36 - Oposição da Ciência | O cético - (parte 8): "O que é o Espiritismo"

CanalFEP 12/02/2026 1:10:00

Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/6314475084906496

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais uma live aqui no Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e você está no estudo da obra O que é o Espiritismo de Allan Kardec, que nós estudamos toda quarta-feira às 20:30 ao vivo aqui. Essa obra tão importante de Kardec. Já estamos no estudo número 36 de Kardec, desta obra, que é o Espiritismo. Estamos estudando aí o diálogo com o cético. Já é oitava semana nesse diálogo. Então, sejam todos bem-vindos. O Kardecube hoje produz 10 lives semanais. Nós temos o estudo diário de segunda a sexta às 14 horas do Evangelho Segundo Espiritismo. Na segunda noite, às 20 horas, nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira, às 17:30 nós estudamos criticamente a obra Nosso Lar. Na quarta-feira, 20:30, o estudo do que é o Espiritismo. Na quinta-feira, às 20 horas, estudamos um artigo do site revistaespírita.net. Na sexta-feira às 20 horas, estudamos o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns é fechado para os assinantes, os membros do canal do CADECTUP. Então, se você quer estudar conosco também o livro dos médiuns, se você quer participar pelo chat, você assina o Kardecube e você tem acesso a esse estudo. Para assinar, você vai aqui no botão seja membro do canal ou clica no link que está na descrição aqui da live e se tiver dificuldade nos chama que a gente ajuda. É uma maneira de você contribuir com o canal para que ele se mantenha, para que ele cresça e ao mesmo tempo você tem acesso ao livro dos médiuns. E tudo que a gente faz aqui fica gravado na playlist, na nas playlists aqui do canal. Você pode assistir tudo a hora que quiser, quantas vezes quiser. Não consegui acompanhar ao vivo, pode ver gravado na playlist. Esse é o Kardec Tube e eu tenho na quarta-feira a alegria, a honra de ter os meus os meus amigos, os meus fiéis amigos na nos meus projetos, o Lauro Rodrigues e o José Paniago. Eu passo para eles dar a as suas boasvidas e seus recados. >> Muito boa noite a todos. Boa noite, Lauro. Boa noite, Michel. Muito boa noite a todos aí que estão nos

o Lauro Rodrigues e o José Paniago. Eu passo para eles dar a as suas boasvidas e seus recados. >> Muito boa noite a todos. Boa noite, Lauro. Boa noite, Michel. Muito boa noite a todos aí que estão nos acompanhando. Ah, sejam bem-vindos. Esperamos aí os bons comentários, as boas dúvidas de sempre que nos ajudam a debater o assunto e vamos seguir estudando essa obra fundamental de Allan Kardec, esse diálogo extremamente palpitante que eu tava relendo aqui antes de começar. Esse ponto que a gente vai tocar agora é fantástico. A oposição da ciência é um tema muito bom. Então, sejam todos bem-vindos. Excelente estudo. >> Boa noite, Michel. Boa noite, José. Boa noite, pessoal. E é um tema e eh como é que eu poderia dizer? Desconhecido do movimento espírita. Às vezes falam, né? Ah, o espiritismo é uma ciência, mas muit das vezes as pessoas não têm noção de que Kardec, né, eh na na em sua época eh combatiam Kardec, né, a afirmação quando Kardec afirmava ser uma ciência conforme ele eh eh o método que ele usou de elaboração, né? Então, é um tema que para mim eh é eh é é sensível, porque o meu conhecimento é pouco. Quero prestar bastante atenção, pessoal, e vocês façam mesmo para as perguntas que forem surgindo, a gente vai elaborando essas perguntas aqui para mergulhar um pouquinho nesse assunto oposição da ciência. Então, que tenhamos aí um bom estudo, Michel. >> É isso aí. Esse tema é muito muito interessante. E lembrando, como é que funciona a obra, o que é o espiritismo? Como é que ela é estruturada, né? A obra tem o seu preâmbulo onde Kardec tratou da definição do que é o Espiritismo. A gente viu isso. Depois a parte que inicia a obra depois do preâmbulo, são diálogos de Kardeco, com o cético e com o padre. A gente viu todo o diálogo com o padre, aliás, com o crítico, e agora estamos vendo o diálogo com o cético. O diálogo com o cético é dividido em assuntos, em temas. Então, hoje o tema é oposição da ciência. Você quer ver tudo isso que a gente já viu, tá aqui na playlist do

amos vendo o diálogo com o cético. O diálogo com o cético é dividido em assuntos, em temas. Então, hoje o tema é oposição da ciência. Você quer ver tudo isso que a gente já viu, tá aqui na playlist do canal. Kardec escreveu três obras para os iniciantes no espiritismo. Destas três, nós estamos estudando a terceira. Nós já estudamos inteiro o espiritismo, isso é uma mais simples expressão, estudamos inteiro o resumo da lei dos fenômenos espíritas e agora estamos estudando o que é o espiritismo, completando aí a a tríade, né, das obras e para o iniciante no espiritismo. Então você acompanha tudo isso, ficou gravado também aqui aqui no no canal, você pode você pode assistir. Então hoje o assunto é oposição da ciência. Vou colocar o texto na tela. Você que estiver assistindo e ainda não for inscrito no canal, lembre, lembre-se de clicar em inscrever-se, né? É algo muito rápido e ajuda muito o nosso canal. Depois, no final da live eu quero anunciar o que que a gente vai estudar na live de amanhã, uma um artigo novo, mas eu deixo pro final. Então, fica até o final para saber o o artigo que a gente vai estudar amanhã. Então vamos ao texto aqui. O o você que quer ter acesso a todas as obras de Kardec, você pode ir no Kardec Pédia, é um site ou um aplicativo. O aplicativo é de graça e o aplicativo também funciona offline, né? Aqui no Kardec Pedia você tem barra de busca para encontrar os termos que você digitar ali, tudo que o termo que você digita ali na barra de busca, ele mostra na obra de Kardec inteira tudo sobre aquele termo. E você também tem todas as obras relacionadas, disponíveis na no idioma original. Então acesse o Kardec Pé ou baixe o aplicativo. Então aqui no V, o assunto é oposição da ciência, no V é de visitante, né? Mas é o cético aqui que vai falar. Diz então o cético para Kardec: "Vós vos apoiais em fatos, dissestes, mas opõe-se-vos a opinião dos sábios que os contestam ou os explicam de modo diferente do vosso." Só para situar, antes de eu ler a a continuação aqui, a

Kardec: "Vós vos apoiais em fatos, dissestes, mas opõe-se-vos a opinião dos sábios que os contestam ou os explicam de modo diferente do vosso." Só para situar, antes de eu ler a a continuação aqui, a tradução tá errada porque o o guion o guion não, mas o eu não lembro quem foi o tradutor. Os tradutores traduzem por sábios, né? Mas o o cosm já tá corrigindo aqui, ainda não deu tempo, mas lá no livro dos espíritos ele já corrigiu. A tradução mais correta é cientistas, não é sábios. Aí fica mais dentro do contexto, né? Então, vós vos apoiais em fatos, dissestes, mas opõe-se a opinião dos cientistas que os contestam ou os explicam de modo diferente do vosso. Segue o sétimo. Por que não fixaram eles sua atenção sobre o fenômeno das mesas girantes? Se nisso tivessem notado alguma coisa de sério, parece-me que não desprezariam fatos tão extraordinários e nem os repeliririam com desdém. No entanto, são todos eles contra vós. Os cientistas não serão o farol das nações e não têm o dever de esclarecê-las? A que atribuz que tenham deixado de fazê-lo quando se lhes apresentava tão bela ocasião de revelar ao mundo a existência de uma nova força? Então, vejam quantas afirmações dentro do questionamento que o Cético fez em relação aos homens de ciência, né? E ver, vamos ver agora o que que Kardec vai responder. Traçastes o dever dos cientistas de modo admirável. É pena, porém, que eles o tenham esquecido em mais de uma circunstância. Mas antes de responder a vossa judiciosa observação, cumpre-me corrigir um grave erro que cometestes, dizendo que todos os cientistas são contra nós. Como vos disse há pouco, é precisamente na classe ilustrada que o espiritismo faz maior número número de prosélitos. Isso em todos os países. Já ele conta entre seus adeptos grande número de médicos de todas as nações. E ninguém nega que os médicos sejam homens de ciência. Os magistrados, os professores, os artistas, os homens de letras, os oficiais, os altos funcionários, os grandes dignatários, os eclesiásticos,

. E ninguém nega que os médicos sejam homens de ciência. Os magistrados, os professores, os artistas, os homens de letras, os oficiais, os altos funcionários, os grandes dignatários, os eclesiásticos, etc., que se agrupam ao redor de sua bandeira. Não são pessoas em que se não deva reconhecer uma certa dose de ilustração. Admite-se erroneamente que os cientistas só se encontram na ciência oficial e nos corpos constituídos. pelo fato de ainda não ter o espiritismo adquirido direito de cidade na ciência oficial, merecerá ser condenado. Se nunca a ciência se houvesse enganado, sua opinião nesse sentido, teria grande peso na balança. Infelizmente a experiência prova o contrário. Eu vou ler tudo, tá? até o final. Daí a gente comenta, não repeliu ela como quimeras tantas descobertas que mais tarde se tornaram título de glória para os seus autores? Não foi devido ao parecer do nosso primeiro corpo sábio que a França se absteve da iniciativa do vapor quando Fulton veio ao campo de Bolonha apresentar o seu plano a Napoleão I, que confiou o exame imediato ao instituto, não decidiu este que aquilo era uma utopia com o que se não devia ocupar? Devíamos daí concluir que os membros do instituto são ignorantes e que estejam justificados os epítetos triviais que a força de mau gosto certas pessoas se comprazem em prodigalizar-lhes? Certo que não. Não há pessoa sensata que não faça justiça ao saber eminente, sem, contudo, deixar de reconhecer que eles não são infalíveis e, portanto, que as suas sentenças não estão isentas de apelação, sobretudo no que se refere às ideias novas. É um texto muito rico, né? Mas como ele é uma é um texto que tá ligado à questão da ciência, eu vou deixar pro pro José iniciar a conversa aí e nós modificar um pouco para não ficar sempre eu primeiro a falar. Vou passar para ele, para ele fazer a sua, a sua análise aí sobre essa questão da ciência. Lembrando a todos que o José ele tá nesse meio, né? Ele também tá nesse meio aí que ele também tem um diálogo aí com pessoas de demais

ele fazer a sua, a sua análise aí sobre essa questão da ciência. Lembrando a todos que o José ele tá nesse meio, né? Ele também tá nesse meio aí que ele também tem um diálogo aí com pessoas de demais ciências. Então eu passo para ti. >> É, esse essa parte aí do diálogo é realmente é muito boa, né? Então Kardec separa, como o Michel já comentou no início, ele separa as partes do diálogo do cético, como se fossem sessões aí dentro do capítulo. E a gente tá aqui na oposição da ciência. Eh, é incrível como eu já comentei isso aqui mais de uma vez, né? como a as críticas que nós ouvimos hoje dos das pessoas que estão dentro da academia, elas não são novas. Eu já ouvi a essa mesma crítica que Kardec tá rebatendo aqui de pessoas que têm uma formação sólida em ciência, em filosofia, né? Eh, e a gente vê que as críticas não são novas. Então, Kardec tá falando basicamente o seguinte, eh, ele tá tentando rebater o a crítica que o cético faz. O cético diz: "Olha, os sábios, os cientistas, eles não aceitam o espiritismo como uma ciência genuína. Ah, o espiritismo não é aceito dentro das universidades, das academias, etc. Isso é um argumento que é utilizado hoje também, né? ao que Kardec responde primeiro, corrigindo um um uma afirmação falsa que o que o Cético faz, uma premissa falsa que tá dentro da afirmação dele, que é a ideia de que nenhum sábio aceita o espiritismo como uma ciência genuína. Isso já é um erro, né? E Kardec vai mostrar diversas pessoas de ciência, pessoas ilustradas, né? com excelente formação acadêmica, que aceitava o espiritismo sem problema nenhum, né? Médicos, até mesmo eclesiásticos, né? Pessoas da igreja que faziam experiência com os fenômenos espíritas, eh altos funcionários públicos, etc. pessoas com excelente formação e que lá professores, artistas, homens de letras, oficiais, como tá no texto aqui, e que eram espíritas, que viam que havia algo de sério ali, né? Então, primeiro ponto cardia esse e o segundo que ele vai reconhecer que de fato alguns membros

letras, oficiais, como tá no texto aqui, e que eram espíritas, que viam que havia algo de sério ali, né? Então, primeiro ponto cardia esse e o segundo que ele vai reconhecer que de fato alguns membros da das academias, dos institutos que existia na época, no século XIX, era muito comum, hoje acho que é menos comum, existiam existiam institutos científicos, né, sociedades científicas que as pessoas, os intelectuais participavam. Eh, de fato, muitos se opunham ao espiritismo ou sequer o consideravam como uma teoria científica séria. E Kardec vai ter um raciocínio muito simples, muito simples. Ele vai dizer: "Os homens de ciência, por um acaso, nunca se equivocaram." é um raciocínio muito simples que ele faz, ele tá rebatendo do ponto de vista lógico o que o que o Cético tá afirmando, mas para isso ele precisaria ter o conhecimento da história da ciência, que é o que Kardec tinha. Ele conhecia a história da ciência. Ele sabia que nem sempre os homens de ciência eh acertaram nas suas opiniões. A gente sempre cita o caso clássico de Galileu. O a teoria de Galileu, ela foi recusada. Isso é uma coisa que a gente precisa sempre lembrar. A teoria de Galileu de que a Terra era móvel e girava em torno do Sol, ela foi recusada não porque a ciência era fanática apenas podia ter esse elemento também, mas não porque as a igreja era fanática e fechava os olhos à evidências, não. A gente precisa entender que a igreja ela uma era uma instituição muito grande, muito abrangente no século X7. e que dentro da igreja existiam vários homens de ciência, existiam muitos padres que eram cientistas. Isso era muito comum. O próprio Galileu era uma pessoa religiosa e esse o Galileu tinha os seus pares contemporâneos, cientistas que estavam investigando, que investigavam astronomia. E essas pessoas de ciência é que é que recusavam o seu sistema. Não eram apenas pessoas ignorantes e fanáticas que recusavam seu sistema. Muitos homens de ciência recusavam e se equivocaram. Se equivocaram. As pessoas precisam entender isso. Eu

avam o seu sistema. Não eram apenas pessoas ignorantes e fanáticas que recusavam seu sistema. Muitos homens de ciência recusavam e se equivocaram. Se equivocaram. As pessoas precisam entender isso. Eu tenho que ficar claro. A história da ciência é uma história de luta entre teorias rivais e que grandes homens, grandes sábios cometeram erros. É muito comum na história da ciência grandes sábios recusarem, recusarem a teorias científicas que hoje para nós são banais, são absolutamente triviais. Vou dar mais um exemplo. A gravitação de Newton. A gente não para para pensar a a queda de um objeto, que é um fenômeno tão trivial que a gente vê todos os dias. A explicação que o Newton dá é que existe uma força atraindo esse objeto até a Terra. É a mesma força que me mantém preso ao chão. É a mesma força que faz a Terra girar em torno do Sol. Olha, quando o Newton propôs isso, vários homens de ciência recusaram e diziam que ele tava tratando de ocultismo, que era uma força mágica essa força invisível que atraía a Terra ao Sol. Homens de ciência, filósofos, grandes filósofos, como Libnis, por exemplo, não aceitavam a ação à distância, porque qual que é a ideia da gravitação? Um objeto tá exercendo força sobre outro. a distância de maneira invisível. Eles não aceitavam isso, porque a ideia que se tinha da física na época era o mecanicismo. Para uma coisa se mover, você precisa tocar, precisa do contato direto. Para eu para eu mover esse objeto, eu preciso movê-lo com a mão. Agora, você me dizer que uma coisa tá exercendo a força sobre a outra à distância, o Sol exerce uma força sobre a Terra. Isso era impensável. Diziam que o Newton tava sendo místico, tava propondo uma coisa mágica de ocultismo. Olha só como é irônica a história. Com relação a Kardec, não faziam o mesmo tipo de afirmação de que ele tava, ah, coisa de espírito é sobrenatural, é o maravilhoso, a mesma crítica. Olha que coisa curiosa. Então, a gente vê que esse fato ele se repete ao longo da história da ciência.

firmação de que ele tava, ah, coisa de espírito é sobrenatural, é o maravilhoso, a mesma crítica. Olha que coisa curiosa. Então, a gente vê que esse fato ele se repete ao longo da história da ciência. A mesma coisa o átomo. A gente pode ficar citando um monte de exemplo na história da ciência. Tinham vários cientistas que recusavam o átomo. Falaram que isso era, falavam que isso era coisa metafísica. Não, mas que negócio de átomo não existe. Não consegue ver como é que falavam que isso era coisa metafísica demais para ser aceito como verdade. Olha, quando a gente começa a estudar a história da ciência, a gente vê que existem vários exemplos na história de ã fatos que hoje são teorias absolutamente aceitas e que na época foram recusadas. E foram recusadas não por pessoas ignorantes, fanáticas, foram recusadas por homens de ciência, cientistas sábios da sua época. Eu tô enfatizando isso porque é exatamente esse ponto que Kardec tá insistindo aqui. Olha, a opinião desses homens de ciência, a gente deve levá-las em conta, mas eles nunca erraram, eles nunca se equivocaram. e a história da ciência prova que sim se equivocaram em muitas vezes. E para finalizar, Kardec tá citando um exemplo que é do tempo dele. É um exemplo, eu até ia, eu já pesquisei algumas vezes, mas a gente acaba esquecendo, né, esse exemplo que Kardec vai citar de do Fulton, né, que parece que foi o primeiro a primeiro a propor o motor a vapor, não é isso? Ele ele coloca o motor a vapor e Napoleão primeiro, que acho que é o próprio Napoleão Bonaparte, né, que é o primeiro imperador. Depois vai ter Napoleão II, que é o sobrinho do Napoleão Bonaparte. Mas Napoleão convoca uma assembleia de sábios e eles recusam o motor a vapor. Isso faz com que a França se atrase na industrialização e a Inglaterra se industrializou primeiro, saiu na frente, na largada aí da economia, né, do desenvolvimento econômico. Então isso é extremamente comum na história da ciência. E a gente vê que hoje as pessoas continuam argumentando

u primeiro, saiu na frente, na largada aí da economia, né, do desenvolvimento econômico. Então isso é extremamente comum na história da ciência. E a gente vê que hoje as pessoas continuam argumentando que o espiritismo não pode ser uma ciência porque ele não é aceito dentro da academia. A gente poderia dizer a mesma coisa. E os homens de ciência nunca se equivocaram. Fora outro elemento que aí eu não vou me vou me alongar muito, vou passar para vocês. Depois a gente pode continuar. Fora o outro outro elemento que é o seguinte, para uma teoria ser aceita hoje na dentro da academia, não são levados apenas critérios racionais, científicos e empíricos, de evidência, de prova. Existe interesse econômico, interesse político, interesse social, uma série de outros elementos que influenciam ah para uma teoria ser aceita dentro da academia. Você tem que ter uma, tem que ter bom relacionamento. A mesma coisa às vezes para você entrar numa empresa não basta competência, você tem que ter o networking, tem que conhecer pessoas. É a mesma coisa uma teoria científica dentro da academia. Para ela ser aceita, não basta que ela tenha estruturas sólidas do ponto de vista racional e da e de evidência empírica. Eh, tem um toda uma questão social, cultural, política e econômica que influencia na entrada de uma de uma teoria científica dentro da academia. Então, a gente precisa levar em conta todo esse contexto para compreender porque que o espiritismo ele ele não é aceito, né, dentro da academia. Enfim, eu passo para vocês, depois a gente pode seguir desenvolvendo aí o ponto. José, mas eu queria te fazer uma pergunta, José. Eh, nas academias, nas universidades, o o pensamento ele é muito mais materialista, não é? Isso não seria o impedimento para para reconhecer o espiritismo como uma ciência. Eh, embora que Kardec aqui ele deixa claro que haviam pessoas eh eminentemente inteligentes, pessoas muito bem colocadas em suas profissões que é que aceitaram o espiritismo e eram adeptos. Mas eh a ideia materialista ela ela

i ele deixa claro que haviam pessoas eh eminentemente inteligentes, pessoas muito bem colocadas em suas profissões que é que aceitaram o espiritismo e eram adeptos. Mas eh a ideia materialista ela ela também não poderia ser esse esse ponto também de partida ou de impedimento para aceitarem que o espiritismo é uma ciência? José, >> eu acho que sim, Lauro. Eu acho que tem totalmente a ver. Isso tem relação com o que eu comentei, que são o que é o elemento social e cultural. A universidade ela tá inserida dentro da sociedade e a crença tem a ver com o materialismo. Mas eu diria o seguinte, dentro da sociedade, mesmo entre os religiosos, mesmo entre os religiosos, existe uma crença muito forte de que a ciência não deve investigar o pós-me. Essa crença, ela tá tanto entre os cientistas, materialistas, céticos e entre aquelas pessoas que são religiosos, porque os religiosos também têm essa crença muito forte. Eu já conversei com religiosos também e eles falam: "Não, questões relativas à alma, a Deus ou pósm objeto da ciência, são objeto da religião ou da filosofia". Então, também o espiritismo encontra uma barreira aí, porque aí os cientistas acusam o espiritismo de mexer com coisa mística e e mistério, superstição, etc. E os religiosos acusam o espiritismo de ser cientificista e positivista. Porque o que o religioso diz? Ele fala: "Olha, esse assunto deixa pra gente. Deus ou alma deixa pra gente, deixa pra religião. Se o Espiritismo disser que é uma ciência que tá se metendo nesse assunto, não é papel dele. Ele tá sendo cientificista ou positivista. Porque o que que é o cientificismo? é a ideia de que a ciência ela extrapola o cientificismo é um termo que tem muito significado, mas um deles é esse, a quando a ciência extrapola o campo de atuação dela e passa a dar opinião sobre áreas que ela não deveria atuar, isso seria o cientificismo. Quando a ciência diz, por exemplo, que Deus não existe, isso seria cientificismo, porque ela estaria entrando no âmbito da religião e da filosofia.

e ela não deveria atuar, isso seria o cientificismo. Quando a ciência diz, por exemplo, que Deus não existe, isso seria cientificismo, porque ela estaria entrando no âmbito da religião e da filosofia. Num certo ponto de vista, eu até concordo. Concordo porque a pessoa não conhece o espiritismo, então ela não entendeu que é possível agora do século XIX para cá, o Espiritismo abriu um novo flanco de investigação científica sobre questões da alma. Então, a pessoa não entendeu que isso agora é possível com o espiritismo. Eh, ela não entendeu, ela não conhece o espiritismo. Eu acho que o espiritismo é só mais uma religião dentre vários e que por Kardec ser um homem que tá ali no contexto das ideias do século XIX do positivismo, que tentava submeter tudo à ciência ou que colocava a ciência como superior à religião, eles acabam atribuindo esse epíteto ao espiritismo também de positivista, de cientificista. Mas eles não entenderam que Kardec tentou investigar cientificamente a alma e conseguiu e teve sucesso. É isso que eles não entendem. Eles olhando de longe, eles têm a impressão de que foi uma tentativa malsucedida, uma tentativa falha. Então eles eles leem Kardec ou eles ouvem falar muito por cima porque eles não se aprofundam e não dominam a obra. Eles vêm alguma coisa por cima e falam: "Não, esse cara é cientificista, é positivista. Ele tem uma linguagem ali que parece do contexto científico do do século XIX, mas ele começa a misturar com a questão da alma de Deus. E eles acham que Kardec faz uma mistura indevida. Eles não entenderam que Kardec tentou e foi bem-sucedido nessa tentativa. É, é simples. Eles não entenderam isso. Então agora a gente tem as ciências que investigam a matéria, física, química, biologia. E agora a gente tem uma nova ciência que investiga a alma. Kardec mostrou que isto é possível e que ele não tirou do domínio da religião e da filosofia o tema da alma e de Deus. A filosofia, a ciência e a religião podem continuar tratando desse tema, não há problema nenhum. Mas que

é possível e que ele não tirou do domínio da religião e da filosofia o tema da alma e de Deus. A filosofia, a ciência e a religião podem continuar tratando desse tema, não há problema nenhum. Mas que ele abriu um novo um novo uma nova frente de investigação da ciência que também vai compartilhar desse desse objeto com a religião e com a filosofia. é que como são áreas muito abrangentes e parece que acaba sendo muita coisa e parece que fica confuso. Só que como o Kardec ele dominava muito bem eh o que ele tava fazendo, ele ele consegue muito bem ficar nesses limites e não escorregar. ele consegue investigar a alma cientificamente, ele ele percebe quais são as consequências filosóficas daquilo e até qual o ponto que o espiritismo pode parar. Essa essa fronteira entre o Espiritismo e outras ciências, Kardec delimitou muito bem, muito bem. E me chamou atenção, vocês sabem, né, que eu tô que eu tô lendo o livro Espíritos sobre investigação do Carlos VI e ele coloca alguns textos de Riva jovem, para quem não sabe, o nome de batismo de Kardec era Hipolite Riva e é muito curioso porque tem um texto dele sobre a frenologia que ele já está preocupado sobre os limites até onde a frenologia deveria atuar até onde começa a ser especulação filosófica metafísica. Ele já tinha essa preocupação na casa dos 30 anos desse limite onde deve vir a investigação científica, onde passa a ser especulação filosófica que já entra no campo da metafísica. Kardec já dominava muito bem esses limites. Então, quando a gente começa a se aprofundar na obra de Kardec, a gente vê que tudo isso tá muito bem delimitado, muito bem estabelecido ali. Então, para responder a pergunta do Lauro, eu acho que sim, tem uma relação muito forte do materialismo, mas eu diria que é mais um preconceito muito forte de que os espíritos ou a alma não pode ser investigado pela ciência. Isso vem tanto da ciência quanto dos religiosos, que é uma coisa muito curiosa. Muito bom esse tema, né? Muito bom esse tema. Eu converso,

os espíritos ou a alma não pode ser investigado pela ciência. Isso vem tanto da ciência quanto dos religiosos, que é uma coisa muito curiosa. Muito bom esse tema, né? Muito bom esse tema. Eu converso, ah, sempre que possível, a gente conversa bastante sobre isso, né, em off, porque aí eh, para mim tá um dos pontos mais fundamentais da gente discutir hoje para as pessoas realmente levarem Kardec a sério, né? Primeiro, eh, eu, eu começaria essa minha fala, eh, com algo que vocês já levantaram, que é impressionante o quanto este senhor chamado Allan Kardecinava o conhecimento dessas questões paraa época dele. Primeiro porque ele mostra a a no na própria questão que a gente leu, ele mostra o conhecimento que ele tinha, como já o José disse, né, da história da ciência, porque ele ele justamente recorre a história da ciência para dar um argumento muito simples pro cético, né, que o José abordou. E depois a gente vendo aí as a as a fala do José, fica muito claro também para mim e e quanto mais eu converso com quem estuda tanto a questão eh eh da filosofia da ciência quanto o próprio a própria obra de Kardec, cada vez fica muito mais claro para mim o quanto Kardec fez algo muito difícil. Não é uma coisa simples o que ele fez, não é uma coisa barata, eh uma coisa assim que possa acontecer a cada 50 anos. Foi muito complexo o trabalho que ele fez por conta disso que o José falou. Você não se achava que era possível. Ele chega a comentar isso na Gênesis. Ele com na Gênese, lá no no capítulo do caráter da revelação espírita, ele comenta isso, que se achava que um método científico não era possível para esse ser aplicado nesse tipo de de assunto. E ele vai fazer uma afirmação que eu sempre brinco, essa afirmação dele dá uma tese de doutorado, né? Porque ele daí ele diz assim: "Agora nós sabemos que é possível". E aí ele explica, né? Esse agora nós sabemos que é possível abre um leque, porque ao dizer ao afirmar isso, ele tá dizendo que ele ele dá explicação, porque é interessante, Kardec ele não se ele não

. E aí ele explica, né? Esse agora nós sabemos que é possível abre um leque, porque ao dizer ao afirmar isso, ele tá dizendo que ele ele dá explicação, porque é interessante, Kardec ele não se ele não fez apenas a ciência espírita, né? Mas ele também tratou da cientificidade da ciência espírita, né? Ele tratou da própria epistemologia do A gente vê que ele ele teve essa preocupação também, né? Porque ele não apresenta só os princípios da doutrina. Mas ele apresenta a história, a evolução, os critérios, ele apresenta toda o o os bastidores, né? E ele e a gente vê que ele tá preocupado com isso e faz todo sentido, porque se é uma coisa nova, e ele vai afirmar isso várias vezes, espiritismo é uma ciência nova, ele teria que apresentar esses fundamentos, né? Ele teria que apresentar a os fundamentos, já que se ele se ele diz: "Olha, eu estou apresentando uma ciência nova" e além de ser uma ciência nova, é uma ciência nova sobre um assunto novo paraa ciência. É, é ousada a proposta dele, né? é ousado, difícil e por isso que ele tem que ele tem que se se debruçar sobre isso. E eu acho que eh é uma um estudo muito interessante para para aqueles que estudam também a os filósofos da ciência, que que adoram estudar como é que cada cientista eh se comportou, né? Kardec é um ótimo é uma ótima figura para se debruçar sobre isso, para ver ele construindo a ciência espírita, né? Porque você tira daí grandes ensinamentos de como é que se faz, né? Eu eu observo muito isso. Outro ponto que me chamou atenção dentro desse assunto que o José também que o José também falou é essa essa esse fenômeno curioso, né, que Kardec chega a comentar. Kardec chega a comentar em alguns momentos da revista que que para ele chamava muita atenção o religioso se se unir com o materialista para combater o espiritismo. Ele chega a dizer isso. Ele ele chega a falar: "É curioso porque o religioso deveria deveria se unir comigo, né? Porque eu estou com a ciência espírita confirmando o que ele defendia. Mas havia muitos religiosos

dizer isso. Ele ele chega a falar: "É curioso porque o religioso deveria deveria se unir comigo, né? Porque eu estou com a ciência espírita confirmando o que ele defendia. Mas havia muitos religiosos que se juntavam com o materialista para combater o espiritismo. Olha que interessante esse fenômeno social também, né? Porque tem a ver com isso. Tem a ver também com essa questão de que o José citou, né? O cientista achava que não era possível fazer ciência da alma e o religioso achava também que não era possível. Então ele chegava a se unir para combater, até porque o o Kardec acabou batendo em preconceitos, né? Porque você tem uma hegemonia, um poder, autoridades que tratam daquele assunto e ele e acaba deslocando isso, né? Ele acaba tirando um pouco esse poder. Isso também faz todo sentido eles eles combaterem isso, né? Agora, eh eh quando você vai pro interior desta doutrina, quando você vai pro pro dia a dia dessa doutrina, quando você vai pro para completudes dessa doutrina, e a gente conversa muito sobre isso, porque a gente termina de ler as obras e volta, termina e volta, termina e volta, cada vez mais você vai vendo que trabal excepcional, que trabalho excepcional. profissional que ele fez. Então, ele conseguiu, ele trata disso também, ele vai tratar desse assunto lá no capítulo um do Evangelho Segundo Espiritismo, quando ele vai falar da união da ciência e da religião, da aliança, né? Quando ele ele fala também de uma aliança da da do espiritismo com a filosofia, ele tem vários textos, então que ele tá discutindo esse problema, né? sobre a questão dos limites, sobre a questão da da interseção entre as áreas, sobre o que o espiritismo poderia contribuir com as ciências em geral e com a religião. Então, ele discutiu tudo isso de maneira muito, eu acho que o dia que alguém se debruçar sobre essa parte, sai um bom sai um bom livro. Quem pesquisar tudo isso em Kardec e depois ainda conseguir dar o enfoque com os especialistas na área, eu acho que é um trabalho de

e alguém se debruçar sobre essa parte, sai um bom sai um bom livro. Quem pesquisar tudo isso em Kardec e depois ainda conseguir dar o enfoque com os especialistas na área, eu acho que é um trabalho de fôlego que um dia alguém vai fazer, né, porque é muito rico. Mas voltando ao texto em si, eu acho sensacional a maneira simples como ele mostra que aquilo que o cético falou, como o José falou, tinha dois problemas. Primeiro que não é verdade que todos os homens de ciências não admitem o espiritismo. E ele e ele cita aqui vários, né? E você vai, eu sempre digo as afirmações que Kardec faz, você verifica a veracidade no decorrer das revistas, né, e dos documentos. E depois ele vai mostrar que, bom, esse é o primeiro ponto e o segundo, como já foi salientado, né, dentro da história da ciência você já teve a comunidade científica se equivocando. Então, Kardec vai mostrar porque isso vai acontecer igual com o espiritismo, né? E com o espiritismo eu acho que é mais difícil ainda, porque você tem que quebrar uma barreira preconceituosa já estabelecida de, ó, nós não mexemos com isso não. E Kardec tá mexendo cientificamente com isso, né? E a gente tem inclusive o pró os próprios espíritas. Olha que que interessante como esse é um fenômeno social, né? Porque os próprios espíritas, tanto da época de Kardec quanto hoje, também muitos vão achar que Kardec não foi exitoso ao fazer uma ciência, né? Eles vão dizer: "Olha, Kardec fez uma filosofia ou Kardec foi um intelectual que que tentou fazer alguma coisa, mas cabe a gente hoje com o avanço dos conhecimentos completar o que Kardec não conseguiu. Existe muito esse pensamento entre os somente os acadêmicos, né, que são da área da ciência ou da filosofia, que são espíritas. Há muito esse papo, né? A gente tem que tentar conseguir fazer hoje o que Kardec não conseguiu. E eu sempre digo, no meu entender, é o contrário. Eles vão ter que aprender com Kardec. Eu acho que a hora que eles enxergarem que eles vão ter que aprender com Kardec, o que Kardec conseguiu fazer

u. E eu sempre digo, no meu entender, é o contrário. Eles vão ter que aprender com Kardec. Eu acho que a hora que eles enxergarem que eles vão ter que aprender com Kardec, o que Kardec conseguiu fazer e e ninguém mais depois dele conseguiu. Eu acho que esse é o caminho, né? Mas a gente tem poucas pessoas, talvez uma das causas, né, do problema seja que a gente tem poucas pessoas que são especialistas em Kardec e especialistas na filosofia da ciência, né? a gente tem pouquíssimas, rarissíssimas pessoas que que estão dominando os dois assuntos, né, que que podem auxiliar mais nisso. Quando você tem pessoas da área da academia que são espíritas, às vezes elas são da área da são da academia, mas não são necessariamente especialistas no assunto de tratar a cientificidade de uma teoria, né? E muitas vezes, aí sim, na grande maioria das vezes, eles também não têm uma profundidade em Kardec, então acaba que a gente tem que a gente tem isso, né? Agora, quando eu pego, por exemplo, conversas do tipo com o Shibeni, com o Cosm, que que estão muito bem dentro dessas duas áreas, né? E agora o José que também tá tá estudando isso. Eh, eh, e e aquilo que eu sei de Kardec, né? muito mais de Kardec do que da filosofia de ciência, eu consigo enxergar um futuro, um caminho de pesquisa aí, né, que vai, eu acho que fazer com que as pessoas entendam assim: "Olha, a gente tem que prestar atenção em Kardec, mas no na história de como ele procedeu ao criar uma teoria. Isso também é, ele tem muito a ensinar. Eu acho que esses são pontos que eu destacaria, né? Bom, antes de continuar lendo, eu passo para vocês. Vocês querem também eh tratar mais algum ponto, trazer questões, passo para para vocês. >> Eu vou fazer uma outra pergunta aqui. Eh eh eh nós estamos estudando no Evangelho Segundo Espiritismo, aquele estudo diário, o controle universal, né? autoridade da doutrina espírita. Somente eh eh essa aquele item do evangelho, ele já não seria suficiente para para eh mostrar que o Espiritismo de fato foi construído sobes

o controle universal, né? autoridade da doutrina espírita. Somente eh eh essa aquele item do evangelho, ele já não seria suficiente para para eh mostrar que o Espiritismo de fato foi construído sobes científicas. Quando Kardec fundamenta os os critérios utilizados, como ele trabalha o texto, isso já não seria uma força para falar assim: "Não, de fato, espiritismo tem características de uma ciência." José ou Michel, >> só uma uma coisa antes, tá trancando a internet para algum de vocês aí ou é aqui para mim? Para mim, >> no começo, no começo a minha imagem deu uma travadinha por alguns segundos e voltou, mas foi coisa rápida, depois não mais. >> É, tá, tá normal, >> tá? Se eu travar aqui, vocês vocês me me falem, tá? Deixa só eu comentar rapidinho antes de passar pro José sobre essa pergunta do Lauro. Eu vejo que o o texto do controle universal do ensino dos espíritos, ele claro ali tem elementos que Kardec vai mostrar como o Espiritismo foi feito e tem elementos que que mostram exatamente esse caráter universal de pesquisa que toda ciência tem. Claro que é adaptado à fenomenologia espírita, né? adaptada à fenomenologia espírita. Só que claro que só esse texto eu diria que não serve, né? Não serviria como completo, Lauro. Por quê? Porque nesse texto ele já coloca o espírito como uma realidade posta, né? Ele parte disso. Tanto que o texto é controle universal do ensino dos espíritos. Então é claro, aí ele já tá, eu diria, ele tá no interior da obra, né? ele tá dentro da ele tá dentro do do da teoria ali. Então ela ela, claro, a toda parte que ele fundamenta a existência dos espíritos, ela é ela está presente em outros locais. Então se você fosse pegar uma uma cronologia, digamos assim, da fundamentação kardequiana, você passa por esse texto e ele é um dos principais. Mas esse texto, como eu disse, ele tá mais mergulhado no interior da fundamentação, porque ele já coloca o espírito como como um fato, né? Se a pessoa pegar do zero, e a a teoria ela não se ela ela exigiria

se texto, como eu disse, ele tá mais mergulhado no interior da fundamentação, porque ele já coloca o espírito como como um fato, né? Se a pessoa pegar do zero, e a a teoria ela não se ela ela exigiria elementos anteriores a isso, do tipo, tá, você tá partindo do pressuposto que os espíritos se comunicaram em diversos pontos, em diversos médiuns, mas e quem me garante que os espíritos existem? Então eu eu diria assim de memória, né? A introdução do livro dos espíritos é um é um a introdução ao estudo, né? É um ponto importante, porque ele vai narrar, ele vai narrar o histórico dos fenômenos e as tentativas de explicar o fenômeno de maneira diferente. Começa por aí. Ele vai mostrar porque que a teoria espírita é a melhor, a que a que melhor dá dá conta, né? Eu acho que passa por aí, mas passa também eh tem também relevância esse texto do controle universal. Por que que ela tem relevância? Aí sim, para mostrar que ele tratou de fenômenos que não são eh eh não estão presos a a uma a pessoas especiais ou a só a só uma época ou a só uma cultura. Ele mostra exatamente a universalidade do fenômeno, o que é muito importante também numa ciência, né? Eh, você mostrar que há você pode experimentar ela em diversos contextos. Claro que sempre tem as exigências próprias para cada fenômeno, mas ela tem também um caráter universal. Já que você tá tentando fundamentar que ela é baseada em leis naturais, é importante você mostrar a universalidade dos experimentos, porque isso ajuda a corroborar justamente a a a cientificidade ali da teoria e dos fenômenos. Então, passa por eles. Mas eu diria, claro, você tem que pegar outros textos. O próprio o eu já ouvi, eu eu penso assim e já ouvi isso da boca do cósmio, né? Que o capítulo um da Gênese, que é o caráter da revelação espírita, ele considera o mais completo, a o mais completo tratado de epistemologia espírita. Ele considera o capítulo da o caráter revelação espírita. O CM chegou a comentar uma vez que tava fazendo um projeto com o Shibeni para lançar um

, a o mais completo tratado de epistemologia espírita. Ele considera o capítulo da o caráter revelação espírita. O CM chegou a comentar uma vez que tava fazendo um projeto com o Shibeni para lançar um estudo sobre isso. Seria sensacional, né? porque eles têm o conhecimento das duas áreas, né? Uhum. >> Mas no fim não aconteceu. Mas eu com um leigo no assunto, mas como um conhecedor da obra de Kardec, eu eu pareço enxergar isso também. Por isso que eu concordo com eles, eu confio também na opinião deles, né? Mas eu eu faria essa observação. É importante ajuda, mas é um dos, né? Ele não é apenas, só ele também não bastaria, mas passa por ele, né? Essa demonstração da cientificidade do espiritismo. José, >> não, eu concordo, eu tendo a concordar com Michel. Eh, eu acho que o controle universal ele já é um passo adiante, como o Michel falou, né? Porque o que que acontece? A ciência, ela vai começar observando os fenômenos. Observando os fenômenos, é aquilo que Kardec explica sempre. Ele já afirmou isso várias vezes. Você observa os fenômenos. O que que a razão humana naturalmente vai ser levada a fazer? Buscar explicar aquele fenômeno. Explicar um fenômeno é dar a causa do fenômeno. Isso é uma regra universal na ciência. Então, o observador atento, o cientista, o investigador, ele vai buscar da causa do fenômeno. Onde que a gente busca essa explicação? Nas teorias conhecidas que já existem. Caso você tente explicar aquele fenômeno pelas teorias conhecidas e não consiga explicar, caso as teorias sejam insuficientes para explicar aquele fenômeno, se aquele fenômeno possui características que que fogem das teorias já conhecidas, que que você faz? Formula uma nova hipótese que possa dar conta daqueles fenômenos. Então, o que eu diria é o seguinte: se a pessoa pergunta porque o espiritismo é uma ciência, etc., eu diria isso. O espiritismo, ele usa a razão, ele usa os sentidos, a observação dos fenômenos, formula uma hipótese para explicar aqueles fenômenos. Se aquela hipótese é boa, como a gente

ncia, etc., eu diria isso. O espiritismo, ele usa a razão, ele usa os sentidos, a observação dos fenômenos, formula uma hipótese para explicar aqueles fenômenos. Se aquela hipótese é boa, como a gente como nós acreditamos que é, ela passa a ser aceita como verdadeira. Aí ela vai ter consequências filosóficas e você começa a desenvolver a ciência. Quando você começa a desenvolver a ciência, dá os desenvolvimentos dela, aí é que entra o controle universal do ensino dos espíritos, que é uma coisa da prática do cientista para lidar com o fenômeno, que aí entra a parte que é específica de cada ciência, é a maneira como você experimenta com o fenômeno. Por que que Kardec foi obrigado a recorrer ao controle universal? Porque a maneira que ele encontrou para você aumentar o grau de de veracidade daquelas informações que vem do do mundo espiritual. Como é que eu aumento o grau? Será que se eu obtiver comunicações de apenas um médium, de apenas um espírito? Pode ter verdades ali, pode, mas se eu consigo aumentar o controle daquelas informações, tanto melhor para mim. Mas perceba que isso já é ali na prática. Por exemplo, eh, citar um exemplo aqui. O cientista que tá dentro do laboratório fazendo o teste em camundongos, se ele fizer o teste com determinada vacina ou determinado composto químico, biológico, de qualquer natureza, se ele fizer o teste em um camundongo, ele pode ter alguns resultados positivos. aquilo pode dizer alguma verdade sobre o teste que ele tá fazendo? Pode, mas não é muito melhor fazer com 500, com 1000 para ele ter uma amragem muito grande? Ele vai aumentar o grau de confirmação daquela hipótese que ele tem. Ah, eh, então eu vejo que isso na prática do cientista, ele vai descobrir qual é o melhor instrumento para ele aumentar o grau de de verdade, o grau de confiança que aquela hipótese merece. Então, eu vejo que sim, a o controle universal ele faz parte da da da ciência espírita, mas ele é uma parte dessa da ciência espírita. Ela é mais abrangente do que isso.

ça que aquela hipótese merece. Então, eu vejo que sim, a o controle universal ele faz parte da da da ciência espírita, mas ele é uma parte dessa da ciência espírita. Ela é mais abrangente do que isso. Por isso que quando me perguntam: "Ah, o espiritismo é uma ciência?" Sim, por eu não cito de caro o controle universal, eu cito o que existe em todas as outras ciências, na física, na química, na biologia. uso da razão do dos sentidos. Você observa fenômenos, você formula uma hipótese para explicar aqueles fenômenos e você observa aqueles fenômenos de maneira rigorosa. O que é observar os fenômenos de maneira rigorosa? Qualquer cientista vai tentar ter um controle para verificar a veracidade da daqueles resultados. Aí sim entra a parte do controle universal. Então eu diria que o controle é uma parte da da ciência espírita, mas não resume todo o método da não resume todo o método da ciência espírita. Porque, por exemplo, só precisar um exemplo para finalizar aqui, eu sempre lembro o caso do, aí eu confundo, não sei se é o Sanson ou Demer, que eu acho que é o Sanson que pede para Kardec evocá-lo depois da depois da morte, né, no céu, inferno, Sanson. Aí ele cria a a percebe que aí a ciência espírita já tá muito desenvolvida no céu e inferno. E ele vai praticamente com uma com uma comissão científica, né? Ele vai na câmara mortuária lá logo três dias depois da morte ou no mesmo dia, não lembro, mas é muito breve. Ele evoca o Sanson e o Sanson dá comunicação. Eh, percebe esse trabalho do controle universal já tinha sido feito. Ele tá indo lá observar um fenômeno. Então isso ele tá indo observar um fato. O fato de que o suicida, após a morte relata o seu próprio sofrimento. É um outro fato observado empiricamente que isso percebe? São vários elementos que compõem ali a ciência espírita. Então, o controle universal é um é um dos elementos ali, mas eu diria que não resume toda a ciência espírita. >> Beleza? Obrigado. >> Vocês viram, eu coloquei aqui na tela o como é que Kardec abre o Prolegô lá no

trole universal é um é um dos elementos ali, mas eu diria que não resume toda a ciência espírita. >> Beleza? Obrigado. >> Vocês viram, eu coloquei aqui na tela o como é que Kardec abre o Prolegô lá no livro dos espíritos. que é exatamente o que o José tava citando. Olha como ele diz isso, José, ó. Fenômenos aleios, as leis da ciência ordinária se dão por toda parte, revelando na causa que os produz ação de uma vontade livre, inteligente. Então ele mostra que foram fenômenos que as leis da ciência ordinária não deu conta. Por isso que teve que surgir uma explicação nova. E ele começa a outro, o resumo da lei dos ou espiritismo, a sua mais simples expressão. Algum dos dois que a gente estudou aqui, ele abre o livro dizendo isso. Novos fenômenos revelam novas características e uma nova teoria precisa surgir para dar conta daqueles fenômenos. Exatamente isso também. Ele fala isso na abertura de um de um desses dois livros. Não me lembro agora se é o resumo da lei ou se é o mais simples expressão, mas ele fala isso várias vezes. Então, quer dizer, e um outro, vocês vocês citaram vários textos importantes aqui, a a autoridade da doutrina espírita que tá na introdução do Evangelho, e o Michel citou o caráter da revelação espírita, capítulo 1 da Gênesis, que é fundamental. E eu queria citar outro texto que eu sempre lembro aqui, que é o capítulo 4 dos sistemas do livro dos médiuns, que é onde ele vai fazer a discussão das hipóteses. Eu gosto muito desse tema e e é uma parte fundamental da ciência, que é o momento de descoberta, que você vai ter várias hipóteses concorrendo. Essas hipóteses elas vão competir e a melhor hipótese vai vencer. Ele discurde, ele ele chama de sistema, tô chamando de hipótese, o Kardec chama de sistema, é dos sistemas. E ele vai discutir os 14 sistemas sugeridos ali. Ele vai mostrando ponto a ponto porque cada hipótese, ah, porque cada hipótese não é a melhor e porque a hipótese espírita é a melhor. Ele até chama ali de polissema poliespírita, né? É

sugeridos ali. Ele vai mostrando ponto a ponto porque cada hipótese, ah, porque cada hipótese não é a melhor e porque a hipótese espírita é a melhor. Ele até chama ali de polissema poliespírita, né? É engraçado porque eu eu não vejo em nenhuma outra parte da obra ele usar esse termo, né? Ele e eu não me lembro de outra parte, pode ser que ele tenha usado, mas me chama muito atenção isso que nesse capítulo ele cham a hipótese espírita de poliespírita. Por que isso? Porque ele tá contrastando com aquela outra hipótese do da da alma universal, né, de que um apenas um espírito que seria Jesus ou seria qualquer entidade sábia, só apenas um espírito de ditaria todas as comunicações e todas a tudo que contém no espiritismo, nas comunicações, seria vindo de um espírito. ele vai falar que não, que existe uma diversidade de ideias, de pensamentos ali, diversidade de identidades e que são vários espíritos que se comunicam ali. E aí ele chama de sistema poliesespírita, né? Então esse processo de de debater as hipóteses, ele é fundamental na ciência, tá presente em todas as grandes teorias científicas, em todos os grandes momentos da ciência. Esse é um processo fundamental de de debater as hipóteses e tá nesse capítulo dos sistemas do livro dos médiuns. Então, pro interessado, para aquele que tá honestamente, sem preconceitos, querendo verificar se o espiritismo é uma ciência, ele vai encontrar esses elementos ali. Mas a precisa, a pessoa precisa fazer isso verdadeiramente, ah, fazer uma pesquisa honesta e se debruçar sobre a obra, que é o que os críticos geralmente não fazem, né? Esse é o incrível que a gente sempre ressalta aqui. Os críticos eles não querem se dar o trabalho de investigar, de se debruçar sobre a obra e tem todo o direito. Só não façam afirmações de de uma pessoa que não conhece, então, a obra. Eh, suspenda juízo. Não afirme que você não sabe. Essa é o que os o erro que geralmente os críticos cometem. Isso aí, Lauro. >> Não, você tá lendo, você me lembrou aqui

que não conhece, então, a obra. Eh, suspenda juízo. Não afirme que você não sabe. Essa é o que os o erro que geralmente os críticos cometem. Isso aí, Lauro. >> Não, você tá lendo, você me lembrou aqui desse dessas questões de debate e eu tô lendo, iniciei hoje a leitura do do livro do Scham, Shamer, né? SER, eh, o que é a ciência final, né? Ele vai lá na introdução, a senhora falar, vai tratar disso, né? que a proposta dele é apresentar uma uma teoria bem mais eh, como é que eu posso dizer? Uma teoria mais lúcida sobre a filosofia da ciência. Seria mais ou menos isso, né? Tanto é que ele vai citar Poper que alguns pontos se equivoca, em outros, né? E foi foi genial, enfim, mas ele ainda mostra que há discussões a ser feitas, né? E olha que eu tô no só no início da introdução, eu já consegui perceber isso. Vocês leram e tem mais conhecimento, com certeza sabe, né, aprofundar isso melhor. Michel, >> é, eu posso comentar, mas o o José vai, claro, comentar com mais propriedade, mas ele vai mostrar que toda tentativa de definir o o o jeito de fazer ciência em uma única fórmula é um equívoco, né? É, acho que essa é a principal crítica dele, né, José? É isso. Não, o o o Lauro elevou o negócio agora. Aí você tá discutindo teorias filosóficas acerca da ciência. Percebe? A gente tá no nível aqui, ciência investigando fenômenos e debatendo hipóteses. No caso do espiritismo ou da física. Agora a gente tá num nível a mais. Filósofos debatendo hipóteses do que seria a ciência, percebe? E também ocorre esse processo de debate de hipótese, de teoria sobre o que seria a ciência. Na filosofia da ciência também ocorre. Perfeito. E a gente chega à conclusão que, como o Michel ressaltou que o Schamers explica nesse livro, né, a gente sempre cita o livro que é muito bom, que não há uma fórmula que resume o que é a ciência de maneira universal. Dentro dessa coisa chamada ciência, existem muitas existem muitas coisas ali dentro. Cabe inclusive coisas que geralmente a gente não pensa, que é intuição, imaginação,

a ciência de maneira universal. Dentro dessa coisa chamada ciência, existem muitas existem muitas coisas ali dentro. Cabe inclusive coisas que geralmente a gente não pensa, que é intuição, imaginação, sonhos. Eu gosto desses casos na história da ciência que foge completamente o habitual, né? Tem um caso de um de químico chamado queculê. Queculê. Esse químico ele descobriu a fórmula, a a fórmula, como é que se diz? A a estrutura da do benzeno, que é uma estrutura hexagonal lá, que é do carbono, né, que tem os pauzinhos lá. É uma fórmula hexagonal do benzeno. Sabe como que ele descobriu? Ele tava olhando para uma fogueira, para uma fogueira, não, pra lareira dele de casa. Aí ele dormiu, ele cochilou e ele sonhou com uma com uma cobra engolindo o próprio rabo numa numa estrutura circular assim. Quando ele acordou, ele falou: "É isso". E aí ele descobre a fórmula do benzeno assim com sonho. Ou seja, a ciência ela tem um monte de coisas diferentes dentro dela. Ela tem método, ela tem hipótese, tem investigação, tem coisas muito racionais, mas também tem uma parte que é intuição, que é sonho, que é imaginação e que geralmente as pessoas não se dão conta disso, né? O o Popper no livro dele da lógica da investigação científica, ele cita o Ain. Ele cita o Ain dizendo, olha, muito do trabalho científico não é racional, mas é intuitivo. O Einstein falando isso, é um trabalho intuitivo. Então você vê agora, só para encerrar essa parte, se as se a gente as se as pessoas em geral aceitassem o espiritismo e a influência que os espíritos têm nos cientistas, a gente poderia compreender melhor como é que surgem os insightes na cabeça do cientista, que às vezes pode ser influência dos espíritos, dando sugestões de como o cientista poderia guiar o trabalho dele. Então, olha o nível que a gente tá agora. A gente tá no nível de que o espiritismo poderia explicar muitos fatos da história da ciência. Você fala: "Como é que o cara pensou naquilo?" Pode ser os espíritos de homens de ciência, de filósofos, dando sugestões

ível de que o espiritismo poderia explicar muitos fatos da história da ciência. Você fala: "Como é que o cara pensou naquilo?" Pode ser os espíritos de homens de ciência, de filósofos, dando sugestões que aí parece uma intuição que vem do nada, mas na verdade é uma inspiração de um de um espírito. Então a gente poderia acrescentar mais esse ponto dentro da história da ciência e dentro da explicação de como a ciência funciona, né? Olha como é interessante. Já passamos o tempo aí, né? Uma >> estourando. É, >> estouramos. Mas é isso, a gente a gente vai continuar nesse assunto porque ainda a gente tem mais uma questão que a gente vai ver semana que vem. Então a gente vai continuar e vai poder tratar mais, né? Só destacar aqui, ó, temos um assinante novo, né? O Roberto Santos. Seja bem-vindo. Agora o Roberto eh acompanha as nossas lives, participe pelo chat, deixe comentários, traga questões e vai poder estudar conosco o livro dos médiuns. Sexta-feira às 20 horas também. participe. Os demais estudos que ele vai poder ver agora, que já aconteceram, ele vai poder assistir na playlist também, né? Mas o que precisar da gente, então, seja bem-vindo. A gente tem aqui também Fenomenal RS, seja bem-vindo. Se quem não é, pessoal que não é inscrito no canal, por favor, se inscreva, né? Aqui tá o o canal real. O problema é a falta do controle. Infelizmente tem muita gente que não aceita ser estudado para não ser pego no erro. E na minha opinião, nós temos o dever de verificar. É. Aí você vê o o rigor que Kardec teve, né? Todos os fenômenos que que ele vai apresentar na no seu trabalho durante toda a sua vida, o seu período ali fazendo espiritismo, né? a importância do da gente ver ele usando diversas fontes, né, para testar a veracidade do fenômeno. E aqui ele comenta, meu ver, não aceitam como ciência justamente por estar fora do controle. Digo isso porque estou inserido em um meio que vai do até o espiritualista. De fato, falta os estudos nos tais fenômenos. É o existem a as pessoas não querem estudar em

nte por estar fora do controle. Digo isso porque estou inserido em um meio que vai do até o espiritualista. De fato, falta os estudos nos tais fenômenos. É o existem a as pessoas não querem estudar em Kardec, né? Kardec atendeu a isso, né? todo esse controle, a todo essa Kardec apresenta o conjunto de fenômenos, apresenta a garantia de que essa esses fenômenos eles eram reais e apresenta uma uma teoria muito completa, muito criteriosa, né? Então a pessoa que se debruçar sobre a obra de Kardec, né? A gente sempre diz, a a cientificidade e a prova da ciência espírita já tá nas obras de Kardec. E às vezes as pessoas ainda querem provar fora fora de Kardec elas querem provar o espírito, né? Usando métodos que Kardec vai dizer que não são os mais adequados, né? Por exemplo, você não pode tentar testar um médium como você testa um fenômeno material qualquer. Então a pessoa que se debruçar sobre Kardec vai ver como já tá lá, né? O que a gente tem são pessoas que não se debruçam sobre Kardec, né? Eles não se o que geralmente são pessoas que criticam o movimento espírita e aí sim elas estão corretas ao criticar o movimento espírita. O equívoco delas é não perceber que esses equívocos não estão em Kardec, né? Mas a gente vai conversar mais sobre isso, tá? A gente vai entrar mais nessa questão das ã e exatamente no próximo texto, né? Se o canal real tiver aqui na quarta que vem, a gente vai tratar isso, né? A quem compete exatamente estabelecer esse esse estudo, né? A quem compete e como se deve ser feito o estudo dos espíritos. A gente vai tratar disso, tem a ver com essas questões se ele tiver aqui na quarta que vem. Mas é isso, né? A gente já passou 7 minutos. Eu quero agradecer ao José, ao Lauro, a todos que participaram. Muito obrigado. Quem não é inscrito, se inscreva. E por fim, só antes de passar para vocês se despedirem, o estudo de amanhã. Amanhã às 14 horas a gente segue estudando o item dois da introdução do Evangelho, que é justamente que o Lauro citou da do controle universal dos ensinos dos

vocês se despedirem, o estudo de amanhã. Amanhã às 14 horas a gente segue estudando o item dois da introdução do Evangelho, que é justamente que o Lauro citou da do controle universal dos ensinos dos espíritos. Mas amanhã de noite, às 20 horas, a gente vai estudar a gente vai estudar um artigo novo, um artigo novo da do site revistaespespírita.net. E é um assunto muito interessante, porque ele desperta a curiosidade de muitas pessoas. Eu vou colocar aqui, ó, amanhã às 20 horas aqui no Kardecube, mais um artigo do revistaespírita.net. O nome do artigo é eh eh Câncer de Pâncreas curado pelos espíritos. Olha só, a gente vai tratar de uma cura e já que o canal real citou o controle, né, a gente vai ver como é que eles trabalharam a questão do controle, né, para averiguar se realmente tinha uma relação causa de causa e efeito ali com os espíritos e a cura do câncer, né? a gente vai ver que eles vão apresentar ali que os a própria equipe médica eh teve que que admitir que não a explicação, a medicina não poderia explicar o que aconteceu ali, né? Então eles vão ter vão dar dados muito interessantes. A gente vai estudar isso a partir de amanhã, estejam aqui 20 horas. Então da minha parte é isso. Então eu agradeço. Passo pro José, pro Lauro se despedirem e nos vemos amanhã. Muito obrigado, pessoal. Mais uma vez, ah, estudo excelente, tema muito interessante, né, que a gente gosta bastante. Espero que tenha ajudado vocês um pouco aí para se aprofundar um pouco mais no tema, né? É isso, uma excelente semana a todos. Ah, nos vemos na semana que vem, quarta-feira de cinzas na semana que vem. Juízo aí no carnaval. Vamos aproveitar para Vamos aproveitar para estudar Kardec, né? e aproveitar para descansar também. E é isso, acompanhe o nosso estudo. Semana que vem estamos aí de volta para continuar estudando o que é o espiritismo. Boa noite a todos. >> É isso. Obrigado, José. Obrigado, Michel. Obrigado, pessoal. E até amanhã às 2 da tarde. Abraço a todos.

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