39 - Oposição da Ciência | O cético - (parte 11): "O que é o Espiritismo"
Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Toda Quarta às 20h até 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo #espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5335856681385984
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e nós estudamos toda quarta-feira às 20 horas uma obra muito importante de Kardec chamada O que é o Espiritismo. Toda quarta estamos aqui, eu, meu amigo Lauro Rodrigues e meu amigo José Paniago, o trio Kardequiano que estuda esse livro de Kardec. Estamos hoje no vídeo 39, já estudamos muita coisa e hoje estamos vendo o texto oposição da ciência. É um assunto que a gente já tem visto aí nos nas últimas semanas. um assunto um pouquinho longo que a gente tá vendo. Lembrando que Kardec escreveu das suas 23 obras, Kardec escreveu três para os iniciantes. Então, para você iniciar no espiritismo, se você conhece alguém, essa é a recomendação de Kardec. Ele escreveu três obras para quem não conhece nada de espiritismo e é por elas que você deve começar. Quais são essas três obras? pouquíssimo, pouquíssimas conhecidas do movimento espírito. O espiritismo em sua mais simples expressão, resumo da lei dos fenômenos espíritas e o que é o espiritismo. São essas três obras. Nós já estudamos duas dessas três. Estudamos todo o espiritismo em sua mais simples expressão e estudamos todo o resumo da lei dos fenômenos espíritas. Tá tudo gravado aqui. Você pode reassistir todos os estudos aqui na nossa playlist. E agora estamos estudando então a terceira e última obra para iniciantes, que é o que é o espiritismo. Essas são as três obras iniciais que Kardec escreveu. Então, estamos aí concluindo. Como é que funciona? O que é o Espiritismo. Ele inicia o livro definindo que o Espiritismo é. Então, a melhor e mais completa definição do próprio Espiritismo Kardecu. Nós estudamos isso. Depois ele abre a obra com diálogos. Então é Kardec discutindo com o crítico, o cético e o padre. Nós já vimos todo o diálogo de Kardeco. Agora nós estamos vendo o diálogo de Kardecético. Esse diálogo com o cético é dividido em assuntos. Nós estamos no assunto oposição da ciência já há algumas semanas, que é justamente Kardec
e Kardeco. Agora nós estamos vendo o diálogo de Kardecético. Esse diálogo com o cético é dividido em assuntos. Nós estamos no assunto oposição da ciência já há algumas semanas, que é justamente Kardec mostrando qual é a relação do espiritismo com as ciências acadêmicas e como deve ser o comportamento do cientista e do espírita em relação um ao outro. É isso que a gente tem, é isso que a gente tem visto. Depois vai ter o diálogo com o padre. Aí a segunda parte é de perguntas e respostas. Então essa obra é muito rica e a gente ainda vai longe estudando ela. Então como eu falei, tudo que a gente faz aqui fica gravado. Você pode assistir tudo, é muito conteúdo, sempre em torno de Kardec. Vá aqui na playlist do canal, você tem acesso a tudo isso. Além do nosso estudo de hoje, nós temos lives diariamente de segunda a sexta, de tarde e de noite. Então todos os dias de segunda a sexta às 14 horas nós estamos aqui estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo todos os dias. E à noite, na segunda, nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça, nós estudamos a obra nosso lar. É um estudo crítico da obra. Hoje o que é o espiritismo. Na quinta às 20 horas nós estudamos um site muito importante chamado revistaespesespírita.net. Conheça esse site. Nós estudamos ele aqui toda quinta, menos na primeira quinta de todo mês, porque na primeira quinta de todo mês a gente tem uma reunião fechada. Então, amanhã não tem, mas a partir das outras quintas continua o nosso estudo. E nas sexta às 20 horas estudamos o livro dos médium. Se você quer entender a mediunidade, se você quer estudar a mediunidade conosco, então você participa do estudo de sexta. Mas essa live de sexta é fechada para assinantes. Então, para você assistir, você tem que assinar o Kardec Tub. Como você faz para assinar? Tem um botão aqui no canal que se chama Seja Membro. você clica ali e assina. Ou então tem um link aqui na live que você clica e também assina. Ou deixa um comentário dizendo: "Eu quero assinar, quero estudar o livro
i no canal que se chama Seja Membro. você clica ali e assina. Ou então tem um link aqui na live que você clica e também assina. Ou deixa um comentário dizendo: "Eu quero assinar, quero estudar o livro dos médiuns com vocês". E a gente ajuda a assinar. você assina, vai estar nos ajudando e vai estudar a mediunidade conosco. Em breve, quando a gente chegar em 50 assinantes, além de estudar o livro dos médiuns, nós vamos também sortear livros entre os assinantes. Então, assine o Kardec Tube. E você que tá aqui pela primeira vez, deixe seu like, se inscreva no canal, é muito importante, é rapidinho, clica ali em inscrever-se, frequente as nossas lives, consuma nossos conteúdos e participe aqui pelo chat tirando dúvidas. Vejo o Kardecube tem muita coisa e como eu disse, fica tudo gravado e cada vez mais pessoas estão chegando e tudo em torno da obra de Kardec. Para me ajudar em todos esses projetos, eu tenho os meus amigos. O quem mais me acompanha é o Lauro do canal Estudar Kardec e eu passo a palavra para ele dar suas boas-vindas e o o José já tá chegando aí também para dar boa noite, Lauro, >> obrigado, Michel. Boa noite para você, boa noite pro José que tá chegando agora e boa noite aí todo o pessoal do chat. Sejam bem-vindos para continuarmos o estudo da obra que é o Espiritismo e já passo pro José. José, >> boa noite pessoal. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Desculpem um atraso. Tive um probleminha aqui com com o computador. Acabei entrando até pelo celular agora, mas estamos on, estamos ao vivo. Muito bom estar novamente com vocês pra gente seguir estudando aí o que é o espiritismo. Ah, a primeira parte, o diálogo com o cético. Vamos seguir aí. Uma boa noite a todos do chat também. >> É isso aí, pessoal. Já tá chegando nossos amigos de sempre, nossos assinantes. Temos aí a Henriete, nossa amiga. Seja bem-vinda, sempre presente nas nossas lives. Quando não pode ao vivo, ela assiste gravado. Fiete já é nossa amiga tempos. Aí temos aqui a Marta, seja bem-vinda. Eu acho
í a Henriete, nossa amiga. Seja bem-vinda, sempre presente nas nossas lives. Quando não pode ao vivo, ela assiste gravado. Fiete já é nossa amiga tempos. Aí temos aqui a Marta, seja bem-vinda. Eu acho que é Marta Desarais. Seja bem-vinda. Se você tá vindo aqui pela primeira vez, participe. Se quiser falar da onde você veio, que cidade você é, como é que chegou até aqui, fica à vontade, participe, se inscreva no canal. Aqui a nossa amiga e assinante, a Luciana também, o André Luiz, o Kardec, tudo tá tão bom que até o André Luiz tá estudando com a gente agora, viu, José? André Luiz agora ele toda vez que ele entra eu faço essa piada, né, André Luiz? Que desagradável que é o Michel. Mas é isso, seja bem-vindo. >> Até o André Luiz virou cardequiano agora. >> Até a hora que chegar um Emanuel daí, aí eu me preocupo, né? Aí tá, daí tá demais. Mas é isso, sejam bem-vindos e vamos ao texto, né? Então, segue Kardec, o V aqui é de visitante e é o Cético aqui falando com Kardec, né? A gente já tá no meio da discussão para você, você que tá chegando agora e não viu, vai ter que assistir os outros estudos para para entender. Então diz o cético para Kardec perfeitamente. Aí eis aí um sábio raciocinando com sabedoria e prudência. E sem ser sábio, eu penso igualmente. Notai, porém, que ele nada afirma, mas duvida. Ora, qual é a base em que se firma a crença na existência dos espíritos e sobretudo na sua comunicação conosco? Vai responder então Kardec. Essa crença apoia-se sobre o raciocínio e os fatos. Eu próprio não a adotei senão depois de miticuloso exame. Tendo adquirido no estudo das ciências exatas o hábito das coisas positivas, sondei, pescrutei esta nova ciência nos seus mais íntimos reforços. Busquei explicar-me tudo, porque não costumo aceitar ideia alguma sem lhe conhecer o como e o porquê. Eis o raciocínio que me fazia um sábio médico, outrora incrédulo e hoje fervor fervoroso adepte. Dizem que seres invisíveis se comunicam. Por que negá-lo? Antes de inventar-se um microscópio, suspeitava alguém que
nio que me fazia um sábio médico, outrora incrédulo e hoje fervor fervoroso adepte. Dizem que seres invisíveis se comunicam. Por que negá-lo? Antes de inventar-se um microscópio, suspeitava alguém que existissem esses milhares de animálculos que causam tanto estragos à economia? Onde a impossibilidade material de haver no espaço seres que escapem aos nossos sentidos? Teremos acaso a ridícula pretensão de saber tudo e de dizer que Deus nada mais pode revelar? Se esses seres invisíveis que nos rodeiam são inteligentes, por que não poderão comunicar-se conosco? Se estão em relação com os homens, devem desempenhar o papel no seu destino, nos acontecimentos da vida destes. Quem sabe se eles não constituem uma das potências da natureza, uma dessas forças ocultas de que nem suspeitávamos. Que novo horizonte vai abrir-se ao pensamento? Que campo tão vasto de observação. Eu vou parar aqui para não ler muito, pra gente comentar, né? E mais uma vez estamos num assunto aí de ciência e eu passo pro José então iniciar a nossa rodada de comentários sobre o que foi lido. José, >> muito bem, né? A gente tava, a gente vem falando há algum tempo já, né, na nas últimas semanas sobre essa questão da ciência espírita. a maneira como a maneira como Kardec vai respondendo as objeções aí do do debatedor é é muito interessante. Ele vai esclarecendo todas essas dúvidas e vai rebatendo as críticas dele, né, explicando. Ah, a gente já comentou a maneira correta com que se deve experimentar com os espíritos, né? comentamos isso na nas outra nos outros estudos. Era é é comum que as pessoas digam que o espírito não aparecendo na frente dela, ela acaba concluindo que o espírito não existe. As pessoas questionam, né, por que que o espírito não aparece na minha frente? Eh, aí então ele e ele provaria que existe, acabaria com a dúvida de todas as pessoas. O problema dessa afirmação são dois, na minha visão, os problemas. Primeiro que aqueles que não querem acreditar que tem preconceito muito profundo,
existe, acabaria com a dúvida de todas as pessoas. O problema dessa afirmação são dois, na minha visão, os problemas. Primeiro que aqueles que não querem acreditar que tem preconceito muito profundo, mesmo o espírito aparecendo na frente dele, ele seguiria não acreditando. Ele diria que é uma alucinação, daria uma explicação de qualquer outra maneira. E o segundo problema é que essa essa esse questionamento que a pessoa faz tá escondendo uma visão de ciência aí por trás, que é uma visão bem ingênua, né? A gente já comentou aqui essa visão de que os fenômenos o o fenômeno ele deve aparecer ao observador a hora que o observador bem entender. E não é assim que se dá. Ah, na ciência, simplesmente na ciência, o observador deve se colocar na posição, deve o próprio observador deve se submeter às condições para poder experimentar com aquele fenômeno. E no espiritismo não é diferente. Então é interessante, Kardec vai conversando com o Cético até chegar a esse ponto no qual nós estamos aqui, que ele pergunta finalmente sobre que se baseia a comunicação com os espíritos, né? E essa essa crença poderia se basear no senso comum, em histórias fantásticas de superstição. Eh, existem muitos, existem ao longo da história da humanidade existiram diversas diversas propostas, diversas teorias, diversas doutrinas, muitas delas com caráter bastante místico e tratavam dessa questão de alguns espíritos ou inteligências, inteligências ocultas, né? Como vocês sabem, eu tô lendo o livro do Carlos VI. o espíritos sob investigação. E ele menciona, por exemplo, a teosofia que concebia lá espíritos elementais, uma coisa bem ah bem atípica, digamos assim, pra gente que tá acostumado com o espiritismo, que é tão que é tão racional, né? Ou menciona lá uma outra teoria que surgiu na época, eh, pneumatografia universal. que até considerava a existência dos espíritos. Enfim, ao longo da história você teve várias e até se entrar na questão de de superstição, de bruxaria, de magia negra, eh você vai ter a a
a universal. que até considerava a existência dos espíritos. Enfim, ao longo da história você teve várias e até se entrar na questão de de superstição, de bruxaria, de magia negra, eh você vai ter a a crença a crença de que seres inteligentes, ocultos, invisíveis podem se comunicar com os espíritos, com os homens. Agora, sobre que se funda isto? Essa é a questão para o espiritismo, como não poderia ser diferente, se funda no raciocínio, no raciocínio e nos fatos. Basicamente isso que é o que Kardec vai dizer ali. Não poderia ser diferente porque como qualquer ciência de observação, o espiritismo ele vai se fundamentar sobre a razão sobre os fatos. Isso é básico de qualquer pessoa que começa a estudar sobre o que é o conhecimento humano a partir da ciência, principalmente, é o que a gente chama na na filosofia de epistemologia. Epistemologia é a área da filosofia que trata do conhecimento, a teoria sobre o conhecimento. O que é o conhecimento, em especial o conhecimento científico. A a gente vai perceber que a que a todo o a construção do conhecimento humano, do conhecimento científico em especial, ela vem a partir da razão e dos fatos, da razão e dos sentidos, né? Kardec diz aí o os fatos e o raciocínio. Então, o espiritismo é construído a partir disso. A gente sabe disso, né? Ah, quem conhece a obra sabe Kardec investigou fenômenos. Ele não tirou essa crença da cabeça dele. Ele não imaginou pudessem ser espíritos. Ele não tinha uma propensão anterior a acreditar nisso, não. Até porque quando a gente lê as diferentes biografias aí de Kardec, até onde eu sei, ele não não era um hábito dele se relacionar com esse tipo de de assunto, né, de espíritos. Isso foi uma novidade completa para ele também, né? O período Riva Kardec e era uma pessoa cristã, um professor que até onde se sabe conhecia de magnetismo, mas só não nunca tinha ele nunca tinha vislumbrado essa questão de espíritos, né? Então ele vai investigar fenômenos novos que surgiram. Investigando esses fenômenos, ele cria toda uma uma teoria
smo, mas só não nunca tinha ele nunca tinha vislumbrado essa questão de espíritos, né? Então ele vai investigar fenômenos novos que surgiram. Investigando esses fenômenos, ele cria toda uma uma teoria que vai explicar e vai e vai dar conta desses fenômenos, né? E aí a gente a gente segue aí no diálogo, ele vai ele vai relatar que ele encontra um médico que outrora foi opositor e agora adepto, né? E o médico vai falando várias coisas para ele. Mas essa questão do microscópio é bem interessante, né? Eu vou só comentar essa parte, eu já passo para vocês pra gente rodar, mas o médico vai dizer algo muito interessante. Quem é que suspeitava da existência dos eh como é que ele chama? Animáculos, né? Ah, o que a gente chama de bactérias, vírus, protozoários, enfim, microorganismos, né? Microorganismos em geral. Quem é que suspeitava dessa da existência desses desses seres vivos, né? antes da invenção do microscópio, ninguém suspeitava. Ah, só depois da invenção do microscópio é que se poôde criar esse instrumento para conseguir observar esses esses seres vivos. Antes ninguém suspeitava, mas não é porque antes não se suspeitava que esses seres vivos não existiam e não influenciavam a vida humana. Eles estavam aí influenciando a vida humana desde que o mundo é mundo, com doenças ou até produzindo queijo. Os caras comiam queijo com fungo e nem sabia a explicação disso, né? Mas a questão é eles e e por isso que esse exemplo, essa analogia é tão boa para explicar os espíritos e o espiritismo. Não se não imaginavam que pudesse existir. Depois que surgiu o instrumento, passou a poder observar e entendê-los. Não é porque não se sabia da existência que esses seres vivos não podiam atuar sobre a vida humana. Podiam. Só que qual era a explicação que o homem dava? Como ele não conhecia o que estava causando aquela doença, ele falava que era que era o diabo ou que era uma praga ou que era uma vingança de Deus, etc, etc. Como não se compreendia o fenômeno, alguma explicação vinha, alguma explicação o
sando aquela doença, ele falava que era que era o diabo ou que era uma praga ou que era uma vingança de Deus, etc, etc. Como não se compreendia o fenômeno, alguma explicação vinha, alguma explicação o homem dava. E aí ele dizia todas essas coisas e depois que se descobriu as bactérias e os vírus, compreendeu-se qual é a causa dessas doenças e foi-se abandonando aquelas explicações supersticiosas e místicas, né? É rigorosamente a mesma coisa com os espíritos. É impressionante como Kardec foi feliz em utilizar essa esse exemplo, essa analogia dos microrganismos e do do microscópio com os espíritos. Ah, sempre a as pessoas poderiam até suspeitar da existência de espíritos, mas nunca da maneira clara como o espiritismo colocou. Então, ah, ao longo de toda a história da humanidade não se sabia, não se possuía a ideia perfeita do que eram os espíritos, ainda não se tinha uma explicação racional e bastante clara sobre eles. Mas nem por isso os espíritos deixavam de influenciar nossa vida. Sempre influenciaram, mesmo antes da existência do espiritismo, os espíritos influenciaram as nossas vidas. E depois que surge o espiritismo, você passa a compreender de maneira bastante clara e racional qual é a causa daqueles fenômenos. Então, uma pessoa tinha um sonho premonitório, ela achava que era uma divindade, um presente de Deus, uma coisa estranha. Depois que o espiritismo você conhece a causa, pode ser uma sugestão de um espírito. A pessoa tinha, porventura, era levada a cometer atos equivocados. Ela tinha sugestões de de emoções ruins. Ela não sabia a causa daquilo. Achava que era só el provinha apenas dela aquelas emoções ou vinha do do demônio, etc., como se dizia na por muitos séculos. E aí depois que você descobre a causa do fenômeno, você compreende que são os espíritos ou pro bem também sugerindo bons pensamentos. Então a analogia é muito boa. Kardec foi muito feliz em utilizá-la. Ah, e mostra também aí o recurso didático pedagógico que ele tinha para nos explicar as ideias, né?
mbém sugerindo bons pensamentos. Então a analogia é muito boa. Kardec foi muito feliz em utilizá-la. Ah, e mostra também aí o recurso didático pedagógico que ele tinha para nos explicar as ideias, né? >> E e o que me chamou atenção, né? Eh, eh, e na verdade que ele chama atenção sempre eh é lembrar que as ciências eh seria muita pretensão nossa a achar que as as nossas a nossa ciência de modo geral já havia revelado todas as leis da natureza, né? Então, Kardeco, porque isso passa a ser é muito orgulho, né? Como diz aqui em Minas, para quem veio do Goiás. Pera aí. H a há fenônimos que eu que a gente tá observando e que a gente não conhece, então temos que estudar o fenômeno. E e o Kardec, né, dá esse exemplo dele mesmo, né, ele ele quando ele se aproxima dos fenômenos que ele tem contato com esses fenômenos, ele não rejeitou, ele não negou, ele foi fazer o que ele mesmo disse, observar, ele foi mergulhar no no no experimentar, ele foi investigar, né, sempre, claro, como ele vai lembrar, com aquela paciência, com toda aquela prudência que precisa ter, né? Então aí aí está, a meu sentido o verdadeiro homem de ciência, porque se é um, por exemplo, o caso do cético, né, não vou nem dizer o crítico, o cético, ele tem dificuldades em em compreender o que Kardec quer trazer ou talvez eh não compreenda, porque realmente eh precisa desse momento em que você ah quero experimentar um fenômeno, então eu quero eu quero ver se existe realmente espíritos e se esses podem se comunicar com o mundo material, com o mundo visível. Então agora é seguir aquelas orientações que já são bem estabelecidas pela doutrina espírita, que é se colocar nas condições necessárias, né? E eu eu acredito que Karc, por intuição, ele, né, ele já foi observando o fenômeno e deduziu dali que ele precisaria eh adotar alguns critérios para poder observar, não deixar que o fenômeno passasse, acontecesse e ele não eh, né, eh, pegasse esse fenômeno de passagem, como ele vai dizer. o fenômeno passa, mas por ideias préconcebidas eu prefiro
a poder observar, não deixar que o fenômeno passasse, acontecesse e ele não eh, né, eh, pegasse esse fenômeno de passagem, como ele vai dizer. o fenômeno passa, mas por ideias préconcebidas eu prefiro negar algo. Aí pegar uma grande chance de poder estudar o fenômeno. Então, eu, eu acho que que quando o Carec revela esses dois detalhes, o primeiro é ele não aceitaram o fenômeno logo de cara porque falaram, mas também não negou, ele foi investigar e o outro ele trazer a ideia de que sim, será que eh nós conhecemos todas as leis, né? Será que Deus ele não não não ele tudo quanto é lei que nós podemos imaginar está presente na natureza para nós e ponto final aí é diminuir um pouco bastante né o tamanho de Deus, a sua sabedoria, a sua inteligência suprema. Michel, >> isso aí. Antes de prosseguir aqui com os comentários, a gente também teve a chegada aí pro estudo da Francisca, que faz parte do nosso grupo. Seja bem-vinda. E a Marta respondeu aqui: "Sou de Niterói e assisto todos os seus estudos, exceto livro dos médicos". Acho que legal, que legal. Espero que aproveite, né? comente, tire dúvidas e quando puder e quiser também assine o Kardec Tube para assistir com a estudar com a gente o livro dos médiuns, né? O primeiro estudo do livro dos médiuns tá liberado para quem quiser assistir para ver como é que é, né? Porque às vezes a pessoa diz assim: "Eu não sei como é que é o estudo, como é que eu vou assinar antes de saber?" a gente liberou o primeiro estudo. Então você coloca em Kardec Tubro dos Médiuns. O estudo número um tá liberado. Você vê vê lá como é que a gente procede. E o estudo número 10 também tá liberado. Então a gente dá aí uma paraas pessoas também saberem como é que é e tomarem a decisão. Então seja bem-vinda. Aqui chegou também a Lídia, nossa amiga assinante e mãe do José. Seja bem-vinda. E o André Luiz brincou aqui, ó. Estou rindo muito aqui. E que a gente falou que até o André Luiz tá estudando conosco, né, para ver eles que tá rindo muito. Vai rindo até o
ãe do José. Seja bem-vinda. E o André Luiz brincou aqui, ó. Estou rindo muito aqui. E que a gente falou que até o André Luiz tá estudando conosco, né, para ver eles que tá rindo muito. Vai rindo até o Clarêncio descobrir, né? A hora que o Clarência descobrir que tu tá aqui estudando com a gente, ele vai te colocar de castigo. Mas é isso, voltando à seriedade do estudo aqui, vocês já levantaram muitas coisas importantes e lá na Gênese, quando o Kardec vai tratar aí do caráter da revelação espírita, que ele vai falar da parte científica da do espiritismo, de como o espiritismo procede enquanto ciência, quando ele vai falar da própria progressividade da doutrina, todo modos operand antes de como é que o espiritismo é feito. Ele diz uma coisa muito interessante. Ele diz que as ciências elas serviriam como ponto de apoio e controle para o espiritismo. Ele usa essas duas expressões, apoio e controle, que algumas traduções traduziram por apoio e comprovação. Trocaram a palavra controle por comprovação e depois o o Shiben e o Cosm corrigiram, né? Eles mesmos esclarecem. O o José também que é da área aí sabe que nenhuma ciência comprova outra ciência. Então essa essa palavra comprovação não foi usado por Kardec, foi um eu de tradução. Mas Kardec usava então as ciências como apoio e controle. E aqui nessa resposta ele tá dando um exemplo de quando ele usa a ciência como apoio, que é justamente quando ele cria as analogias. Qual é a ideia de apoio, né? é que você mostra a lógica de como é que um fenômeno e uma explicação se deu numa outra ciência para mostrar por analogia como é feito no espiritismo. Então, por exemplo, que nem ele cita aqui, ele falou do microscópio, como é que como é que funcionou a ideia que o José comentou, ele usa isso como apoio. Isso faz parte de outra ciência, mas vem de apoio ao espiritismo. Por quê? Porque o espiritismo tem a mesma lógica. Ele trata de outro fenômeno, ele tem um outro instrumento, mas a lógica é a mesma. Por isso que ele diz que é o apoio da ciência. Ao mostrar
iritismo. Por quê? Porque o espiritismo tem a mesma lógica. Ele trata de outro fenômeno, ele tem um outro instrumento, mas a lógica é a mesma. Por isso que ele diz que é o apoio da ciência. Ao mostrar que nas outras ciências também é assim, isso dá, isso mostra como ele não tá saindo do caminho da ciência, né? Então é muito importante isso. Mas o que me chama muita atenção nessa nessa resposta de tantas coisas que ele diz, primeiro é ele falar dele próprio, né? em alguns momentos da obra de Kardec, ele vai falar dele. Claro que ele sempre vai falar dele quando necessário, né? Kardec era uma pessoa muito discreta, mas ele mostra que eu próprio não adotei senão depois de meticuloso exame. E aqui vem, ó. Tendo adquirido no estudo das ciências exatas o hábito das coisas positivas, sondei e perscrutei essa nova ciência nos seus mais íntimos refolhos, busquei explicar tudo. Então, ele mesmo fala que ele já tinha uma cultura, um hábito que ele aprendeu nas demais ciências que ele conhecia muito bem, né? Ele tinha um conhecimento científico muito grande. Então, evidentemente, ele tinha um preparo. Quando ele se deparou com aqueles fenômenos, ele procedeu igual. É o que ele tá dizendo. E o que que ele tá querendo dizer por trás disso? É como que você tem que se portar diante do espiritismo. No fundo, esse é o ensinamento. Como é que você se comporta diante do espiritismo? Seja você da área da ciência, uma pessoa comum, como ele está ensinando aqui. Ou seja, você não é obrigado e nem deve aceitar cegamente, porque senão não seria um processo racional e nem científico. Mas você também não deve ter a negação ou a oposição, que também é irracional e sem sentido. Você tem que ter o quê? a postura do homem que diz: "Olha, eu não posso dizer que não exista nada de novo que não possa surgir, não é nem não é nem científico essa postura eu dizer: "Olha, nada mais pode ser descoberto pela pelos estudos científicos. Tudo que nós sabemos já dá conta de tudo. Essa postura não faz não faz nenhum sentido
m não é nem científico essa postura eu dizer: "Olha, nada mais pode ser descoberto pela pelos estudos científicos. Tudo que nós sabemos já dá conta de tudo. Essa postura não faz não faz nenhum sentido em nenhuma ciência dizer que as as ciências colocaram um ponto final e nada mais pode ser descoberto. Então eu não posso ter o preconceito de dizer: "Ah, é algo novo, então eu nego." Não é uma postura coerente. E como ele diz, eu tenho que fazer um exame meticuloso, ou seja, eu tenho que conhecer os argumentos, conhecer a teoria, analisar o conjunto de fenômenos, comparar os fenômenos, comparar as teorias, comparar as teorias ou as tentativas de teorias contrárias. Esse é o é é o é o papel. Veja que ele não tá pedindo nada diferente do que se pede para qualquer área do conhecimento em que envolva razão e fatos, né? Ele não pede nada diferente do que qualquer ciência. Você estuda, analisa, compara. Agora você não pode é negar sem conhecer da mesma maneira que você não pode abraçar sem conhecer, porque aí são seria uma crença irracional. Então ele mesmo dá o exemplo de como ele procedeu, que é é óbvio que ele tá dizendo isso, que é que a gente tem que proceder assim. E nenhum cientista no mundo diria que essa posição dele não é a melhor, a mais adequada. Mesmo um o cientista materialista diria: "Olha, essa postura que ele tá dizendo aqui é a a gente também concorda. Tem que ser assim. Ele ele o materialista poderia discordar na conclusão, mas ele concordaria na postura que Kardec teve, porque essa que nós temos que ter, nem aceitar cegamente e nem negar cegamente, mas estudar através dos argumentos e os fatos e ver qual que dá conta de explicar melhor o assunto. Então você precisa de tempo, você precisa de pesquisa. A gente tem aí dois problemas na sociedade, né? Desde a época, isso era da época de Kardec continua hoje, ou as pessoas negam por preconceito, mas também tem o outro lado negativo, as pessoas aceitam cegamente, que também é prejudicial. Você tem que ter uma postura racional. E
oca de Kardec continua hoje, ou as pessoas negam por preconceito, mas também tem o outro lado negativo, as pessoas aceitam cegamente, que também é prejudicial. Você tem que ter uma postura racional. E aí ele dá os exemplos, né, que é vocês comentaram já o do microscópio e ele diz que ele dá um exemplo de um outro homem de ciência, de um médico, como é que ele procedeu de novo. Por que que ele tá dando esse exemplo? Para mostrar como é que a gente tem que proceder ou qualquer um tem que proceder. Isso aqui é uma regra. E veja que em nenhum momento a regra que ele coloca de como é que você tem que proceder é uma regra religiosa, eh, dogmática, é justamente um comportamento científico que ele diz que a gente tem que ter, né, todos. Então, eh, ele, ele dá o exemplo do microscópio, ele dá o exemplo eh onde a impossibilidade material de haver no espaço seres que escapam aos nossos sentidos. Eu não posso negar algo só porque os nossos sentidos não percebem, né? Que porque se tem algo que a gente já aprendeu com todas as ciências, é que tem muita coisa na natureza que os nossos sentidos não percebem ou se iludem, né? Veja o exemplo, o exemplo clássico do movimento da Terra, né? Por que que por muitos anos, por que que se demorou tanto para entender que era a Terra que girava e não o Sol? Porque os sentidos enganavam, né? a gente olha, a gente olhava pro céu, a gente não percebia o movimento e a gente olhava aquela o sol nascendo num de um lado e se pondo do outro, era o sol que se movimentava. Então os sentidos enganam isso, qualquer cientista do primeiro semestre de uma graduação sabe. Eu não posso negar algo porque não porque os sentidos não têm acesso. Então eu negaria quantos por co de todas as ciências, porque eu preciso desenvolver métodos, instrumentos para para cessar aquilo que eu não vejo, né? Da mesma forma espiritismo. Eu não vejo os espíritos, mas isso não é razão, muito menos razão científica para eu negar os espíritos. Então é muito bom essas esses esses questionamentos que ele faz, né?
a mesma forma espiritismo. Eu não vejo os espíritos, mas isso não é razão, muito menos razão científica para eu negar os espíritos. Então é muito bom essas esses esses questionamentos que ele faz, né? Eu vou eu, bom, se vocês não querem colocar mais algum ponto sobre isso, eu vou ler o resto do texto. Não sei se vocês querem falar, o pessoal tá quietinho também. Vamos aproveitar. Ainda temos aí 25 minutos. Pode ler, Michel, por mim. Pode ler. >> Então, vamos lá. Ali na descoberta. Isso. Então, segue, Kardec. A descoberta do mundo dos invisíveis tem muito mais alcance que a dos infinitamente pequenos. Ela é mais que uma descoberta, é uma revolução nas ideias. Quanta luz pode projetar essa descoberta? Quantas coisas misteriosas explicadas. Os crentes são ridiculizados. Mas que valor tem isso quando o mesmo se tem dado a respeito de todas as grandes descobertas? Cristó Colombo não foi repelido sobrecarregado de desgostos, tratado como insensato. São ideias tão estranhas, dizem, que não se lhes deve dar crédito. Mas a isso se pode responder, que data de meio século a possibilidade de, em alguns minutos, estabelecer-se correspondência entre dois pontos opostos do nosso planeta. Em algumas horas atravessar-se a França com o vapor produzido por um pouco de água fervente, um navio avançar contra o vento e tirarmos da água os meios de iluminar-nos e aquecer-nos. Quem a meio século se tivesse proposto iluminar toda a cidade de Paris em um instante e com um só reservatório de uma substância invisível, apenas conseguiria fazer rir de si? Será isso porventura a coisa mais prodigiosa? que o espaço ser povoado pelos seres pensantes que depois de haverem vivido na Terra nela deixaram seu invólu material. Não seá neste fato a explicação de tantas crenças que existem desde os mais remotos tempos? São coisas que bem merece estudo aprofundado. Eis as reflexões de um sábio, mas de um sábio sem pretensão. Elas são igualmente feitas, igualmente feitas por muitos outros homens esclarecidos. Estes viram não
sas que bem merece estudo aprofundado. Eis as reflexões de um sábio, mas de um sábio sem pretensão. Elas são igualmente feitas, igualmente feitas por muitos outros homens esclarecidos. Estes viram não superficialmente e de ânimo prevenido, estudar estudaram seriamente, sem partido fixo, e tiveram a modéstia de dizer: "Não compreendemos isso não pode ser verdade". E tiver a modé de não dizer. Sua convicção formou-se pela observação e pelo raciocínio. Se essas ideias fossem uma quimera, acreditais que todos esses homens cisudos as tivessem adotado? Que, portanto, que por tanto tempo pudessem ser vítimas de uma ilusão? Não há, pois, impossibilidade material de existirem seres invisíveis para nós, povoando o espaço. E esta só consideração devia bastar para exigir mais circunscripição. Quem a bem pouco poderia pensar que uma só gota de água límpida encerrasse milhares de seres, cuja pequeneza extrema nos confunde a imaginação? Ora, eu digo que há mais dificuldade em conceber a nossa razão, seres de tal tenuidade, provido de todos os nossos órgãos e funcionando como nós do que admitir aqueles a quem damos o nome de espíritos. Impressionante esse texto, né, José? Passo para ti. >> Pois é, ele é incrível, né? ele continua explorando essa ideia, ah, essa analogia que ele faz com os microrganismos, né? E a questão da das pessoas que tinham um ceticismo muito grande com relação à possibilidade do espírito. Isso é muito interessante, porque como é que eu vou explicar isso? Se se existe algo na natureza, por estranho que pareça, mas esse algo é demonstrado como real, ah, a gente deve aceitar e e ponto final, certo? Como a melhor teoria que de conta daqueles fenômenos. Então, eh, por exemplo, existe algumas, as pessoas devem ter visto isso já quando estavam na escola. ou em alguma alguma comunicação na mídia sobre a teoria a teoria da relatividade do Einstein. Ele vai dizer que o tempo passa de maneira diferente para duas pessoas se a pessoa se a pessoa tiver viajando a velocidades muito altas próximas a da
bre a teoria a teoria da relatividade do Einstein. Ele vai dizer que o tempo passa de maneira diferente para duas pessoas se a pessoa se a pessoa tiver viajando a velocidades muito altas próximas a da luz. Bom, isso gera consequências muito estranhas, por exemplo, que aquele experimento mental que as pessoas fazem dos gêmeos. Ah, se duas pessoas, dois gêmeos têm 10 anos de idade, um é mandado em um uma espaçonave para viajar a velocidades muito altas. Quando ele volta, o gêmeo que ficou aqui, se passaram-se 40 anos aqui na terra, ele vai estar com 50 hoje. Só que os 40 que passaram aqui na terra, não foi 40 que passou pro gêmeo que tava viajando. Passaram-se poucos anos. Aí o cara, o cara vai estar com 15, 16 anos e o outro gêmeo com 50. Isso é uma coisa estranhíssima para nós. É muito estranho, mas é uma consequência possível da teoria da relatividade do Einstein. Por que que eu tô falando isso? Porque mesmo coisas muito estranhas, caso elas sejam bem demonstradas dentro de uma teoria científica como verdadeiras, a gente tem que aceitar porque porque a natureza funciona dessa maneira. Agora, o que o Kardec tá falando é o seguinte, ele tá falando: "Olha, a própria ideia dos espíritos, mesmo mesmo sem você demonstrar por fatos, ela é uma ideia razoável. Não há nada de muito estranho nessa ideia. Percebe? Você tem ã você tem mesmo supondo que o espiritismo ainda não tivesse demonstrado por fatos a existência dos espíritos, tá? Supondo isso, se você apenas pensar racionalmente, a existência dos espíritos é uma coisa bastante razoável. Não é nada muito estranho, não é nada muito atípico. Nós nós somos homens que pensamos. Você tem filósofos ao longo de toda a história da humanidade que sempre defenderam a imortalidade da alma, assim como a razão, assim como a religião, sempre defender a mortalidade da alma. Então, muitos filósofos e religiosos já defendiam que a alma sobrevivia após a morte do corpo, que essa inteligência continuava sobrevivendo. Qual é a estranheza, qual é a o grande
ortalidade da alma. Então, muitos filósofos e religiosos já defendiam que a alma sobrevivia após a morte do corpo, que essa inteligência continuava sobrevivendo. Qual é a estranheza, qual é a o grande problema dessa inteligência poder se comunicar com nós, com os homens? Não é uma ideia absurda. Pelo contrário, é bastante razoável. É muito razoável. É muito fácil de se conceber pela razão essa ideia. As inteligências elas existem no corpo. Quando o corpo morre, essas inteligências continuam existindo. A religião aceita isso. Alguns filósofos também. A ideia espírita é essas inteligências que continuam existindo, elas podem se comunicar com os homens. É uma ideia bastante razoável. E olha, curiosamente, hoje eu tava na internet, apareceu um vídeo para mim, não sei se vocês já viram esse tipo de vídeo, eles eles colocam vários objetos próximos uns dos outros. Isso acontece tanto para mostrar o o universo, a magnitude do universo, o tamanho absurdo que tem as coisas no universo, quanto para pro mundo dos infinitamente pequenos, né? Aí apareceu um vídeo para mim mostrando, começava com uma banana, daí uma formiga, daí um fio de cabelo, aí uma bactéria, aí ele ia diminuindo cada vez mais para vírus cada vez menores. E eu concordo com Kardec, é muito mais difícil a gente aceitar que possam ter seres muito, muitas muitas muitas vezes menores do que a gente pode conseguir observar com o olho e que tem todas as todas as propriedades de um organismo como o nosso, que uma bactéria, ela tem ela ela sintetiza energia, ela ela faz respiração, várias funções. que o corpo humano possui e a bactéria também possui. Então, um ser infinitamente pequeno como esse possuir tudo isso, é uma ideia muito mais difícil da nossa razão aceitar do que a do que a existência dos espíritos. Sem falar no mundo subatômico, né, que aí é menor ainda. Esse vídeo que eu vi, ele ia até o tamanho de uma molécula. E o tamanho de uma molécula, olha, é milhões de vezes menor do que uma bactéria. E uma bactéria, não sei
batômico, né, que aí é menor ainda. Esse vídeo que eu vi, ele ia até o tamanho de uma molécula. E o tamanho de uma molécula, olha, é milhões de vezes menor do que uma bactéria. E uma bactéria, não sei quanto, mas é muitas, muitas e muitas vezes menor do que um grão de areia. Uma bactéria é muitas vezes menor que um grão de areia. Um vírus é muitas vezes menor que uma bactéria. E conforme o vídeo tava mostrando, uma molécula de açúcar, era o exemplo do vídeo, é milhões de vezes menor do que uma do que o vírus. E quando a gente vai pro mundo subatômico de átomo, elétron e próton, aí a escala de tamanho a gente não consegue nem vislumbrar com a nossa razão. Então acho que essa comparação que Kardec faz é muito boa. A ideia da existência dos espíritos é muito mais razoável do que muitas ideias aí que existem na do que que existem na ciência. Aproveitando que tá nas ideias estranhas, vou dar só mais um exemplo pra gente para finalizar, eu passo para vocês. É culpa do CM. Isso aqui eu aprendi com ele, não foi? Ele que é físico, fica contando essas coisas pra gente. O Cosmin falou: "Olha, a relatividade é uma coisa estranhíssima. Você pega um objeto como esse, uma caneta que tem o quê? 15 cm. O que que é a relatividade disso? Se você aumentar a velocidade desse objeto próximo a da à luz, ele vai continuar com essa espessura aqui da caneta. Só que a o comprimento dele vai ser achatado e vai ficar uma coisa chata assim, vai ficar tipo uma moeda, uma ficaria tipo uma um botão, né, com essa espessura. Só que ele acha como isso? Não sei, não me pergunte que eu não sou físico, mas isso é uma coisa que tá na relatividade e nós aceitamos. Nós aceitamos. É uma ideia estranha. Como é que esse objeto vai ser achatado? Vai quase perder a massa dele só porque levou a velocidade muito. É uma ideia estranhíssima. Eles têm várias ideias muito estranhas na ciência e que a gente aceita. Por exemplo, pra gente poder tá conversando agora, eu tô com um aparelho que é do tamanho da palma da mão, tá saindo umas ondas, indo
têm várias ideias muito estranhas na ciência e que a gente aceita. Por exemplo, pra gente poder tá conversando agora, eu tô com um aparelho que é do tamanho da palma da mão, tá saindo umas ondas, indo até fora do planeta Terra, bate no satélite e chega lá no Michel, no Lauro, e vocês que estão assistindo e transmite imagem e som. Isso é um absurdo a gente pensar uma coisa dessa. Como é que um satélite do fora da terra vai transmitir o negóci? É uma loucura isso. Só que a gente vai se acostumando. Ou seja, na ciência existem muitas ideias estranhas e as as qual que é a conclusão disso? as pessoas teriam muito mais razão para duvidar de vários exemplos aí na física do que do espiritismo. E no entanto, elas duvidam mais do espiritismo. É, é, é difícil a gente tentar compreender da onde vem tamanha tamanho ceticismo com a questão dos espíritos, né? Realmente é impressionante. Mas é isso, não sei se eu viajei demais na filosofia. Às vezes a gente tem que dar umas viajadas, né? porque senão fica sem graça. >> E talvez isso, José, essa dificuldade de aceitar a existência dos espíritos, porque ele leva para um lado como eh um lado religioso somente, né? Não, isso é coisa de religião, eh fanatismo, isso não é possível. Bom, uma vez que você tem uma ciência que constata a existência desses seres e esses seres podem se comunicar, gente, isso muda tudo com Kardec vai dizer, olha quanta luz no projeta sobre um monte de coisas mal compreendidas, tidas como sobrenaturais, né, e que o espiritismo vem agora nos nos ensinar, nos revelar, né, partindo de de de leis que nós desconhecos. íamos, né? Então, veja, eh, a descoberta de seres infinitamente pequenos foi algo revolucionário, né? Quando as doenças que a partir daí não conseguiram eh enxergar, tratar e e como, né, acredito eu que no século XIX, até antes, pior ainda antes, eh se tratava de uma forma muito cruel, né, porque não tinha essas informações, né? Então, uma pessoa tinha um problema na perna qualquer lá, um inchaço, alguma coisa assim. Eu acho que
r ainda antes, eh se tratava de uma forma muito cruel, né, porque não tinha essas informações, né? Então, uma pessoa tinha um problema na perna qualquer lá, um inchaço, alguma coisa assim. Eu acho que a primeira ideia era vamos cortar isso porque deve ser sangue represado, né? Então, veja que era algo estranho, né? Então, com o microscópio muitas coisas foram solucionadas. Agora, imagina com o mundo moral. Então, esses espíritos se comunicam, vem nos revelar coisas que a gente não sabe. Gente, desculpa. >> Pera aí, pera aí, pera aí, vai ficar tocando aí. E aí revela isso. E a gente agora imagina hoje com com a explicação que o espiritismo dá sobre, por exemplo, vem falar sobre a reencarnação. Então, a reencarnação para o espiritismo é um fato, né? Olha, essa revelação e esse princípio, ele muda e e nos dá uma completa ideia da justiça de Deus, da bondade de Deus, de sua misericórdia, né? Então, antes disso, nós seríamos o quê? Olhava para o mundo, toda essa desigualdade e você diria assim: "Onde está Deus?" Aí, aí entra a questão do do materialismo, do ateu. Ele vai dizer assim: "Onde está esse Deus? onde vê você vê crianças passando fome, outras vivindo numa abundância danada, eh crianças, pessoas saudáveis demais, outras doente e por aí vai, né? Então, quando você eh tem essa essa eh eh essa revelação e essa revelação traz um monte de explicações que que te coloca, né, a a a raciocinar e raciocinar com lógico, ó, isso é possível, isso explica, então eu preciso me dedicar a isso para que eu possa compreender melhor, muito melhor do que negar, né? Claro, aquele que aquele que quer saber, ele ele ele pesquisa, ele aprofunda, não simplesmente nega. Michel, passo para você >> isso aí. O o E veja que ele o tempo todo dando exemplos com as demais descobertas científicas, com a com a história, né? Ele tá a todo momento dando exemplos análogos para mostrar a as ideias, as outras descobertas que que as pessoas foram eh desacreditadas, perseguidas. ele, essas analogias simples, né,
a história, né? Ele tá a todo momento dando exemplos análogos para mostrar a as ideias, as outras descobertas que que as pessoas foram eh desacreditadas, perseguidas. ele, essas analogias simples, né, mostram como eh o o espiritismo é perfeitamente possível do ponto de vista científico, né, e deixa muito claro a essa esse destaque que Kardec quis mostrar, que o Espiritismo ele tem o mesmo, até a história do espiritismo é parecida com outras descobertas de outras ciências, né? Ele sempre tá puxando para esse lado para mostrar, olha, se é possível lá, é possível aqui, se faz sentido lá, faz sentido aqui. Você não pode ter o preconceito, por que que você vai negar só que é quando é comigo, né? Então é é é impressionante como ele insiste nisso por esse ir por esse caminho e parece realmente o o caminho mais sábio para argumentar, né? E como disse o José, é quanto mais a gente vê com como o espiritismo é, como ele foi construído, como ele foi apresentado, e quanto mais a gente vê essas exemplos de de coisas de uma certa maneira estranha nas outras ciências, é como disse José, é impressionante como pode ter pessoas da ciência que não admitam o espiritismo, Porque tem explicações que o espiritismo dá através da sua ciência, que é até mais simples do que explicações que as as ciências dão para os seus fenômenos, né? É impressionante. Aí você vê que é um simples preconceito, né? tem outra outra outra coisa que não seja preconceito. O Esponville, ele tem uma resposta para isso que é até interessante. Espouvrir. Ele diz assim: "Eh, essa dificuldade em crer nos espíritos, na vida após a morte em Deus, o esponvir diz assim: "Não é por preconceito, é é o contrário, é que parece algo tão bom que é a última coisa que a gente vai admitir." É o Bom V dá uma resposta assim: "É tão bom, se isso for verdade, é tão revolucionário, é tão mais revolucionário que qualquer outra coisa que é por isso que é a última coisa que a gente vai admitir. Por isso que é preferível negar do que admitir. Ele ele
r verdade, é tão revolucionário, é tão mais revolucionário que qualquer outra coisa que é por isso que é a última coisa que a gente vai admitir. Por isso que é preferível negar do que admitir. Ele ele tem um um é quase que uma piada que ele faz, mas eh é para explicar, ele mesmo explica porque ele nega, né? Ele diz assim: "Eu nego porque é tão extraordinário que, por isso mesmo, não pode ser verdade a conclusão do materialista, né? Mas talvez isso tem um pouco de sentido para explicar a psicologia humana que ainda não aceita o espiritismo, né? Talvez seja algo tão revolucionário que é justamente isso que as pessoas mais vão demorar para admitir, porque a é tão maravilhoso e revolucionário que eu prefiro até negar, ser contraditório, ser preconceituoso, porque se eu admitir isso é uma coisa muito grave. admitir como ciência mesmo que a morte não existe. É uma coisa muito revolucionário do ponto de vista social, humano. Então, pode ter um pouco disso, né? Essa negativa da própria pessoa que é de ciência e sabe como é que uma ciência funciona, ela se depara com o espiritismo e ela diz assim: "Não, eu prefiro negar do que admitir uma coisa tão poderosa". Tem tem um pouco disso, né? Eu acho que tem uma mistura de preconceito, mas também de medo das consequências, porque como diz Kardec, é uma revolução. E eu concordo com o que o Cosm diz, é a maior revolução de todas, né? Porque o que que é mais revolucionário do que a prova científica de que a morte não existe, que é o um o talvez a maior questão da filosofia, né? e ela vem dar uma resposta positiva, factual, racional. É uma coisa, talvez isso explique porque ainda vai demorar um pouco, né? Eu acho que tem questão de preconceitos, interesses, mas também um pouco de medo diante de tudo isso que se abre, né? Um medo de não saber como é que a gente vai lidar com essa verdade agora, porque muda tudo, né? muda tudo. É que nem que o Kardec também fala disso quando ele vai falar sobre a reencarnação, né? Ele diz assim: "É, a gente entende porque
nte vai lidar com essa verdade agora, porque muda tudo, né? muda tudo. É que nem que o Kardec também fala disso quando ele vai falar sobre a reencarnação, né? Ele diz assim: "É, a gente entende porque que certos espiritualistas negam a reencarnação". Ele chega a dizer isso. Ele também faz essa análise psicológica, porque ele diz assim: "Imagina para alguém muito preconceituoso, de algum ponto de vista, imaginar que pode ela ou os seus nascer naquele contexto que ela tem um preconceito enorme, é muito forte psicologicamente e por isso a pessoa nega, né? Então tem um pouco disso também. E por fim, Kardec tem uma uma sacada que ele diz assim: "Mesmo que os fenômenos espíritas não fossem causado por espíritos, esses fenômenos em si são tão interessantes e curiosos que não faz nenhum sentido homens de ciência não terem dado bola para ele. Mesmo que fosse só um fenômeno material, ele é tão curioso porque você tem um um um objeto ou uma batida respondendo perguntas mentais, mesmo que não fosse espíritos. É uma coisa que não faz nenhum sentido a ciência não ter se debruçado, né, ou os cientistas terem negado, porque é uma coisa, é um fenômeno muito eh eh é muito rico, muito excêntrico, muito curioso, muito impressionante. E e ele tem razão, né? Mesmo que não for, mesmo que tudo que o espiritismo dissesse fosse falso, mas pera aí, os fenômenos que ele estuda é para se debruçar, né? Porque você ter mesas respondendo perguntas mentais, como tem vários exemplos, mesas flutuando sozinhas, isso já era para E mesmo assim muitos cientistas na época eh trataram com desdém, né? Então, o que ele quer mostrar é que não faz nenhum sentido a pessoa não se abrir para isso, né? Não há mais. E depois do espiritismo, então, que você tem uma teoria muito bem amarrada, porque antes você tinha aí hipóteses ou então crenças que muitas delas até com coisas contraditórias e racionais. Agora com a teoria kardequiana, o dia que o a sociedade novamente num num número considerável prestar atenção nessa teoria, ela é muito muito forte,
as delas até com coisas contraditórias e racionais. Agora com a teoria kardequiana, o dia que o a sociedade novamente num num número considerável prestar atenção nessa teoria, ela é muito muito forte, né? Muito forte. A gente já tem exemplos disso internamente, né? Eu brinco, quando a gente mostra Kardec no movimento espírita entre nós, a gente mostra Kardec para esse movimento espírita aí que ignora Kardec, as pessoas já ficam chocadas, porque Kardec é muito forte, né? A pessoa que não foge da do do estudo, da pesquisa e da comparação, quando ela olha paraa Kardec e olha para aquilo que era apresentado para ela, ela fica: "Meu Deus, que obra é essa desse homem, né? Então, internamente a gente já tem isso, né, essa esse choque. Imagina quando isso for num nível num nível eh considerável nos dias de hoje, né? Bom, eu quero passar para vocês também se vocês querem trazer mais comentários para concluir e também dar os recados de vocês. Mas eu já quero agradecer mais uma vez ao Lauro, agradecer mais uma vez ao José e a todos que aqui estiveram. Então vocês que estão aqui, voltem às nossas lives, participem, curtam, compartilhemse e se inscrevam no canal. E quem tiver interesse em assinar e não conseguir sozinho, fale conosco, né? Amanhã nós estamos de novo aqui às 14 horas para estudarmos aí mais um uma parte do Evangelho Segundo Espiritismo. A gente tá na parte em que Kardec analisa Sócrates e Platão lá na introdução do do Evangelho Segundo Espiritismo. Amanhã às 14 horas e amanhã às 20 horas a gente não tem o estudo da revistaespesprírito.net porque a gente tem uma reunião fechada, mas eu tô preparando aí um um vídeo novo para deixar postado, gravado para as pessoas terem que assistir. Então, já desejo a todos uma boa noite e até amanhã e passo pro José e o Lauro também fazer as considerações finais e dar os seus recados. >> Muito boa noite a todos. Obrigado pela companhia mais uma vez, Michel e Lauro. Obrigado aí o pessoal que teve nos acompanhando esse período e vamos seguir
onsiderações finais e dar os seus recados. >> Muito boa noite a todos. Obrigado pela companhia mais uma vez, Michel e Lauro. Obrigado aí o pessoal que teve nos acompanhando esse período e vamos seguir estudando Kardec, refletindo sobre esses temas. que são fundamentais. Ã, alguns estarão conosco amanhã, né, no nosso estudo fechado. E aí na semana que vem voltamos com o estudo da obra que é o Espiritismo, o diálogo ocico. Grande abraço. Boa noite a todos. >> É isso. Obrigado, Michel. Obrigado, José e os nossos colegas de chat, nossos colegas de estudos, né? Amanhã estamos juntos aí ao às 14 horas. Um abraço a todos e uma boa noite.
Mais do canal
42 - Falsas explicações dos fenômenos: Fluido Magnético e Reflexo do Pensamento | O cético - (14)
1:08:00
52 - Cap. I: A nova era - Erasto (item 10) - PARTE 2 | O Evangelho Segundo o Espiritismo
1:08:36
74 - Capítulo 19: A jovem desencarnada | "Nosso Lar" segundo o Espiritismo | com Michel Macedo
1:33:25
Reprise: O Que é o Espiritismo? - 28 ao 31
3:33:20
53 - Cap. I: A nova era - Erasto (item 10) - PARTE 3 | O Evangelho Segundo o Espiritismo
1:15:19
É racional acreditar na existência dos Espíritos?
2:45