35 - O maravilhoso e o sobrenatural | O cético - (parte 7): "O que é o Espiritismo"

CanalFEP 05/02/2026 1:07:23

Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e esse é o estudo da obra de Allan Kardec, o que é o Espiritismo. Estamos com time completo hoje, o trio reunido para continuar o estudo dessa obra tão importante. Estamos no estudo de número 35, já faz 35 estudos, 35 semanas estudando essa obra que é o Espiritismo. Lembrando que Allan Kardec escreveu três pequenas obras introdutórias para o estudo do espiritismo. Destas três, nós já estudamos de maneira completa duas aqui na quarta-feira. O espiritismo, is mais simples expressão, e o resumo da lei dos fenômenos espíritas. E agora estamos estudando o que é o espiritismo. São as três obras para os iniciantes. Você consegue acessar todos esses estudos que a gente já fez aqui na playlist do canal. E o Kardecube é hoje um canal que produz muito conteúdo sobre Kardec diariamente. Nós temos live das de segunda a sexta às 14 horas. A gente estuda aqui o Evangelho Segundo Espiritismo. A sexta, na segunda-feira às 20 horas a gente estuda o livro dos espíritos. Na terça-feira às 17:30 a gente faz um estudo crítico da obra Nosso Lar. Na quarta-feira às 20:30 o que é o Espiritismo. Na quinta-feira às 20 horas um artigo da revistaespespírita.net. A gente só não tem esse estudo da quinta, na primeira quinta de cada mês. Amanhã então não tem, mas depois continua toda quinta-feira às 20 horas. E nas sexta às 20 horas nós estudamos o livro dos médiuns ao vivo aqui. Esse estudo do livro dos médiuns é fechado para assinantes. Então se você quer assistir e participar pelo chat do nosso estudo do livro dos médiuns, você assina o Kardec Tube. Você vai em seja membro aqui no botãozinho azul do canal ou clica no link da descrição da live e ou então deixa um comentário dizendo: "Eu quero assinar que a gente ajuda". São maneiras de você acessar todos os conteúdos aí do Kardecube e também de ajudar o canal. Lembrando que tudo fica gravado. Quem não pode assistir ao vivo, assiste gravado, assiste o que já

e ajuda". São maneiras de você acessar todos os conteúdos aí do Kardecube e também de ajudar o canal. Lembrando que tudo fica gravado. Quem não pode assistir ao vivo, assiste gravado, assiste o que já passou, tudo nas nossas playlists. E a outra maneira de você ajudar é assistindo as lives, comentando, compartilhando o link e se inscrevendo no canal. Se você tá aqui, não é inscrito no canal, clica em inscrever-se, é rapidinho, dura segundos, não tem custo e você ajuda muito a o nosso projeto. E claro, como eu já citei, quem puder e quiser, assina e aí também ajuda de uma maneira maior ainda o nosso canal. Então, sejam bem-vindos. Vamos dar prosseguimento hoje num assunto, esse livro que é dividido em diálogos. A a Kardec primeiro apresenta o conceito do que é o espiritismo, nós estudamos e depois ele apresenta apresenta três diálogos. É Kardec dialogando com o crítico, o cético e o padre. Nós já vimos todo o diálogo com o crítico e agora estamos vendo o diálogo de Kardecético. Já estamos aí na sétima semana estudando os diálogos com cético. E esse diálogo com o cético é dividido por temas. E o tema de hoje, de hoje é o maravilhoso e o sobrenatural que nós vamos estudar. E antes de iniciar a leitura e os estudos, então eu passo pros meus amigos, meus companheiros de projeto, o José e o Lauro, para dar boa noite e também para dar os seus recados. >> Boa noite a todos. Boa noite, Lauro. Boa noite, Michel. Muito feliz de estar mais uma vez aqui pra gente estudar essa obra muito importante de Kardec, que é o que é o Espiritismo, tratando desses temas aí. fundamentais, né? Primeiro, o diálogo crítico, agora o cético. São diálogos muito, a gente sempre comenta, muito agradáveis de ler. Então, um excelente estudo a todos. >> Boa noite, meus amigos de estúdio e meus nossos amigos de chat, né, que participam conosco aí sempre comentando, perguntando, participando, que é muito importante. Que tenhamos aí um ótimo estudo. >> Isso aí. Temos aqui já o pessoal tá começando a chegar,

de chat, né, que participam conosco aí sempre comentando, perguntando, participando, que é muito importante. Que tenhamos aí um ótimo estudo. >> Isso aí. Temos aqui já o pessoal tá começando a chegar, o Adirus, a Fátima que é a nossa assinante e também a Luciana Barros, que é a nossa assinante. Sejam todos bem-vindos e à medida que o pessoal vai chegando aí e aproveitem para participar pelo chat, né, tirar dúvidas, trazer comentários, a gente sempre faz uma rodada assim para tentar ajudar o máximo. Mas vamos lá, vamos colocar o texto na tela, iniciando esse esse assunto maravilhoso e o sobrenatural. E aí o cético, esse V aqui que você tá vendo é de visitante, né? É o cético perguntando para Kardec. Então, diz ele, o espiritismo tende, evidentemente, a fazer reviver as crenças fundadas no maravilhoso e no sobrenatural. Ora, no século positivo em que vivemos, isso me parece difícil, porque é exigir que se acredite nas superstições e nos erros populares já condenados pela razão. E aí Kardec responde, né? Uma ideia só é supersticiosa quando falsa, mas cessa de o ser, desde que passe a ser uma verdade reconhecida. A questão está em saber se os espíritos se manifestam ou não. Ora, isso não pode ser taxado de superstição antes de ficar provado que não existem espíritos. Direis: "A minha razão não aceita essas comunicações". Porém, os que creem e que não são nenhum nenhuns mentecapitos invocam também as suas razões e além disso, os fatos. Para que lá se deve pender? O grande juiz nessa questão é o futuro, como tem sido em todas as questões científicas e industriais classificadas como absurdas e impossíveis em sua origem. Pretendei julgar a priori segundo a vossa opinião? Nós só o fazemos depois de por muito tempo ter visto e observado. Acresce que o espiritismo esclarecido como é hoje procura, oo contrário, destruir as ideias supersticiosas, mostrando o que há de real ou de falso nas crenças populares, denunciando que nelas existe de absurdo, fruto da ignorância e dos preconceitos.

procura, oo contrário, destruir as ideias supersticiosas, mostrando o que há de real ou de falso nas crenças populares, denunciando que nelas existe de absurdo, fruto da ignorância e dos preconceitos. Vou mais longe e digo que é precisamente o positivismo do nosso século que faz com que adotemos o espiritismo e que este deve em parte aquele a rapidez e sua propagação, antes que, como alguns pretendem, a uma recrudescência do amor ao maravilhoso e ao sobrenatural. Eu vou parar aqui pra gente não ler muita coisa e depois a gente lê uma segunda parte, né? Mas é interessante que o cético ele inicia com uma afirmação, né? Ele inicia com uma afirmação que Kardec vai demonstrar que é uma uma afirmação falsa, dizendo que o espiritismo tende, evidentemente ao maravilhoso e ao sobrenatural. E Kardec vai mostrar que não é verdade isso, porque ele coloca que num século onde as pessoas são eh eh racionais e um século eh que que admira e é positiva, né, no sentido científico, ela não vai aceitar crendices, superstições, ideias maravilhosas, sobrenaturais. Então ele coloca um uma afirmativa falsa para dizer que o espiritismo não iria sobreviver frente ao século da razão e dos fatos, né? Kardec vai mostrar sim, nós estamos na época da razão e da busca científica, mas quem disse que o espiritismo eh representa ideias supersticiosas, maravilhosas, sobrenaturais? Esse é um erro do cético, né? Kardec diz: "Uma ideia só é supersticiosa quando é falsa". Pois bem, o espiritismo ele dá argumentos, ele dá argumentos para defender a ideia da existência e a comunicação dos espíritos e apresenta os fatos. Ó, claro, há pessoas que apresentam opiniões e teses contrárias, mas aí Kardec diz: "Bom, mas se eu tenho de um lado uma bons argumentos somado aos fatos e eu tenho de um lado pessoas com argumentos incompletos, às vezes irracionais, às vezes preconceituosos, que não viram tudo, que não estudaram direito, pessoas que simplesmente negam. Para que lado a gente vai entender? Pro lado que é argumentativo, que que mostra

s irracionais, às vezes preconceituosos, que não viram tudo, que não estudaram direito, pessoas que simplesmente negam. Para que lado a gente vai entender? Pro lado que é argumentativo, que que mostra os fenômenos. Então, ele vai mostrar, olha, eh eh é justamente porque nós estamos num século, aquele século XIX já representava isso, né? Em que as pessoas já não aceitavam simplesmente por aceitar. Elas queriam argumentos racionais, elas queriam provas. E o espiritismo justamente oferece isso. Então ele não, a crença espírita não, embora ela trate de assuntos que estão ligados à superstição, a à superstições, as lendas, aquilo que é ligado ao maravilhoso sobrenatural. Kardec vai mostrar pro cético que a diferença é que o espiritismo vai agora lançar uma luz racional e científica sobre esses assuntos. justamente esclarecendo essas lendas, essas superstições. Então ele não alimenta isso, pelo contrário, ele coloca os limites, ele explica, ele esclarece esses pontos, né? Então ele justamente se serve desse século XIX em que as pessoas estão mais exigentes para apresentar uma teoria que atenda essas exigências. Então, não é verdade que o espiritismo aí eh revive as crendices e e a e as coisas irracionais, né? Eh, aliás, isso ele coloca mesmo eh eh é por isso mesmo que o espiritismo tá rapidamente progredindo e e progrediu naquela época porque ele atende aos anseios da razão mais exigente, né? Então é justamente o contrário, mostrando que eu posso tratar desses assuntos sem precisar cair no maravilhoso e no sobrenatural. Exatamente isso que o Espiritismo traz de novo, né? Bom, passo para vocês agora também comentarem aí. É, esse é um tema bem interessante, né? sobre o o maravilhoso sobrenatural, porque é um tipo de crítica, de objeção com a qual a gente sempre se depara quando vai dialogar com as pessoas e aquelas pessoas que se se col se colocam na posição de de opositores, de antagonistas do espiritismo. Geralmente quando a pessoa faz isso, ela vai fazer alguma alguma objeção ao

logar com as pessoas e aquelas pessoas que se se col se colocam na posição de de opositores, de antagonistas do espiritismo. Geralmente quando a pessoa faz isso, ela vai fazer alguma alguma objeção ao espiritismo por essa essa parte científica do espiritismo. Geralmente ela não conhece bem a obra, ela não conhece bem os fenômenos e ela vai falar a partir dos preconceitos que ela tem. Ela tem algumas ideias na cabeça dela do que seja uma ciência. Ela tem algumas ideias na cabeça dela do que é o espiritismo e os fenômenos espíritas. E ela vai falar baseado nisso. O problema é que nem sempre o que a pessoa tá falando tá correto. O que ela tem na cabeça dela que é espiritismo, muitas vezes não é. Ah, o que ela tem na cabeça dela, que são os fenômenos espíritas, também muitas vezes não é. Eu vou dar um exemplo da do último da última conversa que eu tive com uma pessoa que é uma pessoa que tem uma formação até sólida em ciência, em filosofia, só que ela não conhece espiritismo. E ela começou a citar o os estudos da parapsicologia lá dos anos 40, dos anos 50. E aí eu falei: "Olha, se você eh para provar que os fenômenos espíritas existem, você acredita que a exigência seja fazer uma experimentação com médium dentro da universidade, eh você isso vai sempre provar que o espiritismo é falso nesse tipo de de que os espíritos não existem, nesse tipo de experimento. Mas o problema não tá no espiritismo ou nos espíritos. O problema tá no tipo de experimentação que você tá fazendo. Isso é um erro básico de ciência. É um erro básico. Para você experimentar com o fenômeno, você tem que experimentar da maneira correta. E essa não é a maneira correta de se experimentar com com os fenômenos espíritas, como os pessoal do do do paranormal, da parapsicologia, né? Eu falei paranormal, mas é paranormal é o nome mais vulgar, a parapsicologia ou metapsíquica, que tentou fazer uma proposta mais científica lá com o Charles, Charles Richet e o outro um outro pesquisador lá que eu me esqueci o nome agora,

é o nome mais vulgar, a parapsicologia ou metapsíquica, que tentou fazer uma proposta mais científica lá com o Charles, Charles Richet e o outro um outro pesquisador lá que eu me esqueci o nome agora, eles tentaram colocar os médiuns dentro da universidade para estudar. Eh, mas o experimento controlado ao modo da física e da química não é possível com o espiritismo. Exatamente. Você pode experimentar com os espíritos. Kardec explica como experimentar com os espíritos. Sim, da maneira como a gente conhece lá do livro dos médiuns. Agora, um experimento controlado exatamente ao modo da do da física e da química, isso não é possível com o espiritismo. Você tá experimentando de maneira errada. É a mesma coisa pegar uma bactéria, que querer observar uma bactéria e pegar um telescópio ou pegar um você querer olhar Marte, Saturno e pegar um microscópio. Você tá experimentando de maneira errada. Eh, não dá não, não é assim que funciona, né? Então, é o que a gente sempre diz, né? o quando a pessoa faz esse tipo de afirmação que o cético fez, é porque de fato ela não conhece a obra, ela não conhece os fenômenos, né? Ah, e aí tem uma outra questão histórica. Já para finalizar essa minha parte, eu passo para vocês. Tem uma questão histórica que é o seguinte: o tema dos espíritos, qualquer comunicação de além túmulo, comunicação não material, não física, qualquer nome que você queira dar para isso, né? Qualquer força oculta, inteligência oculta que fosse intervir no mundo dos homens, no mundo material, foi tomado ao longo de toda a história da humanidade como maravilhoso e sobrenatural. Até o século XVI, eu concordo com o cético. Tudo isso era tido por maravilhoso, sobrenatural, superstição. E por que era assim? Porque não existia uma teoria científica para explicar os fenômenos. Somente por isso. Do momento que Kardec cria uma teoria científica para explicar os fenômenos, tudo a esses fenômenos deixam de habitar o campo do sobrenatural para habitar o campo do natural. Foi assim ao logo ao longo de toda a

que Kardec cria uma teoria científica para explicar os fenômenos, tudo a esses fenômenos deixam de habitar o campo do sobrenatural para habitar o campo do natural. Foi assim ao logo ao longo de toda a história da humanidade, antes de existir filosofia lá na Grécia antiga, como é que os gregos explicavam o raio, a chuva, falavam nas divindades, nos mitos. Então, se eu falar um raio cai numa pessoa e mata uma pessoa. Aí o lá no no mito antigo do grego, ele vai falar: "Nossa, Zeus tá com raiva da gente". Bom, hoje eu sei que isso é um mito, mas eu vou falar aqui porque eles explicavam através do mito o raio não existe. Só porque a explicação vinha do mito não faz sentido. Então, ah, nos tempos pretéritos, os fenômenos que hoje a gente chama de fenômenos espíritas, mas que eram fenômenos que ninguém sabia explicar, que ah eram a as tentativas de explicação vinham de superstição, do sobrenatural, do maravilhoso, falavam que eram coisas ocultas ou falava-se que era o diabo, falava-se que era qualquer coisa, bruxaria, magia. falava que era qualquer coisa. Só que a teoria científica vem, ela explica a causa dos fenômenos e ela delimita exatamente o terreno em que aquele fenômeno é real ou não é real, em que aquilo é possível ou não é possível de ocorrer. A gente com a teoria em mãos, a gente pode usar a teoria como um filtro, como um critério de verdade sobre os fenômenos. Você usa a teoria espírita para avaliar os fenômenos. Sempre com vocês deve acontecer muito. As pessoas descobrem que a gente é espírita e começa a relatar fenômenos. Ah, porque minha tia? Ah, porque minha avó. Ah, porque eu sonhei. Ah, porque eu vi. Aí a gente vai fazer o quê? a gente usa teoria espírita para falar: "Olha, isso aqui pode ser isso, pode ser aquilo, não tenho certeza, isso aqui já não tá no campo do espiritismo, assim como qualquer teoria científica na física, na química ou na biologia. Se uma pessoa vê uma luz no céu, aí ela vai passando assim, aí ela fala: "Ah, não sei o que é isso." Ela vai conversar

ismo, assim como qualquer teoria científica na física, na química ou na biologia. Se uma pessoa vê uma luz no céu, aí ela vai passando assim, aí ela fala: "Ah, não sei o que é isso." Ela vai conversar com o astrônomo, o astrônomo vai falar para ela o que pode ser, o que não pode ser. Olha, pode ser um cometa, pode ser uma estrela cadente, pode ser isso, pode ser aquilo. Aí ele vai falar: "Ó, essa outra especulação que você tá dizendo aí não foge do campo da astronomia, eu já não posso afirmar". É a mesmíssima coisa com o espiritismo. É a mesma coisa. A gente usa a teoria espírita como um critério de verdade, de possibilidade daqueles fenômenos. Se alguma coisa escapa do do domínio do espiritismo, aí a gente já não pode afirmar nem que sim, nem que não, porque a ciência ela tem que ter essa prudência. Se você não sabe explicar um fenômeno e esse fenômeno ocorreu de fato, você não explica, mas também não nega a realidade do fenômeno. Esse é o grande erro que muitos críticos caem. Eles negam a própria realidade do fenômeno. Eles falam: "Se experimentou dentro da universidade, não deu certo, logo o fenômeno não existe." Esse é o grande erro deles. Tem dois erros aqui. Primeiro, é o que eu já falei, você está experimentando errado com o fenômeno, certo? Então, a pessoa tá fazendo experiência errada. Então, é claro que o fenômeno nunca vai acontecer da maneira como ela quer naquele experimento. E o outro problema é, tá bom? O experimento não, o o fenômeno não ocorreu hoje, mas como você explica hoje do século XIX? Tudo bem, não ocorriu hoje, mas como você explica, os que ocorreram no século XIX, estão todos relatados, fartamente relatados. Aí a gente entra num problema de história. A gente precisava conversar com os historiadores, seria aí para usar um vocabulário difícil, epistemologia da da dos fatos históricos. Como a gente admite que um fato histórico é verdadeiro, que tenha ocorrido. Por exemplo, será que Jesus existiu? Tem gente aí que fala que não, né? O pessoal da história.

a da da dos fatos históricos. Como a gente admite que um fato histórico é verdadeiro, que tenha ocorrido. Por exemplo, será que Jesus existiu? Tem gente aí que fala que não, né? O pessoal da história. Será que Sócrates existiu? Será que Kardec existiu? Como é que a gente sabe? Como é que eu creio? que Kardec tem existido só por textos escritos, porque não, a foto tem, eu ia falar, não tem foto, mas foto tem, mas vamos falar de de Platão, de Aristóteles, então como é que eu acredito que eles existiram? Não tem foto, não tem vídeo, é só por texto. Como é que eu acredito que a Revolução Francesa aconteceu? Não tem foto da Revolução Francesa, tem notícias, livros publicados na época. É a mesma coisa com os fenômenos espíritas. Como é que os segredos ocorreram? Notícias, livros, periódicos, as mais variadas publicações impressas, porque essa maneira que a gente tem de tomar contato com fatos que ocorreram há mais de 200 anos, 150 anos, não tem outra maneira. Eh, eh, por publicações impressas, pelo registro das pessoas. Então, a pessoa que tenta fazer esse tipo de objeção que o cético tá fazendo, eh, sempre vai cair nesse tipo de dificuldade. E eu diria que se ela mantém aquele preconceito que muitos apresentam, eh, ela nunca vai ser convencida. É engraçado isso. Ela nunca vai ser convencida porque o preconceito humano realmente é sempre muito forte. É. E como o espiritismo revelou leis, né, apresentou para para o mundo leis que que até então eram desconhecidas e e e o estudo, né, as observações, os fenômenos provou realmente, né, a existência dessas leis. Então isso isso passa a ser contestado. Aquilo que poderia a priori ser olhado como algo sobrenatural depois que você explica fundamenta o fenômo. É é explicando leis, né? Ah, é é muito simples, né? eh, por exemplo, a alma, o espírito. Até então, quem não não sabia sobre a existência do involtório semimaterial que envolve a alma ou o espírito, diria assim: Como esse ser que é imaterial, que não tem nenhuma relação com matéria, pode agir sobre a matéria?

ão sabia sobre a existência do involtório semimaterial que envolve a alma ou o espírito, diria assim: Como esse ser que é imaterial, que não tem nenhuma relação com matéria, pode agir sobre a matéria? Então, teria que teria que haver uma derrogação das leis da natureza. Então, seria algo maravilhoso, sobrenatural. Mas quando você traz a teoria explicando que existe um involtório, né, um aglomerado de fluidos em torno dessa de de desse ser pensante. E é por meio desse involtório que ele atua sobre o mundo material, porque esse esse involtório ele é uma espécie de de matéria, matéria que nós às vezes conhecemos, mas que tem relação com a matéria e pode atuar, né, o espírito pode atuar sobre a matéria provocando os fenômenos. A partir disso e com por meio das observações dos vários fenômenos que ocorreram, isso ficou resolvido. Diria, poderíamos imaginar assim, voltar no século XIX e dizer assim: "Olha, vai surgir uma aeronave gigante, pesada, que se mantém no ar". Qualquer um poderia dizer: "Ah, isso é sobrenatural, é, não existe isso, né? Hoje é um fato, né? Hoje nós temos aí inúmeros tipos de aeron de aeronaves, foguetes que voam e cruza o céu e que não casa causa espanto em ninguém. Então esses fenômenos causavam espanto, era tido na conta de sobrenatural, maravilhoso, porque desconhecia as leis que estavam por trás ali, as leis que agiam. O Espiritismo vem e revela isso. Então, veja, ele combate o maravilhoso. O Espiritismo combate. Ele ele ele não revive, pelo contrário, ele vem e explica, né, senônimos da das escrituras sagradas, né, seja o Antigo Testamento ou o Novo Evangelho. Todo o Espiritismo vai explicar baseando nessas leis. Então não há, né, maravilhoso, não há sobrenatural de forma alguma para o espiritismo, né? Aquele que pensa assim é porque realmente não estudou o espiritismo. Uma vez que estude, estuda e compreende, fala: "Não, então tá explicado aquilo que a gente pensava que era fora das leis da natureza. Agora a gente pode eh eh compreender e até

estudou o espiritismo. Uma vez que estude, estuda e compreende, fala: "Não, então tá explicado aquilo que a gente pensava que era fora das leis da natureza. Agora a gente pode eh eh compreender e até explicar isso de uma forma racional. Michel, >> isso aí, vocês lembraram vários pontos eh curiosos, né, da do comportamento das pessoas com relação a a ao espiritismo. O que é interessante como as pessoas elas têm um uma exigência do espiritismo, uma exigência, digamos, criteriosa e científica do espiritismo, que ela não tem com as demais ciências, né? É por isso que você vê que é um preconceito, né? Porque ela não é ela não é uma especialista em física, química, biologia e aceita física, química e biologia. Quando a gente fala do espiritismo como ciência, aí ela vira a doutora critério, né? Aí ela não tem que me provar, tem que isso, tem que aquilo. Mas pera aí, mas por que que é só com o espiritismo que você é assim, né? Curioso isso. E a mesma da mesma maneira o comportamento, às vezes, como o José citou, né? A pessoa que usa para o espiritismo determinadas críticas que ela não percebe que se ela aplicar paraa ciência dela, o problema é igual. Por que que ela escolhe só pro espiritismo para problematizar aquilo? Ela quer que os fenômenos espíritos se sujeitem à vontade dela. Mas se eu pegar os fenômenos da ciência dela e tentar sujeitar a minha vontade, ela vai me chamar atenção, né? Não, mas você tem que atender os critérios. Ué, mas por que essa diferença? A genialidade de Kardec foi justamente essa. Aí o Kardec mostra o seguinte: "Olha, eu fiz uma ciência tão bem contra as outras. Tá aqui os argumentos, tá aqui a história, tá aqui os documentos, tá aqui o conjunto de fenômenos, tá aqui as explicações, tá aqui as comparações, tá aqui ele ele dá, tá aqui, ele apresenta. Basta você ler e e não ser preconceituoso para você ver o seguinte: "Olha, eu posso tentar, claro que faz parte do jogo, a pessoa pode tentar formular uma crítica, um contraargumento, isso é essa

nta. Basta você ler e e não ser preconceituoso para você ver o seguinte: "Olha, eu posso tentar, claro que faz parte do jogo, a pessoa pode tentar formular uma crítica, um contraargumento, isso é essa possibilidade, ela faz parte desse mundo científico filosófico." Agora, ela não pode ser preconceituosa, tendenciosa, falar do que não conhece ou ou julgar com dois pesos e duas medidas, né? Que nem esse exemplo que a gente tá dando aqui com esse texto de Kardec, né? O o não tem nenhum assunto da história mesmo da história da ciência que não tenha passado pela pela superstição, pelos mitos. Todas as ciências passaram por isso até, aliás, todas as culturas passaram por isso até surgir a filosofia, o a própria ideia de ciência para ir esclarecendo tudo isso. O espiritismo é da mesma maneira. Aqueles fenômenos que eram da ordem da da superstição, da mitologia, o espiritismo também ter sua contribuição. É eh não diferencia em nada, né? Eu acho que hoje, eh, a gente tá sempre estudando, sempre estudando mais, mas hoje tá tão natural da gente ver isso quando a gente estuda Kardec um um pouquinho de seriedade e sem preconceito, tá muito claro, né? Vocês citaram aí várias exemplos. A própria medicina, né? A medicina ela começa completamente eh eh com a ideia que justamente o tudo tinha a ver com o castigo dos deuses, com alguma coisa assim. A pessoa ficava doente, não eram causas naturais que causavam. Aí depois todo o entendimento que se tinha do corpo humano, olha, até chegar nos dias de hoje. Então o espiritismo é a mesmíssima coisa. Não há nenhuma razão que não seja o preconceito. A única coisa que faz o espiritismo não ser aceito, como são as outras teorias, é o o preconceito. Cada dia mais eu me convenço disso. Eu já comentei aqui várias vezes, eu vou repetir, né? Eu lembro que mais ou menos há um ano, 2 anos, eu resolvi ler a obra do Freud, né? que é por muitos assim, meu Deus, o Freud ele é para muitos. Aí eu fui lendo a obra do Freud, eu f, eu fui vendo e digo assim: "Meu Deus,

u menos há um ano, 2 anos, eu resolvi ler a obra do Freud, né? que é por muitos assim, meu Deus, o Freud ele é para muitos. Aí eu fui lendo a obra do Freud, eu f, eu fui vendo e digo assim: "Meu Deus, Kardec é muito mais simples, claro, direto, factual. Kardec é, olha aí, você vê como é que uma um um um escritor como Freud pode ser aceito, embora ele também não seja unanimidade, mas como é que ele pode ter uma visibilidade mundial e Kardec muito mais clara, com argumentos e e até próprios fatos muito mais simples de serem tratados do que a toda solução que o Freud tent tentar dar para os problemas que ele levanta. Kardec é mil vezes mais mais claro. Aí você vê que é preconceito. É preconceito. Claro, tem o lado de cá, os próprios espíritas começaram a tratar a coisa de uma outra maneira. Hoje você pega as próprias institui é óbvio que as próprias instituições espíritas se comportam uma maneira não científica. Tudo bem, mas teria que ser até uma postura do próprio crítico, né? O crítico ele não pode basear uma coisa eh assim de uma maneira tão vulgar, só analisando as pessoas. Imagina se eu sou um especialista numa num um crítico ou um especialista em alguma coisa, eu não posso julgar aquela coisa só pelo comportamento dos seus adeptos ou dos seus pretensos adeptos. Eu tenho que ver as fontes, a fonte original, a fonte primária. Toda pessoa séria vai fazer isso. Eu não posso ficar julgando só por ouvir dizer. Isso não é um comportamento científico sério. Então eu eu digo, cada dia eu me convenço mais que são duas coisas que eu estou me convencendo cada vez mais. Primeiro que tá muito claro para mim o espiritismo como ciência. Quanto mais eu estudo e vejo pessoas que eu conheço estudando e argumentando, para mim isso está claro. E a própria obra de Kardec me vai me atendendo isso. E outro ponto que para mim tá muito claro é que isso só não é aceito por preconceito ou por falta de estudo da obra, que daí não é o problema da obra, o problema de quem não estudou, né? Porque é muito simples, muito claro.

mim tá muito claro é que isso só não é aceito por preconceito ou por falta de estudo da obra, que daí não é o problema da obra, o problema de quem não estudou, né? Porque é muito simples, muito claro. Kardec usa sempre até as mesmos termos. É, é eh eh ele é muito didático, ajuda muito a gente a entender. Quando ele vai tratar de um assunto, ele usa a mesma linha de raciocínio. Por exemplo, se você pega o texto aqui do maravilhoso sobrenatural aqui e você lê o maravilhoso sobrenatural em todas as horas de Kardec, ele usa os mesmos termos, a mesma lógica, sempre fácil para entender. Então não tem outra explicação que não seja ignorância e má vontade para o espiritismo. não ser não ser aceito, respeitado entre todos, né? Por isso, isso me dá uma esperança futura, né? Porque como é é mais um problema humano, social, cultural, temporal, não é um problema de teoria, de forma. Isso me dá uma esperança de que em algum momento, por em por alguma razão, de alguma maneira que eu não sei qual, bons pensadores no mundo inteiro vão dizer: "Opa, tem um autor aqui que tá me chamando atenção pelo a qualidade da do que ele deixou". Acho que tem uma coisa aqui que muito, talvez, acho que aí pode ser que de repente alguém de de muita relevância no meio intelectual, mundial possa cair essa obra e ela começa a dizer: "Opa, pessoal, ó, tipo uma descoberta, né? O espiritismo pode ser tipo uma descoberta arqueológica, né? alguém vai achar e vai dizer: "Ó, descobri aqui um tesouro que que por n razões tava escondido, que a gente não tinha. Ah, tem lá os grupinhos escondidos no Brasil e pelo mundo que já tinha essa noção. Pode ser que o caminho seja esse, né? Devolvo para vocês e depois a gente volta pra leitura. É, eu realmente não dá pra gente saber muito bem como vai ser o futuro, né? Mas eh, como você falou, como o o a causa de o espiritismo não ser aceito como ciência, é uma questão de preconceito humano, não é um problema da teoria em si. A gente sabe que ideias que não são aceitas hoje, no futuro, elas passam a

a causa de o espiritismo não ser aceito como ciência, é uma questão de preconceito humano, não é um problema da teoria em si. A gente sabe que ideias que não são aceitas hoje, no futuro, elas passam a ser aceitas, né? Porque o contexto humano ele muda muito rapidamente. Então, talvez aí no futuro a gente acaba acaba ocorrendo como uma descoberta arqueológica mesmo, né? Como como Michel falou, mas por mim a gente pode seguir com a leitura. >> Podemos seguir? Pode seguir. >> Vamos lá então terminar de ler o texto. Então segue Kardec. O sobrenatural desaparece à luz do facho da ciência, da filosofia e da razão. Fomos deuses do paganismo ante o brilho do cristianismo. Sobrenatural é tudo o que está fora das leis da natureza. O positivismo nada admite que escape a ação dessas leis, mas porventura ele as conhece todas. Em todos os tempos foram reputados sobrenaturais os fenômenos cuja causa não era conhecida. Pois bem, o espiritismo vem revelar uma nova lei, segundo a qual a conversação com o espírito de um morto é um fato tão natural como que se dá por intermédio da eletricidade entre dois indivíduos separados por uma distância de 100 léguas. O mesmo acontece com os outros fenômenos espíritas. O espiritismo repudia nos limites do que lhe pertence todo efeito maravilhoso, isto é, fora das leis da natureza. Ele não faz milagres nem prodígios. Antes explica. Eu eu perdi aqui que eu olhei paraa minha tela ali. Em virtude de uma dessas leis certos efeitos, demonstrando assim a sua possibilidade. Ele amplia igualmente o domínio da ciência e é nisto que ele próprio se torna uma ciência. Como porém, as descobertas dessa nova lei traz consequências morais, o código das consequências faz dele ao mesmo tempo uma doutrina filosófica. Desse último ponto de vista, ele corresponde às aspirações do homem no que se refere ao seu futuro. E como a sua teoria do futuro repousa sobre bases positivas e racionais, ela agrada ao espírito positivo do nosso século. É o que compreendereis quando

irações do homem no que se refere ao seu futuro. E como a sua teoria do futuro repousa sobre bases positivas e racionais, ela agrada ao espírito positivo do nosso século. É o que compreendereis quando vos derdes ao trabalho de estudá-lo. Aí ele cita aqui o livro dos médiuns, capítulo 2, a revista espírita de dezembro de 61, janeiro de 62 e o capítulo 2 abaixo. Muito, muito eh muito claro o que ele traz aqui, né? Eh, o José aí que tá nessa nessa fase aí de de tá muito ligado essa questão da filosofia da ciência e quando vê Kardec falando assim, é um prato cheio, né? Porque ele ele faz analogias muito boas, né, quando ele fala que o espiritismo apresentar uma lei, né, eh eh que um um espírito do morto pode se se conversar é tão natural quanto duas pessoas conversarem à distância por meio da eletricidade. É muito genial essa essa analogia que ele mostra para mostrar que eh eh ele é o espiritismo apresenta as leis naturais. Antes se considerava esses assuntos sobrenaturais porque você não tinha as leis científicas estabelecidas e para explicar o fenômeno. Agora ela se reduziu, elas se reduziram a leis naturais que explicam os seus fenômenos na com com o mesmo com a mesma riqueza, como eu explico um fenômeno de conversação e distância através da eletricidade. É muito sábio essa esse esse exemplo que ele dá. Ele mostra que assim como as demais ciências, o espiritismo coloca limites, né? Então, toda ciência bota limites sobre a questão da possibilidade ou não dos fenômenos, sobre a extensão, as consequências, ele ele demarca o que que pode, o que que não pode. Então, tem todas as características. E claro, aí ele mostra que o o espiritismo sendo uma apresentando uma lei nova, uma ciência nova, ele amplia a ciência como um todo, né? Porque agora além das leis naturais que regulam o mundo material, eu tenho leis naturais que regulam que regulam a vida da alma, do espírito. Então ele mais não faz do que ampliar a capacidade que a ciência tem de estudar a natureza. E claro que por se

ndo material, eu tenho leis naturais que regulam que regulam a vida da alma, do espírito. Então ele mais não faz do que ampliar a capacidade que a ciência tem de estudar a natureza. E claro que por se tratar de de seres inteligentes que nada mais são do que a gente fora do corpo, entra naturalmente Kardec percebe as consequências morais. Porque ao estudar o mundo natural onde esses espíritos vivem, se percebeu que há uma relação do estado em que eles estão com a conduta que eles que eles têm e tiveram. E aí nasce também uma doutrina moral, né, que e que evidentemente uma doutrina moral não nasce do estudo da matéria, mas do estudo do ser espiritual inteligente, do do ser que tem vontade, do ser que age e que vive em sociedade, naturalmente nasce consequências morais baseadas nessas próprias leis científicas que o espiritismo trouxe. Então é é fenomenal, né, como tudo se encaixa de uma maneira assim que muito bela, muito racional e simples, né? Não não tem uma complexidade como algumas teorias científicas t. Kardec apresenta ali um um veja aqui, ele apresentou nesse nesse item pequenas considerações que você vê que dá uma noção do todo muito fácil de entender, sem nenhuma complexidade, né? Agora imagina tudo isso somado aos fatos. Que mais que você vai dizer que não é ciência, que não é possível? É, para mim é é muito belo esse quebra-cabeça, muito bem encaixadinho que Kardecou. E confesso que hoje o assunto que mais me prende é como que uma coisa tão bem feita assim caiu um desuso. Isso é esse é um fenômeno que para ser estudado. Como que pode uma um escritor tão bom assim, com uma doutrina tão bem fundamentada assim ter caído no esquecimento que caiu? Esse sim é um é um é uma coisa interessante para ser estudada, né? Porque >> é sobrenatural, >> é isso natural. É é difícil de entender, né? A gente até hoje tenta teorizar o que que aconteceu e talvez, por exemplo, o refletindo e ouvindo outros estudiosos de Kardec, né, como o próprio CM é um exemplo, né, talvez é porque admitir essa ciência

ente até hoje tenta teorizar o que que aconteceu e talvez, por exemplo, o refletindo e ouvindo outros estudiosos de Kardec, né, como o próprio CM é um exemplo, né, talvez é porque admitir essa ciência mexe drasticamente nos interesses da humanidade, né? Talvez tenha sido isso, porque admitir como fato científico essa existência dos espíritos, a sua comunicação e as suas consequências morais, mas admitir mesmo da mesma maneira como a gente admite a física, a biologia, a química, talvez como pensa o Cosm, realmente é mexe muito com os interesses humanos. Então, seja por isso que houve essa resistência, né? é uma explicação possível, porque em termos de qualidade, de escrita e de argumentação, olha, eu cada vez que eu aprofundo mais outros autores, eu fico assim: "Meu Deus, eh eh Kardec é de uma qualidade que impressiona, né? Passo para vocês." >> É realmente, né? Como Michel falou, esse esse último trecho de Kardec aqui é um prato cheio pra gente refletir sobre essas questões do espiritismo enquanto ciência, né? Eu tava pensando aqui o a gente comentou um pouco isso, né? O, a ciência, ela é um empreendimento muito grande, muito vasto e que é muito difícil você conseguir resumir em apenas um método, apenas uma frase. Existem alguns elementos presentes em várias teorias científicas que são comuns a todas e que a gente observa que marcam, vamos dizer assim, um caráter essencial da ciência, né? que é exatamente o que Kardec tá dizendo aqui, ó. Investigar a causa de um fenômeno. Ele disse aqui: "Em todos os tempos foram reputados sobrenatur sobrenaturais os fenômenos cuja causa não era conhecida. Pois bem, o espiritismo vem revelar uma nova lei, segundo a qual a conversação com o espírito, etc, etc." Então, toda vez que o ser humano não conhece a causa de um fenômeno, ele fica no domínio eh do, vou usar uma redundância aqui, do não conhecimento daquele daquele fenômeno. Desde os tempos antigos, conhecer um fenômeno era conhecer a causa daquele fenômeno. Se eu não conheço a causa,

ínio eh do, vou usar uma redundância aqui, do não conhecimento daquele daquele fenômeno. Desde os tempos antigos, conhecer um fenômeno era conhecer a causa daquele fenômeno. Se eu não conheço a causa, eu não posso dizer que eu que eu conheço de fato aquele fenômeno, mas eu vou tentar explicar de maneiras diferentes aquele fenômeno. Eu vou tentar explicar através de superstição, de do maravilhoso, etc. Por exemplo, eh a gente costuma dizer na filosofia que existem vários tipos de saberes, né? Tipos de conhecimentos. Então, existe o tipo de conhecimento do do mito que a gente já citou aqui, né? Quando não se sabia a causa do trovão, a causa da chuva, a causa da sucessão do dia e da noite, você atribuía tudo isso aos mitos. Olha, tivemos uma colheita ruim na na agricultura, não se conhecia a bioquímica do solo, os nutrientes, não se conhecia a meteorologia, não se conseguia prever o tempo. Atribuía-se tudo isso ao ao sentimento dos deuses. Olha, o deus Apolo tá bravo com a gente. Então, eu acho aí o ser humano tenta explicar, porque ele sempre busca uma explicação. Talvez seja porque na última oferenda do mês passado a gente só matou um carneiro, não matou dois. Esse mês vamos matar dois para agradar o deus Apolo. Era assim que funcionava. Quando não tem uma explicação científica, racional, outra explicação toma conta. ou é explicação mítica, ou é explicação religiosa, ou ah, a pessoa não dá nenhuma explicação, ela só sabe que acontece daquele jeito. Por exemplo, eu costumo falar pros alunos, né? Minha mãe me deu própolis a vida inteira para eu tomar, mas ela não sabia o que causava de fato a melhora ali. Ela não sabia explicar do ponto de vista dos do reação bioquímica do própolis com o meu corpo, o que que acontecia para curar a doença. Ela só sabia que funcionava. Ela me dava o própolis, eu melhorava e aí na prática ela via que funcionava. Mas não tinha ainda uma teoria científica que explicasse o que estava causando aquela melhora. É um conhecimento que a gente chama de senso comum, porque é um

a e aí na prática ela via que funcionava. Mas não tinha ainda uma teoria científica que explicasse o que estava causando aquela melhora. É um conhecimento que a gente chama de senso comum, porque é um conhecimento que vem de geração para geração, vem da tradição, é um conhecimento que não tá examinado ainda, é uma crença que ainda não foi examinada de maneira rigorosa. Depois a ciência pode vir e mostrar se aquela crença é verdadeira ou não. No caso desse exemplo que eu citei, se vocês pesquisarem no Google aí, recentemente a os surgiram estudos publicados pela UNESP, mostrando que de fato o própolis ele tem propriedades antibióticas. E aí o pessoal foi e demonstrou exatamente o qual como o própolis age no corpo. Ou seja, aquela crença que era do senso comum, agora foi demonstrada pela ciência como sendo verdadeira. Descobriu-se exatamente o mecanismo, como é que funciona. Tem outras crenças do senso comum que são falsas. Por exemplo, tomar leite com manga mata. Não é isso? É uma crença que vem do senso comum, da tradição, que depois é demonstrada falsa. Quando se investiga aquilo, você vai separando o joio do trigo, vai mostrando o que é possível, o que não é possível, quando a ciência vai se debruçar sobre aquele fenômeno. É isso que o Espiritismo faz. É isso é exatamente o que o espiritismo faz. Ele descobre uma nova lei e as coisas passam da ordem do sobrenatural para o natural. Ah, agora só para comentar o que o Michel falou e o Lauro já tinha dado um exemplo também sobre a a discrença das pessoas em um dado período histórico ah com relação a um a um fenômeno que possa ocorrer a uma descoberta da ciência, como é o caso do do da eletricidade que o Michel comentou do texto de Kardec e o caso do avião que o Lauro citou. Se você voltar 200 anos atrás e e falar que uma estrutura de metal que pesa, sei lá, se chega a pesar tonelada ou um avião, vai pros céus e vai carregar 300 pessoas no ar por horas seguidas, quem que acreditaria nisso? Vai falar: "Não, só bruxaria, só o diabo". Kardec falava

, sei lá, se chega a pesar tonelada ou um avião, vai pros céus e vai carregar 300 pessoas no ar por horas seguidas, quem que acreditaria nisso? Vai falar: "Não, só bruxaria, só o diabo". Kardec falava isso, né? Olha, se você voltar 50 anos, ele dizia na época dele, e falar para uma pessoa que você vai levar uma mensagem, vai levar uma mensagem com uma velocidade enorme, como a eletricidade faz, a pessoa vai falar: "Não, só quem tem o poder de ter essa velocidade é o diabo". Então, grandes descobertas elas encontram naturalmente, porque o preconceito humano é muito grande, elas encontram uma resistência muito grande. Basta a gente pensar sobre Galileu. Ao longo de milênios, acreditou-se que a Terra era fixa. Vocês imaginem o Vocês imaginem o ah, a pessoa acreditar que a terra é fixa, que ela não se move. E de repente você fala pra pessoa, um homem galileu fala: "Olha, acho que toda a história da humanidade tá errada. A terra não é fixa. Esse pé que esse esse piso, esse chão que tá sobre os meus pés, que eu acho que estou parado, não é? você, na verdade, a Terra tá flutuando em torno do Sol. Vocês imaginem a loucura que seria defender isso no século X7. E o Copérnico já tinha levantado essa bola 100 anos antes de Galileu e depois de Galileu ainda demorou para essa ideia ganhar a opinião da ciência no geral. Ou seja, foi foi no mínimo 100 anos, põe uns 150 aí para as pessoas começarem a aceitar o a teoria chamada helocentrismo, né, que na verdade era o Sol no centro e não a Terra no centro. Eu, do, do meu ponto de vista, eu acho que o que Kardec faz é mais revolucionário do que Galileu faz. Porque para para pensar qual é a questão mais que mais preocupou o ser humano em toda a história da humanidade. Em toda a história da humanidade, qual é a questão que mais preocupou o ser humano? O que é a morte? O que vem depois da morte? Eu não consigo pensar em outra questão que tenha sido mais ahã que tenha preocupado mais o homem, que tenha sido envolta em mais mistérios e que tenha aguçado mais a curiosidade e a

m depois da morte? Eu não consigo pensar em outra questão que tenha sido mais ahã que tenha preocupado mais o homem, que tenha sido envolta em mais mistérios e que tenha aguçado mais a curiosidade e a preocupação mesmo, a angústia do ser humano com relação a esse tema que é a morte. Então você dizer paraa pessoa que existe uma teoria científica que acaba que resolve esse problema, o o a discrença do ser humano é muito grande. Quando uma crença vem confrontar uma outra crença é muito solidificada nele. É como se a gente dissesse assim: "Olha, ao longo de toda a história, o ser humano sempre quis crer que existia algo depois da morte. Agora que vem o período da ciência, parece que realmente não existe nada, parece que o materialismo venceu. Aí as pessoas elas queriam crer, só que elas vão aceitando e vão acreditando." Não, realmente agora a gente tem que aceitar. O materialismo venceu, nada disso existe, vamos abandonar as ilusões. Aí você vem e fala para ela que tá errada. Depois dela já fazer esse processo de convencimento, de aceitar que não existe mesmo luz no fim do túnel, ela fala: "Não é possível. Eu não posso, ã, isso não pode ser verdade". E aí ela começa a negar, começa a negar os fatos, começa a negar. É isso que as pessoas fazem. Então, ah, é muito difícil nesses nesses debates que eu já tive aí, nessas conversas, a própria pessoa que é materialista radical, no dizer dela, não é no meu, é autoproclamada, materialista radical, ela disse isso. Ela falou: "Olha, se existisse uma teoria que provasse a existência da alma, isso seria fantástico, seria uma revolução na humanidade". Mas o espiritismo não é essa teoria. Olha só como a pessoa, como o ser humano é curioso. A coisa tá diante dos olhos dele, mas ele não quer olhar. Ele desvia o olho, ele desvia. Ele desvia. Ele não quer olhar. Ele se recusa. O ser humano é assim, é preconceito, é é o orgulho humano é muito profundo em reconhecer que tá errado. Ah, e o interesse, como disse o Michel, né? as pessoas têm interesse que as

lhar. Ele se recusa. O ser humano é assim, é preconceito, é é o orgulho humano é muito profundo em reconhecer que tá errado. Ah, e o interesse, como disse o Michel, né? as pessoas têm interesse que as coisas continuem como elas estão e que não mudem, porque vai saber que revolução iria provocar o se o espiritismo tivesse o conhecimento de todos, né? É o orgulho. Exatamente. O pessoal tá comentando aqui a Vanudia, né? O Michel até colocou o peso ali do, eu falei, será que tem algumas toneladas? É óbvio que tem, né? Tem muitas. Ó lá, ó. É, fala para uma pessoa que um objeto pesando 80 toneladas ia voar e carregar 300 pessoas através do Atlântico, da Europa pro Brasil. Não é o cara ia falar que a pessoa tá delirando realmente, que precisa ir pro ir se benzer com o padre, confessar os pecados ou ir consultar com o médico. É a mesma coisa. Você fala: "Ah, tem tá cheio de espírito aqui". Aí o cara fala: "Não, endoideceu". Mas é, vamos ter paciência, né, gente? Daqui uns 300, 400 anos a gente volta a conversar e ver como é que tá a situação. >> Não, e eu e diante de tudo isso que vocês trataram aí, me me levantou uma dúvida que que talvez, né, eh eh possa ser uma das causas. Veja, eh se se entrasse o século XX com todo o movimento espírita no mundo, onde existisse o movimento espírita com os mesmos moldes aplicados pro Kardec pelo movimento da época, né? Então, evocação, grupos pequenos, grupos maiores, sociedades, enfim. Será que talvez a academia ela não se dobraria diante dessa realidade? Porque agora veja, eh contra contra fatos não há argumento. Então o um um acadêmico, ele não poderia negar algo que todos eh estavam praticando. Então o que que ele teria que fazer? ele teria que ir atrás e experimentar também, uma vez que ele quisesse provar o contrário. Esse raciocínio, será que ele é lógico? Passo para vocês aí. Assim, Kardec, o Kardec fala lá no item sete da introdução do livro dos espíritos, que a academia seria levada pela força das coisas, né? Então, primeiro, a humanidade como em geral

sso para vocês aí. Assim, Kardec, o Kardec fala lá no item sete da introdução do livro dos espíritos, que a academia seria levada pela força das coisas, né? Então, primeiro, a humanidade como em geral aceitaria o espiritismo e praticaria o espiritismo a ponto dela não poder ignorar isso e nem mais tratar como uma ilusão. Então, é como se de fora para dentro houvesse uma invasão e um natural progresso da sociedade, né? É, é o caminho que Kardec aponta e que provavelmente a gente não sabe em quantos séculos isso vai acontecer. É assim que vai acontecer, porque em geral as pessoas elas têm os seus as suas crenças, os seus conhecimentos, os seus interesses, os seus preconceitos. Há já uma tendência materialista, embora não seja 100%. Então, talvez agora, claro que o espiritismo, tendo seguido conforme o Kardec queria, facilita esse progresso, não só da visão da academia, mas da própria sociedade, né? Claro que a partir do momento que as pessoas começaram a fazer um espiritismo ou chamar de espiritismo uma coisa com menos critério e qualidade que Kardec, aquilo que já era difícil fica ainda mais, né? Porque mesmo ele apresentando espiritismo muito bem argumentado com com mostrando a sua aplicação, seus fenômenos, tudo mais, ainda havia um período de convencimento, né? Imagina não apresentando assim. Então, com certeza, tem um impacto o comportamento dos próprios adeptos do espiritismo com relação a isso. E tem mais um ponto que Kardec coloca lá na viagem sper coloca isso e que a gente não pode ignorar. Kardec fala que o espiritismo não tem só inimigos encarnados. Isso é uma coisa muito interessante que ele trata na viagem espírit de 62. O espiritismo também tem inimigos desencarnados que não querem que a humanidade eh se certifique da existência da do do próprio mundo espiritual, né? Porque eles também têm os seus interesses de dominação, de obsessão, de manter na ignorância. Então tem mais esse elemento que o o internamente nós espíritas podemos tratar, né? que é o interesse

né? Porque eles também têm os seus interesses de dominação, de obsessão, de manter na ignorância. Então tem mais esse elemento que o o internamente nós espíritas podemos tratar, né? que é o interesse dos próprios espíritos, como a própria história mostrou a alguns espíritos que que vieram aí se apresentaram como líderes do espí do do movimento espírita, negando os próprios princípios de Kardec, né, mostrando, como Kardec disse, eles vão se infiltrar como amigos, mas serão os Judas do Espiritismo. Kardec chega a usar essa expressão. E a gente vê que isso aconteceu, né? Você vê que muito do daquilo que foi contra Kardec não foram os de fora que fizeram, foram os internos, né? A profecia de Kardec, a previsão de Kardec, ela se se ela aconteceu. Então, realmente, mas como eu disse antes, eu tendo a a pensar e entender como Kardec, como ele disse, vai acontecer algum movimento a em geral a ponto de, entre aspas, forçar a própria academia, admitir isso, né? Mas não que algum dia isso passe a ser algo da academia, né? A não, a a o espiritismo é uma ciência independente, não é que a academia daí ela vai fazer espiritismo também, não é isso, né? Mas no sentido de que ela, a humanidade vai reconhecer que olha, quando for para tratar dos espíritos, a gente tem aí uma ciência que é a ciência espírita. Assim como um cientista quando entra no no campo de outra ciência, ele mesmo já cita, né, os teóricos daquela ciência. Pela própria teoria espírita que coloca que há uma lei de progresso, a gente coloca isso como dizendo vai acontecer. A gente só não sabe quando, porque também há uma lei de liberdade, né? É uma lei de liberdade. Então, em algum momento vai acontecer. E também tem um outro fenômeno que também o espiritismo pode raciocinar em cima. Todo mundo vai morrer, né? Então, a discussão tem, não tem, há ou não há? Bom, muito simples. As gerações não tem, ninguém vai ficar, né? Vai da todos nós espíritas e todos nós materialistas, nós em dentro aí de 80, 50 anos vão estar tudo morto, né? Então, ah, no mínimo vai

Bom, muito simples. As gerações não tem, ninguém vai ficar, né? Vai da todos nós espíritas e todos nós materialistas, nós em dentro aí de 80, 50 anos vão estar tudo morto, né? Então, ah, no mínimo vai demorar esse tempo para nós tirar a prova de quem é que tava certo. Só que o problema é que se o materialista tivesse certo, não tem como dizer eu tava certo, porque daí não tem, né? Acabou. O espírita pelo menos vai poder dizer eu tava certo, o materialista nem isso vai poder dizer porque a ideia materialista não tem depois, né? Mas só para finalizar a minha parte, duas questões aqui eu quero mostrar. Acho que o Lauro tirou o texto, mas olha que interessante isso que a gente tá discutindo, tá no próprio texto que a gente leu, né? Ó, Kardec diz assim: "O grande juiz nesta questão é o futuro, como tem sido em todas as questões científicas e industriais classificadas como absurdas e impossíveis em sua origem". Olha como ele mesmo é tá lá no no palavra que começa direis lá para cima. Lauro, vai subindo aí que eu te mostro só pra gente ver aí, ó. Baixa agora. B na metade final do parágrafo. Ó, o grande juiz nessa questão é o futuro, como tem sido em todas as questões científicas, industriais classificados como absurdas impulsíveis em sua origem, que é o mesmo exemplo que o o José deu do Galileu, né, na hora ali. É um absurdo. Passado aí quantos quantos anos hoje ninguém mais contesta. Ninguém vai contesta, entre aspas, porque agora tem um virou modinha, né, o pessoal aí ant científico, mas é conceito geral. é aceito de de maneira geral as ideias, né? A mesma coisa vai acontecer com o espiritismo no futuro. Ele mesmo coloca isso, né? Engraçado que ele usa sempre a até para falar do o futuro de espiritismo, ele usa como exemplo o a própria história das ciências, né? Isso é uma coisa interessante, Carl. E por fim, tem um tem aqui uma fala da Henriete que ela fala da ideia de da imperatriz que pediu para tirar a reencarnação da Bíblia. Essa essa história surgiu com o Divaldo

coisa interessante, Carl. E por fim, tem um tem aqui uma fala da Henriete que ela fala da ideia de da imperatriz que pediu para tirar a reencarnação da Bíblia. Essa essa história surgiu com o Divaldo aí no meio espita, né, que hoje os historiadores dizem que isso nunca aconteceu, né? Não há nenhuma comprovação de que essa história que a imperatriz pediu para tirar a reencarnação da Bíb, isso aí surgiu no o Divaldo era um dos que falava nas palestras. Hoje você conversa com os historiadores, eles dizem que essa história não tem nenhuma comprovação, não tem nenhuma comprovação eh científica, histórica, né? Isso aí é lenda que teria acontecido, né? Eh, é interessante. O Divaldo tinha isso. Ele inventava umas coisas que ele narrava como sendo história, mas ele dizia vinha dele, da cabeça dele. Tinha uma história que ele inventou sobre Kardec ter uma verruga, por isso que ele usava um um um cavanhaque, porque disz que Kardec incomodava muito essa verruga. Ele se sentia muito feio. Eu já vi o Divaldo contando isso. Não existe lugar nenhum. Só na cabeça do Divaldo. Ele tinha essas coisas meio de de inventar umas histórias que só ele. Então não tem. Já ouvi alguns historiadores falar que essa história aí não tem comprovação histórica, né? É uma lenda. Bom, eu acho que é isso, né? da minha parte, eu quero agradecer ao José, ao Lauro. Muito bom hoje as reflexões, os comentários, as participações e eu agradeço a todos. Amanhã às 14 horas estamos ao vivo aqui de novo para estudar o Evangelho Segundo Espiritismo. Passo para você se despedirem. >> Obrigado, pessoal, mais uma vez. Estudo excelente. Eh, agradecer também os comentários da Anriete, da Vanusa, todo mundo que acompanhou com a gente. Ah, a Francisca comentou aqui, né, que tá começou a seguir a recentemente a gente, ela me mandou mensagem no Instagram fazendo algumas perguntas sobre o Espiritismo, né? Seja bem-vinda, Francisca, ao nosso estudo. Espero que você tenha gostado e que e que acompanhe sempre a gente aí, tá bom? Ah, é isso,

m no Instagram fazendo algumas perguntas sobre o Espiritismo, né? Seja bem-vinda, Francisca, ao nosso estudo. Espero que você tenha gostado e que e que acompanhe sempre a gente aí, tá bom? Ah, é isso, pessoal. Vamos seguir estudando Kardec. Semana que vem estamos aí mais uma vez para tratar do diálogo do cético. Muito obrigado. Um grande abraço a todos. >> É isso aí, José Michel. Obrigado. Obrigado ao pessoal do chat. Amanhã, né, estaremos juntos aí para continuar estudando o evangelho e na sexta-feira o livro dos médiuns para assinante. Então, se você tem interesse em participar desse estudo do livro dos médiuns, corra aqui no Kardecube já. Aperte lá, seja membro, escolha a opção amigo do Kardecube e venha fazer parte desse estudo que tá muito bom, pessoal. Um abraço a todos.

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