37 - Oposição da Ciência | O cético - (parte 9): "O que é o Espiritismo"

CanalFEP 19/02/2026 1:05:37

Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Toda Quarta às 20h até 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e você está no estudo da obra de Kardec. O que é o Espiritismo. Hoje o nosso estudo de número 37. Número 37. Já estamos aí a 37 estudos estudando o que é o Espiritismo. Sejam todos bem-vindos. Toda quarta-feira, a partir de agora, o novo horário. A gente vai estar das 20 às 21, não é mais 20:30. Então agora fica alinhadinho. Toda noite a gente tem uma live aí e os estudos da noite são às 20 horas. Agora quarta-feira às 20 horas nós estamos aqui. Lembrando que o Kardec Tube hoje tem 10 lives por semana. De segunda a sexta às 14 horas o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. Na segunda-feira, às 20 horas o livro dos espíritos. Na terça-feira, 17:30 o estudo crítico da obra Nosso Lar. Na quarta-feira às 20 horas o que é o Espiritismo. Na quinta-feira às 20 horas o estudo da revistaespespírita.net, net, o site Kardequiano, e na sexta, às 20 horas, o estudo do livro dos médiuns. São 10 lives, nove são abertas e na sexta à noite o estudo do livro dos médiuns é fechado para os assinantes. Então, se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, assine o Kardec Tube. Você vai estar ajudando o Kardec Tube e participando do estudo do livro dos médiuns. Para assinar, você clica em seja membro ou você clica no link da descrição aqui da live ou deixa um comentário que a gente ajuda você a assinar. E você também pode ajudar o canal se inscrevendo aqui no Kardecube. Isso aí é rapidinha, é de graça. Você clica em inscrever-se no canal, já vai tá ajudando muito. Então se você tá aqui, não saia sem se inscrever no canal. Então, temos muito conteúdo e hoje prosseguimos o nosso estudo do que é o espiritismo. Tenho ao meu lado os meus amigos José e Lauro e eu passo para eles dar as boas-vindas. >> Boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Uma satisfação enorme estar novamente junto com vocês para estudarmos a obra de Allan Kardec. O que é o Espiritismo, esse diálogo incrível?

. >> Boa noite a todos. Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Uma satisfação enorme estar novamente junto com vocês para estudarmos a obra de Allan Kardec. O que é o Espiritismo, esse diálogo incrível? esses diálogos incríveis, né? Já lemos o crítico, agora o cético, com tema eh não menos importante, que é o tema da ciência, oposição dos cientistas. Vamos debater muito sobre esse tema hoje. Dar a boa noite também pros nossos amigos aí do chat que já estão conosco e contar sempre com o comentário deles, as boas perguntas e observações de sempre. Bom estudo a todos. >> José Michel, boa noite. Boa noite aos amigos do chat aí. Sejam bem-vindos para o estudo, para mais uma noite de estudos dessa obra que já foi mencionado, né? E aí realmente que tenhamos um ótimo estudo e que todos possam participar mesmo. Passo para você, Michel. >> Isso aí. O pessoal já tá chegando aqui. Olha, Mari, nossa amiga, a também assinante. Boa noite, amigas e amigos cardecistas. O Cláudio também tá sempre aí nas nossas lives. Boa noite. A Eline, mais uma assinante. A Luciana com a com a nossa mascote ali. A nossa mascote, ó, no mascote aqui do canal José. A dona Líia, boa noite a dona Líia, mãe do José, Luciano, sejam todos bem-vindos e participem, né? Tragam questões, claro, tentem trazer referente ao assunto estudado, né? Mas vamos lá. Lembrando que a nossa meta até o final de 2026 é ter 100 assinantes. Nós estamos nos encaminhando para metade da meta. Quando a gente chegar em 50 assinantes, a gente vai criar duas coisas novas para os assinantes. Além de participar do estudo do livro dos médiuns conosco, a gente vai criar um grupo no WhatsApp para os assinantes, pra gente se aproximar mais. E também a partir dos 50 50 assinantes, a gente vai fazer uma coisa muito legal. A gente vai começar a retribuir aos assinantes com livros. Então a gente vai sortear uma vez por mês para os assinantes um livro espírita ou um livro de filosofia. Olha que legal. Então você assina, tem acesso ao conhecimento do

uir aos assinantes com livros. Então a gente vai sortear uma vez por mês para os assinantes um livro espírita ou um livro de filosofia. Olha que legal. Então você assina, tem acesso ao conhecimento do livro dos médiuns junto conosco e também sempre um assinante todo mês vai ganhar um livro, um livro sério, um livro bom de qualidade que a gente vai enviar para aonde estiver o o assinante, né? Então é uma ideia que a a pessoa acaba tendo de volta aí também ajuda, um pouco da ajuda que tá dando pro canal. Então assim que a gente chegar em 50, estamos quase chegando lá. Então, quem quiser participar de tudo isso, assine o canal. >> Vamos assinar, meu povo, que eu quero ganhar livro de sorteio aí. Ganhar livro é comigo mesmo. É isso. E então vai ser legal essa ideia. Aí eu já vi alguns canais fazendo e aí me deu, eu digo, vamos fazer também. Eu acho que é um uma baita ideia, né? Tem os livros do do Kardec Books lá do do Cosm, tem livros bons de filosofia. Então vamos fazer isso, vamos devolver porque é sempre sempre legal ganhar livros, né, que é conhecimento. Bom, dito isso, vamos ao texto. Lembrando que é o espiritismo, são a primeira parte é dividida em diálogos. A gente já viu todo o diálogo aí do crítico, agora nós estamos no cético. Kardec dialogando com cético, é dividido por temas. Estamos no tema oposição da ciência. Já vimos o início disso semana passada. Tudo que a gente faz aqui fica gravado, você pode assistir ou se não consegue assistir ao vivo, consegue assistir gravado. Então, quem não assistiu os outros estudos, vá na playlist e a gente vai pegar aqui então no no já a discussão acontecendo, né? O tema é oposição da ciência, é um tema muito importante. Então, vamos à leitura. O V aqui é de visitante, né? O cético falando com Kardec. Admito perfeitamente que eles aqui o eles são cientistas, né, os homens de ciência, não sejam infalíveis. Mas não é menos verdade que, em virtude do seu saber, sua opinião vale alguma coisa e que se ela estivesse do vosso lado, daria grande peso ao vosso

as, né, os homens de ciência, não sejam infalíveis. Mas não é menos verdade que, em virtude do seu saber, sua opinião vale alguma coisa e que se ela estivesse do vosso lado, daria grande peso ao vosso sistema. E aí Kardec responde: "Concordai também que ninguém pode ser bom juiz naquilo que está fora de sua competência. Se quiserdes edificar uma casa, confiareis esse trabalho ao músico? Se estiverdes enfermo, farvosei sangrar por um arquiteto? Quando estais a braços com um processo ides consultar um dançarino, finalmente, quando se trata de uma questão de teologia, alguém irá pedir a solução a um químico ou a um astrônomo? Não, cada um tem a sua especialidade. As ciências lugares repousam sobre as propriedades da matéria. Se pode à vontade manipular os fenômenos que ela produz tem por agentes forças materiais. Os do espiritismo tem como agentes inteligências que têm independência, livre arbítrio, e não estão sujeitas aos nossos caprichos. Por isso eles escapam aos nossos processos de laboratório e aos nossos cálculos e desde então ficam fora dos domínios da ciência propriamente dita. A ciência enganou-se quando quis experimentar os espíritos como experimenta uma pilha voltaica. foi mal sucedida como devia sê-lo, porque agiu visando uma analogia que não existe e depois, sem ir mais longe, concluiu pela negação. Juízo temerário que o tempo se encarregou de ir emendando diariamente, como já tem emendado outros. E aqueles que o preferiram restará vergonha do erro de se haverem levianamente pronunciado contra o poder infinito do criador. Acho que eu vou, deixa eu ver o próximo parágrafo aqui. Não quero ler muito. Parar aí a gente comenta, né? >> É, eu vou fazer que nem semana passada. Como a gente tá num assunto aí de ciência, eu vou iniciar a rodada pelo nosso o nosso amigo da ciência aí, alguém que tá também muito ligado a essa área. Vou passar pro José iniciar as considerações. >> É, a gente vê aqui nesse texto Kardec, seguindo a discussão que tinha iniciado, né? Nós conversamos um pouco sobre isso na

ém muito ligado a essa área. Vou passar pro José iniciar as considerações. >> É, a gente vê aqui nesse texto Kardec, seguindo a discussão que tinha iniciado, né? Nós conversamos um pouco sobre isso na semana passada, que é a oposição da ciência e as diferentes maneiras, os diferentes argumentos que que as pessoas da academia, da ciência dão contra o caráter científico do espiritismo, né? E aí são estratégias diferentes. Alguns simplesmente negam os fenômenos, muitos são céticos para aceitar a própria realidade do fenômeno, né? Outros divergem sobre a explicação do fenômeno. Esses aceitam que o fenômeno ocorre, que é real, mas divergem sobre a explicação dele. E aqui o cético, ele tá tentando considerar a a importância da opinião dos cientistas sobre o espiritismo, né? Isso era isso era muito comum. Ah, e Kardec sabia lidar muito bem com esse tipo de crítica. Porque a gente vê, existem documentos históricos, né? A gente sabe que Kardec participava de diversas, mais de uma dezena de sociedades científicas. Kardec era membro, né? Sociedade de estatística, de ciências, de história, frenologia na época. eh, ele era membro de diversas sociedades científicas, então ele sabia lidar com isso. E ele tá falando algo muito elementar pro Cético aqui. Ele tá dizendo: "Olha, eh, cada um no seu, cada qual, não é? Cada um no seu quadrado." O espírita vai saber falar sobre fenômenos espíritas, o físico vai saber falar sobre fenômenos da física. Assim como cada especialidade, mesmo em conhecimentos técnicos, a pessoa vai saber falar daquele assunto particular. O dançarino vai saber falar de dança, o jurista vai saber falar de ah de processos do direito, o médico vai saber falar sobre a saúde do corpo. Ah, esse é o erro básico que ah em que as pessoas caem porque elas não compreendem que o espiritismo é uma teoria científica própria, tem um domínio próprio de atuação, de investigação. E elas acham que o a física ou a química precisa chancelar, precisa dar uma espécie de autorização, de alvarar de funcionamento

científica própria, tem um domínio próprio de atuação, de investigação. E elas acham que o a física ou a química precisa chancelar, precisa dar uma espécie de autorização, de alvarar de funcionamento pra ciência espírita. É muito curioso isso. As pessoas acham que precisa da autorização da física ou da química pro espiritismo poder eh fazer a sua própria investigação e dar explicação dos fenômenos. Por que elas concluem isso? Porque elas não vem facilmente os fenômenos no dia a dia. Os fenômenos espíritas. Elas acham isso estranho. Elas não sabem muito bem explicar. Porque que o espírito não aparece na frente dela? Já que o espírito existe, por que que o espírito não aparece na minha frente, né? Ela não sabe muito bem explicar porque isso não ocorre. Ah, e as pessoas olham paraa física e paraa química, observam corretamente que foram são teorias científicas, né, dentro dessas ciências extremamente bem-sucedidas e que alcançaram um grau de aprovação social e cultural muito forte na nossa sociedade. Essa é a grande questão. nós acabamos delegando para os cientistas da física, principalmente, em especial a física, porque de todas talvez seja a ciência de mais renome dentro da sociedade. A gente acabou dando uma espécie de uma uma autoridade muito forte pros físicos e a gente sente sente segurança quando houve a opinião deles. Só que a gente esquece do básico que Kardec tá dizendo aqui. O físico não tem competência para tratar de espiritismo. Ele tem competência para tratar de física. E é interessante, o Michel comentou dessa questão da gente tá estudando filosofia da ciência. Quando você vai est, quando você vai estudando essa área, você percebe que existem muitas ideias equivocadas sobre o que é a ciência nas pessoas comuns. As pessoas têm uma ideia completamente falsa do que é a ciência. É o que a gente chama de senso comum, né? Existem crenças no senso comum que quando você vai fazer um exame rigoroso, você percebe que elas são equivocadas. Mas o que é o mais curioso, existe uma

cia. É o que a gente chama de senso comum, né? Existem crenças no senso comum que quando você vai fazer um exame rigoroso, você percebe que elas são equivocadas. Mas o que é o mais curioso, existe uma crença equivocada sobre a ciência entre os próprios cientistas. A gente acha que porque o cara é físico, porque ele tem um diploma, um jaleco branco, ele sabe tudo de física, mas não sabe. O cara que tá 40 anos fazendo pesquisa dentro de uma área, ele tá muito desatualizado sobre uma outra área com a qual ele não trabalha. Dentro da física existe um universo de coisas. Um físico vai ser muito competente dentro, especificamente da do do objeto em que ele atua, mas ele vai ser incompetente em outro outra área dentro da física. Existe, por exemplo, a diferença entre a física experimental e a física teórica. O físico teórico, ele trabalha mais com matemática do que com laboratório. Ele fica lá desenvolvendo cálculo matemático, o físico teórico. O físico experimental é aquele que tá no laboratório, que faz os experimentos. Cada um conhece um pouco da outra área, mas não é a especialidade dele. Se você for conversar com um físico teórico sobre um experimento de laboratório, ele vai falar: "Olha, eu não sou a pessoa mais indicada a falar sobre isso se ele for honesto." Vai falar com físico experimental. E o inverso é verdadeiro. Se você conversar com físico experimental, ele não vai sentir tão a vontade de se aprofundar nas teorias, porque o negócio dele é a prática. O que que eu quero dizer com isso? Nem mesmo dentro de uma ciência você eh você poderia supor que aquele cientista compreende todas as partes daquela ciência, que a ciência diferente daquela. Então é muito simples. Se você perguntar um físico a opinião dele sobre o espiritismo nesse e ele não for honesto o suficiente para suspender juízo e evitar te responder, nem necessariamente você vai ter uma opinião, opinião equivocada, você vai ouvir besteira. Da mesma maneira que a gente aqui, o nosso negócio é espiritismo. A gente não

er juízo e evitar te responder, nem necessariamente você vai ter uma opinião, opinião equivocada, você vai ouvir besteira. Da mesma maneira que a gente aqui, o nosso negócio é espiritismo. A gente não tem conhecimento aprofundado para tratar de física, química, biologia, não faz nenhum sentido. Então, o que parece, voltando ao ponto inicial que eu tinha mencionado, como a própria pessoa, ela acha muito estranho a ideia de haver uma ciência sobre os espíritos, ela tem muitas dúvidas sobre a existência dos espíritos. porque ela não vê no dia a dia, isso acaba levando ela a um certo ceticismo. Ela conclui que não é possível fazer ciência sobre os espíritos, mas isso se deve muito mais ao fato de que ela tem uma deficiência de conhecimento, é ignorância dela e não problema da ciência espírita. A pessoa não compreende muito bem o que é ciência. Ela tem uma vaga ideia, geralmente, não sei se vocês concordam comigo, mas como é que o cidadão comum forma a opinião dele sobre o que é ciência? Primeiro, com as poucas noções que ele teve na escola, na formação escolar. Segundo, a mídia. Antigamente tinha era mais a mídia televisiva, impressa e hoje a internet. Então, o que que tá em alta aí na internet agora é a polilalamina. Eu nem sei dizer o nome daquela proteína que de uma pesquisadora brasileira que tá fazendo os tetraplégicos retomarem retomarem o movimento, né? Não sei se vocês viram isso. A pessoa vê isso, ela acha que isso é ciência. Jaleco branco, experimento, fez alguém andar de novo. Percebe? Ela vai aí, ela vai ela vai acrescentando essas um pouquinho daqui, um pouquinho dali. Ela ouve alguém que tem uma autoridade falar que que espiritismo é coisa, é besteira, não tem nada a ver com ciência. Pronto. Ela acha que ela tem uma ideia perfeita do que é ciência, mas ela não se aprofundou e não estudou aquilo. Só para terminar, eu passo para vocês e aí depois a gente entra no na questão do experimento que Kardecitou ali, né, de experimentar de forma equivocada. Ah, se você quiser saber o que é ciência,

ilo. Só para terminar, eu passo para vocês e aí depois a gente entra no na questão do experimento que Kardecitou ali, né, de experimentar de forma equivocada. Ah, se você quiser saber o que é ciência, não pergunte ao cientista. Nossa, José, mas que absurdo. Que que você tá falando? Se você quiser saber o que é física, o que é mecânica de partícula, pergunte a um físico que trabalha com mecânica de partícula. Se quiser saber o que é astronomia, quantos anéis tem Saturno, quantas luas tem Urano? Aí você pergunta pro astrônomo. Mas perguntar o que é ciência é muito diferente de fazer essas perguntas que eu mencionei agora da física. O que é ciência? um conceito abstrato que diz respeito a muitas coisas práticas, mas quem faz isso é o filósofo da ciência, porque o cientista ele vai te falar uma pequena parte do trabalho dele. O físico não entende economia, o economista não entende sociologia, o sociólogo não entende de química e o químico não entende de biologia e assim por diante. Enquanto as pessoas não quebrarem esse preconceito e essas ideias equivocadas, elas não vão conseguir compreender o espiritismo enquanto ciência. Por isso que os filósofos eram muito sábios, né, em dizer que para construir conhecimento precisa destruir as crenças falsas que a gente tem primeiro, né? Sócrates falava isso, depois Decart falou isso. Primeiro quebrar as crenças equivocadas que você tem para depois você entender o que de fato é aquela aquela teoria. senão vai ser uma mistura, confusão e a pessoa não vai conseguir compreender. Passo para vocês. >> Bom, de tudo que você colocou aí, José, será que uma das maiores dificuldades hoje não seria primeiro? Se naquele século Kardec enfrentou problemas para pras pessoas admitirem que espiritismo era uma ciência, é uma ciência, hoje isso talvez esteja mais evidente as pessoas não entenderem que espiritismo é uma ciência. E por essa dificuldade, até como o próprio espiritismo foi construído no Brasil, talvez isso eh uma aquela ideia de que espiritismo é uma religião. E aí

s não entenderem que espiritismo é uma ciência. E por essa dificuldade, até como o próprio espiritismo foi construído no Brasil, talvez isso eh uma aquela ideia de que espiritismo é uma religião. E aí as pessoas repetem, é, não, ele tem um tríplice aspecto, ciência, filosofia e religião. Mas aí a definição de ciência, talvez aí não seria a a uma ideia equivocada ligar o espiritismo à ciências dos homens. Isso isso teria algum elo? Ô José, >> é, deixa eu responder, eu passo pro Michel também para saber a opinião dele. Primeiro que essa ideia de triplice aspecto a gente já sabe, já comentamos aqui, né? é um equívoco. Kardec nunca utilizou nesse sentido de ciência, filosofia e religião. Ele sempre deixou muito claro as distinções entre cada um. Ah, é uma ciência porque começa com a observação dos fenômenos, extrair conclusões, dar uma explicação e aí tem consequências filosóficas. Daí surge a filosofia espírita. Se a pessoa quiser chamar de religião no sentido filosófico, de comunhão de pensamentos, até poderia chamar, eu evito, porque acho que só gera mais confusão se a gente usar termo religião. Tá evidente que no espiritismo não há aquelas características que o cosm sempre menciona, né? Hierarquia sacerdotal, práticas exteriores de adoração, dogmas, templos. Não existe isso no espiritismo, não é religião nesse sentido convencional. E no sentido filosófico, eh, não acho que seja muito útil o termo, embora o próprio Kardec tenha usado, né, naquele texto do de 68 da revista espírita, não acho que seja muito útil pra gente, porque qualquer coisa pode ser uma religião nesse sentido. A torcida do Corinthians tem uma comunhão de pensamentos absurda. Eh, um grupo qualquer, entendeu? Numa empresa, uma padaria tem comunhão de pensamento. Se não tiver comunhão de pensamento, o caixa vai brigar com o padeiro que vai brigar com o garçom. É uma religião. Então, a padaria, uma escola de samba para aproveitar o tema, tem comunhão de pensamento ou não tem? Muita. As pessoas torcem paraa escola de

com o padeiro que vai brigar com o garçom. É uma religião. Então, a padaria, uma escola de samba para aproveitar o tema, tem comunhão de pensamento ou não tem? Muita. As pessoas torcem paraa escola de sambo, como torce para futebol. Lá no Rio de Janeiro. O cara é Flamengo e é salgueiro, né? tem comunhão de pensamento, é religião. Então, se quiser falar no sentido figurado, metafórico, o problema é que o sentido figurado metafórico acaba atrapalhando um pouco a gente compreender a realidade das coisas, acaba prejudicando a a clareza e a compreensão do dos dos conceitos. Então, não acho que seja por aí essa ideia do triplice aspecto. Agora, de fato, é o que a gente falou aqui para finalizar a resposta ao Lauro e aos amigos aí que estão acompanhando. O espiritismo tem o seu domínio próprio. Toda ciência tem um objeto específico de investigação. A física vai investigar o a as leis do movimento, a natureza da matéria. A biologia vai investigar o que é a vida. A química investiga os elementos e o espiritismo investiga os espíritos. E aí, como o Cosm sempre lembra, vão haver pontos de contato, pontos de fronteira entre essas ciências. Sim, existe bioquímica, existe físicoquímica, isso existe. São pontos de contato, mas não é porque você tem um ponto de contato que elas vão se confundir completamente. Não, sabendo, essa é a questão, sabendo muito bem qual o domínio próprio de investigação de cada ciência, tendo isso muito claro, é que você pode estabelecer relações nos pontos de fronteira entre cada um. O problema é que se você se você não compreende qual o domínio próprio de cada ciência, aí você não compreendeu nem uma nem a outra. Aí você vai tentar juntar aí, dá a bagunça toda que a gente vê, por exemplo, em Amã, André Luiz, que começa usar conceitos da física, de eletromagnetismo, de isso, daquilo, dentro do espiritismo e aí faz uma salada completa. Então, é isso, cada ciência tem o seu domínio próprio, cada uma não elas não se confundem. E o espiritismo pode caminhar

gnetismo, de isso, daquilo, dentro do espiritismo e aí faz uma salada completa. Então, é isso, cada ciência tem o seu domínio próprio, cada uma não elas não se confundem. E o espiritismo pode caminhar muito bem sem as outras, assim como a física caminhou muito bem sem a biologia, sem a química. Eh, as ciências avançam internamente e só depois que as teorias científicas estão estabelecidas é que você vê o ponto de contato entre elas. Mas elas avançam de forma autônoma. O espiritismo não, Kardec não precisou da física, de nenhum físico para fazer espiritismo. É, é assim que funciona o negócio. >> É isso aí. Esse tema, esse tema é um dos melhores temas de tratar, né? Porque ele, do ponto de vista histórico e prático, ele é sempre é atual. ele explica muita coisa do que aconteceu com o espiritismo. Então esse tema é muito importante e ele fala muito, como o José colocou, ele fala muito da sociedade como um todo, né? O José abordou a ideia que primeiro há uma deficiência na noção de do que seja ciência paraa sociedade em geral, né? uma noção muitas vezes ingênua ou superficial do que seja ciência. Como o José falou, a gente tem uma noção de ciência na escola, informações aí na na mídia, forma uma ideia de ciência e acha que se aquelas pessoas que a gente confia não falarem, não responderem, então não a coisa não é verdadeira. Ou se não passar por aquela ideia que eu fiz de ciência, não é ciência. E assim cada cada pessoa e grupo de pessoas cada ficam presas na sua bolha das suas ignorâncias, com uma mistura de algum conhecimento superficial, com alguma misturada com informações falsas, incompletas. A sociedade é assim em geral, né? A sociedade é assim em geral. E então as pessoas formam opinião para tudo mais ou menos dessa maneira. Mais ou menos dessa maneira. como as pessoas formam opinião sobre tudo, né? É sempre uma misturinha de algumas verdades com mitos, com ignorâncias, com alguém que fala em nome de. Então, a gente tem esse problema que é um problema geral, né?

oas formam opinião sobre tudo, né? É sempre uma misturinha de algumas verdades com mitos, com ignorâncias, com alguém que fala em nome de. Então, a gente tem esse problema que é um problema geral, né? Depois a gente tem o próprio meio acadêmico, que é formado também por pessoas que, evidentemente, vão ter também os seus defeitos. Então, muitos vão opinar sobre ciência e como José falou, até sobre a sua ciência que eles estudam, vão opinar também de maneira leviana, vão opinar sobre o que é ciência de maneira leviana, vão opinar sobre espiritismo de maneira leviana. Só que eles usam, eles usam o crachá, eles usam o diploma para sustentar aquela opinião, como se o diploma desse autoridade para ela falar de qualquer coisa. E e como José colocou muito bem, nem dentro da sua própria o graduado. O que que é o graduado? A a gente passa por uma graduação, sabe? A graduação, ela dá uma noção básica e geral da daquela ciência. O graduado, ele não ele não tem nem muita competência para falar da sua ciência, porque as ciências são muito amplas, né? O que dirá ainda usar e e essa esse diploma para falar do das outras coisas, mas as pessoas se comportam assim. E então, muitas, muitos acham que o espiritismo não pode ser ciência porque não se enquadra na especialidade que ela tem. Então, como o espiritismo não pode ser estudado e provado dentro dos parâmetros que ela conhece para sua ciência, então ela nega. Só que ela não percebe que esse raciocínio, se ela aplicar para todas as ciências, só existiria dela. Por que que ela usa isso só pro espiritismo, né? Se ela exigir, se ela acha que para ser ciência tem que ser aprovado pela ciência dela, o que já é um erro filosófico, né, que nenhuma ciência pode atestar a outra, mas se ela achar isso do espiritismo, ela teria que aplicar para todas, né? Todas teriam que ter, teria que ter um método só científico e só existiria uma ciência, que é uma coisa maluca, já que a natureza é ela, ela é infinita, cada ciência pega uma parte ali da natureza para tentar explicar e ainda

ia que ter um método só científico e só existiria uma ciência, que é uma coisa maluca, já que a natureza é ela, ela é infinita, cada ciência pega uma parte ali da natureza para tentar explicar e ainda tem várias várias eh eh ramificações dentro da própria ciência. Então, é uma coisa muito mais hum complexa do que essa visão superficial. Do outro lado, você tem os próprios espíritas achando, como Lauro lembrou, eles acham o seguinte: Kardec diz que o espiritismo é ciência. na cabeça dela, quando Kardec diz isso, ela acha, então, ah, então quer dizer que os cientistas da academia têm alguma relação aí para provar, tratar do espiritismo. Ela acha que ao afirmar que o espiritismo é ciência, ela acha que o espiritismo trata das outras ciências, porque ela não entende que o espiritismo é uma ciência própria com seu objeto de estudo e a sua metodologia e os seus experimentos, os seus critérios. É muito comum o espírita achar que, ah, porque a física a luz do espiritismo, a biologia segundo o espiritismo, a química, a astronomia segundo o espiritismo, porque ela acha que o espiritismo é ciência. Então, o aspecto científico do espiritismo é falar de outras ciências. Ela acha isso. Outro equívoco. Outro equívoco que as pessoas cometeram e Kardeceteu, é achar que é da competência dos espíritos tratar das outras ciências. E os espíritos do movimento espírita fizeram isso. A gente vai ver espírito, a gente sempre citou o Emanu e André Luiz porque são eles são a a caixa de Pandora, né? Você vai ver o André Luiz fazendo uma gororoba entre espiritismo e biologia, espiritismo e física. Mas ele entra em contradição com a física porque ele pega os a ele pega as leis da física, tenta trazer paraas leis do espiritismo, levar pro mundo espiritual questões biológicas. Ele faz uma gororoba. E o emano faz a mesma coisa. Mas não é papel das ciências tratar de outras ciências. Assim como a física não trata do espiritismo, o espiritismo também não trata da física, não trata da química. E essa confusão também aumenta, porque as

é papel das ciências tratar de outras ciências. Assim como a física não trata do espiritismo, o espiritismo também não trata da física, não trata da química. E essa confusão também aumenta, porque as pessoas também elas leem a obra de Kardec e Kardec também cita as outras ciências. Quando Kardecita outras ciências, não é que ele tá fazendo espiritismo, ele tá citando outras ciências e o contexto ali explica porquê. Então a pessoa acha que Kardec falou de química é química espírita. Kardec falou de astronomia e astronomia isso que não tem nada a ver, >> ô Michel. E e na maior parte das vezes é uma analogia, né? quando ele cita, >> ele é, ele faz analogia ou ele cita discussões científicas da época, mas não que ele esteja colocando o espiritismo como alguém que vai se intrometer nisso. Ele não faz isso. >> Claro. E quando só quando ele quando pode dar confusão, ele deixa claro, não é uma assimilação completa. Estou usando uma analogia, uma comparação. né? A gente a gente estudou isso sexta passada no livro dos médiuns, no nosso estudo, ele dizendo exatamente isso. Trata-se de uma analogia que não pode ser levada ao pé da letra, achar que ele deixa sempre claro. E as pessoas acham o seguinte, eh, por exemplo, dois exemplos muito clássicos. As pessoas pegam a primeira parte do livro dos espíritos e elas acham que ali Kardec tá fazendo espiritismo porque tá tratando de universo, tá tratando de vida e morte, organismo. A gente ficou aí, não sei quantas semanas no estudo do da da segunda-feira tratando disso, mostrando que não é isso. É, é a primeira parte do livro dos espíritos é justamente para mostrar por que Kardec vai escolher um objeto de estudo para fazer a ciência espírita, porque ele vai mostrar que todas as questões que ele submeteu das outras ciências aos espíritos, ele não conseguiu obter nada disso. Aí ele ele deixa isso e escolhe o objeto, os espíritos. Ou então o pessoal pega a gênese, lá na gênese, Kardec vai fazer um paralelo entre a gênese material com a gênese espiritual,

obter nada disso. Aí ele ele deixa isso e escolhe o objeto, os espíritos. Ou então o pessoal pega a gênese, lá na gênese, Kardec vai fazer um paralelo entre a gênese material com a gênese espiritual, um paralelo. Claro que para falar da gênese material, ele vai citar o quê? as ciências que tratam da matéria. Aí o pessoal acha que ele tá fazendo espiritismo que não leram direito. Outra coisa, quando um espírito opina sobre alguma ciência, antes disso, você mais abrangente. Quando um espírito fala alguma coisa através da mediunidade, não significa que só porque um espírito está falando que isso seja espiritismo. você é um outro equívoco. O espírito é alguém como a gente, só que sem o corpo. Ele pode opinar sobre qualquer coisa. É opinião individual dele. Então, o pessoal acha: "Ah, o espírito falou pelo médium". "Ah, então é espiritismo." Não, onde é que tá o espiritismo nisso? O espiritismo tá no fato de ter ali um fenômeno mediúnico. É isso que o espiritismo trata. Agora, o conteúdo do que o espírito tá falando é a opinião do espírito. E agora entrando mais no exemplo. Se um espírito falar sobre matemática através da mediunidade, não é matemática segundo o espiritismo. Só porque um espírito falou, é a opinião do espírito sobre matemática. E mais que o Kardec vai além. Não é papel do espírito tratar de matemática. O espírito que faz isso é um pseudo sábio. Ele vai explicar na obra de Kardec. Então é, são essas confusões porque o pessoal lê, o pessoal lê a obra assim, né, recortada, corrida. A gente forma o conhecimento de uma maneira muito pobre. Isso tá acontecendo para tudo, né? O espiritismo não foge a regra. Mas entrando agora na ideia do texto, ele deixa claro, olha, ele e eu acho engraçado que é tão simples, né? Ele deixa uma coisa muito clara. Olha, nenhuma ciência tem competência para tratar da outra. O espiritismo é uma ciência própria. Não tem como físico falar do espiritismo. Sabe por quê? Porque pro físico falar de espiritismo, ele vai ter que estudar

ência tem competência para tratar da outra. O espiritismo é uma ciência própria. Não tem como físico falar do espiritismo. Sabe por quê? Porque pro físico falar de espiritismo, ele vai ter que estudar espiritismo. Que a física não estuda espiritismo, fenômeno espírita. Então ele não tem como opinar. O médico estuda medicina. Ai, mas o médico espírita, ele é médico e espírita. Quando ele for falar de medicina, ele tá falando como médico. Quando ele for falar de espiritismo, ele tá falando como espírita. Mas ele pode ser as duas coisas, mas são duas coisas. Outro outra coisa que é muito comum é as pessoas acharem assim: "O fulano é graduado em alguma coisa. Quando ele fala, é como se, ah, a medicina diz que só porque o fulano que é médico falou. Aí o pessoal diz assim: "A medicina diz que aí você vai ver o médico que tá falando. O médico não representa a opinião da medicina. Ele pode ser enquanto médico dar uma opinião que pode inclusive ser furada e não é opinião da medicina". Aí o médico diz lá para no consultório: "Ah, eu acredito em espírito, hein? Até inclusive eu ando praticando a mediunidade, aí as pessoas diz assim: "Ai, a medicina tem estudado os espíritos, hein? Porque o fulano, o doutor fulano tá tá praticando mediunidade, tem nada a ver. Ele enquanto indivíduo tá fazendo um estudo paralelo, mas não é opinião da medicina. Então, essas confusões e Kardec mostra, olha que nem o José iniciou, né? Cada um no seu quadrado por uma questão lógica. Porque como é que eu vou falar de algo que eu não estudo? Como que eu vou opinar sobre uma coisa que eu não estudo? Por isso que ele diz, dá o exemplo, né? Eu vou pedir pro arquiteto falar o quê? Me me explica aí. Peça pro arquiteto explicar como é que funciona uma célula. Anda, arquiteto, me me explica, mas qual é o sentido? A mesma coisa. ele não pode falar de espiritismo e o espírita não pode falar das outras ciências. E aí Kardec dá um passo além, né? Bom, você não pode, isso foi uma coisa que ele percebeu já no início e até hoje

sa. ele não pode falar de espiritismo e o espírita não pode falar das outras ciências. E aí Kardec dá um passo além, né? Bom, você não pode, isso foi uma coisa que ele percebeu já no início e até hoje acontece. Você não pode querer submeter um fenômeno a um método de investigação e estudo de outra ciência. Não faz nenhum sentido. Eu não posso querer estudar um fenômeno biológico como eu estudo um fenômeno da física. E isso se enquadra pro espiritismo. O espiritismo não pode ser estudado em laboratório com testes matemáticos, estatísticos, como tentarem e ainda tentam, né? pega o médio, bota numa sala, bota uma carta no bolso, aí vai na outra sala, apaga a luz e e aí diz assim: "Se ele é médio, o espírito tem que adivinhar qual é a carta que tem no bolso". Aí não, aí pega e faz 10 experimentos de 10, no dada, daí faz uma estatística. Não é assim que estuda, porque eu tenho problema da mediunidade não depender só do médium, depende dos espíritos, tem o tipo da mediunidade, tem a combinação fluída, tem vários como uma um experimento. Todo experimento, e José pode falar isso melhor que eu, todo experimento tem as suas condições necessárias para ela se dar e ser avaliada. todo o experimento. Uso o espiritismo também. O espiritismo vai oferecer provas científicas, mas a prova científica, entenda isso de uma maneira não superficial. Prova científica não é assim. Me prove aí. Aí eu tenho que dar alguma coisa pra pessoa na hora ali que se eu não der a ciência falsa. Não é assim para nenhuma ciência. era nenhuma na ciência. E Kardec trata nisso no texto que a gente viu, né? Tem, volta um pouquinho lá para nós ver a frase que ele usa, aonde diz as ciências vulgares. Aí, ó. Ó, as ciências vulgares repousam sobre as propriedades da matéria que se pode à vontade de manipular. Olha ele diferenciando aí embaixo, ó. Os do Espiritismo tem como agentes inteligências que têm independência, livre arbítrio. Não, olha só, não estão sujeitas aos nossos caprichos. Eu não posso tentar submeter

diferenciando aí embaixo, ó. Os do Espiritismo tem como agentes inteligências que têm independência, livre arbítrio. Não, olha só, não estão sujeitas aos nossos caprichos. Eu não posso tentar submeter o fenômeno espírita às minhas exigências e se não der os resultados que eu exigi, falso. Kardec vai falar que as provas que os espíritos fornecem, elas dependem de várias condições e a principal é a própria espontaneidade da prova que vem na prova da identidade. Eu não posso dizer assim: "Me prove que você é um espírito e que você é um médium de verdade, me dando o endereço que você morava e que, entendeu, submetendo o espírito a isso e se ele não atender, falso. Não é assim que o processo funciona. Por isso eles escapam aos nossos processos de laboratório, aos nossos cálculos e desde então fica fora do domínio da ciência. Ainda hoje as pessoas acham que vão testar mediunidade como se testa outras coisas em laboratório na academia. Não é assim. E isso tá invadindo o movimento espírita. O movimento espírita tá criando uma ideia que já tá virando um tiro no pé de que mediunidade só é verdadeira se tiver uma equipe de universitários para investigar e atestar. O próprio movimento espírita tá criando uma um critérios que não são os espíritas, que óbvio que vai se voltar contra o próprio movimento espírita, porque como você não vai poder aplicar, porque não vai dar o resultado certo, você vai passar a imagem de que o que todo médium é falso e que o espiritismo é falso, porque você tá usando a metodologia errada. Você tem que ver qual é a metodologia que Kardec desenvolveu nas suas obras. E só para finalizar minha minha essa minha fala, a o parágrafo de baixo, Lauro, a ciência enganou-se. Olha a palavra que Kardec diz, é um engano. Ele tá dizendo isso desde o século XIX, quando quis experimentar os espíritos, como experimenta uma pilha voltaica. Foi mal sucedida. Como devia sê-lo. Claro, ele sabia, ó. visando uma analogia que não existe. Aí ele tenta fazer dessa maneira, não dá o resultado que ele

píritos, como experimenta uma pilha voltaica. Foi mal sucedida. Como devia sê-lo. Claro, ele sabia, ó. visando uma analogia que não existe. Aí ele tenta fazer dessa maneira, não dá o resultado que ele quer, ele conclui pela nega pela negação. Até hoje acontece isso. E só que o que me surpreende é que, bom, isso já aconteceu na época de Kardec e hoje tá acontecendo de novo. Espíritas acadêmicos estão fazendo isso. Eles querem submeter o espiritismo aos métodos das ciências que eles estudam lá dentro. E aí eles ficam lançando aí estudos estatísticos e e experimentos que aí é engraçado ver eles falando sobre os resultados, né? Nunca é nunca é um resultado positivo. É sempre ah indícios não não tá muito claro, precisamos avançar mais. Como Kardec diz, foi mal sucedido como devia serlo. Você tá testando errado. Não é assim que você testa. Então isso é, ele já deixa claro no que é o espiritismo. Isso como ele vai deixar claro no livro dos espíritos, como ele vai deixar claro no livro dos médiuns, como ele vai deixar claro em toda a obra dele. E ele deixou claro o que podia, o que não podia, como qualquer ciência. Toda ciência coloca que o que pode, o que não pode, quais são os limites, quais são os métodos, quais são as condições o espiritismo tem a dele. Então isso é muito importante que as pessoas tenham em vista, né? Eu passo para vocês para tratar dessa dessa parte aqui, depois a gente lê os comentários. José, >> é, eu acho que é é perfeito isso, né? Esse problema do de experimentar de maneira equivocada com os espíritos. A gente vê muito, os os cientistas argumentam muito isso, as pessoas da academia. Já vimos o o Luiz Felipe Pondé falando sobre isso, né? Lamentavelmente, toda vez que ele vai falar do espiritismo, ele fala bobagem. Fala outras coisas interessantes, mas fala bobagem. E ele diz: "Ah, se a reencarnação existe, se os espíritos existem, por que que eles não aparecem para uma banca de para uma banca de cientistas, né, e resolvem isso de uma vez por todas?"

ala bobagem. E ele diz: "Ah, se a reencarnação existe, se os espíritos existem, por que que eles não aparecem para uma banca de para uma banca de cientistas, né, e resolvem isso de uma vez por todas?" Essa é uma é uma é uma visão completamente ingênua e equivocada da ciência, como Michel ressaltou e Kardec comenta ali, você precisa experimentar da maneira correta com aquele com aquele objeto. O espiritismo tem as suas condições próprias. fazer o grupo. As pessoas bem intencionadas pegam o livro dos médiuns, evocam os espíritos da maneira como tá lá. Agora, se a pessoa não quer se colocar nas condições de observar o fenômeno, ela não pode eh alegar depois que o o espírito não existe porque ela não quis se colocar nas condições. Isso não faz o menor sentido. O exemplo que eu sempre dou é o exemplo da do eclipse, né? Suponha que uma pessoa não acredite que seja possível a a lua ser tampada, uma lua cheia ser tampada, tá na direção lá a Terra entre a Lua e o Sol e aí a Terra acaba tampando a iluminação ou outro planeta. Enfim, a pessoa por alguma razão é cética, não acredita. Aí ela pergunta pro físico, é possível isso? Ele fala: "É". Aí ela diz assim: "Esta noite, hoje se a lua cheia não for tampada, eu não acredito mais no eclipse, eu não acredito que eclipse exista. Aí o fenômeno não ocorre, ela conclui que o eclipse é impossível. Quando qual que seria o correto? O físico ia falar para ela: "Não, não é assim. O fenômeno tem condições específicas para ocorrer. É preciso ter todo um posicionamento dos astros para que isso ocorra. E ele ainda pode falar para ela, ó, vai ocorrer daqui 2 anos e meio, no dia tal, no horário tal. Se ela tiver paciência, ela espera para ver. Se não tiver, ela vai ficar acreditando que o eclipse é impossível. Só que quem vai ser quem vai ser objeto de chacota é ela, não é o físico. Mas vamos supor que ela tenha paciência, ela espere 2 anos e meio, chegou o dia do eclipse, ela vai lá toda ansiosa. Agora sim, o físico falou que hoje vai ocorrer o eclipse. Eu vou, se não, se eu

co. Mas vamos supor que ela tenha paciência, ela espere 2 anos e meio, chegou o dia do eclipse, ela vai lá toda ansiosa. Agora sim, o físico falou que hoje vai ocorrer o eclipse. Eu vou, se não, se eu não ver, se eu não conseguir ver, quer dizer que não existe. Ela olha para fora da janela, não consegue ver eclipse nenhum. A lua tá lá. E aí? Aí ela volta no físico. Tá vendo? É impossível. Ele fala: "Não, mas é que dessa posição da Terra não consegue ver. Do Brasil você não vê, você só vai ver lá do Polo Norte. Quem é que vai pro Polo Norte para conseguir ver o eclipse?" A mulher vai perguntar pro físico. Aí ele vai falar o quê para ela? Olha, minha senhora, a culpa não é minha, a natureza é assim. É a mesma coisa. espíritas vai dizer pro cara, por que que os espíritos não aparecem? Olha, eles aparecem nessas condições. Ah, mas essas condições são muito difíceis. Problema é seu. A natureza é assim. Nós não temos culpa, vai, vai fazer o quê? Vai brigar com a natureza? Então, é, é uma visão muito infantil, muito ingênua da ciência achar que você vai conseguir submeter o fenômeno exatamente da maneira como você quiser. Isso não acontece. E ainda que o o que você se pré se você se predispuser a se colocar nas condições para observar o fenômeno, ainda pode ser frustrada o experimento, porque isso faz parte da ciência. Nas ciências materiais também ocorre. O cara vai pro laboratório, ele faz tudo certo e frustra. É um fracasso. Não tem o resultado que ele esperava. Às vezes o o cientista, vamos supor que o cientista vai lá e segue tudo como Kardec recomendou. Pode ser que o resultado não venha como ele esperava. Isso faz parte da ciência. Que que ele faz? Ele fica bravo, se revolta, joga tudo pro ar e põe a culpa na ciência. Não, no dia seguinte ele repete de novo. E ele repete várias vezes. Ele insiste. Ele insiste até o resultado aparecer. Na física isso ocorre. Às vezes os na biologia, às vezes o cara vai pro laboratório, ele faz o experimento e fala: "Não deu certo". Por que que não deu? Nem ele

. Ele insiste até o resultado aparecer. Na física isso ocorre. Às vezes os na biologia, às vezes o cara vai pro laboratório, ele faz o experimento e fala: "Não deu certo". Por que que não deu? Nem ele sabe. Às vezes nem ele sabe. Aí às vezes é porque o aparelho que ele usa tá descalibrado. Aí tem que chamar o técnico. Aí o técnico só tem agenda para que daqui a um mês, porque nem ele sabe mexer no aparelho. Ele só sabe dar o play e e fazer o teste, mas ele não sabe calibrar e ajustar o aparelho. Percebe? Tem uma, às vezes o médium tá descalibrado, não é isso? Ah, vou experimentar. Daí você quer uma comunicação de um jeito, mas o médium não é apto para aquilo. Faz parte da ciência essas dificuldades. Toda a ciência experimental vai encontrar essas dificuldades. Isso é natural de toda a ciência. Então, a gente precisa compreender melhor como é que funciona a ciência para não para não cair nesses erros, né? Kardec sabia muito bem disso. É incrível. Eu já falei para vocês, né? Eu tô lendo aí o espírito sobre investigação. Ele coloca um pouco sobre a vida de Kardec. Até onde nós sabemos, Kardec não fez ensino superior, né? Olha aí, as pessoas valorizam tanto ensino superior e é importante, claro, mas Allan Kardec, até onde a gente sabe, não fez ensino superior. Só que é impressionante o domínio da ciência que ele tinha. desses fundamentos de ciência, de não fazer confusões. É impressionante, né? Como se a gente não aceitar que a alma existe antes do corpo, como é que você explica isso? A pessoa que com conhecimento profundo de ciência não tem nem ensino superior. Então é uma coisa chocante, né? Ah, mostra que ele era um espírito superior e que era um sábio, né? era um sábio, tava tava muito preparado para aquilo. Enfim, tem algumas perguntas, comentários aqui, né? Até a a Líia, minha mãe, falou: "Se o movimento espírita tivesse estudado Kardec nos centros com profundidade, não teríamos perdido tanto tempo quanto a clareza vocês nos trazem e aprendizado, como seremos críticos reflexivos".

lou: "Se o movimento espírita tivesse estudado Kardec nos centros com profundidade, não teríamos perdido tanto tempo quanto a clareza vocês nos trazem e aprendizado, como seremos críticos reflexivos". Exatamente. A pessoa Mas aí o século XX foi inundado, não é? né? Foi inundado por centenas de livros. Aí as pessoas acabaram se confundindo. Há tanto livro para ler, a pessoa Kardec ficou perdido no no oceano de outros livros, né? E a Mari, não sei se é assim que pronuncia, tem um amigo neurologista que é espírita, mas deixa claro que no consultório ele é médico. Médium espírita ele é numa reunião mediúnica. É isso, é dominando muito bem cada área, você não faz confusões e eventualmente pode fazer relações, mas dentro de uma clareza do que é cada uma, né? Se tiver essa clareza, não vai haver confusões. Então eu acho que poderia usar como exemplo aqui eh vou vamos pegar o o cosmo físico, não é isso? Então, o cosmo é físico e espírita. Quando ele fala em física, não significa que ele está falando em física, porque ele é espírita. E o contrário também vale, né? O cómo, quando ele está falando em espiritismo, é porque ele tem um profundo conhecimento do espiritismo, não porque ele é físico, né? Eh, eh, talvez seja essa a grande dificuldade. Aí vem a ideia de autoridade, né? Ah, mas o fulano que está falando, ele é médico, ele é advogado, ele é arquiteto, ele é físico, é astrônomo. O o ciclano, quem que é o ciclano? Ah, o ciclano é é um borracheiro, é um mecânico, é, entende? sabia ler direito, mas não entende que talvez aquela pessoa que tem uma profissão simples, ele é um profundo estudioso do espiritismo, espiritismo das obras de Kardec e ele pode falar com autoridade independente da sua profissão, seja ela simples ou não. Essa talvez seria a ideia. É isso aí, Michel. >> Pois é. Tá? As pessoas imitam, as pessoas imitam a as autoridades ou aqueles que ela considera autoridade. As pessoas imitam a o movimento espírita viu, o principal espírito através do principal médium,

is é. Tá? As pessoas imitam, as pessoas imitam a as autoridades ou aqueles que ela considera autoridade. As pessoas imitam a o movimento espírita viu, o principal espírito através do principal médium, tratando de tudo e chamando isso de espiritismo. E você pegar os dois principais médiuns da história do movimento espírito brasileiro, que é o o Chico e o Divaldo, a no programa da TV Tupi, aquela as duas famosas entrevistas que o Chico dá na TV Tupi, o Chico diz na abertura da entrevista assim: "Eu estou aqui, mas eu não tenho condição de estar aqui. Eu vim porque o Emanuel prometeu me dar assistência. Ele di, não é o Michel que diz isso, ele diz isso. Ou seja, tudo que ele vai falar é opinião do Emana, mas ele vai lá e se coloca como alguém que vai falar sobre o espiritismo. Mas quem é que disse que a opinião de um espírito é a opinião do espiritismo? E mais quando você assiste as todas as horas de entrevista, eles perguntam sobre economia, religião, política. química, astronomia e o Chico dele largar o verbo. Mas e quem é? Então, imagina o movimento espírita viu aquilo e pensou: "Ah, a gente imita, né?" O Divaldo passou décadas com a com as obras da Joana de Angel falando de psicologia e é muito, mas é muito comum, Lauro, muito comum. Eu acompanho o movimento espírita meio de longe assim, porque eu não tenho muita saúde para isso, mas eu acompanho. É muito comum você ver pelo tema da palestra, palestra em centro espírita, aí daí você vê o tema. Eu já sei que é a profissão do palestrante, mas ele tá na casa espírita para falar de espiritismo. Ele aproveita aquele espaço para fazer uma uma propaganda da profissão dele. Mas eu não tô ali para ouvir a profissão. Aí você vê, você pega a palestra assim, ou inconsciente e Jesus. Eu aí vai olhar o infeliz é psicólogo. Aí você vai ver a palestra dele, ele tá falando em psicologia e ainda falando mal, tá? Que nem isso ele domina. Aí você vê médico na casa espírita falando de medicina. Os caras vão, eles vão levando a especialidade deles, que mesmo a

ele tá falando em psicologia e ainda falando mal, tá? Que nem isso ele domina. Aí você vê médico na casa espírita falando de medicina. Os caras vão, eles vão levando a especialidade deles, que mesmo a especialidade deles, eles são meio ruinzinho, a maioria. E eles estão falando isso. A impressão que eu tenho é que o cara é frustrado fora dali e ele achou um lugar onde as pessoas vão ouvir ele. Daí ele aproveita, né? Ai o hoje o nosso psicólogo espírita irá falar. Mas e daí que ele é psicólogo? Para falar de espiritismo não me interessa. E o movimento espírita repercute isso. Eu costumo sempre dizer, você vai ver os eventos espíritas, é assim, fulano de tal, o nosso palestrante, doutor, não sei do que, não sei do que, formado e não sei do que, não sei do quê, mas não interessa o currículo dele. O que me interessa é se ele estudou Kardec. Se eu vou ver uma palestra sobre espiritismo, me interessa. Ele estudou o espiritismo. Mas isso tá hoje em dia, então virou modo. Tem gente que tem eh como é que eu posso usar uma palavra leve? Tem gente que tem tara em currículo no movimento espírita. Se não tiver de mestrado para cima, não convida. Eu sempre conto aqui, né, na nas minhas lives, que eu participava há alguns anos de um perfil espírita que sempre me chamava para falar sobre Kardec, mas ele só chamava quem tinha doutorado. Eu não tenho, né? Aí, então, quando era eu que ia falar sobre Kardec, o tratamento era diferente. Tudo que eu falava, ele rebatia. Eu terminava de falar, ele ia lá e falava alguma coisa em cima. Eu terminava de falar, ele ia lá e corrigia o que eu tinha falar. Aí quando ele entrevistava os os com doutorado, ai sério, mas não tinha isso. Até que eu me liguei claro para porque na cabeça dele quem tem doutorado tem mais capacidade para falar em Kardec. Aí que claro na cabeça, ele tá até hoje fazendo isso, doutor e não sei o quê, não sei o quê, mas o que que interessa isso pro espiritismo? Então as pessoas criaram isso, né? As pessoas criaram essas essas

ue claro na cabeça, ele tá até hoje fazendo isso, doutor e não sei o quê, não sei o quê, mas o que que interessa isso pro espiritismo? Então as pessoas criaram isso, né? As pessoas criaram essas essas que tem a ver com ignorância, tem a ver com vaidade, tem a ver com, em alguns casos, com picaretagem, porque o cara quer vender o livro dele, né? O cara quer vender o livro dele, ele diz assim, ó: "Se eu botar livro do psicólogo fulano, não vai vender, mas se eu botar psicologia espírita, a espiritada vai tudo comprar". Aí ele bota, ele só bota, ele faz assim, ó. Ele, ele fala 10 páginas do Jung, 10 páginas do Freud e meia página ele fala, mete lá um reencarnação. Pronto, psicologia espírita. E o pessoal compra, se emociona, aí você vai ver, não tem nenhum nexo, não tem não, não, não, não é, é uma salada, não é uma teoria, é uma salada que ele amontuou vários recordes, né, como era a palestra do Divaldo, a gente se criou, eu me criei com as o o eu era da época que tinha palestra do Divaldo em fita cassete. fita cassete, não, em fita de vídeo, VHS, na que tinha a biblioteca do centro, tinha as fitas do Divaldo, né? Eu pegava de 10 assim e passava só assistindo, eu decorava. O Divaldo, mas olha, eu não tenho que Divaldo não respondesse, viu? Se chamasse o Divaldo para fazer uma cirur um transplante de cérebro, ele acho que ele alguma opinião ele ia dar. Ele era assim. Todo mundo sabe que ele era assim. Então é, como falei, o exemplo vem de cima, as grandes lideranças fizeram isso. Então, imagina a espiritada olha e diz assim: "Ah, então tá liberado". Mas a questão de fazer não significa que esteja correto fazer, né? Ou que seja verdadeiro. Fazer não significa que seja correto e nem que seja verdadeiro. Fazer qualquer um pode fazer, né? A questão é ter algum fundamento, né? Bom, a gente vai ter que pegar a segunda parte na quarta que vem, né? Então vamos deixar para quarta que vem. Eu já quero aqui me despedir, agradecer a todos, agradecer a todos que aqui participaram,

Bom, a gente vai ter que pegar a segunda parte na quarta que vem, né? Então vamos deixar para quarta que vem. Eu já quero aqui me despedir, agradecer a todos, agradecer a todos que aqui participaram, agradecer o José, agradecer o Lauro. Amanhã às 14 horas estaremos aqui para estudar o Evangelho Segundo o Espiritismo. E semana que vem a gente continua esse texto, né? Me despeço de todos e passo pro José e pro Lauro se despedir. >> É isso aí. Muito obrigado mais uma vez, Michel, Lauro. A a Meoriend ajudou a gente aqui com a pronúncia do nome dela, que a gente sempre fica na dúvida. Ela escreveu como pronuncia de fato. Ó lá, acho que assim, meu meu oriente, obrigado pela observação. Tem um centro espírita no Rio que adora chamar médico para trabalhar mediunidade. Pois é, o pessoal faz essa confusão que o que o Michel já bem deixou claro, né? Mas muito obrigado pessoal pelos comentários, pela companhia de sempre. Muito bom estar aqui com vocês pra gente conversar sobre esse tema. Ah, sigam estudando Kardec, leiam com atenção esse esse diálogo. Quem não leu, leiam. Ah, só a gente falando é bom, mas não é suficiente, né? O melhor mesmo é que a pessoa leia, leia o diálogo e se inscreva no Kardec Tube. Curta e se inscreva no canal. Dê um joinha aí, um like, um gostei. Compartilhe com as pessoas, porque a gente sabe que o trabalho é de muita qualidade e sempre focado em Kardec. É isso aí, pessoal. Muito, muito obrigado a todos e um grande abraço. Até a semana que vem. Muito bom. Obrigado, José, obrigado Michel, claro, obrigado a galera do chat aí pelas participações, pelos comentários, né? E estamos juntos amanhã às 14 horas aí para o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo.

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