21 - "O que é o Espiritismo" | O crítico - (parte 8) | estudo completo da obra de Kardec
Estudo #21 Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Primeiro diálogo: o crítico - parte 8 Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do trio cardequiano, o estudo da obra O que é o Espiritismo, essa obra que Allan Kardec escreveu para os iniciantes do Espiritismo. A gente sempre lembra que Kardec escreveu três obras para os iniciantes. As 23 obras de Kardec, três ele escreveu para aqueles que estavam iniciando o estudo do Espiritismo. Nós já estudamos dessas três, duas inteiras, que estão aí todos os estudos gravados e disponíveis na playlist aqui do Kardec Tube. Estamos estudando agora a terceira obra introdutória que se chama O que é o Espiritismo. Essa obra, O que é o Espiritismo? Ela inicia definindo o espiritismo, respondendo a pergunta que é o nome da obra, o que é o espiritismo. Ele define no prefácio, a gente estudou isso. E ela também na sua primeira parte é dividida em diálogos. Kardec dialogando com o crítico, com o cético e com o padre. Nós estamos ainda no primeiro diálogo onde Kardec está discutindo com o crítico. A gente está, nós estamos no 21º estudo, já são 21 estudos desta obra. A gente reafirma aqueles que não assistiram as outras 20 podem acessar aí a playlist. Vocês vão ver lá na playlist aqui do Kardec Tube todos os estudos que a gente tem, tudo organizado em número. É muito importante, as pessoas podem assistir quantas vezes quiserem gravado. Lembrando a todos que e pedindo já que curtam o nosso vídeo. Aqueles que puderem, compartilhem o nosso vídeo, compartilhem aí nos grupos espíritas entre os amigos e se inscrevam em nosso canal. O Kardecube agora voltou a ter a opção de assinatura. A gente também propõe, convida que as pessoas assinem. Existe ali três tipos de assinaturas. A pessoa pode assinar para contribuir simplesmente com canal. Ela assina com cartão de crédito, né, e ajuda o canal. Tem assinatura também, que é um segundo valor, que aqueles que assinarem vão ter disponíveis o estudo que nós iniciaremos da obra O livro dos Médiuns. Ainda não iniciou, mas nós vamos estudar todo o livro dos médiuns. E os assinantes desta
valor, que aqueles que assinarem vão ter disponíveis o estudo que nós iniciaremos da obra O livro dos Médiuns. Ainda não iniciou, mas nós vamos estudar todo o livro dos médiuns. E os assinantes desta modalidade, que é a segunda, vão ter acesso a esse esse estudo, vão poder assistir, vão poder questionar, vão poder participar. E a terceira modalidade de assinatura é paraa mentoria. A pessoa tem o direito, então nesta assinatura por cartão de crédito aqui no Kardec Tube, ela faz uma assinatura mensal e tem direito aí a 4 horas particulares de estudo do espiritismo que elas podem agendar com a gente. Dito isso, feito os primeiros comentários, eu quero passar pro José e pro Lauro, já dando boa noite para eles, para que eles também deem as boas-vindas. >> Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Boa noite aí todos que nos acompanham. Então, vamos seguir estudando a obra de Kardec, que é o Espiritismo, essa obra importante, né, de divulgação do Espiritismo em formato de diálogo, como a gente vem estudando, que é sempre muito agradável de de ler os diálogos, né? Então, um excelente estudo a todos nós. >> Muito bom, José. Boa noite. Boa noite, Michel. Boa noite a todos, a você que está conosco agora nesse momento no chat. fiquem à vontade para os comentários aí participar bastante, movimentar o estudo para que ele possa cada vez mais crescer, né? Então nós tenhamos aí um bom estudo com a inspiração dos bons espíritos. Michel, é isso aí. Então participem aqui pelo chat, tragam perguntas, comentem, que isso também nos ajuda muito. Então, lembrando, estamos estudando o crítico. Há um resumo que a gente sempre faz. O que que é o crítico, né? O crítico, ele é um mau crítico. Ele é alguém que se apresenta a Allan Kardecirismo. E ele já tem uma ideia pré-concebida de que os fenômenos espíritas são falsos. E ele diz para Kardec que pretende escrever um livro para acabar com o espiritismo. E aí Kardec comenta que como alguém que não conhece o espiritismo se coloca na posição de escrever uma
s são falsos. E ele diz para Kardec que pretende escrever um livro para acabar com o espiritismo. E aí Kardec comenta que como alguém que não conhece o espiritismo se coloca na posição de escrever uma obra sobre o que não conhece. Kardec diz: "Você pode fazer isso, mas vai ficar feio para você, né, escrever um livro onde você se propõe a criticar e até mesmo eliminar, vencer uma teoria que você nem conhece". E aí ele insiste com Kardec que então Kardec ele ver as sessões espíritas para que ele possa conhecer o Espiritismo. E Kardec diz, mas não é apenas observando algumas sessões que você vai conhecer o Espiritismo. Você precisa por anos, como qualquer ciência, para ser um crítico sério, você precisa estudar por muito tempo toda a teoria e também obser e e junto com essa teoria tem um acesso a um conjunto de fenômenos. Aí você vai poder ser um bom um bom crítico. Então, a partir desse contexto de conversa que o crítico vai continuar falando. Eu vou colocar aqui agora pra gente ver a continuação. Agora esse V ponto que vocês veem aí é de visitante, né? É o crítico falando, prosseguindo esse contexto que eu coloquei, né? Aí ele diz para Kardec assim: "Falais do exame dos livros em geral. Acreditais que seja materialmente possível a um jornalista ler e estudar todos os que lhe passam pelas mãos, sobretudo quando se ocupam com teorias novas que lhe seria preciso aprofundar e verificar. seria o mesmo que exigir de um impressor que ele lesse todas as obras saídas de sua prensa. E agora Kardec responde: "A tão judicioso raciocínio, não tenho outra resposta a dar, senão que quando nos falta o tempo para fazer conscienciosamente uma coisa, é melhor não fazê-la. É preferível produzir um só trabalho bom. a fazer 10 maus. Então, olha que interessante que ele reclama, né? Porque como Kardec diz, como Kardec diz para ele que ele deve estudar muito a a teoria de uma maneira completa e profunda, ele reclama que é impossível alguém ter tempo para estudar tudo, né? Eh, é impossível que é muito
iz, como Kardec diz para ele que ele deve estudar muito a a teoria de uma maneira completa e profunda, ele reclama que é impossível alguém ter tempo para estudar tudo, né? Eh, é impossível que é muito difícil, ele chega a dizer, é, não é materialmente possível alguém ler tudo que se escreve sobre um assunto. Então, ele quer justificar para Kardec dele não estudar ou não querer se propor a estudar a teoria para poder falar dela, já que é a condição que Kardec colocou para ele ser um bom crítico. E Kardec dá uma resposta muito curta, mas muito simples, né? Olha, se você não tem tempo para estudar uma coisa, então não fale dela, né? É muito simples. Agora, você não pode reclamar que você não tem tempo e mesmo assim querer reservar um tempo para falar da coisa. É, é uma contradição sem sentido, né? Eu digo que não tenho tempo para estudar, mas eu quero reservar um tempo da minha vida para criticar algo que eu digo que não tenho tempo para estudar. Não faz nenhum sentido, né? Então, Kardec, Kardec é muito muito lógico. As pessoas não são obrigadas a estudar o espiritismo. As pessoas não são obrigadas a conhecer as 23 obras de Kardec. Agora elas não são obrigadas a isso. Agora não falem então do espiritismo se você não consagrou um tempo para conhecer a teoria espírita. E essa lógica serve para qualquer coisa. Se eu não tenho tempo para estudar uma coisa, então eu não vou criticar essa coisa. é uma questão muito simples e ele fala de algo que eu sempre digo, né, que esses diálogos são atuais, porque isso acontece inclusive hoje na na nas nossas vidas, né? Geralmente as pessoas querem, elas reservam o tempo para falar das coisas, mas elas dizem não ter tempo para estudar a coisa com seriedade, o que é uma contradição e na verdade isso demonstra uma leviandade, né? Porque a gente pode falar e omitir opinião sobre as coisas, mas é importante que a gente opine com conhecimento de causa. E se a gente não tem essa essa opinião, que a gente então abstenha, né? Ou que a gente diga: "Olha, eu vou dar
ir opinião sobre as coisas, mas é importante que a gente opine com conhecimento de causa. E se a gente não tem essa essa opinião, que a gente então abstenha, né? Ou que a gente diga: "Olha, eu vou dar uma opinião aqui que é um achismo agora. querer escrever livros, fazer conteúdos, querer de uma maneira mais grave e séria opinar sobre uma coisa sem ter conhecimento, não faz nenhum sentido. Claro que no dia a dia, numa conversa informal, a gente pode omitir uma opinião pessoal sobre as coisas, mas a gente deixa claro que é uma opinião pessoal, superficial e é numa conversa informal. Agora, se eu vou pro campo da formalidade, onde eu me proponho a escrever um livro ou fazer um conteúdo para criticar uma teoria e eu não conheço a fundo essa teoria, isso é irracional, isso é sem sentido, isso é antiético. E aí Kardec diz, né, é preferível produzir um só trabalho bom a fazer 10 maus. Kardec mostrando a questão também da qualidade versus a quantidade, né? É muito importante que você se dedique a alguma coisa e procure ter, pelo menos ter uma qualidade nessa uma coisa. É uma brincadeira que a gente sempre conversa, né, que atualmente as pessoas sabem, elas sabem pouco sobre muita coisa. Todo mundo sabe pouco sobre muita coisa, mas o ideal é que a gente se detenha em pelo menos uma dessas coisas. aprofundar. Claro que o nosso tempo é ele é escasso, mas pelo menos alguma coisa a gente tem que aí reservar nosso tempo. Claro que a gente pode ter buscar conhecer várias coisas, ter uma cultura geral, isso é importante, isso é bom, isso é é um direito das pessoas. Agora, aquilo que eu vou me dedicar, aquilo que eu vou falar em nome de, é importante então que eu priorize pelo menos essa coisa e aprofunde, né? E não é o que acontece geralmente. Por exemplo, o hoje é como é muito fácil hoje publicar livros. Antigamente era mais difícil publicar livros. Hoje é mais fácil e criar um canal e falar publicamente é mais fácil ainda. Antigamente para você falar você tinha que ter acesso a um
je publicar livros. Antigamente era mais difícil publicar livros. Hoje é mais fácil e criar um canal e falar publicamente é mais fácil ainda. Antigamente para você falar você tinha que ter acesso a um jornal, uma revista, uma um canal de televisão, uma rádio. Hoje você tem as redes sociais na sala da sua casa que você abre aí uma câmera e o microfone, você fala o que você quiser. Então, as pessoas se propõem a falar de tudo, mas são poucas aquelas que falam com seriedade daquilo que se propõe. E isso isso inclui os o próprio espiritismo. Vejam quantos canais usando o nome do espiritismo. Quantas redes sociais usando o nome de Kardec, porque é mais grave ainda, porque a as pessoas usam a palavra espiritismo para significar várias coisas. Agora, quando eu falo Kardec é mais direto ainda, né? Quantos canais eh perfis com o nome e a foto de Kardec você abre, não tem Kardec lá. Hoje mesmo eu tava fazendo que eu eu pelo menos uma vez por mês eu faço isso, né? Eu vou nas redes sociais e digito assim na barra de pesquisa Allan Kardec e dou enter e aí eu vou vendo o que que o pessoal tá fazendo, né? Tem coisas que para mim soa como deboche. Não pode ser possível. Você abre eh eh canais que diz assim: "Página sobre Allan Kardec, aí você abre, não tem uma frase de Allan Kardec. Aí eu fico pensando o que que passa na cabeça da pessoa que faz isso. Então você tem o problema de das pessoas que estão fora ou que são contrárias à teoria espírita, que falam sem conhecer e você tem pessoas que são estão dentro do movimento espírita que falam também sem conhecer. Ambas estão erradas. A gente tem que ter um mínimo de conhecimento. Óbvio que a gente nunca vai saber tudo. É uma teoria muito grande, mas a gente tem que ter um mínimo de seriedade, um mínimo de estudo para se propor a falar. Porque é como eu falo, não faz nenhum sentido a gente, por exemplo, anunciar o nosso estudo é o que é o espiritismo. Aí vocês chegam aqui na nossa live, a gente tá falando de outra coisa. É uma coisa meio maluca, né? E eu acho
faz nenhum sentido a gente, por exemplo, anunciar o nosso estudo é o que é o espiritismo. Aí vocês chegam aqui na nossa live, a gente tá falando de outra coisa. É uma coisa meio maluca, né? E eu acho mais maluco ainda ter público, porque se eu entro numa página que diz que vai falar sobre uma coisa, entro nessa página e ela não tá falando sobre aquela coisa, eu não fico ali, né? Porque o meu interesse é a coisa que ela prometeu e não entregou. Então me surpreende que pessoas façam isso e me surpreende que pessoas assistam isso, porque eu digo que vou falar de Kardec, abro aqui a p, vocês vêm aqui me ver e a gente tá falando de do quê? de outro assunto. Então é um comportamento hoje muito muito comum pela facilidade de de qualquer pessoa abrir e falar, né? E como a gente tá, como diz Kardec, né? É preferível produzir um só trabalho bom a fazer 10 maus. Então procure na sua vida, se por exemplo, você quer aprender espiritismo, se dedique aí às obras de Kardec. pegue aí, comece pelas obras que ele escreveu, na ordem que ele escreveu, da mais simples a mais profunda. Reserve um tempo no dia ou na semana para ler. Procure canais e vídeos que tratem do assunto Kardec, se é o que você quer aprender e se dedique a isso. Escolha alguma coisa para você aprofundar, para você ter um conhecimento mais profundo, né? Para que a gente não viva uma vida superficial. em tudo, né? Faço para vocês. >> É, nesse trecho, Kardec continua tratando da da qualidade do crítico, né? Então, eh, na verdade é um desenvolvimento do que ele tinha afirmado antes, né? Ah, o crítico, ele deve, o primeiro dever do crítico, né? Basicamente ele fala isso lá em cima. O primeiro dever do crítico é saber conhecer bem do que do assunto de que trata, né? Saber eh ter lido todos os livros, conhecer as possíveis críticas, etc. Ah, e existiam maus críticos naquela época e existem maus críticos hoje também, né? É, é muito difícil a gente pensar, falar hoje da, da, da emissão de opinião sobre os assuntos sem pensar nas
s, etc. Ah, e existiam maus críticos naquela época e existem maus críticos hoje também, né? É, é muito difícil a gente pensar, falar hoje da, da, da emissão de opinião sobre os assuntos sem pensar nas redes sociais, né? Hoje a gente é convidado, é quase que arrastado a dar opinião sobre tudo, né? As redes sociais viraram uma grande arena de de emissão, de opinião sobre tudo e e as pessoas elas a cada dia vem uma nova pauta e as pessoas supõe-se que no nosso sistema político, principalmente você na democracia, você deve ter uma opinião formada sobre tudo, né? E aí o resultado dessa obrigação, dessa exigência é o que o Michel falou. As pessoas sabem um pouquinho de cada assunto, de vários assuntos, de forma superficial. Esse é o problema. Se você precisa dar opinião sobre todos os assuntos, é humanamente impossível conhecer a tudo. Então, as pessoas acabam se tornando superficiais, não se aprofundam em nenhum assunto, né? Não se aprofundam em nenhum tema. Então, isso é um grande problema do do nosso tempo, né? já era lá no no século XIX, porque o debate público, como a gente conhece hoje, ele vai se formar ali no século XVI, Revolução Francesa, de lá para cá é que se formou esse debate público, como a gente conhece, ele foi só se alterando devido às questões tecnológicas, né? Mas é isso, a gente a gente é tem essa exigência muito grande. E o espiritismo ele acaba ficando numa posição complicada por vezes, porque tanto cientistas quanto religiosos acabam se ah acabam se dando o direito de opinar sobre o espiritismo sem conhecê-lo, né? Muitos, muitos cientistas ah, ridicularizam, menosprezam, acham que não é uma verdadeira ciência e os religiosos eh acabam dando a sua opinião do ponto de vista da religião, muitas vezes preconceituosa, né, sem conhecer de fato, principalmente no Brasil, que no século XX o espiritismo se tornou muito popular, cresceu bastante. Então, é muito difícil uma pessoa que não conheça alguém que seja espírita, né? Algo um católico, um evangélico.
te no Brasil, que no século XX o espiritismo se tornou muito popular, cresceu bastante. Então, é muito difícil uma pessoa que não conheça alguém que seja espírita, né? Algo um católico, um evangélico. Eh, difícil essas pessoas não conhecerem ninguém espírita. Todo todo religioso, toda pessoa no Brasil tem algum conhecido espírita, eh, um uma mãe, um primo, uma tia, um tio, um vizinho, um amigo, alguém. E aí a pessoa tira a visão dela sobre o espiritismo do que esse parente, esse amigo diz que é o espiritismo, né? Então isso é um grande erro eh que Kardec vai mostrar para você emitir uma opinião. Você precisa conhecer daquilo, né? uma coisa simples, mas que o ser humano ele tem uma dificuldade muito grande de aprender. O que me chama a atenção, né, eh, no comentário de Kardec, quando, né, ele fala assim, olha, se você não tem tempo para ler, que não tem tempo para ler, para estudar o que o que quer debater, então não faça. Isso é isso é lógico, né? E e o que é interessante, naquele século, e a gente vai ver isso nas revistas espíritas, as obras de Kardec faziam sucesso. A as revistas, a revista espírita, ela era algo extraordinário. As pessoas ficavam ansiosas esperando o próximo volume. Chegava a ponto de cobrar do próprio Kardec. Por e por que que eu estou comentando isso? Ah, até aí antes da pandemia eu conheci casa espírita que não conhecia a revista espírita, nunca tinha ouvido falar. Esse é primeiro conheci uma outra que o dirigente tinha as revistas nunca havia lido, porque elas eram guardadas como relíquias. Tem encap tudo bonitinho, não guardar. Não, não, não mexi. Então veja, a hoje, como o José comentou, com o advento da internet, todo mundo tendo acesso, isso ficou perigoso no tempo de Kardec, quando ele fala pro crítico assim, publica o seu livro para nós, vai ser ótimo, vai ser a propaganda que nós precisamos e você vai ser ridículo, vai ser ridicularizado, porque o Kardec sabia primeiro o pessoal lia, queria saber, debatia e sempre estava em contato com Cadeca, na grande maioria,
aganda que nós precisamos e você vai ser ridículo, vai ser ridicularizado, porque o Kardec sabia primeiro o pessoal lia, queria saber, debatia e sempre estava em contato com Cadeca, na grande maioria, para tirar dúvidas. Então, o pessoal realmente tinha interesse no conhecimento da da ciência espírita, dos princípios espíritos, ao passo que hoje não. Hoje se um um bambã que se diz espírita falar um monte de asneira como falam, é tido como lei. Então veja que a coisa inverteu no século XIX era uma divulgação para o espiritismo. Hoje isso é nocivo, né? Eu tenho visto pessoas sérias fazendo reactes, né, reagindo a alguns comentários, que isso é extremamente necessário para que a gente consiga, né, quem tem essa essa essa eh capacidade de ir mostrando para o público, para aqueles que buscam esses esses reactas essas informações, começar a ter uma outra visão que não essa que entrou no Brasil. de um espiritismo todo místico, um espiritismo religioso, uma religião, um espiritismo completamente diferente daquele que foi, né, eh, configurado por Kardec, né, nos moldes Kardequianos. Então, veja que a coisa hoje é tá perigoso, né? Conversávamos agora esses dias, o Michel eu, justamente sobre isso. Há pessoas falando muitas coisas perigosas que se dizem espírita e contra o espiritismo, que é algo estranho. E essas pessoas precisam receber as devidas respostas às reações, para que quem assiste, quem segue essa, esse crítico possa ouvir uma outra opinião de um cardequiano verdadeiro. Eu acho que isso é é muito importante. Eu tô fazendo esse comentário porque eh eh, né, o o que os meninos aqui comentaram, acredito que já foi profundo e me veio aqui no na aqui na lembrança tudo isso que nós estamos vivendo hoje, o mal que estão fazendo para o espiritismo pelo simples fato de o movimento espírita desconhecer Kardecamente. Claro que melhorou, né, com com a com a internet, com as lives, com tudo isso que nós estamos vendo aí, as redes sociais, Kardec está sendo mais divulgado, mas ainda está além daquilo
er Kardecamente. Claro que melhorou, né, com com a com a internet, com as lives, com tudo isso que nós estamos vendo aí, as redes sociais, Kardec está sendo mais divulgado, mas ainda está além daquilo que precisa, né? Acho que precisamos de mais gente, gente que tem conhecimento mesmo para mostrar o verdadeiro Kardec, o verdadeiro espiritismo como tem que ser e não esses críticos todos que nós estamos vendo aí. Críticos, diga-se de passagem, que se dizem espíritas. Michel, >> é isso aí. O Lauro comentou sobre o os react, né, que hoje hoje tá na moda na internet. E aqui eu quero já aproveitar para dar boa noite pro canal Mesa Girante, né, canal do Rafael e indicar para as pessoas que que estão nos assistindo que pesquisem pelo canal Mesa Girante do Rafael, porque o Rafael eh faz esses reacts, né, ele ele pega alguns vídeos do de pessoas que falam sobre espiritismo. E aí ele teste considerações e faz análises. E eu sempre indico, uma das páginas que eu indico é a do Rafael. Por quê? Porque ele demonstra que estuda Kardec, né? Então ele sempre na nos rects dele, ele mostra ali ah textos de Kardec para comparar com aquilo que a pessoa que ele tá analisando falou, né? Depois, porque ele também faz isso de uma maneira muito elegante, muito educada. Então, não se trata de um de uma baixaria onde a pessoa pegou um vídeo lá, um react xingando, sendo mal educado, não. Mesmo diante do de muitos absurdos que ele analisa lá, ele faz uma crítica e uma análise muito ponderada sobre o assunto. Então eu indico, o Rafael sabe disso que eu compartilho lá no Instagram, mas eu aproveito que ele tá aqui hoje para além de dar boa noite e dizer paraas pessoas, procurem o canal Mesa Girante e e vejam lá os reacts que ele coloca comparando com a opinião kardequiana, né? Isso é por que que isso é muito importante? O Lauro comentou um pouco sobre isso, porque Kardec fazia isso. Então não é é uma é uma coisa que ele fazia na sua época. Kardec tinha revista espírita e ele publicava as opiniões, inclusive contrárias ao
uro comentou um pouco sobre isso, porque Kardec fazia isso. Então não é é uma é uma coisa que ele fazia na sua época. Kardec tinha revista espírita e ele publicava as opiniões, inclusive contrárias ao espiritismo. Ele publicava na íntegra e depois ele fazia as considerações deles. Então o leitor ele podia comparar ali as as opiniões, que é a melhor forma da gente aprender, entende? A melhor forma da gente aprender é comparando. Então, vem alguém diz alguma coisa, a gente pega, compara com a outra opinião e aí a gente tem elementos para usar a razão e e procurar ir construindo a a nossa convicção. Kardec isso. Então hoje quem fizer isso com civilidade e com conhecimento de causa, é muito importante fazer isso. O movimento espírita não deveria se incomodar com isso, achar que não, não pode, é falta de caridade, nada disso. Falta de caridade seria se a pessoa fosse mal educada, se falasse mentiras. Agora, eu obtecer uma opinião crítica sobre uma outra opinião que foi dita publicamente, isso só enriquece, porque é nessa nessa troca de opiniões e discussões públicas que a gente vai então enriquecendo o conhecimento, as pessoas vão dando as suas perspectivas e quem vai tendo acesso a todas elas pode fazer seu julgamento. Então, é muito importante isso. O canal Mesa Girante faz. Eu pretendo começar a fazer. Já tô terminando. Terminei ontem de noite eu terminei o o a pesquisa, né, do primeiro vídeo que eu vou fazer, que é sobre o Chico na TV Tupi lá na em 1971. Aquelas duas entrevistas enormes que ele deu na TV Tupino, chamado Pingafogo, né? Ah, o, por exemplo, o projeto que eu tenho nosso lar segundo espiritismo, eu pretendo comparar o que diz André Luiz com o que diz Kardec. Então, é no sentido sempre de comparação, né? É muito importante a gente se acostumar com isso, com esse debate público, racional e livre e, claro, dentro dos limites da civilidade, da urbanidade, da educação, mas deixando claro o seu posicionamento. Porque ser educado não significa concordar. Eu posso deixar claro a minha
ional e livre e, claro, dentro dos limites da civilidade, da urbanidade, da educação, mas deixando claro o seu posicionamento. Porque ser educado não significa concordar. Eu posso deixar claro a minha opinião. Olha, eu concordo, eu discordo, eu concordo em parte, eu discordo em parte, mas é importante a pessoa ter essas visões. E é muito importante que o movimento espírita se habitue a ter uma visão cardecista, porque a gente tem diversas visões no meio espírita, por não dar espaço também para os cardecistas opinarem. É importante as pessoas terem o lado dos cardecistas para elas compararem os argumentos, né? Então fica aqui a nossa o nosso boa noite, a nossa indicação e só para complementar, ele complementou aqui, né? Obrigado, Michel. Só peço que quem acompanhar não abra a mão do discernimento, muito menos repita cegamente o que eu digo. Concordo também. É que nem a gente a gente brinca falando sério aqui, né? que o nosso papel é incentivar as pessoas a estudar Kardec, fazer com que elas cheguem até a obra, até a fonte e comparem, né? A pessoa vai ler as 23 obras de Kardec e vai comparar, vai pegar os nossos canais, os conteúdos dos outros e vai começar a comparar e construir com seu próprio raciocínio para que seja uma fé verdadeiramente raciocinada, né? Então isso é importante, isso que é muito importante, esse essa esse novo hábito que eu espero que mais canais se habituem a fazer isso, né? E outra coisa, só para concluir essa parte, uma coisa que o Rafael faz e eu também pretendo fazer, né? E a gente sempre se propôs a fazer aqui. Quando a gente vai criticar algum conteúdo, a gente dá o nome. Por quê? Porque aí as o público que tá vendo tem a oportunidade de ir até quem a gente tá criticando para também ouvir o que ela tem para dizer, porque acontece uma coisa muito, que a gente já comentou isso aqui, né? Muitas vezes os o a o no meio espírita ou até fora o o cara tá criticando, mas ele não diz quem ele está criticando. Aí não dá chance pra pessoa que defende
ito, que a gente já comentou isso aqui, né? Muitas vezes os o a o no meio espírita ou até fora o o cara tá criticando, mas ele não diz quem ele está criticando. Aí não dá chance pra pessoa que defende aquela ideia se defender. O público não fica sabendo. Então a gente sempre procura, ao criticar dizer quem a gente está criticando, o que a gente está criticando. Essa crítica honesta e sincera, aberta, é importante também, porque aí dá a chance da pessoa também lá conferir o o canal que a gente tá criticando, o autor que a gente tá criticando. Isso também é muito importante. A ainda falando mesa diante, né, o Rafael sabe disso. Existem pessoas que respondem as críticas dele, mas não citam ele, né, que é para pro público não ir olhar o canal dele e ouvir os argumentos dele. Isso é um debate desonesto também. A gente tem que deixar claro sobre o que que a gente tá falando para que o público tenha acesso a todas as informações para poder formar o seu juízo, né? Então isso é muito importante. Se vocês querem colocar mais alguma questão, senão eu continuo a leitura aqui. >> Eu quero aproveitar já, já que estamos falando no canal do do do Rafael, né? Hoje a gente tava até assistindo um vídeo da questão das intervenções cirúrgicas no além. É o título que está na obra chamado eh Quem Somos ou Quem São, algo assim o nome do título. O Rafael, se ele lembrar, ele pode colocar para nós aqui no chat. Eu acho que é quem são. Quem são. Eh, é o capítulo 18 dessa obra, viu? Eh, então veja, é uma informação estranha de um parto, uma cesárea, um parto, não sei, no mundo espiritual, quando o espírito desperta, está amamentando. Por isso que eu disse agora a pouco o quão isso é perigoso, essa essas essas informações. E se não tiver pessoas que reajam reajam contra essas informações, embora que esse vídeo é um vídeo antigo, né? agora que, né, o Rafael expôs ele, mas foi importante porque quem quem assistir pode sentir o mal-estar, principalmente quem é chiquista é um um fã do Chico, mas de alguma forma isso
vídeo antigo, né? agora que, né, o Rafael expôs ele, mas foi importante porque quem quem assistir pode sentir o mal-estar, principalmente quem é chiquista é um um fã do Chico, mas de alguma forma isso vai surtir um resultado, seja agora ou seja mais na lá na frente. O importante é que não coloque o espiritismo como algo ridículo. Espíritos que no mundo espiritual dão a luz, amamentam, né? Isso põe o espiritismo numa condição de algo muito ridículo e não é bom. Michel, é, ô José. >> Ah, não, por mim a gente pode continuar com o texto. >> Vamos lá. Lembrando que esse esse texto que fala de um parto no mundo espiritual é uma obra que veio pelo Chico, colocando parto no mundo espiritual. Mas vamos lá, vamos continuar aqui. Então vai responder ao crítico. Não acrediteis que minha opinião, se tenha formado levianamente. Vi mesas girarem e produzirem sons como de pancadas. Vi pessoas escreverem o que, segundo diziam, lhes ditava os espíritos. Estou, porém, convencido de que nisso há charlatanismo. E aí Kardec responde, ele responde com uma pergunta, né? Quanto vos cobraram para mostrar-vos essas coisas? E ele responde: "Nada por certo." E aí diz Kardec: "Ora, aí tendes charlatães de uma espécie singular que vão reabilitar o nome de sua classe. Até o presente não se tinha ainda visto os charlatães desinteressados. Suponhamos que um gaiato de mau gosto tenha querido uma vez divertir-se assim. Será crível que as outras pessoas presentes pactuassem com ele? Demais, com que fim se fariam elas cúmplices de uma mistificação? Direis que com o fim de recriar a sociedade. Concordo em que uma vez se prestassem até o brinquedo. Porém, quando esse brinquedo dura meses e anos, julgo que o mistificado é o próprio mistificador. Não é provável que só pelo gosto de fazer que creiam em uma coisa que ele sabe ser falsa, alguém vai passar horas inteiras e móvel agarrado a uma mesa. O gosto não equivaleria a pena. Eu vou parar aqui antes só pra gente não ler muita coisa e deixar passar, né? Depois a gente continua.
sa, alguém vai passar horas inteiras e móvel agarrado a uma mesa. O gosto não equivaleria a pena. Eu vou parar aqui antes só pra gente não ler muita coisa e deixar passar, né? Depois a gente continua. Vejam que aqui o o crítico ele vai dizer que ele viu algumas manifestações, né? Ele viu mesas, ele viu as mesas girantes, as pancadas e a psicografia. Mas ele diz assim: "Estou, porém convencido de que há nisso charlatanismo." Ele volta a afirmar que para ele as manifestações são falsas. Mas é curioso porque ele sempre afirma que é que há uma falsidade e agora ele afirma algo mais grave do que falsidade. Ele afirma que é charlatanismo, mas ele nunca diz o porquê. Ele não dá o fundamento da da opinião dele, né? É, a primeira ele diz lá no início que ele não acredita, ele acha que são falsas e agora ele diz: "Estou convencido de que há nisso charlatanismo". E aí Kardec começa a mostrar o o a primeira contradição da afirmação dele, né? Porque e Kardec disse: "Se cobraram alguma coisa pelas sessões?" Ele diz que não. Pois ó, então como que vai ser charlatanismo se não foi cobrado nada? Então é é como ele diz, são charlatães de uma espécie singular. Porque eu digo que a pessoa tá fazendo aquilo por dinheiro, então ela está enganando, fazendo de conta que tem um fenômeno ali tá acontecendo para ela ganhar dinheiro, mas ela não cobrou. Então, olha a contradição e é muito comum eh desde a época de Kardec aqueles que negam os fenômenos falarem das fraudes. Isso é muito comum. Então, a pessoa nega porque ela diz assim: "É fraude". O que a pessoa não percebe que mesmo que exista fraude, porque o espiritismo não nega que exista fraude, o espiritismo não nega que possa existir charlatanismo. O problema é que você não pode dizer que todos os casos são fraudes e todos os casos são e é charlatanismo. Porque se eu aplicar essa lógica para o espiritismo, eu tenho que aplicar para todas as ciências. Então eu teria que dizer que, bom, a biologia, a biologia é falsa, viu? A química é uma, é uma falsidade.
que se eu aplicar essa lógica para o espiritismo, eu tenho que aplicar para todas as ciências. Então eu teria que dizer que, bom, a biologia, a biologia é falsa, viu? A química é uma, é uma falsidade. Por quê? Porque aqueles fenômenos lá que eles dizem explicar que lá tudo é charlatanismo, é fraude. Veja, não faz nenhum sentido eu simplesmente negar acusando de fraude se eu não tiver elementos para provar que aquilo foi fraude. Agora, se eu tenho fenômenos que estão acontecendo em todos os lugares do mundo pelas mais diferentes tipos de pessoas, seja do ponto de vista intelectual, financeiro, cultural e mais, eu tenho esses mesmos fenômenos espalhados no mundo e também espalhados na história da humanidade. Ora, que espécie de charlatanismo curioso é esse? Que é uma coisa que tá espalhada, que está em todos os tipos de cultura, na casa das pessoas, eh, entre ricos e pobres, pessoas ignorantes, pessoas sábias. Então, a generalidade de um fenômeno, ele vai mostrando que eu tentar dizer que todos esses casos é uma é uma fr uma fraude e um charlatanismo, sendo que ele mesmo diz, quando ele diz que é charlatanismo, que o que ele acompanhou nada foi cobrado. Eu vou mostrando como a opinião do crítico, ela é frágil de simplesmente dizer: "Olha, só porque ele não admite, ele vai chamar de fraude." Mas pera aí. Só o fato de você não admitir sem dar bons argumentos, coisa que ele não fez em nenhum momento. Ele inclusive diz que ignora a ciência, isso já demonstra que ele é um mau crítico. Só que agora além de ser um mau crítico, ele tá sendo, ele tá indo para algo mais grave. Ele tá acusando pessoas de algo ilegal e imoral, mas ele também não prova. Pelo contrário, quando Kardec pede a o fato essencial do charlatanismo, ele diz assim: "Não, não cobraram nada". Esse é um ponto que vejam que vai mostrando como ele tá simplesmente querendo negar, mas ele não dá boas razões ou provas sérias do que ele tá afirmando. Por isso que ele é um mal crítico. E aí Kardec fala: "É claro que as
jam que vai mostrando como ele tá simplesmente querendo negar, mas ele não dá boas razões ou provas sérias do que ele tá afirmando. Por isso que ele é um mal crítico. E aí Kardec fala: "É claro que as pessoas podem fazer coisas para chamar atenção, para se divertir. Isso é possível. Então veja, o espiritismo não nega isso. Mesmo que a pessoa não cobrasse, então ela não é charlatã, mas de alguma maneira ela tá fazendo ali um espetáculo para chamar atenção. Isso é possível? É possível. Agora, muito cuidado. Quando você vai ver a história dos fenômenos, aí você vai ver como esse tipo de raciocínio não se enquadra para aquelas pessoas que participaram dos fenômenos. Você tinha pessoas que ao acontecer os fenômenos elas eram prejudicadas porque elas perdiam, elas eram ridicularizadas, perseguidas, perdiam a privacidade, elas eram investigadas, gerava todo um transtorno paraa vida das pessoas em muitos casos. Então, é uma coisa curiosa. Como é que pode eu posso dizer que a pessoa tá fazendo aquilo para obter uma vantagem? sendo que o a história daquele caso tá mostrando que não teve eh vantagem nenhuma, pelo contrário, a família passou a ser prejudicada tanto a sua credibilidade quanto até materialmente. Por isso que a gente tem vários relatos na revista espírita, né, de famílias que tinham uma vida tranquila, uma vida equilibrada e virou um inferno por causa das manifestações. Então você poderia pensar, como que isso pode, eu posso dizer que a pessoa tá tirando uma vantagem sendo que ela tá se prejudicando e depois você tem você tem, como ele diz aqui, né, a hora que ele diz do do tempo, quando um brinquedo dura meses e anos, julgo que o mistificado é o próprio mistificador. O gosto não equivaleria à pena. Aqui vem um outro problema. a gente tem uma série de fenômenos acontecendo entre pessoas que sofriam com isso. A gente tem também entre pessoas que eram eh eh reconhecidamente dignas e honestas. E a gente tem o tempo também que isso durou, apesar de todas as investigações
do entre pessoas que sofriam com isso. A gente tem também entre pessoas que eram eh eh reconhecidamente dignas e honestas. E a gente tem o tempo também que isso durou, apesar de todas as investigações possíveis. Por isso a importância da revista espírita de colocar os relatos dos fenômenos. Por isso que Kardec fontes. Kardec tinha testemunhas que eram da própria eh pessoas que eram correspondentes da própria revista espírita. Kardec tinha o relato das pessoas em si, dos jornais, daqueles jornais que eram inclusive contrários ao espiritismo. O relato da polícia, há vários e vários casos que a gente vai acompanhar na revista que a polícia era chamada e e passava a fazer plantão na casa dessas famílias onde os fenômenos aconteciam. Então, por isso que a importância de você ter um um uma quantidade significativa de relatos de diversas fontes fidedignas servem para poder colocar por terra essa visão que o o crítico aqui vai tentar colocar. Ah, não, mas é charlatanismo. Pera aí. É claro que vai ter casos em que você vai ver que houve isso mesmo, ou que houve fraude ou que as pessoas estavam enganando. Agora, você dizer que todos são seria a mesma coisa que você dizer, como eu citei o exemplo no início da minha fala, né? Então, bom, então para todas as ciências, eu vou usar esse argumento que é fraude, que o o cientista tá inventando aquilo para ganhar dinheiro. Então, quando você olha com um pouquinho mais de racionalidade e tem acesso aos casos em particular, e esses casos não são poucos e nem restritos, você vai ver, pera aí, mas tá acontecendo no mundo inteiro. Eu tenho os relatos de pessoas desinteressadas no assunto. Eu tenho até relatos de pessoas que não são espíritas, como os jornais da época. E eles estão narrando que aquilo acontecia com dezenas de testemunhas, inclusive com a polícia investigando. Então essa ideia aqui agora que Kardec começa a discutir com junto com o crítico e que ele vai por esse caminho, a gente tem que ter muito cuidado. A gente não pode nem aceitar cegamente e
vestigando. Então essa ideia aqui agora que Kardec começa a discutir com junto com o crítico e que ele vai por esse caminho, a gente tem que ter muito cuidado. A gente não pode nem aceitar cegamente e ingenuamente os relatos de algum fenômeno espírita, mas muito cuidado quando a gente acusa pessoas. Quando eu vou pro campo da acusação, chamar a pessoa de charlatã, a gente não para para pensar que se eu falar isso levianamente, olha a gravidade de eu chamar alguém de charlatão e não conhecer o detalhe, a verdade da história, do relato, do caso, acusar alguém inocente de criminosa. Só porque você é contra criminosos, aí você vai tachar inclusive pessoas inocentes de criminoso. Então tem que ter muito cuidado. Kardec em diverso, só para concluir a minha fala e passar para vocês, Kardec em vários momentos vai tratar de casos que houve fraude na própria revista, mas em vários desses momentos ele mostra a o cuidado que Kardec teve até se chegar à conclusão de que realmente era fraude. Que pior do que negar o fenômeno é negar acusando só porque a gente não gosta, não entende ou não acredita. Aí é pior ainda, porque se a pessoa diz: "Ah, eu não acredito, isso aí é uma bobagem". Veja, ela já está equivocada, porque eu não posso omitir uma opinião assim, mas pelo menos é só uma opinião. Agora, quando eu discordo e ainda chamo o outro de criminoso, eu tenho que ter muito cuidado. Claro que se for realmente um crime é vantagem. E ético que a verdade vem à tona, mas quando se trata de uma acusação grave, eu tenho que ter bons elementos para fazer a acusação, porque senão daí senão a coisa se inverte contra mim. Eu sou o paladino da verdade e da transparência das coisas. E aí começa a acusar todo mundo de criminoso, mas daqui a pouco o criminoso tô sendo eu. Porque acusar pessoas inocentes de um crime é crime. Então é é preciso que o espírita tenha muita cautela. Eu sei que hoje tem tem canais que são dedicados a denunciar falsos fenômenos, falsos médiuns. E é óbvio que todo espírita sério é a
rime é crime. Então é é preciso que o espírita tenha muita cautela. Eu sei que hoje tem tem canais que são dedicados a denunciar falsos fenômenos, falsos médiuns. E é óbvio que todo espírita sério é a favor que se denunciem as fraudes. Agora, muito cuidado para você fazer isso de maneira correta e séria. do que se você criar um canal, um programa, um projeto em que você queira denunciar eh pessoas corruptas, mentirosas, criminosas e daqui a pouco você começa a acusar pessoas inocentes, aí é pior. Então, a gente tem que ter muito cuidado para fazer as avaliações. E é como Kardec mostra aqui pro crítico, agora ele foi pro pro caso do charlatanismo e Kardec mostra, mas pera aí, mas não lhe cobraram nada. Então você tem que não pode usar esse a eh o o conceito de charlatanismo se não foi cobrado nada. Claro que pessoas podem enganar mesmo sem cobrar. Isso também vai ser discutido por ele. Mas veja, cada acusação eu tenho que ter uma seriedade e uma coerência para que o leviano e o responsável e até o criminoso não seja eu, né? Passo para vocês. >> Eu acho que o raciocínio de Kardec é perfeito aqui, né? né? Esse trecho, ele se referindo aos charlatães. É, é muito é muito interessante o processo que Kardec faz, que tá presente na ciência de discutir as diversas hipóteses que existem. A gente sempre lembra disso, né? Porque é um processo e a gente conheceu isso por conta do cosm, né? que vem da no debate da filosofia da ciência da abdução. Abdução simplesmente é o tipo de raciocínio que a gente formula hipóteses para para explicar um fenômeno. Surgem diversas hipóteses e aí você começa a comparar as hipóteses para ver qual é mais crível. exatamente o que Kardec tá dizendo aqui. E essa hipótese de charlatanismo, ela não é crível por várias razões. Eh, lembrando que assim o se essa hipótese do charlatanismo fosse verdadeira, não existiriam espíritos, né? é uma hipótese que tenta explicar os fenômenos exclusivamente pelo charlatanismo. E o espiritismo não. O espiritismo ele
essa hipótese do charlatanismo fosse verdadeira, não existiriam espíritos, né? é uma hipótese que tenta explicar os fenômenos exclusivamente pelo charlatanismo. E o espiritismo não. O espiritismo ele reconhece a existência dos espíritos e reconhece que possa haver eventualmente fraude ou charlatanismo. Isso tem que ficar claro, né? Mas o raciocínio de Kardec avaliando essa hipótese é perfeito. Aqui a gente avalia do ponto de vista da razoabilidade, da probabilidade. É razoável essa essa hipótese? Eh, é, é provável que isso pudesse acontecer pelo bom senso. A gente avalia, pela lógica, pela razão. E Kardec tá fazendo isso aqui, ó. Se um enganador gaiato, que tá aqui na na tradução, né? Se uma pessoa que quer fazer uma piada de mau gosto, ela ela iria conseguir envolver todas as pessoas ali naquela sala para enganar. Ah, e com que objetivo fariam isso? Não é para ganhar nada. Hoje em dia na internet tem muita pegadinha, tem muita brincadeira de mau gosto assim, né, no YouTube. Só que as pessoas ganham muito dinheiro para fazer isso, não é de graça, certo? Canais enormes que fazem pegadinha, fazem essas piadas aí na rua. Eh, as pessoas ganham dinheiro, tem um objetivo ali, não é de graça. Então, realmente dentro do que o do dessa hipóse do charlatanismo na nesse sentido do cara não ganhar nada, como disse o visitante, né? o cara não cobrou nada para para fazer a experiência, não faria nenhum sentido. Então, Kardec é muito racional na na avaliação que ele tá fazendo da hipótese. A pessoa até poderia fazer uma vez, mas se prestar a fazer isso ao longo de horas, de dias, de meses, realmente, como ele diz aqui, não não valeria a pena o esforço para não ganhar nada e e ficar enganando as pessoas assim. O o enganador, o mistificador, aquele que frauda, ele faz isso com objetivo determinado. Ele não é bobo, né? Ele é racional no sentido de que ele estabelece meios para um fim e esse fim tem que ser algum benefício para ele financeiro, geralmente. Por que que as pessoas dão
vo determinado. Ele não é bobo, né? Ele é racional no sentido de que ele estabelece meios para um fim e esse fim tem que ser algum benefício para ele financeiro, geralmente. Por que que as pessoas dão um golpe no WhatsApp, no Pix? Não é só para ficar enganando, para se divertir, para rir da cara dos outros. Ninguém faz isso, né? O cara gasta tempo porque ele vai obter um benefício ali, ele vai ter, ele vai enganar a pessoa e vai receber um Pix ali, vai receber dinheiro, alguma coisa, né? Então, eh eh basta você avaliar de maneira de maneira isenta e racional essa hipótese para ver que ela não é que ela realmente não faz nenhum sentido. E o Rafael da do canal Mesa Girante comentou algo muito muito eh muito correto aqui, né? Por isso que a disseminação das reuniões familiares é tão importante. Eh, supor que as pessoas na intimidade estão fraudando para si mesmas é algo sem sentido. Perfeito. É, não faria sentido as pessoas estarem fraudando aquelas comunicações ali no na vida privada delas, né? Fora os elementos de identidade que é mais fácil de identificar. Fora essas questões, de fato, nessa hipótese da do charlatão, da do engano aqui, não faria nenhum sentido, né? Eu acho que no no século XIX era muito comum, tem até um filme eh me fugiu o nome agora, eu não eu não sei, não tenho certeza se é o Ilusionista ou Truque de Mestre, não sei, tô confundindo agora. Mas é um filme do diretor do Christopher Nolan, eh, que mostra, >> é, tem dois, né, que mostram esse período do século XIX, eh, se passa na Inglaterra, se eu não me engano, em Londres, eh, da dos caras que faziam mágica e os ilusionistas que enganavam, etc. Mas aí tinha um público enorme, tinha e tinha dinheiro, os caras cobravam entrada, né? Então esse tema, esse, esse assunto era bem bem comum no século XIX, né? Então acho que Kardec teve que é, se a nossa vida para defender o espiritismo hoje não é fácil, imagina a de Kardec naquela época com a quantidade de de críticas e e que ele tava vivendo o momento, né?
ntão acho que Kardec teve que é, se a nossa vida para defender o espiritismo hoje não é fácil, imagina a de Kardec naquela época com a quantidade de de críticas e e que ele tava vivendo o momento, né? Imagina um monte de ilusionista enganando as pessoas com shows e plateia. E Kardec, no meio desse contexto tendo que defender o espiritismo e mostrar que era uma coisa diferente dessas, né? Imagino que devesse ser muito difícil para ele, mas ele sempre calmo, frio e racional, né? É isso que a gente vê refletido aqui no texto. É, é muito interessante. É, a Vanusia até colocou aqui, tem o o truque de mestre que é do Nolan que é com eh e tem o outro filme que é O Ilusionista. Tem tem dois diferentes, mas realmente é isso mesmo. >> É, no ilusionista ele simula até a aparição de uma alma, né, de um espírito. Bom, eh o que o que acontece, né? Então, nós temos três gêneros e de contraditores, pelo menos três gêneros de contraditores ou de negadores, né, que é o que atribui aos nomes ao diabo. Então isso aí, né, admite a existência do espírito. Esse que nega, ele ele nega por negar, então tudo é eh eh charlatanismo. E aqueles que atribuem a isso a pessoas alucinadas, a pessoas loucas. No caso do crítico, ele vai por esse viés de dizer que tudo é chelatanismo, né? Mas ele não se deu trabalho, ainda seguindo na mesma linha, não se deu o trabalho de estudar. Ele poderia muito bem ter observado e vai na linha disso, do que o Rafael comentou agora, né? naquele século em que reuniões íntimas, familiares era algo comum, se ele tivesse realmente o crítico tivesse realmente a boa vontade, o desejo de realmente tirar as dúvidas, eh, eh, enfim, né, compreender o fenômeno existe ou não existe, como que eu vou, né, agir diante disso tudo? Ele ele não teve essa vontade, tanto é que ele ele parte do princípio de atribuir da charlatemis. Bom, entra aí o que o Michel comentou agora a pouco e e que vai comentar. É você colocar em cheque a dignidade das pessoas. Esse é o primeiro ponto, né? Além do que o Kadec comenta,
ir da charlatemis. Bom, entra aí o que o Michel comentou agora a pouco e e que vai comentar. É você colocar em cheque a dignidade das pessoas. Esse é o primeiro ponto, né? Além do que o Kadec comenta, fantástico. Chalatão, Charlatão que não cobra é um xalatão honesto, ele não tem interesse. Todo chalat, todo, toda pessoa que quer agir por enganar, agir enganando, ele tem o interesse por trás. A partir do momento que isso não ocorre, tá errado esse esse essa ideia, né? Nós temos aí, por exemplo, a história dos irmãos da Venor, né, que cobravam e depois foram foram desmascarados. Nós temos quando Kardec usa de poder, embora uma coisa não tem muito nada a ver com a outra, mas ele quando ele vai comentar no livro dos médiuns sobre aquela aparição em Salet, ele vai dizer assim: "Olha, nós não somos testemunhas do fenômeno, mas podemos explicar a realidade dele, a possibilidade dele, mesmo sem ter sido testemunha, não simplesmente disse assim: "Ah, isso não pode, isso é charatanismo". Não, ele falou: "Olha, a gente não é testemunha, mas o fenômeno pode ser explicado pelo espiritismo sem problema nenhum, independente se o fenômeno ocorreu ou não. Então se o charlatão tivesse tido, como se diz aqui em Minas, a pachorra de ter estudado um pouco mais, esse comentário, essa acusação de charlatanismo, ele poderia ter evitado com certeza. Eh, Michel, >> isso aí. Eh, ainda dentro dessa ideia, o o Eduardo comenta aqui: "Os grupos pequenos tinham um importante papel no estudo do desenvolvimento moral dos seus membros." É, essa ideia que o do grupo familiar que o Eduardo comenta e o o Rafael também traz, esse modos operand época de Kardec era o melhor jeito para justamente combater a ideia de fraude, né? O, a melhor maneira de você combater essa ideia de fraude é quanto mais você generalizar e ter pessoas provocando os fenômenos. Por quê? Porque aí você, quanto menos pessoas têm eh participando e provocando os fenômenos, você tem a tendência dessas pessoas se tornarem famosas, raras,
izar e ter pessoas provocando os fenômenos. Por quê? Porque aí você, quanto menos pessoas têm eh participando e provocando os fenômenos, você tem a tendência dessas pessoas se tornarem famosas, raras, importantes. é muito comum, é muito parecido com a ideia da psicografia que tem hoje, né, que a pessoa, a chamadas cartas consoladoras, eh, meia dúzia de médium fazendo isso para um país inteiro e aí você não conhece essa pessoa na intimidade, então a desconfiança tá presente ali. Agora, uma coisa é uma família na sua intimidade provocando os fenômenos. Um não vai, um não tem nenhum interesse em mentir ou enganar o outro. Então a gente tinha isso na época de Kardec. Como você tinha médiuns espalhados por todos os cantos, era muito mais difícil você ter um médium idolatrado, porque todo mundo tinha um médium ali no seu conhecido, na sua família, um próximo seu. Agora, quando eu tenho só meia dúzia e o resto tá proibido de de executar, aquele aquela meia dúzia rara começa a se tornar o quê? Popstar, né? Eles são especiais, diferentes. Então, essa diminuição provocado pelo próprio movimento espírita contribui paraa desconfiança, porque aí são pessoas estranhas, né? Agora, quando eu tenho pessoas familiares e amigos, pessoas que eu cresci junto, aí você vai dizer: "Ah, é fraude". Mas vamos imagina a gente se colocar no século XIX e alguém dizer: "Isso aí é fraude, é charlatanismo". E o cara dizer e eu dizer pro cara, é a minha mãe que tá fazendo, é meu pai, é o meu irmão que eu cresci junto. Vejam que essa intimidade ela fragiliza muito a ideia do charlatanismo, da fraude. Como a gente perdeu isso, né? A o século XX do movimento espírita fez o quê? tornou o fenô o fenômeno espírita, a prática da mediunidade, da evocação, uma coisa rara só para pessoas especiais e eleitas. Então, é óbvio, se eu vejo um anúncio que está vindo um médium paraa minha cidade, que eu não sei quem é, não sei do que que vive, não sei o que que quer e eu sei que ele tá cada vez mais famoso por causa daquilo ali,
e eu vejo um anúncio que está vindo um médium paraa minha cidade, que eu não sei quem é, não sei do que que vive, não sei o que que quer e eu sei que ele tá cada vez mais famoso por causa daquilo ali, a desconfiança tá posta. Não que isso signifique necessariamente fraude só por causa disso. Muito cuidado, que é o que eu tava falando antes. Só que o fato da pessoa fazer desse jeito suscita a desconfiança, né? Eu não conheço. Aí ele vem, ele recebe uma comunicação para mim uma vez só. Eu não tenho como averiguar, perguntar, questionar pro espírito. Agora no modelo cardequiano, não. São os próprios íntimos evocando e conversando semanalmente com aquele espírito. Então fica muito mais sólida a questão da análise da identidade para tirar as dúvidas e a questão da confiança. Então, é impressionante como o jeito que Kardec estimula também ataca esse ponto. É que nem quando eh a gente vai ver daqui a pouco, né? Já estamos hoje a gente já vai encerrar e vamos continuar o texto quarto que vem. Mas a gente a gente vai ver Kardec falando das pessoas que participavam das reuniões, pessoas que de da alta sociedade, no sentido de ter o seu nome muito respeitado naquela comunidade. Pessoas sérias que todo mundo sabiam que eram pessoas sérias participando. tinham relatos de jornalistas que se infiltravam nas reuniões e como eles viam coisas sérias acontecendo, depois eles iam paraos jornais e mentiam sobre o que tinha acontecido ali. Mas elas eram desmentidas por quê? Porque muitos líderes das sociedades espíritas ou dos grupos familiares eram pessoas muito sérias, pessoas que tinham nome. Há vários espíritas da época de Kardec que a gente vê que eram pessoas que elas não eram respeitadas só no meio espírita. Tanto que é muito curioso a gente vê na revista espírita quando começam a morrer os espíritas, né? Todos eram homenageados em jornais da época porque eram pessoas respeitadas nas suas áreas. Então, vejam todo esse conjunto do que a gente que a gente tá mostrando como ele corrobora
os espíritas, né? Todos eram homenageados em jornais da época porque eram pessoas respeitadas nas suas áreas. Então, vejam todo esse conjunto do que a gente que a gente tá mostrando como ele corrobora para eu não simplesmente aceitar um como um argumento sério o a o a ideia de ah é charlatanismo, é fraude, assim como não faz sentido, ah, é ilusão. Ou como o Lauro citou, ah, é o diabo. Aí você ia ver as comunicações da mais elevada moral. uma mãe falando para um filho, um esposo falando para paraa esposa. Então, quando você, por isso a importância de você ter os relatos, que também é uma coisa que se perdeu hoje, né? A gente não tem mais as pessoas praticando as evocações na sua intimidade e um uma revista, um jornal que reúna até pra gente ter como dado histórico, né, dos relatos. A gente não tem mais, tem a gente tem, por exemplo, que eu tenho da minha cabeça agora de memória, tem a revistaespespírita.net do net lá da Terezinha que recolhe aí e divulga e tenta fazer uma análise cardequiana lá, mas eu não lembro de outra agora que faça publicamente, pode ser que tenha, mas olha, isso é importante. A revista Espírita colaborava nesse sentido, né? Bom, eu da minha parte já quero, a gente já passou 6 minutos, quero agradecer o José, quero agradecer o Lauro, quero agradecer a todos que que participaram aqui, aqueles que sempre aqui estão, aqueles que chegaram, ao Rafael também aí com seu canal. Lembrando mais uma vez, né, procurem lá seguir e assistir canal Mesa Girante aí no YouTube e tem também no Instagram, né? E da minha parte eu desejo a todos uma um bom resto de semana. Semana que vem a gente tá de novo aí estudando e prosseguindo nesse texto ainda, nesse assunto. Eu passo pro José e o Lauro para as considerações finais e também para se despedir. >> É isso. Muito obrigado a todos. Ah, excelente estudo. Mais uma vez muito obrigado pela participação do pessoal, né? Muito bons comentários. o tema do dos grupos familiares, ele sempre retorna, né, de alguma maneira sempre retorna, porque realmente
studo. Mais uma vez muito obrigado pela participação do pessoal, né? Muito bons comentários. o tema do dos grupos familiares, ele sempre retorna, né, de alguma maneira sempre retorna, porque realmente eh é uma coisa fundamental, muito importante, que a gente acabou perdendo de de lá para cá. Então, realmente é um tema que quando a gente percebe a importância dele, a gente sempre vai voltar nesse tema. Grande abraço a todos, boa noite e nos vemos eh no próximo estudo. >> Muito bom. Também quero agradecer ao Michel, ao José, a todos que participaram aí os comentários, né, a presença do do Rafael e lembrar já convidar desde agora para segunda-feira, né, darmos continuidade no canal da Kardec Espíritos. Então, forte abraço a todos e um bom resto de semana. Obrigado, pessoal.
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