01 - O Livro dos Médiuns: folha de rosto | estudo completo da obra de Allan Kardec
O Livro dos Médiuns: estudo completo da obra de Allan Kardec com Michel Macedo e Lauro Rodrigues. Toda sexta das 20h às 21h no Youtube, pelo canal Kardectube (SOMENTE PARA MEMBROS DE R$19,99) Como se tornar membro: abra o youtube abra o canal kardectube clique em seja membro escolha a opção amigos do kardectube por R$19,99 por mês você terá acesso a todos os estudos passados e ao vivo. pode participar do chat para tirar dúvidas. curta, compartilhe, se inscreva e seja membro siga o Kardectube nas demais redes sociais.
Boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao nosso mais novo estudo aqui do Kardec Tube, o estudo do livro dos médiuns de Allan Kardec. 7 de novembro de 2025, agora 20 horas da noite, horário de Brasília, estamos estreando mais um projeto que contempla a semana do Kardec Tube. Com esse estudo, a gente encerra um ciclo de programações diárias de manhã, de tarde, de noite, o Kardec Tube de segunda a sexta produzindo conteúdo exclusivamente sobre a obra de Kardec. É com imensa alegria que a gente estreia mais esse projeto, contempla essa nova fase do Kardec Tube, projeta um 2026 muito promissor no trabalho de divulgação de Kardec. E mais alegria ainda eu ter ao meu lado um grande amigo, um grande parceiro que me ajuda nesse estudo, que é o Lauro Rodrigues do canal Estudar Kardec. E também vocês, todos vocês que se dispuseram a estar aqui, a se tornar membro do canal, saibam que vocês fazem parte desta família, desta união, desse momento. Saibam que vocês estão ajudando muito o nosso canal. Porque o nosso objetivo é fazer com que Kardec chegue ao máximo de pessoas, que seja seja entendido pelo máximo de pessoas. E podem ter certeza que todos os que aqui estão estão contribuindo para isso. A gente não faz nada sozinho. Se o Kardec Tube vem crescendo dia a dia, vocês que estão aqui fazem parte desse crescimento, dessa nova fase. Sejam bem-vindos. Eu espero que realmente que a gente consiga atender aos anseios de vocês, que a gente consiga ser o mais claro possível ensinando esta obra tão importante que é o livro dos médiuns, que a gente tem aqui boas e boas e excelentes semanas de muito estudo, que nós sejamos outras pessoas e pessoas melhores quando a gente chegar no final desse estudo. E a gente vai ter muito tempo para conversar, para trocar ideia, para aprender. E além de aprender, através da melhor e maior obra sobre mediunidade da história da humanidade, que é o livro dos médiuns, não surgiu algo antes, não surgiu algo depois, com a mesma profundidade, com a mesma grandeza, com
través da melhor e maior obra sobre mediunidade da história da humanidade, que é o livro dos médiuns, não surgiu algo antes, não surgiu algo depois, com a mesma profundidade, com a mesma grandeza, com a mesma coerência, com a mesma cientificidade com que Kardec fez o livro dos médiuns. Então, que a gente possa usufruir desses desses momentos, ampliar a nossa família Kardequiana, crescer o Kardec Tub, porque crescer o Kardec Tube é uma maneira também de levar Kardec para mais pessoas e que a gente possa aprender também a praticar a mediunidade, que todos possam aqui ao longo do tempo aprender a praticar a mediunidade. Nós estaremos aqui todas as sextas-feiras das 20 às 21 horas, sempre para todos aqui que são membros, amigos do Kardectube. Convidem mais pessoas, tragam propostas, tragam dúvidas, deem ideias. Isso tudo vai funcionar cada vez melhor com a gente junto e com vocês também ajudando, participando, trazendo, enriquecendo o estudo, trazendo dúvidas, trazendo questões. Evidentemente que nós não sabemos tudo, mas vocês sabem, podem ter certeza que a quantidade que a gente se esforça e que a gente estuda é para oferecer no mínimo, retribuir tudo que vocês têm feito por nós. Essa é a maneira que a gente encontra, retribuir com conhecimento, com mais Kardec, com mais profundidade. Então, sejam bem-vindos. É uma noite de alegria, é uma noite de celebração e estudo e que os bons Espíritos e Allan Kardec possam nos inspirar. Dito isso, eu passo pro Lauro também dar as boas-vindas dele e que a gente possa aí ter uma boa noite de estudos. >> Obrigado, Michel. Boa noite para você. Boa noite para esse esse grupo seleto, por assim dizer, de pessoas realmente interessadas, de amigos interessados em compreender, entender, conhecer o livro dos médiuns. E e com certeza com esse estudo que a partir de hoje, né, ele aí vai durar por um longo tempo, vai ser um longo tempo de estudo, de estudos, nós vamos conseguir desmistificar tantas coisas, compreender melhor conceitos, como o Kardecia, como os espíritos
né, ele aí vai durar por um longo tempo, vai ser um longo tempo de estudo, de estudos, nós vamos conseguir desmistificar tantas coisas, compreender melhor conceitos, como o Kardecia, como os espíritos explicaram e, enfim, né? Eh, eh, vai ser um ganho muito grande. E o objetivo nosso, eu vou falar por mim, mas também eu me dou a liberdade aqui de de de incluir o Michel, o José, enfim. O objetivo nosso é fazer com que as pessoas, é levar até as pessoas o entendimento de que, por exemplo, a prática da evocação em dos lares é uma prática comum, é uma prática que era era algo era tão conhecido, praticado naquele século XIX e que infelizmente tá aqui na mão do Michel, ó, a obra do Gilberto, Evocaçõ chegou aí, Michel, vai deleitar aí, meu amigo. E e essa e esse é o objetivo, pessoal. Então, o intuito nosso aqui nesse estudo do do Carec, onde eu me sinto honrado de estar ao lado do meu amigo Michel e de vocês, é estudar essa obra maravilhosa. Já no canal Estudar Kardec, nós já estudamos, né, juntamente com Michel, a obra O livro dos Espíritos. Então, eh, mas um ganho para quem realmente quiser compreender sobre esse esse lado prático, esse lado da ciência realmente eh prática do espiritismo. Então, eu tenho certeza que nós vamos nos beneficiar e muito da de do conhecimento que nós vamos adquirir a partir de hoje. Michel, >> isso aí. Então, lembrando a todos estejam aqui toda sexta-feira das 20 às 21. Ah, faltei. Não pude assistir. Vai ficar gravado, pessoal. vai ficar gravado, vocês vão ter acesso a assistir sempre quantas vezes quiser e então fiquem tranquilos com relação a isso. Importante é que vocês tragam realmente bastante questões, evidentemente dentro do assunto para que a gente possa dirimir aí todas as dúvidas de vocês. Então eu quero aqui dar boas-vindas ao Éber de Cardoso, esse meu meu amigo, meu irmão também. Aqui o time é bom, hein? Aqui é só o povo aqui não brinca em serviço. Então eu tenho que estar bem preparado aqui. Vou ter que estudar o dobro para para
Cardoso, esse meu meu amigo, meu irmão também. Aqui o time é bom, hein? Aqui é só o povo aqui não brinca em serviço. Então eu tenho que estar bem preparado aqui. Vou ter que estudar o dobro para para poder dar conta aqui, ó. Daniel Monteiro, seja bem-vindo. Aqueles que estão pela primeira vez, sejam bem-vindos. façam parte desta desta família cardequiana aí e no bom sentido nos explorem ao máximo, né, para que a gente possa dar o máximo de conhecimento que a gente puder. Aqui tem a Sueli Parras ou Pará, seja bem-vinda. A Estela Luzes, ó lá, diretamente dos Estados Unidos. Vocês viram que chique, hein? A gente já tá, já tem até alguém dos Estados Unidos aqui. Tá, a gente tem que arranjar pelo menos uma pessoa de cada continente, né? Vamos ver quem é. Temos que procurar alguém na Europa aí na nos demais continentes. Boa noite a Fátima, Fátima Magalhães, a Mari Andes Seixas, ao nosso amigo também aí o Luciano, a nossa amiga Henriete. Sejam todos bem-vindos. Aqui, ó, o Ebert mandando opa dele aí, ó. Vamos ver. pessoal aí, quem é que faz melhores perguntas, hein? Quem quem fizer melhores perguntas aí a gente vai destacar. Mas é isso, pessoal. Eh, já passou 10 minutos das boas-vindas. Eu sei que vocês querem estudar, então a gente vai estudar. O que que a gente vai fazer hoje? Eh, a gente vai analisar a folha de rosto. Vocês sabem, a gente tem essa mania que eu confesso que aprendi isso com o Cosm, né? Aprendi com o Cosm que Kardec, qualquer pedaço de guardanapo que tem uma anotação de Kardec, você tem que prestar atenção. Se trata de um gênio que passou por aqui. Tudo é importante a gente analisar, né? Ele não escreve de graça, no sentido que se ele falou, ele disse, ele produziu, a gente tem que prestar atenção em cada ponto, em cada vírgula do que Kardec escreve. E é impressionante como a gente consegue fazer um estudo analisando a folha de rosto. Você vira a capa do livro e ali você já tem uma informação. Geralmente ele faz uma síntese da obra toda e ele era mestre nisso, né? Em como
gente consegue fazer um estudo analisando a folha de rosto. Você vira a capa do livro e ali você já tem uma informação. Geralmente ele faz uma síntese da obra toda e ele era mestre nisso, né? Em como saber fazer uma boa síntese. É um grande escritor. A gente tem que entender que a gente tá diante de um dos maiores escritores da humanidade e um dos maiores cientistas e também escritores. Às vezes a pessoa é genial na ciência. Mas para escrever ela é ruim. Já Kardec conseguia ter isso. Ele era gênio na ciência e era perito em escrever bem. Então a gente tem que usufruir disso também. É evidente que o que a gente vai ver agora é a folha de rosto e ela nos dá uma noção da obra toda do que a gente vai ver aí no decorrer dos meses desse estudo da obra O livro dos médiuns. Primeiramente, antes de colocar propriamente o texto, lembrar vocês que o livro dos médiuns tem um segundo nome, vocês sabem, a gente já vai ver, né? guia dos médiuns e dos evocadores. Kardec geralmente escreveu algumas obras aí com outros nomes que às vezes as pessoas não param para prestar atenção e diz muito sobre o objetivo da obra. Ele é o homem era bom até para escolher o nome das obras. Então, livro dos médiuns ou guia dos médiuns e dos evocadores. Essa obra surgiu em 1861, a primeira edição, e logo depois já veio a segunda. Não demorou muito, foi questão de meses para já vir a segunda edição. A gente vai ver que a obra que a gente estuda não é a primeira edição, já é a partir da segunda edição as traduções que a gente estuda do do livro dos médiuns. Então, vejam por que isso é importante. Porque se Kardec lança o primeiro livro dos espíritos em 1857 e ele só vai ter pronto a teoria da mediunidade em 1861, foram 4 anos para elaborar a teoria da mediunidade. 4 anos é muito tempo para vocês verem o trabalho e por isso que ele consegue ser o melhor no assunto, porque ele realmente se debruçou sobre milhares de fenômenos espíritas do mundo inteiro. E ninguém teve acesso à quantidade de fenômenos que ele teve e a capacidade
e consegue ser o melhor no assunto, porque ele realmente se debruçou sobre milhares de fenômenos espíritas do mundo inteiro. E ninguém teve acesso à quantidade de fenômenos que ele teve e a capacidade que ele teve para fazer uma teoria em cima disso. Então, 4 anos não é pouco. E a e em 60 ele lança o livro dos espíritos definitivo. Então ele já tinha também toda a doutrina em princípio pronta, que é a segunda edição do livro dos espíritos, e aí apresenta a teoria pronta de o livro dos médiuns. A gente vai ver que a o único adendo que ele vai fazer no livro dos médiuns depois é sobre a questão da possessão. O resto tudo ele já em 1861 já tinha tudo pronto. A gente vai estudar tudo isso. Então vejam, a capacidade de Kardec, a produção, o trabalho é algo fenomenal. Então, a gente vai ver agora o a folha de rosto. Eu vou ler, vou comentar, depois passo pro Lauro e a gente segue como vocês já estão acostumados. A medida que a gente for falando, surgiu dúvidas ou se surgir dúvidas de algo que a gente esqueceu de falar, que vocês lembrem, ao ler o texto, perguntem, tá? É muito importante que vocês perguntem, já que esse estudo vai ter um caráter prático também, né? Que a pessoa depois que terminar esse estudo aqui vai ter condições de praticar a mediunidade. Então eu vou colocar aqui, aqui é o nome que ele dá, né? O livro dos médiuns ou guia dos médiuns e dos evocadores. Então é uma coisa muito importante porque é um guia. Ele já deixa claro o livro dos médios é um guia. Ou seja, ele é para ele serve para guiar a gente. Ele é um manual teórico e prático. É, por que que é importante isso? Porque a gente vai ver, por exemplo, falas do século XX dizendo que a mediunidade era um algo exclusivo só de Kardec e que a gente não precisa mais praticar. Vejam, se ele não quisesse que a gente praticasse, para que ele ia ficar 4 anos escrevendo um livro e chamar de guia. Não faria nenhum sentido. Kardec seria um tolo, né? Ele escreveu uma obra nos ensinando a praticar se não fosse pra
gente praticasse, para que ele ia ficar 4 anos escrevendo um livro e chamar de guia. Não faria nenhum sentido. Kardec seria um tolo, né? Ele escreveu uma obra nos ensinando a praticar se não fosse pra gente praticar. Então, o próprio nome do livro já derruba as mentiras que existem, né? as pessoas achando, não, isso é uma coisa paraa época de Kardec Kardec fazia porque ele era eh missionário. Isso é falso. Todas as pessoas do mundo todo, os espíritas do mundo todo, praticavam a mediunidade na época de Kardec e ele elogiava, incentivava e criou uma obra para ajudar a fazer isso. E hoje as razões que existem pra gente praticar mediunidade seguem existindo. E a obra se destina a dois personagens, os médiuns e os evocadores. E a gente vai descobrir que se você não é médium, você pode ser evocador. E você pode também, caso seja médium, ser médium e evocador ao mesmo tempo. E no francês, pode colocar no francês aí, faz favor, o título, Lauro, pra gente ver como tá certinho aqui a tradução. Ó, a gente tá, ó, livro dos médiuns ou guia dos médiuns e dos evocater, porque tem traduções aí no movimento espírita brasileiro que colocaram guia dos médiuns e dos doutrinadores. A pessoa não precisa ter um guia de francês para entender que tá escrito evocadores ali, né? Evocat, não é doutrinador. Essa coisa que vai surgir depois, chamar doutrinar os espíritos na sessão mediúnica. Isso é uma coisa muito importante também. Você quer estudar a mediunidade aqui, deixa por um momento de lado tudo que você aprendeu no movimento espírita e aprende do zero com Kardec. Não fica colocando o que o movimento espírita colocou na sua cabeça aqui, atrapalhando o seu entendimento. Se dispa, tire isso, né? tira essa carga e começa do zero para você aprender com ele, não com o que veio depois dele. É um guia dos médiuns e dos evocadores. Lauro, sobre essa questão do nome, tu quer comentar alguma coisa ou já vamos ler o ali a folha de rosto? >> Podemos seguir. Você quer volta pro português? >> Pode voltar.
dos médiuns e dos evocadores. Lauro, sobre essa questão do nome, tu quer comentar alguma coisa ou já vamos ler o ali a folha de rosto? >> Podemos seguir. Você quer volta pro português? >> Pode voltar. Isso aqui é a primeira coisa, né? Espiritismo experimental, ele coloca já na abertura da obra. Então, deixando claro que é um espiritismo prático, é a experiência, a experiência do espiritismo ali, tá? Ó, espiritismo experimental, exatamente literal a tradução, né? Então é o experimento do espiritismo. Toda ciência, não existe ciência sem experimento. E no caso do espiritismo, a experimentação é a mediunidade. Aqui é onde ele vai apresentar justamente a experiência que dá que essa experiência fez nascer todo o espiritismo. Então, claro, ele tem que explicar a própria experiência que deu fruto ao próprio espiritismo. Por isso que ele cria uma obra para isso, para você aprender também a praticar e entender essa experiência que foi ela responsável por dar origem a toda a teoria espírita. Então, isso é muito importante também. Ela é experimental, portanto tá ligado à prática, não é somente uma questão teórica, mas é algo experimental. Não faz nenhum sentido você ser de uma área de uma ciência e não experimentar essa ciência. Nenhum cientista no mundo fica só na teoria, porque os espíritas ficariam. A gente pode ler toda a teoria, é importantíssima a teoria, mas a gente tem que experimentar o espiritismo, senão você não tá usufruindo do espiritismo na sua totalidade. E aí ele coloca: "Contendo tudo isso aqui é Kardec, tá na folha de rosto, contendo o ensino especial dos espíritos". Então ele vai deixar muito claro, como em todas as obras dele, que essa experiência proporcionou que os próprios espíritos participassem na elaboração da teoria. Tá ali, ó. Contendo o ensino especial dos espíritos. Ó, no francês tá igualzinho. Lanon especial deses espírit. Vejam que até no francês que a gente pode não conhecer nada, tá clara a tradução, né? E o que que ele quer dizer aqui com especial?
spíritos. Ó, no francês tá igualzinho. Lanon especial deses espírit. Vejam que até no francês que a gente pode não conhecer nada, tá clara a tradução, né? E o que que ele quer dizer aqui com especial? Atenção para as palavras. é especial no sentido que é um livro específico sobre um assunto. É uma obra especializada em mediunidade, não é especial. Aqui é adjetivo, né? No sentido que ah, é uma obra especial melhor que as outras. Não é nesse sentido, né? É no sentido que o livro dos espíritos contém toda a doutrina e aí depois ele criou obras para tratar de assuntos específicos, partes específicas da doutrina. que é uma parte específica da doutrina, é a mediunidade, é o ensino especial sobre essa parte da mediunidade. Por isso que ele coloca ensino especial dos espíritos sobre aí ele vai dizer qual é esse ensinamento. Aí ele vem, ó, sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações. A primeira coisa que o livro dos médiuns tem, ele apresenta a teoria de todos os gêneros de manifestação. Isso aqui é impressionante. Kardec não deixou faltar nada. Impressionante. Claro, alguém vai dizer assim: "Bom, mas e a possessão que ele vai colocar depois?" Bom, mas e os caso seja algo verdadeiro? e os estudos depois das chamadas materializações que não existiam na época de Kardec. Vejo que ele falou em gênero de manifestação. Dentro do gênero não faltou nada, porque essas que a gente citou agora, que vieram depois, elas se enquadram dentro do gênero. Você consegue entender a lógica delas graças ao que ele apresentou aqui. Então, ele foi muito sábio em dizer aqui no livro dos médiuns, eu tenho o ensino especial dos espíritos sobre todos os gêneros. a gente vai ver o que que é gênero de manifestação. Então, mesmo que tivesse uma manifestação nova, como ele descobriu, a da possessão, mas o gênero já tinha, a gente vai ver, a possessão tá dentro de um gênero de manifestação. Nós vamos ver, nós vamos ver qual é esse gênero. Então, veja que já se trata de uma obra muito completa. Lauro, passo para ti.
nha, a gente vai ver, a possessão tá dentro de um gênero de manifestação. Nós vamos ver, nós vamos ver qual é esse gênero. Então, veja que já se trata de uma obra muito completa. Lauro, passo para ti. >> Bom, e e Michel, alguém pode perguntar: "Ah, Michel, mas você disse que ele levou 4 anos para a elaboração do livro dos médiuns, a partir de 1857, então em 1861, que ele vai lançar a primeira edição do livro dos médiuns. Mais um instruções práticas sobre as manifestações espíritas. Esse livro não poderia ter sido usado também como uma um estudo sobre as manifestações. Então, essa obra não poderia ter sido uma obra especial antes de surgir o livro dos médiuns. Talvez, né, alguém possa fazer essa pergunta e eu acredito que vale a pena esclarecer sobre esse ponto. Michel, >> muito bom. Eh, veja o livro, o livro Instruções Práticas que surgiu, Instruções Práticas sobre as manifestações espíritas, Kardec fez em 1858. Quando ele lança o livro dos médiuns, aí ele apresenta a teoria completa. Lá no em 58, ele não tinha teoria completa da mediunidade, mas ele precisava dar alguma coisa. A gente vai ver ele comentar isso na introdução. Ele precisava dar algum ensinamento já para ajudar as pessoas a praticar mediunidade. Então, para não deixar as pessoas sem nada, ele ofereceu um um uma instrução prática, que é uma espécie de resumo do desse livro dos médiuns aqui. Então, ele que nem ele vai dizer, é uma obra séria, não é que ele fez uma obra meia boca, é uma obra séria, mas ela é incompleta. Mas ele precisava apresentar alguma coisa porque é melhor do que nada. Mas a partir do momento que ele tem agora a obra completa, o livro dos médiuns substitui instruções práticas. Então não tem nada em instruções práticas que você vai não vai encontrar no livro dos médiuns, mostrando que o livro dos médiuns realmente deu conta. Toda instrução prática tá dentro do livro dos médiuns, né? Claro que o estudioso que vai aprofundar também vai ler instruções práticas, mas não no sentido que você vai perder
iuns realmente deu conta. Toda instrução prática tá dentro do livro dos médiuns, né? Claro que o estudioso que vai aprofundar também vai ler instruções práticas, mas não no sentido que você vai perder alguma coisa se você só ler o livro dos médiuns, que aí o livro dos médiuns é completo, então não tem nenhum problema. Ele ele conseguiu ajudar o movimento espírita com o que ele podia em 58, mas aí para apresentar aqui que nem ele fez com o livro dos espíritos, né? O livro dos espíritos é a mesma coisa. Ele tinha metade do livro dos espíritos em 57, que a segunda, a primeira edição, ela é meio livro dos espíritos comparado à segunda edição. Mas é óbvio, você tem que apresentar alguma coisa, é melhor do que você não apresentar nada, porque senão se você demora muito também é prejudicial, né? Como qualquer projeto, você começa e depois ele ganha corpo, né? O Kardecube quando surgiu era só postagem de foto. Hoje a gente tá aí com dois programas diários de segunda a sexta. A gente tem que começar, mas depois a gente vai aprimorando, aprimorando, aprimorando. Ele fez a mesma coisa. Ele vai durante todo momento aprimorar as obras dele, né? Vai aprimorando as obras dele e e daqui a pouco ele chega na obra definitiva, aí ele vai paraa próxima. Foi assim o trabalho dele, né? Esse é, mas é muito importante. E aí ele apresenta, além da teoria de todos os gêneros, os meios de comunicação com o mundo invisível. Então você sabe que tem os tipos de de manifestação e você também tem que saber quais são os meios de comunicação, quais os meios que que são que existem disponíveis para se comunicar com o mundo invisível. Só que muita atenção aqui a tradução tá ruim, tá? Ela não tá tão boa. Claro que dessa tradução aqui você pode deduzir que ele tá lhe ensinando a se comunicar, mas no francês tá mais correto ainda, ó. Porque ele fala assim, da teoria de tu legion de manifestação aí, ó. Láan de comunique. Vejam que tá ali, ó, com er no final. Comunique. Ele tá falando comunicar. O verbo, o
tá mais correto ainda, ó. Porque ele fala assim, da teoria de tu legion de manifestação aí, ó. Láan de comunique. Vejam que tá ali, ó, com er no final. Comunique. Ele tá falando comunicar. O verbo, o verbo é ação. Comunicar com o mundo invisível. Avec lemon de visível, não é comunicaços meios de comunicação, como traduziu aí o guion, é os meios de se comunicar com onde visível que ele tá dizendo aqui. O guion traduziu os comunicação como invisível, mas quando você usa o verbo, fica mais claro que ele tá ensinando uma ação para você, né? Ele não tá expondo apenas os meios de comunicação, ele também tá expondo como você vai fazer. É um verbo. Os lemo de comunis meios de se comunicar com o mundo invisível. Então o livro dos médiuns não apresenta apenas os meios de comunicação, ele apresenta os meios de se comunicar. É um verbo, é uma ação, é para você fazer. Então aqui foi o primeiro erro na tradução, né? Claro que aqui não é uma crítica ao Cardec Pédia, tá? Só deixar bem claro, é porque ainda tem muita coisa que não deu tempo do Kardec Pédia eh arrumar. Eles estão arrumando, eles eles arrumam a tradução também, né? Mas imagina, são 23 obras, são mais de 15.000 páginas. Então, à medida que os estudiosos vão vão ajudando também, eles logo quando eles fizerem a atualização, eles vão melhorar. Mas é por isso que tem já a parte em francês ali. Então, só esse pequeno correção. Em vez de os meios de comunicação com mundo invisível, o correto é os meios de se comunicar com mundo invisível, que é o que também a obra contém, que a gente vai ver. É exatamente, a gente vai ver os meios. Você quer se comunicar, toda comunicação tem um meio, né? Kardec chega a usar a própria linguagem do mundo da comunicação. Toda comunicação tem um meio, no caso, para se comunicar com o mundo invisível. Quais são esses meios? E aí ele vai apresentar lhe ensinando a fazer, a utilizar esses meios. Isso é importante. Lauro, mais alguma coisa com relação a isso? >> Não, Michel, por enquanto tá tranquilo.
Quais são esses meios? E aí ele vai apresentar lhe ensinando a fazer, a utilizar esses meios. Isso é importante. Lauro, mais alguma coisa com relação a isso? >> Não, Michel, por enquanto tá tranquilo. Eh, e faz e faz toda uma diferença, né? Você lê aqui os meios de comunicação e os meios de se comunicar, né? E como você bem ressaltou aí, eh eh comunicar é uma ação, aquilo que você vai fazer, que você pretende fazer. Então eu quero conhecer como fazer. Não, não o Carec vai apresentar o meio de comunicação. Ah, como que os espíritos se comunicam? Não, ele nos ensina a fazer isso, né? Tanto é que daqui a pouco ele vai entrar aqui na na nesse segundo, nesse terceiro ponto. Então, acho que isso faz muita diferença até para explicar para as pessoas. Eu não sei por qual motivo foi colocado dessa forma, né? Ele tá tão claro lá no francês, mas aqui fica bem destacado esse erro, por assim dizer, da tradução que vale a pena ressaltar mesmo. Michel, >> é, é, a gente não sabe exatamente, né, o que que passou na cabeça do Guion, mas uma coisa é certa, aliás, já se acostumem, eh, é muito difícil pro tradutor naquela época eh saber essas sutilezas. em Kardec era muito novo ainda e ainda hoje é, né? Imagina naquela época, porque para você traduzir o trabalho de tradução, você tem que dominar a língua, mas também a ideia do autor. E você não tinha ninguém especialista em Kardec no século XX. Talvez do talvez do talvez o o maior especialista naquela época com todas as limitações tenha sido o Herculano. Mas aí ao mesmo tempo o Herculano traduziu eh guia dos médiuns e dos doutrinadores. Não dá para entender porque que o Erculano fez isso, né? Então vejam como que século XX complicado, né? Mas tudo bem, a gente vai melhorando. É assim mesmo, assim como um dia alguém vai fazer melhor que o Kardec Tube. E é assim mesmo que acontece o progresso, né? Bom, que mais que tem o livro dos médiuns? O desenvolvimento da mediunidade. Porque se você tem os os tipos, os gêneros das das manifestações, tem os
ube. E é assim mesmo que acontece o progresso, né? Bom, que mais que tem o livro dos médiuns? O desenvolvimento da mediunidade. Porque se você tem os os tipos, os gêneros das das manifestações, tem os meios de se comunicar. Bom, como é que agora eu aplico, desenvolvo isso? É isso, tá certo? Só l deopmon de la mediunité, o desenvolvimento da mediunidade. Aí tá certo? Então você tem que saber desenvolver. A gente diria, se fosse um aparelho, a gente dizia: "Você tem, você tem o aparelho e agora eu tenho que lhe ensinar como é que faz o aparelho funcionar", né? é os o desenvolvimento da mediunidade que a gente vai ver lá na obra Kardec vai ensinar tudo que você precisa saber para desenvolver a mediunidade. E dentro do desenvolvimento você vai descobrir se você tem ou não, que isso faz parte do desenvolvimento, descobrir se tem ou não. caso tenha a faculdade da mediunidade, todo processo que você tem que fazer para ela aparecer, acontecer, já que a mediunidade ela vai surgir, a gente vai ver isso, na maioria das vezes, a a faculdade vai surgir só com o desenvolvimento. Isso é um é uma ilusão também que as pessoas do movimento espírita t achar que a faculdade aparece sozinha. Como a gente tem relatos aí no meio espírito da pessoa que apareceu já sendo médium, é, foi algo espontâneo, a gente acha que é assim, mas isso não é a regra, isso é exceção. A faculdade aparecer espontaneamente é exceção. Então, tem muita gente que tem a faculdade e não sabe porque ela não desenvolveu, então ela não fez o que era preciso pra faculdade aparecer e ela tem e não sabe. Então é muito importante que a gente entenda isso. Você pode ter a faculdade e não sabe por quê? Porque você nunca praticou o desenvolvimento e aí você ficou esperando aparecer para depois tratar dela. Não, não. Você tem que tratar dela para ver se ela aparece. Esse é é o correto. E aí vem o que mais o livro dos médiuns apresenta, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do espiritismo. Bom, aqui a gente tem que
ara ver se ela aparece. Esse é é o correto. E aí vem o que mais o livro dos médiuns apresenta, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do espiritismo. Bom, aqui a gente tem que se deter um pouco porque aqui tem um erro muito importante de tradução, porque aquele ele traduz por dificuldade e tropeço ali, tá? Ó, lê dificult. Óbvio que dá para entender que é dificuldade, né? Il euei. Essa palavrinha chata de falar no francês que o tradutor aqui traduziu por tropeço. Aqui o guion cometeu um erro porque ele e dentro da obra, toda vez que apareceu essa palavra eu, ei, toda vez que essa palavra apareceu dentro da obra, o guion traduziu por outra palavra, não tropeço. Então aqui ele traduziu por tropeço quando apareceu e dentro da obra quando apareceu ele usou outra palavra. Daí dá. Se você não sabe que no francês é a mesma, ele usou aqui e no resto da obra a mesma palavra, ele não usou duas. Você não vê o francês, você acha que ele tá falando de duas coisas diferentes, mas é uma só. Se você olhar no português, a gente vai ver isso aqui. Ele traduz por tropeço e dentro dentro da obra ele ele traduziu por escolho. Toda vez que aparece a palavra escolho dentro da obra foi uma tradução dessa palavra eu. É, mas aqui eles na na folha de rosto ele usou outra palavra. Ele devia usar a mesma. Porque essa palavra eu, ei, ela tem um significado muito importante dentro da teoria da mediunidade. A gente vai ver. Então, não posso usar sinônimo porque senão eu mudo o que Kardec quis dizer. Então, a melhor tradução para essa palavra entre tropeço e escolho, a melhor tradução é escolho, porque não é um tropeço. A gente vai ver que o significado que Kardec dá para essa palavra dentro da obra não é tropeço, é escolha é melhor. Mas ainda assim escolha é uma palavra que quase ninguém usa. Hoje em dia tá em desuso. A melhor tradução aqui eu encontrei duas possibilidades, inclusive um dos tradutores, um dos tradutores da obra de Kardec usou essa essa tradução aqui na folha de rosto, que é a
e em dia tá em desuso. A melhor tradução aqui eu encontrei duas possibilidades, inclusive um dos tradutores, um dos tradutores da obra de Kardec usou essa essa tradução aqui na folha de rosto, que é a palavra obstáculo. Obstáculo ou risco. Então, as dificuldades e os riscos que se pode encontrar na prática do espiritismo ou as dificuldades e os e os riscos que se pode encontrar na prática do espiritismo. Quando a gente for ler sobre esse assunto dentro da obra, vai ficar mais claro. Mas só para vocês entenderem, o contexto em que Kardec usa dificuldade é diferente do contexto que Kardec usa o EQU, que é o obstáculo ou risco ou escolho. Por exemplo, dificuldade, ele vai usar, por exemplo, eh, no caso da combinação fluídica. Então, por exemplo, para uma comunicação acontecer, tem que combinar o fluido do espírito com o fluido do médium. Nem sempre essa combinação é fácil. E isso Kardec vai chamar de uma dificuldade. É um exemplo, é uma dificuldade que se pode encontrar na prática do espiritismo. É uma das que ele apresenta, porque aqui ele tá dizendo que tá vai apresentar na obra dificuldades e obstáculos. Aí lá dentro da obra ele mostra qual é a dificuldade. Uma delas é você pode nem sempre nem sempre vai ter a combinação. Outra dificuldade, nem sempre o espírito vai querer falar. Isso é uma dificuldade. É um exemplo de dificuldade. Então ele vai apresentar, a gente vai ver todas as dificuldades que ele apresenta. Mas aí quando ele fala nos obstáculos é outra coisa. Embora no dia a dia a gente às vezes use dificuldade, obstáculo como sinônimo, mas dentro da obra Kardec usou diferente. Quando ele vai usar o a palavra obstáculo ou escolho ou risco, é outra coisa. Ele vai usar, por exemplo, exemplos do ecuei euei, o obstáculo, risco, escolho, a obsessão, a identidade dos espíritos, o misticismo, a capacidade dos espíritos mentirem, vai ser um obstáculo, um risco ou uma escolha. Ele já não classifica como dificuldade. Ah, Michel, qual é a diferença entre dificuldade? A gente vai
o misticismo, a capacidade dos espíritos mentirem, vai ser um obstáculo, um risco ou uma escolha. Ele já não classifica como dificuldade. Ah, Michel, qual é a diferença entre dificuldade? A gente vai ver quando for estudar os exemplos de cada uma, mas são coisas diferentes. Por exemplo, a a esse eco ei, esse obstáculo, esse risco, esse escolho é algo que tá sempre presente no processo. A dificuldade não, a dificuldade muitas vezes você supere ou ela nem aparece. Então, vejo que já tem uma diferença. Então, eu preciso entender isso. A gente vai ver nos exemplos, vai ficar mais claro, tá? Quando for dificuldade, ele vai explicar. Quando ele for, quando for obstáculo, risco ou escolho, ele vai explicar. E aqui que diz assim, ó, que long espiritismo. Aqui esse long p é a gente pode é nós podemos. Então tá certa a tradução, porque e é importante ele ter colocado isso, porque há uma possibilidade de você encontrar na prática do espiritismo tanto a dificuldade quanto o obstáculo. Não é uma regra que é diferente. Quando eu digo assim, pode ser que aconteça, é diferente de dizer vai acontecer. Então foi bom ele colocar também que você pode encontrar. Então não é uma regra, mas ele tem que apresentar. Se tem dificuldades e se tem eh obstáculos que podem ser encontrados, é importante que ele mostre e ele vai mostrar. E outra coisa importante, dificuldade e obstáculo não é a mesma coisa que perigo e inconveniente. Inconveniência. Isso ele também vai tratar com as palavras próprias dentro da obra. Então ele vai apresentar as dificuldades e os obstáculos. e depois lá dentro da obra que se pode encontrar, né? Não, que é uma regra e depois dentro da obra ele vai mostrar, será que há inconveniente e perigo na mediunidade? Daí é outra coisa. E por fim, e eu já vou responder a pergunta da da Mari, mas por fim, olha o que ele diz a na prática do espiritismo. Por que que eu tô salientando isso? Porque na época de Kardec, praticar o espiritismo era praticar a mediunidade. Hoje, quando a gente fala: "Ah, o fulano
ha o que ele diz a na prática do espiritismo. Por que que eu tô salientando isso? Porque na época de Kardec, praticar o espiritismo era praticar a mediunidade. Hoje, quando a gente fala: "Ah, o fulano pratica mediunidade", é, a gente se refere à parte moral, né? Ai, o fulano pratica o evangelho, pratica as virtudes. V, veja como a gente mudou, né? praticar o espiritismo na época de Kardec era praticar a mediunidade. Por isso que ele diz, ó, dificuldades e os obstáculos que se podem encontrar na prática do espiritismo. Ele tá se referindo à mediunidade aqui. Tem nada a ver com moral aqui. Isso é importante. Lauro, antes da pergunta da Mari, tu quer colocar alguma questão, algum comentário? >> Michel, acho que ficou bem claro, né? E você disse bem durante o estudo da obra, né? a gente vai vai tratar dessas pequenas diferenças, essas sutilezas que a que que às vezes com certeza faz toda uma diferença no entendimento eh da da da ciência. O que eu queria perguntar, bom, uma vez que que Cadeec apresenta todo todas esse essas esses assuntos, né, que que nós vamos abordar, que foi abordado aqui no livro dos médiuns, eu posso dizer, então podemos compreender que o livro dos médiuns, dentro da sua segunda parte, já na parte que vai tratar das manifestações, eh eu posso separar elas por partes. Por exemplo, a parte que vai tratar das manifestações físicas, mais manifestações visuais, o espiritismo explica a teoria, como se dá essa relação fluísica, como que o espírito ele ele ele atua sobre um objeto qualquer, fazendo ele se mover, subir, descer, cair, quebrar aquela coisa toda. Como que o espírito ele se relaciona com o o médium para a comunicação aí já a comunicação inteligente, né? Eh, então nós nós podemos ir ir dividindo esses pedaços. Então, em primeiro momento, Kardec apresenta teoria, como acontece tudo, né? E aí eu coloquei até mesmo a a teoria das manifestações visuais e depois ele já parte o desenvolvimento da mediunidade. Poderia pensar dessa forma? É, é isso mesmo. É o se você prestar
ntece tudo, né? E aí eu coloquei até mesmo a a teoria das manifestações visuais e depois ele já parte o desenvolvimento da mediunidade. Poderia pensar dessa forma? É, é isso mesmo. É o se você prestar atenção nisso que a gente tá lendo na folha de rosto, ele representa, a gente já vai ver daqui a pouco, ele representa exatamente o índice da segunda parte do livro dos médiuns. Você vai ver que é igualzinho. Você pode pegar todos esses tópicos que ele colocou aqui, você vai ver que é a ordem, inclusive a ordem dos capítulos da segunda parte. E prestem atenção o que eu tô dizendo. Segunda parte, o livro dos médiuns, é dividido em duas partes. A primeira parte a gente vai entender por que ele fez agora quando a gente entrar nela, que é as noções preliminares, que tem quatro capítulos. Capítulo um, a espíritos. Capítulo 2 do maravilhoso sobrenatural, capítulo 3, do método, capítulo 4 dos sistemas. Isso é a primeira parte. a gente vai entender porque que ele colocou aqui com mais detalhe agora quando a gente entrar aí a segunda parte em diante daí é o resumo que ele colocou aqui na na folha de rosto. Então veja quando quando ele tá falando das manifestações visuais ou das manifestações físicas que tu citou são os gêneros de comunicação. Ele não disse que ia apresentar os gênos da comunicação. É essa parte. Quando ele vai falar dos tipos de médium, são os meios de comunicação. Ele ele vai citar todos os tipos de médium. E médium psicógrafo, médium vidente, médio audiente, médium psicofônico, médium de poesia, são os meios de comunicação. Aí depois ele ensina como fazer a psicografia, é o desenvolvimento da mediunidade. Aí depois ele vai falar se tem perigo ou não tem. E a obsessão, a as a evocação, a identidade dos espíritos, o charlatanismo, são as dificuldades que a gente pode encontrar. Então, veja, exatamente a ordem dos capítulos da segunda parte é o esse a folha de rosco que a gente fez. Olha a capacidade de Kardec de de de ser de fazer a síntese, né? Deixa eu aproveitar para responder aqui
a, exatamente a ordem dos capítulos da segunda parte é o esse a folha de rosco que a gente fez. Olha a capacidade de Kardec de de de ser de fazer a síntese, né? Deixa eu aproveitar para responder aqui a pergunta da Mário. Ó, me corrija, por favor. Todos somos médiuns em algum grau, mas para psicografia, por exemplo, teríamos que desenvolver a esta mediunidade. É, isso a gente vai ver quando entrar nos meios de se comunicar, que ele vai ele vai apresentar a definição do que é médium. Isso é uma coisa muito interessante. Kardec vai falar da definição, o livro é o livro dos médiuns. E ele só vai dar a definição lá no meio da obra. É muito interessante. Por quê? Porque antes ele vai ter que fundamentar várias coisas para depois falar o que que é o médium. A gente vai ver com detalhe, mas já para resumir porque vai demorar para chegar lá, né? Então, para já ajudar a Mari, ele classifica, conceitua a mediunidade, ele dá dois conceitos pra mediunidade. O primeiro é o que a Mari falou: Todos somos médium, somos médiuns. Então, é o sentido genérico. Todo mundo possui em algum grau a mediunidade. O que que isso quer dizer? Todo mundo em algum momento na vida viu alguma coisa, sentiu alguma coisa, ouviu alguma coisa, teve uma inspiração. Todo mundo em algum momento teve essa percepção do mundo dos espíritos. Todo mundo tem um caso. Uns quase nunca, mas todo mundo em algum grau tem. Então é nesse sentido, todos são agora a faculdade mediúnica, aí não são todos, aí são pessoas específicas. Que que é a faculdade? É quando aquilo é constante, não é uma vez lá que outra, é constante a ponto de eu poder provocar o fenômeno, chamar os espíritos e me comunicar com eles. Aí eu tenho uma comunicação, não é somente um momento rápido ali de percepção, é uma como comunicação, é uma troca. Alguém fala, alguém pergunta, alguém responde, é uma troca. Esse já não é todo mundo. Mas para saber se você tem esse a faculdade aí respondendo a Mari, você vai ter que testar, que é a parte do desenvolvimento. Pode
uém pergunta, alguém responde, é uma troca. Esse já não é todo mundo. Mas para saber se você tem esse a faculdade aí respondendo a Mari, você vai ter que testar, que é a parte do desenvolvimento. Pode ser que você tenha, não sabe, não vai aparecer sozinho. Em alguns casos aparece sozinho a faculdade, mas é raro. A maioria você pode ter, se você nunca testar, ela não aparece. Daí você tem que testar. Ah, como testa? Kardec tem um capítulo para isso. Por isso que ele disse que vai falar do desenvolvimento da mediunidade. E a gente vai ver tudo isso, conceito de médium, o que que é a inspiração, a intuição, o que que é psicografia, quais os tipos de psicografia, como é que eu faço para testar, como é que eu faço para desenvolver. A gente vai ver tudo porque porque a gente vai estudar a obra completa. Então é, espero ter ajudado aí a que essa dúvida também possa servir para outras pessoas. Lauro, até aqui alguma questão, algum item, alguma coisa? Senão a gente dá conclui ali com o finalzinho do texto. Podemos concluir? Podemos concluir. >> Já vou comentar ali o que o Daniel falou, mas só aí aqui, ó, constituindo o segmento de o livro dos espíritos por Allan Kardec. Isso aí Kardec coloca nas obras dele para mostrar que o livro dos médiuns é uma continuação. Ó, por fair suite, o livro de Deus espírit. Esse por fair suite é para fazer seguimento, para dar continuação ao livro dos espírits. Essa é a proposta do livro dos médiuns. Por quê? Kardec vai falar, vai falar isso em todas as obras. Todas as obras ele coloca como complementares do livro dos espíritos. O livro dos espíritos contém toda a doutrina e todas as outras são partes, complementos, desenvolvimentos do livro dos espíritos. Então você vai ver ele falando disso do evangelho, você vai ver ele falando isso do céu e inferno, vai ver ele falando disso da Gênesis. E muito importante é algo que a gente vai aprender aqui. Por que que ele fala que o livro dos médiuns é uma é uma sequência do livro dos espíritos? Por que que ele fala isso?
falando disso da Gênesis. E muito importante é algo que a gente vai aprender aqui. Por que que ele fala que o livro dos médiuns é uma é uma sequência do livro dos espíritos? Por que que ele fala isso? Porque ele dá uma ordem de leitura para você estudar e entender corretamente o Espiritismo, você tem que ler na ordem que Kardec dá. E as pessoas não fazem isso. O movimento espírita estuda o evangelho primeiro. Então, a ordem que ele dá, eu já vou falar aqui, depois nós vamos ver quando a gente chegar no capítulo do método, mas eu já vou adiantar. Você começa, Kardec, quem quem diz isso? Você começa pelas obras que ele criou introdutórias. São três. O que é o espiritismo, o espiritismo em sua mais simples expressão e o resumo da lei dos fenômenos espíritas. São três livretos para você começar. Depois que você lê esses livretos, que são resumos pro para introduzir o estudo, você tem que ler o livro dos espíritos, todo o livro dos espíritos, que aí você vai ver toda a doutrina ali. E aí depois, como ele diz, a obra que dá sequência ao livro dos espíritos, o livro dos médiuns. Depois a obra que dá sequência ao livro dos médiuns, você vai ver ali o evangelho. Depois você vai ver o seu inferno, depois você vai ver a Gênese. Mas atenção, paralelamente, então enquanto você tá lendo essas, isso Kardec vai dizer, vocês vão ver Kardec falando isso. Você tem que ler as revistas. Então, a revista você lê junto, lê 58, 59, 60 até 69. E paralelamente vai lendo a sequência, livro dos médiuns, evangelhos, inferno e Gênesis. E entre o livro dos médiuns e o evangelho, você tem uma obrinha que vocês tem que ler também que se chama Viagem Espírita em 1862. Muito a gente vai estudar essa obra, tá? Futuramente, depois que terminar o que é o espiritismo, que a gente estuda na quarta, a gente vai estudar viagem espírita. Muito importante essa obra. muito importante. É onde Kardec introduz a noção de caridade. É muito curioso. As pessoas acham que foi no evangelho que ele começou a falar em caridade. Ele
agem espírita. Muito importante essa obra. muito importante. É onde Kardec introduz a noção de caridade. É muito curioso. As pessoas acham que foi no evangelho que ele começou a falar em caridade. Ele introduz o assunto nessa obra que quase ninguém lê, Viagem Espírita, que são palestras de Kardec. E ele viajou um fez uma viagem gigante, né? viajou de trem, pegou barco, saiu do país. Kardec não era fácil. Então, nota, aí você vai lendo todas as obras. Isso, isso somado vai dar 23, porque se você pegar o último livreto, que é o catálogo racional, que também é pouco estudado hoje, mas futuramente não vai ser, porque hoje é pouco estudado, porque não tem a tradução das não tem a tradução das obras que ele cita ali, né? Mas logo vai ter. E aí nós vamos ter que estudar todas as mais de 50 obras que ele as 50 obras que ele cita lá. Então assim você lê todas as obras nesta ordem, tá? Aqui tem o comentário do Bom, quer falar alguma coisa disso também, Laura, ou eu posso ler o comentário? >> Não, é só eh eh tentar eh eh adicionar algo que você comentou. Então, Kardec, né, a gente vai ver isso quando ele falar do método lá no finalzinho, ele ele vai sugerir como estudar, quais a sequência estudar. E não raro, não raro no livro dos médiuns, eh, lá na Gênese, ele dá como fonte a revista espírita. Então, por exemplo, ele tá tratando sobre possessão. Você vai ver que ele te indica e ir lá na revista espírita, ah, estamos tratando aqui sobre obsessão, revista espírit. Então, quer dizer, a a pessoa, se ela quer compreender ou ou melhor compreender o que tá sendo tratado, é preciso que ela faça essa essa busca nas fontes que cada vai apresentando. E pessoal, eh aproveitando aqui também eh nós usamos aqui para como compartilhamento de tela do do das obras de CADEC, o Cadec Pídia, o CADECPED, que te dá essa possibilidade, né, Michel? Então você chega lá embaixo, você vai encontrar um botão de itens relacionados. Você clica lá, o que tiver de itens que trata daquele daquele texto em questão, daquela eh eh daquele item,
né, Michel? Então você chega lá embaixo, você vai encontrar um botão de itens relacionados. Você clica lá, o que tiver de itens que trata daquele daquele texto em questão, daquela eh eh daquele item, você vai encontrar lá e você pode então fazer essa esse estudo sempre em paralelo. Então é algo bem interessante e não ignorar jamais o estudo da revista espírita é muito importante, Michel. É perfeitamente. A pessoa tem que ler exatamente na ordem e as obras que ele indica. Então, e hoje em dia você tem acesso a isso de graça. O Lauro falou Kardec Pédia, se alguém aqui não conhece, por favor, cardecéia.com é o site ou você baixa o aplicativo de graça, Kardecédia. Inclusive o Kardec é o aplicativo, ele funciona offline, né? para aqui para comentar, pra gente pegar os comentários. O o a hora que eu tava falando lá do teste da para desenvolver mediunidade, o Daniel comentou: "Eu já fiz isso, o teste e o povo se magoou". Eh, se o Daniel quiser dar mais detalhes do por que o povo se magoou com esse teste, a gente pode tecer comentários, mas é estranho. Porque que as pessoas se magoariam por fazer esse teste, né? Eh, isso é necessário para saber se tem mediunidade ou não, né? Não é uma escolha. Se você quer saber se tem mediunidade ou não, tem que fazer o teste. Então, se ele puder dar mais informação do porque que o pessoal se magoou, a gente já pode comentar também. Aqui o perguntou, né, o que foram essas materializações pós Kardecou no começo. Então, tem um momento da do livro dos médiuns que a gente vai ver os espíritos dizendo que uma um novo tipo de mediunidade surgiria. Alguns acham que eles poderiam estar se referindo às chamadas materializações que não ocorreram na época de Kardec. A gente não tem relatos. Pós Kardec, a gente tem relatos das das chamadas materializações que o pessoal fala que saía uma espécie de substância branca aí dos do dos olhos, da boca, do nariz, do ouvido, da do médium e aí se materializariam espíritos. A gente teve isso sendo estudado na Europa, a gente
al fala que saía uma espécie de substância branca aí dos do dos olhos, da boca, do nariz, do ouvido, da do médium e aí se materializariam espíritos. A gente teve isso sendo estudado na Europa, a gente teve no Brasil casos assim. Agora, como a gente não teve um estudo cardequiano acompanhando esse fenômeno, a gente não sabe até que ponto ele é um fenômeno novo, como é que ele funciona, se teve se os aqueles casos em que o pessoal pegou e colocou como um fato, se era realmente um fato, se não era falcatru, alguma coisa assim. Mas o fato é que teve na história pós Kardec esses relatos. Tudo indica que eles eram verdadeiros. Eu não sei se as interpretações e explicações que deram para isso, se elas tiveram a qualidade, a a não, isso eu sei, não teve a qualidade da explicação que Kardec daria, mas de qualquer maneira depois que você dominar a obra de Kardec e a título de estudo analisar esses relatos, né? Mas um estudo espírita cardequiano sobre isso nunca foi feito. Mas tem esses relatos que aconteceu esse tipo de fenômeno pós- Kardec e Kardec não vai decitar, ou seja, não aconteceu em sua época essa questão da materialização. Kardec vai falar do agênere, mas não é essa materialização. O agênere era um espírito que aparecia para todo mundo como se fosse uma pessoa viva. Ele podia tocar, ouvir, abraçar, sentir, mas ele não narra que era alguém, é um médium do lado ali derramando uma espécie de substância branca e tudo mais. Então é, é sobre isso aqui. A Estela disse assim: "A transcomunicação é isso aqui já é isso, sim, isso aconteceu, mas é o povo que não entendeu Kardec, né? é o pessoal achar que eh você os espíritos se manifestarem através de aparelhos eletrônicos eh como TV, rádio, eh fosse alguma coisa que fosse eh eh eles não entenderam a teoria de Kardec, né, que não é o aparelho, eu tenho que ter o médium. Se eu tenho médium, é óbvio que eles podem se manifestar por aparelho se tiver um médium de efeito físico, mas eles achavam que através apenas de trabalhar o aparelho ali poderia ter. E
ter o médium. Se eu tenho médium, é óbvio que eles podem se manifestar por aparelho se tiver um médium de efeito físico, mas eles achavam que através apenas de trabalhar o aparelho ali poderia ter. E não é assim. A gente vai ver que a teoria da medioridade em Kardecédium. Se você tem o médium, é claro que eles podem atuar, inclusive eles atuavam em mesas, né? Aavam nos objetos. Eles podem eles podem atuar também nos objetos eletrônicos, óbvio, mas tem que ter o médium. E não significa que através de aparelho seja provar mais ou ser mais científico. Pelo contrário, é mais complicado ainda. Quando você coloca aparelhos, a suspeita de de engano e fraude é maior ainda. É uma ingenuidade. Das pessoas que, em vez de seguir o método cardequiano, acharam que iam inovar falando de aparelhos. A gente vai ver isso. A gente vai estudar. Quando a gente for estudar as manifestações físicas, a gente vai ver que é uma bobagem essa coisa de achar que é mais científico ou mais seguro ou evoluir a teoria espírita tratar de espírito se manifestando por TV e por rádio. Não tem nada a ver. A gente vai ver que não é assim. A maior prova da mediunidade é são as manifestações inteligentes, que a gente vai ver isso em breve na obra. A maior prova da mediunidade são as comunicações inteligentes, não é efeito físico. A gente acha que é efeito físico porque a gente desconhece epistemologia, mas nós vamos estudar isso aqui, tá? Só tô dando para não deixar você sem nenhuma resposta. Tem mais aqui, pessoal? Aproveitar a Fátima, deixa eu ver. Em uma reunião mediúnica, tem que ler o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho. Tem sendo que só ler o evangelho segundo o espiritismo. Veja, Fátima, numa reunião mediúnica você já tem que ter o conhecimento do livro dos espíritos e do livro dos médiuns. Então você já vai ter que ter esse conhecimento. Se você ainda não tem, não tem reunião mediúnica, tá pessoal? As pessoas não conhecem a teoria do livro dos espíritos, livro dos médiuns. Então, ela vai primeiro
já vai ter que ter esse conhecimento. Se você ainda não tem, não tem reunião mediúnica, tá pessoal? As pessoas não conhecem a teoria do livro dos espíritos, livro dos médiuns. Então, ela vai primeiro conhecer a teoria e depois vai montar uma reunião mediúnica. Reunião mediúnica não é o momento de você estudar, é o momento de praticar. E não tem necessidade de conhecer o evangelho para praticar a mediunidade. E eu sei que as casas espíritas leem um trecho do evangelho, mas isso é ritual religioso. Você tem que conhecer a teoria da mediunidade e, óbvio, antes tem que conhecer a base que é o livro dos espíritos. Daí você já pode praticar a mediunidade. Não é que você não tenha que ler o evangelho e estudar o evangelho e praticar o evangelho. Cuidado com minhas palavra. Eu tô dizendo, para praticar a mediunidade, você não precisa ler o evangelho. O evangelho trata de outro assunto, é a moral. Então você tem que conhecer o livro dos espíritos e o livro dos médiuns para formar uma reunião mediúnica e aí praticar. Então, ah, eu quero praticar a mediunidade, o que que eu tenho que fazer? Já leu o livro dos espíritos, o livro dos médiuns? Não. Então, pare a reunião mediúnica, pare, acabe com ela e vai estudar o livro dos espíritos, o livro dos médicos. Se você tenta fazer os dois, o que que acontece? Logo logo os espíritos da sua reunião mediúnica, que são espíritos mentirosos, inferiores, levianos, eles vão começar a te convencer a parar de estudar. E aí você nunca termina de estudar porque você fica ouvindo espírito leviano. Então você para de dar corda para espírito leviano. Você não ganha nada se comunicando com com um espírito leviano. Ah, mas a gente quer ajudar o sofredor. Você não tem condição de ajudar espírito sofredor se você não lê o livro dos espíritos e livros dos médios. Então, primeira coisa, tem que conhecer o livro dos espíritos liv dos médos para praticar a mediunidade. Ah, ainda não conheço. Então, primeiro conheça, depois pratica. Aí depois como é que eu
médios. Então, primeira coisa, tem que conhecer o livro dos espíritos liv dos médos para praticar a mediunidade. Ah, ainda não conheço. Então, primeiro conheça, depois pratica. Aí depois como é que eu pratico? Você não vai nem me perguntar isso, porque você vai ter lido livro dos espíritos, livro dos mestres, você vai saber como e a gente vai estudar, evidentemente aqui, né? E o evangelho é outra coisa, não tem nada a ver. O evangelho é moral, não tem nada a ver. A pessoa tem que ler o livro dos do evangelho para praticar mediunidade. Isso aí não tem nada a ver. Mas eu sei, né, F? Eu sei que a a pergunta da Fátima é sobre a realidade do que acontece nas casas espíritas. A casa espírita é feita de gente que não conhece Kardec, não entende Kardec e a gente respeita, mas a gente tem que falar a verdade. É isso. A gente não pode se pautar por quem faz errado. A gente tem que se pautar por quem? Por ele, por Kardec. Ah, mas o fulano faz diferente. Isso é problema do fulano, né? A gente tem que seguir Kardec aqui. Vamos ver se tem mais. Laura, eu tô falando, mas se quiser complementar, fica à vontade, tá? Não, eu queria voltar um pouquinho no assunto da da das questões de materialização. Há uma obra pessoal que não, claro, não é de Kardec, que foi de um cientista, um contemporâneo Kardec, William Cruz, que ele ele fez observações desse fenômeno com a uma médium que eu não me recordo o nome dela aqui agora, mas o espírito que que habitualmente se manifestava se intitulou Kate King, só que chama Fatos Espíritos, o nome da obra. Marquem aí, depois vocês vocês vão encontrar ela em PDF. ou vocês podem comprar eh esse livro físico em momento algum. E eu eu li, eu estudei, eu li essa obra toda, ã, o William Crooks, ele não relata de substância nenhuma que sai do corpo do médium. em momento algum ele trata disso. Ele vai tratar da questão do estado de de de mais profundidade do sono, que era uma uma médium sono. Quando ela conseguia entrar num estado mais profundo, né, a a aparição a a ela
gum ele trata disso. Ele vai tratar da questão do estado de de de mais profundidade do sono, que era uma uma médium sono. Quando ela conseguia entrar num estado mais profundo, né, a a aparição a a ela se dava com muito mais facilidade quando isso não ocorria. Então é é é uma observação que ele fez. Então, vale a pena talvez estudar, claro, mas eu tô com Michel. Primeiro, primeiro estudemos o livro dos espíritos, livro dos médiuns, para quando for ler, por exemplo, fatos espíritas, você vai ter uma ideia. E e para concluir aqui, o William Crus, ele foi para desmascaradoar o espiritismo. Ele foi contratado pela pela ciência, pela cientista para isso. E ele volta dizendo assim: "Não, o fenômeno é real e eu sou espírita". Ele vai dizer isso lá na aula. Tanto é que aí ele foi até expulso da academia na época lá. Então esse aqui é só a título mesmo de de informação disso que o Michel falou. Agora, Michel, sobre as questões da das casas espíritas, né? Eh, eh, a maioria dos médiuns quando estudam eh, a a mediunidade estudam em obras que não é o livro dos médiuns. Então, são obras aí de espíritos que, né, eh, da séculos XX para cá e e quando estudam o livro dos médiuns, muito meia boca. Então, vejam que não vai eh não não seguem a orientação de CADEC, que a teoria precede a prática. Pró CC vai falar isso no livro dos meses. Nós vamos nós vamos chegar lá. Então, primeiro temos que conhecer a teoria para quando irmos paraa prática, por exemplo, a gente vai, como o Michel falou, um espírito se manifesta dizendo: "Olha, para de estudar. O que o que o que o que conta é a caridade, né?" Aí você fala: "Opa, para por aí, para por aí que eu estou sendo eh mal assediado aqui, né, por espíritos mal intencionados". Michel, >> isso aí. Aqui a pergunta da da Mari, né? Em alguns grupos só consideram o médium pronto, por exemplo, para dar passe tiver concluído obras pós. Tem tanta coisa nessa frase, Mar. Primeiro que eh o o passe eh é uma coisa eh diferente da mediunidade, né? Então, por exemplo,
o médium pronto, por exemplo, para dar passe tiver concluído obras pós. Tem tanta coisa nessa frase, Mar. Primeiro que eh o o passe eh é uma coisa eh diferente da mediunidade, né? Então, por exemplo, você tem o cham a pessoa que faz a magnetização, tá? Isso não tem nada a ver. Ela pode não ser médium e fazer isso, tá? E então eu, mas claro, eu sei que isso que a que a Mara tá falando, eu eu eu vivi também na casa espírita, né? O médium passista. O que que é médium passista? Não tem nada, não existe médium passista. Você tem o médum de cura que é raríssimo. E o médium de cura não é a mesma coisa que o passista, que que o movimento espírita chama. O passista é alguém que simplesmente faz uma prece na sua frente e que se ele estiver realmente fazendo uma prece verdadeira, se você não sabe, ele pode estar só pró forma e esse é o risco. Se ele tivesse só fazendo uma prece verdadeira, bastava a prece. Não precisa todo ritual, a prece basta. A gente criou, a gente faz assim, como é que é o centro espírita? Lê um trecho do evangelho, faz uma prece, vem a palestra, vem a outra prece, vem o passe. Primeira coisa, se você já vai fazer uma palestra de 30, 45 minutos, por que que tem que ler um trecho do evangelho? É porque é o ritual, é a Bíblia. E a primeira coisa, não faz nenhum sentido eu pegar e ler um trecho do evangelho que ninguém escuta, só por puro ritualismo. Mas aí você faz a prece da abertura. OK, a prece uma indicação espírita, você faz uma prece que agora você vai chamar os espíritos bons para inspirar todo mundo. Aí o o a pessoa fala ali um tempo sobre espiritismo, você faz a prece encerramento. Pronto, terminou. Não, mas a gente inventou o passe. Mas você não acabou de fazer a prece? Então, para que passe? Aí o passe, o que que é? É uma pessoa fazendo uma prece de novo, sentado na sua frente, em pé na sua frente. Nota que a gente inventa umas coisas que é repetição do que já foi feito, mas é por causa do ritual. A gente acha que tem uma coisa especial. O passe no sentido verdadeiro da época
m pé na sua frente. Nota que a gente inventa umas coisas que é repetição do que já foi feito, mas é por causa do ritual. A gente acha que tem uma coisa especial. O passe no sentido verdadeiro da época de Kardec é se você tem um médium de cura. Aí é diferente porque aí é um médium específico que libera um fluido que é diferente da pessoa que só faz uma prece. Se você não tem mé medidade de cura, você faz oração, que aí você transmite fluidos. Agora, se tem o médium de cura, daí você pode fazer a chamada magnetização espiritual. Se tiver, o médium de cura. Se não tiver, só prece e basta. Então esse é o primeiro ponto. E o médium de psicografia, de psicofonia, não tem nada a ver com o passe. E por fim, obras pósmas. O que que tem a ver obras pósimas? Obras pósimas só tem valor histórico. Primeiro que nem a gente não considera a obra de Kardec, por isso que é obras póstulas. Que que é obras póstulpas? São documentos que pegaram da gaveta de Kardecos depois e publicaram. Veja, não é um problema, uma crítica. Isso é que ele só tem valor histórico, porque você vai estudar as 23 obras e aí para ter um um conhecimento histórico de outras coisas que Kardec escreveu, você estuda. Agora não tem nada em obras póstmas que acrescente as 23 obras ou que substitua as 23 obras. Aliás, você nem pode pegar uma obra, um rascunhos que o autor colocou na gaveta, publicar sem ele ter tido essa intenção e considerar aquilo como uma obra doutrinária. Você nem faz isso em nenhuma ciência. Não faz nenhum sentido você pegar rascunhos do autor e achar que tem uma importância o rascunho do autor no sentido de algo que vá complementar ou substituir ou falar algo a mais que as outras 23 não falaram. Tem nada a ver. No sentido histórico é importante. Agora, no sentido doutrinário, obras póstmas não acrescentem nada. Então, a pessoa tanto para ser médium quanto para praticar magnetização, obras póstmas é inútil. Até porque a magnetização espiritismo vai ser a prece, a não ser quando você tem médium de
centem nada. Então, a pessoa tanto para ser médium quanto para praticar magnetização, obras póstmas é inútil. Até porque a magnetização espiritismo vai ser a prece, a não ser quando você tem médium de cura. Então isso é muito important. A gente vai ver isso estudando, tá? Hoje eu tô acelerando aqui porque a gente já tá chegando no final, só para não deixar vocês sem nada, né? Vamos ver se eu pulei muito aqui. Tem o a Fátima falou, tem uma foto com o Chico Xavier com esse fenômeno. Acho que é materialização do ectoplasma. Daí a Estela comentou: "Chico fez materialização com o Peixotinho". É, tem fotos e tudo, mas vejam, a gente não sabe o valor disso tudo, né? E não acrescentem nada pro espírito. Não tem alguma coisa na materialização ou nas ditas materializações que traga algo novo ou mais importante que a obra de Kardec. Então, nem se preocupem muito com isso. Se você quer se preocupar no sentido histórico de saber que ocorreu, tudo bem. Agora, no sentido de ser algo novo que modificou, que tem algum valor, não tem. Então, muitas, cuidado, não comece a valorizar co mal leu as 23 obras e tá preocupado com uma um ponto histórico do espiritismo. S. E aí? Não tá, não tem relevância. Agora o livro dos médiuns tem, porque você vai aprender a fazer a psicografia e conversar com os entes queridos e com o anjo guardião. Materialização não. Materialização é raríssimo. A gente não tem o controle científico porque não foi feito a a a moda de Kardec, né? E ela não traz nada de novo, porque materialização é só espírita inferior, não tem o valor de você evocar um anjo da guarda, que é muito mais importante. Então, atenção, aprendam a não se distrair com as coisas do movimento espírita que fica distraindo você e você nunca lê as 23 horas. O Peixotinho também, para quem não sabe, era um médium que diz que fazia essas baterizações, né? Aqui a pergunta do Daniel, né? A médium era Florence Cook, no caso lá do William Crooks. Eu não lembro agora. Eu nunca dei, eu da pouco eu estudei Kardec, eu não não me
e fazia essas baterizações, né? Aqui a pergunta do Daniel, né? A médium era Florence Cook, no caso lá do William Crooks. Eu não lembro agora. Eu nunca dei, eu da pouco eu estudei Kardec, eu não não me especializei nisso, né? >> Eu não me eu não me recordo a nome da médium aqui, mas vejam, né? Tá lá. Eh, é só para vocês verem que ele ele ele em momento algum vai relatar de substâncias. Michel, põe põe na tela aí, por favor, >> a foto, >> né? Só eh é isso aí, né? que essa essa possível eh esse possível fenômeno de materialização, mas isso isso aqui não pegou muito bem pro Chico, não. Eu acho que não, viu? Porque deu uma polêmica, né? >> É, deu uma ideia muito estranha disso. Eh, mas é as coisas da época, né? É, você tudo tudo que é assim e que você não apresenta muita teoria e é mais um espetáculo, você desperta a ou o deboche ou a desconfiança, porque você olha parece alguém com um pano, né? Então, mas de qualquer maneira, mesmo que fosse real do ponto de vista da utilidade, é isso que a gente não possa iludir. Evocar o anjo guardião e evocar o ente querido é muito mais importante do que você perder tempo com isso. Então, por não caia nessas distrações, né? Aí para finalizar aqui a último comentário, a Estela diz: "Aí, você tem as pessoas chamadas de papá." É, a pessoa ela acha que a aquilo que é feito naquela salinha, daquela maneira é algo mais especial ou diferente. Aí tem gente que, por exemplo, tem uma mãe que a filha tá doente e ela leva no centro para um estranho orar pela filha. É pura, é puro ritual irracional. Porque a prece da mãe é muito mais poderosa do que eu botar um estranho para orar pela minha filha. É a mania de achar que tem um intermediário entre você e Deus. Alguém vai fazer uma coisa especial aqui nesse lugar porque tem uma luz diferente, tem a pessoa fazendo uns gestos. Então isso vai ser mais poderoso. Não tem diferença nenhuma. Aliás, tem diferença. É pior de qualidade, porque o seu fluido pela sua filha é muito mais poderoso e de qualidade, porque é por um ser que você
isso vai ser mais poderoso. Não tem diferença nenhuma. Aliás, tem diferença. É pior de qualidade, porque o seu fluido pela sua filha é muito mais poderoso e de qualidade, porque é por um ser que você ama do que um estranho orando por ela. Então você não precisa levar a pessoa na casa espírita. Você não precisa da casa espírita para ser atendido pelos espíritos, a não ser que lá tenha um médium de efeito de fura, aí é outra coisa. Mais 99% das cas não tem. Tem uma pessoa lá que faz uma oração, mas você pode fazer oração, não precisa intermediário. Deus fica de braço cruzado assim, ó. Lauro tá, o Lauro tá orando pelo filho dele. Deus fica assim olhando. Aí o Lauro pede para um estranho na casa espírita orar pelo filho dele. Daí Deus, agora eu vou agir. É umas coisas sem sentido que a gente se acostumou na casa espírita. E eu sei que se você chegar na casa espírita e propor isso, as pessoas vão enforcar você em praça pública. Não, o movimento espírita é incapaz de admitir erro e de e de abandonar essas práticas, mas é direito deles, né? Aqui o nosso papel é falar o que Kardec pensava. Quem aceita fica, quem não aceita siga sua vida. Agora, se a pessoa disser que Kardec corrobora com isso, aí ela tá mentindo e a gente pode provar com os textos, mas se a pessoa quer, você respeita. A gente também não vai lá ficar brigando, respeitando, debochando, você deixa de ir, porque a pessoa escolheu aquilo. Por isso que por que que a gente fez o grupo aqui? Porque aqui vem quem quer saber de Kardec, quem não quer, tudo bem, vai para lá. Eu também não vou ir lá ficar dizendo: "Vocês estão errados". Já fiz isso, né? quando era mais guri, mais imaturo. Mas agora por fim, eu esqueci aqui o comentário do Daniel, né? Todos ditos médiuns experientes, mas quando eu fiz as evocações, senhor, o que veio foi triste. Fora os que travaram. Não gostaram, pois estavam acostumados a falar e não serem questionados. Agora eu entendi que ele falou que o pessoal se magoou, né? Ah, eu vivi isso, né?
o que veio foi triste. Fora os que travaram. Não gostaram, pois estavam acostumados a falar e não serem questionados. Agora eu entendi que ele falou que o pessoal se magoou, né? Ah, eu vivi isso, né? Eu eu até hoje, né? Se eu chegar em Centro Espírita, o pessoal foge, n? Se eu chego em Centro Espírita, não aparece ninguém e não tem sessão e os espíritos fogem. Claro, porque o pessoal sabe, né? Quem já me conhece sabe que aonde aonde tem alguém que questiona, que sabe, que conhece, esse pessoal foge. Tem muita gente aí que ouve falar Kardectube e sai correndo porque o diabo sabe para quem aparece. Tá, aquela frase agora é uma pena porque tem pessoas que ficam lá sendo enganadas, né? Mas também ninguém é inocente 100%. Porque a pessoa também ela aceita em querer aquilo, né? Mas como eu falei, a gente não vai brigar, destratar, desrespeitar. Se você tá num meio onde ninguém aceita, chega o momento que você tá faltando com a caridade. Não. Então você você sai desse grupo, que que você quer lá? A pessoa não quer, eu vivi isso, a pessoa não quer saber de espiritismo, segundo Kardec. E eu ficava lá insistindo, daqui a pouco eu pensei, cara, eu tô num lugar onde ninguém quer, eu tenho que falar para pessoas que querem. Aí eu montei o meu grupo na internet. Então também a gente não, você não vai ficar o resto da vida brigando com a pessoa ou criticando, né? Você sai, você se retira, a pessoa não quer ouvir ou você vai descobrir o certo, vai deixar de fazer o certo para ficar lá no meio das pessoas também. É outra loucura. Você sabe que aquilo ali não dá em nada, que aquilo ali não dá resultado, que aquilo ali não é o correto. Aí você fica lá também e acha que isso é caridade. Isso também não é caridade, isso é tolice. Você fica fazendo uma coisa que você sabe que não dá resultado também é outra loucura. Você se retira, você vai fazer o certo e respeita as pessoas que estão fazendo o que elas acham que é o certo. Bom, eu vou me eu vou me despedir já. Quero agradecer o Lauro, quero agradecer
a loucura. Você se retira, você vai fazer o certo e respeita as pessoas que estão fazendo o que elas acham que é o certo. Bom, eu vou me eu vou me despedir já. Quero agradecer o Lauro, quero agradecer vocês. A gente passou do horário, na próxima sexta a gente encerra um pouquinho, uns 10 minutos antes para vir as questões e a gente não estender tanto, né? Então, agradecer a vocês por esse início. Espero que vocês já tenham sentido e gostado do ritmo que vai ser tudo isso. A gente vai estudar com os textos e agradecer ao Lauro também por tá aqui. E voltem, né? Assistam, leiam antes, tragam questões, boas questões e e sempre que puderem convidem mais pessoas, né? Convide mais pessoas para assinarem, para vir e assim a gente vai crescendo. Lauro, passo para ti se despedir. Já me despeço de todos. Sexta-feira que vem a gente tá aqui de novo, mas no decorrer da semana a gente tem toda a programação do do Kardec Tube também que é aberta e vocês podem participar. Uma boa noite a todos e muito obrigado e que tenha um ótimo final de semana. >> É isso aí, Michel. Eu que agradeço, né? Agradeço a a presença da galera toda pela pelas colocações, as perguntas. E pessoal, o vídeo vai ficar aqui na playlist do Caractube, né? O Michel com certeza vai criar uma playlist ou criou uma playlist com o estudo do livro dos médiuns e e e os assinantes fiquem à vontade para voltar eh para compreender aquilo que que Michel mostrou sobre, né, ali a a a os conceitos de a o que Cadec vai abordar abordar no livro dos médicos. É muito importante para que a gente vá compreendendo aí como o Kardec trabalhava com muita lógica. Agradeço mais uma vez e nos vemos a partir de segunda-feira para os estudos que a semana vai nos oferecer. Um abraço a todos.
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