12 - I - Objetivo desta obra (parte 5) - O Evangelho Segundo o Espiritismo | estudo de Kardec

CanalFEP 28/01/2026 1:12:29

Estudo diário de segunda à sexta, ao vivo às 14h no Youtube, canal Kardectube com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (Canal Estudar Kardec) Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480

Transcrição

Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo. Você está no Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo. Estudo da obra evangélica segundo espiritismo, que é diário aqui no Kardec Tube. Você acompanha todas as tardes de segunda a sexta das 14 horas, a partir das 14 horas esse nosso estudo. Então se é é um estudo diferente, os outros são semanais, esse é diário. Então, a gente tem a oportunidade de já no dia seguinte aprender mais, trocar mais ideias, compartilhar mais conhecimento, compartilhar dúvidas, trocar aí interpretações. Esse é o bom de um estudo diário. Mas claro, Kardec Tube também tem todas as noites, de segunda a sexta, os seus estudos semanais. Na segunda noite é o livro dos espíritos. Às 20 horas, primeiro no canal do Lauro Estudar Kardec, depois a gente reposta aqui. Na terça-feira, hoje às 17:30 a gente entra ao vivo para tratar da crítica da obra Nosso Lar. Hoje a gente vai estudar o capítulo 11 da obra Nosso Lar, às 17:30. Amanhã às 20:30 a gente estuda o que é o espiritismo. Quinta-feira às 20 horas a gente estuda o site revista espírita.net. Estamos iniciamos semana passada um artigo muito interessante de uma evocação de uma ex-dirigente da casa espírita que acreditava na obra nosso lar. Ela foi evocada numa reunião mediúnica e a gente vê nesse artigo as consequências dessa crença, né, o estado que esse espírito se encontra. E na sexta às 20 horas o estudo do livro dos médiuns. Esse sim um estudo fechado só para assinantes. Então, se você quer ajudar o Kardec Tube a se manter, a crescer, a levar Kardec para mais pessoas e participar e assistir o estudo do livro dos médiuns, você assina o Kardecube, vai aqui em Seja Membro, tanto no na descrição da live quanto no próprio botão seja membro aqui do canal, você assina, ajuda o Kardecube e tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Lembrando que todos os as nossas lives ficam gravadas, então aqueles que não conseguem acompanhar no ao vivo podem assistir tudo, fica gravado, disponível,

e tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Lembrando que todos os as nossas lives ficam gravadas, então aqueles que não conseguem acompanhar no ao vivo podem assistir tudo, fica gravado, disponível, você pode assistir a hora que quiser. Então, sejam bem-vindos. Vejam, KardecTube produz muito conteúdo em torno da obra de Kardec e você nos ajuda assistindo, compartilhando e também curtindo e se inscrevendo no canal. Você, se você tá assistindo agora, pare, leva 2 segundos, você se inscreve no canal, se você não é inscrito, e aqueles que quiserem, puderem, assinem o canal. Dados os recados, nós estamos na introdução ainda, o primeiro item objetivo desta obra, onde Kardec explica porque fez o Evangelho Segundo o Espiritismo. Seguimos estudando introdução, os demais estudos estão aí gravados para quem não assistiu. Eu tenho aqui o meu amigo de projetos, Lauro Rodrigues. Eu passo para ele dar as boas-vindas também e os seus recados. >> Obrigado, Michel. Boa tarde para você. Boa tarde ao pessoal do chat que já tá chegando. Sejam bem-vindos. Fiquem à vontade para participar do estudo, comentando, perguntando e até mesmo compartilhando. E como o Michel falou, não esqueçam deixar o seu like lá, o seu joinha, muito importante, tá pessoal? E que tenhamos aí um um bom estudo. Michel Macedo. Isso aí. Vamos, já antes de iniciar a leitura, dar aí um boa tarde pros nossos amigos que nos prestigiam. Já temos aqui, vamos ver aqui, ó, os comentários do canal do Laurio Sudar Kardec. Se inscrevam lá também. E aqui o Lauro dando boa tarde, seja bem-vindo. E já temos aqui, temos a Eline, nossa fiel amiga aí que está sempre nas lives, também assinante do canal. Temos o acho, eu sempre esqueço do nome dele, acho que é Daniel, né, Daniel? Se se não for, me corrige. Do 83 Red também tá sempre por aqui. E também outro amigo nosso também, nosso assinante, o Luciano. Sejam bem-vindos. E quem aí estiver assistindo depois, sejam todos bem-vindos. Vamos prosseguir. Então, temos aqui o texto do Evangelho.

E também outro amigo nosso também, nosso assinante, o Luciano. Sejam bem-vindos. E quem aí estiver assistindo depois, sejam todos bem-vindos. Vamos prosseguir. Então, temos aqui o texto do Evangelho. Deixa eu colocar na tela. Claro que a gente já vai pegar o texto mais do que a metade aí, né? O pessoal sabe que deixa eu abrir aqui também para acompanhar com vocês. Quem não assistiu os outros, ó, ele confirmou aqui, Daniel mesmo. Quem não assistiu o o que a gente leu acima, por favor, acessem a nossa playlist para ver o que que a gente comentou, né? Não tem como a gente ficar repetindo, mas como tá tudo bem gravadinho, o pessoal pode. Pronto, aqui agora eu consigo acompanhar do celular também. Vamos ao parágrao. Então, Kardec fala justamente sobre o fato dos textos evangélicos serem de difícil compreensão. Eles têm uma linguagem antiga narrativa escrita por terceiros, não foi o próprio Cristo que que escreveu. E a gente tem também os modernos escritores. Ao longo da história, eles foram tentando tratar da moral do evangelho, mas muitos fugindo da simplicidade, descontextualizando, alguns tornando complexo demais o assunto e outros tornando superficial demais o assunto. Então, todos esses problemas que envolvem o entendimento da moral do Cristo é justamente o que Kardec quer fazer diferente aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo. uma obra que tem então uma grande ambição, né? Ela quer ao mesmo tempo voltar à simplicidade do texto original, tirar toda a a preocupação ritualística, próma, religiosa, mística, ou prolixa ou superficial. Então ele quer voltar à fonte dos ensinamentos do Cristo sem tirar do contexto, sem tornar difícil o entendimento, mas ao mesmo tempo essa facilidade do entendimento não pode beirar a superficialidade. Então tem que ser simplicidade com profundidade. Vejo que o objetivo dele é bem é bem grandioso, né? E ele vai conseguir. A gente vai entender por que ele consegue. Depois a gente vai entender porque a obra de Kardec é a melhor para entender

didade. Vejo que o objetivo dele é bem é bem grandioso, né? E ele vai conseguir. A gente vai entender por que ele consegue. Depois a gente vai entender porque a obra de Kardec é a melhor para entender o Jesus. Quando ele diz que vai tentar fazer isso, a gente vai ver porque ele consegue. Vai ficar muito claro no item dois da introdução. Porque que o Espiritismo tem autoridade para falar dos textos evangélicos. a gente vai entender isso, mas ele vai seguir explicando como que ele vai fazer já exatamente o item que ele vai mostrando aí o porquê e o como ele fez a obra. Então veja que importante esse item um que geralmente as pessoas pulam, a gente já tratou disso, né? Então ele segue mostrando agora o como ele vai ele vai fazer a obra pra gente ver como ela é especial no sentido da sua qualidade, da sua autoridade, né? Então, diz Kardec, para obviar a esses inconvenientes que a gente comentou, quais são, né? Reunimos nessa obra os artigos que podem compor, a bem dizer, um código de moral universal sem distinção de culto. Nas citações, conservamos o que é útil ao desenvolvimento da ideia, pondo de lado unicamente o que se não prende ao assunto. Além disso, respeitamos escrupulosamente a tradução de Sassi, assim como a divisão em versículos. Em vez, porém, de nos atermos a uma ordem cronológica impossível e sem vantagem real para o caso, agrupamos e classificamos metodicamente as máximas segundo as respectivas naturezas, de modo que decorram uma das outras tanto quanto possível. A indicação dos números de ordem dos capítulos e dos versículos permite se recorra à classificação vulgar em sendo oportuno. Então, notem que claramente ele tá mostrando como ele fez a obra. Olha que importante esse parar que a gente não pode deixar passar, né, pra gente entender o que que Kardec tá fazendo. Então ele vai pegar o assunto moral, a gente já viu isso, a obra trata exclusivamente disso, e ele vai pegar aqueles ensinamentos em que ele possa formular um código moral, um livro que contém que contém uma regra

pegar o assunto moral, a gente já viu isso, a obra trata exclusivamente disso, e ele vai pegar aqueles ensinamentos em que ele possa formular um código moral, um livro que contém que contém uma regra de conduta universal. Olha a preocupação dele. Eu vou fazer um livro para tratar de moral, em que aquilo que eu vou pegar como como material dos evangelhos é justamente para ser para uso de todos. Então, a moral apresentada no Evangelho Segundo o Espiritismo é pro uso de todos. Olha o que ele diz. sem distinção de culto. Qualquer pessoa, com qualquer culto, pode aproveitar esse código moral. Olha que importante isso. O espiritismo tem uma moral que é para todos, é universal porque é científica. Então, ele criou uma obra para todos. sem distinção de culto. Por isso que todas as vezes que a gente quer transformar o espiritismo num culto, nós estamos indo ao contrário do que ele queria. Olha como a gente procedeu errado na história do movimento espírita. A gente fez o contrário do que ele queria. O Evangelho Segundo o Espiritismo passou a ser a Bíblia dos Espíritas, sendo que ele tá dizendo que fez uma obra de código de moral universal, sem distinção de culto. Olha o quanto a gente se afastou de Kardec. E as pessoas têm dificuldade de entender, mas como uma obra que sirva para todos os cultos, mas isso não é contraditório, é que a gente não entendeu que o espiritismo é uma ciência. Basta que a gente pensa o seguinte, a medicina para você consultar com o médico, importa se você é católico, judeu, se você é protestante, se você é importa sua crença para você consultar com o médico, para você tomar um remédio, para você passar para uma cirurgia? Não, porque ela é universal. Toda ciência é universal. A matemática tem a matemática do católico, a matemática do hindu, a matemática do budista, a matemática do judeu, a matemática do Não é universal. A química, a física. Veja, a ciência é universal. Olha para uso de todos, que nem o espiritismo. A gente é que transformou o espiritismo

udista, a matemática do judeu, a matemática do Não é universal. A química, a física. Veja, a ciência é universal. Olha para uso de todos, que nem o espiritismo. A gente é que transformou o espiritismo numa religião própria, que a pessoa que segue ela não pode ser mais de outra religião, ela tem que escolher. A gente que eu digo é movimento espírita, Bezerra, Febe, Divaldo, Chico, essa turma. Eles foram contra e vejam como isso é prejudicial. Porque antes eu tinha uma teoria universal, agora eu tenho uma teoria, agora eu tenho pessoas tentando fragmentar. E claro que ao fazer isso você atinge menos pessoas, que foi o que aconteceu. Olha, se você tem uma doutrina universal e você restringe ela a espíritas brasileiros como fizeram, você tem bilhões de pessoas podendo usufruir da moral espírita. Agora você transformou numa coisa de milhões e nem milhões, porque não chega três no Brasil, num país só. Prejudicou ou não prejudicou? Drasticamente a gente ter segmentado, dividido e agora as os espíritas ficam tentando competir com as outras religiões, sendo que ele criou uma doutrina científica universal para todos. E ainda tem gente que tem a capacidade de me dizer que se não fosse o Chico e a FEB, o Espiritismo tinha sumido, que eles ajudaram. Pois é, exatamente o contrário. Graças a eles que virou uma doutrinazinha de um país de terceiro mundo que nem é maioria no seu país. Eles eles esconderam, diminuíram o potencial, porque a gente tá alguém tem alguém aqui fazendo um que consegue dar uma outra interpretação, Código de Moral Universal sem distinção de culpa. E uma uma última coisa antes de eu passar pro Lauro, eu já vi espírita, porque lembra, espírita precisa ser estudado, que diz o seguinte: "Olha, a prova de que Kardec é um codificador, tá aqui, ó, ele criou um código de moral universal. Parem com isso. Esse código de moral que ele tá falando aqui não é uma codificação. Esse código aqui foi feito cientificamente. Não é um código no sentido que Kardec elaborou como ele quis do pensamento

rem com isso. Esse código de moral que ele tá falando aqui não é uma codificação. Esse código aqui foi feito cientificamente. Não é um código no sentido que Kardec elaborou como ele quis do pensamento dele ou ele reuniu grupos e speí e fez uma votação e distribuiu. é um código de moral universal baseado numa ciência. Então, é óbvio que quando eu digo código aqui não é no sentido literal, porque nenhuma ciência é um código no sentido literal, é código no sentido que é um livro em que diz como você tem que agir. É nessa, nesse sentido, como eu digo, o Código Penal, mas não que ele foi feito igual um Código Penal. Cuidado. O Código Penal é feito de uma maneira, através de votação, através de leis, através de escolhas que mudam com o tempo. Aqui não. Justamente por ser moral universal, ela é uma ela é baseada em leis naturais. É só uma metáfora para você entender. Não tem o código penal que diz como é que a gente tem que agir na sociedade. Agora, eu tenho um código moral que diz como é que a gente tem que como é que a gente tem que agir na sociedade. São leis morais que dizem como é que a gente deve agir, mas cuidado, elas foram feitas cientificamente. Então a pessoa chamou o Kardecodificador, jogou lá no no buscar qualquer pala qualquer parte da obra que ele tenha dito a palavra código para justificar. Eu me venho com um sofisma desses, né? que ele vai deixar muito claro que esse código moral aqui eh são leis naturais, não são leis votadas de um grupo de pessoas ou da cabeça de uma pessoa e nem mesmo um grupo de espírito. Isso é importante. Bom, antes de eu analisar o resto do parágrafo, eu passo pro Lauro também fazer as considerações dele. E quando eh Michel Kardec vai dizer aqui que é sem distinção de culto, como que eu poderia eh encaixar isso aqui? Por exemplo, naquele grupo específico de de de religiosos? Então eu vou falar aqui o protestante como ele poderia usar essa obra para fazer um estudo da moral, uma vez que essa obra ou as demais obras de Carec, uma vez que eles eh têm as

de de de religiosos? Então eu vou falar aqui o protestante como ele poderia usar essa obra para fazer um estudo da moral, uma vez que essa obra ou as demais obras de Carec, uma vez que eles eh têm as comunicações dos espíritos quando como sendo obra do demônio, do diabo. Como que eu poderia interpretar isso? >> Muito bem. Assim, primeiro que ele não precisaria levar em conta a origem da informação, ele só teria que levar em conta a teoria moral. Esse é o primeiro ponto. Pô, vou dar um exemplo. A gente tem que ser honesto, certo? Olha, isso é uma recomendação moral. Seja honesto, seja justo. Agora eu te pergunto, quem é que tem que ser honesto? Só o espírita, só o católico, só o o protestante, só o budista. Não, a humanidade, todo mundo tem que ser honesto, independente do culto, ou eles dão pregam a justiça e a e a honestidade. Veja, a moral ela é universal, não interessa quem disse. Percebe? Se um assassino dissero, a recomendação da honestidade continua continua sendo válida. Ele só não é alguém confiável, o o a pessoa que disse e ele não aplicou para ele. Mas a verdade da afirmação, seja o honesto continua sendo. Então veja nesse sentido que Kardec é universal. Você não tem que ser indulgente. Quem que tem que ser indulgente? Só o espírita. Todo mundo tem que ser indulgente. Você tem que fazer aquilo que deve ser feito e nem sempre fazer o que você quer fazer. Às vezes você tem vontade de fazer uma coisa, desejo de fazer uma coisa, mas essa coisa é errada. Aí você segura o desejo e faz o que é certo. Pergunto, esse exemplo que eu acabei de dar, não é todo mundo que tem que ter? Nota como a moral universal. A moral é universal. Se veio dos espíritos, se veio da Bíblia, se não veio da Bíblia, se veio do pastor, se não veio do pastor, não interessa. Nota que se ele diz assim: "Ah, eu não vou, eu, eu não vou seguir essa recomendação moral, seja honesto e seja justo, porque foi um espírito que disse, mas se o meu pastor disser: "Seja justo, seja honesto, aí eu vou seguir." Veja

, eu não vou, eu, eu não vou seguir essa recomendação moral, seja honesto e seja justo, porque foi um espírito que disse, mas se o meu pastor disser: "Seja justo, seja honesto, aí eu vou seguir." Veja que ele entrou em contradição. Ele entrou em contradição porque não mudou nada. é a mesma recomendação. Então ela, veja que a universalidade da conduta moral tá dada. Ele não precisa abandonar o culto dele, nada que ele do que ele acredita. Veja, ele não precisa, ele não precisa abandonar nem a ideia de demônio. Laur ele poderia continuar acreditando em demônio e tendo ou não tendo demônio, eu tenho que não tenho que ser caridoso. Tenho que não tenho que tenho ou não tenho que perdoar? Tem ou não tem que ser honesto? Tem ou não tem que ser justo? Tem ou não tem que controlar as paixões? Tenho. Mesmo que ele fosse materialista. Então é, a moral é universal, ela serve para qualquer um. Agora, se ele for dogmático ou fanático a esse ponto de gerar essa contradição, vejam que não é um problema da universalidade da teoria, é um problema da ignorância dele. É muito parecido. Vou dar um outro exemplo aqui moderno. Vou dar um exemplo moderno que aconteceu e acontece e na verdade era o mesmo que devia ter acontecido com o espiritismo. É o mesmo que deveria ter acontecido com o espiritismo. Só que o espiritismo não aconteceu por culpa dos espíritos. A psicologia, vou dar um exemplo da psicologia. Hoje quando você vai numa numa consulta com psicólogo, a sua religião é indiferente. As recomendações psicológicas que o psicólogo dá são universais. os conflitos e a maneira de lidar com eles. O psicólogo ele nem tá não não tá ele não depende da crença da pessoa, do do paciente para aplicar as teorias psicológicas. Da mesma forma o psiquiatra, o psiquiatra não diz assim: "Pera aí, mas você acredita ou não cérebro, nos neurônios, na química?" interessa, não interessa a religião e a crença da pessoa. É que nem eu dei o exemplo da da É que nem eu dei o exemplo da da medicina, mesma coisa.

acredita ou não cérebro, nos neurônios, na química?" interessa, não interessa a religião e a crença da pessoa. É que nem eu dei o exemplo da da É que nem eu dei o exemplo da da medicina, mesma coisa. Então eu diria para ti, se o o religioso agisse assim como tu falou, não, eu não vou ouvir porque isso é coisa de espírito, logo é de demônio. Bom, aí ele é dogmático ao extremo, mas nota, aí é um problema dele, não é um problema da desse código moral universal, tanto não é um problema do código que dentro da igreja dele ele continua pregando esses valores. Ele só tem preconceito com a origem. Então ele tá mostrando que ele concorda com o princípio, ele não concorda com a origem. Ao não concordar com a origem e concordar com o princípio, ele prova que ele está de acordo com Kardec, que o princípio moral é universal. Mas se o problema da origem da da do código moral importa para ele, aí ele pode ser que não aceite, mas daí é um problema dele, não é um problema da teoria que Kardec fez. E Kardec é tão genial, porque ele poderia até, se ele entendesse demônio como um espírito mentiroso, ruim, nota, ele só tá usando a palavra demônio para que a gente usa como espírito. Olha como até isso eu consigo adaptar. Ele poderia dizer: "Ah, o demônio é porque há demônios no sentido de que há espíritos ruins." Onde é que o espiritis discorda? Só num detalhe. Você não pode achar que ele é um ser criado assim ou eternamente assim. Nota que o é só detalhes que separam. Se a pessoa quiser, ela pode fazer uma adaptação que não joga fora nada da crença dela, só melhora e pode seguir com a sua doutrina. Como muitos seguiram, muitos católicos, protestantes e outros religiosos eram espíritas. Por quê? Porque eles diziam: "Olha, eu continuo acreditando demônio, mas eu só adaptei em vez de eu achar que ele foi criado assim e vai ser eternamente assim ou que ele é absolutamente mal, eu só fiz uma pequena adaptação. Eles existem, mas eles se tornaram assim por livre arbítrio. E Deus é mais maravilhoso

ele foi criado assim e vai ser eternamente assim ou que ele é absolutamente mal, eu só fiz uma pequena adaptação. Eles existem, mas eles se tornaram assim por livre arbítrio. E Deus é mais maravilhoso ainda, porque Deus dá a chance deles se modificarem e dá a mim a razão para poder separar a mentira do erro e dá a mim ainda a possibilidade de conversar com os anjos. Não, são só adaptações bem pequenas que a pessoa precisa fazer. Agora, se ela é dogmática e fanática ao ponto de não querer fazer isso, aí é um problema dela e não da teoria, entende? Então, por isso que você tinha um bom número de pessoas que eram religiosas e espíritos e que é a tendência do futuro. Claro que quando o espírita começou a dizer para esse religioso que ou ele é espírita ou ele é protestante, aí é aí o problema é mais embaixo, porque agora eu tô dizendo que ele tem que abandonar a crença dele, escolher entre uma e outra. Aí, claro que ele fica com muito mais medo. Eu gero uma incerteza que espanta muito maior, porque agora ele, opa, eu não sei, eu tenho que jogar fora, mas pera aí. Ele fica muito mais recioso, dificulta muito mais a aceitação do espiritismo. Não sei se se fez sentido o que eu falei. >> Ótimo. Ótimo. O aqui o Deixa eu ver. Chegou mais gente aqui, ó. O Adirus, o Ebert, nosso outro Luciano, ele comentou aqui as propagandas estão interrompendo as falas. Eu não entendi que propagandas aparece propaganda no meio da live. É isso. Só me explica melhor o que que é, que eu não entendi o que que são as propagandas. Lauro, tu tem mais algum comentário? >> Não, Michel, podemos tocar o bonde? Então vamos analisar o restante do parágrafo. Olha, Kardec diz assim: "Nas citações conservamos o que é útil ao desenvolvimento da ideia, pondo de lado unicamente que não se prende o assunto. Então aqui ele tá mostrando como é que ele escolheu os versículos. Ele tá mostrando, eu não vou pegar tudo aquilo que não tá ligado ao assunto moral que eu quero tratar, eu tiro. Então, Kardec tá explicando porque ele

mostrando como é que ele escolheu os versículos. Ele tá mostrando, eu não vou pegar tudo aquilo que não tá ligado ao assunto moral que eu quero tratar, eu tiro. Então, Kardec tá explicando porque ele não pegou tudo, mas ele também tá mostrando porque que certos trechos ele colocou mais completo, porque ele não quer só a parte moral, ele quer colocar o contexto para valorizar ainda mais o ensinamento moral, que é exatamente o que a gente vai ver que ele vai fazer. Olha como ele dá todas as informações. Ele diz, ó, que escolheu a tradução do Sassi, que é uma tradução muito respeitada, tradução da Bíblia, né? E aí ele vai falar agora da distribuição dos assuntos. em vez de nos atermos a ordem cronológica cronológica impossível e sem vantagem real, porque se você pegar, se ele apresentasse os versículos na ordem cronológica, como estão nos Evangelhos, ele perderia a lógica dos assuntos morais que ele quer tratar. Então ele priorizou a lógica dos assuntos, não da história do evangelho. Por isso que você vai ver ele não seguir uma ordem cronológica nas citações. Olha que interessante. Aliás, por que que é importante isso? Isso aqui explica até, ajuda a gente entender até a diferença de Kardec para Husteng, né? Porque nos evangel nos quatro evangelhos do Rusteng, ele pega todos os os versículos, ele segue a história como ela é e por isso que ele entra em várias contradições. Veja que Kardec foi muito mais inteligente. E eu já comentei isso aqui, vou repetir. É importante entender isso daqui pra gente entender por que Kardecou tudo e por que é um equívoco de speardec tentando comentar o que ele não comentou porque acham que faltou. Não, não faltou. Ele não escolheu de propósito. Tá aqui, ele tá dizendo. Então, olha, como sempre, Kardec distribui todos os seus livros numa lógica que depois nós vamos ver que lógica é essa, ó. agrupamos e classificamos metodicamente, segundo respectivas naturezas. Então, ele tá dizendo pra gente que há uma um método entre os capítulos e entre os assuntos.

nós vamos ver que lógica é essa, ó. agrupamos e classificamos metodicamente, segundo respectivas naturezas. Então, ele tá dizendo pra gente que há uma um método entre os capítulos e entre os assuntos. Ele tá dizendo que há. E a gente sabe que tudo que Kardec escreve tem tudo que Kardec escreve tem um tem uma lógica. E se a gente pega os 28 capítulos, e aqui eu deixo a referência, peguem a quem assina no Kardec Play, quem não ass não, quem não assina, assine, né, lá no Kardec Play do Cosmass, se você vai assistir a aula em que o Cosmass explica o item um da do Evangelho, ele faz, ele mostra lá essa lógica. Você vai ver que do capítulo 1 ao 6, a gente vai ver quando for estudar também, do capítulo 1 ao 6, ele apresenta a fundamentação da moral. Ele não entra propriamente já na prática moral, ele entra na fundamentação do capítulo 1 ao 6. Aí do 7 ao 15, do 7 ao 15 ele vai resumir, aliás, perdão, ele vai desenvolver o conceito de caridade. Todo conceito de caridade, ele vai desenvolver do capítulo 7 ao 15. E ele vai dizer isso no capítulo 15. Ele vai dizer isso, que desde o capítulo 7 até o 15 ele desenvolveu o conceito de caridade. Portanto, qualquer pessoa que queira entender por completo a ideia espírita de caridade, tem que entender, tem que estudar o capítulo 7 ao capítulo 15. Aí do capítulo 16 até o 27, aí sim ele vai pegar máximas do Cristo que são mais controversas, né, para explicar que são que eu que são mais aplicadas a contextos específicos, que são mais polêmicas. Aí ele desenvolve então o resto. A gente vai observar que essa lógica que o próprio Cosm trata e que ele mostra que realmente tá na obra. A gente vai ver exatamente isso Lendo Kardec, como faz todo sentido essa lógica. E ele tá dizendo aqui que tem uma um método, né? Que tem realmente um método. Aí ele diz: "A indicação dos números de ordem dos capítulos e dos versículos permite se recorra à classificação vulgar". Então ele manteve também a lei dos capítulos, você lê os trechos do Evangelho e ele

le diz: "A indicação dos números de ordem dos capítulos e dos versículos permite se recorra à classificação vulgar". Então ele manteve também a lei dos capítulos, você lê os trechos do Evangelho e ele coloca, né, o o qual é o evangelista, qual é o capítulo, qual é o versículo para você também poder recorrer à obra original, a Bíblia, ao Evangelho mesmo, ao Novo Testamento. Ele vai ele explicando, né, pra gente bem certinho como que ele fez a obra. Isso tá no evangelho de pedido. Eu não vi ninguém falar disso, Lauro. >> E se eu não estiver enganado, Michel, se você me corrige aí, por favor, eh, em vários artigos da revista espírita, você vê careca fazendo essa essa eh essa us aplicando esse método. Então, por exemplo, ele traz um assunto ah sobre manifestações de efeitos físicos. Logo em seguida, ele traz um assunto que é relacionado a um espírito batedor, por exemplo, um espírito perturbador. Me parece que ele segue também, mais ou menos na revista espírita, alguns casos, alguns artigos, essa ordem, talvez até para poder, além dele fundamentar, depois ele traz o fato. Eh, é mais ou menos isso. Perfeito, perfeito. Todas as obras de Kardec tem uma lógica, inclusive a revista. E ele diz, não é só que a gente perceba, ele diz, eu só não lembro exata, eu detesto isso que eu eu critico isso nos outros, mas infelizmente eu não lembro agora. Mas tem um momento na revista que ele diz que tem uma ordem metódica, inclusive na revista que era mensal, que aí você que você olha a revista numa primeira leitura, ela é bem diversificada os assuntos, né? Mas ele diz que mesmo a revista tem um tem um método, né? É o gênio, né? é o gênio, é o professor, é o bom teórico que nada do que ele faz é por acaso. Na nenhuma palavra, nenhum jeito do que ele trata é por acaso. Esse é o problema da gente querer ou não estudar direto na fonte, em Kardec, ou a gente não traduzir bem. Quando a gente não traduz bem, a gente perde alguma coisa dessa genialidade. A gente tem que prestar atenção para tudo,

e querer ou não estudar direto na fonte, em Kardec, ou a gente não traduzir bem. Quando a gente não traduz bem, a gente perde alguma coisa dessa genialidade. A gente tem que prestar atenção para tudo, para cada vírgula, para cada palavra. E ele diz, tem vários momentos também que ele diz assim: "Eu não escrevo de forma ambígua, eu escrevo de maneira clara e direta". Olha, por que que são importantes esses trechos? Porque ele vai dando pistas de como você vai interpretar a obra. Então, por exemplo, se você tá fazendo uma interpretação muito e complica muito Kardec, tem algum problema na sua interpretação, porque ele não escreve assim. Por isso que eu digo, a as pessoas que vão comentando sobre Kardec, elas não entendem quando a gente critica o que elas estão fazendo, porque elas ignoram esses textos que eu tô comentando. Eu já sei porque Kardec me avisou que há uma lógica, que há uma ordem, que há um sentido. Então, quando algum palestrante comenta algo que tira dessa ordem, dessa lógica, desse sentido, eu já sei que ele está errado. É por causa desses textos, por exemplo. Então, é por que que por que que dos diversos absurdos lá no vídeo do Conexão Espírita? Por que que ele comete vários erros e contradições? Porque ele trata Kardec escrevendo de uma maneira muito subjetiva e Kardec. Então, por exemplo, quando quando um alguém comentou com ele lá na página dele que Kardec disse na Gênese que Jesus é um espírito puro. E aí ele respondeu: "Não, mas aqui é um outro contexto. Kardec quis dizer outra coisa. Veja, ele tá usando uma leitura que é exatamente o contrário do que Kardec mesmo afirma. Kardec não seria liviano a ponto de o espírito não Jesus não ser puro e ele dizer chamar Jesus de espírito puro justamente para criar essa confusão. Kardec jamais varia isso. Eu não posso fazer esse tipo de de dedução. Porque Kardec não tem esse descuido com as palavras dele usar uma palavra que geraria todo um transtorno. Imagina Kardec escrevendo: "Jesus é um espírito puro, sem querer dizer que Jesus era

dedução. Porque Kardec não tem esse descuido com as palavras dele usar uma palavra que geraria todo um transtorno. Imagina Kardec escrevendo: "Jesus é um espírito puro, sem querer dizer que Jesus era puro." Veja, dá para atribuir isso a uma a um gênio que escreve com tanto cuidado, como ele tá colocando aqui? Claro que não. Então você tá colocando um jeito de escrever em Kardec que não é o dele, dito por ele mesmo. Veja a beleza em Kardec. Então ele é muito claro. Vários problemas que eu já achei na obra, quando eu vou ver no original em francês, eu digo, o homem não errou. é o tradutor que inventa a moda. Quando ele vai falar de uma coisa, ele usa sempre os mesmos termos, as mesmas palavras. Ele usa sempre o mesmo qualquer texto de Kardec sobre qualquer assunto que você percorrer as 23 obras sobre aquele mesmo assunto, ele usa sempre o mesmo vocabulário. É impressionante. As pessoas não têm noção o quanto isso é difícil, porque elas não param para pensar que Kardec escreveu esse tanto de páginas numa época que não tinha computador, era no papel, na pena. Então ele conseguir ter essa memória de para cada assunto tratar sempre do mesmo jeito, com o mesmo palavreado, isso é coisa de gênio. E graças a Deus que ele fez assim, porque facilita o entendimento. Então eu digo aqui pros pros estudiosos, né, peguem essas informações, essas pistas que Kardec dá e apliquem quando vocês estiverem estudando. Se você tiver num estudo, numa interpretação sua ou de alguém que o que o a pessoa que tá interpretando começou a botar muito problema na escrita, o problema não é em Kardec. Tem algo errado na na teoria do do fulano, porque Kardec é sempre simples. Por isso que, por exemplo, eu fico, eu que crio conteúdo diária, eu fico muito preocupado. Sempre que eu não, que eu não sou claro no que eu tô querendo dizer, a culpa é minha, não é de Kardec? E depois eu fico com consciência de culpa. Várias, várias vezes eu produzi lives e conteúdos que depois eu fico, meu Deus, eu não fui claro o suficiente.

rendo dizer, a culpa é minha, não é de Kardec? E depois eu fico com consciência de culpa. Várias, várias vezes eu produzi lives e conteúdos que depois eu fico, meu Deus, eu não fui claro o suficiente. Esse povo vai ficar achando que o problema é Kardec. Não, o problema sou eu. Eu sou limitado. Não, Kardec. Então, peguem isso como regra. Se ficar confuso, difícil, prolixo, contraditório, polêmico, é, não é Kardec, é a gente que tá lendo errado. Ou tem problema na tradução ou não leu tudo, tem algum problema no leitor. Agora, o leitor que acha quando for estudar que o problema não é ele, que é Kardec, esse leitor tá fadado ao insucesso. Conheço vários que não entendem a obra, então eles ficam achando problema na obra. Ih. Não que não possa ter não, a gente não pode usar um critério de autoridade simplesmente, mas a chance de você tá certo e a obra tá errada, eu diria muito cuidado com essa interpretação. Conheço várias pessoas assim que inclusive estão escrevendo o livro para dizer que faltou algo em Kardec, que Kardec fez uma escolha errada. Olha, não vá por esse caminho, viu? De achar que um gênio errou e você que é um pataquada. tá vendo algo que só você viu. Hum. Você tá sendo conduzido mais pela vaidade do que pela racionalidade. Gênios, olha, para mexer na obra de um gênio, cuidado. Então, vê, e ele tá falando aqui, né? Ele, por isso que eu digo Kardec, ele não se preocupou, não se preocupou só com o espiritismo, ele se preocupou também com a forma, com se escreve, como se lê, como se estuda. Isso é muito importante, porque é o maior problema do nosso movimento espírita. Hoje o nosso movimento espírita tem os problemas do movimento espírita hoje é ou porque a pessoa não leu Kardec, não leu tudo, ela fica lendo pedaços ou então é porque daí ela lê e daí ela nega, ela não leva a sério. Mas Kardecou bem explicadinho, completinho. Olha, todas as vezes que eu vi todos os estudiosos que eu conheço, que são sérios em Kardec, todos são unânimes em isso que eu tô falando.

não leva a sério. Mas Kardecou bem explicadinho, completinho. Olha, todas as vezes que eu vi todos os estudiosos que eu conheço, que são sérios em Kardec, todos são unânimes em isso que eu tô falando. Eu, como estudioso, ao longo aí de desses anos também, toda vez que eu fico encucado com alguma coisa, passa o tempo, eu vejo que o problema era meu, não era Kardec. E todos os grandes estudiosos de Kardec dizem o mesmo. Então a chance do do fulaninho que mal leu tudo, ficar achando erro em Kardec que a f dele tá errado, olha, geralmente é assim, 99% se não é assim, Lau. E como ele ele ele era muito metódico, muito organizado, né? Você aí nos nossos estudos, eu acho que aqui no Evangelho, né? Eh, foi mostrado traduções onde eles tiraram a palavra cientista e colocaram sábios ou sábio, né? Eh, eh, veja que, como você disse, né? Se lá no no original está traduzido como cientista em todas as obras, o problema não tá lá, né, em Kardec, tá em quem traduziu. Agora, o pior é quando você ouve alguém dizer assim, não é porque naquela época não existia palavra cientista. Eu ouvi isso já, como diz o Michel, pasmem, ouvi isso. O cara fala assim, não sábio aqui equivale a cientista, porque naquela época não tinha essa palavra cientista. Aí eu fiquei pensando, tá, a palavra ciência existia, mas aquele que produz ciência era sábio, né? Mas faltava o quê? A a a e no original. E graças a Deus hoje, né, temos aí os recursos que nós temos além da CADECP, CADECP, temos aí os os tradutores aí gratuitos, como no Google Tradutor, que você leva a palavra lá e pronto, resolve o problema, né? Então, veja que que eh trouxeram uma informação que ela não condizse com uma realidade. Ô, ô, ô, Michel. E e e veja eu o que eu poderia pensar quando eh alguém quer quer dar uma explicação. Eu vou tentar aqui eh elaborar essa pergunta aqui que ela me surgiu agora nesse momento. Por exemplo, nós temos o o fuggi o nome dele agora aqui. Aquele senhor que sempre tá tá em alta, o lembra o nome dele aí? Ele >> o Elias. Elias. Obrigado. Elias. Quando

me surgiu agora nesse momento. Por exemplo, nós temos o o fuggi o nome dele agora aqui. Aquele senhor que sempre tá tá em alta, o lembra o nome dele aí? Ele >> o Elias. Elias. Obrigado. Elias. Quando ele quer, ele agora quer dar uma nova estampa. Eu não quero fugir do assunto aqui do evangelho, mas ele agora quer dar uma nova estampa para o fenômeno da mediunidade, né? Eh, o, eu, eu, eu, eu eu pergunto o seguinte: "Com a clareza de Kardec? com a clareza de Kardec, clareza no sentido de poder analisar o fenômeno, observar o fenômeno e e deduzir dali as suas consequências. Além de demais, os próprios espíritos superiores que se comunicaram, e claro, Kardec, como um bom crítico que era, ele não aceitava, ele ele passava até a conhecer. Eu quero aqui, por exemplo, aquele aquele artigo espiritismo nas prisões, quando o espírito se comunica, o São Luís se comunica por meio desse detento, ele fica com dúvidas e o próprio Kardec vai dizer: "É São Luiz". Mas se Kardec disse que é São Luís, não é porque tava assinado São Luís, é porque, né, na da na forma da escrita, do linguajar, ele reconheceu ali, com certeza São Luiz. Então a minha pergunta é, quando você vê alguém que está querendo remodelar o fenômeno mediúnico, trazendo uma nova ideia de que que ah, não, não é não é eh espírito superior e são os parentes mesmos que vem muito mais para consolar. a gente deve eh eh desconsiderar essas informações, esses espíritos, porque são espíritos de pessoas que viveram aqui, que o conhecimento é limitado. Se se a pessoa traz essa ideia para esse fenômeno, como diz a mediunidade, isso pode ocorrer na mesma forma eh analisando o Evangelho Segundo o Espiritismo, não? O problema dessas pessoas, isso já acontecia na desde a época de Kardec, né? A gente tá citando o Elias porque ele é o do momento, né? Eh, ele tem produzido muita coisa equivocada, né? Do ponto de vista espírita, achando qual é o problema? eh, eu produzo algo equivocado e acho que tô fazendo algo melhor que os outros, que eu tô

, né? Eh, ele tem produzido muita coisa equivocada, né? Do ponto de vista espírita, achando qual é o problema? eh, eu produzo algo equivocado e acho que tô fazendo algo melhor que os outros, que eu tô corrigindo, avançando e aprofundando, fica pior, né? Então, a pessoa acha que tá contribuindo e ou tá fazendo algo ruim, como os outros já fizeram, ruim no sentido intelectual, né? ou ela tá fazendo ter algo mais contraditório ainda. Então é aquela coisa, você quer, você diz que quer ajudar Kardec e aí você vai lá e e e produz algo de qualidade ruim, não percebe e em vez de ajudar você atrapalhou. Então é muito isso que tem acontecido. E o o trabalho do Elias é assim, né? Agora, qual é o problema? Não tem nem não, aliás, não tem nenhum problema a pessoa tentar fazer livros e artigos e vídeos tentando fazer interpretações ou mostrar contradições ou fazer releituras. Vejam, a ciência e a filosofia permitem isso. O problema é que se você fizer isso errado, esse é o problema, você fazer isso errado, né? E é exatamente o que que acontece. Então, o que eu diria que as pessoas que estão tentando fazer isso, elas não entenderam como se faz isso. Como elas não entenderam como se faz isso, elas acabam errando. E aí fica feio porque elas não percebem o seguinte para as pessoas aprenderem a diferenciar, porque esses autores eu duvido que eles admitam, que eles que eles parem para pensar. Eu não tenho esperança que depois que começou a fazer vídeo e livro, a pessoa vai voltar atrás. Não tenho essa esperança. Acho muito difícil. A pessoa vai morrer abraçado na na nas bobagens que tá dizendo. Mas é importante a gente comentar isso pro público que tá consumindo poder ouvir os contraargumentos. Então o público para entender é o seguinte, vou dar dois exemplos. O o Cosmass quando ele surgiu pro movimento espírita, que que chamava a atenção de todos? é que você assistia uma palestra do Cosm lá em 2003, 2004 e você ficava chocado. Mas por que que você ficava chocado? Porque você via assim: "Meu Deus do céu,

rita, que que chamava a atenção de todos? é que você assistia uma palestra do Cosm lá em 2003, 2004 e você ficava chocado. Mas por que que você ficava chocado? Porque você via assim: "Meu Deus do céu, eu não sei nada de espiritismo, eu estudei muito pouco, porque ele dava um banho de um estudo que quase ninguém tinha feito. Mas como é que ele fazia isso? mostrando texto por texto, argumento por argumento, lógica por lógica. Então você ficava: "Meu Deus!" E mais esse texto por texto, lógica por lógica, argumento por argumento, ele mostrava Kardec, não ele. Aquilo que o Cosm ficou conhecido na história do movimento espírita é porque no final da palestra dele você tinha uma conclusão: "Cardec é gigante e eu preciso estudar mais". Ele não fazia palestra para mostrar que ele era inteligente, que ele era sábio, que ele era o cara. Você saía da, você sair e sai, né, da palestra do CM dizendo assim: "Meu Deus, eu preciso estudar mais Kardec. Kardec é um gênio e eu não vi essa genialidade em Kardec. Então, Kardec, Kardec é salientado, Kardec é quem fala, Kardec é quem aparece. Agora pega o Elias, compara o Elias com o Cosm. Eu não tô nem falando do Kardec Tube para não acharem que eu tô falando em mim. Pega alguém que tá muito acima em conhecimento que é o Cóm. Compara com Elias. O Elias, todo o trabalho dele desmerece e diminui Kardec. Olha o efeito diferente que produz. você sai achando que, ah, Kardec é daquela época, eh, foi isso mesmo, é limitado, teve equívocos, precisamos continuar. Você sai com, ao ouvir o Eliz, você sai assim. Olha a diferença. O resultado é outro, mas não é só o resultado, os argumentos são outros. O Elias se contradiz o tempo inteiro. Contradições, falsos argumentos, falsas leituras. Então ele fala coisas que deixa Kardecimitado, ultrapassado e até equivocado. Só que aí você vai ver aquilo que ele tá imputando a Kardec é leitura dele e uma leitura ruim, contraditória. E um dos exemplos é esse que tu citou. Eu não determino se algo é verdadeiro ou

quivocado. Só que aí você vai ver aquilo que ele tá imputando a Kardec é leitura dele e uma leitura ruim, contraditória. E um dos exemplos é esse que tu citou. Eu não determino se algo é verdadeiro ou falso pela assinatura ou pelo médium. É isso que o Elías não entendeu. Ah, a mensagem não pode ser porque o não sei o que da época, porque não sei do que da do médium que era assim assim assado ou o espírito que assinou. Eu não analiso a mensagem pela assinatura, pela época e pelo lugar ou pelo médium. É não entender a teoria da mediunidade, é não entender a te. O critério não é esse. Isso tá o tempo inteiro em Kardec. Tanto que tem mensagens que Kardec recebeu na sociedade do espírito de verdade. Pelo mesmo médium que recebia o espírito de verdade. Kardec negou o mesmo médium, o mesmo lugar, a mesma pessoa, o mesmo espírito. Kardec negou. Olha, eu estou provando as contradições desse sujeito, porque não é isso que determina. Qualquer pessoa que entenda um pouco de ciência sabe que o verdadeiro e o falso se dão pelos critérios. Quais critérios? coerência, lógica, completude, conjunto de fatos, critérios que a gente chama em filosofia de epistemológicos. É assim que você define se algo é verdadeiro, se é falso. Não é porque cá do lugar do médium, da pessoa, da assinatura. Tem nada a ver. Eu uso critérios da razão, da lógica e eu uso critérios da melhor razão, da melhor lógica. Como a gente vai ver a moderna filosofia hoje diz, a melhor teoria é aquela que explica o maior número do conjunto de fatos. de uma maneira mais coerente e simples. Quando a gente entrar no item dois, Lauro, quando a gente entrar no item dois, que é a autoridade da doutrina espírita. E vejam que curioso esse nome, hein, que também não vi ninguém falar. Pessoal só fala do controle universal, controle universal, mas o título anterior que é autoridade da doutrina espírita, a gente vai ver isso. Aliás, se prepar o pessoal que é apressado aqui, eu já vou avisando para tomar calmante, para não ter perigo de de Não quero

ítulo anterior que é autoridade da doutrina espírita, a gente vai ver isso. Aliás, se prepar o pessoal que é apressado aqui, eu já vou avisando para tomar calmante, para não ter perigo de de Não quero prejudicar o coração de ninguém. Já vou avisando. Quando a gente entrar no item dois, a gente vai ficar semanas. Então, o pessoalzinho que é apressado, que fica me mandando mensagem dizendo para eu apressar, já vou avisando. Quando a gente entrar no item dois, nós vamos ficar semanas, porque é um dos textos mais importantes da história do espiritismo. E que, olha, eu não sei se eu eu ouso dizer que 99% das pessoas que eu vejo falando erram ao falar desse texto, porque não prestam atenção no texto todo. A gente vai estudar ajuda. Eu já fiz esse estudo sozinho lá no projeto do nosso lar segundo espiritismo e vocês vão ver aqui junto com com a gente. Ninguém fez. Depois desse estudo vocês vão ter certeza, a gente vai provar. Ninguém fez na humanidade o que Kardec fez. Olha que Olha o que que eu tô dizendo. Na história da humanidade, nem antes nem depois, ninguém fez, nem de longe. Eu não tô dizendo nem de perto, é nem de longe. Alguém se aproximou do que Kardec fez. Por isso que a teoria dele é a que tem autoridade, porque só ele conseguiu fazer e fez o que ele fez. Tem uma pessoa que tenta mudar, criticar, achar problema, a gente vai ver como ela beira o ridículo intelectual. Quando você vê o que, quando a gente vê o que que ele fez, a pessoa para poder mexer nisso, ou ela tem que fazer igual ou melhor. E a gente vai ver que quem quem que vai poder fazer isso, quem que fez, quem que tem condição. E a gente vai ver que não é um critério de autoridade, é um critério de fato, é um critério do que foi feito. A gente não tá usando critério de autoridade. autoridade vem depois, justamente pelo modo como foi feito. Nós não estamos fazendo, falando aqui do critério da autoridade, nós estamos mostrando que a maneira como foi feito dá uma autoridade que para eu mexer eu tenho que atender os mesmos critérios

feito. Nós não estamos fazendo, falando aqui do critério da autoridade, nós estamos mostrando que a maneira como foi feito dá uma autoridade que para eu mexer eu tenho que atender os mesmos critérios e que ninguém atendeu os mesmos critérios. Esse é o problema. Então, na verdade, isso é o lindo, porque aí você vai entender porque que o espiritismo é o espiritismo e porque que o espiritismo prova na prática a sua origem. Porque que ela prova que realmente eram espíritos superiores? Por uma razão muito simples. Se eu digo que são os espíritos mais evoluídos da humanidade e não e o fruto do que sai deles não é algo absolutamente único, inédito, que ninguém consegue alcançar e fazer igual. Porque essa é a lógica. Olha, eu Kardec afirma que a obra é dos espíritos superiores, então o conteúdo tem que ser inigualável. Quando ele prova que é inigualável, ele prova que era um espíritos superiores. Simples assim. E ele vai provar isso. Ele não vai simplesmente dizer: "Eamos os espíritos superiores". Ele prova e a gente vai estudar junto aqui. É que você fica estudando espiritismo com quem não entende espiritismo, você começa a achar que é uma obrinha mais ou menos, que tem coisa melhor ou que tem coisa igual, mas você tá enganado. Se você estudar, quem estudar Kardec seriamente não vai ouvir o Elias, mas não uma por uma proibição, nossa, uma censura. Não ouça. Não, não. Você não vai ouvir porque você vai ter conhecer Kardec profundamente. Quando ele abrir a boca, falar 5 minutos ou nem isso, você vai ver. Ele não entendeu. Você vai ter até compaixão, dizer: "Meu Deus, ele tá querendo ajudar." Porque a gente parte pressuposto que ele tá querendo ajudar, né? A gente tem que olhar com um olhar caridoso. Ele tá querendo ajudar. Ih, não entendeu, tá se contradizendo, tá falando coisa, dando informação que ele entendeu errado e ele acha que tá abalando, ele acha que ele tá tendo uma visão que ele é o cara que tá trazendo informações valiosas que ninguém tinha pensado ou visto. E aí

dando informação que ele entendeu errado e ele acha que tá abalando, ele acha que ele tá tendo uma visão que ele é o cara que tá trazendo informações valiosas que ninguém tinha pensado ou visto. E aí você vê, ih, que mico. Mas o mas aí a pessoa não quer ouvir, né? A gente avisa: "Olha, você tá escrevendo bobagem, pare, estude mais". Mas daí a pessoa não, não, ela ela fica agarrada naquilo. Então, é esse o caminho. Eu acho que é aqui, tem o comentário do Luciano que mostra muito isso, ó. A doutrina não é ambígua em nenhuma das suas partes. Ela é clara, precisa, categórica. Nos mínimos detalhes. Só a ignorância e a má fé podem enganar-se sobre o que ela aprova com dentro. Eu acho que resumiu bem a ignorância ou uma fé. A gente não pode dizer que é sempre uma fé, porque a gente tá sendo leviano. Como eu disse, eu acho que essas pessoas que a gente cita, até que se prove o contrário, eu acho que elas são bem intencionadas, são pessoas honestas na vida, mas elas estão equivocadas do ponto de vista da lógica, da teoria, muito equivocadas. Aqui ele dá um, o Luciano dá um, uma dica, né? Revista de junho de 65, nova tática dos aniversários do espiritismo. A Elane diz: "Lógica perfeita em tudo." Lauro, devolvo para ti >> não sem sem comentários, Michel. Bom, eh até, né? Eu acho que eu comentei com você, eu fiz, eu deixei um textinho lá, no vídeo onde eh o Elias responde, uma uma seguidora dele lá, eh de certa forma é como como eu disse, equiparando eh eh eh o Chico com Kardec, colocando o mesmo nível, ou seja, a as obras de Kardec é para eh somente para consolar, como a do Chica, vai dizer assim: "É, Chico e Cadeec são obras consoladores". E eu, então eu deixei um textinho lá pedindo a galera, falei: "Olha, pessoal, leiam Kardec, raciocinem por si mesmos e depois você tira suas conclusões, porque eu acho que o caminho é esse, né? Eu eu não posso aqui aceitar a a o que está sendo dito simplesmente porque eu sou um seguidor de de A ou B ou C. Eh, porque realmente esse A, B ou C ele responde a aquilo que

que o caminho é esse, né? Eu eu não posso aqui aceitar a a o que está sendo dito simplesmente porque eu sou um seguidor de de A ou B ou C. Eh, porque realmente esse A, B ou C ele responde a aquilo que realmente eu dentro da dos meus estudos, minhas leituras, está com com coerência e até, né, e pode me elucidar em muitos pontos, mas o cara querer trazer, como ele ele ele diz que vai atualizar, ele ele tem o estudo do livro dos espíritos atualizado. Como assim? Se se o Pablo Cadec vai mostrar aqui que justamente esse esse esse esse tipo de trabalho é que deu errado. Você tentar não contextualizar, você querer atualizar, tirar fora de contexto aquilo que que tem que ser tratado no contexto, senão você cai numa silada, cai numa numa armadilha. Michel, >> mas eu eu não eu não conheço o ou não lembro o contexto dessa fala dele, mas veja, se ele tá dizendo que o a obra só consola esse termo só como se fosse uma coisa limitada, então tem algo posterior melhor que isso. Essa é uma contradição. É uma contradição filosófica. Por quê? Porque só a verdade pode consolar. Só algo que é verdadeiro pode consolar, porque se algo não for verdadeiro, ela não pode consolar, porque a a a falsidade só ilude. Portanto, ela não é consoladora. Só a verdade pode consolar. Então, se ele diz que o espirit, que a obra de Kardec é consoladora, logo ela é verdadeira. Se ela é verdadeira, não tem nada melhor que a verdade. Então, se ele disse isso, é mais um problema de lógica dele, porque só a lógica pode ser consoladoral. Eu não posso dizer que algo é consolador e tem algo melhor. >> Eh, o problema é is tem algo melhor. >> Pode falar. >> O problema está quando ele quer equiparar as obras. obras do Chico com as obras de CAD, colocando tudo como que se fosse simplesmente para para consolar. eh, né? Como a gente sabe muito bem, Kardec eh eh eh desenvolveu uma ciência, critérios, métodos eh eh incontestáveis enquanto que o Chico não, Chico foi aceitando tudo, produzindo tudo de qualquer jeito, sem maior sem nenhum

muito bem, Kardec eh eh eh desenvolveu uma ciência, critérios, métodos eh eh incontestáveis enquanto que o Chico não, Chico foi aceitando tudo, produzindo tudo de qualquer jeito, sem maior sem nenhum nenhuma lógica, um monte de sistemas equivocados, né? Eh, eh, espíritos pseudosábios. Eh, então não não tem como fazer esse tipo de comparação. Isso sim eu acho que que chega a ser injusto esse tipo de comparação. >> Ah, sim. quando ele iguala. Não, veja, são sempre contradições. São sempre contradições. Porque veja, eu acabei de mostrar uma contradição. Algo que consola tem que ser verdadeiro. Então não poderia ser criticável ou ter algo melhor. E se ele afirma que se equivalem à obra do Chico e de Kardec é outra contradição. Por que que é outra contradição? Porque se você tem duas obras e e aliás é um equívoco falar obra do Chico, né? Porque a obra não é do Chico. Isso é um ponto. Nós vamos dizer as obras psicografadas pelo Chico. Dizer que as obras psicografadas pelo Chico se equivale às obras de Kardec é outra contradição. Mas ve não é uma contradição com que eu preciso de um doutorado para saber. É só eu ler. Eu sei, por exemplo, a obra psicografada por Chico afirma uma coisa contrária a obra de Kardec. Então, eu não posso equivaler. Se eu disser que elas são iguais, eu estou produzindo uma falácia muito simples de ser provado. Acabei de dizer, eu tenho uma obra dizendo uma coisa e tenho uma obra dizendo a coisa contrária. Como é que eu posso dizer que elas são iguais? Eu digo assim, ó. Eu tenho um livro, vou criar um exemplo prático pr as pessoas entenderem. Sim, eu tenho um livro que diz que o Lauro é cabeludo e eu tenho um outro livro que diz que o Lauro é careca. Como é que eu posso dizer que essas obras são iguais? Percebe? É uma contradição. Ah, mas a obra do Chico Consola. Veja, você não tá levando a sério a palavra consola, porque se algo for desmentido, alguma informação, ela não pode consolar. A mentira não pode consolar. Você você não tá levando a sério a

o Consola. Veja, você não tá levando a sério a palavra consola, porque se algo for desmentido, alguma informação, ela não pode consolar. A mentira não pode consolar. Você você não tá levando a sério a palavra consolação, você tá relativizando a palavra consolação. Qual é o problema de você relativizar a palavra consolação? É que se você relativa, relativizar as palavras, eu não sei nem o que você tá dizendo. Se eu relativizar as uma palavra, eu relativizo todas. E aí eu não sei o que que você tá dizendo. Porque você relativizou o significado da palavra. Significa que tudo aquilo que você tá afirmando pode ser que você queira afirmar outra coisa. Você relativizou o conceito. Eu não posso discutir nenhuma ideia se você não me der o conceito. Se você diz assim para mim, derrube a porta, mas você tá chamando a porta, a janela, eu como é que eu eu vou chegar lá na sua casa, derrubar a porta e você não quis dizer a janela. É que eu chamo janela de porta. Veja, virou papo de maluco. Eu não posso relativizar conceitos. para analisar resultados. É como se eu tivesse uma prova do Joãozinho e do Pedrinho de matemática e o Joãozinho botou lá 2 + 2 é 5. O Pedrinho botou 2 + 2 é 4 e o professor dá a mesma nota porque o o o Pedrinho disse: "Não, mas é que eu botei quatro, mas eu quis dizer cinco". Bom, agora virou uma loucura. Eu não sei mais quem o que que é verdadeiro, o que que é falso. Então, veja, todas as coisas que eu eu vou eu vou vendo na fala de do Elias. ele gera essas maluquíes. Eu já vi várias palestras dele que ele ele cria uma espécie de de confusão teórica. É um, é como se fosse um, um ceticismo, eh, um ceticismo maluco em que nada é definido, nada é certo, nada é verdadeiro, nada é falso. Não, ele é confuso. Ele é confuso. Então, evidentemente, como o conhecimento que ele tem das coisas é confuso, quando ele vai falar, ele produz confusão. É confuso, porque ele mesmo, na fala dele, ele vai se contradizendo o tempo inteiro. Ele afirma coisa que se você tomar como

ue ele tem das coisas é confuso, quando ele vai falar, ele produz confusão. É confuso, porque ele mesmo, na fala dele, ele vai se contradizendo o tempo inteiro. Ele afirma coisa que se você tomar como verdadeira, gera gera contradição dentro da própria fala dele. E a a impressão que eu tenho é que ele não percebe isso. Ele não percebe quando ele tá falando. Ele faz várias afirmações e as pessoas dizendo: "Nossa, que que homem de conhecimento". Mas quando se você botar tudo num quadro e analisar, é contradição o tempo inteiro. Eu brinco, ele é o André Luiz da modernidade. Ele é ele é o nosso novo André Luiz. Ele escreve, diz um monte de coisa, o pessoal acha lindo, mas a hora que a gente botar num quadro e analisar o que as frases que ele tá dizendo, é contraditório do ponto de vista lógico. E a impressão que eu tenho é que ele acredita nisso, o que é mais perigoso num certo sentido, porque a pessoa que acredita, ela tende a não parar com aquilo, né? porque ela acredita que tá fazendo algo. E a gente só comenta porque tem público. Se não tivesse público, não precisaria. alguém que ninguém ouve, mas tem público. Então, a gente é obrigado a comentar para as pessoas terem uma possibilidade de ter um contraponto para olhar de novo paraa fala dele e enxergar o que a gente tá mostrando. E outra, ele tem uma coisa também que eu não concordo. A, quando ele responde as críticas, ele não cita o crítico. Claro que aí a pessoa que tá vendo ele não vai procurar o crítico para ouvir, vai ouvir só a versão dele da crítica. E aí ele aí é fácil de ganhar uma discussão, né? Eu não deixo o meu o meu público ver o crítico original. Eu, o Kardec Tube, as críticas que eu faço, eu dou nome e endereço e digo ainda para quem tá vendo, vá ver o fulano e a e veja os nossos argumentos e compare o lado de lá. Não, eles não citam, eles respondem, entre aspas, as críticas, mas eles não citam o crítico. Aí, claro, eles respondem o que convém, né? Aí o pessoal diz: "Nossa, esse cara sabe pera aí, mas como é que você sabe que ele

, eles respondem, entre aspas, as críticas, mas eles não citam o crítico. Aí, claro, eles respondem o que convém, né? Aí o pessoal diz: "Nossa, esse cara sabe pera aí, mas como é que você sabe que ele sabe se você nunca encarou face a face com a razão a opinião dele?" Lembra? A fé inabalável? É somente aquela que pode encarar a razão. Esses caras fogem da razão. Aí eles têm claro, eles estão sempre certo, né? Mas e quando eles encararem a razão? Esse é o ponto, né, Lauro? É, é isso aí. Fato é que precisa, precisa ser isso, precisa ser discutido bastante mesmo, até é como você disse para ter um contraponto, né? Já que o debate de ideias é muito importante e é como Cadec vai dizer, eh, debateremos, mas não disputaremos. Então, a ideia não é escutar e sim debater ideias e mostrar a, né, e mostrar aquilo que está sendo dito, eh, usando as obras de quem tem que ser ser mostrado, que são as obras de Kardec, né, Michel? É isso aí, Michel. Eu acho que para semana para amanhã já fal semana que vem ainda não me habituei com para amanhã, né? A gente já entra num novo parágrafo. Quero aqui, Michel, já te agradecer mais uma vez pelo estudo de hoje, agradecer a participação da galera aqui, a você que também não comentou, que só está nos assistindo agora. Obrigado aí e fique à vontade para para comentar. Michel, >> é isso aí. Eu também agradeço ao Lauro, agradeço a todos que aqui participaram. E não esqueçam, curtam e se inscrevam no canal, é rapidinho, é fácil. Hoje às 17:30, então estaremos ao vivo tratando de mais um capítulo da obra Nosso Lar e amanhã às 14 horas seguiremos aqui. E lembrando, nós estamos contando com mais assinaturas. a gente tem uma meta de assinaturas que é necessário pro canal poder crescer e a gente conta com quem com quem tem esse interesse e ainda pode participar do estudo dos médios. Então, se você não é assinante e tem essa possibilidade, assine. Você vai tá ajudando o projeto e vai tá também tendo acesso ao estudo do livro dos médios. E se e se tá tendo

par do estudo dos médios. Então, se você não é assinante e tem essa possibilidade, assine. Você vai tá ajudando o projeto e vai tá também tendo acesso ao estudo do livro dos médios. E se e se tá tendo dificuldade para assinar ou quer tirar alguma dúvida, chama aqui nos comentários que a gente ajuda. Então, uma boa tarde a todos, até às 17:30 e aqueles que vão estar aqui amanhã, até amanhã às 14 horas. Uma boa tarde a todos.

Mais do canal