05 - Histórias reais: Cura de obsessão motivada por suposta violação de um código de honra (parte 4)
Histórias reais: Espiritismo prático na atualidade | revistaespírita.net | com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (canal Estudar Kardec) revistaespirita.net 05 - Cura de obsessão motivada por suposta violação de um código de honra (parte 4) Leia aqui: https://revistaespirita.net/pt-br/artigo/206/cura-de-obsessao-motivada-por-suposta-violacao-de-um-codigo-de-honra Estudo dos artigos da revista online revistaespirita.net. Estudo de casos reais publicados pela revista. São evocações de Espíritos realizadas na atualidade e publicadas desde 2022. O site pertence a um grupo de Curitiba/PR. Eles praticam a mediunidade conforme os ensinos da obra de Allan Kardec. Evocam Espíritos da época dele e que participaram com ele na elaboração do Espiritismo. Além de evocar o próprio Kardec. Toda Quinta das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec kardectube Curta e compartilhe. Se inscreva nos canais. Nos siga nas demais redes (Facebook, Instagram, X e Tiktok) Seja membro do Kardectube por R$19,99 por mês e tenha acesso a conteúdos exclusivos. __ KardecTube - de Michel Macedo Canal sobre o Espiritismo segundo a obra de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #espírita #ciênciaespírita #revistaespirista 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5475458764308480
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo aqui do canal Kardec Tube. Eu sou Michel Macedo e toda quinta-feira, das 20 horas às 21, nós temos o estudo do site revistaespírita.net. Iniciamos hoje o nosso quinto estudo, quinta semana, em que a gente estreou o estudo desse importante site que segue a obra de Allan Kardec. Para aqueles que não conhecem, revistaespespírita.net. é um site onde eles publicam evocações e conversas com os espíritos, evocações essas realizadas na atualidade, mas seguindo os ensinamentos de Allan Kardec. Então, é um grupo de de espíritas kardequianos. Eles estudam e e têm Kardec como como guia, tanto teórico quanto espiritual. E eles evocam os espíritos dos parentes, dos amigos, os espíritos superiores, espíritos eh obsessores de pessoas que estão passando por isso. Então, são cardecianos que praticam o espiritismo tal como Kardec ensinava. E eles compartilham essas esse belíssimo trabalho, esses essas evocações no site revistaespírita.net. Então você que não conhece, visite o site revistaespírita.net. Você vai poder a ler exatamente como você lê a revista espírita de Kardec. Tem lá mensalmente eles publicando os artigos. Como é um espiritismo prático, algo tão raro nos dias de hoje as pessoas praticarem as evocações como Kardec ensinou. a gente percebendo o valor desse trabalho, a gente escolheu também aqui no Kardec Tube estudar. Toda quinta-feira a gente pega um caso, estamos aí já na na quarta quinta-feira analisando um desses casos, uma dessas histórias reais que aconteceu agora recentemente, uma cura de uma obsessão. Então você que não viu a o início da história, você pode acompanhar aí, procure a playlist aqui no Kardecub. a gente tem todos os nossos estudos gravados. Aliás, o Kardec Tube hoje tem conteúdos diários de de segunda a sexta, estudando temas sempre referentes a Allan Kardec. Na segunda-feira nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira a gente faz uma análise crítica da obra Nosso Lar, usando a obra de Kardec. Na quarta-feira
temas sempre referentes a Allan Kardec. Na segunda-feira nós estudamos o livro dos espíritos. Na terça-feira a gente faz uma análise crítica da obra Nosso Lar, usando a obra de Kardec. Na quarta-feira a gente estuda a obra O que é o Espiritismo. Na quinta-feira a gente estuda aqui o revista espírita.net e na sexta, amanhã às 20 horas, a gente estuda o livro dos médiuns. O estudo do livro dos médiuns é um estudo fechado para assinantes do canal. Então você quer ter acesso a esse estudo, você entra no Kardecube, vai em seja membro, procura a opção amigos do Kardecube, assina por R$ 19,99. você ajuda este projeto e ao mesmo tempo tem acesso aos estudos ao vivo do livro dos médiuns. Você não consegue assistir ao vivo, fica também tudo gravado e o assinante pode assistir a hora que quiser. Então é um conteúdo semanal, diário, de segunda a sexta aqui no Kardec Tube. Você que está aqui hoje, deixe o seu like, curta o vídeo e se inscreva no canal. Isso. A gente pede algo muito rápido. Você não sai daqui. Vai agora rapidinho, curte o vídeo, se inscreve no canal se você não é inscrito. Isso também nos ajuda muito. Dito isso, eu tenho aqui ao meu lado, como sempre, o meu amigo, meu irmão, que me auxilia nesses trabalhos todos, Lauro Rodrigues, do canal Estudar Kardec, e eu passo para ele também dar as boas-vindas. >> Obrigado, Michel. Boa noite. Boa noite a todo o pessoal, a você que está conosco para o estudo desse artigo da revistaespespírita.net. O Michel acabou de tocar num assunto eh eh profundo, porque o o que o pessoal da revista.net, o grupo do IPEAC, eh, fazem é um trabalho muito similar ao semelhante de Kardec. Então, se vocês acompanharem desde o início, como o Michel também lembrou, ressaltou e na playlist a o início desse artigo e vocês acompanharem na revista espírita de CADEC, vocês vão ver que o processo é muito semelhante. Domingo agora, domingo agora aqui no CADECTU às 19:30 haverá uma live com o Gilberto Alive, que é o autor da obra Evocações, o Elo perdido, e que já fica o convite,
que o processo é muito semelhante. Domingo agora, domingo agora aqui no CADECTU às 19:30 haverá uma live com o Gilberto Alive, que é o autor da obra Evocações, o Elo perdido, e que já fica o convite, porque vocês vão assistir conosco agora esse estudo e busquem na na playlist os demais, como nós já dissemos e depois vocês está aqui, ó, e depois vocês participem dessa live para vocês vocês verem a o quão é maravilhoso, o quão é grandioso poder evocar os espíritos dos nossos entes queridos, dos nossos amigos, saber notícias deles, eles nos ajudam, nós os ajudamos, receber instruções, conselho dos espíritos superiores e aqui, como nós estamos nesse artigo especificamente falando, ajudar aí pessoas que possivelmente possam estar passando por um processo de obsessão. Então, vejam que a evocação, ela é uma prática espírita que precisa ser restaurada conforme ensinada por Kardec, como praticar isso e que o momento agora é oportuno. Eh, então que tenhamos aí um bom estudo aí, muitas meditações sobre isso, Michel. Muito bem, muito bem lembrado pelo Lauro. Já vão anotando aí na agenda de vocês nesse domingo agora. Tá aqui, ó. Vamos botar maior. Nesse domingo agora, dia 14, às 19:30, ao vivo aqui no Kardec Tube, no YouTube, a gente vai entrevistar então o autor Gilberto Liev, que escreveu esse livro fantástico que tem uma ligação com exatamente com o nosso assunto de hoje, né? evocações, o elo perdido. Então, você quer ter um uma boa pesquisa da obra de Kardec sobre o tema evocações, além do revistaespírita.net, net que tem os exemplos de evocações que eles praticam. A gente tem também esse livro aí lançado pelo Gilberto através do Kardec Books, através do IDEAC, né, que ele vai estar nos dando uma entrevista sobre o livro nesse domingo. Então, domingo às 7:30 da noite esteja aqui no Kardec Tube. E também quem puder, a gente vai mostrar, entra lá no site kardecbooks.com e compra o livro. é um excelente presente para si mesmo e pros outros, para aqueles que estudam e querem
aqui no Kardec Tube. E também quem puder, a gente vai mostrar, entra lá no site kardecbooks.com e compra o livro. é um excelente presente para si mesmo e pros outros, para aqueles que estudam e querem conhecer o Espiritismo. Uma obra simples, agradável, uma obra bonita sobre as evocações e sempre levando Kardec, né? Então, já anotem e vamos para o nosso estudo de hoje, dando prosseguimento a à história que a gente tá vendo aqui. A gente já tem presente a Estela, a Henriete, o José Ricardo, tem o Espírita Darwinista. espírita Darvinista, boa noite. E vamos então, lembrando, a gente tá pegando a história já da metade do caminho. O que que a gente viu até aqui? Eh, um senhor, um uma pessoa disposta, eh, trabalhadora, honesta, um bom esposo, um bom pai de família. Ele entrou numa depressão repentinamente. Ele começou a falar em suicídio e a sua esposa pediu ajuda para alguns parentes espíritas. Esses parentes então evocaram os espíritos com a presença dessa esposa. Descobriram que havia um espírito ali provocando isso, influenciando este senhor a cometer o suicídio. Descobriram que este senhor, que este espírito tem uma ligação no passado espiritual de outras existências com esse com esse senhor que ele estava querendo vingança. O grupo eh mediúnico tentou de todas as maneiras conversar com esse espírito vingativo, tentando fazer ele refletir sobre a importância de desistir dessa vingança. Ele foi irredutível. Ele em vários momentos entra em contradição porque ele tá cego de ódio. Ele quer se vingar, né? E agora o que que o grupo vai fazer? Eles vão evocar os espíritos superiores, uma vez que eles conversaram com o dito obsessor, não lograram exatamente o que queriam, porque o espírito não desistiu. Agora eles fazem exatamente aquilo que é a orientação de Kardec. Durante as evocações dos espíritos, você vai submetendo as evocações aos espíritos superiores, justamente porque eles vão orientar, eles sabem os caminhos, eles sabem as melhores orientações de como lidar caso
s evocações dos espíritos, você vai submetendo as evocações aos espíritos superiores, justamente porque eles vão orientar, eles sabem os caminhos, eles sabem as melhores orientações de como lidar caso a caso. Então você não, você vai evocar os espíritos, sempre tendo como guia os espíritos superiores, os anjos da os anjos de guarda. É o que eles vão fazer aqui agora. A continuação, agora é uma conversa sobre tudo que aconteceu até aqui, certo? Então aqui está instruções dos guias sobre a situação do espírito obsessor. Olha, olha a data, ó, 14 de outubro de 2023. Então, vejam como é atual. Eles estavam evocando na agora o os espíritos e a gente vai ver que eles vão invocar o próprio Allan Kardec. Isso é um dos motivos da gente mostrar esse esse revista revistaespírita.net aqui, né? Porque é tão incomumento espírita não faz isso e eles fazem porque é justamente as orientações do próprio Kardec. Eles vão invocar o próprio Allan Kardec para ajudá-los nessa questão, para que a gente se acostume que isso é algo natural e que todos nós podemos fazer. Isso é algo que muitas vezes o movimento espírita se choca porque não entendeu a teoria, não estudou o livro dos médiuns. Nós podemos evocar os espíritos superiores, inclusive o nosso mestre Allan Kardec, que evidentemente vai nos ajudar porque nos ama, porque nos cuida. Na obra de Kardec não tem essa ideia de que a gente não pode evocar espírito superior, que a gente não é digno. Não tem essa coisa que o espírito superior tá longe, ocupado demais. Não. Os espíritos superiores, eles não estão distantes e desocupados da gente. É claro que eles podem estar nos mundos felizes, mas mesmo de lá eles se ocupam da gente e nos ajudam. Então, a gente pode e deve chamá-los justamente para tratar de questões sérias, questões morais, como a gente vai tá vendo aqui. Então, vamos ver como é que se dá essa conversa. Iniciamos essa sessão pela evocação do presidente espiritual do grupo curador, Allan Kardec, para trazer-nos instruções e orientações
ai tá vendo aqui. Então, vamos ver como é que se dá essa conversa. Iniciamos essa sessão pela evocação do presidente espiritual do grupo curador, Allan Kardec, para trazer-nos instruções e orientações sobre a situação do espírito obsessor antes de chamá-lo novamente. Então aqui tá dado, né? Antes de conversar de novo com um espírito que tava muito revoltado, muito teimoso, evoca o espírito superior para ele dar as orientações, né? Qual o rumo que a gente vai tomar para um espírito tão arraigado na ideia de de vingança? E agora vamos ver Allan Kardec. Então, lembrando que Allan Kardec atual, evocado, falando com o grupo, dando orientações, né? Provando que se a gente chama, ele vem, né? Então, todos nós podemos fazer isso. Diz então Alan, o espírito de Allan Kardec, muito nos toca a situação desses espíritos que, retidos pelo sentimento de ódio, de egoísmo, se entregam às mais baixas ações. Todavia, Deus quer que seus filhos retornem ao bom caminho e assim será. Esse espírito com o qual nos ocupamos dá mostras de cansaço e já começa a perceber que suas ações não têm alcançado seus objetivos. No fundo de sua consciência, ele nota mudança naquele que tem por inimigo, mas não quer admitir. Depois de sua evocação e das conversas que tivestes com ele, mostramos mostramos-lhe o resultado das atitudes que ele tomou naquela ocasião em que estava no corpo, porque ficara tão absorvido pelo ódio que não se dera conta das consequências de suas ações. Aqueles que voltam um olhar apenas para si próprios, julgando-se vítimas, não ponderando as fraquezas e as dificuldades do próximo, agem sobre o impulso do egoísmo e geram as mais infelizes consequências por falta de indulgência e do perdão. Falai a esse espírito sobre a responsabilidade que cabe a cada um por seus próprios atos. que cada um dos envolvidos no que ele chama de barbári precisa assumir a parte que lhe coube naquele triste evento. Logo, ele entenderá que não há vítimas perante a justiça divina e que a hora de refazer o caminho é
envolvidos no que ele chama de barbári precisa assumir a parte que lhe coube naquele triste evento. Logo, ele entenderá que não há vítimas perante a justiça divina e que a hora de refazer o caminho é agora. Allan Kardec, psicografada no dia 14 de outubro de 23. Então, vejam quanta coisa interessante a gente tem no que o espírito de Allan Kardec disse aqui. Primeiro que ele mostra que está tocado e que está preocupado e cuidando desses espíritos, mostrando que os espíritos superiores não estão distantes, inúteis, sem fazer nada, só numa contemplação inútil. ocupados, como muitas vezes algumas obras mediúnicas passaram essa ideia, né? né? Os superiores estão muito ocupados, eles não têm tempo para nos atender, eles estão, a gente imagina os espíritos superiores como uma empresa, né, em que o presidente da empresa não tem tempo pros pros funcionários lá do chão da fábrica e que a gente precisa de intermediários para falar com o patrão. essa visão que não existe em Kardec. Porque para o Espiritismo, os espíritos superiores, quanto mais evoluídos são, mais eles têm condições de nos atender, porque os seus poderes se ampliam. Então, não, a gente não pode raciocinar como a gente raciocina aqui, que uma pessoa, quanto maior o cargo, menos tempo ela tem. Não, para o espiritismo em Kardec, os espíritos superiores, justamente por serem superiores, se ocupam com todas as criaturas, porque ele eles amam a todos. Então, veja esse caso aqui, ele diz, nos toca a situação desses espíritos. Esse é o primeiro, uma primeira prova, né? Ele, eles vêm se comunicar, eles vêm ajudar e eles estão preocupados com os dois, que é outra coisa importante também, os espíritos superiores não têm ódio no coração, não tem parcialidade como a gente às vezes tem. Eles amam a todos, inclusive aquele espírito que está fazendo mal. Nós é que dividimos, separamos, retribuímos com mal. Eles não. Aí ele fala como é triste o caminho daqueles que se entregaram às paix a as as ações ruins, né? Mas aí ele mostra exatamente a ideia de
. Nós é que dividimos, separamos, retribuímos com mal. Eles não. Aí ele fala como é triste o caminho daqueles que se entregaram às paix a as as ações ruins, né? Mas aí ele mostra exatamente a ideia de do Deus do Espiritismo que o Espiritismo traz. O Deus que o Espiritismo traz é um Deus que sempre abre e o caminho e dá oportunidade para todos. Por mais infelizes e maldosos que sejam, Deus não elimina os seus filhos, não castiga eternamente, não retribui com ódio. A gente precisa refazer a ideia que a gente tem de Deus, que muitas vezes até mesmo no meio espírita a gente tem uma ideia equivocada. Deus é soberanamente justo e bom. Ele não quer o mal dos seus filhos. Nós, por livre arbítrio, tomamos escolhas erradas e sofremos as consequências. Mas não é que Deus queira isso, porque Deus nos ama. Ele sempre quer que a gente repare, que a gente volte pro bem, que a gente volte pro equilíbrio. Toda dor, tristeza, é tudo consequência da nossa escolha, não da vontade de Deus. Então, é muito importante a gente pensar nisso, tanto pra gente quanto para qualquer um. Todos. Deus ama a todos e a todos dá oportunidade. Claro que como ele é justo, ele dá oportunidade e a pessoa tem que reparar o que fez. Claro que para o espiritismo não basta apenas o arrependimento, porque também não seria justo, né, se aquele que que fez o bem tivesse o mesmo benefício que aquele que fez o mal ou aquele que fez o mal tivesse o mesmo benefício do que aquele que fez o bem. Qual é a qual seria o sentido? Qual seria a justiça disso? Então, claro, você sofre as consequências, mas Deus lhe ajuda. Quando você decide a reparar, ele lhe dá todas as oportunidades e lhe ajuda, lhe ama. E por fim, nessa minha primeira fala, agora vem um outro ponto. Vejam como é importante você evocar o anjo guardião, porque se a gente ficasse só com a conversa que o grupo teve com aquele espírito obsessor, a gente fica até desanimado e preocupado, né? Porque a todo momento ele se mostrou teimoso, irredutível, compenetrado em executar sua vingança.
conversa que o grupo teve com aquele espírito obsessor, a gente fica até desanimado e preocupado, né? Porque a todo momento ele se mostrou teimoso, irredutível, compenetrado em executar sua vingança. Então a gente até ficaria triste porque não conseguiu reverter a situação. Mas aí quando você submete a um espírito superior, como eles fizeram aqui, o espírito superior ele vai dar detalhes que o espírito escondeu. Então, por exemplo, ó, o espírito dá mostras de cansaço e já começa a perceber suas ações. Então veja, ele tava com toda aquela cena teimando, mas por dentro ele já começou a sentir uma mudança que se a gente não evocasse hoje guardião, provavelmente a gente não saberia disso e até desistiria. Então deu o resultado que o grupo fez ao evocar esse espírito, só que ele não deixou transparecer. Aí vem o espírito superior e esclarece: "Ó, ele tá dando certo, ele cansou, ele já tá começando a ter consciência de tudo aquilo que vocês falaram para ele. Ele só não quer admitir, mas no íntimo dele que os espíritos superiores têm acesso a gente não tem. Vejam a lógica de submeter ao espírito superior. Então eles mostram que há um resultado, que o espírito já está mexido e dá orientações do que deve ser feito. Falai a esse espírito sobre a responsabilidade que cabe a cada um. Então vejam a importância de ter feito essa evocação antes de retomar a conversa com o espírito. É por isso que a orientação de Kardec é sempre você vai evocar os espíritos que você quer evocar, mas se você evoca espíritos desequilibrados, recorra ao anjo de guarda, aos espíritos superiores, para lhe ajudar, porque sozinho você não tem muita noção do processo. Quem tá do lado de lá e tem acesso ao interior, ao mundo íntimo do espírito, são os anjos de guarda. Então você pede para eles lhe orientar, lhe dar ideias. E a orientação do espírito de Allan Kardec é mostrar pro espírito, porque o espírito ele justifica a vingança dele, porque ele se considera vítima. Como ele se considera vítima, ele acha
e dar ideias. E a orientação do espírito de Allan Kardec é mostrar pro espírito, porque o espírito ele justifica a vingança dele, porque ele se considera vítima. Como ele se considera vítima, ele acha legítimo agora se vingar desse senhor. O que que Allan Kardec tá dizendo? Mostre para ele que não há vítimas, que um dia ele foi o causador do mal, que é o grande problema das nossas relações. A gente só olha do ponto que nos interessa. A gente pega uma situação difícil e só olha no ponto em que a gente já tá sofrendo, né? Mas e o momento que a gente escolheu aquilo, que a gente provocou, que a gente buscou aquilo, por que que a gente não nunca traz a parte que nos cabe, né? A gente só conta o fim da história, né? A hora que a gente quebrou a cara, a hora que a pessoa mentiu, agrediu, traiu, mas e um momento lá antes disso que você provocou, ajudou, fez pior, procurou, alimentou, não ouviu os conselhos, não usou a prudência. Então, quando a gente tá diante de uma dificuldade, a gente tem que pegar desde o início. Quantas pessoas procuram o problema ou procuram espíritos que são problemáticos? Quantas pessoas, quantas vezes a gente faz isso? A gente procura, tem uma expressão aqui no sul que eu não sei se é se é só aqui do Sul, né? Mas procura sarna para se coçar. Quantas vezes a gente vê casamentos, problemas de família, problemas no ambiente de trabalho. A gente vai ver a história, em algum momento a gente tem a pessoa ali procurando ou contribuindo ou plantando aquilo que depois quando dá o estouro ela reclama. Mas você tem que lembrar da parte que lhe cabe também nessa história. Assuma responsabilidade. Olha, eu procurei, meus pais me avisaram e eu quis igual. Minha esposa me avisou, meu marido me avisou, meus amigos me avisaram. Eu fiz igual, eu não pensei, eu não refleti, eu agi no impulso. Pegue a parte que cabe a você na história, porque a parte que nos cabe é que a gente tem que fazer. Se você não pode resolver o problema ou se o outro tá causando o problema
efleti, eu agi no impulso. Pegue a parte que cabe a você na história, porque a parte que nos cabe é que a gente tem que fazer. Se você não pode resolver o problema ou se o outro tá causando o problema agora, você tem que tratar o que que cabe a mim, o que eu tenho que fazer nessa situação. Não adianta a gente ficar remoendo o que o outro faz ou o que o outro deveria fazer. E a sua parte, o que que você tem que fazer? Aí a pessoa às vezes é covarde, a pessoa tem medo de enfrentar o problema. tem medo de solucionar, de enfrentar. Por isso que ela fica falando o que que o outro deveria fazer, tá? Mas não adianta, você não tem controle sobre o outro. Então você tem que pensar no que você tem que fazer e também no quanto você contribuiu para ter chegado nesse momento. Enquanto a gente não assumir as responsabilidades, mesmo que a gente se livre do problema agora, ali na frente, a gente vai causar de novo. Já viu que tem pessoas que são assim, elas têm um problema, gera um problemão para todo mundo que tá envolvido, de alguma maneira consegue resolver. Passa 1, 2, 3 anos, a pessoa acha outra criatura e tá de novo com outro problema, porque é ela que atrai, que busca, que procura pessoas às vezes com aquele perfil, com aquele jeito, as amizades que ela escolhe, as companhias que ela escolhe, as ideias que ela nutre. Ela acaba procurando pessoas que depois quando dá o estouro, ela não percebe que é ela, quem é que mandou você se envolver com pessoas assim? Então, Kardec fala muito bem, faça esse espírito perceber a parte que cabe a ele, porque ele tá totalmente focado nas ações do outro e não tá olhando para si. Lauro, passo para ti. >> E dá para perceber o quão eh a falta do perdão causa esse sofrimento todo, né? Mas o o que chama atenção aqui na comunicação, além de tudo isso que o Michel falou, é a simplicidade com que o espírito, o Kardec, ele explica, ele argumenta, ele ensina. Veja que momento algum ele ele não usou frases sem nexo, né? É tudo tão fácil. Qualquer pessoa que estudar um mínimo de
mplicidade com que o espírito, o Kardec, ele explica, ele argumenta, ele ensina. Veja que momento algum ele ele não usou frases sem nexo, né? É tudo tão fácil. Qualquer pessoa que estudar um mínimo de espiritismo consegue compreender. É, é, é, é, é, é, é, é realmente digno de um espírito superior, mas superior mesmo, né? Superior no sentido mesmo da escala espírita. Lá, o o a última classe lá dos espíritos bons, né? Salve engano, lá é a segunda classe, né? Não é isso, né, Michel? Depois você me corrige aí. Bom, eh, outra coisa também que me chamou atenção que durante todo o ensinamento, toda a comunicação de Kardec, veja que ele não trata de assuntos mirabolantes. Ah, o espírito está no umbral, ah, o espírito está assim. E não, ele ele orienta o grupo como, né, proceder com o espírito que já está cedendo. E aí eh eu eu me recordo aqui. Aí também eu preciso aqui, como vai dizer o Cosmo Massa, a memória já não tá muito boa. Salve engano na obra A Gênese, quando vai falar do bem e o mal, se não for lá na Gênese, é no céu e inferno, código penal da vida futura. Kardec vai dizer que o espírito, próprio Kardeco, chega um um dado momento que o espírito se satura de sofrer. É o momento em que ele quer ajuda, é o momento em que ele busca ajuda. E agora ele está repetindo isso aqui, nesse caso específico, o espírito da amostras de cansaço, né, de de tanto sofrimento, ele começa a ceder a a a aquelas ideias fixas, aquela ideia fixa que ele tinha, ela já começa a ceder espaço para novas orientações. É o que cada vai falar. falai a ele sobre as a responsabilidade responsabilidade que ele cabe, porque se você falar para para um espírito endurecido, a mesma coisa você falar para uma pessoa endurecida aqui, ela não vai ouvir, ela vai se colocar na condição de vítima, não vai meditar sobre aquilo. Agora, no caso desse espírito, ele já está pronto para poder meditar melhor e reconhecer que o sofrimento é realmente o o o a causa primária de sofrimento é ele próprio e ele vai, né, e e essa orientação que
no caso desse espírito, ele já está pronto para poder meditar melhor e reconhecer que o sofrimento é realmente o o o a causa primária de sofrimento é ele próprio e ele vai, né, e e essa orientação que Kardec dá é muito positiva para que o grupo, como o o Michel tratou aqui agora, isso é um estímulo para o grupo. Olha, então nós estamos no caminho certo, plantamos a semente. Agora vamos fazer com que isso é floreça, né, Michel? Boa, Lauro. Boa. Bem lembrado. O o a evocação do espírito superior do anjo de guarda aqui, que no caso foi Kardec, ele ele vai ir orientando o grupo com o o a que ele tem que fazer na próxima conversa. Agora vejam, se eu tivesse um modelo de conversa com os espíritos do modelo tradicional das casas espíritas, isso não aconteceria. Porque como é que é o modelo de prática mediúnica das casas espíritas? As pessoas se reúnem, não chamam espírito, não evocam o espírito, eles deixam para que eles se manifestem espontaneamente na crença de que são os guias do lado de lá que comandam tudo. A gente só recebe. Aí eles recebem lá um espírito revoltado. O espírito fala um monte de coisa. O doutrinador diz muitas coisas pro espírito, diz que vai encaminhar ele paraa luz, para alguma coisa e pronto, vai pro próximo espírito. Só que veja, esse método, ele é pouquíssimo eficaz, porque primeiro, como que você vai pegar alguém que tá numa situação muito complicada e com meia dúza de palavras numa sessão? já achar que ela vai mudar, evoluir e seguir o caminho do bem. a gente sabe que a gente todos os nossos conflitos, os nossos problemas, não é de uma hora para outra assim que a gente resolve ainda mais alguém que tá muito perturbado, eh, e vingativo. E outra, você conversou uma vez, ele foi embora, você não sabe o que que aconteceu, se se ele mudou, se ele não mudou, você não conversa de novo e você não conversa com os espíritos superiores para orientar sobre o que que aconteceu, o que que tem que fazer. Então, veja a importância de evocar, dialogar várias vezes, acompanhar o processo e também
cê não conversa com os espíritos superiores para orientar sobre o que que aconteceu, o que que tem que fazer. Então, veja a importância de evocar, dialogar várias vezes, acompanhar o processo e também tendo as orientações de quem sabe mais que são os espíritos superiores. E muito bem lembrado pelo Lauro, muito bem lembrado, um ponto importantíssimo, a simplicidade da comunicação. Vejam, é Kardec, como disse o Lauro, tratando do problema, questões morais, sem ficar falando nada fantástico, mirabulante, alguma história, eh, narrando coisas extraordinárias, assustadoras, e, eh, fazendo descrições malucas ou usando um palave difícil, pomposo. Não, não, não. É um Kardec simples, direto, amoroso, lógico e tratando de questões morais, tratando do problema moral. sem fantasia, sem assombrar, assustar, usar, alimentar a imaginação. Importantíssimo isso pra gente ver a diferença da qualidade da conversa, da comunicação, das orientações. Por isso que a gente tem que escolher Kardecre, estudar as obras dele, praticar como ele ensinou no livro dos médiuns, não se guiar na prática da mediunidade por outros autores. E agora a gente vai ver, então ele eles vão agora evocar de novo o obsessor já com as orientações de Kardec. Vamos ver então. A gente ainda tem aí meia hora. Terceira conversa com esse espírito, né? Evocação em nome de Deus. Estou aqui. Aí eles perguntam: "Quer nos dizer o seu nome para que o chamemos por ele?" Aí o espírito responde: "Não vejo que faça alguma diferença, já que me chamo mesmo sem saber meu nome. Nota que ele continua agressivo, né? e não quer dizer o nome dele, que até agora ele não disse o nome dele. Volta o pessoal do grupo. Isso é interessante, não é? Nós não sabemos o seu nome, nem quem você é, mas Deus sabe porque é onisciente. Quando chamamos em nome de Deus que conhece o seu sofrimento, você vem. Essa é uma lei perfeita dos do bom Deus que nunca abandona seus filhos. Aí o espírito diz: "Não sei como fazem. Sei que me chamo e que venho. Olha que
e de Deus que conhece o seu sofrimento, você vem. Essa é uma lei perfeita dos do bom Deus que nunca abandona seus filhos. Aí o espírito diz: "Não sei como fazem. Sei que me chamo e que venho. Olha que interessante isso, né? O que o o evocador aqui fala é muito inteligente. A gente pode não saber seu nome, mas Deus sabe. Você pode querer esconder da gente quem você é, mas Deus sabe quem você é. E a gente, como a gente chama você em nome de Deus, você aqui está. E ele diz que não sabe muito bem. Olha que interessante. Ele não sabe muito bem. Eh, porque mesmo revoltado, ele é chamado, ele vai até ali e fala. Claro que a gente vai aprender nas obras de Kardec que os espíritos inferiores muitas vezes eles esse chamado, essa evocação feita em nome de Deus, feita sobre a assistência dos bons espíritos, os espíritos inferiores, eles são atraídos de uma maneira irresistível. Os próprios fluidos fazem com que ele ele vai, ele fala, ele ele confia de alguma maneira, ele sente que ali ele pode se sentir seguro, né? Mesmo ele que tá todo revoltado e irredutível, nem ele sabe explicar muito bem. E claro que tem um pouco de orgulho de não querer admitir, né, que no fundo ele ele tá se sentindo atraído pelo grupo. Por quê? porque ele percebeu o carinho, a vontade de ajudar deles e dos bons espíritos. Então, vejam a importância exatamente de fazer o que Kardec indica no livro dos médios. Você evoca, você evoca em nome de Deus com seriedade e sob a tutela dos bons espíritos, mostrando que não há perigo, que não é uma coisa que o espírito vai vir, vai fazer mal, vai destruir, vai fazer e acontecer. Não há leis morais que regulam o processo. A ciência espírita ensina você para você ficar tranquilo. Aquilo que você faz com seriedade, com boa intenção, com lucidez, você tem os efeitos. É uma ciência. Os espíritos inferiores gostam de colocar medo, dizer que tem perigo. A gente tá vendo aqui segue. Deixa eu ver quantas são para eu vou vou ler. São 12, né? Eu vou ler seis, comento e aí passo pro Lauro. Diz o evocador: "Ouviu
stam de colocar medo, dizer que tem perigo. A gente tá vendo aqui segue. Deixa eu ver quantas são para eu vou vou ler. São 12, né? Eu vou ler seis, comento e aí passo pro Lauro. Diz o evocador: "Ouviu as palavras de Paulo, o grande apóstolo, que lemos há pouco sobre o perdão?" Então, eles tinham lido uma mensagem do do de Paulo, né? e querem saber se o espírito ouviu. E olha como o espírito já tava presente antes da evocação, né? Ouvi. Como posso perdoar uma falta que não foi apenas um pequeno arranhão, mas que significou muitas vidas perdidas e uma injustiça? É fácil dizer: "Perdoe, esqueça, mas só quem passa pode saber o que realmente passou". Então ele ouviu a mensagem sobre o perdão, mas ele tá se questionando, né? Como é que eu vou, como que eu consigo perdoar uma coisa tão grave que foi feito contra mim? Então, olha ele perguntando pro grupo, de alguma maneira, se abrindo pro questionamento, né? Porque ele ele deve ter pensado e visto a beleza do texto, mas pensado, tá, mas para praticar isso é difícil. O que esse senhor fez que agora eu quero me vingar, foi muito grave contra mim. E agora o o eles vão devolver, né? As palavras que lemos há pouco foram escritas por alguém que sofreu muito, que foi condenado sem apelação e assassinado sem ter feito qualquer mal à aqueles que o mataram. Ele começa dizendo: "Perdoar os inimigos é pedir perdão para si mesmo". Essa frase não lhe toca de alguma maneira? Olha que interessante, né? Porque é justamente isso. Eles para responder a pergunta do espírito, porque o espírito disse assim: "Como é que eu vou perdoar alguém que me fez um mal tão grande? Não foi um pequeno arranhão. Aí eles lembram, olha, a mensagem que a gente leu, quem ditou a mensagem deu exemplo disso, que é a história de Paulo. Paulo tá falando sobre o perdão na mensagem e ele sofreu na pele a maldade. Os seus inimigos o condenaram, o mataram. Então, olha a inteligência do evocador fazendo com que o espírito pense: "Há espíritos que passaram por isso e esse
a mensagem e ele sofreu na pele a maldade. Os seus inimigos o condenaram, o mataram. Então, olha a inteligência do evocador fazendo com que o espírito pense: "Há espíritos que passaram por isso e esse espírito que passou por isso, que tá ditando a mensagem, ele é um exemplo de que você consegue e pode superar o que lhe fizeram de mal." Olha como toca muito mais de perto. O espírito vai ter um choque, porque agora ele não pode dizer nada eh eh por contra a mensagem, porque quem ditou tem autoridade. Quem ditou passou por isso. >> E aí o o grupo fala, né, sobre a questão de o perdão eh pro inimigo também é pedir perdão para si, né? E ele diz assim: "Eu não estou dizendo que nunca fiz nada errado". Olha ele começando a se dobrar, né? Eu sei que algumas coisas foram feitas de maneira impensada. Eu sei disso, mas não precisava ter sido como foi depois. Olha como ele tá começando a dizer: "Não, eu sei que assim como eu fui ferido, eu também feri". Ele tá começando a enxergar aquilo que Kardec falou antes, né? que ele tava já cansado, tomando consciência paraas suas responsabilidades. Cego evocador, as pessoas erram por fraqueza, porque ainda são imperfeitas. Se você admite que também já deu passos em falsos, em falso, não poderia considerar a fraqueza do próximo, especialmente daquele de quem busca vingar-se e encontrar razões para perdoar? Muito boas perguntas que o que o invocador faz, né, ou a evocadora, porque a lógica do perdão é essa, né? Por que você perdoa alguém? Porque você também precisa de perdão. Você não justifica os seus erros. Ah, mas foi por fraqueza. Ah, é porque eu não sabia. Ah, porque mas não vale o mesmo pro outro. O outro também tem fraqueza. E olha o raciocínio dele. Ele pensa que se perdoar aquele mal que foi feito não vai ser a pessoa não vai pagar, né? Eu perdoo e aí deixa por assim mesmo, né? Se for assim, nenhuma justiça será feita. Ó o que ele tá dizendo, que é o que a gente diz, né? Se eu não fizer algo contra o fulano que me fez mal, vai vou vai ficar
oo e aí deixa por assim mesmo, né? Se for assim, nenhuma justiça será feita. Ó o que ele tá dizendo, que é o que a gente diz, né? Se eu não fizer algo contra o fulano que me fez mal, vai vou vai ficar por isso mesmo. E aí o pessoal de o pessoal do grupo, né, diz para ele: "Você tem uma noção errada de justiça. Vingança nunca foi justiça e só gera mais violência, mais sofrimento. Criaturas imperfeitas podem errar, mas também podem se arrepender e tomar a boa via. Certamente muitos daqueles que sofreram naquela época como você estão numa situação bem diferente da sua, porque perdoaram e seguiram o bom caminho. Vê alguns deles aqui em nosso meio. Então, o importante é a gente ter a noção correta da justiça. Quando você perdoa, a pessoa que fez o mal vai ter que reparar, mas não cabe a você executar essa justiça. Aqui tá o pulo do gato. Você não vai fazer o mal, se vingar, produzir mal em nome da justiça para cima da pessoa. palavra, porque aí você vai tá se igualando a pessoa e tá se comprometendo. Então você não precisa se preocupar, a pessoa vai ter que responder, reparar, reconstruir o caminho, mas não precisa você também se endividar, fazer o mal. Essa é a noção errada que ele tinha de justiça. Ele achava que se ele não aplicasse a justiça, que a justiça não seria feita. E aí ele passou a fazer mal para alguém e ele não percebe que ao fazer isso, o outro continua endividado e agora ele se endividou também e tá sofrendo também. Aí ele diz: "Não acreditam que os que passaram, que passamos tenham deixado para lá. Não acredito que isso seja possível, porque o o evocador lembrou, né, provavelmente outras pessoas que passaram a mesma coisa que você já tão noutra, já tão melhor. Você que ficou remoendo isso. E ele não consegue entender como é possível alguém ter deixado isso para lá, porque ele realmente acha que se ele deixar isso para lá, ele fica com a sensação de justiça não feita. Olha o cerne da questão, Lauro, eu passo para ti. E e o que foi bacana aqui, né, eh,
so para lá, porque ele realmente acha que se ele deixar isso para lá, ele fica com a sensação de justiça não feita. Olha o cerne da questão, Lauro, eu passo para ti. E e o que foi bacana aqui, né, eh, quando eles apresentam a mensagem de Paulo, você esteve aqui, ouviu a mensagem? Sim. Veja, Paulo foi julgado, é assassinado por pessoas que o Paulo não fez mal nenhum e ainda assim o Paulo perdoou. Olha que fantástico, né? Fala agora veja, né? Se você julga que eles fizeram mal para você, né, agora que era o momento de você mostrar realmente o perdão, né, aplicar esse perdão. Então, eh eh eh argumentos muito fortes, né, eh explicações e raciocínios que levam esse espírito cada vez mais ceder e e vai mostrando, né, o próprio espírito reconhece, falou: "Olha, eu já fiz bastante coisas erradas, reconheço, opa, então tá bom, estamos no caminho, né? Então o espírito agora entende que ele não é vítima, só vítima que ele imaginava, né? Eh, são questões que são eh eh foram feitas a seu espírito seguindo aquele conselho de Kardec. Toca no cerne da questão, toca na consciência dele, né? faça com que ele perceba que ele é o causador de sofrimento e eles estão indo num caminho, né, muito bem dirigido, a ponto desse espírito eh refletir e a ideia de de justiça para ele, porque para muitas pessoas, isso aí é é comum você a gente assistir isso em filmes e novelas, perdoar é um ato de fraqueza para muitas pessoas, né, e que deveria ser visto ao contrário. Perdoar é um ato de muita coragem. Quando esse espírito perceber que isso realmente só vai trazer paz para ele, ele ele vai ceder, né? Não tem outra forma. Eu não quero adiantar aqui, mas a gente vai ver que o bom diálogo, bons argumentos, eh conquista qualquer um. E aí eu lembro daquele ensinamento de Jesus, né, salvo engano no sermão do monte, quando ele vai dizer assim: "Se você tem a a algo contra o seu irmão, chama ele em separado, tem uma boa conversa com ele que você vai ganha". É bem isso. Então eles estão fazendo isso, uma boa conversa racional, lógica
r assim: "Se você tem a a algo contra o seu irmão, chama ele em separado, tem uma boa conversa com ele que você vai ganha". É bem isso. Então eles estão fazendo isso, uma boa conversa racional, lógica e, né, vagarosamente eles vão aí seduzindo esse espírito para mudanças eh de ideias, de comportamentos. Michel, >> muito bom. O, eles vão ir para um caminho. Eh, a próxima questão é muito interessante, porque qual é a lógica? O espírito dizia o seguinte: "Olha, eu não consigo acreditar como é que alguém pode deixar tudo que aconteceu, como foi feito, para trás, simplesmente perdoar. É uma coisa muito grave". E aí o grupo faz uma, vai ir para um caminho muito inteligente para colocar ele para pensar. Bom, na época que isso aconteceu com você, aconteceu também com outras pessoas. Onde estão essas pessoas? Porque se você acha que é algo tão grave assim que você não consegue deixar para trás, o que que o grupo vai mostrar para ele? Você foi o único que ficou remoendo isso. Você começa a mostrar, olha, você foi o único que remoeu, ficou preso nisso, perdeu tempo, criou sofrimento para você mesmo. Os outros já tão, ó, já deixaram isso para trás há muito tempo. Isso é um ótimo argumento pra gente trazer para pra pessoa que tá muito presa no ódio. A gente começa a mostrar os outros que são felizes. Olha, fulano, os outros estão aí felizes, contentes, construindo a sua vida, tocaram a vida, prosseguiram. Quem ficou todos esses anos remoendo, sofrendo e para trás foi você. É inteligente você continuar assim, que esse é esse é o erro da gente se fixar no mal, na vingança, no ódio. Imagina, a gente tá agora numa época, né, em que todo mundo sai, se reúne com amigos, se reúne com familiares aqui para nós, o nosso país, né, ah, eh, faz calor. As pessoas saem com os amigos para jantar, para passear, para caminhar. Tem pessoas que fazem viagens. Imagina você trocar tudo isso para ficar dentro de casa remoendo o ódio contra alguém. Você faz isso, você perdeu tudo que você podia estar aproveitando
, para caminhar. Tem pessoas que fazem viagens. Imagina você trocar tudo isso para ficar dentro de casa remoendo o ódio contra alguém. Você faz isso, você perdeu tudo que você podia estar aproveitando e o outro continua igualzinho. O outro continua igualzinho. Quem ficou sofrendo, remoendo foi você. As pessoas continuam do mesmo jeito e você lá pensando mal, xingando e em vez de aproveitar o bem, a amizade, o carinho, a alegria, a felicidade, estudar, ler bons livros, ver bons programas, viajar, caminhar, passear, respirar o ar puro, ver a natureza. Olha quanta. Ah, não. A pessoa fica ali e todas aquelas pessoas às vezes continuam do mesmo jeito. Ou então elas seguem a vida delas. Quem fica remoendo é você. Então aqui por isso que na sete ele diz onde eles eles estão com você nessa vingança? E o espírito não, mas deveriam estar porque se estão aqui, como você disse, são fracos. Então ele ele percebe, opa, eu tô sozinho nessa, né? Só eu fiquei remoendo. Mas daí para não sair perdendo, ele diz: "Não é que eles são fracos se eles deixaram a vingança para trás". Segue os evocadores. O perdão é para as grandes almas, a vingança é para os fracos. Eis aí um grande engano alimentado por boa parte dos espíritos imperfeitos. Vê aqui quantos bons espíritos se ocupam com você nesse momento. É o que o Lauro falou, né? A vingança é o mais fácil. Por que que a vingança é o mais fácil? Por isso é a fraqueza do espírito, porque a vingança você simplesmente se entrega para ela. O perdão não. No perdão você é forte porque você lutou e foi contra um sentimento que queria fazer com que você ficasse ali preso naquela situação, tendo ações que iam comprometer a sua vida. Quando você tem coragem de dizer assim, olha, problema do fulano, se ele quer quebrar a cara, se ele quer fazer um problema dele, eu não vou entrar nessa. Ele não conte comigo. Eu não vou participar disso e nem vou ficar gastando meu tempo com isso. E aí eles dizem, você vê, agora vem a um ponto importante, faz o espírito ver
e, eu não vou entrar nessa. Ele não conte comigo. Eu não vou participar disso e nem vou ficar gastando meu tempo com isso. E aí eles dizem, você vê, agora vem a um ponto importante, faz o espírito ver aqueles espíritos que estão à sua volta e que estão felizes. E aí vê, ó, por isso que a pergunta, vê aqui quantos bons espíritos ocupam com você nesse momento? E ele tá vendo porque claro, nesse momento os espíritos se fazem visíveis para ele ver se há outros espíritos aqui. Porque isso é uma coisa que toca muito até a gente, né? Isso toca até a gente encarnado. Imagina os espíritos. É, é muito comum a gente eh a gente tá no momento às vezes de de que a gente tá mal, que a gente tá revoltado, que a gente tá com com ódio, que a gente tá preso num problema, daqui a pouco a gente olha pro lado e enxerga um grupo de pessoas felizes, né? Na hora a gente diz: "Ih, dá um choque, né?" Aí você se toca, meu Deus. É muito comum isso. Às vezes a gente vê famílias, amigos. Você tá lá ocupando seu tempo com ódio, com tristeza, com mágoa, com depressão, com coisas horríveis. daqui a pouco você abre uma rede social ou você sai para caminhar, tem pessoas felizes, amigos, familiares, aí você enxerga: "Meu Deus, como eu sou miserável e pequeno". Porque a gente podia estar fazendo isso também, né? Por que que a gente concentra a nossa atenção no ruim? e não aproveita a vida no bem. Porque se não é responsabilidade minha, é o outro que tá escolhendo. Não é responsabilidade minha. Aí eu fico focando em algo que depende da escolha do outro. É escolha dele, é vida dele, é problema dele. E você fica remoendo aquilo, não vive, não cresce e a pessoa continua igual. Porque você remoer é é seu, né? Não muda o outro. É tão difícil para pra gente, né? Larga o que não depende de você, foca no que depende de você. Esse espírito ainda tá nessa fase, agora ele vai ver os bons espíritos, né? Vamos ver. A gente já tá chegando no final das questões, ó. Se você fosse entrevistar alguns deles, poderia se espantar com o
sse espírito ainda tá nessa fase, agora ele vai ver os bons espíritos, né? Vamos ver. A gente já tá chegando no final das questões, ó. Se você fosse entrevistar alguns deles, poderia se espantar com o que passaram e o que eles perdoaram. Por isso são felizes e o convidam a fazer o mesmo. Então ele tá achando que ele, isso é uma coisa própria também do espírito perfeito, ele tá achando que ele é a criatura mais sofredora do mundo e que isso justifica ele tá nessa vingança. Porque ele não enxerga que essas muitas pessoas que estão à volta dele ali, que estão bem e felizes, passaram até por coisa pior. Às vezes a gente fica justificando o modo como a gente tá e como a gente tá agindo, porque a gente fica contando tudo que a gente sofreu, né? Mas tem muita gente que sofreu mesmo ou sofreu até pior e tá feliz, tá vivendo e tá fazendo. Você é que foi fraco. O que a gente tende a tornar o nosso problema o pior para justificar, né? Não, eu tô assim, mas também, ó, o que o que fizeram para mim? Mas aí você vai, quando você olha de verdade pro pros outros, Às vezes os outros se enfrentaram coisas muito mais difíceis, é que você foi fraco. A força que você tem em si, dirigida hoje para vingança, poderá se transformar num desejo sincero de perdão. Aí sim você será bem forte. Outra coisa inteligente, né? Por que que você não gasta esse tempo com algo produtivo? Por quê? É uma brincadeira que eu faço, né, Lauro. Eu já fiz essa brincadeira várias vezes. É uma brincadeira séria. Vou fazer de novo. Esses tempos eu fiz ao vivo aqui na live. Eu disse assim, é um exemplo que eu sempre dou, né? Você tem um problema muito grave. Você que tá ouvindo aí, tem um problema muito grave. Pode ser um problema financeiro, pode ser um problema de relacionamento, pode ser um problema que for. Se você observar esse problema e depois que passar Natal e Ano Novo, chegar janeiro de 26, o problema vai continuar existindo? A pessoa diz assim: "Sim, não tem o que ser feito. Passou Natal, passou ano novo, eu já sei que em 26 o
e depois que passar Natal e Ano Novo, chegar janeiro de 26, o problema vai continuar existindo? A pessoa diz assim: "Sim, não tem o que ser feito. Passou Natal, passou ano novo, eu já sei que em 26 o problema continua". Então, criatura, durante essa época do final de ano, esquece, foca em outra coisa, aproveita, porque o problema vai continuar lá, você não vai resolver. Então, por que que você vai deixar de aproveitar o final de ano com aqueles que você ama? Sim. em janeiro de 26 o problema vai tá lá. Então você esquece, não tem o que ser feito. Se não tem o que ser feito, você deixa porque não tem o que ser feito. É que nem uma dívida. Eu brinquei, né? Na sexta-feira a gente, amanhã é sexta-feira. Se na segunda-feira você vai ter uma dívida, então no final de semana esquece a dívida, porque segunda vai tá lá. Aí você vai pensar sábado só pensando na dívida, domingo pensando na dívida. Aí você perdeu sábado e domingo, segunda, a dívida tá lá. A cada dia basta o seu mal. Eu já tive situações e às vezes tenho situações em que eu olho para aqueles que convivem comigo, eu digo assim: "Fulano, nem pensa no problema de amanhã. Vamos focar no agora. A gente já tem o problema hoje. Você ainda vai falar do problema da semana que vem? Espera chegar a semana que vem. Eu não vou ficar pensando naquilo porque por uma razão muito simples, não vai resolver. Aí o mundo tá caindo, desabando e eu tô feliz porque naquele momento não tem o que eu posso ser feito. Então a gente tem é é o que eles estão fazendo. A gente tem que trocar o foco, porque se você ficar nesse foco não vai adiantar mesmo. Então por que que você fica nesse foco? Todo o meu tempo aplicado até agora nesse objetivo será perdido se eu simplesmente virar as costas e deixar para lá, como fizeram esses. Isso não faz sentido. Então ele ele continua achando que vai perder alguma coisa se ele desistir da vingança. Mas é a única maneira de você reparar sua consciência perante Deus e livrar-se de tudo que lhe atormenta. Entregue suas preocupações a Deus
ndo que vai perder alguma coisa se ele desistir da vingança. Mas é a única maneira de você reparar sua consciência perante Deus e livrar-se de tudo que lhe atormenta. Entregue suas preocupações a Deus que dá a cada um segundo as suas obras. Confie na justiça divina, pois ela é perfeita. Olha a sabedoria do que o evocador falou. Você não tem condição de resolver aquilo. Entrega para Deus. entrega para ele. Eu não vou ficar carregando esse peso. Eu entrego para ele. Por que que eu, eu que sou frágil, fraco, limitado, eu entrego para ele que é um pai perfeito, poderoso e me ajuda. Aí eu fico mais leve, né? Quando eu pego um peso, entrego para quem tem força. Ele é a força. Eu fico, é, eu deixo para ti, meu Deus. Não, aqui não se trata de não fazer a sua parte. Aqui se trata de não querer fazer algo que não dependa de você. E aí, ó, depois de alguns instantes, então para ver como o espírito começou a ficar meditativo, né, pensativo. Eu não entendo como eles podem ter esquecido e vir aqui me dizer que tudo deve ficar no passado. O passado é tão presente para mim que não há passado. Eu sei que não tomei uma boa decisão quando fiz o que fiz, mas daí deixar tudo como está, eu não sei como podem pensar assim. Então esses espíritos começaram a falar com ele, né? segue. Gostaria de ouvir as razões deles por intermédio daquele que os representa nesse momento? Então agora ele vai conversar com aqueles que perdoaram e que passaram pela mesma situação ali em dos envolvidos. Aí ele disse: "Seria razoável entender e aí por fim". Então, ouça e nos conte, pois nós, pois nós também queremos saber, mas não podemos ouvir diretamente desse que ele fala agora. Então ele vai ouvir os espíritos e depois vai contar através do médium pro grupo. Depois de alguns instantes, ele diz que fomos todos vítimas do nosso próprio orgulho e que uma grande soma de mal também nós fizemos, porque só olhamos para os nossos interesses. Como poderíamos olhar para outra coisa? E já se passou tanto tempo. Ele diz que aqueles que nos
io orgulho e que uma grande soma de mal também nós fizemos, porque só olhamos para os nossos interesses. Como poderíamos olhar para outra coisa? E já se passou tanto tempo. Ele diz que aqueles que nos comandavam nos manipularam o tempo todo. Eu achava que a covardia era só da parte desse que tenho perseguido, mas ele também foi vítima de uma covardia muito maior. Preciso pensar em tudo isso. Agora vou embora. Olha, o espírito recebeu um tanta verdade, foram tão profundo na dor dele que agora ele ele ficou tão mexido que ele precisa ir embora e e um tempo para pensar, né? Que é o que acontece com a gente, né? Quando a gente toma consciência das coisas, a gente diz assim: "Me dá um tempo". E é importante esse tempo, né? Lauro, passo para ti >> aqui também me chamou atenção quando ele vai dizer que não não há passado para ele, né? é tudo para ele presente. E aí eu me recordo aqui quando, né, na no item 257, o sofrimento e eh eh eh para o espírito é moral, não há sofrimento físico. E ele é muito mais intenso que o sofrimento físico, o sofrimento moral mais intenso. E a gente percebe isso aqui na fala, imagina algo ficar te atormentando o tempo inteiro, porque aqui a gente deita, dorme, se embriaga, se droga, alguma coisa a gente faz para tentar fugir daquilo ali, do do problema. O espírito não. Então ele vive sempre o presente. É como se aquilo está estivesse acontecendo. Por quê? Porque a toda a sua atenção está voltada para aquilo ali. É um sofrimento que que deve ser algo eh insuportável. Por isso o espírito se cansa, lembrando aquilo que Kardec disse na instrução que ele deu ao grupo, que o espírito mostra, dá mostras de cansaço, né? E e mais uma vez, como o grupo foi sábio em fazer as perguntas, né? fazer com que ele reflita a ponto agora dele poder perceber, olha se como que esses espíritos podem ter perdoado, se passaram por tudo que eu passei, né? Agora ele quer ouvir, ouvi-los para compreender o negócio e e ele dá uma certa já um certo entendimento daquilo que foi explicado,
espíritos podem ter perdoado, se passaram por tudo que eu passei, né? Agora ele quer ouvir, ouvi-los para compreender o negócio e e ele dá uma certa já um certo entendimento daquilo que foi explicado, né? que todos foram vítimas, foram manipuladas, tanto ele quanto aquele no qual ele persegue. Olha, para vocês verem o o trabalho que foi feito para que esse espírito pudesse em algum momento estar pronto para ouvir o que ele precisava ouvir. Lembrando aquilo que o Michel falou, não é aquele negócio assim: "Ah, meu irmão, deita nessa máquina, quem é esse aqui que te ama? vai para, vai para o hospital, vai, né? E aí, e aí o que que foi feito desse espírito? E ainda abre outra que uma outro problema. Será se de fato é um espírito que realmente está sofrendo? É uma outra questão que a gente tem que se perguntar. Será que nós não estamos sendo mistificado? De repente nós estamos, entre aspas, encaminhando esse espírito, mas será que de fato ele foi? Será que ele sofre? Qual critério foi usado para realmente avaliar a comunicação? São questões que deveriam ser colocadas no grupo, né? Mas é isso aí, Michel, passo para você. Isso aí, chegamos ao final de mais uma etapa desse diálogo incrível, né? Na quinta que vem, é dia 18, teremos a live aqui. Então venham na próxima quinta pra gente continuar a história e visitem o site revistaespírita.net, onde está lá uma das histórias é essa, mas lá você tem muitos casos reais, histórias fantásticas, né? Então visite o site. Chegamos ao final de mais um estudo. Eu quero agradecer ao Lauro, primeiramente a todos que aqui estiveram, participaram. Se você está aqui, não curtiu e se inscreveu no canal, faça isso agora. Curta o vídeo e se inscreva no canal. Amanhã às 20 horas nós temos o estudo do livro dos médiuns. Estamos no capítulo um, estudando o livro dos médiuns. Você quer também assistir a nossa live, tirar as dúvidas aqui pelo chat? Então acesse o link ou esteja aqui amanhã às 20 horas no canal Kardecube e aí vai. Para você ter acesso, você tem que assinar o
Você quer também assistir a nossa live, tirar as dúvidas aqui pelo chat? Então acesse o link ou esteja aqui amanhã às 20 horas no canal Kardecube e aí vai. Para você ter acesso, você tem que assinar o canal. Aí você assina, vai em seja membro e e assina o canal e tem acesso ao estudo do livro dos médiuns. Ou então você pode assinar e depois vê porque vai ficar gravado. E relembrando mais uma vez o evento importante, a nossa live de presente de Natal aí de final de ano. Está aqui, ó, neste domingo agora. Já se programe neste domingo agora às 7:30 da noite, horário de Brasília, 19:30 aqui no Kardec Tube. Então entre aqui às 19:30, a gente vai estar entrando ao vivo. amos entrevistar o autor Gilberto Aliev, que escreveu esse livro aqui que você tá vendo, Evocações, o elo perdido, que é justamente uma pesquisa profunda na obra de Kardec sobre esse assunto que a gente tem exemplos aqui que a gente tá lendo, como evocar os espíritos, por evocar. Então você quer aprender mais, entender mais e também aprender a praticar isso. Você vai aprender, claro, principalmente nas obras de Kardec, no livro dos médium, no na revistaespespírita.net com os exemplos e aqui também com a obra do Gilberto. Lauro, tu quer falar alguma coisa? >> Sim. E e a exemplo da da revistaespesprírita.net, o Gilberto, ele também participa de um grupo que evoca essa obra. aqui vocações, o qual o Michel está compartilhando, eh, experiências desse grupo no qual eh o Gilberto Liev, ele é ele está junto ali ao grupo já há um tempo. Me parece que o a casa espírita chama vivenda de vivenda de luz. Eu acho que é isso, né, Michel? Então, vejam, nós estamos trazendo aqui grupos contemporâneos que fazem aplicação daquilo que Kardec muito sugeriu, muito nos ensinou, a evocação. Michel, >> exato. Além da parte teórica, pesquisa que o Gilberto fez, ele vai compartilhar nesse livro a prática dele lá no Centro Espírita dele. Ele é do Paraná também. e e também tem a parte prática, os relatos, o dia a dia lá da evocação
pesquisa que o Gilberto fez, ele vai compartilhar nesse livro a prática dele lá no Centro Espírita dele. Ele é do Paraná também. e e também tem a parte prática, os relatos, o dia a dia lá da evocação dele. Então, você quer entender mais, saber do livro, da história, a gente vai ensinar você a como comprar o livro domingo às 19:30, certo? E aí, semana que vem, a gente retorna aí com a nossa rotina diária de de estudos. Então, uma um bom resto de quinta para vocês, um um uma boa sexta-feira. Amanhã nos encontramos aqui, domingo também. Uma boa noite a todos. Curtam e se inscrevam e eu passo também pro Lauro se despedir. É isso aí, Michel. Obrigado. Obrigado a você que está conosco aí pelos comentários, pelas participações e como o Michel ressaltou, estamos juntos amanhã para o estudo Livro dos Méx. Um abraço a todos.
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