41 - Falsas explicações dos fenômenos | O cético - (parte 13): "O que é o Espiritismo"
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Boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo. Nós estamos no estudo da obra de Kardec. O que é o Espiritismo. Estamos aí no estudo número 41. Toda quarta-feira às 20 horas estamos aqui ao vivo estudando essa importantíssima obra introdutória que Kardec escreveu para que a gente iniciasse no espiritismo. O Kardecube tem lives todos os dias de segunda a sexta, duas vezes por dia. Então às 14 horas de segunda a sexta a gente estuda o Evangelho Segundo o Espiritismo. À noite na segunda, a gente estuda o livro dos espíritos. Na terça, a gente critica a obra Nosso Lar. Hoje é o que é o Espiritismo. Amanhã 20 horas estudamos revistaespírita.net net. E na sexta-feira à noite nós estudamos o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns ao vivo aqui às 20 horas é fechado para os assinantes. Então se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, você assina o Kardec Tube, ajuda o Kardec Tube e em troca estuda conosco o livro dos médiuns. Para você assinar, você clica aqui no link que está nos comentários e você vai poder assinar. Se você tá chegando agora e não é inscrito no canal, curta e se inscreva no canal. Isso é de graça, é rapidinho e já também nos ajuda muito. E por fim, participe do nosso grupo no WhatsApp, né? A gente tem agora um grupo aí no WhatsApp para quem tem interesse em acompanhar tudo que a gente produz. Então, clique no link, participe do nosso grupo, compartilhe esse link com mais pessoas. Tudo que a gente faz aqui fica gravado. Então você se não consegue ver ao vivo, se já perdeu outros estudos, vá na nossa playlist, lá você tem acesso a tudo que a gente já estudou e tudo que a gente estuda semanalmente, diariamente. E por fim, agora todas as manhãs, das 8 ao meiodia, você tem aí o Kardec Tube ao vivo com reprises das nossas programações. Então é muito conteúdo. Kardecube é um dos canais que mais produz conteúdo sobre Kardec hoje do mundo. Com certeza ele está disponível para você. Então curta, compartilhe, participe do grupo do Whats e se tiver
ito conteúdo. Kardecube é um dos canais que mais produz conteúdo sobre Kardec hoje do mundo. Com certeza ele está disponível para você. Então curta, compartilhe, participe do grupo do Whats e se tiver interesse assine. Para me ajudar em todos esses projetos, eu tenho os meus amigos, o José Paniago e o Lauro Rodriguees do Estudar Kardec. E eu passo para eles a palavra para dar boa noite também. >> Muito boa noite a todos. Boa noite, Michel. Bo Lauro, muito bom estar aqui novamente agora no horário certo. Semana passada deu uma atrasada por problemas técnicos, mas vamos juntos aí estudando Kardec, o diálogo ocico da obra que é o Espiritismo. Obra importantíssima, introdutória. Aqueles que querem conhecer espiritismo precisam conhecer essa obra. Então vamos lá. Muito boa noite a todos. É isso aí. Boa noite, José. Boa noite, Michel. Pessoal do chat aí também, sejam bem-vindos. Uma boa noite para vocês. Que possamos ter um bom estudo. Michel, >> é isso aí. Como o José lembrou, o que é o espiritismo? Ele começa com uma definição do Espiritismo que a gente já estudou e depois é dividido a obra no capítulo um em três diálogos, né? é o diálogo com o crítico, com o cético e com o padre que Kardec faz com esses três personagens. Nós já vimos aí todo o diálogo com crítico, agora estamos aí já no meio da conversa com o cético. Essa conversa com o cético, ela é dividida por assuntos. Já estudamos vários assuntos, espiritualismo, fenômenos de espíritos simulados, oposição da ciência, entre outros. Você pode assistir tudo na playlist. E hoje nós vamos iniciar um estudo sobre as falsas explicações dos fenômenos. É muito interessante porque a gente vai ver explicações diferentes da explicação espírita que foram dadas à época e que Kardec vai aí argumentar porque a do espiritismo é a melhor a e porque ele considerou as outras como falsas explicações. Então isso é muito importante. Há uma ligação muito grande desse trecho aqui com o capítulo quatro do livro dos médiuns, dos sistemas e com
a e porque ele considerou as outras como falsas explicações. Então isso é muito importante. Há uma ligação muito grande desse trecho aqui com o capítulo quatro do livro dos médiuns, dos sistemas e com a introdução lá do livro dos espíritos, introdução ao estudo da doutrina espírita que ele tá tratando aqui. Novamente o Kardec escreveu três obras introdutórias, duas a gente já estudou inteiras, né? o espiritismo na sua mais simples expressão. Resumo da lei dos nomôos espíritas. E agora estamos estudando a terceira, o que é o espiritismo. Essas outras luzes você também vê na playlist tudo que a gente estudou ficou gravado. E temos aqui já os nossos amigos chegando e nos comentários o nosso amigo e assinante aí, o Daniel. Seja bem-vindo. E vamos pro texto, né? Vamos ler o texto porque o tempo voa. Deixa eu botar na tela o texto e aí a gente lê e já inicia a rodada. Então tá aqui o título, né, falsas explicações dos fenômenos. E ele dá alguns exemplos que ele vai tratar, né? Alucinação, fluido magnético, reflexo do pensamento, super excitação cerebral e estado sonambúlico dos médiuns. São algumas alguns sistemas diferentes do da teoria espírita para tentar explicar os fenômenos espíritas, né, que aconteciam na época de Kardec. A gente vai ver aqui então o visitante, esse V de visitante é o cético, né? Dialogando com Kardec. Vamos lá então à questão que ele levanta, o cético, né? É contra os fenômenos provocados que, principalmente a crítica se levanta. Ponhamos de lado toda suposição de charlatanismo e admitamos a mais completa boa fé. Não será possível que os médiuns sejam vítimas de uma alucinação? Aí Kardec vai responder. Ignoro que já se tenha claramente explicado o mecanismo da alucinação. Da forma como querem defini-la, ela não deixa de ser um efeito singularíssimo e digno de estudo. É pena, porém, que aqueles que, por meio dela pretendem dar conta dos fenômenos espíritas não possam antes apresentar a explicação deles. Além disso, fatos que escapam essa hipótese.
digno de estudo. É pena, porém, que aqueles que, por meio dela pretendem dar conta dos fenômenos espíritas não possam antes apresentar a explicação deles. Além disso, fatos que escapam essa hipótese. Quando a mesa, o outro objeto se move, se ergue ou bate. Quando a dita mesa à vontade passeia por uma câmara sem que pessoa alguma lhe toque. quando ela se destaca do solo e se suspende no espaço sem ponto de apoio. Enfim, quando ao cair se despedaça, tudo isso não pode ser o efeito de uma alucinação. Suponho que o médium, por um produto da sua imaginação, creia ver o que não existe. Será admissível que todos os presentes sejam ao mesmo tempo vítimas da mesma vertigem? E quando o mesmo fato se reproduz por toda parte em todos os países? A ser assim, essa alucinação seria prodígio maior que o próprio fato. Então aqui Kardec inicia respondendo sobre uma das hipóteses levantadas para explicar o fenômeno na época, que é o a explicação da alucinação. Então, o que eh os fen quais eram os fenômenos, né? A gente tinha aí as mesas se movendo, a gente tinha a as mesas erguendo o pé, batendo, eh eh passeando pelos salões e até voando a até o o forro e aí caía, quebrava, você tinha batidas pelos móveis, pela pelas paredes. Era basicamente esses os fenômenos. E depois foi pro fenômeno da da psicografia, né, em que vinham ali mensagens que a gente vai ver depois que diziam coisas que ninguém sabia, que tava além da inteligência da de quem escrevia. Esse era o conjunto ali de fenômenos. Lembrando que é um conjunto que a gente tem aí os dados históricos que aconteceram durante muitos anos no mundo inteiro. Isso é importante de colocar. E se tentou explicar o que que era isso, né? É, é, é o que faz todo estudioso. Tenta buscar causa, o que que tá causando esses fenômenos. E surgiram várias hipóteses. A a hipótese espírita é uma delas. Kardec vai abordar aqui algumas das hipóteses que ele mostra que são hipóteses falsas, porque elas não dão conta de explicar os fenômenos. E a questão, uma das hipóteses
hipótese espírita é uma delas. Kardec vai abordar aqui algumas das hipóteses que ele mostra que são hipóteses falsas, porque elas não dão conta de explicar os fenômenos. E a questão, uma das hipóteses levantadas é que era charlatanismo, ou seja, não acontecia de verdade o fenômeno, alguém fraudava. Essa foi uma também das que foram levantadas. Mas aqui o cético deixou de lado essa, né? Ele diz assim, ó, ponha de lado a suposição de charlatanismo. Vamos admitir que acontece realmente alguma coisa, não é alguém fraudando, né? Então ele descarta a possibilidade de charlatanismo, mas não se não será por acaso uma alucinação. Então ele tá dizendo, não é charlatanismo, não tem uma fé, mas na verdade não são espíritos provocando aquilo, é alucinação das pessoas. elas estão alucinando, acreditando que aquilo tá acontecendo e na verdade não tá acontecendo. Foi uma tentativa na época por muitos críticos de dizer: "Olha, não tá acontecendo isso, isso é uma alucinação". E aí Kardec coloca aí alguns pontos para mostrar porque que não pode ser, né? alucinação. Uma das críticas que ele vai fazer é sobre a própria definição de de alucinação, porque muitos críticos diziam assim: "Não são espíritos, isso é alucinação". Aí se perguntava: "Mas o que que é alucinação? Como é que ela como é que ela acontece? O que que tá causando alucinação?" Ah, não sei. Aí Kardec diz: "Olha, você tá tentando explicar um fenômeno, o fenômeno por uma hipótese que você não consegue explicar a o próprio elemento da hipótese. Então, não é uma boa explicação, né? Em vez de dizer não sei, você só tá usando uma palavra, alucinação, mas você não tá explicando muito como é que se daria essa alucinação pro o que que provocaria. Kardec vai criticar muito isso, eh, também na revista espírita e nas outras obras, tanto que ele vai propor uma teoria da alucinação, né? E e mas o aí ele parte pro pra própria análise do fenômeno mesmo, né? Por que que não pode ser uma alucinação? Porque é um conjunto de pessoas, há um movimento físico do da mesa e
a da alucinação, né? E e mas o aí ele parte pro pra própria análise do fenômeno mesmo, né? Por que que não pode ser uma alucinação? Porque é um conjunto de pessoas, há um movimento físico do da mesa e muitas vezes ela se quebra. Então, como é que poderia ser uma alucinação se tá todo mundo, todo mundo pode ter acesso à mesa e ver que ela quebrou sozinha, né? Que a alucinação seria essa que teve um efeito real. Ora, se é um efeito real, não é alucinação, né? E aí careque diz: "E seria uma, se fosse uma alucinação, seria uma, uma coisa muito fantástica, porque todas as pessoas, um grande número de pessoas no mundo inteiro, ao mesmo tempo tão sofrendo da mesma alucinação. Que coisa! Seria extraordinário isso, né? Então, como ele ele ele diz ali no finalzinho, né? Eh, a a ser assim, a alucinação seria um prodígio maior que o próprio fato. É mais, seria mais fantástico a alucinação do que o próprio fato dos fenômenos da da das mesas, né? Então ele ele mostra, olha, o a explicação da alucinação, ela não ela não se sustenta porque os próprios fatos estão mostrando que há efeitos físicos, inclusive permanentes, como a mesa quebrando, que ficam aí para todos averiguarem. Então não pode ser uma alucinação, né? Bom, passo para vocês. >> É, esse trecho novamente é bem interessante porque Kardec vai tratar do dessa questão das diferentes hipóteses que surgem, né, para tentar explicar o fenômeno. Ah, então o a parte do texto que nós estamos aí, como o Michel já comentou, ah, falsas explicações dos fenômenos, né? Ele começa pela alucinação e vai tratar de várias outras depois. E e Kardec faz muito bem esse trabalho, né, de analisar cada hipótese, analisar cada sistema e tentar mostrar porquê que aquela não é uma boa explicação. São várias, são, quando a gente analisa esse tema, né, na filosofia da ciência, é o tema que eu gosto de estudar, existem várias vários elementos aí sobre essa questão da melhor explicação, das hipóteses que surgem para explicar os fenômenos. E o que o pessoal da filosofia da ciência
tema que eu gosto de estudar, existem várias vários elementos aí sobre essa questão da melhor explicação, das hipóteses que surgem para explicar os fenômenos. E o que o pessoal da filosofia da ciência costuma dizer é que geralmente você tem dentre dentre as hipóteses que surgem, você vai tentar eleger a melhor hipótese para explicar aqueles fenômenos. E aí a gente vai se perguntar, o que é então a melhor hipótese, né? Qual seria o critério paraa melhor hipótese? Alguns filósofos vão dizer que é aquela hipótese mais virtuosa, né? São as chamadas virtudes teóricas, ou seja, características, vamos dizer assim, características que aquela hipótese tem que a tornam superior às outras. Ah, e aí eles vão, esse é um debate extenso que existe, eles vão enumerar várias virtudes teóricas, várias características e uma delas é adequação empírica. É só um termo bonito para dizer assim, ó, a hipótese que melhor dar conta de todos os fenômenos. É isso. A hipótese se propõe explicar um conjunto de fenômenos. Ela consegue explicar todos os fenômenos daquele conjunto. Eh, por isso que a hipótese espírita é melhor. Ela explica o movimento dos objetos e ela explica também a as comunicações inteligentes pelos pelos médiuns, né? Como o Michel comentou a questão da psicografia. Então, supondo, assim como diz o o crítico aqui no texto, né, o visitante, supondo que a gente admitisse ainda, Kardec diz isso, né? Supondo que a gente admitisse que os médiuns estariam, que um médium poderia estar alucinado e ver coisas, seria razoável aceitar que todos os médiuns estariam alucinados? Como é que você explica uma mesa caindo para todos, né, igualmente? e se espatiflando no chão. É, então quando você analisa, você percebe que não que não faz nenhum sentido essa hipótese. Fora o fato que o Kardec tá citando aqui, que ã a alucinação, eu não sei, a gente precisaria pegar conhecimento lá da medicina, né? Mas pelo que ele diz aqui, não estava bem demonstrado ainda o que exatamente seria a alucinação, né? Porque ele
ue ã a alucinação, eu não sei, a gente precisaria pegar conhecimento lá da medicina, né? Mas pelo que ele diz aqui, não estava bem demonstrado ainda o que exatamente seria a alucinação, né? Porque ele afirma que ignoro que já se tenha claramente explicado o mecanismo da alucinação. Talvez ainda fossem hipóteses que tavam em início de investigação na medicina, né? essa questão da alucinação. Só abrindo um parênteses aqui, eu sei que no final do século XIX, o Freud, que é o fundador da psicanálise, né, ele vai investigar alguns fenômenos que ele chamam de histeria, psicose. E tem mais um terceiro que eu não me lembro qual o nome. talvez se e se ligasse com essa questão da alucinação, não sei, mas isso é só no final do século XIX, né? Aqui nós estamos na metade do 19, mas enfim. Ah, quando a gente olha de perto o fenômeno, quando a gente compara a explicação espírita com essa explicação da alucinação, realmente a explicação espírita é muito melhor. Agora, só para eh acrescentar algo mais aqui, eu coloquei a alucinação no Google, né, pra gente ver quais seram as características aqui do ponto de vista da medicina. E eles vão colocar o seguinte, as causas das alucinações, né? Doenças neurológicas, epilepsia, tumores cerebrais, esse tipo de coisa. Uso de substâncias, claro, substâncias, drogas alucinógenas podem causar exatamente alucinação. Problemas de saúde mental, por exemplo, esquizofrenia, né? Ou fatores físicos como febres altas. Quem aí quando criança eu tinha bastante febre alta, eu me lembro de ter alucinação. Agora você imaginar que todas as pessoas, imagina a probabilidade de todas as pessoas naquela sala estarem alucinando por qualquer causa que seja dessa e terem o mesmo tipo de alucinação. Isso é não faz nenhum sentido, né? Geralmente, por exemplo, uma pessoa que tem esquizofrenia e que ela tem alucinações, geralmente é só ela no ambiente que que experimenta aquilo, mas ninguém. Então, pensar nessa hipótese da alucinação realmente eh não é uma é uma hipótese que não faz
ofrenia e que ela tem alucinações, geralmente é só ela no ambiente que que experimenta aquilo, mas ninguém. Então, pensar nessa hipótese da alucinação realmente eh não é uma é uma hipótese que não faz nenhum sentido, né? Ricard deixa deixa isso aqui muito claro, demonstrando porque essa hipótese ela não ela não consegue explicar os fenômenos, né? Ah, e por fim ele comenta aqui: "Suponho que o médium, por um produto da sua imaginação, creia ver o que não existe. Será admissível que todos os presentes estejam ao mesmo tempo vítimas da mesma vertigem?" Pois é, é o que é o que a gente pensa sobre a questão da probabilidade, né? Qual essa hipótese é razoável? Seria provável que isso acontecesse? Não, não é racional. Isso não é pouquíssimo provável que isso pudesse acontecer todas as pessoas verem alguma coisa ao mesmo tempo, né? E quando o mesmo fato se produz por toda parte em todos os países. Bom, quando você considera isso, a probabilidade diminui ainda mais e essa essa hipótese ela vai caindo por terra, né? realmente ela não se sustenta. E aí é o que o Michel comentou, né? A alucinação seria um prodígio maior que o próprio fato. O fato, o fenômeno espírita de elevação da mesa, etc., seria fichinha perto de uma de uma coisa como essa, né? Uma alucinação como essa. Só para finalizar, passar para vocês eh o que o que o Michel comentou é muito importante e o Cosmin já comentou isso também, né? Nós espíritas, a gente precisa ainda botar em prática, botar e colocar realizar esse projeto, que é fazer uma pesquisa da, o Cosmo chama de, da base empírica do Espiritismo, né? esses fatos, esses fenômenos que Kardec. Nós precisamos ir atrás das fontes históricas, jornais, periódicos, e identificar os textos, os as notícias que que noticiaram esses fatos. A gente precisa ter esses documentos, né? Porque isso é importantíssimo para quebrar o ceticismo das pessoas. as pessoas simplesmente são céticas quanto a a realidade do fenômeno, né? As pessoas acham que isso nunca aconteceu.
documentos, né? Porque isso é importantíssimo para quebrar o ceticismo das pessoas. as pessoas simplesmente são céticas quanto a a realidade do fenômeno, né? As pessoas acham que isso nunca aconteceu. A pessoa fala: "Ah, como é que a mesa pode subir?", etc, etc. Olha aí, a gente vai mostrar o os documentos históricos, os livros, vai eh essa é a maneira de de verificar se um fato histórico ocorreu no passado. É o texto escrito relatando aquele fato. Isso não é diferente com nenhum fato do que a gente estuda na história. quebra da bolsa de valores de de 1929, a revolução francesa, a revolução industrial. Todos os fatos da história, nós aceitamos eles como verdadeiros, porque existem registros escritos. Essa é a maneira da gente eh identificar que um fato ocorreu. Por isso que e essa essa pesquisa que nós ainda precisamos fazer, claro, Kardec cita alguns, mas eh muitos desses Kardec citou e a gente não tem a fonte, a origem de onde tá o texto. dá a referência, ele fala o nome do jornal, a data, mas a gente não a gente não tem ex a o o a fonte primária, como dizem os historiadores, né? Então, nós precisamos fazer isso ainda para fortalecer ainda mais o argumento espírita. E quando você tem isso registrado e em toda a parte do mundo que esses fenô eh ocorreram, principalmente na América, né, onde onde foi muito intenso. Olha, eh seria muito mais importante estudar o fenôimo da alucinação, como foi dito, do que a os próprios fenômenos de efeitos físicos, né? Porque veja, é o mundo inteiro alucinado, né? Todas as pessoas que lidavam com esses fenômenos, com com a prática eh eh desse desse fenô, provocar os ou seja ele de forma espontânea, todos eles deveriam ser estudados de forma eh eh eh eh muito profunda, porque causa um espanto, né? Ah, houve a epidemia na ilha Maurício. Então é o que se falava. Ah, houve epidemia, não sei o quê. Você fala por que então com uma epidemia de alucinação não não foi estudado, né? Eh, falta a própria razão vai negar isso, falar: "Olha, eh, é impossível que seja a
Ah, houve epidemia, não sei o quê. Você fala por que então com uma epidemia de alucinação não não foi estudado, né? Eh, falta a própria razão vai negar isso, falar: "Olha, eh, é impossível que seja a alucinação ou que todos estejam alucinados. Isso é impossível, né? Veja que ele vai, já fui citado aí por vocês, ele vai citar uma sala, depois ele vai citar uma cidade, ele vai citar o país, todo mundo, enfim. Então a teoria ela vai por água abaixo, né? E imagina você vendo uma mesa subir, descer, você segurar a mesa, houve houve relatos até de pessoas que se sentou na cadeira e foi e foi alçado até o teto, até o forro. Então essa pessoa que, né, que olhou para baixo, viu todo mundo, né, ela acima de todo mundo, alucinaram e todos observando essa pessoa eh sendo erguida. Então veja que é uma coisa prodigiosa que merecia realmente um um certo cuidado, né, um interesse por parte daqueles que querem negar, é dizer que tudo é alucinação. Então vamos estudar esses fenômenos, essa alucinação que está ocorrendo, onde todos dizem está havendo movimentos de corpos, de objetos, eh, suspensos no ar, se movendo de um lado pro outro, ruídos, enfim, todos esses fenômenos. Eh, esse já já que só alucinação merece ser estudado a alucinação. Eh, Michel, >> eh, o Lauro lembrou bem, eh, Kardec fala em vários momentos, né, que mesmo que os fenômenos não fossem eh provocados por espíritos, eles deveriam ser estudados, né? Isso que é uma coisa mais esquisita que acontecia com alguns críticos da época, né? Eles diziam: "Não, não são espíritos". Mas mesmo que não fossem, era uma coisa extraordinária. As mesas estão, né, se movendo, estão flutuando. Ah, mas é alucinação. Bom, então é como disse o Laura, é outra coisa então para ser estudada. Uma alucinação coletiva e igual, né? que que nem o José lembrou mesmo hoje, quando a gente trata aí das pessoas que deliram, é sempre uma coisa individual. Aí você teria uma coisa coletiva, mundial. E mais, né, outro um outro problema que essa hipótese da alucinação coloca é o
uando a gente trata aí das pessoas que deliram, é sempre uma coisa individual. Aí você teria uma coisa coletiva, mundial. E mais, né, outro um outro problema que essa hipótese da alucinação coloca é o seguinte: se eu se eu admito ela como verdadeira, eu posso usar ela para qualquer ciência, né? Porque se eu posso usar a alucinação coletiva como uma explicação para negar o espiritismo, bom, eu posso fazer com qualquer outra ciência. Todos os experimentos que um conjunto de cientistas fez do mundo inteiro, é tudo alucinação. Eu poderia usar nota, eu perco até o critério de saber o que é real, o que não é, o que é verdadeiro, o que não é, porque eu poderia usar, por que que eu não poderia poderia usar e essa mesma fala para quem tá falando isso? Eu poderia dizer: "Olha, há uma alucinação que acha que o outro tá alucinado". Nossa, eu poderia criar com isso uma coisa muito maluca, né? É parecido com a tese do demônio, né? É muito parecido com a tese do demônio. Não, isso aí é o demônio. Não, mas não é o demônio, porque tá falando uma coisa boa, uma coisa positiva. Ah, mas é o demônio falando para lhe enganar. Não, mas pera aí, como é que eu sei que não é você o demônio tentando me convencer que isso é coisa do demônio? Nossa, eu posso usar. Se eu uso a mesma hipótese e generalizo ela, eu tenho uma coisa que não explica nada. Esse é o problema de explicações assim. que generalizam e ao mesmo tempo não explicam a própria generalização. Então, Kardec não eh soube perceber fora as evidências físicas dos fenômenos, né? Os espíritos foram muito inteligentes em começar pelo físico, né? Porque imagina se você não tem aí um fenômeno físico e não tem, se você não tem evidências físicas e se você não tem isso espalhado no mundo inteiro, olha como é mais difícil você eh eh combater esse tipo de objeção, né? Por isso que Kardec teve essa preocupação de tentar reunir um conjunto de de relatos do dos mesmos fenômenos no mundo inteiro, né? E mais o José lembrou bem, isso é uma pesquisa que tá por ser feita, a gente
o que Kardec teve essa preocupação de tentar reunir um conjunto de de relatos do dos mesmos fenômenos no mundo inteiro, né? E mais o José lembrou bem, isso é uma pesquisa que tá por ser feita, a gente sabe que tem aí o pessoal do Kardec Pédia tentando ir atrás disso, já conseguiu algumas coisas, ainda há muito a ser a ser eh a a a ser achado, né, daquilo que os jornais da épocas e as cartas, as as revistas e os documentos da época que dos mais diferentes povos e e crenças e contextos, relatando o mesmo fenômeno, isso é muito importante. E Kardec ainda vai além, porque na na revista Espírita ele dá uma outra sugestão, fazer isso também historicamente, buscar em toda a história que aí evidencia mais ainda, né? Então tem alguns momentos que ele vai fazer várias várias princípios da doutrina. Ele também pesquisa não só no presente, mas ele faz uma pesquisa na história, nos mais diferentes livros. Porque também isso é importante. Quanto mais você tem o mesmo relato espalhado por todos os tipos de cultura, isso também isso isso também evidencia muito o a realidade daquele fenômeno. Então é interessante interessante como ele começa a mostrar aqui, por isso que ele vai chamar de falsa explicação. Eu acho que isso é uma coisa importante também da gente tratar. Nota por que que ele chama de falsa explicação? porque ela não deu conta de explicar ali o conjunto, né? Ela não é uma uma explicação sólida, eh, coerente, lógica, clara e que dá conta de explicar esse conjunto de de fenômenos. Então ele diz: "Olha, essa não é uma boa hipótese, vamos analisar as outras." E aí quando você vai analisando todas e pega do espiritismo, aí você vê que interessante, né? A, o espiritismo conseguiu dar conta de explicar todos de uma maneira simples, coerente, eh, eh, e ainda conseguiu tirar disso, mantendo a coerência, uma boa explicação e uma boa filosofia. Então aí você vê, não há uma essa harmonia na teoria, essa essa característica que a teoria espírita teve de conseguir abarcar todos as os problemas que as
cia, uma boa explicação e uma boa filosofia. Então aí você vê, não há uma essa harmonia na teoria, essa essa característica que a teoria espírita teve de conseguir abarcar todos as os problemas que as outras não conseguiam, você vai vendo porque que ela vai se destacando como a melhor teoria, né? E claro que aí Kardec vai chamar essa de verdadeira e e vai dizer que as outras não são até que E aí ele ainda diz, né, justamente mostrando o caráter científico de Kardec, ele diz assim: "Bom, quem acha que a teoria espírita não é a verdadeira, mostre uma melhor, né?" Então ele ele não ele ele não ele não deixou fechado. Olha, essa aqui é a melhor teoria e eu consegui dessa aqui tirar toda uma um edifício monumental. Ah, não existe, é falso. Tudo bem. Então agora apresente uma teoria melhor, né? É assim que funciona. E me parece que passados aí desde 1857 até agora, para esse conjunto de fenômenos não surgiu explicação melhor que a de Kardec. A gente tem negações, né? Pessoas dizer: "Não, não existiu. Ah, não, eu não consigo reproduzir agora". Bom, mas isso aí não é argumento, né? Eu comprovando que aconteceu naquela época e que eu tinha uma melhor explicação, é o que basta, né? não seria também uma uma objeção absoluta, mesmo que não fosse possível reproduzir hoje. E não é que não é que não é possível, mas mesmo que ah, a gente não consegue hoje encontrar, mas isso seria um problema, mas não seria uma uma objeção eh eh é forte a ponto de porque há várias coisas que você não consegue reproduzir, mas se você tem uma boa sustentação no passado, elas continuam sendo consideradas verdadeiras, né? E mais, na verdade, você pode conseguir ainda hoje esses fenômenos, né? Você precisa só ver em que condições esses fenômenos se dão. Então, há muita gente que diz assim: "Ah, não acontece mais os fenômenos". Só que essa afirmativa, ela é baseada numa análise ruim. Por quê? Porque você tem aí pessoas que estudaram a teoria, se colocaram nas condições necessárias, tentaram provocar e o fenômeno não se deu.
Só que essa afirmativa, ela é baseada numa análise ruim. Por quê? Porque você tem aí pessoas que estudaram a teoria, se colocaram nas condições necessárias, tentaram provocar e o fenômeno não se deu. Isso aconteceu? Parece que não não tem nenhuma pesquisa dizendo assim: "Há milhares ou centenas ou dezenas de grupos de pessoas em locais diferentes tentaram provocar o fenômeno assim, assim, assim e ele não se deu." Você não tem esse tipo de coisa para dizer que ele não acontece mais. Também tem isso. Então isso tudo a gente vê que vai dando sustentação para o espiritismo, eh vai dando solidez. E por fim, para completar essa essa segunda rodada aqui, né, o o José puxou um ponto que também me chamou muita atenção na obra de Kardec das outras vezes que eu li. Hoje, como eu tava relendo, por causa do estudo da noite, eu tava relendo eh Kardec tratar da alucinação na sua obra, né? Há vários textos e os principais textos que ele trata de alucinação, ele faz essa crítica. essa crítica de que não havia uma boa explicação para o que era alucinação e o que causava alucinação. Então, baseado nisso e pesquisando, claro, eu fiz uma pesquisa, como é que se diz? Uma pesquisa fajuta. Por exemplo, eu perguntando pro chat GPT qual era a noção de alucinação ali na início, metade do século XIX, o próprio chat GPT disse que não era muito claro, né? Então, claro que chatt não pode ser fonte, né? Mas só para eh eh parece realmente que que condiz com que Kardec tá condizente com o que acontecia na época. Não tinha muita, não se tinha muita noção nessa época sobre como explicar a tal da alucinação. Tanto que é que eu comentei antes, né? Kardec propõe uma teoria. É interessante isso. Há uma uma teoria da alucinação que Kardec faz na revista espírita. Muito interessante. E ele e nos verbetes que ele coloca no naquele vocabulário espírita ou aquele que é mais curtinho, na verdade o mais curtinho não é eh o mais curtinho é o da segunda edição do livro dos médiuns, mas o o segundo mais curto, que é o que tá na instruções
bulário espírita ou aquele que é mais curtinho, na verdade o mais curtinho não é eh o mais curtinho é o da segunda edição do livro dos médiuns, mas o o segundo mais curto, que é o que tá na instruções práticas lá de 58, ele coloca o verbete alucinação, né? Eu tava vendo no Kardec Pédia, ele coloca o verbete. Não sei se vocês acham interessante a gente ler a o verbete que ele coloca. >> Sim, acho que sim. >> Eh, Lauro, tu consegue aí ou tu quer que eu coloque aqui? que eu já tô com ele aberto aqui. >> É novo vocabulário, >> então pode ser que anda mais rápido. >> É novo vocabulário espírita na obra de 1858 chamada instruções práticas sobre as manifestações. Vou colocar na tela aqui. Deixa eu remover a outra e compartilhar pra gente ver ele tratando do conceito de alucinação o verbete que eu vou ver se já tá aqui. Deixa eu só ampliar para vocês enxergarem. Essa obra não é muito conhecida do meio espírita, né? Mas é uma obra de 1858 de Kardec. Posso ler? Ó, então, só para contextualizar, é essa obra que depois Kardec para de publicar, porque ele substitui pelo livro dos médiuns. Finalzinho de 61, Kardec publica o livro dos médiuns e para de publicar essa obra. Se chama Instruções Práticas das Manifestações Espíritas que ele publicou em 1858. dentro dessa obra tem um vocabulário espírita e Kardecou no vocabulário espírita para ver como ele considerava importante esse verbete essa palavra, né? Alucinação. Daí ele coloca do do latim alucinar, né? Errar. Erro, ilusão da pessoa que julga ter percepções que realmente não tem. Academia francesa. Então essa é a definição da academia na época dele, né? Pouquinho depois da metade do século XIX. ilusão da pessoa que julga ter percepções que realmente não tem e vê que tá no singular da pessoa, né? E percepções que realmente não tem. E por isso que ele coloca, né? Mas as pessoas vinham à mesa quebrar, levantar. Isso acontecia num conjunto muito grande no mundo inteiro, né? Mostrando como não fecha com o próprio próprio conceito de
E por isso que ele coloca, né? Mas as pessoas vinham à mesa quebrar, levantar. Isso acontecia num conjunto muito grande no mundo inteiro, né? Mostrando como não fecha com o próprio próprio conceito de alucinação, né? Aí ele diz assim: "Os fenômenos espíritas provenientes da emancipação da alma provém, provam que aquilo que é qualificado como alucinação frequentemente é uma percepção real, análogo à dupla vista do sonombulismo ou do êxtase e provocada por um estado anormal com um efeito das faculdades da alma desprendida de seus laços corpóreos. Sem dúvida. Olha o que ele diz aqui, ó. Por vezes há uma verdadeira alucinação, conforme o sentido ligado ao vocábulo. Mas a ignorância e a pouca atenção que até agora tem sido prestada a tais fenômenos fizeram que considerassem como ilusório aquilo que muitas e muitas vezes é uma visão real. Quando não se sabe como explicar um fato psicológico, acha-se mais simples uma qualificá-la de alucinação. Então, olha que interessante. Primeiro que ele vai mostrar que outros fenômenos que não só esses que estão sendo tratados aqui, eh, que são os fenômenos aí da emancipação da alma, também eram classificados como de alucinação. E aí Kardec fala uma coisa muito interessante, ele não nega que exista a alucinação. Muito cuidado, né? Também alguém pode achar, ah, ele coloca que é uma falsa explicação, então ele nega que há alucinação. É uma falsa explicação para esses fenômenos, mas ele não nega que pode haver alucinação. O problema é você dizer que tudo é alucinação ou que esses fenômenos que foram provados reais são alucinação. Isso é uma diferença importante. E outro, uma coisa importante que você deduz pelo comentário de Kardec é que na época dele qualquer coisa que começasse a ficar muito complicado ali dos estudiosos de explicar, muitos levianamente já fugiam paraa explicação. Ah, então é uma alucinação. Virou uma espécie de preconceito ou preguiça intelectual, né? O cara não entendia muito bem, ele já colocava, ó, quando não se sabe como explicar um fato
paraa explicação. Ah, então é uma alucinação. Virou uma espécie de preconceito ou preguiça intelectual, né? O cara não entendia muito bem, ele já colocava, ó, quando não se sabe como explicar um fato psicológico, acha-se mais simples qualificá-lo de alucinação. Então isso tava rolando na época, né, essa tentativa de dar uma explicação simplória só para negar alguns fatos ou porque não não conseguiam explicar determinados fatos, né? Faço para vocês. >> Não, isso mesmo. Eh, Kardec é ele é muito preciso aqui, né? É muito, é muito honesto intelectualmente, como o Michel falou agora, ele não nega que possa existir, mas você precisa saber, separar bastante cada fenômeno e cada explicação e precisa compreender bem qual explicação se se adequa para cada fenômeno, né? Ah, então Kardec faz isso aqui. Ele é muito ele é muito correto para tratar das questões. Isso é impressionante, né? Mas só comentando alguns pontos aqui sobre o que o Michel tinha comentado antes, eh, isso tá correto, né? Não é porque você não consegue reproduzir um fenômeno hoje, ainda que não fosse possível, porque a gente sabe que, na verdade, deixa eu reformular, nós não sabemos até que ponto eh você pode de fato reproduzir aqueles fenômenos hoje, tal qual ocorreu no século XIX. E por que nós não sabemos? Porque as pessoas não provocam os fenômenos. Então a gente não, nós temos a impressão de que eles não ocorrem hoje como ocorriam antes, mas pra gente ter uma certeza, a gente precisaria que todos os grupos estivessem se esforçando por tentar provocar aqueles fenômenos, que é exatamente o que o Michel falou. Se após isto de fato os fenômenos não ocorressem, aí a gente poderia concluir. Concluir o quê? Concluir que hoje os fenômenos não ocorrem da mesma maneira que naquela época, o que não torna falsa a explicação espírita daquela época. Ah, aí seria uma nova frente de investigação tentar explicar porque não ocorrem hoje. É uma outra pergunta que surge. Mas não é porque um fenômeno não ocorre hoje exatamente da mesma maneira que
poca. Ah, aí seria uma nova frente de investigação tentar explicar porque não ocorrem hoje. É uma outra pergunta que surge. Mas não é porque um fenômeno não ocorre hoje exatamente da mesma maneira que ocorria no passado, que a explicação que surgiu na época não não continue válida. Isso. E na história a gente tá cheio de exemplos de de fatos, de fenômenos que ocorriam no em períodos passados e não ocorre mais e nem podem ocorrer. Se a gente pega a geologia, a como é que se diz que pesquisa dinossauro lá, fósforil de dinossauro, não é antropologia, é esqueci o nome agora, >> é paleontologia. Paleontologia é isso. Ah, a geologia estuda a formação da Terra, a paleontologia estuda, é um um ramo, vamos dizer, da história que estuda e contato com a geologia também, que estuda aí o passado, os fósseis, etc. Bom, por óbvio, por óbvio, existem vários fenômenos que essas ciências estudam que não simplesmente não podem ser reproduzidos mais hoje. Elas estudam alguns resquícios. que sobraram do passado. E ainda assim, olha, vou falar para vocês, elas fazem várias inferências e ahã e se a pessoa fosse rigorosa com essas ciências como ela é com espiritismo, a pessoa não ia acreditar em dinossauro, não ia acreditar em nada. Porque a partir de um a partir de um pedaço de osso que não é nem o osso em si, porque não sei se as pessoas sabem, mas a paleontologia às vezes ela não investiga nem o osso do animal, ela investiga a a terra se cristalizou em volta do osso e você tem só o formato do osso, porque a terra endureceu no entorno do negócio. A matéria do osso em si já não existe mais. E aí pelo formato da Terra que tá cristalizada, endurecida ali, as pessoas supõem que o osso vai ser daquele jeito. E aí do osso daquele jeito, ele supõe todos os outros ossos do corpo do animal e supõe o tamanho dele. Enfim, eh existe uma série de suposições que é o próprio raciocínio humano que faz a partir de algumas evidências. E as pessoas não duvidam dessas ciências. A geologia é a mesma coisa. Existe uma
ele. Enfim, eh existe uma série de suposições que é o próprio raciocínio humano que faz a partir de algumas evidências. E as pessoas não duvidam dessas ciências. A geologia é a mesma coisa. Existe uma série de eventos eh na no planeta Terra, chuva de meteoros, temperatura da Terra, um monte de coisa que ocorreu no passado que você investiga por resquício histórico. Você não investiga reproduzindo fenômenos. Então eu sempre penso sobre isso. Se as pessoas fossem rigorosas com as outras ciências, como elas são com o espiritismo, elas deixariam de acreditar em várias coisas que elas acreditam hoje. Então, mas a maneira a maneira com que Deus fez surgir o espiritismo na Terra foi muito sábio. O Michel comentou sobre isso. Primeiro foram os fenômenos físicos e depois os intelectuais. E é muito curioso isso, porque quando a gente pega na física, nas ciências materiais, uma das teorias mais bem-sucedidas em toda a história é a teoria de Newton, a física de Newton, a teoria da gravitação universal. E o que foi exatamente que o Newton explicou? O movimento dos corpos, movimento de objetos. Claro, a explicação que ele dá é puramente mecânica, material, mas o acho que Deus foi muito sábio por isso. Ele falou: "Olha, eu vou colocar o espiritismo surgindo também de movimento de corpos, porque vai ter essa relação eh com a mecânica de Newton e o espiritismo, sendo uma ciência, ele vai partir do movimento de objetos, só que depois ele vai, claro, ele vai expandir a sua explicação pros fenômenos intelectuais. Mas o início dele foi com movimento de objetos que acaba arremetendo a uma das teorias mais bem-sucedidas da história, que é a mecânica de Newton. Então, acho que isso é é muito importante pra gente compreender como é que o espiritismo ele ele pode ser entendido sim como uma ciência, né? E e só para finalizar o só mais um comentário. O Michel falou da pesquisa histórica também, né? Lá no diálogo crítico, ele Kardec cita Tertuliano, que é um pai da igreja lá do século século 1, eu acho, da era cristã, e cita
só mais um comentário. O Michel falou da pesquisa histórica também, né? Lá no diálogo crítico, ele Kardec cita Tertuliano, que é um pai da igreja lá do século século 1, eu acho, da era cristã, e cita o fenômeno das mesas, né? Fenômeno bastante antigo. Então esse também é uma pesquisa que a gente ainda precisa fazer, tem muito trabalho pela frente. >> E é isso que eu ia eu ia citar. Bom, eh, se a pessoa olha e diz assim: "Olha, a gente tem um conjunto de fenômenos acontecendo em boa parte do mundo, registrada aí por por vários eh eh tipo de imprensas, né, pessoas, testemunhos, enfim". Eh, e tem a própria história da humanidade ao longo, né, da do mais longico tempo e recuado, que também fala desses fenômenos. Então, uma pessoa que que raciocina e age de boa fé, ela vai dizer: "Olha, né, tudo tudo é eh eh eh leva a mostrar que o fenômeno ele é possível, ele é real." E eu quero aqui contar uma história de experiência própria. Não viu o fenômeno, viu, gente? Mas é que uma pessoa me abordou, eu usava uma camiseta, isso há muitos e muitos anos, uma camiseta de um centro e a pessoa me abordou. uma jovem lá de Franca, estudava estuda medicina ou estudava medicina aqui e ela me me foi, abriu o coração, ela disse assim: "Olha, eu moro no apartamento, eu moro sozinha e não tô conseguindo mais". Eh eh são roupas que são retiradas de dentro do guarda-roupa, cortina que é arrancada, luz que apaga e acende, torneira que abre e fecha. Ela falou assim: "Eu tô com muito medo desse negócio, que que eu faço?" Bom, eu não tinha conhecimento nenhum, né? Falei: "Que que você fez?" Thago falei, ela falou assim: "Mudei de apartamento". Falei: "E aí, o negócio continua aí se eu tivesse um pouquinho de conhecimento que eu tenho, fal a causa você, você era médium". Muito possivelmente, né? Poderia explicar. Claro que eu tô querendo levar em consideração que o que ela contou é verdade e sendo verdade não é exageros, né? Eh, eh, se tivesse conhecido alguém na época com muito conhecimento, poderia
explicar. Claro que eu tô querendo levar em consideração que o que ela contou é verdade e sendo verdade não é exageros, né? Eh, eh, se tivesse conhecido alguém na época com muito conhecimento, poderia muito bem auxiliá-la e até de fato descobrir se ela era a causa imediata do fenômeno. E pronto, ficaria resolvido, né? Mas faltou, coitado, ela deu azar, ela tem que encontrar o ignorância no meio do caminho. Se ela encontra um conhecimento, ajudaria, né? Mas fato é que eu, né, ouvi essa história de alguém e eu tô aqui querendo levar em consideração que tudo que ela disse seja de fato verdade, né? Então eu poderia dizer para ela, olha isso tudo é alucinação. Ela ia dizer, mas olha, sapato voa na minha cabeça, eu tô deitada, meus calçados tá caindo em cima de mim, roupas, que tipo de alucinação é essa que você, né? Ela poderia até argumentar dessa forma comigo. Torneiras que abre e fecham, luzes que acam. Enfim, tudo aquilo que ela contou. Michel, é, e é muito comum, né, uma da um dos pontos fortes do espiritismo é que é muito comum você ter alguma pessoa que tem algum relato. E claro que tem a pessoa que é exagerada, que é fanática, que é doidinha, que é sempre tem, mas você sabe que tem pessoas também que são pessoas sérias, normais, trabalhadoras, um avô, um tio, um p, todo mundo tem um conhecido que tem mais, que a gente sabe que é real. né? Então, por que que eu digo, provavelmente, claro, eh, provavelmente tudo indica que não da maneira como aconteceu no século XIX, porque inclusive até interessante o espiritismo, até essa excepcionalidade da intensidade no número do que isso aconteceu, o espiritismo trata e explica. a própria, dentro da própria teoria também é uma explicação teórica para justamente porque que nesse período isso se intensificou. Então, a gente também pode eh deduzir com a teoria uma explicação do porque que hoje não seria igual, mas muito provavelmente muitos fenômenos ainda acontecem, só que a gente não tem aí um estudo sério para averiguar e muito provavelmente se a
teoria uma explicação do porque que hoje não seria igual, mas muito provavelmente muitos fenômenos ainda acontecem, só que a gente não tem aí um estudo sério para averiguar e muito provavelmente se a gente tivesse o hábito aí cardequiano de provocar, porque a maioria dos casos é tudo espontâneo, né, isso também aconteceria. Aliás, o a o meu intuito depois que a gente fizer o estudo do livro dos médiuns lá que a gente tá fazendo, é também tentar provocar fenômenos físicos, não só fenômenos inteligentes como psicografia, né? Porque é de de extremo interesse. Mas eu também conheço pessoas que não t nenhum conhecimento do espiritismo, mas eu sei que não são que não são pessoas mentirosas que que contam relatos, né, de de fenômenos físicos. Então, e só uma curiosidade, o deu a coincidência do do José falar sobre a paleontologia e tem um livrinho que eu tô lendo que se chama uma breve análise da uma breve história da ciência ou uma história breve da ciência, uma coisa assim. E é muito bom, muito, muito bom o livro para um leigo como eu, né? E ele trata, ele explica uma, uma, um uma coisa curiosa, né? sobre essa questão que a gente tem de de as chamadas ciências formais, a gente já toma como verdade, né? O espiritismo a gente fica, parece que com o espiritismo o critério é outro, né? Mas as primeiras descobertas de fósseis demorou para os cientistas começarem a ver. Não, para aí. Tinham animais gigantes, não se pensava isso. Quando se começou a achar os os fósseis, a as primeiras os primeiros estudos, eles achavam que eram animais comuns, que houve uma deformação ali por causa do tempo. Ah, demorou até eles montarem ali o quebra-cabeça e ver, não, pera aí. tinha, viveu na Terra em algum período animais extremamente gigantes. Outra coisa que eu também não sabia, eu fiquei sabendo há pouco tempo, é que até até o século a o século XX, não se tinha certeza, não se sabia o que que houve que que os o que que extinguiu os dinossauros. Não se sabia. Se sabia que eles haviam existido, é, mas não se sabia qual era a
século a o século XX, não se tinha certeza, não se sabia o que que houve que que os o que que extinguiu os dinossauros. Não se sabia. Se sabia que eles haviam existido, é, mas não se sabia qual era a causa do sumisso deles. Também se pensava no início desses estudos que esses animais que eles estavam encontrando, que eram os dinossauros, né, se pensava que eles deviam existir em algum continente do mundo, porque naquela época também não chegaram a cogitar isso, não. Esses animais devem existir em alguma ilha, em alguma coisa. Então, por que que eu tô trazendo essas curiosidades? pra gente ver como é que é na própria ciência, né? O quanto demora para tudo ir, para tudo ir se se clareando e se explicando. E aí, nesse caso, você vê como o modo como o avanço do espiritismo aconteceu prova a própria origem que o espiritismo diz ter, né? É muito interessante isso na ciência espírita e tem poucas pessoas estudando isso, mas Kardec chega a comentar isso. O espiritismo ele é ele é interessante porque o as próprias características do modo como ele se desenvolveu também servem como prova pro próprio princípio que o espiritismo, pra própria causa que o espiritismo coloca como causa dos fenômenos. bem interessante. Kardec vários momentos tem, isso é outra pesquisa interessante, tem vários momentos que Kardec levanta isso. Ele diz assim, por exemplo, quando estavam tentando buscar a causa dos fenômenos físicos, que se ele diz assim, todo mundo pensava que eram os espíritos que de alguma maneira solidificavam o seu corpo espiritual e movimentava os objetos. A teoria mostrou que não é assim. Ric Kardec diz: "Olha, os adeptos de que dizem que isso é um reflexo do pensamento, tá aí uma uma boa objeção, né? Todo mundo pensava e tava concordando que essa devia ser a explicação. Até mesmo Kardec e o fenômeno deu uma outra explicação que ninguém tinha pensado. Que ninguém tinha pensado. O mais curioso é que a explicação teórica dos fenômenos espíritas que Kardec apresenta no livro dos médiuns, você não encontra
ma outra explicação que ninguém tinha pensado. Que ninguém tinha pensado. O mais curioso é que a explicação teórica dos fenômenos espíritas que Kardec apresenta no livro dos médiuns, você não encontra em nenhum lugar da história. Olha o problemão para aquele que diz que o espiritismo é uma invenção humana, né? Ninguém pensou. Então são pontos interessantes, né? E por fim, tem um outro momento que Kardec também diz assim: "Se eu," Ele diz assim: "Tem várias coisas que os espíritos dizem, ele não diz com essas palavras, mas a ideia é assim, tem várias coisas que os espíritos dizem que se eu publicasse como homem e não dissesse que o autor era um espírito, todo mundo consideraria genial. Só porque eu digo que o autor é um ser que já morreu, aí sofre preconceito, que é outro raciocínio genial, né, que é demonstrava o preconceito das pessoas. Então, há várias coisas que o espiritismo tem que genial, como qualquer outra ciência, ah, mas é porque como tá atribuindo a espíritos, então não pode ser sério. Nota que é um é um simples preconceito, né? Porque a pessoa não ela não analisa a coisa em si. Isso é uma coisa também importante. Passo para vocês, >> não é? Eu acho que esses pontos a hoje cada vez mais eu vejo que o as pessoas não aceitam o espiritismo como ciência por ignorância e preconceito, né? Eh, e por não conhecer a explicação que o espiritismo dá sobre aqueles fenômenos. Se você fala para uma pessoa que não é espírita, que não tem conhecimento do espiritismo, olha, tinham mesas girantes que levantavam, batiam, espatifavam no chão. Ela, a tendência dela não acreditar que isso tenha ocorrido. Mas por que isso? Por várias razões, né? Uma uma delas é o fato de não conhecer a explicação. Se você entende o que é o espírito, se você entende a teoria espírita, você entende como é que o espírito combina os fluídos com o médium, você compreende o fenômeno, você explica bem o fenômeno, a pessoa vai perdendo aquele ceticismo, né? Então, é por falta de conhecimento e preconceito que as pessoas acabam
ina os fluídos com o médium, você compreende o fenômeno, você explica bem o fenômeno, a pessoa vai perdendo aquele ceticismo, né? Então, é por falta de conhecimento e preconceito que as pessoas acabam recusando, recusando e que aqueles fenômenos tenham ocorrido. E só para finalizar aí minha parte, a gente tá encaminhando pro final, né? É muito curioso isso. O as pessoas sempre acabam citando algum fenômeno que já tenha ocorrido com elas, né? fenômenos físicos, como o Lauro comentou, Michel, eu conheço pessoas que já me relataram, não sei se vocês lembram, quando era adolescente tinha a brincadeira do copo, né, que é o que Kardec chama de tiptologia, né, ou não, tiptologia batida, sematologia é sinal, né, é símbolo. Eh, acho que o copo, se você põe as letras no entorno, seria símbolos, então sematologia, né? A a pessoa me relatou que presenciou isso. Não foi alguém que contou para ela, ela presenciou. Ela tinha sobrinhos ali, adolescentes que queriam fazer a brincadeira. Ela falou: "Vocês querem fazer? Então vamos, vamos tentar". E essa pessoa já era espírita, né? fizeram, tinha ali três, quatro pessoas na em torno da mesa e o copo se moveu e e deu comunicação. Eles puseram as letras e o copo deu comunicação. Então, quando a gente entra nesse assunto, sempre tem alguém para relatar um fenômeno desse ou que conhece alguém que presenciou. É que a pessoa ela fica intimidada, não quer ser considerada maluca, né? Então, ninguém fala. É um, é um tabu, é um silêncio sobre esse assunto, né? O pessoal foi deixando de lado, foi deixando, deixando, mas quando voltam fatos como esses, aí cada um vai se sentindo à vontade, todo mundo vê que o outro tem um tem um fenômeno desse e quando vê tá todo mundo falando e olha, eu já aconteceu isso comigo, já aconteceu aquilo. É o que o próprio Kardec fala, né? Se as pessoas pararem para recordar a memória, vão perceber que muitos desses fenômenos elas já presenciaram e que na época passaram despercebidos, né? Então isso isso é tão presente com
dec fala, né? Se as pessoas pararem para recordar a memória, vão perceber que muitos desses fenômenos elas já presenciaram e que na época passaram despercebidos, né? Então isso isso é tão presente com algumas pessoas que eu já conheci pessoas que não acreditam em Deus, mas acreditam nos espíritos. Olha só, porque a pessoa presenciou tudo isso. A pessoa fala: "Não, não acredito em Deus, não gosto de religião, mas espírito que existe, existe." Que ela viu, ela, ela presenciou. Então, ela fala: "Não, esse negócio de espírito faz sentido agora Deus não". É muito curioso isso. E há aquelas pessoas que mesmo vendo vendo o fenômeno, ela vai negar. Só para vocês ter uma ideia, não sei se vocês sabem, berada hoje ela está, eu não, eu não sei na posição, eh, vocês falando em escavações e fósseis, o beraba é um geoparque aqui, se vocês pesquisarem aí, esse salvo engano, tá entre os 10 maiores no Brasil. E e aqui tem uma uma comunidade aqui que faz parte, né, do município de Uberaba, chamada Peirópolis, que lá tem o museu. Então você vai ver eh dinossauros montados de preguiça gigante, eh répters pequenos, né? As você você vai encontrar de tudo, né? É bem interessante. Mas por que que eu tô dizendo isso? Há pessoas que negam, não, aquiloá tudo é invenção. Não existe aquilo lá não. Aqu lá é o próprio homem que fez, que gesso, nega. Ah, a pessoa vai lá para negar. Olha, para você ver o o ser humano tinha de ser estudado, né? O os que gostam de negar. Ele tá vendo um fato, um fenômeno, algo que é material, está acontecendo. as pessoas aqui tem alguns condomínios aqui, condomínios muito, mas muito grandes que estão sendo construídos, que ao ser a a ao ser escavar alguns pontos encontraram e tiveram todo o condomínio, a obra foi parada, foi barrada e e começaram um trabalho de escavação para poder eh retirar esses fósseis, essas coisas todas. Para >> tá igual Roma, hein, Lauro. E o Beirava tá igual Roma. Roma vai construir metrô, tem que parar. Porque encontra. É, é. Aí, aí, aí pessoas trabalhando profundamente
fósseis, essas coisas todas. Para >> tá igual Roma, hein, Lauro. E o Beirava tá igual Roma. Roma vai construir metrô, tem que parar. Porque encontra. É, é. Aí, aí, aí pessoas trabalhando profundamente naquela limpeza, com todo cuidado do mundo para não danificar, né, aquilo que o tempo, né, cristalizou. Aparece o indivíduo para dizer: "Não, não, isso aí é tudo invenção, não existe não." Nossa, parabéns, hein? Agora imagina fenômenos mesmo se movimentando, subindo e descendo. A pessoa fala: "Não, não, não, isso aí é chalatanismo ou é alucinação?" Estou ficando é louco, Michel. Bom, deixa eu já despedir aqui, pessoal. Michel, obrigado. Obrigado, José. E obrigado ao pessoal aí, a você que está conosco. Amanhã estamos firmes às 14 horas aqui no Kardecube para o Evangelho de Segundo Espiritismo. Um abraço. Passo para vocês. >> Só para fazer observação, se a pessoa desse uma explicação melhor, né, Lauro? Você ainda até entende, mas só negar não não vira nada. >> É, é isso aí. O Mas, Lauro, daqui alguns milhões de anos, quando escavarem o a terra de Uberaba, eles vão achar um dinossauro que vai estar escrito assim no osso: Disciplina, disciplina e disciplina. É um dinossauro bem específico que viveu em Uberaba. Mas dito isso, já estouramos o tempo, né? Temos aqui a Vanusia, que estava presente com a gente, a Francisca, boa noite, a Henriete, a Samira e a Francisca comentou: "Tinha essa brincadeira com a caneta também na minha adolescência". E eu também, eu na, eu tive o azar que bem quando começou a minha adolescência, que a gente começou, começou a ter essas ideias, né, da brincadeira do copo, foi quando eu comecei a frequentar a casa espírita. E aí eu falei pra dirigente da casa espírita: "Olha, a gente tá pensando em fazer a brincadeira do copo". Ela, mas ela me colocou um uma proibição assim que a gente não fez. Mas acho que até hoje tem o jogo que tu pode comprar o tabuleiro. Tem o tabuleiro para vender do Ija, não sei o que que tem as letras, tem a cestinha com a letra, tem até
ão assim que a gente não fez. Mas acho que até hoje tem o jogo que tu pode comprar o tabuleiro. Tem o tabuleiro para vender do Ija, não sei o que que tem as letras, tem a cestinha com a letra, tem até hoje, né, mostrando. Nota que isso tá na tá na cultura geral, né? Curioso isso, né? E a o melhor jeito é provocar, né? Ai, aconteceu tal coisa. Sempre quando alguém me procura, ah, lá não sei onde tá acontecendo, digo, provoque. O melhor jeito de você saber é provocando. Não é, não é o contrário. Não, não faça, porque não provoque. E só para concluir, falando sério, tem uma história extraordinária na revista espírita em outubro de 65, que é o filho do senhor Alexandre Delane com 8 anos de idade. Ele tá brincando com o amiguinho e a mãe do amiguinho diz assim: "Você não é a filha do senhor Delane que mexe com espírito?" E ele: "Sim, sou." Daí ela fala alguma coisa e ela diz meio que duvida que isso seja verdade. E ela diz: "A pena que seu pai não tá aqui para me provar que os espíritos existem". E ele, mas não tem problema, eu mesmo faço. Com 8 anos de idade, o filho do senhor Delane foi para dentro da casa dessa senhora, botou a mão na mesa, evocou os espíritos, a mesa se mexeu e deu uma comunicação do pai, da mãe, do amiguinho. Kardec conta isso. Outubro de 65 da revista espírita. A criança era o Gabriel Delane, né, que mais tarde iria ser famoso escritor espírita. com 8 anos de idade, ele foi lá, botou a mãozinha em cima da mão, chamou os espíritos e a mesa se deu uma comunicação através da mesa do pai da da mãe do amiguinho. Olha que coisa impressionante aquele século XIX, como tava parece que liberado, né? Se tu evocasse a coisa se enrolava. Mas é isso. Eu quero agradecer a ao Lauro, ao José e a todos que aqui estiveram. Lembrar todos para curtir e se inscrever, se você não é inscrito, assinar o canal, se você quiser estudar o livro dos médiuns conosco e participar do grupo do Whats no link que tá aqui nos comentários. Amanhã às 14 horas nós estamos ao vivo estudando o Evangelho
to, assinar o canal, se você quiser estudar o livro dos médiuns conosco e participar do grupo do Whats no link que tá aqui nos comentários. Amanhã às 14 horas nós estamos ao vivo estudando o Evangelho Segundo Espiritismo. O Lauro já se despediu. Acho que o José não, né? Eu passo pro José se despedir. Uma boa noite a todos. >> É só para fechar o ponto aí, os espíritas morrem de medo desses fenômenos, né, Michel? Eu já eu já falei para amigos espíritas, pô, eu queria fazer reunião mediúnica e provocar os manifestações físicas, né? Aí eles olham com uma desconfiança. Mas para que mexer com isso? É muito curioso. A gente tem que defender o espiritismo para os espíritas, né? Mas enfim, é isso aí, pessoal. Semana que vem a gente continua estudando o que é o espiritismo, o diálogo cético de Kardec. a gente acaba entrando nessas questões de ciência, né? Falamos da alucinação, etc. Você tem relação aí com o texto, né? A gente tenta aprofundar um pouco e desenvolver esses esses temas. Ah, continuem nos acompanhando, assistam os estudos ao longo da semana. Amanhã aqui no Kardec Tube tem tem o Evangelho Segundo Espiritismo, né, Michel? Ao longo da semana tem, como o Michel sempre fala, né, tem muito conteúdo, lives agora no Cardectobes por dia pelo menos. Se inscrevam no canal e quem puder se torne sócio, né? Se torne membro. Sócio não, ainda não, né, Michel? Ainda não é empresa de capital aberto. Quem sabe chegará um dia. >> Só se oferecer milhões. Aí eu posso pensar. >> É, não é, é membro. é membro ainda não são milhões, é algumas dezenas aí que mas que já ajudam bastante o canal. Se inscrever, curtir, isso ajuda bastante. Semana que vem estamos aí de novo. Um grande abraço a todos. Boa noite,
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