11 - "O que é o Espiritismo", estudo completo da obra de Kardec - Preâmbulo (parte 9)
Estudo #11 Estudo completo da obra de Kardec: "O que é o Espiritismo?" Preâmbulo (parte 9) Toda Quarta às 20h30 até 21h30 Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube José Fernando Toledo Paniago __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirita 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4983804296036352
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui da obra O que é o Espiritismo. Estamos aqui mais uma quarta-feira reunidos no nosso 11º encontro, onde nós estamos estudando essa grande importância, né, em conteúdo, mas pequena obra em volume de Allan Kardec, a obra que é o Espiritismo. Lembrando a todos que a resposta à pergunta do próprio nome do livro, que é o Espiritismo, ele já dá no na introdução, no preâmbulo, né? Ele dá uma definição do que é o Espiritismo. Nós abrimos uma janela aí para mostrar alguns textos para refletir sobre o conceito que Kardec dá do Espiritismo como ciência e filosofia, né? Então, nós estamos analisando aí algumas semanas a ideia, a relação espiritismo e ciência, sendo o espiritismo também uma ciência. Hoje a gente encerra esses textos anexos aí que a gente tem mostrado de Kardec e aí a gente volta pra obra para seguir o fluxo dela normalmente. Tenho aqui ao meu lado, como sempre os meus amigos, o Lauro e o José. Peço a todos, primeiramente, antes deles se apresentarem, eu já peço que vocês curtam, deem um joinha aí no nosso vídeo, quem puder. Quem não tiver inscrito no Kardecube, por favor, se inscreva, isso ajuda o canal. Se tiver algum amigo, algum conhecido para compartilhar o vídeo também compartilhe, convide a pessoa para assistir e nos siga nas demais redes sociais. E por fim, para enriquecer o estudo, quanto mais vocês participarem aí, mandarem questões, opiniões pelo chat, isso também ajuda a enriquecer o nosso estudo. Que a gente tenha um ótimo estudo e eu passo agora pro José e o Lauro darem suas boas-vindas também. >> Boa noite, Michel. Boa noite, Lauro. Boa noite a todos mais uma vez. Ah, vamos seguir então, como o Michel falou, né, estudando os textos complementares para ajudá- concepção do espiritismo enquanto ciência. Ah, que a gente tenha um excelente estudo. Caiu temperatura hoje em São Paulo. Acho que em Minas não tá tão frio porque o Lauro tá de tá de camiseta, mas aqui em São Paulo caiu bastante a temperatura,
Ah, que a gente tenha um excelente estudo. Caiu temperatura hoje em São Paulo. Acho que em Minas não tá tão frio porque o Lauro tá de tá de camiseta, mas aqui em São Paulo caiu bastante a temperatura, 12º agora. Ah, frio ou não, vamos seguir estudando Kardec. >> É isso aí. Boa noite, pessoal. Boa noite, José Michel. Eh, bom estar aqui novamente, né, para esse estudo. É, aqui de aqui teve um friozinho, segundo a a meteorologia aqui, 9 graus na madrugada de hoje, mas assim, confesso que eu não nem percebi esse frio, não. Tá, tá gostoso, tá gostoso. E que tenhamos aí então um bom estudo aí, que os bons espíritas nos inspirem. Michel, >> vamos lá, então, dando uma boa noite já. O pessoal já tá aí nos nos comentários, né? O Francisco, a Vera, a Estela, se eu não me engano, a Estela é lá direto dos Estados Unidos, né? Se eu não me engano, é ela. A Ana que desde eu acho que do primeiro estudo também sempre tá por aqui, o Luciano, a Vanúia, uma boa noite a todos. Então, a gente vai dar início. Então, o que que a gente vai ver hoje para entre aspas finalizar essa nossa reflexão sobre espiritismo e ciência? um assunto muito comentado no movimento espírita, mas curiosamente o texto onde Kardec trata desse assunto comentado, ele geralmente não é apresentado inteiro. É o texto que está na obra Gênese, em que Kardec fala da progressividade da ciência espírita. Muitas vezes a gente ouve falar que a a as frases tipo Kardec não disse tudo, os espíritos que vieram pós Kardecam complementar, trazer informações novas. O próprio Kardec disse que o Espiritismo eh aceitaria novas verdades, eh iria progredir na sua teoria. Então, é muito comum as pessoas que defendem a a as muitas obras que vieram pós Kardecitando uma própria fala de Kardec, onde Kardec diz que a teoria espírita poderia se modificar, aceitar verdades novas, progredir. O que que é curioso é que as pessoas que citam essa fala de Kardec não citam o texto inteiro. É muito interessante. Geralmente a pessoa para defender a sua
odificar, aceitar verdades novas, progredir. O que que é curioso é que as pessoas que citam essa fala de Kardec não citam o texto inteiro. É muito interessante. Geralmente a pessoa para defender a sua tese, ela cita só a parte que interessa a sua tese, mas evidentemente que pra gente entender de uma maneira séria, correta e profunda, a gente deve ver todo o texto onde Kardec trata sobre essa dita progressividade. Então, a gente vai mostrar aqui é um é um pequeno texto, são dois parágrafos curtos no capítulo um da Gênese, o famoso capítulo caracteres da revelação, caráter da revelação. E no item 55, no item 55, Kardec então vai tratar disso sobre essas questões da da progressividade dos espíritos. Então, a gente vai mostrar esse texto, como eu disse, raramente se mostra ele e a gente vai ver que não é bem assim. Não basta simplesmente dizer: "Olha, a doutrina progride, logo o que veio depois eu posso considerar um progresso". Evidente que a coisa não pode ser simples e ingênua dessa maneira. a gente vai ver o próprio Kardec e tratando sobre isso, porque muitas vezes as pessoas que seguem Kardec, estudam Kardec e defendem a teoria Kardequiana e seguem a ideia de que aquilo que veio pós Kardecou nada ao espiritismo, muito pelo contrário, eh, eh entrou em contradição com a doutrina espírita. Muitas vezes nós que defendemos essa ideia, nós somos chamados de ortodoxos, fundamentalistas, dogmáticos, eh como se nó a nós tivéssemos um posicionamento, de uma certa maneira até fanático à teoria. Muitos chegam dizer, esses cardecistas, eles tratam a obra de Kardecoso fanático trata a Bíblia e e geralmente esse argumento meio espantálio que a gente diz, né? A gente a p ninguém quer ser fanático, ninguém quer ser fundamentalista, ninguém quer ter essa característica. Então as pessoas usam esse espantário paraa pessoa aceitar qualquer coisa além de Kardec. E a gente vai mostrar que não é bem assim. A gente vai tentar fundamentar e mostrar por que a gente defende as ideias que a gente defende pautadas
o paraa pessoa aceitar qualquer coisa além de Kardec. E a gente vai mostrar que não é bem assim. A gente vai tentar fundamentar e mostrar por que a gente defende as ideias que a gente defende pautadas em Kardec. Então eu vou ler os dois parágrafos e aí a gente inicia a tradicional conversa com entre o Lauro, o José e os demais que aí vão participar. Vou colocar aqui para todos verem o texto. Então, lembrando, item 55 do capítulo 1 da Gênese, da primeira parte da Gênese, né? Caráter da revelação espírita, item 55. Então, agora é Kardec falando, né? Um último caráter da revelação espírita a ressaltar das condições mesmas em que ela se produz, é que apoiando-se em fatos tem que ser e não pode deixar de ser essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação. pela sua substância, alia-se à ciência que, sendo a exposição das leis da natureza com relação a certa ordem de fatos, não pode ser contrária às leis de Deus, autor daquelas leis. As descobertas que a ciência realiza, longe de o rebaixarem, glorificam a Deus. unicamente destróem o que os homens edificaram sobre as falsas ideias que formaram de Deus. O espiritismo, pois, não estabelece como princípio absoluto senão o que se acha evidentemente demonstrado ou o que ressalta logicamente da observação. endendo com todos os ramos da economia social aos quais dá o apoio das suas próprias descobertas, assimilará sempre todas as doutrinas progressivas de qualquer ordem que seja, desde que hajam assumido o estado de verdades práticas e abandonado o domínio da utopia sem o que ele se suicidaria, deixando de ser o que é, mentiria à sua origem e ao seu fim providencial. Caminhando de par com o progresso, o espiritismo jamais será ultrapassado. Porque se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revela, ele a aceita. Eu vou parar aqui porque depois tem um um comentário de Kardec, mas eu deixo para depois. O que que eu quero ressaltar desse texto
modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revela, ele a aceita. Eu vou parar aqui porque depois tem um um comentário de Kardec, mas eu deixo para depois. O que que eu quero ressaltar desse texto aqui? Que realmente quando as pessoas dizem que Kardec fala que o espiritismo pode evoluir na sua teoria, pode se modificar, pode assimilar novas verdades, essas pessoas estão certas. E nós concordamos também com isso. Ora, é característica de qualquer ciência estar aberta ao progresso da sua própria teoria. O que que é possível numa ciência? Ou a ciência pode achar pontos em que ela se equivocou, então ela é corrigida ou ela pode ser melhorada em algum ponto ou ela pode ser ampliada. Isso é característica de qualquer ciência, por isso a sua progressividade. Então, os chamados cardecistas ou cardecianos admitem isso também, que é possível o progresso da teoria. Então, por que que eu não é justo e correto chamar quem defende a obra de Kardecista, fanático, ortodoxo, seja o que for? Porque eu poderia chamar alguém disto se a pessoa não admitisse a possibilidade de progresso, porque aí inclusive ela estaria contrariando o próprio Kardec. Mas nós admitimos essa possibilidade. A nossa discordância é que essas supostas novas verdades ou complementos é que não se enquadram como progresso. Então, o espiritismo pode evoluir, pode ter novas informações, pode, mas o que nós entendemos é que aquilo que veio pós Kardec não se enquadra como esse progresso, porque ela contraria os critérios que o próprio Kardec deixou para que algo fosse considerado um adendo, uma evolução da teoria. Vejam que essa é a diferença. Então, não se trata aqui de negar a progressividade, se trata de defender a ideia, de entender que essa progressividade não aconteceu porque os requisitos necessários para que ela se dê não foram respeitados. Então essa é a diferença. E para mostrar que ele coloca a possibilidade da progressividade, como todos sempre, como eu disse, as pessoas repetem, é curioso que as pessoas não
dê não foram respeitados. Então essa é a diferença. E para mostrar que ele coloca a possibilidade da progressividade, como todos sempre, como eu disse, as pessoas repetem, é curioso que as pessoas não tratam da continuação do texto, onde vocês viram que ele coloca as condições para que essa progressividade aconteça. simplesmente dizer que é possível progredir, não basta, porque eu tenho que mostrar as condições. E curiosamente essas pessoas que defendem que eh, por exemplo, Emanuel, André Luiz trouxeram uma evolução paraa teoria espírita, geralmente essas pessoas não citam as condições que Kardec coloca para essa progressividade. Elas só citam que há progressividade. E é interessante, parece que elas temem enfrentar o texto completo, porque vejam, ele coloca no segundo parágrafo as condições. Percebam que ele coloca que tem que tá evidentemente demonstrado o princípio. Então, vejam, ele tá colocando uma condição. Então, se não estiver evidentemente demonstrado e e esse termo evidentemente demonstrado é próprio de algo que é científico, né? algo que é bem embasado, evidentemente demonstrado ou que ressalta logicamente da observação. Então, eu tenho que ter evidência e lógica para que o princípio seja aceito como um princípio espírita. Então, vejam que não basta eu dizer que a teoria pode progredir. Se alguém aparece dizendo assim: "Olha, eu tenho aqui um um um complemento para o espiritismo, que que eu tenho que se eu respeito o texto de Kardec?" E isso é uma característica em qualquer ciência, nenhuma evolução pode ser feita eh de qualquer jeito, né? Simplesmente alguém chega e diz: "Ó, tem uma evolução aqui na física". Ah, mas você é o você é especialista em quê? Em física? Não, não fiz nem o curso. É mais ou menos isso. A pessoa diz assim: "Eu quero evoluir o espiritismo, mas eu nem li direito Kardec". Aí a gente vai ver aquilo que a pessoa apresenta como evolução e ela não atende os requisitos. Ela não é algo evidentemente demonstrado baseado em observações, em fatos, não
eu nem li direito Kardec". Aí a gente vai ver aquilo que a pessoa apresenta como evolução e ela não atende os requisitos. Ela não é algo evidentemente demonstrado baseado em observações, em fatos, não tem lógica. E aí ele fala assimilará. Olha ele falando, né? sempre todas as doutrinas progressivas de qualquer ordem que seja. Desde que, olha a condição, olha, é simples de entender. Desde que é uma condição. Então, ele assimilará desde que. Por que que as pessoas não falam do desde que? E aí ele dá a condição a desde que haja assumido o estado de verdades práticas e abandonado o domínio da utopia. Então, eu tenho a teoria que ela precisa ser evidentemente demonstrada e ter lógica. E aquilo que é da economia social, que é a parte prática da teoria espírita, que que atinge a sociedade como um todo, uma proposta que é justamente as consequências morais do espiritismo, ela tem que ser uma doutrina que seja uma verdade. Então, vejam que tem o caráter da verdade e tem que ser uma verdade prática. Ela não pode ser utópica sem o que ele se suicidaria. Olha que que interessante. Se eu adotar uma verdade utópica, é um suicídio pro espiritismo. E aí ele termina caminhando de par como progresso. Progresso não é contradição. O espiritismo jamais será traçado. Por se, ó, de novo, né? condição. Se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro, ele modificaria. Se demonstrar estar em erro, ele modifica. Aí a gente vai ver as pessoas que propõem que Kardec errou, a gente vê que a pessoa não leu Kardec, não entendeu, não conhece o objeto de estudo, não conhece a metodologia. Se uma verdade, aí para terminar ele diz, se uma verdade nova se revela, ele aceita. Uma verdade se revela, ele aceita. Mas tem que ser uma verdade. E a gente sabe que no campo da lógica, para algo ser verdadeiro, ela tem que ela tem que respeitar alguns quesitos, né? Então eu não eu não preciso nem entrar a fundo, porque até não é o nosso objetivo aqui, mas eu não preciso entrar a fundo nos critérios. Basta simplesmente eu mostrar que ele
itar alguns quesitos, né? Então eu não eu não preciso nem entrar a fundo, porque até não é o nosso objetivo aqui, mas eu não preciso entrar a fundo nos critérios. Basta simplesmente eu mostrar que ele colocou critérios. Então, não basta eu dizer assim: "Ah, o espírito veio e disse tal coisa". É um complemento. Ah, o o médium veio, o palestrante veio, o o grupo veio, a instituição veio e disse: "É um complemento, é uma evolução da teoria". Não, mas pera aí, tá atendendo aos critérios aqui que Kardec colocou? Porque se não tiver, não pode ser considerada uma evolução. Então, vejam que negar a evolução também é um direito que a própria teoria coloca. Se ela não atender os critérios, eu tenho o direito de negar essa evolução, como em qualquer ciência. Se eu não atender aos critérios metodológicos daquela ciência, ela não é aceita a teoria. Então isso é muito importante da gente entender como é que se dá e também para as pessoas entenderem como essas críticas que se fazem aos cardcistas são injustas, porque a gente não aceita porque não atende aos critérios. E a pessoa que defende não fala nem do critério, quanto mais demonstrando que aquilo que ela diz que é uma evolução atendeu aos critérios. Ela nem fala dos critérios. Então, vejam, eu joguei muito importante trazer isso. Agora eu passo pro José e pro Lauro. Eu acho que o Michel ressaltou bem os pontos, né, do desses desses dois parágrafos, tratando aí do tema da progressividade. Eh, e eu concordo, né? Eu acho que é isso mesmo. Toda ciência de observação, como Kardec coloca aí, ela ela vai progredir, não tenha dúvida nenhuma. É só a gente olhar pra história da física, né? como a física progrid na ciência moderna lá desde Galileu, Copérnico, depois Newton, depois Einstein, a ciência progride. A questão é que você precisa, para surgir uma teoria nova que vai superar em alguns pontos a teoria anterior, uma coisa precisa ficar claro para as pessoas, você precisa partir de dentro, do interior da teoria. a qual se quer superar.
surgir uma teoria nova que vai superar em alguns pontos a teoria anterior, uma coisa precisa ficar claro para as pessoas, você precisa partir de dentro, do interior da teoria. a qual se quer superar. Então, quando vai superar alguns pontos do Newton, ele tá partindo de dentro ali da teoria do Newton para superar alguns pontos. E não é isso que foi feito no século XX, eh, com os espíritos que defenderam outras teorias completamente paralelas ao espiritismo. Foram criados sistemas pessoais daqueles espíritos, só com nome de espiritismo, mas até aí não quer dizer nada. Ter apenas o nome não significa muita coisa. A gente pode dar o nome para uma coisa, mas os princípios ali, os conceitos são completamente estranhos. Então, foram criados sistemas pessoais que vão usar uma palavra ou outra que tem a ver com o espiritismo, mas não de fato ali não tem nenhuma relação. Ah, então é isso. A quem defende a teoria espírita tá defendendo a verdade, tá defendendo ela porque ela é melhor do que as outras e porque as outras não demonstraram que ela está em erro. Isso que Kardec tá dizendo aqui, caso se demonstre que o espiritismo está em erro, em algum ponto, ele vai se corrigir. Ah, ele se modificaria nesse ponto, né? Basta bastaria que aqueles espíritos demonstrassem um erro em Kardec para ser corrigido, superado eventualmente. Mas não é isso que eles fazem, né? A gente conhece as obras, não é isso que eles fazem. Eles não dialogam com a obra de Kardec, eles não debatem, eles não estão interessados em demonstrar qual é o ponto que tá que tá com problema. Simplesmente eles vão criando a sua própria teoria individual, falando, falando, falando. E a gente não sabe se aquilo tá baseado em fato, se é imaginação, criação da cabeça, enfim. Não, de fato, não é como uma ciência trabalha, né? você pega aquelas obras do século XX, não não é como a ciência trabalha. O espiritismo é uma ciência. Se as pessoas quiserem outra coisa, aí tudo bem, mas o espiritismo é uma ciência, né? E como toda ciência vai ah eventualmente
éculo XX, não não é como a ciência trabalha. O espiritismo é uma ciência. Se as pessoas quiserem outra coisa, aí tudo bem, mas o espiritismo é uma ciência, né? E como toda ciência vai ah eventualmente evoluir, vai progredir, mas tem que haver fatos novos paraa teoria para poder se modificar. Ela não se modifica simplesmente pelo fato de que o tempo passou. E aí surgiu, surgiram eh opiniões diferentes. Não, você precisa estar baseado em fatos novos e pela lógica, pela argumentação, demonstrar porque que aquela teoria anterior tá equivocada. E em geral o que acontece na ciência hã pequenas modificações naquela teoria. Quando a gente olha paraa história da ciência, a as grandes revoluções elas ocorrem esporadicamente. É muito pouco eh a ocorrência de grandes revoluções, grandes mudanças é pequena na história da ciência. Se você considerar os últimos 500 anos, você teve meia dúzia de episódios que vão promover mudanças profundas, como essas que eu mencionei, Galileu, Newton, Einstein, que vai mudar para sempre a história da ciência. De maneira geral, no dia a dia da ciência, são pequenas contribuições, pequenas alterações, pequenas mudanças que vão acrescentando, eventualmente modificando pequenos pontos de uma teoria que se mantém no seu núcleo. E é isso que o próprio Kardec fez em vida. Todo mundo aqui conhece o exemplo clássico que a gente cita da possessão. Todo mundo aqui conhece esse exemplo. Na no livro dos médiuns, lá no começo dos anos 60, Kardec vai dizer que não há possessão. Ele afirma isso de maneira de maneira bem ampla. Agora, eh, depois quando chega na obra Gênesis, e essa mesma que nós estamos estudando aqui, ele admite a existência da possessão. Mas por que ele mudou? Porque surgiram fatos novos. Ele pode observar o fenômeno de Morzini, aquela cidade que teve inclusive um caso coletivo de possessão. Então, se um fato novo está contrariando a teoria, o que que você faz? joga toda a teoria fora, não. Você faz um remendo, você corrige, você emenda a teoria naquele ponto. Então, é assim
de possessão. Então, se um fato novo está contrariando a teoria, o que que você faz? joga toda a teoria fora, não. Você faz um remendo, você corrige, você emenda a teoria naquele ponto. Então, é assim que uma ciência trabalha e é assim que Kardec fez. Olha como Deus é bom, né? Ele permitiu que houvesse um exemplo prático disso em enquanto Kardec estava vivo, pra gente poder ver que, de fato, o espiritismo é uma ciência que progride, mas que progride dentro de certas condições, como Michel já havia colocado. Então esse exemplo caiu do céu mesmo paraa gente, né, para poder mostrar como é que o espiritismo trabalha e que ele não é um conjunto dogmático de princípios e que não tem nada a ver com a Bíblia. Eh, isso é uma compreensão equivocada dos críticos. Eh, bom, deixa eu ver se é o critério usado hoje, né, para querer justificar que os espíritos estão progredindo a ciência espírita é o critério de autoridade. Olha, o médium fulano disse, o médium ciclano disse, palestrante A, palestrante B, espírito A, espírito B. E e isso passa a a ser tido como uma verdade quando, né, em realidade não é. Vejam, eh, assisti agora recentemente uma determinada pessoa falando que existe cidade no mundo espiritual porque eu, ele disse, e ele usou o termo aqui, em desdobramento eu vi tudo acima do Rio de Janeiro. Então, nós estamos falando aqui qual cidade? A Dita cuja colônia o nosso lar, né? Então ele usou esse critério de que eu vi. Aí a pessoa pega e fala: "Olha, mas o fulano viu ela ela esquece de pera aí, que que Kardec falou disso?" Ah, nós temos aqui as imagens fantásticas, as criações fluídicas. Vai encontrar isso em toda a obra de Kardec, né? Não, mas é o critério é o critério de de autoridade usando o nome, seja de quem for, né? fugindo completamente desses princípios que já foram desses critérios que já foram destacados pelo Michel José, que é o critério da observação, da razão, do bom senso, da lógica, né? Então, como que poderia desenvolver uma ciência, progredir uma ciência melhor sem não não
e já foram destacados pelo Michel José, que é o critério da observação, da razão, do bom senso, da lógica, né? Então, como que poderia desenvolver uma ciência, progredir uma ciência melhor sem não não tem embasamento nenhum, né, nesses critérios dos quais o Kardec foi exigente. Foi exigente porque senão a ciência espírita espírita ela teria se eh eh se suicidado prematuramente se ele fosse leviano em usar esse mesmo critério que hoje se usa. José, ele ele citou aqui o estudo dos processos de Morzin que Cadeec muda de opinião e e o Michel e talvez José vai se lembrar bem que ele muda também quando ele observa a mediunidade no copo d'água. A princípio ele negou, mas depois voltando lá, observando o fenômeno, ele disse assim: "Há realmente um efeito, né, que esse copo produz sobre a determinada pessoa e faz com que ele, né, eh, tenha ali o fenômeno de segunda de de dupla vista, né, provoca essa esse esse fenômeno. Então veja que Kardec muda porque, como foi dito pelo José, a própria observação dos do do dos fatos fez com que ele se reposicionasse, né? Ele não usou o critério de, ah, eu não aceito aqui a a mediunidade no copo d'água porque eu eu não usou esse critério, né? E é isso que nós que que que o movimento espírita precisa entender e, né? Não, nem vou lembrar que fala repetiu que o Michel falou sobre nos chamarmos nos chamar de de de radicais. Ah, espíritas cadecistas radicais. Não, nós estamos sendo lógicos, usando esses, tentando, né, usar esses critérios ou pelo menos debater usando esses critérios nos quais Kardecou bem bem organizado, bem muito bem estruturado. Michel, >> é, eu acho que o usar o a classificação para pra pessoa que defende a ideia de que não houve uma evolução na teoria de Kardec, pós Kardec, chamar essas pessoas, no caso nós, porque nós defendemos essa ideia de fundamentalista, de algo assim, Eu acho que é um tem um pouco a ver com falta de argumento, porque eu coloco esse carimbo eh na falta de argumento para parecer uma coisa feia que para as pessoas
ia de fundamentalista, de algo assim, Eu acho que é um tem um pouco a ver com falta de argumento, porque eu coloco esse carimbo eh na falta de argumento para parecer uma coisa feia que para as pessoas correrem daquilo. Então, tem a ver um pouco com falta de argumento, porque se eu tenho bons argumentos, eu não preciso eh colocar classificações nas pessoas. Eu dou os argumentos do porquê que que aconteceram então os progressos. Então eu digo assim: "Olha, não escute aquelas pessoas porque elas são fanáticas, ortodóxicas, ortodoxas, fundamentalistas". Aí as pessoas em geral, porque como eu falei no início, ninguém quer ser isso, né? as pessoas dizem: "Ah, então eu vou aceitar aqui o que esses espíritos estão dizendo, porque eu não quero me enquadrar nesse nessa classificação de fanática". Então, ela é meio que forçada a aceitar alguma obra, algum autor, alguma teoria que que mesmo que contraria a obra de Kardec, a pessoa diz: "Não, eu vou aceitar um pouquinho que seja, porque se eu for 100% só Kardec, eu vou estar no grupo desses aí. Eu não quero ser isso." Então, veja, há um é meio covarde isso, né? Eh, eh, porque é, como eu falei, é um espantário para as que não é, na verdade, um argumento, né? Então, é muito curioso porque as pessoas dizem assim, tá? Mas o espírito veio e disse através do médium, veja, isso não é um critério, por isso que não pode ser aceito. Eu não posso pegar o que um espírito falou e simplesmente descreveu e considerar um avanço na doutrina. E se só isso já não serviria como um avanço, não serve, não enquadra nos critérios da demonstração, da lógica, dos fatos. Mas agora imagina ele simplesmente só descrever e ainda contradizer o que tá na obra, como é o exemplo que a gente sempre cita. Por exemplo, o André Luiz diz que há órgãos no perespírito e todas as consequências da das da teoria que ele sustenta são baseados nisso. Toda teoria que ele cria é baseado num perespírito com órgãos. Mas a obra de Kardec diz que não há órgãos. E a, então eu tenho uma contradição.
as da das da teoria que ele sustenta são baseados nisso. Toda teoria que ele cria é baseado num perespírito com órgãos. Mas a obra de Kardec diz que não há órgãos. E a, então eu tenho uma contradição. Aí alguém pode dizer: "Tá, mas e quem sabe se a informação de que há órgão está certa e de que não há órgão está errada?" Bom, se para eu corrigir então e ver nisso um um erro que tem que ser corrigido, eu tenho que começar a avaliar a lógica, os argumentos, a fundamentação. E quando a gente compara os argumentos do não a órgãos para os argumentos do a órgãos, eu tenho muitos problemas. na tese de que há órgãos. Então, veja, é por isso. Ah, um outro exemplo, algumas pessoas dizem assim: "Ah, mas o o esses cardecistas, eles negam certos avanços, certas contribuições que a ciência atualmente trouxe, que podem auxiliar o espiritismo?" Qual Qual é o autor? Qual é a teoria? Qual é a obra? Qual é o artigo? Aí a gente vai ver o que a a essas chamadas contribuições que que muitos defendem, dizem que os cardecistas eh mais endurecidos não aceitam. A pessoa tá citando teses materialistas, ou seja, teses que negam princípios fundamentais da própria exigência espírita. Ela não percebe que é uma contradição, mas é uma contradição grave, porque ela toca na base da teoria. E aí, porque a gente não aceita uma contradição grosseira? Elas nos colocam a pesta de fanáticos, fundamentalistas ortodoxos, porque pelo menos alguma coisinha. Só que tem uma outra coisa curiosa. Quando você vai ler os demais textos dos espíritos de na e e do próprio Kardec nas obras de Kardec, tem uma coisa curiosa que você descobre. O próprio Kardec e os espíritos, quando se tratava de novas verdades, eram rigorosos, pendiam para para pro radical. E essas pessoas também não citam isso. Há um texto, há um um uma fala de de Kardec na Viagem Espírita de 62 que ele diz: "Em tudo o exagero é prejudicial, menos nessas questões de aceitar de aceitar verdades novas que não estejam bem demonstradas naquilo que os espíritos trazem". Então veja, ele chega
de 62 que ele diz: "Em tudo o exagero é prejudicial, menos nessas questões de aceitar de aceitar verdades novas que não estejam bem demonstradas naquilo que os espíritos trazem". Então veja, ele chega a defender o exagero do rigor. Quer em outra frase clássica do livro dos médiuns, a famosa frase do Herasto. É preferível negar 10 verdades do que aceitar uma mentira. Olha como é. Ela ela não é uma frase de equilíbrio, ela é uma frase extremista. Mas aqui não é um extremismo religioso, é um é um é um rigor científico como como qualquer ciência tem. Por exemplo, a ciência, qualquer ciência para ela, para ela admitir uma correção ou até mesmo uma revolução, não é assim, chega alguém diz, falou: "Pronto, vamos trocar tudo que a ciência falou". Ela tem o seu chamado eh a sua rigidez, né? Porque senão a todo momento ela estaria balançando e se modificando e não teria nenhuma estabilidade nas teorias científicas. Por isso que elas têm que ter uma certa rigidez. que o próprio Kardec e os próprios espíritos colocavam. Aí vocês também citaram os exemplos, né? Há exemplos de modificações que Kardec fez e aí você vai ver como ele fez. Ele apresenta fatos, ele apresenta toda uma nova argumentação. Então isso eu considero muito importante a gente refletir, conversar com as pessoas, porque senão elas ficam com esse medo assim: "Ah, mas será que se de repente Ora, ela tem que seguir os critérios da ciência. Se a ciência não apresentar, não aquilo não for apresentado dentro desses critérios, ela por último, última, outra coisa que eu lembrei agora, vou dar para citar outro exemplo. Há pouco tempo eu vi um autor na internet que defende um erro em Kardec. Então ele disse que há um erro em Kardec. Aí quando você vai ver o erro que ele diz que tem em Kardec, ele ele fala da geração espontânea e da teoria da evolução, porque ele não entendeu que isso não é um assunto espírita. Então não houve erro nenhum na teoria espírita. Teoria espírito continua mesmo, porque isso é uma um tema da biologia.
a teoria da evolução, porque ele não entendeu que isso não é um assunto espírita. Então não houve erro nenhum na teoria espírita. Teoria espírito continua mesmo, porque isso é uma um tema da biologia. Aí porque Kardec citou discussões científicas da biologia à sua época. ou citou os espíritos opinando sobre a discussão da biologia à sua época, a pessoa acha que isso é uma é um princípio espírita que, portanto, está equivocado e tem que ser modificada. Ela não entendeu que a modificação já foi feita pela biologia. Kardecitou o que era a discussão à sua época. Esse é o nível dos críticos que a gente que a gente vê por aí. Mas hoje em dia que a gente tá vivendo a época do relativismo, né, isso aí tomou conta. Tudo pode, tudo vale, tudo é verdade ou nada é verdade, tudo é relativo. E por que que a pessoa fica criando essa esses conceitos falsos para ela poder colocar alguma coisa que ela quer como espiritismo? Ela gosta de algum assunto ou de alguma teoria e ela gosta também do espiritismo. Daí o que que ela faz? Ela relativiza ambas para tentar fazer ambas ser a mesma coisa. Mas daí eu crio uma contradição, uma salada sem nenhum sentido, porque a pessoa quer usar o seu gosto pessoal. Então, ela é psicóloga, ela quer trazer teorias da psicologia materialista pro espiritismo. Ela é pedagoga, ela quer pegar pedagogos que trazem bases materialistas pro espiritismo. Ela é historiadora. Ela quer fazer uma um um uma linha de raciocínio materialista da história. Ela e aí eu vou citando, há vários palestrantes que eu vejo palestra espírita. Daí o fulano é médico, palestra espírita. Fal aí tu, você abre para ver a palestra. Ele tá falando de medicina, ele não tá falando de espiritismo. Mas o que que tem a ver o teve agora há pouco tempo, né, aquele não lembro, acho que é Sérgio, né? que teve, eu acho no flow. Veja, ele é, eu acho até que agora ele nem se apresenta mais como espírita, né? Porque agora também o pessoal tá tá indo para algo, porque se colocar só como espírita restringe muito, né? Mas muito desses
, ele é, eu acho até que agora ele nem se apresenta mais como espírita, né? Porque agora também o pessoal tá tá indo para algo, porque se colocar só como espírita restringe muito, né? Mas muito desses eles se apresentavam no início como espírita e falavam nome espírita. Aí você vai ver, tá falando de, tá falando do cérebro, tá falando da pineal, tá falando do do dos neurônios, tá falando da sinapses aí, tá falando do tá falando do da corrente sanguínea, tá falando de hormônio, tá falando, mas isso não é espiritismo. Aí se eu não ace por fim, já para passar para para tem uma questão antes de passar para vocês, só para finalizar, é curioso que essas pessoas que reclamam da rigidez de do dos cardecistas, elas também têm obras que elas discordam. Olha que contraditório. Então essas que dizem que não, não, alguma coisa tem que aceitar pós Kardec, mas daí tem outras que ela não aceita. Só que se ela aceita uma, por que que ela não aceita todas? Então a pessoa não vê a contradição. Aí ela não vê que para essa outra pessoa, ela também é considerada ortodoxa, fundamentalista. Veja, se eu for por esse caminho aí, imagina a gente numa numa convenção entre os astrônomos, aí chega o Lauro e diz assim: "Ó, a Terra não é redonda, viu? Ele é expulso do evento. Ah, mas esses astrônomos aí, esse pessoal é muito fundamentalista, trata astronomia como quem trata a Bíblia. É a mesma lógica. Ah, o olha o o o sol é que tá girando em torno da Terra, viu? Quem disser o contrário, ih, fundamentalista, ih, tá preso aí nos livros. Eu não posso usar essa aparente argumentação em no meio científico, como o espiritismo é uma ciência, porque como eu falei, isso é covarde, porque eu ataco, é como se eu atacasse a pessoa e não desse argumento para mostrar porque que a minha a teoria que eu defendo é um complemento, um auxílio pro espiritismo. Antes de passar para vocês, tem uma pergunta aqui que é acho que a Sandra tem uma pergunta. >> Isso, a Sandra, eu acho que a Sandra é nova por aqui. >> É, ela é nova, ela comentou ali em cima.
itismo. Antes de passar para vocês, tem uma pergunta aqui que é acho que a Sandra tem uma pergunta. >> Isso, a Sandra, eu acho que a Sandra é nova por aqui. >> É, ela é nova, ela comentou ali em cima. >> Isso, ó, devo colocar aqui, ó. Boa noite. Conheci os canais de vocês, estou gostando muito. Estou maratonando os estudos anteriores e fiquei com uma dúvida. Se o espiritismo não é uma religião, porque Kardecu, aí ela continua na outra embaixo, né? Porque Kardecu a denominação de espírita, como são denominados católicos, evangélicos para os seguidores das religiões. Gratidão. Então, primeiro agradecer a Sandra, né? Espero que ela fique por aqui, que ela goste, que ela tire suas dúvidas. Eh, não sei o quanto ela já leu de Kardec, mas também nos procure aí nas redes sociais. Geralmente o pessoal quer falar comigo sobre espiritismo no Instagram lá do Kardecube ou deixa aqui nos comentários dúvidas. A gente sempre quer ajudar quem quer estudar Kardec, né? Deixa eu a da minha parte, o que que eu tenho para dizer sobre isso? é que a denominação para alguém que é adepto de alguma teoria ou de alguma doutrina sempre tem que ter, tem que ter um nome. Isso não serve só paraas religiões. Sandra. Então o espírita é aquele que é adepto do espiritismo. Aí como você falou, o católico segue o catolicismo, que é uma religião. Mas não significa que se eu denomino, eu dou um nome pro seguidor de alguma doutrina, que essa doutrina seja religiosa. Denominar o seguidor de uma doutrina ou de uma teoria não serve só para as religiões. Percebe? Eu tenho isso na filosofia, eu tenho isso em qualquer área, eu tenho isso em qualquer ciência. Quem segue uma linha, quem segue alguma coisa, ela tem um nome, é o seguidor, a pessoa que tem o dentro da psicologia, daí a pessoa é da área da, ela segue a linha da psicanálise, aí tem os os seus teóricos, geralmente é a pessoa é freudiana, eh, eu tenho o o a pessoa lá na dentro da filosofia que tem determinado filósofo, que é quem ela segue, tem a tem a sua denominação, é
e, aí tem os os seus teóricos, geralmente é a pessoa é freudiana, eh, eu tenho o o a pessoa lá na dentro da filosofia que tem determinado filósofo, que é quem ela segue, tem a tem a sua denominação, é uma maneira de denominar o adepto daquela doutrina, mas isso não serve só para denominar inar os religiosos, percebe? Então, o espiritismo é uma ciência e uma filosofia ao mesmo tempo. E os seguidores, os adeptos, aqueles que estudaram, se convenceram dessa teoria, são os espíritas, que Kardec a usar o também o termo espiritista, né, que não pegou. E na primeira edição do livro dos espíritos, eu eu poucas pessoas sabem disso, na primeira edição do livro dos do livro dos espíritos, ele chega a falar dos espiritanos. Uma coisa louca, né? Mas lá na primeira edição do livro dos espíritos tem o seguidor do espiritismo é o espiritano. Essa é uma coisa muito muito soa feio, né? Pegou o termo espírita. Então é é isso. Eu eu passo pro pro José, pro Lauro, não sei se eles querem falar mais sobre isso e também sobre o que a gente já conversou, né? Não ia comentar o mesmo. Eh, não é só na religião que a gente tem essas esses termos para designar os adeptos de uma de uma teoria, de uma doutrina, né? Mesmo o Michel comentou na filosofia tem você tem aqueles que aderem à doutrina ou à filosofia do Decart são cartesianos. Aqueles com relação ao Platão são platônicos ou aristotélicos e na ciência também, né? Hoje em dia é menos comum, mas ao longo da ao longo da história aí você tinha os galileicos que aderiam ao sistema do Galileu na época lá da revolução científica. Depois você tem os newtonianos, depois você tem os aistenianos. São aqueles que aderem, que concordam com aquela doutrina, né? acham que ela é verdadeira, que ela é boa. Então é nesse, é mesmo nesse sentido. >> Só um parêntese, desculpa ter cortar, Lauro. O José Braga, >> o José Braga falou uma coisa que é verdade, né? O torcedor do Corinthians é corintiano, né? Então, até para o jogo de futebol, né? É a mesma, é a mesma coisa que
pa ter cortar, Lauro. O José Braga, >> o José Braga falou uma coisa que é verdade, né? O torcedor do Corinthians é corintiano, né? Então, até para o jogo de futebol, né? É a mesma, é a mesma coisa que >> poderia deixar passar, né? >> Isso não é que nem quem torce pro Santos é o quê? sofredor. Tem todos t nomes, né? >> Mas pode falar lá. >> Não. E eh eh é só lembrar, né? Quem quem estuda a física é o físico, né? Quem estuda astronomia é o astrônomo. Quem estuda ciência espírita, o espiritismo, é o espírita. Então, o nome não não se não quer dar uma ideia de religião, é uma designação para que se entenda, né, do que o qual é o objeto que está sendo tratado. No caso nosso, a ciência espírita. É isso aí. >> Aqui ela já falou, ó. OK, já me esclareceu. Estou estudando as obras de Kardec há 5 anos. Sou um aprendiz. Muito obrigada. Já estou seguindo os canais. Então, seja bem-vinda. Não deixe de mandar as dúvidas até em off, né, no aqui embaixo nos comentários depois que fica gravado ou lá no Instagram. E a gente tem um grupo para quem quer estudar Kardec no WhatsApp também. Se tu me chamar lá no Instagram, não sei se tu tem Instagram, eu posso ter passar, pegar teu contato para colocar nesse grupo, porque lá é só quem estuda Kardec que pode entrar, né? Se tu quiser lá, o pessoal troca ideias, tira dúvidas. Tô aproveitando o ao vivo para mandar recados aqui, né? Inclusive a Estela tá falando do Texas, né? Lá nos Estados Unidos. Ela disse que lá tá quente, é que agora é aqui é inverno, lá é verão, né? Eu preciso falar com a Estela, se ela tiver me ouvindo, me chame no Instagram do Kardec Tube lá ou aqui nos comentários, né? Mas é isso. Deixa eu ver se tem mais algum aqui que eu já passo para vocês de novo. A gente já tá, eu acho que de pergunta não tem, não tem mais nada. Eu quero só ã aí o pessoal que tá que quer fazer parte do grupo, chama no Instagram do KardecTube, no direct lá. E se não tiver Instagram, me chama aqui nos comentários depois que vai ficar no vídeo gravado
ro só ã aí o pessoal que tá que quer fazer parte do grupo, chama no Instagram do KardecTube, no direct lá. E se não tiver Instagram, me chama aqui nos comentários depois que vai ficar no vídeo gravado que a gente entra em contato e conversa sobre os critérios para entrar no grupo, né? Eh, eu quero só ler o finalzinho do que Kardec comenta depois desse texto e aí a gente já vai pro eh pro encerramento, né? Vou colocar aqui que Kardec ele coloca um asterisco, ele faz um comentário que ele diz assim: "Diante das de declarações tão nítidas e tão categóricas quais as que se contém nesse capítulo, caem por terra todas as elegações de tendências de ao absolutismo e a autocracia dos princípios. bem como todas as falsas assimilações que algumas pessoas prevenidas ou mal informadas emprestam a doutrina. Não são novas, aliás, essas declarações. Temo-las repetido muitíssimas vezes nos nossos escritos para que nenhuma dúvida persista a tal respeito. Elas, ao demais assinalam o verdadeiro papel que nos cabe, único, que ambicionamos, o demero trabalhador. Esse comentário de Kardec, ele é muito importante, porque olha que coisa interessante, Kardec era criticado à sua época pelo até por espíritas como uma espécie também de um ortodoxo fundamentalista. Por isso que eu digo, quando as pessoas me me criticam com essas palavras, eu quase que tomo por elogio, porque Kardec também já a a havia uma crítica de boa de uma parte do movimento espírita na época de Kardec, que era crítica a Kardec, que dizia que ele era ele era muito devagar, que ele não aceitava certos princípios, que ele era eh muito muito rígido, muito ortodoxo e Já havia uma reclamação a Kardec sobre isso. Eu agora imagino o que que vai sobrar pra gente, né? porque ele não aceitava qualquer coisa assim rapidamente, sem critério. Ele era muito, mas muito exigente. Então, ele já ele já tinha em vários momentos, ele vai falar, chegou a surgir eh, se eu não me engano, em 64 havia o movimento do eh do espiritismo independente.
io. Ele era muito, mas muito exigente. Então, ele já ele já tinha em vários momentos, ele vai falar, chegou a surgir eh, se eu não me engano, em 64 havia o movimento do eh do espiritismo independente. E aí Kardec vem dizer: "Mas independente do quê, né? Porque as pessoas acham que eh é curioso isso e isso tá voltando agora que tem a ver com relativismo. As pessoas acham que algo quanto mais genérico for, e mais ele é tolerante, abrangente. O que as pessoas não entendem é que quanto menos eu defino uma coisa, menos eu entendo e mais contradições eu posso ter. Quanto melhor eu defino e limito as coisas, mais claro fica para eu entender e avaliar se aquilo é verdadeiro ou falso. Tudo que é genérico demais, subjetivo demais, ele tem pouca utilidade e tem pouca clareza. Então, eu não consigo definir o que é útil, o que é inútil, o que é verdadeiro, o que é falso, o que é aplicável, o que não é. Então, essas teorias que tentam, ah, não, os carnecistas eles eles são muito fechados, a gente tem que unir todo mundo. A pessoa confunde a união moral da fraternidade que a gente tem que ter com as pessoas, com uma espécie de união de conceitos, de teorias. Agora, se eu todas as teorias, inclusive as teorias que são contrárias, eu não tenho teoria nenhuma. Então hoje as pessoas em em nome da tolerância, do amor, da união, ah, eu sou mente aberta, eu pego um pouquinho de cada coisa. Se você pega um pouquinho de cada coisa, como é que você define o que é verdadeiro, o que é falso? Como é que você se entende? Como é que você aplica algo que você não tem bem definido? Isso está acontecendo hoje até na academia. uma espécie de totalidade do conhecimento, como se fosse várias verdades, mas que são contraditórias. Isso é uma maluquícia. Eu estabelecer um um posicionamento é justamente a maneira de eu separar o que é falso do que é verdadeiro. Então é muito comum as pessoas dizer assim: "Não, o espiritismo ele é muito fechado, eu gosto de algo mais mente aberta". Aí, aí tu vai, que quer dizer
de eu separar o que é falso do que é verdadeiro. Então é muito comum as pessoas dizer assim: "Não, o espiritismo ele é muito fechado, eu gosto de algo mais mente aberta". Aí, aí tu vai, que quer dizer esse mente aberta? tem tudo ali dentro. Mas se tem tudo ali dentro, eh, como é, como é que faço para separar o que é verdade, que não é contraditório? Por exemplo, eu tenho uma teoria que diz: "Há órgãos no perespírito?" Eu tenho dentro da mesma teoria dizendo: "Não há órgãos no perespírito." E aí? A não há órgãos. Veja, eu não posso ter contradição. E o pessoal acha que definir algo é intolerância. tem nada a ver o campo da moral, da relação com o campo da da teoria. Imagina se a gente não teria teoria nenhuma, né? Então isso é muito importante porque a gente tá vivendo essa época. Geralmente a pessoa que é mais eh eh existe muito essa cultura, né? A pessoa é mente aberta, a pessoa ela não é, aí eu não me prendo em rótulos, eu sou aí dá uma impressão que ela é tolerante, ela é uma pessoa que não é preconceituosa. E quem defende uma ideia e critica a outra é uma pessoa mais intolerante, é uma pessoa mais eh fanatizada, preconceituosa, inferior, mente fechada, incapaz. Vejam, hoje se se se é uma cultura disso, só que isso é falso, porque como eu falei, uma teoria que tem tudo, ela não tem valor nenhum. E sem teoria a gente não faz nada. A gente não faz nada sem teoria. Eliminar a teoria é regredir para antes da filosofia, não é avançar. Para tudo eu preciso de teoria, justamente para ser para para definir as coisas, para separar o verdadeiro, do falso, bom, do ruim. Se eu começar a eliminar critérios, eu não tenho mais nada. Vai pro vai pro lixo tanto o conhecimento quanto a moral, que é justamente o que o relativismo faz, né? Ah, não tem moral, tudo pode, eu sou livre. Porque a pessoa quer o quê? Ela ela não quer ter regras, mas isso não é o posicionamento da ciência, não é o posicionamento da filosofia, não é o posicionamento de uma teoria moral. Respeitar, a gente tem que respeitar
er o quê? Ela ela não quer ter regras, mas isso não é o posicionamento da ciência, não é o posicionamento da filosofia, não é o posicionamento de uma teoria moral. Respeitar, a gente tem que respeitar todos, mas eu não posso acabar com as definições. Olha, por isso até que eh a o termo cardecismo que muitas pessoas se se incomodam, ele é necessário. Por quê? Entra até na pergunta que a Sandra fez. Por que que a gente tem que dar esses nomes? pra gente se referir, pra gente mostrar sobre o que a gente tá tratando ou defendendo para separar uma coisa da outra. A gente precisa dar nome. Por exemplo, a gente tem que dizer espiritismo cardecista. Daí as pessoas, tem pessoas que se incomodam. Ah, mas Kardec não foi ele o dono que criou da cabeça dele espiritismo? Sim, não foi ele que criou da cabeça dele, mas eu tenho que dar um esse eu tenho que usar esse termo porque como tem muita coisa que se contradiz que tá sendo chamado de espiritismo, eu tenho que diferenciar. a pessoa já sabe aqui, ela vai estudar com pessoas que entendem que Kardec fez uma ciência sobre o o espírito com consequências morais e que essa teoria é a melhor tanto do ponto de vista lógico, quanto do ponto de vista científico e quanto do ponto de vista do consolo moral que dá. E não houve nenhum progresso pós Kardec, houve uma contradição. Essa é a ideia que que a gente tenta defender e mostra, argumenta. A gente tá aí há dois anos argumentando. Mesmo que as pessoas não concordem, é importante que a gente apresente a definição, até para elas saber se elas concordam ou não. Imagine se a gente não desse a definição. Então é muito importante a gente entender essas questões para não cair nessa coisa em que em que nada a gente nada é certo, nada é definido, nada é verdadeiro e aí não é possível nem conversar e discutir ideias, né? Quanto mais evoluir. Eu passo para vocês. Esse essa nota de Kardec é muito boa, né? Ela trata exatamente do que a gente tá falando. Ele já tá ah negando eh duas coisas aí, né? Primeiro que ele
as, né? Quanto mais evoluir. Eu passo para vocês. Esse essa nota de Kardec é muito boa, né? Ela trata exatamente do que a gente tá falando. Ele já tá ah negando eh duas coisas aí, né? Primeiro que ele fosse que ele fosse o dono dos princípios, né? Absolutismo, autocracia. Ele tá se referindo a essa crítica que o Michel disse de que ele mesmo, a pessoa de Kardec tivesse posse ou tivesse eh um domínio sobre aqueles princípios e não quisesse abrir mão por por uma questão pessoal de de apego às próprias ideias e de não ser aberto a ao diálogo, como como Michel falou, né? É tudo que Kardec fazer é ser aberto ao diálogo e eh a gente volta sempre no mesmo ponto. Se houver um fato que contraria a teoria, se houver um argumento melhor que o argumento de Kardec, a gente avalia e e modifica essa a gente que eu quero dizer, não nós três aqui, né? A comunidade espírita. Hoje Kardec não tá mais encarnado. Se houver um ponto a se modificar no espiritismo, quem é que vai, quem é que vai proclamar essa modificação? É a FEB. A FEB vai fazer uma reunião com as federativas para proclamar a modificação no espiritismo? Não, assim como não existe uma associação mundial dos cientistas para proclamar uma alteração na em qualquer teoria científica, não é assim que funciona. Ocorre pelo livre debate. Se a pessoa propõe um princípio novo, ela publica, as pessoas vão ler, vão debater, vão criticar, vão concordar, vão discordar. E aí, se aquele princípio for verdadeiro, se tiver solidez, aquela ideia nova a ser defendida, aos poucos ela vai ganhando aceitação perante a comunidade. Eh, então é assim que funciona, né? A Estela colocou mais um comentário aqui. São duas perguntas que não vai dar tempo da gente tratar. A gente poderia tratar no próximo estudo, né? Ela fala: "Não é verdade que tinha um grupo que acreditava na comunicação com o espírito, mas não na reencarnação? Isso era muito comum no espiritualismo do anglo-saxão, né, na Inglaterra, nos Estados Unidos principalmente. Mas a gente pode tratar com mais calma no no
cação com o espírito, mas não na reencarnação? Isso era muito comum no espiritualismo do anglo-saxão, né, na Inglaterra, nos Estados Unidos principalmente. Mas a gente pode tratar com mais calma no no estudo, no próximo estudo, né? e ela coloca um outro comentário abaixo sobre a questão dos órgãos no perespírito. Esse é o tema que a gente tratou bastante algumas vezes aqui, né, em estudos anteriores, eh, que também não daria não daria tempo da gente, eh, explicar aqui. A gente pode tratar novamente no próximo estudo, né? Mas enfim, a gente chegou no chegou no nosso tempo e eu queria agradecer a presença de todos. A gente vai seguir discutindo, a gente pode seguir no eh debatendo isso no na no grupo do WhatsApp, ah, pelo Instagram, como o Michel falou, se vocês quiserem seguir com a discussão, né, não precisa esperar semana que vem, nos chame no no Instagram. Tenho estudar Kardec do Laro, Kardec Tube do Michel, o meu pessoal José Ponpaniago, né? A gente pode continuar debatendo esses temas lá, OK? E os comentários, como sempre muito bons comentários, perguntas, a gente agradece a presença de novos e antigos participantes aqui do nosso estudo, né? A gente fica sempre muito feliz. Então é isso, vamos seguir estudando Kardec, debatendo, discutindo. Uma excelente noite a todos. Eh, e e os textos de Kardec são textos muito sedutores, né? Quem quem lê Kardec argumentando, contraargumentando, respondendo às críticas, aos ataques, ele fazia questão de colocar na revista a o o os chamados inimigos do espiritismo, né? Artigos que que combatiam o espiritismo. Ele fazia e mostrava argumentos muito lúcidos. Então, que a gente chama, quem chamava Kardec, de estar indo muito devagar ou muito de pressa para alguns, é porque realmente não entendeu a seriedade como Kardec levava a a coisa, né? Você pega hoje, por exemplo, esses romances mediúnicos atuais, você vê ali frases de efeitos para que passe, né, ali junto ali uma teoria estranha. Por exemplo, eu vou usar assim, ah, mediunidade no campo
pega hoje, por exemplo, esses romances mediúnicos atuais, você vê ali frases de efeitos para que passe, né, ali junto ali uma teoria estranha. Por exemplo, eu vou usar assim, ah, mediunidade no campo sagrado, mediunidade com Jesus, algo do tipo assim, que é muito comum usado por esses espíritos, né, dessas obras, desses romances ficcionais aí. E e eu uma vez conversando aqui com o Michel, ele ele me levantou uma questão, falou assim: "Lauro, cadê os espíritos do tempo de Kardec? Santo Agostinho, São Luís, por que que esses espíritos não se manifestaram com esses médiuns da atualidade?" E eu fiquei pensando, falei, mas faz sentido, né? Por quê, né? Porque novos espíritos, entre aspas, novos nomes, né? E vejam nomes, né? que eh se dizendo ter sido contemporâneo de Jesus, veja que é todo um efeito e que acaba nos eh enfeitando a nossa a nossa capacidade de raciocinar e espaço abatido. Então, lê Kardec e é sedutor, mas tem que ler com seriedade, com perseverança e, né, e com assiduidade. Não pode simplesmente ler aqui, ó, calolar lá de vez em quando. A gente seguiu um rigor aí, vai ver o quanto Kardec foi lúcido e a teoria da da morte dele para cá. Nada progrediu, nada progrediu. Michel, ah, já quero aqui despedir, agradecer ao Michel, a José, a todos aí. Um abraço, pessoal, e nos vemos segunda-feira para o estudo do livro dos Espíritos. Abraço. >> É isso aí. Eu quero agradecer também ao José, ao Lauro, agradecer hoje o pessoal bastante participativo, tanto o pessoal que que chegou, que tá chegando agora, quanto aqueles que estão condos com bastante tempo, né? Semana que vem a a Estela nos lembra, ajuda a nos lembrar, a gente inicia o estudo reservando uns minutinhos aí para ajudar ela sobre essas questões que ela colocou, né, da reencarnação e da dos órgãos do perespírito, né? Então, desejar um uma boa noite a todos. um bom resto de semana. Semana que vem a gente está de volta com os nossos estudos. E lembrem, né, aquelas pessoas que quiserem aí conversar tanto com
ito, né? Então, desejar um uma boa noite a todos. um bom resto de semana. Semana que vem a gente está de volta com os nossos estudos. E lembrem, né, aquelas pessoas que quiserem aí conversar tanto com sobre espiritismo quanto para entrar lá no grupo, eu já deixo aqui o aviso, chame nos nossos Instagrams e o pessoal que eu vi que alguém já colocou ali, eu já chamei lá no Kardecub. Às vezes, pode ser que agora de noite eu não consiga, mas aí amanhã eu já retorno e aí nós vamos conversar sobre isso. Então, uma boa noite a todos, um bom resto de semana, até a próxima.
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