em violão para analisar um raio X. para analisar um uma ressonância magnética, né? Porque a a base teórica da música não serve para nada, para analisar um raio X ou uma ressonância magnética. Estão percebendo que eu tô querendo falar? Então, Kardec para analisar Sócrates e Platão, ele usa a doutrina espírita que trata de assuntos que Sócrates e Platão trataram. E o espiritismo e e Kardec pode dar aquelas interpretações porque tá usando como base doutrina espírita. Por que que eu tô dizendo tudo isso? Porque saiu agora, essa semana um novo livro do Carlos S Bastos, autor dos excelentes e excepcionais livros, Spit Sovestigação, Biografias de Kardec sobre investigação e o livro que ele escreveu junto com a Dair Ribeiro e com a Luciana Farias, que se chama A gênese da polêmica aos fatos. Essas três obras da qual da das quais uma é em conjunto com a Luciana Farias e com o Adair Ribeiro e as outras são do próprio Carlos 7, prestem atenção nas minhas palavras. Essas três obras que eu citei são obras excepcionais que mudaram o padrão de qualidade da história do espiritismo. Graças ao Carlos VI Bastos, a gente tem três obras excepcionais.

nas minhas palavras. Essas três obras que eu citei são obras excepcionais que mudaram o padrão de qualidade da história do espiritismo. Graças ao Carlos VI Bastos, a gente tem três obras excepcionais. O que tem de melhor sobre a história do Espiritismo e a história de Kardec Bassos. Então são obras de extrema qualidade, extrema qualidade. Toda vez que alguém quer saber sobre a história do espiritismo, eu digo: "Leia Carlos S Bastos". É o que tem de mais sério, de mais qualidade sobre o assunto. E a própria pessoa do Carlos, inclusive, ele já fez até lives aqui para nós, né? é uma pessoa educadíssima, um sujeito simpático, educado, sério, honesto, comprometido. Então, em nome da verdade de justiça, cabe ao Kardec Tub, ao ao tratar do assunto fazer todas essas ressalvas. Agora, essa semana, o Carlos lançou um livro novo intitulado Além da Fé raciocinada, uma análise crítica da obra de Kardec. através da editora CCDPE, né? Você consegue achar na Amazon esse livro para Além da Fé raciocinada, Carlos S Bassos. Aliás, eu já deixo aqui, compre esse livro, leia esse livro, porque toda a crítica tem que ser indicando o livro, né? Então, comprem, é lançamento. Não tem ainda versão física, só tem a versão ebook. Lembrando todas as considerações que eu falei sobre a pessoa do Carlos e sobre as obras que ele escreveu. Dito tudo isso, eu já quero fazer um comentário porque eu comecei a ler hoje. Michel, quiser compartilhar aí. >> É, não, mas é melhor não mostrar porque questão de direito autoral, né? Eu vou só citar. >> Não, não, mostrar a capa. >> Mostrar a capa. Vou mostrar a capa pro pessoal quando for comprar lá na Essa é a capa do livro, ó. Então, comprem lá na Amazon. Só tem a versão ebook, não tem ainda versão física, mas vocês já podem comprar. Tá lá o nome em cima, Carlos S basso, além da ferra raciocinada, uma análise crítica da do Kardec. Ali embaixo tá a editor, você encontra na Amazon para comprar. Dito isso, tudo que eu falei, onde é que eu quero chegar? Eu li os dois prefácios da obra

raciocinada, uma análise crítica da do Kardec. Ali embaixo tá a editor, você encontra na Amazon para comprar. Dito isso, tudo que eu falei, onde é que eu quero chegar? Eu li os dois prefácios da obra a recém. Comecei ler hoje, ler só os dois prefácios da obra. E eu o meu comentário específico neste momento, então prestem atenção nas minhas palavras. O meu comentário específico neste momento é sobre o segundo prefácio que é do senhor Bruto Zabel, doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo, da USP, e professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Wi senor Bruto Isabel, autor do segundo prefato dessa obra que a gente acabou de mostrar. Eu quero começar comentando sobre esse prefácio desse senhor, dizendo de uma maneira bem clara para que fique registrado paraa história do espiritismo aqui através do Kardec Tube. Essa é, esse é o editorial do Kardec Tube, né? É desastroso o prefácio desse senhor. Desastroso o prefácio do senhor Bruto Isabel. tratando do espiritismo. Eu começo a manchete desse editorial dizendo isso. É um desastre, é ruim, é mal escrito, mas a melhor palavra que eu achei desastroso. E digo mais para mim, o desserviço que esse prefácio causa no meio espírita é pior do que o desserviço das obras do Emânuel e do André Luiz. E eu justifico, porque o Emân André Luiz são espíritos que se comunicam através da mediunidade. Eles não têm compromisso nenhum com a verdade. Nenhum com a verdade, com a seriedade, com a profundidade, com os critérios de como se escreve um texto. Então eu não espero nada do Emânu e do André Luiz, porque eles não têm esse compromisso, tanto que eles não entregam nada de qualidade. Agora o texto do senhor Bruto Zabel é pior porque ele é uma pessoa qualificada para saber que para eu falar de um assunto eu tenho que falar com conhecimento de causa, com profundidade e com fundamentação, porque ele é alguém que tem um gabarito para saber que é assim que se escreve um texto. O Emanuel André Luiz não tem gabarito nenhum. Por isso que eu, a

de causa, com profundidade e com fundamentação, porque ele é alguém que tem um gabarito para saber que é assim que se escreve um texto. O Emanuel André Luiz não tem gabarito nenhum. Por isso que eu, a minha crítica é mais veemente ao texto do senhor Bruto Isabel do que ao próprio texto do Emmanuel do André Luiz. E por isso que eu digo que causa mais mal, porque ele tem obrigação de ser criterioso, porque ele sabe que isso é um requisito mínimo para se escrever um texto científico filosófico. E como ele tem, porque ele é um doutor em filosofia e um professor do ITA, então ele sabe disso. Então, quando ele escreve as bobagens que ele escreve neste prefácio, ele está indo contra o que ele mesmo é preparado e sabe que deveria ter feito diferente. E mais grave ainda, porque a obra se propõe a justamente criticar as pessoas que não estudam direito. A obra se propõe justamente a criticar as pessoas que não fazem um estudo de qualidade. A própria obra que se propõe a fazer isso tem um prefácio de um senhor que faz exatamente aquilo que ele está criticando nos outros. E alguém que tem preparo sabe disso. É desastroso e não fundamentado e contraditório com a obra de Kardec. O prefácio, o segundo prefácio do senhor Bruto Zabel, presente na obra para além da Ferra Assassinada do Senr. Carlos S Basso, desastroso. Ele faz afirmações que ele não fundamenta e que estão em contradição com a obra de Kardec. Porque ele, e eu quero só citar um trecho desse prefácio que ele diz assim: "Como disse aqui, abre aspas pro senhor Brutos, como dissemos, apesar da pretensão de cientificidade, o espiritismo é sobretudo um discurso metafísico." Vou ler de novo a frase dele. Apesar da pretensão da de cientificidade, o espiritismo é sobretudo um discurso metafísico. Isto não é verdade. O espiritismo não só tem pretensão de ser científico, como ele é. Ele não é sobretudo um discurso metafísico. Kardec vai deixar isso claro nas suas obras. Bom, o senor Bruto Isabel tem direito de dizer o contrário?

não só tem pretensão de ser científico, como ele é. Ele não é sobretudo um discurso metafísico. Kardec vai deixar isso claro nas suas obras. Bom, o senor Bruto Isabel tem direito de dizer o contrário? Evidentemente que tem, mas ele vai ter que fundamentar. Se ele vai ter que fundamentar, ele tá se baseando em quem? Em que autor? Em que pesquisa, em que dados? Em que fenômenos para dizer o contrário de Kardec? Ele não disse, ele só afirma. Segundo ponto, ele diz assim, seguindo o texto, né? um conjunto de respostas a prementes questões existenciais. Aí vem realizado obviamente por pessoas através de conceitos historicamente condicionados em época e local determinados. Vou repetir, obviamente, por pessoas através de conceitos historicamente condicionados em época e local determinado. De novo, baseado em que premissa, em que teoria, em que base ele afirma que o espiritismo tem conceito historicamente condicionados em época e local determinados. De novo, isso contradiz a própria teoria espírita, porque a teoria espírita não vai dizer que tudo é produto da época, do local, do contexto, do meio. Isso é uma visão que não é espírita da história. Se ele tá colocando isso e é um direito dele, veja, tudo bem, mas ele não tá se baseando na premissa espírita. E de novo, se ele acha que a premissa espírita não é verdadeira e que essa que ele colocou aqui é verdadeira, onde estão os teóricos? Onde estão os fundamentos? Onde estão os dados? Ele não dá. Então ele está criticando quem não embasa racionalmente a sua crença, mas ele tá fazendo a mesma coisa, simplesmente fazendo afirmações que contradiz Kardec e ele não fundamenta. E por fim, o desastre, para completar o desastre, ele diz assim: "Sabemos, todavia, sabemos quem? Quem sabemos? Baseado em quê? Porque ele nota, ele tá afirmando, sabemos, sabemos baseado em quem, senhor Bruto Isabel, que Kardec teve pouco tempo e poucos recursos para pesquisar, investigar, interpretar, escrever e editar suas obras. Ademais, olha o que ele diz

sabemos, sabemos baseado em quem, senhor Bruto Isabel, que Kardec teve pouco tempo e poucos recursos para pesquisar, investigar, interpretar, escrever e editar suas obras. Ademais, olha o que ele diz agora. Comprometeu-se a realizar uma missão irrealizável por um único indivíduo. Quem disse isso, senhor Abel? que a missão que Kardec se comprometeu é irrealizável por um único indivíduo. É o primeiro ponto. Segundo, quem disse que era um único indivíduo? De novo, ele entra em contradição com a teoria espírita. Ele dá a entender que ele não considera verdadeiro o conjunto de espíritos superiores que ajudaram Kardec. Ele acha que não é possível que Kardec fez porque Kardec estava sozinho. Então ele não considera a verdade que os espíritos superiores existem e que realmente eram os espíritos superiores ajudando Kardec. Então nota, ele tá partindo num pressuposto materialista. Então é o que me leva a pensar. Então ele fundamenta não levando como verdadeiro as premissas do próprio espiritismo. Repito, é um direito dele pensar assim, é, mas ele tem que deixar claro que ele está indo contra o espiritismo e mais mostrar porque o espiritismo está errado. Ele não mostra, ele só afirma. Ele diz: "Obviamente sabemos. Obviamente. Então me mostre a obviade disso." Então o senhor Bruto Zabel escreve um texto mal escrito, mal fundamentado e contraditório a Kardec. E que isso fique registrado, porque esses três pontos que ele levantou, facilmente alguém que é especialista nova de Kardec consegue responder para ele. Claro que eu não espero que ele vá ouvir, né? Porque ele é um doutor em filosofia, um professor do ITA, ele não vai ouvir alguém que não tem um DR na frente do nome, que sou eu, né? Acredito que ele não vai ouvir. Sou levado a pensar que ele não vai ouvir. Acho que ele não vai ouvir porque eu sou um mísero especialista em Kardec nenhum doutorado na frente do nome, né? Mas que isso fique registrado pra verdade e pra história do espiritismo. É um desastre. Talvez se ele tivesse preocupado em

sou um mísero especialista em Kardec nenhum doutorado na frente do nome, né? Mas que isso fique registrado pra verdade e pra história do espiritismo. É um desastre. Talvez se ele tivesse preocupado em falar menos empolado e prolixo, como ele fala no texto, que eu não sei, não sei se isso é para tentar mostrar que ele é intelectual, se ele tivesse menos preocupado em falar com uma linguagem mais rebuscada no texto, ele tivesse preocupado em estudar com mais profundidade Kardec, ele teria entendido isso que a gente tá falando. Mas que fique registrado o desastre e a contradição que é o segundo prefácio da obra para além da fé raciocinada do senhor Bruto Isabel. Dito isso, eu passo pro Lauro e depois a gente dá seguimento. >> Não, Michel, sem comentários. Eu também concordo com você que é uma ideia que leva a nos leva a crer eh num pensamento materialista. Materialista. Tem assim, tem uma série de problemas aí que ao longo da leitura quem quem comprar e e refletir vai chegar a essas conclusões, né, que nós estamos tentando aqui passar, que o Michel na verdade está repassando aqui, mas eu devolvo para você, meu amigo. É isso aí. Vamos então ao texto de Kardec. Vamos aprender. Atenção, senhor Brutos. Vamos aprender com Kardec como é que se analisa um texto. Que tal a gente fazer esse exercício com Kardec, né? Diz. Então, Car, aqui é o resumo da doutrina do Sócrates e do Platão. A riqueza é um grande perigo. Todo homem que ama a riqueza não ama a si mesmo, nem ao que é seu. Ama a uma coisa que lhe é ainda mais estranha do que o que lhe pertence. Capítulo 16. Aqui o capítulo 16 que ele faz referência é o capítulo 16 da obra Evangelho Segundo Espiritismo, que é justamente o capítulo que trata da riqueza do ponto de vista moral, que a gente vai estudar lá na frente, tá? Eu acho que aqui Kardec não coloca nem comentário, né? Porque ele faz referência ao capítulo 16. Mas o que ele tá querendo mostrar, se vocês lerem o capítulo 16, não é o nosso objetivo fazer isso, porque nós vamos estudar

ec não coloca nem comentário, né? Porque ele faz referência ao capítulo 16. Mas o que ele tá querendo mostrar, se vocês lerem o capítulo 16, não é o nosso objetivo fazer isso, porque nós vamos estudar mais para frente, vocês vão mostrar que o a riqueza, do ponto de vista moral, o espírito tem que ter muito cuidado, porque como o espírito ele está temporariamente no corpo, então essa não é a vida definitiva do espírito, ele está temporariamente na matéria, ele não pode se apegar demais às as coisas da matéria, porque ele não vai ficar na matéria e porque ele tem que fazer bom uso dessa matéria. Então, a riqueza ela é uma prova, porque a riqueza lhe dá condições, lhe dá poder. E você tem que ter cuidado moralmente como é que você usa esse poder, essas condições. Então, a gente vai ver que o espiritismo não condena a riqueza em si, mas condena o mau uso da riqueza ou apego à riqueza. E e isso já estava presente em Sócrates e Platão. Lauro, quer comentar esse item? >> Não, Michel, para poder seguir também. Acho ficou muito claro, >> tá? Segue mais um ponto da doutrina de Sócrates Platão. As mais belas preces e os mais belos sacrifícios trazem menos a divindade do que uma alma virtuosa que faz esforços por se lhe assemelhar. Grave coisa fora que os deuses dispensassem mais atenção às nossas oferendas do que a nossa alma. Se tal se desse, poderiam os mais culpados conseguir que eles se lhe tornassem propícios. Mas não, verdadeiramente justos e retos, só são os que, por suas palavras e atos cumprem seus deveres para com os deuses e para com os homens. E aí ele dá de novo um referência ao capítulo 10 aqui da obra, o item 78. Você vê que por que que Kardec não tá colocando comentários, né? Porque é muito muito claro o que Sócrates e Platão estão colocando na sua doutrina aqui de que, evidentemente que Deus leva muito mais em conta as nossas virtudes, os nossos atos, do que a gente oferecer coisas ou palavras para os deuses ou para Deus, né? Óbvio, é uma questão de raciocínio muito

evidentemente que Deus leva muito mais em conta as nossas virtudes, os nossos atos, do que a gente oferecer coisas ou palavras para os deuses ou para Deus, né? Óbvio, é uma questão de raciocínio muito simples. Imaginar que Deus vai dar mais valor para oferendas exteriores materiais, para palavras externas e formais, do que pro interior da alma, paraas suas virtudes, pro seu coração e paraas suas atitudes no bem. É óbvio que Deus valoriza muito mais as virtudes e o bem e o pensamento sincero do que a forma, o o exterior, né? Não faria nenhum sentido. Imagina Deus deixar de valorizar um alma porque ela não pode oferecer sacrifícios, coisas materiais ou preces com palavras bonitas do que Deus olhando diretamente pro coração do espírito, né? metaforicamente, olhando para sua, pro seu sentimento verdadeiro e paraas suas virtudes, né? Então, é sim, por isso que é simples de entender. E isso já está em Sócrates e Platão. Então, para o Espiritismo é a mesma coisa. A adoração exterior não tem mais importância do que a verdadeira elevação da alma. Você pode nunca pisar numa igreja, pisar num centro espírita, nunca fazer prece com palavras bonitas, mas se você é um verdadeiro homem de bem e uma pessoa que roga a Deus com o seu coração, você é muito mais ouvida e valorizada por Deus. Isso é simples de entender, né? É a mesma opinião de espiritismo, é a mesma opinião de Jesus e era a mesma opinião de Sócrates e Blatão. Lauro, não é à toa que a força do espiritismo, né, ou a a é a transformação moral do indivíduo, né? E e nós vamos, quem estudar Kardec vai ver que momento algum há atos ritualísticos. Na verdade, os próprios espíritos vão esclarecer quanto a isso. Não há palavras cabais, sacramentos, não há nada disso. O que há é essa transformação moral, né, desenvolver virtudes, que é o que realmente a, né, que aí você vai em conformidade com as leis de Deus. Não adianta nada ficar fazendo preces. e usando amuletos, rituais, palavras cabalísticas, como eu disse, e o meu coração está impuro, né?

te a, né, que aí você vai em conformidade com as leis de Deus. Não adianta nada ficar fazendo preces. e usando amuletos, rituais, palavras cabalísticas, como eu disse, e o meu coração está impuro, né? Os meus pensamentos, eles não estão em acordo com essas leis. Então, o espiritismo é muito claro nisso, eh, pessoal, Michel, >> isso aí. A gente tem aqui o depois dos nossos comentários, entrou o Luciano, nosso amigo assinante também. E aqui tem o a Joelma Xavier. de Araras, Petrópolis, Rio de Janeiro. Seja bem-vinda. Lembrando a todos, se você tá aqui pela primeira vez, se inscreva no canal. Isso é rapidinho, clique em inscrever, curta o vídeo. E aí você tem mais duas opções. Você pode entrar no nosso no nosso grupo do WhatsApp, é aberto, é de graça. Basta você clicar no link que está fixado lá em cima nos primeiros comentários, né? você entra no nosso grupo do WhatsApp, você vai ter lá todas as notícias, tudo que a gente tá produzindo, tratando sobre espiritismo, pode trocar ideias, dúvidas, textos. Então, participe, vamos ampliar essa família espírita, né? Compartilhe inclusive o link. Eu vou já tem lá em cima no primeiro comentário, mas eu tô colocando de novo aqui. Então, entre no nosso canal do WhatsApp e se inscreva aqui no canal, né? E se você tiver interesse de estudar o livro dos médiuns conosco, assine o o Kardec Tube. Se você quer participar na sexta-feira à noite do estudo do livro dos médios, você assina o Kardecube. Basta deixar aqui nos comentários: "Ah, eu quero assinar, me ajuda, que a gente ajuda, né?" Bom, vamos seguir no texto de Kardec. Vamos lá. Doutrina de Sócrates e Platão, item 16. Chama o homem vicioso a esse amante vulgar que mais ama o corpo do que a alma. O amor está por toda parte em natureza que nos convida ao exercício da nossa inteligência. Até no movimento dos astros o encontramos. É o amor que horna a natureza de seus ricos tapetes. Ele se enfeita e fixa a morada. onde se lhe deparem flores e perfumes. É ainda o amor que dá paz aos homens, calma ao

nto dos astros o encontramos. É o amor que horna a natureza de seus ricos tapetes. Ele se enfeita e fixa a morada. onde se lhe deparem flores e perfumes. É ainda o amor que dá paz aos homens, calma ao mar, silêncio aos ventos e sono à dor. A linguagem bem poética, né? Aí Kardec aí nota aqui como tá mais tá mais poético e metafórico, Kardec comenta, né? Aí diz Kardec: "O amor que há de unir os homens por um laço fraternal é uma consequência dessa teoria de Platão sobre o amor universal como lei da natureza". Tendo dito Sócrates que o amor não é nem um deus nem um mortal, mas um grande demônio, isto é, um grande espírito que preside ao amor universal. Essa proposição lhe foi imputada como crime. Nota que um dos motivos de ter incriminado Sócrates foi isso, né? Por colocar o o o amor como um grande espírito, né? Já dando rudimentos do monoteísmo, né? E e Kardec mostra algo que a gente estuda e vai estudar aqui também, mas a gente vai estudar a lei, a lei de amor, né? A lei de amor é uma lei moral natural. O que que é uma lei moral natural? É que é é algo que não é uma invenção nossa, é uma é algo que está na natureza e que nós somos naturalmente levados. Então você vê que o o espírito não consegue fugir da lei de amor. Nenhum espírito, por isso que é uma lei natural. Todos os espíritos estão fadados à lei de amor. E a maior prova disso é que você não escapa desse sentimento, né? Você pode pegar qualquer espírito, mesmo espírito mais perverso, você vai ver que tem alguma coisa que ele ama, né? Então, essa ideia desse amor universal como lei natural já estava aí de uma maneira bem bem claro que com a linguagem de cinco séculos antes do Cristo, Kardec consegue mostrar que já estava lá, né, que já estava presente em Sócrates e Platão. Lauro, passo para ti. E o que é o que é fantástico aqui no no texto aqui de Sócrates, né? Eh, opa, passei onde aqui aqui, ó, que ele vai falar sobre o homem vicioso, né? Porque o o homem vicioso, aquele que só enxerga a matéria, ele ele não ele não entende

no no texto aqui de Sócrates, né? Eh, opa, passei onde aqui aqui, ó, que ele vai falar sobre o homem vicioso, né? Porque o o homem vicioso, aquele que só enxerga a matéria, ele ele não ele não entende que ele é um espírito, né, um espírito imortal. Eh, ele não entende também que essa experiência nossa, ela é temporária. Eh, ele se aí muit das vezes esse homem ele se dedica toda a sua vida a ao que é material. E obviamente que quando ele parte desse desse princípio, né, ele não tem tempo para poder eh sentir esse verdadeiro amor, né, que aonde você olha, para onde você dirige o seu olhar, você enxerga a grandeza de um ser soberano, um ser soberano cujo sentimento é amor. E esse amor é infinito, né? Então veja que que só que se eh eh a que traz essa ideia, né, daquele homem que só vê a matéria como sendo um Deus, ou seja, ele vive para a matéria e depois esse amor que ele está em toda a parte, né? Pois que é, como Michel lembra bem, é uma lei da natureza. Michel, >> exatamente. Ele e ele mostra que mesmo o homem vicioso, ele tem um tipo de amor, só que é um amor pela matéria. Só que claro que é um amor que vai gerar sofrimento porque ele não é matéria. Mas até até aí mostra como o amor é uma lei natural, né? Porque até quando você ama a matéria tem amor, né? A diferença é que com depois você muda o objeto do amor quando você percebe que você não é matéria. Então é é muito interessante isso. >> Bom, vamos seguindo vamos seguindo os itens aí desse resumo, né? Por isso que é um resumo. Kardec trata como um resumo na nota que ele não tá desenvolvendo nada de maneira extensa, porque ele só quer mostrar que as ideias estavam lá, né? Isso é muito importante aí. Claro que quando a gente entrar depois da introdução na obra, onde ele vai analisar os evangelhos, aí sim, aí ele vai tratar com com desenvolvimento todos os tópicos, né? Porque a o objetivo na obra não é o o Sócrates e Platão segundo o espiritismo, né? É resumo da doutrina do Sócrates segundo o Espiritismo. Aí vem a 17. A virtude não pode ser

nto todos os tópicos, né? Porque a o objetivo na obra não é o o Sócrates e Platão segundo o espiritismo, né? É resumo da doutrina do Sócrates segundo o Espiritismo. Aí vem a 17. A virtude não pode ser ensinada, vem por dom de Deus aos que a possuem. Olha que interessante essa frase. E aí, olha como Kardec e como é que, atenção, senhor Bruto Isabel, como é que se analisa? Olha, Kardec agora refinando a ideia, porque se a gente levasse ao pé da letra, a virtude não pode ser ensinada, seria um contrassenso. Olha como é que Kardec vai dizer: "É quase a doutrina cristã sobre a graça." Mas se a virtude é um dom de Deus, é um favor, então pode perguntar-se por que não é concedida a todos. Por outro lado, se é um dom, carece de mérito para aquele que a possui. Então, ó, ele critica a frase. Tudo aquilo que não pode ser ensinado é uma graça, é um dom. Ora, se é uma graça, é um dom, não tem mérito. É uma graça, é um dom, não é uma conquista. Então, a virtude não pode ser um dom, porque então você seria virtuoso porque alguém lhe deu a virtude. Deus lhe deu a virtude. Aí Kardec, o espiritismo é mais explícito. Olha ele sabendo avaliar, né? Ele explica onde é que tá o erro, deixa claro e fundamenta. Atenção, senhor Bruto Isabel, como é que se faz? Aprenda com Kardec que você tá dizendo que que tem certas limitações. Aprenda com esse limitado, hein? Aprenda com esse limitado. Olha o que ele diz. dizendo que aquele que possui a virtude a adquiriu por seus esforços em existências sucessivas, despojando-se pouco a pouco de suas imperfeições. Então, essa é a noção da virtude para o espiritismo. Ela é algo adquirido pelo próprio esforço do espírito, portanto tem mérito próprio através das diversas encarnações. Olha como é que se faz uma crítica, Lauro, bem fundada. Ele mostra que essa é a ideia do espiritismo e compara com a ideia do que Sócrates falou, mostrando que a do espiritismo, coloca mais justiça no princípio. Numa, você ganha a virtude de Deus. E noutra você conquista por esforço

ia do espiritismo e compara com a ideia do que Sócrates falou, mostrando que a do espiritismo, coloca mais justiça no princípio. Numa, você ganha a virtude de Deus. E noutra você conquista por esforço próprio. Qual que é mais justa? É assim que se faz crítica. Ele não só diz assim: "Ah, Sócrates está limitado a seu tempo". Não, ele justifica, ele explica. A graça é a força que Deus faculta ao homem de boa vontade para se expungir do mal e praticar o bem. Isso é dado ao homem como consequência natural do seu esforço. A força, essa força íntima que impele o homem ao progresso, isso é uma graça no sentido de que isso faz parte da lei natural, isso é dado. Mas o esforço seu para adquirir esse progresso depende da do seu esforço, da sua vontade. Então, olha como ele sabe explicar muito bem a diferença das coisas e fundamentar, né, Claudio? >> É, não, você já disse tudo, né? Terceira parte do livro dos dos espíritos, a lei de progresso, né? Então é é uma lei, não nada vem vem eh como fala, ninguém é privilegiado. Todos chegaram, né? Aqueles que chegaram, como Jesus chegou a ao mais alto topo, né? que nós podemos aqui imaginar de perfeição do espírito, eh foi uma conquista desse espírito, né? Então, o espírito puro que chegou lá, ele chegou por, por mérito, não por privilégio. Aí sim, isso está em pleno acordo com a justiça e a bondade de Deus, né, Michel? >> Isso aí. Nota que a graça é a lei do progresso. Ela existe, ela é dada por Deus, mas você aplicar essa lei é o seu esforço. Então ele separa muito bem, muito bem. E e talvez seja isso que o Sócrates e Platão tenham tentado dizer. Por isso que Kardec tá dizendo, o espiritismo refina de uma maneira mais explícita a ideia. Ele deixa mais claro, né, o que você poderia confundir. 17, aliás, 17, não, 18, é disposição natural em todos nós, a de nos apercebermos muito menos dos nossos defeitos do que dos de outrem. Aí, Kardec, né, diz o evangelho, vedes a palha que está no olho do vosso próximo e não vedes a trave que está no vosso.

nós, a de nos apercebermos muito menos dos nossos defeitos do que dos de outrem. Aí, Kardec, né, diz o evangelho, vedes a palha que está no olho do vosso próximo e não vedes a trave que está no vosso. Capítulo 10, número 9 e 10. Itens 9 e 10. capítulo 10 aqui do Evangelho Segundo o Espiritismo, né, onde ele vai estudar isso. Então aqui ele mostra que esta essa esse ensinamento de Sócrates e Platão já está no Cristo, porque é a mesma aquela famosa fala do Cristo, né? Vedes um cisco no olho no olho do outro e não vê um um tronco no seu, né? Justamente isso, a mesma coisa que dis Sócrates Platão. A gente tem uma tendência em ver mais o erro do outro do que ver o nosso. O que a gente vai aprender depois com o próprio Espiritismo, que vai tratar no capítulo 10, o que é uma coisa irracional, né? Por que que é uma coisa irracional? Porque você não tem controle sobre o outro, você tem controle sobre você. Então não faz nenhum sentido você se concentrar no erro do outro, que você controla você, você não controla o outro. Então é muito mais inteligente você tratar daquilo que você controla. A gente vai estudar isso. Mas veja, já estava em Sócrates e Platão, já estava no Cristo e está no espiritismo. Lauro, >> podemos seguir, podemos seguir. >> Vamos lá ao 19. Se os médicos são malsucedidos tratando da maior parte das moléstias, é que tratam do corpo sem tratarem da alma. Ora, não se achando o todo em bom estado, impossível é que uma parte dele passe bem. Aí comenta Kardec: "O espiritismo fornece a chave das relações existentes entre a alma e o corpo e prova que um reage incessantemente sobre o outro. abre assim nova senda para a ciência, com lhe mostrar a verdadeira causa de certas afecções. Faculta-lhe os meios de as de a combater, de as combater. Quando a ciência levar em conta a ação do elemento espiritual na economia, menos frequentes serão os seus maus êxitos. Olha que interessante isso. Muita coisa interessante nesse item 19 que Kardec mostra que já estava em Sócrates e Platão. Algo

emento espiritual na economia, menos frequentes serão os seus maus êxitos. Olha que interessante isso. Muita coisa interessante nesse item 19 que Kardec mostra que já estava em Sócrates e Platão. Algo que o Espiritismo vai mostrar muito bem, a relação entre alma e corpo e o quanto a medicina falha se ela só levar em consideração o corpo. Não é que o espiritismo diga que tudo é causado pelo espírito. Atenção, isso é André Luiz, isso é pseudociência. Vejam bem as palavras de Kardec. O problema da medicina é levar em conta só o corpo. É claro que a gente para tratar das doenças do corpo precisa da medicina para cuidar da parte que é do corpo. Isso não é papel do espiritismo. Não caiam na bobagem do André Luiz. Mas o problema é que você também tem que levar em conta a alma, porque a alma também influencia o corpo. Então você tem determinadas doenças em que a causa é a alma. Então, além de tratar o corpo, você tem que tratar a alma. E claro que você trata de maneira diferente, o corpo e a alma. Quem trata da alma é o espiritismo. Quem trata do corpo é a medicina. A medicina tem que recorrer também ao espiritismo para certas afecções. Então, e outra coisa importante, vejam como esse item deixa muito claro o erro que é você estudar em primeiro evangelho e segundo espiritismo. Porque essas questões que Kardec tá tratando aqui são totalmente desenvolvidas primeiramente no livro dos espíritos. Quando você vai estudar o capítulo lá da relação entre a alma e o corpo, se você cai direto aqui na obra o Evangelho Segundo Espiritismo, você não entende. Por isso que é um erro começar o estudo pelo Evangelho Segundo Espiritismo. É um erro. Que você só vai ter noção disso aqui que ele tá colocando estudando as obras que vieram antes e as que vieram depois. Lauro, >> exatamente. E quando, como você bem lembrou, quando quando a a nossa ciência, a medicina, né, levar em consideração o ser inteligente e esse ser inteligente atuando sobre o corpo e vice-versa, né, então a fica, o tratamento ele vai ser muito mais

uando quando a a nossa ciência, a medicina, né, levar em consideração o ser inteligente e esse ser inteligente atuando sobre o corpo e vice-versa, né, então a fica, o tratamento ele vai ser muito mais eficaz. E você lembrou bem também, então a medicina vai fazer a parte dela, que é cuidar do corpo. E aquele, né, que realmente quer cuidar da alma, vai buscar no espiritismo esse apoio, né? Lembrando mais uma vez aqui que a retomada, como no tempo de Kardeculo XIX, das evocações, onde seu próprio anjo de guarda eh te instrui, te orienta, te educa, já seria um passo gigante para eh esse você viver aqui já aqui uma vida muito melhor, né? Claro que aí e a gente não não tá dizendo assim: "Olha, então quer dizer que uma vez que nós temos a orientação do nosso anjo de guarda, a gente segue, a gente não vai ter problemas, não vai ter doença, não é isso, mas vamos conseguir lidar com isso e muit das vezes evitar outros males, eh, porque vamos nos educando, né, a a sobre uma orientação espiritual e sobre a orientação dos médicos. Quando se nós estamos falando aqui da parte que ele cabe que é a matéria, Michel, >> exatamente. Quanto mais a alma tiver equilibrada, você contribui paraa saúde, né? Claro que mesmo a alma equilibrada também pode ter doenças, justamente porque não depende só disso, né? Mas é quanto mais equilibrada a alma, a chance de você ter mais saúde é maior. Vamos ao item 20. Estamos chegando no finalzinho da da introdução. Diz então a doutrina de Sócrates e Platão: "Todos os homens, a partir da infância muito mais fazem de mal do que de bem". Olha que interessante. Aí Cad comenta, esta sentença de Sócrates fere a grave questão da predominância do mal na Terra, questão insolúvel, sem o conhecimento da pluralidade dos mundos e da destinação do planeta terreno, habitado apenas por uma fração mínima da humanidade. Somente o espiritismo resolve essa questão que se encontra explanada aqui adiante nos capítulos 2, 3 e 5. Então claro, se você lê essa esse item do Sócrates dizendo que todos

ção mínima da humanidade. Somente o espiritismo resolve essa questão que se encontra explanada aqui adiante nos capítulos 2, 3 e 5. Então claro, se você lê essa esse item do Sócrates dizendo que todos os homens a partir da infância muito mais fazem mal do que bem, sem o espiritismo é muito difícil você entender isso. Atenção, atenção, >> senhor Bruto Isabel, >> pro senhor Bruto Isabel, né? Eu quero que o senhor explique este problema sem Kardec, o limitado. Explique sem Kardec essa questão. Use todo o seu doutorado para explicar essa questão sem ter a teoria feita por Kardec que o senhor julga limitado. Só o Espiritismo resolveu isso. Só o Espiritismo vai conseguir explicar, porque o Espiritismo vai explicar que a Terra é um dos planetas. Ele não é, a Terra não corresponde a toda a realidade. Aliás, premissa de muitos filósofos que o senhor Brutos deve ter estudado no seu doutorado. Por que que os filósofos erraram? Porque muitos partiam da premissa de que a realidade única era a humanidade da Terra. Claro que você vai fazer conclusões equivocadas, né? O Espiritismo vai mostrar que a Terra é um dos planetas e ela tem a predominância do mal porque os habitantes dela, os espíritos encarnados nela, na sua maioria, são espíritos inferiores que têm o desejo do mal. O espiritismo é a única que consegue explicar a predominância do mal na terra. Mas o espiritismo também, atenção, senhor Bruto Isabel, é a única que consegue explicar que além disso, nós não estamos condenados a isso, né? Cada um pode usar a sua vontade, seu livre arbítrio para progredir intelecto, intelectual e moralmente. Evolui e pode encarnar em mundos melhores. E quando o conjunto de espíritos progredirem, a própria Terra vai se tornar um mundo superior ou mais superior ao que é. Só por isso que Kardec diz ali no final, somente o espiritismo resolve essa questão. Mas provavelmente o senhor Bruto Zabel deve conhecer outro teórico que trate disso. Eu quero que ele cite que só o espiritismo conseguiu isso.

ali no final, somente o espiritismo resolve essa questão. Mas provavelmente o senhor Bruto Zabel deve conhecer outro teórico que trate disso. Eu quero que ele cite que só o espiritismo conseguiu isso. E ele diz que o espirit o senhor Brutos Abel diz que o espiritismo é condicionado à época. Me diga quem na época pode ter criado essa essa teoria. Quem na época pode ter como é que o meio social construiu essa teoria que ninguém pensava, senor Brutos, como é que o Espiritismo pode ser fruto do meio do meio histórico se ninguém pensava que o Espiritismo vai dizer? Explique, doutor. Então, por isso que ele diz, somente o espiritismo resolve. Nem antes, antes do ninguém pensava nisso, colocando por terra a tese de que tudo é construção do meio, da época, do contexto. Isso é uma visão materialista ou espiritualista de outra corrente, não é espiritismo. Mas isso explica porque que a maldade impera aqui. Mas vejam, não se não confundam a Terra com o universo. Aqui é um local específico e um dos piores. Claro que aqui é terrível. Você imagina você tá num lugar onde o mal predomina. Isso é terrível. Mas o espiritismo explica que não é o único lugar e que quem está aqui está aqui por merecimento. Então só o espiritismo soluciona esse problema. A gente vai ver no capítulo 2, 3 e 5 do Evangelho, ele tratando disso. Qual outra doutrina que tratou disso? Nenhuma. Nenhuma. Tanto que o materialista faz o quê? Ele tenta lutar com sistemas políticos para tentar transformar a terra num mundo melhor. Claro, para ele só tem a terra, né? Mas talvez essas teorias o senhor Brutos não considere limitada. Kardec é limitado, mas as teorias das as quais ele se apoia pro doutorado dele não são limitado por limitado. Então eu fico com limitado Kardec, né? Esse é o problema de você relativizar o conhecimento. Relativ, se você relativiza o conhecimento, bom, então tá limitado por limitado, eu fico com Kardec que explica mais e melhor. Esse é o problema da academia relativista, porque é materialista, é

ento. Relativ, se você relativiza o conhecimento, bom, então tá limitado por limitado, eu fico com Kardec que explica mais e melhor. Esse é o problema da academia relativista, porque é materialista, é claro que ela relativiza tudo, né? Só que o espiritismo, senhor Bruto Isabel, deixa eu lhe contar uma coisa, provou, provou que o materialismo é falso. Eu duvido, duvido que o senhor Bruto Isabel trate a física, a química e a biologia como não ciência, como pretensa ciência. Duvido. Pois o espiritismo foi construído nas mesmas bases metodológicas. Senhor Bruto Zabel. >> Lau. >> Aí nós temos aqui, né? Então, o Espiritismo explica a reencarnação, né? A reencarnação era era algo que já se falava em outras culturas, né? Em outras doutrinas. O espiritismo vem e explica de forma racional. Então aí entra a lei do progresso e, né, explica aquele ensinamento do Cristo que tá aqui no capítulo 13 aqui no finalzinho 2 3 e 5, que é as várias moradas na casa do meu pai, né? Mas o o o que chama a atenção é isso que você falou. Eh, é só o espiritismo, não tem outra doutrina. Veja como como que algo pode ser eh fruto do meio. Ah, isso aqui porque era o fruto do meio ali da daquele povo, tal. Veja, você lembrou bem quem quem pensava explicar dessa forma, como CADEC trouxe aqui, quem quem conseguia explicar os fenômenos de efeitos físicos, conforme os espíritos ensinaram, contrariando o que eles imaginavam, que o espírito até suspendia o objeto com a força dos braços, quem eh eh conseguia explicar, como o espiritismo explicou, sobre a possessão, por exemplo, Veja que não é uma influência do meio, não é nada condicionado. São inteligências ocultas que vieram e explicaram isso. E coube aí a esse esse grande homem aqui encarnado, esse grande espírito aqui encarnado na pessoa de Allan Kardec, organizar isso porque somente ele era competente, foi o único competente para isso, né? Hoje a gente vê alguns aí querendo se aorar a a a superar eh eh Kardec, mas eles eles faltam humildade em pensar assim: "Gente, será

e somente ele era competente, foi o único competente para isso, né? Hoje a gente vê alguns aí querendo se aorar a a a superar eh eh Kardec, mas eles eles faltam humildade em pensar assim: "Gente, será que eu não tenho que aprender com esse cidadão?", né? Talvez seria esse eh um ponto aí que eles antes de fazer qualquer comentário, buscar quem tem conhecimento, quem tem conhecimento aí na área no espiritismo, para que depois quando for tratado o assunto trata com mais conhecimento ou com mais segurança, né, Michel? >> Com certeza. A pessoa não é obrigada a ser espírita, porque a pessoa não é obrigada a falar de espiritismo. Agora, se ela se coloca como uma pessoa séria, que inclusive vai criticar quem estuda errado e vai se propor a fazer uma crítica à obra de Kardec para falar bobagem, então pelo menos fale algo com fundamento ou então fundamente o que você tá afirmando. Agora, se colocar como a posição de um crítico para dizer algo que não está bem fundamentado e é o contrário do que Kardec diz, bom, aí me permita a eh pensar que você não é um bom crítico, né? Vamos lá, vamos ao último item da introdução. >> Esse item, esse item vai fechar com chave de ouro, hein? >> É, é. [risadas] Ajuizado serás, não supondo que sabes o que ignoras. Isso vai com vistas aos que criticam aquilo de que desconhecem, até mesmo os primeiros termos. Aí diz Kardec: Platão completa esse pensamento de Sócrates, dizendo: "Tentemos primeiro torná-los, se for possível, mais honestos nas palavras. Se não o forem, não nos preocupemos com eles e não procuremos senão a verdade. Cuidemos de instruir-nos, mas não nos injuriemos. É assim que devemos proceder os espíritas com relação aos seus contraditores de boa ou má fé. Revivesse hoje Platão e acharia as coisas quase como no seu tempo e poderia usar da mesma linguagem. Também Sócrates toparia criaturas que zombariam da sua crença nos espíritos e que o qualificariam de louco, assim como ao seu discípulo Platão. Foi por haver professado esses princípios que Sócrates se viu

m Sócrates toparia criaturas que zombariam da sua crença nos espíritos e que o qualificariam de louco, assim como ao seu discípulo Platão. Foi por haver professado esses princípios que Sócrates se viu ridiculizado, depois acusado de impiedade e condenado a beber siuta. Tão certo é que, levantando contra si os interesses e os preconceitos que elas ferem, as grandes verdades novas não se podem firmar sem luta e sem mártires. Impressionante. Impressionante os comentários de Kardec e o pensamento que já estava em Sócrates e Platão, né? Exatamente isso. Sobre as pessoas. E Kardec chega a dizer as pessoas de boa ou má fé. Veja, eu eu acredito sinceramente na boa fé e na honestidade do do senhor Bruto Isabel. Não é que ele fez algo com má intenção, com a intenção de mentir, enganar, não é isso. Mas é que a pessoa não estuda devidamente a fundo e tira conclusões erradas e precipitadas. Então ele acha que tem limitações e problemas em Kardec e ele não vê que a limitação e o problema está no texto dele sobre Kardec, porque ele não entendeu Kardec. Então, a mesma coisa acontecia na época de sogra, 5 anos antes, 5 anos, não, cinco séculos antes do Cristo, você já tinha esse problema das pessoas falarem sobre aquilo que elas não entendem direito ou as pessoas debocharem, criticarem e negarem aquilo que elas não entendem direito. Como diz Kardec, se Sócrates e Platão vivessem nos dias de hoje, topariam com a o mesmo comportamento que fazem o mesmo com espiritismo. Quantos e quantas pessoas falando sobre espiritismo, criticando Kardec, falando mal de Kardec, diminuindo Kardec e não entenderam Kardec. É impressionante. A gente tem que falar daquilo que a gente conhece. Então, antes de falar, a gente tem que se debruçar, procurar conhecer e estudar a fundo. Parem com essa mania de querer gravar conteúdo, escrever livro para falar do que você mal conhece. Parem com isso de palestrar, criar conteúdo, criar livro. É o que a gente mais vê. Mas isso é uma coisa de sobre todos os assuntos. A

ravar conteúdo, escrever livro para falar do que você mal conhece. Parem com isso de palestrar, criar conteúdo, criar livro. É o que a gente mais vê. Mas isso é uma coisa de sobre todos os assuntos. A gente tem pessoas fazendo isso. Sobre espiritismo, então nem se fala. E as pessoas querem discutir com quem estudou. Eu já tô cansado das pessoas, elas querem discutir comigo, daí eu vejo ela não leu patavina, ela não entendeu, ela não lembra dos princípios. Aí eu tenho que lembrar dos princípios que a pessoa deveria saber, já que é ela que tá criticando, né? Ela se propôs a a a criticar e eu tenho que tratar dos princípios, lembrar ela dos princípios. Mas se ela tá criticando, ela deveria saber. Mas a pessoa não quer se dar o trabalho de primeiro estudar. As pessoas querem opinar, as pessoas querem discutir, as pessoas querem dar pitaco e não querem baixar a cabecinha, fechar a boquinha e estudar primeiro. A ansiedade em alguns, a leviandade, em alguns, a vaidade, o orgulho, não deixa a pessoa, ela quer opinar. Mas a gente tem que aprender a fechar a boquinha. Sabe aquela velha frase popular? Nós temos dois olhos e dois ouvidos e uma boca. As pessoas querem discutir, opinar e falar e falam bobagem. Então esse encerramento aqui é uma é uma grande lição, né, que ele diz assim: "As grandes verdades novas não se podem firmar sem luta e sem fazer mártes. A gente tem que lutar. A gente tem que lutar. Cada bobagem que falarem, a gente tem que ir lá expor os argumentos e mostrar porque que a pessoa tá falando uma bobagem. Essa é a luta, né? É uma luta de ideias. Cláuro, passo para ti. >> É, nem tenho o que comentar. Você já deixou muito claro. Eh, eh, sempre, sempre é, e é é leviano, né? Aquele que faz comentários, críticas. Há algo que não estudou. Quero dar o exemplo aqui. Por exemplo, o Michel seria aliviando se ele fizesse um um projeto no qual ele se propõe em criticar uma determinada obra, mas sem ter lido aquela obra pelo menos uma vez. Eu tenho certeza que o Michel deve ter lido mais

l seria aliviando se ele fizesse um um projeto no qual ele se propõe em criticar uma determinada obra, mas sem ter lido aquela obra pelo menos uma vez. Eu tenho certeza que o Michel deve ter lido mais de uma vez. Então, eh, nesse exemplo, então, quando você acompanha a pessoa que está fazendo crítica, mas ela consegue mostrar textos, né, naquilo que ela se apoia, como o Michel explicou lá no início. Então, se você está falando em espiritismo, nosso lar, segundo o espiritismo, que é o projeto do Michel, a ataca diretamente ao espiritismo. Então, em quem que tem que se apoiar? Nas obras de Kardec para mostrar os os devaneios, as incoerências, aquilo que não está na doutrina espírita. Então, é preciso fazer esse esforço, né? E você lembra bem, Michel, as pessoas querem criar conteúdos, falar de tudo, mas nada estudam, comentam de forma leviana. E e pior, ainda acho ruim quando alguém chama atenção, quando alguém faz críticas à suas críticas. Olha só que que estranho, né? Quando não é a própria pessoa, são aqueles que são seguidores dessa pessoa, que também vai na mesma vibe, né? Apelam, mas também não se deu ao trabalho de fazer eh essa essa essa se aprofundar naquele objeto de estudos. Então veja que eh é um mal como carec vai dizer que isso ocorreu lá sempre ocorreu na história da humanidade, com certeza, né? A gente tá vendo isso até hoje. Bom, Michel, encerramos, né, aí esse último item, né, para depois a gente adentrar na obra propriamente dita. Então, quero agradecer a você, agradecer aí essa galera que nos acompanha, todo esse pessoal e convidar vocês aí para logo à noite às 20:30 aqui no Kardecube para o estudo do que é o que é o espiritismo. José, Michel e eu juntamente com vocês. Então, um abraço a todos, fiqu em paz. >> É isso aí. Quero agradecer o Lauro, a todos que participaram. Encerramos a introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. 43 dias estudando a introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. Está tudo gravado aqui para vocês. Eh, eu sempre digo, eu

s que participaram. Encerramos a introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. 43 dias estudando a introdução do Evangelho Segundo Espiritismo. Está tudo gravado aqui para vocês. Eh, eu sempre digo, eu eu quero que vocês encontrem grupos e canais que estudem as obras de Kardec, como eu eu, Lauro, estamos fazendo aqui. É claro que a gente não esgota o assunto, né? Mas eu tô dizendo o cuidado que a gente tem de tentar o máximo que dá naquele momento de explorar todas as palavras e frases e procurar ir argumentando e conversando, né? Então, eh, valorizem esses projetos e para isso eu encerro dizendo o que eu falei no início. Você pode e deve se inscrever no canal, se você tá aqui, você que tá aqui assistindo, não é inscrito no canal, clica aqui em inscrever-se no canal. Participe do nosso grupo do WhatsApp, está aqui no link fixado, o primeiro link lá em cima dos comentários. Vai lá que tem um link, entra no nosso canal, no nosso grupo no WhatsApp, você participa lá de graça e aberto. Você pode inclusive mandar o link para outras pessoas, você vai lá acompanhar tudo que a gente faz diariamente. E assine o Kardec Tube. Você que quer estudar mais conosco o livro dos médiuns na sexta-feira e também quer ajudar o canal, o projeto a crescer. Amanhã estaremos de volta para estudar agora, entrar no capítulo um da obra Evangelho Segundo Espiritismo. E hoje à noite nós teremos o estudo do que é o Espiritismo às 20 horas. Participem também eu, Lauro e José Paneaguma. Uma boa tarde a todos. Até a noite. E quem vai estar no estudo do Evangelho, até amanhã.

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