11 - "Quando o amor vence a morte: testemunho de fé e de consolo" | revistaespirita.net

CanalFEP 20/02/2026 1:01:52

Histórias reais: Espiritismo prático na atualidade | revistaespírita.net | com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (canal Estudar Kardec) revistaespirita.net Leia aqui: https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/320/quando-o-amor-vence-a-morte-testemunho-de-fe-e-de-consolo Estudo dos artigos da revista online revistaespirita.net. Estudo de casos reais publicados pela revista. São evocações de Espíritos realizadas na atualidade e publicadas desde 2022. O site pertence a um grupo de Curitiba/PR. Eles praticam a mediunidade conforme os ensinos da obra de Allan Kardec. Evocam Espíritos da época dele e que participaram com ele na elaboração do Espiritismo. Além de evocar o próprio Kardec. Toda Quinta das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um encontro aqui no Kardec Tube. Eu sou o Michel Macedo e você está no estudo do site revistaespírita.net, Net, histórias reais que a gente traz toda quinta-feira aqui desse site tão importante que todos devem conhecer, todo todos devem conferir, ler, porque tem muito conteúdo de muita qualidade. Então, acessem revistaespírita.net e explorem lá o site, né? Vocês sabem que é um site com histórias reais que aconteceram agora na nossa época de evocações dos espíritos que um grupo cardecista faz e publica muitas dessas evocações nos mesmos moldes da revista espírita de Kardec. publica nesse site revistaespírita.net. Então tem muita coisa pra gente aprender, pra gente refletir. Tudo muito bem embasado e referendado nas obras de Kardec. Eles eles fazem questão de colocar sempre as referências e por isso a a nossa dedicação também divulgar esse importante trabalho. Então, acessem lá, se inscrevam lá, é de graça para receber por e-mail, leiem os artigos, tem muita coisa, é muito importante. revistaespírita.net. Hoje a gente vai ver mais um caso. Todas as quintas-feiras nós estudamos aqui às 20 horas algum desses casos. Às vezes vai mais de uma quinta para estudar um dos artigos. Hoje nós vamos ver um que aconteceu agora em 2025, muito emocionante. O tema central é Vivez, que é um tema que chama muito as pessoas para o espiritismo. Então a gente vai ver a contribuição que a mediunidade, segundo Kardec vai dar para você que tá passando por esse momento, por algum para algum conhecido. Lembrando que a gente já estudou outros temas, você pode assistir na playlist aqui do Kardec Tube, outros textos. A gente tá aqui toda quinta-feira, com exceção sempre da primeira quinta do mês que a gente tem uma reunião fechada. As demais quintas nós estamos aqui e o Kardec Tube tem lives diárias de tarde e de noite. Então, de segunda a sexta às 14 horas é o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Às 20 horas na segunda-feira é o estudo do livro dos

os aqui e o Kardec Tube tem lives diárias de tarde e de noite. Então, de segunda a sexta às 14 horas é o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Às 20 horas na segunda-feira é o estudo do livro dos espíritos no canal do Lauro, estudar Kardec. Depois eu reposto aqui. Na terça-feira às 17:30 no Kardec Tube a gente estuda criticamente a obra Nosso Lar. Quarta-feira às 20 horas estudamos o que é o Espiritismo. Quinta hoje o revistaespespírita.net net e sexta-feira às 20 horas, amanhã nós estudamos o livro dos médiuns. Esse estudo do livro dos médiuns é fechado para assinantes do Kardec Tube. Então, se você quer estudar conosco o livro dos médiuns, na sexta-feira às 20 horas, aqui ao vivo no YouTube, no Cardectube, você assina o Kardectube. Como que você assina? vai a quem seja membro no canal ou clica no link da live que tem um link que vai direto paraa assinatura ou deixa um comentário pedindo ajuda. Muitos assinantes estão chegando, está aumentando. A gente tem uma meta até dezembro de chegar em 100 assinantes. Já estamos nos encaminhando para os 50 assinantes. Então, estamos estamos chegando na metade da meta. Assim que a gente chegar na metade da meta de assinantes, a gente vai criar um grupo no WhatsApp para que todos possam aí conviver e conversar diariamente. E também nós vamos sortear livros entre os assinantes, livros espíritas sérios, livros de filosofia sérios. Então, assine o Kardec Tube. Você vai tá ajudando o Kardec Tube a se manter e a crescer, que isso é muito importante. E você vai ter acesso ao estudo do livro dos médiuns. Logo, logo logo você vai ter acesso ao grupo do WhatsApp e a sorteio de livros de qualidade. Então, assine e se tiver dificuldade para assinar, nos chame aqui nos comentários. Tudo que a gente faz aqui fica gravado. Você pode assistir o que já passou na playlist. não consegue assistir ao vivo, assiste depois também fica gravado. E você que tá aqui e ainda não é inscrito, se inscreva no canal. Isso é de graça e é rápido. Clica aqui embaixo em

assou na playlist. não consegue assistir ao vivo, assiste depois também fica gravado. E você que tá aqui e ainda não é inscrito, se inscreva no canal. Isso é de graça e é rápido. Clica aqui embaixo em inscrever-se. Você também vai tá ajudando muito. Para todos esses projetos. Eu conto com a ajuda do meu irmão, do meu amigo Lauro Rodrigues do canal Estudar Kardec. Eu passo para ele dar as boas-vindas também essa noite. >> Boa noite, Michel. Obrigado. Boa noite, meus amigos, vocês aí do chat. Sejam bem-vindos para mais esse importante e emocionante estudo, esse texto formidável. Quem leu, quem de vocês já já leu, vai entender o que estamos falando aqui. É algo muito, mas muito comovente mesmo. E vale a pena eh a gente se aprofundar cada vez mais eh para que a gente possa se beneficiar muito de tudo isso que o Espiritismo de nos oferecer. E uma delas, como brincou o Daniel, Evoocações. Passo para você, Michel. É isso aí. Eh, são muito emocionantes os relatos, né? Até porque são reais, então são reais e atuais. Então, tá muito perto da gente, né? e também nos ensina a ir para esse caminho, a ter acesso a isso. Esse é o mais importante. Então, a gente tem aqui o pessoal, né, os amigos sempre chegando. Tem aqui o Daniel, se tornou membro hoje, amanhã já vai estudar conosco o livro dos médiuns. Aqui o o canal do Lauro, Estudar Kardec e a Mari. Boa noite, amigos, amigos carecistas, também assinante. O Nei também assinante. Seja bem-vindo. A Luciana também, nossa assinante. Seja bem-vinda. A Alcina, seja bem-vinda também, nossa amiga. E vamos lá, vamos pro texto, né? Lembrando que revistaespespírita.net é o site, né, da onde a gente tirou essa história real. Você pode conferir lá. Vamos ao texto. Aqui você tá vendo já a tela do do site, como é que ele é. O nome do artigo de de que a gente vai ler hoje foi publicado agora em janeiro de 26, então é muito atual. E o título é Quando o amor vence a morte. Testemunho de fé e de consolo. Vamos ver isso. Exatamente. É o amor vencendo a morte, né? tendo essa fé e

blicado agora em janeiro de 26, então é muito atual. E o título é Quando o amor vence a morte. Testemunho de fé e de consolo. Vamos ver isso. Exatamente. É o amor vencendo a morte, né? tendo essa fé e esse consolo. Então vamos paraa história. Lembrando que é real a história. Uma jovem senhora espírita, cujo esposo faleceu há pouco tempo num acidente de trânsito, enviou-nos o relato que reproduzimos abaixo. Então, já começa aí. é uma jovem ficou viúva do esposo num acidente de trânsito e ela mandou um relato para o pessoal da revistaespesírita.net. Vamos ver o que que essa viúva, jovem viúva dizer. O espiritismo ensina que a vida não se interrompe com a morte do corpo. É a revelação de que o amor continua a agir, instruir e consolar, mesmo quando o véu da separação parece nos afastar. Este testemunho nasce do propósito de mostrar, pela própria experiência como o estudo e a vivência da doutrina espírita tornam possível enfrentar a dor da perda com serenidade e esperança. E como o reencontro pela comunicação com aqueles que amamos confirma que a morte é apenas uma passagem. Vejam que bela introdução dessa viúva. espírita, evidentemente espírita cardecista, porque é só no cardecismo que ela iria encontrar tudo que a gente vai ver. Por isso a importância de valorizar Kardec ficou viúva do marido com acidente de trânsito e ela diz, né, a vida não se interrompe com a morte do corpo. A morte não termina com a existência daquele ser amado, né? Ele eles continuam vivos, o amor continua. Vejam tudo que ela vai mostrando, né? Mesmo quando há uma separação momentânea, aquele ser continua existindo, o amor continua existindo, né? E aí ela vai mostrar a sua experiência de como isso é verdade. Como a pessoa que vive o espiritismo, o verdadeiro espiritismo, ela consegue enfrentar esse momento tão dolorido e difícil de uma outra maneira, com uma outra perspectiva. Ela vai relatar a experiência real dela e ela vai mostrar o reencontro com quem a gente ama, que partiu através da mediunidade. E esse reencontro vai

l de uma outra maneira, com uma outra perspectiva. Ela vai relatar a experiência real dela e ela vai mostrar o reencontro com quem a gente ama, que partiu através da mediunidade. E esse reencontro vai deixar a certeza de que é uma separação temporária e que aqui é só uma passagem. A única diferença é que a outra pessoa foi primeiro, mas que o reencontro é certo e mesmo antes desse reencontro você já pode se comunicar com esse ser querido. Olha que importante. Aí vem. Bom, Lauro, primeiro comentário sobre essa introdução, né? Passo para ti. >> Como você disse, uma bela introdução, né? Mas o que me chamou atenção aquilo que a gente tem conversado, eh, o que ela vai dizer aqui, Néia, eh, nasce do propósito, eh, de nortear pela própria experiência como o estudo e a vivência da doutrina. Então não tem como eh é quase é é impossível a pessoa enfrentar um momento desse se ela eh enfrentar com serenidade, se ela não tem uma base, um conhecimento, se apoiar nessa base, nesse conhecimento e a aplicação disso é um um um é uma eu poderia queria falar para vocês, é uma uma muleta que você apoia e ela é resistente para que você possa enfrentar a vida como tem que ser. Então, eh eh quando no nosso estudo hoje do evangelho, nós dissemos que o o por exemplo o movimento espírita por não estudar Kardec na sua grande maioria, quando passa por momentos como esse, eh se desequilibram muito rápido, né? Não tô dizendo que não vai haver a dor, a aquele sentimento de tristeza. Isso é natural. O problema é o desequilíbrio, né? E como ela bem colocou aqui, o estudo e a vivência da doutrina fortalece nesses momentos. Michel, >> é a pessoa que passa por essa situação, se ela conhecer e se e e se apoiar e praticar o que ela vai aprender com Kardec e somente com ele ela vai conseguir isso, ela vai enfrentar isso de com uma outra força, com uma outra visão. Mas lembrando com esse espiritismo de Kardec, eu diria que o espiritismo oferecido nas casas espíritas talvez não seja suficiente. Então não confunda. Se você quer

ma outra força, com uma outra visão. Mas lembrando com esse espiritismo de Kardec, eu diria que o espiritismo oferecido nas casas espíritas talvez não seja suficiente. Então não confunda. Se você quer enfrentar esses momentos de dor e separação, você vai ter que buscar a fonte cardequiana. Infelizmente os centros espíritas não oferecem isso. A gente tá tendo um relato aqui de alguém que vai beber na fonte cardequiana. Então procure grupos cardequianos. É difícil centros. Infelizmente, mas hoje na internet você encontra aí grupos kardequianos que vão lhe ajudar a conhecer Kardec e e enfrentar esses problemas com serenidade, com força e até com alegria. Então, segue essa viúva dizendo, né, a semente da fé. O meu primeiro contato com a doutrina espírita ocorreu quando eu tinha apenas 11 anos com a desencarnação da minha irmã Andressa, uma partida inesperada e considerada precoce, pois tinha apenas 18 anos e faleceu no mesmo dia em que deu a luz a sua filha Eduarda. Olha o contexto que é que ela conheceu o espiritismo, né? A irmã morreu com 18 anos no mesmo dia que nasceu a própria filha. Então, a filha já nasceu órfão, né? Olha que coisa difícil, olha que provação, que que contexto, né? E que as pessoas passam muito por isso, talvez muitas que estejam vindo aqui nos assistir. Então, é muito importante que elas prestem atenção na história para tirar lições e força, né? A dor foi tão grande que desestruturou toda, desestruturou a nossa família. Imagina acontecer um um dos momentos mais esperados, que é o nascimento, né, da sobrinha, da neta, e aí a mãe morre nova. Isso é uma coisa que abala muito as famílias. E foi quando ela conheceu o espiritismo, né? Eu vi a minha mãe profundamente abalada, sem compreender como um Deus tão bom poderia ter levado a filha antes da mãe, invertendo aos olhos humanos a lei natural da vida. Eu ainda pequena, apenas observava sem entender que é exatamente o que as pessoas fazem, né? Já falam, né? Como é que levou a pessoa que tinha toda a vida

endo aos olhos humanos a lei natural da vida. Eu ainda pequena, apenas observava sem entender que é exatamente o que as pessoas fazem, né? Já falam, né? Como é que levou a pessoa que tinha toda a vida pela frente e não levou os pais, né? Quantos pais sofridos dizem isso? Por que que não levou eu, né? Só o espiritismo vai conseguir mostrar o sentido disso, né? A gente vai entender lá com o espiritismo que a pessoa que partiu tá livre desse mundo. Ruim é para quem fica. Então, na verdade a lógica é é o contrário, né? É ruim para quem fica nesta prisão, nesse mundo de dor, sofrimento, injustiça. Ela está muito melhor que nós. Quem partiu, né? Nós que ficamos, que é o problema. Naquele tempo, deixei as bonecas para ajudar minha mãe a cuidar da minha sobrinha, agora órfã de mãe. Então, ela teve que amadurecer mais cedo essa a tia, né? essa que que depois vai ser viúva, que agora tinha que ajudar a a sua mãe a cuidar da neta dela, né, sobrinha dela. Recordo que sempre que entrava no quarto da bebê, sentia uma presença junto de mim. Sem saber explicar, costumava deixar a porta aberta como para permitir a entrada de alguém que vinha logo atrás. Veja, ela já tinha tuição de do espírito da da irmã, né, da mãe da criança ali. E isso também é algo muito comum. As pessoas, né, sentem a presença dos espíritos. Mesma pessoa que não é espírita ou que ela era muito jovem, muito criança para entender, mas sente, né? A gente tem vários momentos assim, todo mundo sabe disso, tem algo para contar que sentiu a presença ou que dependendo da situação, do contexto do lugar, sente a presença. Então, ela já tinha aí um uma intuição, um sentimento, né, da do espírito. Alguns meses depois, recebemos uma comunicação do espírito da minha irmã, na qual ela dizia visitar a filha e confirmou que eu a percebia. Não entrarei aqui em detalhes sobre essa comunicação, mas é importante mencioná-la para que o leitor compreenda como se deu o meu primeiro contato com essa doutrina tão instrutiva e tão consoladora. Olha que interessante, ela

lhes sobre essa comunicação, mas é importante mencioná-la para que o leitor compreenda como se deu o meu primeiro contato com essa doutrina tão instrutiva e tão consoladora. Olha que interessante, ela já conhece criança o espiritismo já tendo essa questão da mediunidade e da comunicação com quem partiu como algo próximo dela, né? O que já não é muito comum entre os espíritas das casas espíritas. Eh, muitas vezes os espíritas das casas espíritas, eles têm uma noção teórica do espiritismo, mas essa vivência de sentir a presença dos espíritos e de conversar com o parente que morreu há pouco tempo, isso é cada vez, infelizmente, mais raro no próprio movimento espírita, que é o lugar que deveria fomentar isso, né? Mas ela, ela, ela disse que era importante relatar isso, né? desde pequena, ao conhecer o Espiritismo, ela já teve relação com a mediunidade, mesmo diante de uma de um acontecimento tão difícil, né? Passo para ti, Laura, um pouco para comentar. Não, eu eu quero aproveitar esse esse gancho e essa fala sua, porque se uma pessoa chega dizendo que que sentiu, teve uma percepção, a primeira coisa que é dita é assim: encaminha pra casa espírita, pede o seu mentor para para eh um espírito sofredor para encaminhar para sua casa, pra casa espírita. Veja que já cria essa dificuldade e ainda por cima a alimenta na pessoa um medo, né? Que que pelo que jeito aqui ela ela não entra nesses detalhes, mas parece que foi o oposto aqui com ela, né? Não teve esse eh esse esse tipo de atitude por parte de das pessoas nas casas espíritas, Michel. Exatamente. Se a pessoa chega hoje na casa espírita e relata que tá sentindo o espírito da irmã, a casa espírita bota um pavor na cabeça da pessoa que ela acha que tá cometendo um crime. Tem que tirar o espírito dali, não pode pensar nele, não pode chamar ele, não pode conversar com ele. Tem que encaminhar pra luz, tem que encaminhar pra colônia, tem que encaminhar pro centro espírita, pra reunião mediúnica. Deus o livre, porque a própria casa espírita trata

ão pode conversar com ele. Tem que encaminhar pra luz, tem que encaminhar pra colônia, tem que encaminhar pro centro espírita, pra reunião mediúnica. Deus o livre, porque a própria casa espírita trata como antinatural os espíritos convivendo conosco, mesmo espíritos de seres amados que não representam nenhum perigo. Esse é um dos maiores pecados das casas espíritas. Se você tá passando por isso, não caia na ignorância da casa espírita. É perfeitamente natural que os espíritos que se amam continuam convivendo, conversando, o sentimento continua e não há nenhum perigo. Como é que você vai ter medo de alguém que você ama e que lhe ama? Então, converse. Você não é médio, converse mesmo assim, mentalmente. Faça prece, usufrua desse momento e torne ele como natural, porque é alguém que lhe ama, que tá ali próximo de você. continua a história. Os anos passaram e aos 17 anos, então, portanto, 6 anos depois, né, quando ela conheceu o espiritismo e a irmã, aconteceu tudo aquilo. Enfrentei minha primeira depressão, no momento em que cheguei a pensar em suicídio. Olha só, minha mãe desesperada com a possibilidade de perder outra filha, levou-me até uma amiga espírita que nos acolheu com carinho. Foi ali que tive meu primeiro contato consciente com o estudo da doutrina. Com a ajuda dela, mesmo com uma fé ainda vacilante, comecei a entender melhor a partida da minha irmã. Vejam o que que é a vida, né? Ela agora mais velha, entrou em depressão, pensou em suicídio. Imagina o que seria para essa mãe, né? Já teve uma filha que morreu na hora do parto, agora uma filha que se suicidou. São coisas muito duras, mas vejam, a essa mãe levou ela para uma espírita e ela começou a estudar o espiritismo. Veja a importância, né, da pessoa ter alguém que leve ela pro conhecimento, né? Você tem que buscar o conhecimento, a troca de ideias, o diálogo, o estudo de Kardec. E vejam que com esse estudo ela diz que começou a entender melhor a própria partida da irmã, né, Lauro, >> pode seguir, Michel.

buscar o conhecimento, a troca de ideias, o diálogo, o estudo de Kardec. E vejam que com esse estudo ela diz que começou a entender melhor a própria partida da irmã, né, Lauro, >> pode seguir, Michel. >> Certo. Passa mais alguns anos, né? Aos 25 anos, enfrentei uma nova queda. Dessa vez, uma tentativa de suicídio. Graças a Deus, fui amparada e tive uma nova oportunidade de seguir vivendo nesse mundo. Esse fato, um dos mais dolorosos da minha vida, foi também o que me despertou verdadeiramente, não apenas para o estudo, mas também para a vivência dos ensinos dados pelo espiritismo. Compreendi que não bastava ler as obras de Allan Kardec realizar a minha reforma íntima. Foi então que começou a minha busca sincera pelo melhoramento moral. Vejam que ela narra aqui algo muito comum, né? Mesmo as pessoas que têm contato com o estudo da doutrina, elas têm um contato muito superficial a ponto de ter recaídas e até mesmo tentar o suicídio. Conheço vários carros, isso é muito comum. E ela até um exemplo disso, mesmo tendo um contato já de anos com o espiritismo, ela mesmo assim cedeu a depressão e buscou essa atitude. Mas vejam, essa atitude que ela tomou e que, graças a Deus, ela não conseguiu consumar, fez ela despertar, né? Os os há pessoas que aprendem com o susto, graças a Deus, né? E ela então percebeu que ela precisava de um algo mais. que simplesmente um estudo, né? Essas experiências e o entendimento à luz da doutrina me tornaram mais forte para seguir cumprindo minhas provas e espiando aquilo que preciso espiar para o meu melhoramento e o cumprimento daquilo que me propus antes mesmo de reencarnar. Então, querendo ou não, mesmo com todas as dificuldades, o espiritismo foi fazendo diferença, né? na caminhada dela, que tinha uma tendência forte aí a depressão e até mesmo a atos mais graves, né? Mas nota que já gerou nela algum tipo de efeito porque ela conseguiu a trancos e barrancos sobreviver, né? Então, vejam que mesmo um conhecimento mínimo superficial, ele já tem uma contribuição, o que dirá se a

ue já gerou nela algum tipo de efeito porque ela conseguiu a trancos e barrancos sobreviver, né? Então, vejam que mesmo um conhecimento mínimo superficial, ele já tem uma contribuição, o que dirá se a gente tiver um conhecimento e uma prática aprofundada, que é o que a gente deve buscar, né? Lauro, >> é, eh, eh, eh, e como ela mesmo disse, né, eh, estudando as aulas de Allan Kardec, então vai tendo um conhecimento, mesmo que, né, um conhecimento mais raso, mas veja que quando ela vai dizer sobre provas, né, e estar espiando, não tem muito malabarismo, não tem, é simples na forma de de de falar, fica claro, né? E para quem estuda o espiritismo compreende muito bem o que ela tá querendo dizer aqui, né? Outros que t uma ideia meia distorcida do que é expiação, já colocaria um monte de dificuldades de entendimentos ou diria que ela não se expressou bem, né? Eu eu sinto que ela eh eh talvez, né, uma uma jovem e com certo a inteligência já compreendia bem al alguns pontos da doutrina. Claro, não tão profundamente, porque, né, o relato dela é muito coerente, Michel. >> É, foi um, e não é uma história fácil, né, tudo que ela viveu e tudo que aconteceu, mas a gente vai ver onde é que vai chegar tudo isso, né? Vamos ler mais um pouco, depois a gente dá uma lida nos comentários. Aos 32 anos, conheci o jovem Eduardo, o amor da minha vida, e mais tarde meu esposo e companheiro de jornada espiritual. Desde o início, senti que havia algo mais profundo que nos unia. Apesar da diferença de idade, eu sendo 10 anos mais velha, havia uma simpatia inexplicável. Foi um reencontro de almas amigas. Então ela com 32, ele com 22, mas ali despertou realmente uma afinidade a ponto deles se casarem, né, com o tempo, com E ela tinha esse sentimento, né, ela tinha esse sentimento de de uma simpatia inexplicável, né? Com o tempo construímos nossa família e nasceu nossa filha Geovana hoje com 6 anos. Eduardo, ao meu ver, ao me ver estudando espiritismo e me esforçando por me melhorar, passou a se interessar por

né? Com o tempo construímos nossa família e nasceu nossa filha Geovana hoje com 6 anos. Eduardo, ao meu ver, ao me ver estudando espiritismo e me esforçando por me melhorar, passou a se interessar por essa doutrina. Bastou a leitura do primeiro livro para que ele se encantasse. A partir dali, nunca mais deixou de estudar. Tornamos-nos uma família espiritualmente fortalecida pela fé e pela compreensão das leis divinas. Olha aqui, que coisa maravilhosa, né? O marido viu que ela estudava, procurava ser melhor, se interessou, leu, despertou também o interesse. E aí fica tudo tão melhor, né? Uma família agora que tá bebendo da mesma fonte, da fonte espírita. Veja que maravilha isso, né? e ele acabou seguindo o caminho do espiritismo graças a ela. Isso é muito importante. Fica tudo mais fácil se a família, o casal, eles comungam aí, né, das mesmas crenças. É muito mais difícil quando cada um puxa para um lado, né? E ela teve a oportunidade de viver isso, né? de viver aí um casal, uma família muito unida, que ia um casal espírita, né? Imagina no o dia que nós tivermos isso, né, num nível gigante, né, o que que vai ser do mundo, quantas dificuldades vão ser resolvidas facilmente, né? Infelizmente, hoje a gente tem aí dentro dos próprios lares uma desunião, uma competição, uma guerra alimentada pela sociedade e que um casal que é espírita pode fugir de tudo isso, né, e ter uma outra realidade. Imagina quando as famílias forem espíritas, né, na sua maioria, o que que vai ser do planeta. Em uma das comunicações posteriores após a sua morte, Eduardo confirmou essa nossa ligação profunda. Nossa ligação e nosso amor já existiam antes de virmos para essa vida, tínhamos um propósito que escolhéramos cumprir juntos. Então vocês já estão vendo pela história que com tudo que ela passou desde criança, no momento de que ela conseguiu uma família feliz e unida e unida na na doutrina espírita, vocês vão ver o o marido vai morrer, né? Mas numa das comunicações que ela vai ter futuramente com o marido, ele

momento de que ela conseguiu uma família feliz e unida e unida na na doutrina espírita, vocês vão ver o o marido vai morrer, né? Mas numa das comunicações que ela vai ter futuramente com o marido, ele explica essa ligação entre os dois, né? Eles já tinham um vínculo do passado e eles escolheram provas. em que eles iriam ali se encontrar e passar juntos, né? Então, explicando essa simpatia que ela tinha e essa intuição que ela tinha de que isso já existia, né? Hoje entendo melhor o que eu sentia por ele enquanto estávamos os dois aqui na TFA. Era um sentimento maior, uma um amor que ia além do físico, que são as uniões de alma, né? que estão acima simplesmente das questões materiais. Às vezes os casais, o que os une, os que e o que os mantém são apenas questões materiais que são mais frágeis, né? Porque a matéria ela é perecível, a gente não tem o controle total do que que pode acontecer com as questões materiais. E se é isso que mantém o casal, a primeira crise material que acontecer, pode abalar e até dissolver o casal, né? Agora, quando há uma união de almas no sentido moral, num verdadeiro sentimento, eles conseguem superar as dificuldades materiais, porque não é a matéria que sustenta, né? E ela aí explica que ela tinha esse amor, esse sentimento maior com o Eduardo, né, Lauro, passo para ti. É, e é bom lembrar sempre aqui que ela eh desde criança e depois jovem sempre mostrava uma fragilidade, né, uma fragilidade moral, sempre tendendo a se entregar à depressão, né? eh entra na vida dela alguém que ela tem uma ligação muito forte, né? Vem um uma filha e tudo isso eh eh eh fortalece, né? Mas temos que lembrar isso aqui, pessoal, porque depois a gente vai entendendo melhor a história, né? Mas o o que é importante saber que esse moço Eduardo, ele o primeiro contato que ele teve com a doutrina espírita através das obras, ele se encantou. Então veja que já era algo, uma intuição, posso, posso dizer assim, da da da do seu conhecimento, eh, e que que foi assim primordial para

ve com a doutrina espírita através das obras, ele se encantou. Então veja que já era algo, uma intuição, posso, posso dizer assim, da da da do seu conhecimento, eh, e que que foi assim primordial para esse casal. E deve ser maravilhoso você ver casais que estudam Kardec em seus lares. Deve ser algo muito, mas muito bom. as duas pessoas interessadas, né, no mesmo assunto, na eh buscando o conhecimento. E é claro, o conhecimento ele ele acaba nos possibilitando aplicar, porque a própria consciência vai, né, vai se dilatando e e a gente se vê na, na, na, na na capacidade de poder realizar algo que sem o conhecimento não realizaria. Michel, é, eh, imagina casais e famílias espíritas que realmente forem espíritas, né? É o futuro. É o futuro, é o que a gente almeja, né? Vamos ler aqui alguns comentários, né, do pessoal aqui. O Daniel diz completamente oposto à caridade. Isso me entristeceu muito quando fui buscar pela mesma razão. Como tratar assim quem nos ame partiu? Isso é maldade. Aqui ele tá se referindo ao que a gente comentou ali de como é que a casa espírita trata as pessoas que chegam dizendo que estão vendo ou sentindo os espíritos, né? E realmente é perturbador que a casa espírita faz. Aqui o o Ricardo diz: "A casa espírita trata como obsessão". É, tem que se livrar. É uma coisa que não pode estar ali, né? Aqui a Estela, seja bem-vinda. O Luciano, a casa espírita fala que não pode perturbar os entes queridos. Exatamente. O que é ensinado nas casas espíritas, nos livros espíritas, é que você tem que deixar ele partir e ir pra colônia. E se você pensar nele, você tá incomodando. E é dito para ele na colônia, segundo os livros, que também ele tem que esquecer os entes queridos, porque ele tem que ficar trabalhando na colônia, que só de vez em quando é liberado. Tudo falso. Tudo isso é falso. Os espíritos não vão para lugar nenhum. Os espíritos estão à nossa volta. Os nossos entes queridos estão à nossa volta. E nós podemos pensar neles, amá-los, conversar com eles

also. Tudo isso é falso. Os espíritos não vão para lugar nenhum. Os espíritos estão à nossa volta. Os nossos entes queridos estão à nossa volta. E nós podemos pensar neles, amá-los, conversar com eles sem nenhum problema. Aí aqui o Luciano, provavelmente o primeiro livro não foi romance. É, se o livro é romance, ela vai, ela ia querer expulsar o espírito da casa, né, em vez de amá-lo. E aqui a Cida dá boa noite. Vamos lá, vamos continuar a história que agora vem o momento da morte do Eduardo, né? Mais uma provação para essa para essa mulher. Trs dias antes de completarmos 10 anos juntos. Então agora ela já tinha o quê? 42 e ele 32. Dia 9 de setembro de 2025. Foi agora, agora final do ano, né? Olha como é recente a história. Meu grande amor partiu de forma trágica em um acidente de carro. Quando um caminhão tombou sobre o veículo que ele dirigia, sua morte foi instantânea. Eu que o aguardava voltar de um uma simples consulta ao oftalmologista, não teria mais sua presença física. Como explicar a uma criança de 6 anos que o pai não mais voltaria? Como dizer-lhe que Deus o havia levado? Precisei reunir forças para dar a ela a pior notícia da minha vida. Olha o acontecimento. O marido saiu para ir no oftalmologista. Um caminhão tombou em cima do carro, ele morreu. Uma morte repentina que é mais difícil ainda, né? É uma morte jovem e repentina e que ainda deixa uma criança e uma mãe, né? Então, vejam que prova, mais uma provação que ela passa. Esse tipo de acontecimento, ele se dá muito na sociedade e quantas pessoas se desestruturam completamente, né? Olha o que é essa situação. Como ela disse, como é que ela vai chegar pro, porque para ela já é difícil, ela vai chegar pro filho de 6 anos e dizer que o papai não vai voltar. E nota que é como ela diz, ela precisou reunir forças, porque nesses casos, como ela era uma boa mãe, ela tinha que pensar na criança, né? Ela tinha muitas vezes até que esquecer a sua dor para reunir forças, porque tinha que focar na criança. Era o papai

porque nesses casos, como ela era uma boa mãe, ela tinha que pensar na criança, né? Ela tinha muitas vezes até que esquecer a sua dor para reunir forças, porque tinha que focar na criança. Era o papai não vai voltar. Como assim? Então é muito difícil, muito difícil. a gente de ler fica mexido, né? Segue ela naquele momento trágico em que pensei desistir de tudo. E quem é que vai julgar ela, né? A gente vai julgar ela por dizer isso. Olha o que aconteção dessa mulher. Lembrei-me do homem que Eduardo era, um pai amoroso, esposo presente, parceiro em todas as tarefas, desde o cuidado com a nossa filha até as atividades do lar. Vejam que ela usou muito bem a lembrança positiva para estimular as paixões boas, né, que é o que a gente tem que fazer. Muitas pessoas se desesperam, pensam só em coisa ruim, né? E ela foi muito sábia aqui em lembrar do marido e o pai maravilhoso que ele era. Isso devia valer para ela ter forças para ela continuar, né? A gente tem que aprender com pessoas assim. Tem pessoas que nos momentos difíceis elas pioram a situação e ela usou a lembrança real e viva do marido para criar forças, né? Porque ele foi um marido e um pai excelente. Vejam que ela raciocinou muito de uma maneira muito inteligente. Ela não podia agora jogar tudo isso fora, se revoltar. ou ser ingrata ele, né? Imagina isso sim seria egoísmo. Ela não ela se entregar ao desespero, não pensar na filha, como é que o pai se sentiria? Olha, eu morri e a minha mulher se desestruturou e ainda prejudicou a educação da minha filha. Isso sim é ruim. Ainda bem que ela teve essa lucidez mesmo diante disso, né? Ele me apoiava em minhas conquistas pessoais e profissionais e era meu amparo moral. Quando minha fé vacilava, lá estava ele, paciente e firme, ajudando-me a retomar o caminho. Um ser consciencioso que veio a esta vida para me ensinar a ser mais humilde e menos apegado ao material. Como é bonito, né, Lauro? Eh, um casal, um elogiando o outro, né? Porque hoje em dia se tornou bonito na sociedade, né? A

io a esta vida para me ensinar a ser mais humilde e menos apegado ao material. Como é bonito, né, Lauro? Eh, um casal, um elogiando o outro, né? Porque hoje em dia se tornou bonito na sociedade, né? A sociedade estimula a mulher falar mal do marido. Homem não presta, homem não sei o quê, homem não sei isso, homem não sei o quê. A mulher que já, a mulher que começa a elogiar o marido, ai submissa, hum, fraca, como hoje a família e principalmente o casal, eles são atacados pela sociedade imoral, invejosa, porque muitas pessoas que incentivam você a ficar contra o seu parceiro e a sua parceira queriam estar no seu lugar, mas como elas não têm tem, elas incentivam você destruir o que você tem e as pessoas caem, né? Hoje em dia não tem não tem nada mais atacado do que um casal feliz. A sociedade odeia um casal feliz, enquanto eles não jogam um contra o outro, não fazem eles ficar em pé de guerra dentro de casa e e até deixar de existir. Agora virou muito virou moda, né? A cultura do eu não caso, eu vivo com os meus amigos. Aí a pessoa tem 50 anos, se comporta como se tivesse 15, nunca madurece. Como se a vida em amigos simplesmente desse conta de amadurecer como uma vida em casal, né? Mas é a sociedade que a gente vive, né? Só que o espiritismo ele traz uma moral que as pessoas tinham que parar para pensar. as pessoas que em nome do egoísmo, do materialismo, deixam de viver experiências como a dela, nunca vão ser, nunca vão ter a felicidade que ela tinha. E é muito bonito ela ver ela elogiando e reconhecendo ele, né? E vendo como ele era bom para ela também, como ela era boa para ele. Ele era bom para ela também, que também isso acontece muito, né? O oposto também acontece de pessoas que são péssimos, maridos. Então, é tão bonito a gente ver isso. E ela usou tudo isso e esse amor que eles tiveram um pelo outro também fortificou ela para para esse momento doloroso, né? Bom, Lauro, pode comentar que ainda tem três parágrafos, mas só para não ficar lendo muita coisa, >> não é? Só, é só, é só você disse aí e

ro também fortificou ela para para esse momento doloroso, né? Bom, Lauro, pode comentar que ainda tem três parágrafos, mas só para não ficar lendo muita coisa, >> não é? Só, é só, é só você disse aí e tentar acrescentar aqui que o próprio estudo que eles, né, eh, realizaram, o interesse que ele teve e nó e aqui eu me lembrei de Cadeec dizendo que com o espiritismo o príncipe apertava a mão do do pobre, o operário, o do o patrão do operário. Aí vem casais se reconciliarem, né? Que é o o aqui é o ponto capital aqui, porque que nós estamos falando um casal. Claro que aqui o casal se amava, né? Mas o espiritismo tem essa força de unir. Mas o espiritismo bem entendido, né? Porque esse espiritismo que a gente vê aí, ou, ou melhor, esse movimento espírita que a gente vê aí, a essa essa essa força, ela ela não existe, é só fragilidade, né? Quantas casais que eu conheço que são que eram casais que se separaram e se separaram à às vezes até coisas tolas que faltam um pouquinho mais de estudo, de meditação e, né, para tentar ali se reaproximar novamente. Mas é só para ver a força do espiritismo quando bem compreendido. A gente tá vendo isso aqui, Michel. né? Como disse a Estela aqui, né? As pessoas desistem do casamento nas primeiras dificuldades. É uma pressão muito grande para acabar com a família, para acabar com os casais. Claro que tem os veja, o espiritismo não é contra o divórcio. Claro que há casos em que é necessário, por favor, mas a gente tá vivendo o oposto. A gente saiu, a gente não pode sair de um extremo e ir para outro, né? Porque isso tem prejudicado a sociedade. E a grande maioria das pessoas que querem ter uma ah eu quero ser livre. Elas passam a vida inteira querendo encontrar alguém e mentindo que são melhores sozinhos. A gente sabe isso, mas isso é assunto para outra hora, né? Eu ainda quero fazer um programa espírita dedicado aos casais, porque eu sei que isso não existe, infelizmente, né? Segue. Aqui veio um momento difícil, né? O velório e o sepultamento foram

hora, né? Eu ainda quero fazer um programa espírita dedicado aos casais, porque eu sei que isso não existe, infelizmente, né? Segue. Aqui veio um momento difícil, né? O velório e o sepultamento foram momentos de dor profunda. Embora eu tivesse entendimento de que a vida não acaba no túmulo e aceitasse com resignação a vontade de Deus. Voltei, caí, voltei. Foi isso? >> Isso. Travou, Michel. No início da leitura você travou. >> Eu vou ler de novo. Então, o veló e o sepultamento foram momentos de dor profunda. Embora eu tivesse entendimento de que a vida não acaba no túmulo e aceitasse com resignação a vontade de Deus, a dor do afastamento físico era inevitável. Eu me perguntava, como será agora? Quem me ajudará a sustentar minha fé? Então, lembrei-me de que meses antes, Eduardo havia se aproximado de um grupo espírita que se dedicava ao espiritismo prático com o estudo e evocação dos espíritos. Lembrei também que esse grupo havia ajudado a se comunicar com o espírito de um sobrinho que desencarnou prematuramente. Foi como se a luz da esperança ascendesse dentro de mim. Então, veja, o momento difícil do velório, como ela diz, embora a gente saiba intelectualmente muitas vezes que tudo continua, é um momento muito difícil, porque a presença física no mundo físico é algo muito forte. E ela e ela tinha exatamente as perguntas naturais que toda pessoa na viuvez vai se fazer. E agora como é que vai ser, né? uma mãe jovem ainda com uma criança pequena, a gente sabe de toda a dificuldade, né, num país como nós e aí ela lembrou que o Eduardo, que graças a ela se tornou espírita, estava frequentando um grupo cardecista. Olha que interessante. Ou seja, era um grupo que além de estudar evocava os espíritos. e que inclusive esse o Eduardo tinha conseguido uma comunicação com um sobrinho que tinha desencarnado. Então ela lembrou disso, ela dis ela viu nisso uma esperança, né? Mas como entrar em contato com aquele grupo se eu mesmo até então tinha reservas quanto à invocação dos

brinho que tinha desencarnado. Então ela lembrou disso, ela dis ela viu nisso uma esperança, né? Mas como entrar em contato com aquele grupo se eu mesmo até então tinha reservas quanto à invocação dos espíritos? durante anos afastara-me das obras de Kardec e alimentara ideias erradas sobre o assunto. Eduardo sempre dizia que eu deveria conhecer aquele grupo e eu sempre me recusava. Agora, diante da dor, compreendi. Olha, a gente chegando num num momento culminante, o mal que os livros e a casa espírita tem feito na vida real das pessoas. O quanto a falta de Kardec tem feito mal. para as pessoas. É nessas horas que a gente vê, nessas horas que você mais precisa do verdadeiro espiritismo, que você vê o mal que essas obras que vieram desses espíritos, do movimento espírita fazem na vida real das pessoas. Engraçado que o Eduardo acabou se tornando espírita, mais espírita que ela. Foi através dela, mas ele estudou Kardec, participava de um grupo, evocava os espíritos e ela era a espírita clássica, né? O espírita clássico de casa espírita não quer saber de Kardec, acha que não pode evocar os espíritos, que é perigoso, que é errado, que só pode eh participar da mediúnica no centro, que só pode ajudar espírito trevoso, sofredor, não pode evocar os parentes e amigos. Aí quando vem a morte, essa mesma espiritada que divulga essas obras sofre. Eles mesmos plantam o sofrimento deles. E vejam que ela, se não fosse o Eduardo e o grupo que ele participou e ele já dizia para ela que ela devia se aproximar de Kardec, da evocação, ela seria mais uma espírita da qual o espiritismo não serviu para quase nada, que é como o Espiritismo é nas casas espíritas. É só pra hora de o espiritismo das casas espíritas serve só pra hora do sermão dentro da casa espírita. Você saiu dali, o primeiro sofrimento que você enfrenta, você não sabe como enfrentar. Então essa gente morre defendendo essas obras, mas eles mesmos sofrem as consequências, porque na primeira dificuldade eles não sabem o que fazer.

ento que você enfrenta, você não sabe como enfrentar. Então essa gente morre defendendo essas obras, mas eles mesmos sofrem as consequências, porque na primeira dificuldade eles não sabem o que fazer. E se não fosse o Eduardo, ela seria mais uma vítima. É por isso que as pessoas ficam às vezes chocadas ou até incomodadas quando eu digo: "Como é que eu vou indicar que alguém vá para uma casa espírita se eu sei que eu vou est levando ela para um lugar que vão fazer mal para ela?" Mas vejam, graças a Deus, o Eduardo era cardecista, né? E ela teve que passar por esse momento. Olha que interessante que é a vida, né? Ela teve que acontecer tudo isso para ela pensar na evocação e pensar em Kardec. Muito interessante, né, Lauro? muito e pensar que veja, eh conheço muitas pessoas que quando a gente conversa eh eu pergunto assim: "Você já leu, por exemplo, o livro dos médicos?" Já, já li. Tá, mas já leu de novo? Já estudou? Não, não, eu já li. Eh, eh, eh, eh, fica fica supercial, né? Então, o caso dela aparentemente aqui, ela fez o estudo, mas não se aprofundou, não foi persistente, se afastou e consequentemente ela ela, né, não conseguiu se livrar dessa ideia assim de ser contra a evocação, né? Então, eh eh aquela pessoa que inicia estudos com Kardec e abandona, ela tá muito suscetível a ir pelas ideias contrárias. Aí pode perguntar, mas por quê? Porque ela não adquiriu conhecimento suficiente para separar o joio do trigo, né? A gente tem na na própria história o Chico que não estudou nada, né? E quando pergunta se é vocação, o que o que diz o espírito? Somos contra. Somos opinião que não se deve evocar. O Chico, por não conhecer, não não ter aquele conhecimento, muito menos o grupo, cedeu, cedeu a aceitou, né? E ficou no que ficou. Certamente, se tivesse conhecimento, o caso da moça aqui, teria forças aí com certeza. Eh, até para dizer assim: "Não, vou lá e vou ver se é possível que evoque, né?" Não seria contra evocação. Michel, >> é muito é muito doloroso a gente ver as

da moça aqui, teria forças aí com certeza. Eh, até para dizer assim: "Não, vou lá e vou ver se é possível que evoque, né?" Não seria contra evocação. Michel, >> é muito é muito doloroso a gente ver as pessoas sofrendo com a morte dos entes queridos. e são frequentadoras dos centros espíritas e a gente vê que elas nunca vão evocar ou participar de uma reunião mediúnica para conversar com o ente querido. vai passar 10, 20, 30, 50 anos, elas nunca mais vão falar com o espírito, porque ela está num lugar que se diz espírita e que ela nunca vai conversar com os espíritos queridos. Consegue ter noção do que faz uma casa espírita. As pessoas ficam 40 anos numa casa espírita e nunca evocam os entes queridos. Porque ensinaram para ela que não pode. Se isso, Lauro, se isso não é maldade, é o quê? Consegue entender o que esses espíritos fizeram? E as pessoas acham que esses espíritos são superiores. Olha a maldade desses espíritos. Consegue entender a maldade, a crueldade desses espíritos que vieram por esses médiuns? Porque eles tiraram da pessoa a chance delas por anos de se comunicar com seus entes. É crueldade. E as pessoas os defendem, acham que eles são superiores porque eles falam em Jesus e no amor. Mas eles falam em Jesus e no amor lhe dando uma facada nas costas. Eles estão enganando você. Eles falam de Jesus e do amor para esconder a maldade que eles estão fazendo, porque eles estão tirando de você a chance de ouvir os entes queridos e evoluir com eles. E as pessoas caem e as pessoas acham que o Kardec Tuber que é mal, que é vilão. E a gente gritando aos quatro ves, acorde, tão mentindo para você. É impressionante. E esses espíritos criaram já tá e me dói mais ainda. Você abre os canais espíritas, grandes canais espíritas e eles continuam fazendo isso. Laura, não é uma coisa que é do passado. Eles seguem fazendo isso. É um espiritismo sem espíritos. É moral, moral, Jesus, moral, Jesus, moral, sermão, Jesus, moral, sermão, musiquinha. E a parte mais importante que é

coisa que é do passado. Eles seguem fazendo isso. É um espiritismo sem espíritos. É moral, moral, Jesus, moral, Jesus, moral, sermão, Jesus, moral, sermão, musiquinha. E a parte mais importante que é conversar com os mortos, não tem. É impressionante. Impressionante. Quantas pessoas eu conheço que morreram os parentes e elas sofrem até o fim da vida, mas frequentam as casas de espírito. Estão lá todo dia falando que espírito não morre, que a vida continua. Mas ah, mas eu não posso, felizmente eu não posso chamar o fulano. O Emz, a FEB disse que não pode. O presidente do CED que é perigoso por anos. Não é uma coisa assim corriqueira. A pessoa vai passar a vida sendo enganada. Imagina depois da decepção, quando ela descobri que ela foi impedida de uma coisa que ela podia ter feito. É como você ter um parente em outro país e descobrir a vida inteira que tinha o WhatsApp e você não usou. Imagina você sofrer de saudade e eu dizia assim: "Use o WhatsApp, fale com ela." Não, me disseram que é perigoso, não posso usar o WhatsApp. Mas queria tanto. Não, mas não posso porque o WhatsApp é perigoso. Imagina, é a mesma coisa. É a mesma coisa. Eu, como sou espírito imperfeito e eu vejo esses vídeos dessas pessoas, o meu estômago se retorce quando eu vejo eles mentindo nos vídeos, usando o nome do espiritismo. 400.000 seguidores, 600.000 1000 seguidores e as pessoas aplaudindo. Essas pessoas, e já para concluir, Lauro, essas pessoas não acreditam no espiritismo. Esses dirigentes espíritas, esses escritores, esses donos de canais, eles não acreditam no espiritismo. Porque se eles realmente acreditassem, eles teriam medo das consequências. Eles teriam medo das consequências da maldade que eles estão fazendo. A única coisa que me me surge na cabeça é que eles não acreditam. Porque ter coragem de falar o que eles falam em nome do Espiritismo, a única explicação que eu posso ter é que eles não acreditam, porque todos vão responder. Hoje eles debocham, eles rimem, eles nos xingam, eles se aproveitam, que eles têm

alam em nome do Espiritismo, a única explicação que eu posso ter é que eles não acreditam, porque todos vão responder. Hoje eles debocham, eles rimem, eles nos xingam, eles se aproveitam, que eles têm muito mais seguidores que a gente, mas as leis de Deus não falham. E as pessoas que estão se deixando enganar tem raciocínio, tem capacidade de raciocinar, de questionar, tem que acordar. Bom, pessoal, evidentemente não vai dar tempo, né? Vocês vão ter que voltar a quinta que vem pra gente agora entrar na segunda parte do texto em que ela vai se comunicar com o marido. Eu quero agradecer a todos que aqui estiveram, agradecer ao Lauro, principalmente. Amanhã, sexta-feira, às 14 horas, temos o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo e amanhã à noite todos os nossos assinantes temos o estudo no livro dos médiuns. Se você não é assinante, quer estudar conosco, assine o Kardec Tube. Estamos quase chegando na metade da nossa meta. A única maneira de Kardec conseguir atingir mais pessoas e poder tomar o espaço dessa gente é com a ajuda de vocês, senão eles vão continuar enganando os outros. Eu agradeço e passo pro Lauro se despedir. >> Esse apoio é muito importante. Eh, talvez é o mínimo que que a gente pode fazer para o espiritismo, né? É, principalmente quem tem a vontade tem a condição de de poder fazer isso, levar o o o nome de Kardec mais longe. Mas o nome de Kardec tem que ser, né? às vezes muitas pessoas falando em Kardec aí, mas que infelizmente distorce demais. Então o esse apoio ele sempre será bem-vindo e a gente será recompensado do ponto de vista de dizer assim: eh eu consegui levar a minha pedra a ao edifício, né? Reconstruir o espiritismo como ele tem que ser reconstruído. Bom, Michel, também quero agradecer a você, agradecer a galera que está aqui conosco, a você que está chegando agora, né? E o Michel já deu os devidos recados. Então, amanhã nos encontramos aí às 2 horas. Abraço, pessoal.

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