40 - Oposição da Ciência | O cético - (parte 12): "O que é o Espiritismo"
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Boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao estudo do que é o Espiritismo, essa obra tão importante de Kardec. Você está no Kardec Tube. Eu sou Michedo. Todas as quarta-feiras nós estamos aqui estudando às 20 horas o livro O que é o Espiritismo. Estamos aí no estudo 40 hoje lembrando que Kardec escreveu três obras. três livros, dos 23 que ele escreveu, três livros ele escreveu para os iniciantes do Espiritismo. Então, Kardec se preocupou e teve cuidado com isso. Então, se você quer iniciar o estudo do Espiritismo ou indicar para alguém, ele deixou três obras. A primeira, o Espiritismo na sua mais simples expressão, uma obra quase nada conhecida. Nós estudamos toda essa obra aqui, você pode conferir o estudo da obra completa no na nossa playlist. A segunda obra é o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Nós também estudamos toda ela aqui. Você pode conferir todo o estudo gravado aqui na playlist. E a terceira é que estamos estudando agora o que é o espiritismo. Estamos aí há 40 semanas estudando o que é o espiritismo. Então estamos fechando aí esse ciclo das três obras iniciais. A gente vai ter elas todas as três gravadas para quem quer iniciar no estudo do espiritismo. O que é o espiritismo? Começa com uma definição de Kardec. a mais completa e melhor definição do espiritismo. Ele responde no preâmbulo dessa obra. Depois ela é dividida em diálogos em que Kardec discute com os o crítico, cético e o padre. Nós vimos todo o diálogo de Kardeco, agora estamos no diálogo com o cético. O diálogo com o cético é dividido em assuntos e nós estamos aí algumas semanas, né, na no assunto oposição da ciência. E assim seguiremos. Hoje a gente provavelmente termina esse assunto, a posição da ciência e semana que vem entramos num assunto novo. Então você que não viu os estudos passados, confira tudo na playlist. Lembrando que nós nós temos aí lives diárias duas vezes por dia. Todas as tardes às 14 horas de segunda a sexta estudamos o Evangelho Segundo Espiritismo. Segunda-feira à noite o
ira tudo na playlist. Lembrando que nós nós temos aí lives diárias duas vezes por dia. Todas as tardes às 14 horas de segunda a sexta estudamos o Evangelho Segundo Espiritismo. Segunda-feira à noite o livro dos espíritos. Terça-feira à noite, estudamos a obra O nosso lar criticamente. Quarto, que é o Espiritismo, quinta o site revistaespesírita.net Net e sexta-feira o livro dos médiuns. A live às 20 horas do livro dos médiuns na sexta é fechada para assinantes. Se você quer, se você quer assistir o estudo do livro dos médiuns conosco, assine o Kardecube. Para assinar o Kardecube, você clica em seja membro aqui no canal ou no link que está na descrição aqui da live ou deixa um comentário pedindo ajuda que a gente ajuda você a assinar. assinando Kardec Tube. Você está ajudando o Kardec Tube a crescer, a se manter, a manter custos, adquirir equipamentos cada vez melhores. Em troca a gente devolve em forma de estudo do livro dos médiuns. E assim que a gente chegar em 50 assinantes, falta pouco para isso, nós também vamos começar a sortear livros espíritas entre os assinantes. Então, assine o Kardecup. Você que está chegando agora pela primeira vez, deixe aí seu like e se inscreva no canal. Isso é rápido e isso é de graça. E por fim, você também pode participar do nosso grupo no WhatsApp, também é de graça, é aberto para todos. Qualquer pessoa que se interessa pelo espiritismo pode participar. Basta clicar aqui no link que a gente deixou. Clique nesse link aqui nos comentários e aí você consegue entrar no nosso grupo do WhatsApp direto. Você pode acompanhar tudo que a gente faz, tirar dúvidas, falar de espiritismo. Compartilha esse link também. Quanto mais pessoas chegarem, melhor. Então, são as formas de você interagir conosco. E quem está aqui na live, participe, né? Participe pelo chat, traga questões e assim a gente segue e tudo fica gravado, tudo está nas playlists, você pode assistir a hora que quiser. Para tudo isso, eu tenho os dois irmãos, dois amigos que me ajudam nesses projetos. O Lauro, tá em
sim a gente segue e tudo fica gravado, tudo está nas playlists, você pode assistir a hora que quiser. Para tudo isso, eu tenho os dois irmãos, dois amigos que me ajudam nesses projetos. O Lauro, tá em praticamente todos. Lauro Rodrigues do canal Estudar Kardec e o José Paniago participa na noite de hoje. A gente vai ver se ele vai conseguir entrar daqui a pouco, mas qualquer coisa semana que vem ele está de volta. Passo a palavra pro Lauro dar as boasvidas. >> Obrigado, Michel. Boa noite. Boa noite aos colegas de estudos. Você do chat, você que não não quer participar comentando no chat, seja bem-vindos. vindo e participe e você que participe faça suas questões, os seus comentários. É sempre importante, é muito bom poder estudar essa obra. Como Michelin lembrou, também é uma obra pouco conhecida pelo movimento espírita. É uma uma obra que alguns falam, mas eh a grande maioria, pelo menos que eu conheço, não nunca leu essa obra. Então é muito interessante. E o que é curioso é que Kardec recomenda que se leia primeiro o iniciante, né, do espiritismo leia essa obra e depois, né, ler o livro dos espíritos e livro dos médiuns e assim consequentemente a revista espírita e depois quando surge as outras obras, né, o evangelho, o céu e o inferno e a gente. Até então, Kadec, lá no livro dos médiuns, não havia ainda nem o evangelho, nem o céu e inferno, nem a Gênesis. Então, veja o que é o Espiritismo, o livro dos espíritos e a revista espírita deveria ser para o movimento espírita uma leitura obrigatória, né, para quem quer falar de espiritismo e, claro, depois das demais obras. Então, que tenhamos aí um bom estudo, Michel. >> Isso aí. E já está por aqui, né? Já estão por aqui os nossos amigos assinantes, a Luciana tá sempre por aqui, o Daniel também e demais do pessoal que vem chegando paraa gente estudar mais um trecho aí em que Kardec trata nesses Kardec trata nesses itens que nós estamos vendo aí de oposição da ciência sobre justamente a relação que o espiritismo tem com as
gando paraa gente estudar mais um trecho aí em que Kardec trata nesses Kardec trata nesses itens que nós estamos vendo aí de oposição da ciência sobre justamente a relação que o espiritismo tem com as demais ciências. como o espiritismo se relaciona, como é que o espiritismo vê as demais ciências e como que o cientista tem que também se portar diante do espiritismo, já que o espiritismo é uma ciência própria, como que as ciências se relacionam, né, Kardec? Deixa claro que nenhuma ciência trata da outra. A gente não pode usar uma ciência para tratar da outra. Você pode ser especialista, doutor numa ciência, mas se você se você quer se você quer analisar uma nova ciência, você precisa se especializar naquela nova ciência. Então são pontos muito importantes. Da mesma maneira, o espiritismo não trata das outras ciências. Isso é uma confusão. A gente tá falando isso há muitos anos, ainda acontece. As pessoas, as pessoas leem as obras de Kardec, Kardec fala sobre outras ciências, mas não é que ele tá falando de espiritismo, não é espiritismo, a visão do espiritismo sobre as outras ciências, é que as obras dele, as obras dele, ele também cita ciências da sua da sua época, né? São várias confusões com relação a isso. E Kardec já esclareceu todos esses pontos. É o que a gente tá vendo aí nas últimas semanas. E é engraçado que esse assunto continua tão atual, né? Tão atual. Hoje mesmo eu comentava com Lauro na live da das 14 horas sobre o novo livro do Carlos VI, né, chamado Para Além da Fé raciocinada. E e a gente tá aí apavorado com o conteúdo dessa obra, muito assustado com o conteúdo dessa obra, porque é um autor tão sério, uma pessoa tão querida, educada, eh acessível e que fez um trabalho fenomenal nos seus livros históricos. Não existe nada de melhor sobre a história do espiritismo de Kardec. E de repente ele lança uma obra que a gente fica se perguntando o que aconteceu com o autor, porque é uma obra assim que eu estou a estou do do início pro meio da obra ainda, né? Ela elas a recém só tem a
repente ele lança uma obra que a gente fica se perguntando o que aconteceu com o autor, porque é uma obra assim que eu estou a estou do do início pro meio da obra ainda, né? Ela elas a recém só tem a versão em e-book para você comprar através da Amazon. Inclusive a gente diz, por mais que a gente critique a obra e discorde da obra, a gente faz questão que as pessoas leiam, né? Porque isso faz parte do do da boa crítica. Você tem que ler com os próprios olhos o que a gente tá falando. Mas é impressionante. Não sei se o o Carlos tá mal assessorado, se ele precisava ter estudado espiritismo com pessoas que entendessem melhor Kardec. Não sei o que aconteceu, mas é real, infelizmente, com uma dor no coração, o Kardec Tube tem essa essa característica de doa o que doer. A gente é obrigado a ser sincero nas nossas opiniões e realmente é uma está sendo até esse momento. Se tiver coisas positivas, evidentemente que a gente também vai falar, mas até esse momento é impressionante como a obra é ruim. Ela contém contradições, ela contém deduções equivocadas, ela contém eh é é impressionante. Realmente eu não sei o que aconteceu com o autor, porque as as outras obras que ele lançou são incríveis. E essa realmente talvez uma tese que eu tenho é que quando é para tratar da história, ele é o que tem de melhor. Mas quando ele resolve opinar ou fazer reflexões em cima da história, daí talvez ele não tenha entendido muito bem, que são coisas diferentes, né? Você pode contar uma história e você pode opinar sobre a história. Talvez tenha sido isso que aconteceu. De qualquer maneira, eu quero dizer de público aqui e quem me conhece, me acompanha no dia a dia, sabe que eu faço questão de fazer isso. O Kardecube não faz média com as pessoas, mas eu digo de de coração, sem nenhuma intenção de desrespeitar a pessoa do Carlos, da qual eu gosto e admiro e vou continuar indicando as obras dele. Mas essa última obra realmente não dá para entender o que aconteceu, porque ela está assim muito ruim o seu conteúdo. Mas vamos
rlos, da qual eu gosto e admiro e vou continuar indicando as obras dele. Mas essa última obra realmente não dá para entender o que aconteceu, porque ela está assim muito ruim o seu conteúdo. Mas vamos aguardar aí para ver, né, a repercussão e e é assim que funciona. Há um tem que existir o debate público e a a e a crítica aberta, né, sem a gente precisar ofender as pessoas. E eu espero realmente que o Carlos entenda, mas eu sou obrigado por uma questão de consciência e fidelidade a Kardec a dizer que eu não sei o que aconteceu com ele nesta obra, porque a obra realmente está com muitos problemas. Eu agora não tenho tempo para me dedicar a fazer um estudo público da obra para apontar a as críticas de maneira completa. Talvez existe uma possibilidade depois que eu terminar o projeto no nosso lar, se o Carlos me permitir, eu posso colocar a obra e fazer a mesma coisa que eu fiz com a obra nosso lar. Espero que ele me permita, aceite, porque realmente em nome do cardecismo eu sou obrigado a dizer isso. É impressionante o que aconteceu. Não sei, mas tá ligado a esse assunto com relação a é justamente esse assunto que Kardec está tratando de relação entre espiritismo e ciência. Ele parece não ter entendido isso, né? Então ele faz alguns algumas algumas não muitas muitos equívocos no livro, né? Mas vamos lá, vamos estudar e vamos aguardar o tempo, as análises, as opiniões e vamos ver o que que vai acontecer, né? Mas isso é importante eu falar. O Lauro, que me conhece aí mais de perto sabe que eu não conseguiria agir de maneira diferente. Antes de ler o texto, eu passo pro Lau, se ele quiser também fazer os comentários dele a respeito disso. Lau, >> não, Michel, podemos ir pro texto. >> Então, vamos lá. Vamos para Kardec. Antes, deixa eu dar boa noite aqui pro Luciano, nosso amigo e nosso assinante também. E a Francisca também, nossa nossa amiga recente, há pouco tempo aí. começou a participar dos nossos estudos e live. Seja bem-vinda e estude conosco aí, que que alegria ver
go e nosso assinante também. E a Francisca também, nossa nossa amiga recente, há pouco tempo aí. começou a participar dos nossos estudos e live. Seja bem-vinda e estude conosco aí, que que alegria ver cada vez mais amigos chegando, né? E vamos lá, vamos ao texto, vamos ao mestre. Lembrando que V é de visitante, né? E é aqui é o o Cético ainda discutindo com Kardec sobre o assunto oposição da ciência, né? Então diz o cético, sem dúvida, mas por ser uma coisa possível, não devemos concluir que exista. E aí Kardec vai responder a ao cético. É exato. Mas não podeis deixar de convir que desde que uma coisa não é impossível, já ela avançou, porque a razão não arrepende. Resta, pois, averiguá-la pela observação dos fatos. Ora, essa observação não é nova. Tanto a história sagrada quanto a profana provam a antiguidade e a universalidade dessa crença que se perpetuou através de todas as vicissitudes por tem passado o mundo e se mostra entre os mais selvagens povos no estado de ideias innatas e intuitivos e tão gravadas no pensamento como a do ser supremo e a da existência futura. Espiritismo, pois não é uma criação moderna. Tudo prova que os antigos o conheciam tão bem ou talvez melhor que nós. Somente ele não era ensinado, senão com precauções misteriosas que o tornavam inacessível ao vugo, abandonado de propósito no lamaçal da superstição. Quanto aos fatos, eles são de duas naturezas, uns espontâneos e outros provocados. Dre os primeiros estão as visões e as aparições tão frequentes, os ruídos, barulhos e movimentações de objetos sem causa material e grande número de efeitos insólitos que olhávamos como sobrenaturais e hoje nos parecem simples, porque não admitimos o sobrenatural, visto como tudo se submete às leis imutáveis da natureza. Os fatos provocados são os obtidos por intermédio de médiuns. Vou fazer diferente hoje se o Lauro não se importa. Sempre eu começo comentando, Lauro, vamos inverter hoje para mudar um pouco. Se tu quiser, eu passo para ti comentar primeiro, depois eu comento. Só
Vou fazer diferente hoje se o Lauro não se importa. Sempre eu começo comentando, Lauro, vamos inverter hoje para mudar um pouco. Se tu quiser, eu passo para ti comentar primeiro, depois eu comento. Só pra gente variar um pouco, né? Pode ser, >> pode ser, pode ser sim. Eh, bom, como Kardec é é sempre prudente, né, e principalmente eh eh esclarecedor, fica fica, né, fica e eh eh a forma como ele ele trata as coisas com a lógica tão tão tão perfeita, né, com que ele ele trata. Veja, se na história da humanidade, desde os dos tempos mais antigos, mais remotos, sempre se falaram em nesses fenô e esses fenômenos aconteceram então em todas as épocas humanidade. Ora, seria muita pretensão de alguém ou de alguns julgar que toda essa gente e toda a história da humanidade, essas pessoas estavam equivocadas, alucinadas, são pessoas dadas ao sobrenatural, ao maravilhoso, né? Seria muita pretensão eh eles dizerem assim: "Não, nós estamos com a razão, enquanto que o restante eh são pessoas dadas ao maravilhoso, como disse." Então, o quec toca nesse ponto ao meu sentir aqui, né? Que se a na história isso isso sempre foi registrado e no século XIX esses fenômenos ali, né? no início ali do naquele período houve toda aquela manifestação, principalmente na na América do Norte, nos Estados Unidos, onde esses fenômenos aconteceram de forma tão intensa. Então, há relatos de jornais em jornais e pessoas sérias desses fenômenos. começa a migrar, por assim dizer, também acontecer também na Europa e precisamente na França, onde, né, eh eh começou ali o chamado mesas girantes, enfim, aquilo que a gente já sabe. Mas o o que é importante aqui eh eh é o que Kardec vai levar. O espiritismo sempre existiu. Mas veja, essa fala de Kardec, muitas pessoas vão dizer assim, tá vendo? Carec tá dizendo que o espir ele não é o criador do espiritismo, que ele sempre existiu. Mas Carec tá dizendo que esses fenôimos, que é uma lei natural, que o espiritismo é uma lei da natureza, sempre existiram, mas coube a ele, como nós já sabemos
do espiritismo, que ele sempre existiu. Mas Carec tá dizendo que esses fenôimos, que é uma lei natural, que o espiritismo é uma lei da natureza, sempre existiram, mas coube a ele, como nós já sabemos também, organizar tudo isso. Então ele ele ele ele observa todos esses fenôos, né? compara tudo isso, pesquisa, ouve os espíritos e cria esse corpo de doutrina. Então, ao meu sentido aqui, CAD que traz, né, eh, essa essa essa lógica de de pensar assim, por que negar algo que que sempre foi tido como, né, relatado como algo eh possível de acontecer? Se é possível, não. Ah, é possível, sim. Então, por que, por que negar? Se não é impossível, porque pode acontecer, né? Então o Kadec traz por esse lado. Mas Michel, passo para você que você tem mais coisas a dizer, não se muito mais a dizer. É isso aí. Chegou agora a dona Líia. Seja bem-vinda também, amiga, assinante e mãe do José, para quem não sabe, né? Seja bem-vindo. Então, eh esse finalzinho aqui do do texto sobre oposição da ciência, Kardec tá fazendo um exercício muito interessante sobre aquilo que o espiritismo trata, né? Se vocês acompanharem o início do livro dos médiuns, no início do livro dos médiuns, é uma espécie aqui é uma espécie de resumo do início do livro dos médiuns, porque Kardec faz uma divisão muito interessante para fundamentar os fenômenos espíritas, os fatos espíritas, aquilo que o espiritismo estuda. Ele mostra assim: "Olha, a ciência espírita ela se confirma em três pontos. Primeiro, através da razão." É racional a crença no espiritismo. Aquilo que o espiritismo diz é perfeitamente lógico e racional. Então, só num exercício racional, você já consegue perceber a que lado a razão tende, para que lado a razão apoia. E você vai ver que a lógica leva à crença nos princípios espíritas, a existência dos espíritos, a sua sobrevivência, a comunicação, a reencarnação. É o primeiro ponto. Isso é muito importante, você ter a razão do seu lado, porque a razão é uma das principais ferramentas do ser humano para entender a natureza, entender o
municação, a reencarnação. É o primeiro ponto. Isso é muito importante, você ter a razão do seu lado, porque a razão é uma das principais ferramentas do ser humano para entender a natureza, entender o mundo, entender o universo, entender a vida, entender as coisas. Então ele chega a fazer um um exercício de lógica no início do na primeira parte do livro dos médiuns, lá no no capítulo primeiro, que ele diz assim: "Vamos só usando a razão mostrar como ela apoia o espiritismo." Aí ele faz um exercício lá, capítulo um, a espíritos do livro dos médiuns, e ele mostra como realmente é racional a crença no espiritismo. Bom, aí ele diz, se uma coisa é racional, é meio caminho andado a crença, né? Falta agora o quê? Os fatos. Se eu junto a razão e os fatos, eu tenho a crença perfeita. Eu tenho uma crença completa, eu tenho o que eu chamo de crença científica, porque eu apresento argumentos racionais e eu apresento os fatos. Aí ele vai mostrar também um conjunto gigante de fatos. Então eu tenho para comprovar o espiritismo a razão e os fatos. Negar o espiritismo é negar a razão e negar os fatos. E o terceiro ponto que ele vai mostrar tem está ligado aos fatos. O terceiro ponto, ele vai mostrar isso, sempre esteve presente em todas as épocas da humanidade, em todos os povos, em todas as culturas. Então você tem a razão, os fatos e a história. Como é que você vai dizer que isso é uma invenção, uma ilusão, uma loucura, uma alucinação? Algo que está presente no mundo todo, em todas as épocas, em todos os povos. Eu tenho os fatos antigos e os fatos modernos. Eu tenho a razão, eu tenho teoria. O que falta pro espiritismo? Nada. Embora muitos aí achem que falta, né? Não falta nada em Kardec. E aí, como o Lauro muito bem lembrou, há uma confusão quando Kardec diz que o espiritismo, pois não é uma criação moderna. Tem muita gente que tenta usar essa frase para dizer que a ciência espírita não foi feita com Kardec. As pessoas têm uma má vontade e uma ignorância às vezes que supera, viu? Porque, óbvio, ele está mostrando
a gente que tenta usar essa frase para dizer que a ciência espírita não foi feita com Kardec. As pessoas têm uma má vontade e uma ignorância às vezes que supera, viu? Porque, óbvio, ele está mostrando aqui que aquilo que o espiritismo trata, justamente porque é algo que está na natureza, por isso ele está pautado em leis naturais, sempre existiu. É claro que a explicação científica disso surgiu com Kardec. Então não faça um jogo de palavras, porque ele deixa isso bem claro na obra, né? Você tinha esse assunto antes sendo discutido, inclusive racionalmente, você tinha diversos escritores e obras discutindo isso, você tinha os fenômenos acontecendo, por isso que ele está em todas as em todas as épocas. Mas é claro que a criação da ciência, ou seja, agora uma explicação científico racional completa, você vai ter a partir de Kardec, só em Kardec, mas faz parte de toda a ciência. Toda a ciência trabalha assim, ela procura mostrar a universalidade e a atemporalidade, a impessoalidade daquilo que ela trata. Isso é próprio da ciência. para mostrar que a ciência não é uma invenção do seu cientista criador. Ora, como o espiritismo é uma ciência, embora muita gente aí achea que não é, né? Leiam o prefácio escandaloso, desastroso da obra nova do Carlos VI. Se vocês lerem esse prefácio, vocês vão ficar apavorados, porque o senhor lá que abre o o segundo prefácio vai dizer que o espiritismo não é uma ciência. Mas Kardec vai deixar absolutamente claro que é uma ciência e por isso que ele tem essas características. Ele atende a razão, ele tem um conjunto de fato, um conjunto não é um ou dois, é uma coisa universalmente espalhada, né? E em todas as épocas é uma coisa que você tem acesso porque está na natureza, né? Aí você tem os observadores que vão conseguir transformar isso num num corpo científico, que no caso pro espiritismo foi Kardec. Mas antes de prosseguir, chegou o terceiro membro aí do trio. Seja bem-vindo. O bônus hora hoje vai ter desconto, claro, a gente já informou o departamento pessoal de nosso
pro espiritismo foi Kardec. Mas antes de prosseguir, chegou o terceiro membro aí do trio. Seja bem-vindo. O bônus hora hoje vai ter desconto, claro, a gente já informou o departamento pessoal de nosso lar, o Clarêncio vai descontar do bônus hora porque ele chegou depois. Mas tá aí, eu passo pro pro José dar as boas-vindas e boa noite dele. >> Algumas horas no umbral. >> Isso. Ah, tem isso, né? >> Vou fazer hora extra hoje. Eu vou vou compensar. Boa noite a todos. Desculpem o atraso. Problemas de ordem maior aqui, mas agora tô de volta. Muito boa noite a todos. Ah, é uma alegria muito grande estar aqui pra gente estudar novamente o que é o espiritismo, diálogo cético, né? E acho que vocês estavam comentando sobre o livro do cara do sete. Eu queria ouvir o comentário que eu vi chegando depois, mas eu já vi o Michel já comentou com a gente, né, sobre o fato de o Set colocar lá que o espiritismo não é uma ciência, né? Eh, uma opinião é uma opinião comum, infelizmente, né? Eu costumo dizer que ah, aqueles que conhecem o Espiritismo e conhecem um pouco de filosofia da ciência e que não possuem preconceitos, todas as, se tiver essas três condições, a pessoa vai concluir que que o espiritismo é uma ciência. Faltou um desses três, aí realmente fica complicado. Tem gente que entende filosofia da ciência, não tem preconceito, mas não entende espiritismo. Tem gente que eh entende filosofia da ciência, entende espiritismo, mas tem preconceito. Ou tem gente que entende de eh espiritismo, não tem preconceito, mas não entende filosofia da ciência. Então, se falta um desses três, eu acho que a pessoa realmente vai ter dificuldade de entender que é uma ciência. Mas digam aí, podem continuar. É, o, eu cheguei a dar uma comentária, o comentário maior, eu fiz hoje às 14 horas lá no estudo do evangelho, né? Mas só para situar quem tá chegando, José, a o ponto que eu comentei hoje de uma maneira muito enfática foi o prefácio da obra. A a o livro tem dois prefácios, mas o segundo é desastroso.
angelho, né? Mas só para situar quem tá chegando, José, a o ponto que eu comentei hoje de uma maneira muito enfática foi o prefácio da obra. A a o livro tem dois prefácios, mas o segundo é desastroso. Desastroso. E por que que me choca mais ainda? Porque quem o escreveu tem conhecimento de das regras para eu fazer uma boa crítica. Porque o texto é do senhor Bruto Zabel, que eu não conhecia. E e no prefácio tem a qualificação dele. Vou ler para ti. Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo, USP, e professor do Instituto Tecnológico de de Aeronáutica ITA. Então não é alguém despreparado. E eu vou ler para ti o trecho que para mim é chega a ser estarrecedor, mas claro, tu falou muito bem, é óbvio que ele é absolutamente preparado na área da filosofia, mas ele não entendeu Kardec. A falha dele é em Kardec, só que ele como doutor em filosofia deveria saber que ele deveria aprofundar mais. Vou vou ler para ti só o trecho. É um trecho, >> Michel, rapidamente. Pode ser problema de filosofia da ciência também, porque tem muita gente na filosofia que não entende filosofia da ciência, porque não é especialidade do cara. >> De repente a área, a doutorado dele é uma coisa bem diferente, né? >> E ele reproduz preconceitos sobre a ciência mesmo sendo da filosofia. >> Isso. Olha o que ele vai dizer. Olha o que ele vai dizer. Abre aspas. Como dissemos? Apesar da pretensão de cientificidade, o espiritismo é sobretudo um discurso metafísico, que é exatamente o oposto do que Kardec vai dizer no capítulo lá da Gênese. exatamente o que o o que ele vai dizer diferente lá na na no capítulo da elaboração, né, que ele vai falar que justamente ele vai ser o primeiro, claro, ele vai pegar assuntos que eram da metafísica e desenvolver uma ciência a partir disso. Agora, como eu falei às 2as da tarde, é óbvio que os esse senhor tem direito de de pensar assim, porque de repente é uma opinião dele, né? É uma é uma análise dele, mas a questão é primeiro ele está contradizendo o pensamento de
da tarde, é óbvio que os esse senhor tem direito de de pensar assim, porque de repente é uma opinião dele, né? É uma é uma análise dele, mas a questão é primeiro ele está contradizendo o pensamento de Kardec e ele deveria fundamentar, né? Ele deveria, ele deveria dizer, olha, é, não é, não é científico e é sobretudo um discurso metafísico, por isso, por isso, por isso, mas ele não, ele não diz, ele só >> não dá os argumentos, ele não dá os argumentos, >> ele não dá os argumentos. Esse é o principal, porque é evidente que a gente não tá contestando o direito de ele pensar assim, mas ele tem que fundamentar, né? Inclusive, ele tem que responder a esse texto de Kardec. E mais, eu vou continuar porque no mesmo parágrafo ele diz assim, ainda falando sobre o espiritismo, né? Abre aspas, um conjunto de respostas a prementes questões existenciais. Olha agora, realizado obviamente por pessoas através de conceitos historicamente condicionados em época e local determinados, que é a velha história de falar, analisar a história como apenas um produto do meio histórico, um produto da época, que é uma visão, que eu já tenho falado várias vezes, uma visão materialista. né? Não é que o espiritismo negue o meio, é que o espiritismo coloca um novo meio que é a que é a existência dos espíritos interferindo na vida humana. Então você não pode fazer uma simples uma simples análise materialista da história se você tá fazendo uma análise espírita. Se ele tá usando premissas que não são espíritas, tudo bem. Mas ele tá ele tá se baseando em quais premissas? Em qual teoria, em qual base para dizer isso, para fazer essa e essa afirmação. Não é na base espírita, porque na base espírita você tem o chamado escala espírita. Então, por exemplo, você pode ter um meio encarnado e você pode ter um espírito que venha do mundo superior e ele pode não ser influenciado por esse meio. E justamente são espíritos que quebram, eles eles realizam uma ruptura com o processo histórico e justamente trazem ideias que revolucionam.
ndo superior e ele pode não ser influenciado por esse meio. E justamente são espíritos que quebram, eles eles realizam uma ruptura com o processo histórico e justamente trazem ideias que revolucionam. Então, há um elemento a mais na premissa espírita, que é baseado na escala espírita, na existência dos espíritos, na encarnação como missão. São vários pontos, detalhezinhos que fazem parte do conjunto teórico espírita que fazem você ter que ter uma análise diferente. Mas se ele tá fazendo uma análise materialista, não tem nenhum problema. Mas então ele deixa claro que ele não é um espírita aqui, ele ele é um combatente do espiritismo. Ele ele parte do pressuposto que ele tá fazendo uma análise materialista. OK. Mas então não é uma análise espírita, porque Kardec vai fazer essa análise, por exemplo, de Jesus. Quando o Kardec vai analisar o texto do Renan, quando o Renan vai tratar da análise de Jesus, Kardec na revista Espírito 64 critica justamente isso. Kardec diz assim: "Claro, ele tá fazendo uma análise do Cristo como um materialista. Daí, claro que muda completamente a visão que você tem do Cristo, né? Inclusive há pessoas ligadas à política que vem Jesus como um revolucionário político, que pro espiritismo não faz o menor sentido, porque há uma escala espírita em que ele é um espírito puro. Então, por exemplo, a ideia de que Jesus foi tentado para o espiritismo não faz sentido. A ideia de que Jesus aprendeu com os exênios, há, por exemplo, discussões históricas que fala que Jesus aprendeu com os exênios. Para a teoria espírita, isso não faz sentido, porque o espírito puro não iria aprender alguma coisa. Tudo bem, a pessoa pode negar esse tipo de análise porque ela tá desconsiderando a premissa espírita como verdadeira. E por fim, ele diz assim: "Sabemos, todavia, que Kardec teve pouco tempo e poucos recursos para pesquisar, investigar, interpretar, escrever e editar suas obras. Ademais, agora vem a cereja do bolo. Comprometeu-se a realizar uma missão irrealizável por um único indivíduo.
e poucos recursos para pesquisar, investigar, interpretar, escrever e editar suas obras. Ademais, agora vem a cereja do bolo. Comprometeu-se a realizar uma missão irrealizável por um único indivíduo. Claro, ele tá, ele tá pensando ciência como se como pensa na academia, né? Mas ele não entende todo o papel de Kardec que ele vai comentar o papel de excepcional dele. E esse papel excepcional de Kardecão do Espiritismo não é uma um excepcional dogmático, supersticioso religioso. Tem um sentido factual e racional que eu não não dá, eu não vou tratar aqui porque eu precisaria de 15, 20 minutos. Ele não entendeu o seguinte, Kardec não estava sozinho, é que ele não tomou por premissa como verdade que o espiritismo é feito pelos maiores espíritos da humanidade, né? Claro, quando você pensa do ponto de vista materialista, você diz assim: "Não é possível que um único sujeito no período de 15 anos tenha resolvido o o o problema, problemas gravíssimos da filosofia e não tenha errado em nada". Chega a ser até meio estranho pensar nisso, né? Claro, mas eu tô usando a premissa materialista. Agora, e se eu levar em consideração como verdade que quem construiu o espiritismo com Kardec foram os maiores gênios da humanidade reunidos numa época só. Opa. Aí se eu tomo isso como premissa, eu começo a entender por que o espiritismo teve esse caráter excepcional. É uma questão de tomar premissas ou não? Claro, como ele tá partindo de outra premissa, porque ele tá usando a visão dele que não é espírita para interpretar Kardec Espiritismo, ele tem todas essas visões, mas não é a visão pautada tomando o Espiritismo como verdadeiro. >> E mais uma coisa paraizar, >> o >> pode falar, pode falar. >> O Kardec também não construiu isso absolutamente sozinho. Se ele tá afirmando isso, não é verdade. Eu tô lendo o próprio livro do Carlos VI. mostrando que haviam centenas de pessoas envolvidas no trabalho. É claro que Kardec eh, pelo seu grau de saber, por ele trazer para ele a investigação, ele era o grande cabeça daquilo. E toda a
os VI. mostrando que haviam centenas de pessoas envolvidas no trabalho. É claro que Kardec eh, pelo seu grau de saber, por ele trazer para ele a investigação, ele era o grande cabeça daquilo. E toda a teoria científica é assim. O Cosmin já nos explicou isso, né? você tem uma uma pessoa, um intelectual, uma figura que concentra aquela investigação e e ele produz aquela teoria, ele produz com a contribuição de outras pessoas. É claro, isso acontece. Kardec teve a contribuição de muitas pessoas. A Sociedade Espírita de Paris teve dezenas de membros, centenas de membros ao longo dos dos 10 anos lá. A quantidade de médiums que com que com que Kardec trabalhou? a quantidade de correspondências lá. Claro, o se esqueceu dos espíritas, Michel. Eu vi isso agora. Agora se dizer agora abriu o microfone para >> ele. Eles sabem disso. Então é incompreensível. É incompreensível. E isso é o prefácio, porque aí eu comecei a ler, eu comecei a ler a a fala do próprio Carlos e eu comentei antes de tu entrar, o Carlos é uma pessoa que fez um trabalho excepcional sobre a história do Espiritismo de Kardec. Não conheço ninguém melhor. Vou continuar afirmando isso. Aquele livro da Capa Azul que foi o primeiro, espírito sobre investigação, aquele livro que ele fez junto com a Luciana Farias e o Adair Ribeiro, que é da Gênes a Polêmica aos Fatos. E o último livro antes desse, que é a biografia de Kardec sobre investigação, não existe nada de melhor sobre o assunto e isso vai, isso vai ser para sempre, até que se surgir uma obra melhor, evidentemente. E eu vou continuar falando isso e ainda comentei antes de tu entrar que o Carlos é uma pessoa de uma eh acessibilidade, de um respeito, de uma seriedade, de uma ética. ele chegou a falar no nosso canal numa live e eu continuo afirmando isso. O que eu comentei no início da live, afirmando tudo isso e deixando isso de novo ressaltado, é que este último livro dele lançado agora, foi essa semana, que só tem a versão ebook para adquirir na Amazon, né, que é o livro para Além da
, afirmando tudo isso e deixando isso de novo ressaltado, é que este último livro dele lançado agora, foi essa semana, que só tem a versão ebook para adquirir na Amazon, né, que é o livro para Além da Fé raciocinada, eu realmente não sei o que aconteceu com o Carl, porque aí quando eu continuei lendo o livro, são várias deduções, várias questões que ele coloca que a gente vê que ele não entendeu. Eu eu tava comentando com o Lauro antes de tu entrar que algum talvez, e aqui é uma especulação, o que tem acontecido é que primeiro que eu acho que ele tá mal assessorado, talvez ele tivesse que ter estudado Kardecessem melhor Kardec. Às vezes você tá convivendo com pessoas que têm limitações também do estudo e você não tem com quem aprender mais, né? Isso pode ter acontecido e talvez a especialidade dele seja tratada a história, não opinar, não opinar sobre. Às vezes o cara pode ser excelente e ele é excelente na questão histórica e na questão de opinar agora que ele resolveu opinar, não é o forte dele. Tal pode ser que seja isso, porque me impressiona, como tu mesmo citou nas próprias obras dele, ele tem o fundamento justamente para pensar o contrário, né? Ele faz ligações e deduções que chegam a bear assim, me impressiona. Eu não sei o que que aconteceu para ele ter ido para esse caminho. Não sei realmente, mas assim, em nome da sinceridade que o Kardec Tube procura ter nas suas opiniões, eu digo claramente, com todo o respeito e admiração que eu tenho por ele, que essa obra até esse momento, porque claro que as coisas que eu entender como positivas, eu também vou comentar, mas até o momento eu não estou entendendo a quantidade de de de ideias que não fazem para mim o menor sentido de conclusões, deduções. e relações que ele tá fazendo. Ele tem, olha, tem várias coisas. Eu eu ainda quero eu quero talvez depois que terminar o projeto do nosso lar pedir autorização pro Carlos para fazer uma análise crítica ao vivo da obra dele, dessa obra, porque ele faz assim, ele pega as
u ainda quero eu quero talvez depois que terminar o projeto do nosso lar pedir autorização pro Carlos para fazer uma análise crítica ao vivo da obra dele, dessa obra, porque ele faz assim, ele pega as influências de Kardec, aí você vê que ele pega livros que Kardec leu, ele pega fatos históricos da época de Kardec e tenta fazer uma espécie de então como se isso influenciou Kardec. para fazer o espiritismo, mas ele mesmo comenta no próprio capítulo que que o espiritismo não concorda necessariamente com esses mesmos textos que Kardec se relacionou durante a sua vida. Então, é uma coisa muito eh eh muito estranha. E vamos ver, vamos ver aí se ele vai responder as críticas, se ele vai fazer palestras sobre o livro e vamos ver as análises que outras pessoas vão fazer. O os guris aqui me conhecem. Eu vou lendo o livro e vou comentando, já deixando o comentário gravado lá num grupo que a gente tem no WhatsApp, que é para eles já saber como é a minha opinião sobre o livro e eles depois fazem a análise deles pra gente a gente confronta também as nossas análises, né? Mas eu tô muito impressionado negativamente com essa obra porque me parece que ele não entendeu não entendeu vários pontos e entrou em contradição muito parecido com o que o esse senhor que abriu a obra dele fez. Sei se o Lauro também quer quer tratar disso. >> É, não, eu eu eu foi aqui que nós conversamos mais cedo. É lamentável, lamentável, porque levou eh eh leva para o público, né, uma informação que isso já já o o público ou o leitor já não compreende bem o caráter do espiritismo. Aí você, alguém faz comentários que também e como ele não compreendeu isso, leva a a o leitor a a ficar ainda mais eh sem entender o que é o espiritismo, afinal de contas. É ou não é? É uma ciência, não é uma ciência? Como tratar o espiritismo? E isso aí leva mais uma série de tempos para que possa realmente tentar colocar ele nos trilhos. Já tá difícil agora. Imagina com obras, né, como você citou, de uma pessoa séria e que tem vai tem
smo? E isso aí leva mais uma série de tempos para que possa realmente tentar colocar ele nos trilhos. Já tá difícil agora. Imagina com obras, né, como você citou, de uma pessoa séria e que tem vai tem peso aí, né, no no no no meio espírita e que pode isso pesar de forma negativa. Infelizmente. José, >> não é aquilo, Kardec já tinha observado esse problema. o intelectual, o sábio, ele vai olhar para uma questão sempre do ponto de vista da especialidade dele. Então, no caso aí do prefácio, me parece que o autor ele é da área da metafísica na filosofia. Então, se ele é da área da metafísica na filosofia, essa é a especialidade dele, ele bate o olho na obra, ele vê ali Deus, a alma, etc. Aí ele ele acha que aquilo é metafísica, mas é uma é uma deficiência na no na formação da pessoa, entende? Eh, mas é isso. O que importa para nós é que Kardec segue firme e forte. as pessoas precisam estudar o Kardec, estudar os fundamentos que estão ali e conhecer um pouco mais de filosofia da ciência para ela perceber que algumas algumas visões que nós temos, isso é comum, a gente traz do senso comum visões de ciência que quando você vai se aprofundar na história da ciência, isso não é correto. Não é correto. Então, não é uma questão de Kardec ter feito sozinho ou com mais pessoas, esse não é o problema. Não é uma questão de tempo também, eh, de teve pouco tempo. Ah, quanto é pouco tempo? Eh, percebe a Newton demorou uma vida para publicar a teoria da gravitação, mas outros filósofos publicaram trabalhos muito cedo na juventude. Eh, então 10, 12 anos é pouco. Não, não acho que seja pouco tempo para você investigar fenômenos. Imagine 10, 12 anos investigando. É o que Carlck levou, não é? mais ou menos aproximando aí ele começa a observar lá em 55, 56, >> isso, >> 57 publica o livro espíritos e segue observando ah se os princípios gerais estavam no livro dos espíritos, já as observações não pararam. Kardec nunca parou de observar e de experimentar até o final. Tanto é que na Gênese ele corrige a questão da obsessão
s princípios gerais estavam no livro dos espíritos, já as observações não pararam. Kardec nunca parou de observar e de experimentar até o final. Tanto é que na Gênese ele corrige a questão da obsessão e da possessão. >> Sim. >> Lá na frente. >> O impressionante, o impressionante é o seguinte. Vamos supor que ele e que ele como estudioso tenha dito assim: "Olha, o naquele período ali de 14 anos, Kardecu, isso ou aquilo. Isso é normal em ciência. Sim. >> Mas então, então diga qual é o porque ele diz assim: "Cardec teve pouco tempo e e não e se propôs a fazer algo irrealizável". Ele diz isso. São palavras dele, do desse senhor que abriu a o segundo prefácio, que são dois, ele é do segundo. Então, por que que ele não cita quais são os problemas que Kardec não viu? Quais são os fenômenos que Kardec não viu? Ou fenômenos que Kardec viu, mas que faltou alguma coisa? Então, apresente esses caras, eles eles dizem que Kardec tá ultrapassado, que Kardec foi limitado a seu tempo, que Kardec é isso, que Kardec aquilo, mas eles não apresentam onde está o problema na teoria. E eles se colocam, e é impressionante isso, eu tava comentando isso antes de entrar na live com o Lauro, e eles mesmos durante a obra eles ficam se elogiando a si próprios. Não, porque nós não vamos fazer aqui uma análise pautada em senso comum, em simples opiniões. Nós vamos fazer uma coisa com qualidade científica, acadêmica, não sei o quê. Aí eles entram na parte de opinar e dão opiniões do senso comum sem a devida eh eh eh seriedade. Eles mesmos se elogiam, que é uma coisa muito esquisita no livro, muito esquisita no livro. E ao mesmo tempo eles fazem o contrário e fazem justamente aquilo que eles estão criticando no livro. E tem uma parte do livro que é uma da tem frases assim que me chocam. Tem uma hora que o Carlos diz assim no livro, eu queria pegar a frase certinho aqui para dar o peso. Eu acho que eu anotei na não lembro se é na página 21 que Mas ele diz assim: "É preciso ir além da fé raciocinada". O que que ele
assim no livro, eu queria pegar a frase certinho aqui para dar o peso. Eu acho que eu anotei na não lembro se é na página 21 que Mas ele diz assim: "É preciso ir além da fé raciocinada". O que que ele quer, que que essa frase quer dizer? >> Deixa eu ver se eu acho a frase para ler para vocês aqui. Ah, e outra aqui, ó. Abre aspas Carlos 7 falando. A gente já conhece onde é que esse papinho vai dar, né? Engraçado, o Carlos, ele tá muito alinhado com a Dora e com o Elias Moraes nesse livro. Não sei se isso é proposital e se isso tem relação, se eles se eles têm, se eles estão tendo alguma relação de convivência, de troca de opiniões, mas se tu pegar as falas da Dora Encontra, as falas do Elias e a fala do Carlos, eles estão bem alinhadinhos. E não é por acaso que houve houve um projeto que saiu há pouco tempo em que o Carlos e o Elias estavam envolvidos. Não sei se foi isso. O Carlos, que gosta tanto de falar da influência que Kardec sofreu, Delfens, ele tenha sofrido a influência do Elias Moraes, né? Porque olha só, abre aspas, página 26. Os discursos de Riv, de Rivail e de sua esposa Melibudê, proferidos no encerramento dos anos letivos, também nos oferecem mais indícios sobre a personalidade do casal, que de certo modo revela um viés eurocêntrico. Eu sei bem onde é que esse papo vai dar, tá? E realmente eles eram eurocêntricos por uma questão muito simples. Todo o desenvolvimento filosófico e principalmente científico do mundo naquela época aconteceu onde? Aconteceu onde? todo o desenvolvimento, principalmente os grandes desenvolvimentos que começam aí século X, 17, 18, X na ciência aconteceu na Europa. Mas e mas a questão não é o lugar, a as ciências e as teorias, elas não são consideradas verdadeiras ou falsas por causa do lugar, né? O Newton fala a verdade ou o Newton foi considerado um grande pensador por causa do local que ele morava? Agora o o critério de qualidade de uma teoria é o local. Mas eu sei onde é que esse papinho vai dar, né? Porque na introdução da obra,
considerado um grande pensador por causa do local que ele morava? Agora o o critério de qualidade de uma teoria é o local. Mas eu sei onde é que esse papinho vai dar, né? Porque na introdução da obra, na no prefácio da obra, eles levantam a questão do Kardec Racista. Eles levantam, tá no livro, não tô inventando, porque a ideia de que havia uma espécie de preconceito. >> É, mas é o pensamento comum hoje, né? esse essa ideia do eurocentrismo que no fundo no fundo é uma forma de relativismo. Isso não >> é relativo, >> isso não passa uma forma de relativismo. Você eh é um um a gente pode chamar de historicismo, que é você dar uma importância pra história mais do que ela de fato tem. Ou seja, ah, como que se explica a teoria espírita? Não é por critérios epistemológicos de evidência da racionalidade, é por questões da história, onde surgiu, como, quando, quais as influências, etc. Não digo que isso não seja uma parte importante do do de você compreender o contexto da ciência. Kardec dava vários exemplos eh de de Newton, ele dava vários exemplos, ele cita filósofos. Tudo isso nos indica qual seria a formação dele. Agora, não significa que a teoria ela depende, a sua existência, a sua verdade depende do contexto histórico no qual ela surgiu. Aí já é uma inferência complicada de se fazer. Até eu fiquei curioso. >> Você comentou sobre que ele com ele coloca as influências em Kardec, autores que Kardec leu. Eu sempre quis saber isso. Eu sempre fiquei curioso com isso. Mas não para condicionar a verdade da teoria a isso, é para compreender melhor o contexto, para compreender melhor a própria figura de Kardec, que é uma figura que nós admiramos. Mas não que isso esteja determinante na verdade da teoria. Essa é a questão. A gente precisa compreender que o determinante sobre a qualidade ou sobre a verdade ou sobre a cientidade de uma teoria são os fundamentos dela. Quais as evidências que aquela teoria apresenta? Sobre quais fatos ela está baseada? tá baseada num raciocínio sólido, consistente, na lógica, uma
e a cientidade de uma teoria são os fundamentos dela. Quais as evidências que aquela teoria apresenta? Sobre quais fatos ela está baseada? tá baseada num raciocínio sólido, consistente, na lógica, uma razão rigorosa. Aquele cientista, aquele intelectual conseguiu reunir as evidências, criar as leis gerais, deduzir as consequências, fez experimentos, ele pôs em frente um programa para investigar aqueles fenômenos. É isso que a gente precisa analisar. O a o contexto histórico ele contribui para compreender, mas não determina a verdade daquela teoria. O que determina a verdade da teoria são critérios, como a gente chama na filosofia, epistemológicos relativos a conhecimento, evidências, razão e lógica. É isso. >> Vou ler só, eu vou, eu vou ler só mais dois parágrafos aqui e aí depois eu quero comentar sobre o último parágrafo do texto de Kardec que a gente leu para não deixar sem comentário. Mas eu vou ler aqui. São dois parágrafos do Bruto Zabel, que é o segundo prefácio. Quais a ele abre aspas, quais as razões que conduziram os espíritos da codificação? Ele coloca, entre aspas, codificação, a enfatizar a civilização denominada ocidental, a religião cristã e a figura de Jesus Cristo, que é uma outra coisa que agora a espiritada tá enlouquecida, porque segundo eles tem um um viés religioso que Kardec seguiu, religioso e eur e eur e eurocêntrico, para colocar, para estudar o evangelho de Jesus e para enfatizar Jesus como modelo. Então ele teria é uma espécie de preconceito com as os demais líderes das outras tradições religiosas. Esse esse é o papinho que a gente sabe hoje, tanto lendo a obra de Kardec, mas para citar aqui, para dar crédito, a gente sabe que quem explica isso muito bem, como é que o espiritismo chega em Jesus foi é é o cómico, que não teve nada a ver com isso. Tanto é, tanto é que não é verdade que o espiritis, que Kardec estudou a a o evangelho do Cristo. Tem tem Kardec estudando Moisés nas obras, o islamismo nas obras, doutrinas orientais. Ele faz uma análise espírita de diversas
é verdade que o espiritis, que Kardec estudou a a o evangelho do Cristo. Tem tem Kardec estudando Moisés nas obras, o islamismo nas obras, doutrinas orientais. Ele faz uma análise espírita de diversas teorias. Ele, por exemplo, na abertura do evangelho, ele trata de Sócrates e Platão. No céu e inferno, ele faz uma análise do catolicismo, faz uma análise do paganismo. Tá? Há muita coisa que Kardec analisa. >> Ele conheceu o hinduísmo também. Ele cita os bram bramanes, né? E a olha a último, o outro parágrafo seguinte da obra. E aí eu eu só deixo em aberto para porque eu não vou gastar tempo com isso. Quais as razões que conduziram codificaçor a expressar concepções racistas? Essa é a pergunta do nosso doutor em filosofia da USP, o senhor Bruto Zabel. Kardec expressou concepções racistas. Eu gostaria que ele me apresentasse a algum texto que ele tenha conhecimento de Kardec época ter sido denunciado por racismo. Eu quero que ele me apresente um um que tenha denunciado Kardec racismo na época dele, mas OK. Eh, eu vou ler aqui de novo o último parágrafo, tá? E aí, só paraa gente não deixar em branco esse texto. A gente comentou antes de tu entrar, José, e aí se tu quiser comentar também, Kardec diz assim: "Quanto aos fatos, eles são de duas naturezas, uns espontâneos e outros provocados. Entre os primeiros estão as visões e as aparições tão frequentes, os ruídos, barulhos e movimentos de objeto, movimentações de objetos sem causa material e em grande número de efeitos insólitos que olhávamos como sobrenaturais e hoje nos parecem simples, porque não admitimos o sobrenatural, visto como tudo se submete às leis imutáveis natureza, os fatos provocados são os obtidos por intermédio dos médiuns. Aqui eu lembro mais uma vez e ele tá resumindo o capítulo dois do livro do médium, lado maravilhoso do sobrenatural, né? Em que ele vai mostrar exatamente que o que o espiritismo vai fazer é tirar esse assunto que sempre foi tratado com viés do maravilhoso do sobrenatural e mostrar que o espiritismo o traria
atural, né? Em que ele vai mostrar exatamente que o que o espiritismo vai fazer é tirar esse assunto que sempre foi tratado com viés do maravilhoso do sobrenatural e mostrar que o espiritismo o traria para o campo das leis naturais. Exatamente porque ele faz uma ciência. Ele vai mostrar que o espiritismo pode ser explicado por leis naturais, leis científicas e não mais através do maravilhoso e do sobrenatural. Porque esse assunto, espíritos, aparições, fenômenos, sempre foi, sempre teve esse lado, né? E aí Kardec mostra agora com a ciência espírita, a gente traz isso pro campo da discussão das leis naturais. E ele também vai dizer, não quer dizer que o espiritismo admita todos os fatos atribuídos a a manifestações dos espíritos. Ele também coloca limites, como qualquer teoria, né? A teoria mostra também os limites do fenômeno.É ele faz essa divisão que é uma divisão que ele faz no livro dos médiuns entre fenômenos que são espontâneos e os provocados, né? Claro, a própria palavra já deixa claro, espontâneo é aquele que os os espíritos se manifestam de alguma maneira. sem que as pessoas eh tenha passado pela vontade das pessoas, né? E aí ele fala das aparições, os barulhos, os movimentos. Isso aconteceu muito no século XIX, embora há relatos também em todas as épocas. Kardec faz essa pesquisa na revista e os provocados é aquele em que a pessoa se coloca nessa posição, evoca os espíritos, ele vai fazer esse estudo, né? Eu passo para vocês aí comentarem o que vocês quiserem e também esse esse parágrafo, né? Não é, ele parágrafo interessante que ele tá resumindo aí os diferentes tipos de fenômenos, né, como você bem colocou, existe os espontâneos, os provocados e também ah os inteligentes e os e os mecânicos, né? Mas uma coisa interessante que geralmente as pessoas, quando a gente tá conversando sobre os fenômenos espíritas e a gente fala sobre a mediunidade, a psicografia e as pessoas tentam tentam negar a intervenção dos espíritos, a a causa dos espíritos nesses fenômenos, a pessoa
versando sobre os fenômenos espíritas e a gente fala sobre a mediunidade, a psicografia e as pessoas tentam tentam negar a intervenção dos espíritos, a a causa dos espíritos nesses fenômenos, a pessoa fala: "Não, mas a o médium escrevendo pode ser pensamento dele, sugestão?" Alguns chamam de sugestão, né? pode ser pensamento dele ou alguma intuição. A gente fala: "Não, mas e os e os fenômenos físicos como que se explicariam?" O médium tá sugerido pelo pensamento, tudo bem, mas e as batidas respondendo a perguntas, né? Então você não conseguiria explicar por esse fenômeno, por essa explicação da sugestão. E por que a explicação espírita é boa? Porque a partir de uma hipótese você explica variados fenômenos. Esse é outro elemento fundamental que na filosofia da ciência alguns filósofos vão colocar. A mesma hipótese, ela dá conta de uma classe variada de fenômenos, que é o que a hipótese espírita faz. Você explica a comunicação dos espíritos através de pessoas, de médiuns, e explica também a comunicação que vem através de fenômenos físicos pela mesma hipótese. Ela dá conta de classes diferentes de fenômenos. Isso é uma é uma vantagem muito grande de uma hipótese sobre as suas rivais, né? É por isso que estudando lá o capítulo dos sistemas de Kardec, a gente vê que a que a hipótese espírita é tão boa e ela resiste quando comparada às outras hipóteses que haviam. >> Não, Michel, beleza, tranquilo. Bom, a gente já passou aí 3 minutos, né? Então eu quero agradecer primeiramente ao Lauro, ao José e a todos aí que participaram, que estiveram aqui. Semana que vem a gente segue. Deixa eu ver aqui o próximo assunto da semana que vem. >> Tem umas perguntas aqui, a gente acab nem vendo >> isso. É, teve, eu acho que teve o >> teve uma pergunta da Líia. É o que leva Carlos 7 chegar esse pensamento. Isso é, eu acho difícil saber o que leva, né? Eu eu teorizei, né? Eu não sei se é ter estudado, eu acredito que ele estudou muito e ele é muito dedicado, né? Mas a a como ele mesmo coloca na obra, né? O
so é, eu acho difícil saber o que leva, né? Eu eu teorizei, né? Eu não sei se é ter estudado, eu acredito que ele estudou muito e ele é muito dedicado, né? Mas a a como ele mesmo coloca na obra, né? O estudo muito isolado causa problemas de entendimento, né? Ele mesmo coloca essa isso na obra, né? sobre a questão do isolamento e talvez ele tenha esse cercado de pessoas que que tinham esses pensamentos que acabaram para ele fazendo sentido, né? E por isso a importância de confrontar os textos também com quem tem opiniões contrárias, porque talvez aí você comece você começa a ver o que os não tava vendo. Eu acho que falta muito isso no meio espírita, né? O povo tem medo de submeter os textos à crítica. E não sei se as críticas que eu pretendo fazer vão chegar até eles e e também não sei se ele vai levar em consideração, né? Mas eu acho, por isso que eu acho importante a crítica pública e o debate público no sentido intelectual, né? Porque talvez a pessoa veja coisas que ela não via antes quando surge a crítica. Isso é muito importante, né? Não sei se vocês querem também tentar responder essa pergunta da da L. Não, por mim tranquilo. É difícil entender mesmo, mas é uma de maneira geral uma incompreensão da obra. >> Tem muita gente falando sobre espiritismo, mas quase não tem quem estuda e explica de forma aprofundada. Ah, isso aí é geral, né? Hoje com a rede social todo mundo abre um canal, um perfil e sai falando de tudo, né? É, é uma onda. Bom, semana que vem entra num assunto bem interessante, falsas explicações dos fenômenos, que é um exatamente algo que Kardec faz, né, de confrontar a explicação espírita com outras explicações, né? É, nota que também é um é um resumo do capítulo dos sistemas lá do livro dos médiuns, né? Nós vamos estudar. Então, semana que vem nós continuamos. Lembrando que amanhã às 14 horas a gente volta pro estudo do volta não segue, né, o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo às 14 horas. Amanhã a gente inicia o capítulo um. Terminamos hoje a introdução. Amanhã
que amanhã às 14 horas a gente volta pro estudo do volta não segue, né, o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo às 14 horas. Amanhã a gente inicia o capítulo um. Terminamos hoje a introdução. Amanhã a gente a gente começa o capítulo um. Não vim destruir a lei. Estão todos convidados a assistir. E você tá aqui pela primeira vez, se inscreva no canal, curta o vídeo. Quem quiser assinar para estudar o livro dos médiuns conosco, assine aí o Kardec Tube. A aula 1 e 10 do estudo do livro dos médiuns na playlist tá liberado paraa pessoa que de repente, ah, antes de assinar, eu quero ver como é que é esse estudo. Assiste lá que tá liberado e depois você pode assinar. E por fim, no primeiro comentário fixado aqui dos comentários, tem o link para você entrar no nosso grupo do Kardec Tube lá. Divulguem esse link, compartilhem esse link e entrem também lá. É para quem tem interesse no espiritismo. É um grupo geral mesmo pra gente trocar ideias, textos e e todo mundo acompanhar o que o Kardecube faz. Então, quero desejar a todos uma boa noite e passo aí pro José e pro Lauro também dar os recados e se despedir. Gostaria de agradecer mais uma vez, eh, desculpem aí o atraso. Semana que vem a gente continua estudando Kardec, o que é o, o que é o espiritismo, diálogo com o cético. Certamente a na a o comentário hoje eh que nós fizemos, né, sobre o livro do Carlos VI tem total relação com o tema, porque tá falando sobre ciência, né, concepção de ciência do espiritismo. Então isso ajuda ah contribui aqui com o nosso estudo, né? Seguimos estudando. Allan Kardec, está chegando o mês de abril. Eu já tô já tô ansioso aqui pensando nesse mês que é hã a o surgimento do espiritismo, né? Então é um mês muito importante para todos nós, pra gente pensar mais ainda em Kardec, no espiritismo, de maneira geral, tá legal? Uma boa noite a todos. A gente se vê no próximo estudo. >> É isso aí. Obrigado, José, obrigado, Michel, e obrigado a galera do chat aí. Mais uma etapa encerrada, né? Amanhã estamos aí juntos novamente às 14 horas.
a todos. A gente se vê no próximo estudo. >> É isso aí. Obrigado, José, obrigado, Michel, e obrigado a galera do chat aí. Mais uma etapa encerrada, né? Amanhã estamos aí juntos novamente às 14 horas. Um abraço a todos. Boa noite,
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