01 - O Evangelho Segundo o Espiritismo: Bastidores da obra | estudo completo da obra de Kardec
Estudo diário de segunda à sexta, ao vivo às 14h no Youtube, canal Kardectube com Michel Macedo e Lauro Rodrigues (Canal Estudar Kardec) Seja membro do nosso canal e tenha acesso ao estudo exclusivo! Link para se tornar membro: https://www.youtube.com/channel/UC-oqq-XHFt5pTpyl9t3SUzw/join KardecTube - Michel Macedo (criador e diretor) Canal sobre o Espiritismo segundo as 23 obras de Allan Kardec. Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec. Nos siga nas demais redes sociais: Facebook: https://www.facebook.com/kardectube/ Instagram: https://www.instagram.com/allan_kardec_tube/ @allan_kardec_tube Tiktok: kardectube Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com #espiritismo #allankardec #kardectube #estudo # espírita #movimentoespirita #centroespirita #cienciaespirita #espiritismonaoereligiao 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/6314475084906496
Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos. Segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, 14 horas. Mais uma vez o Kardec Tube faz história. Estamos estreando mais um estudo de mais uma obra de Kardec. Dessa vez a obra O Evangelho Segundo Espiritismo. Sejam todos bem-vindos. Eu sou Michel Macedo e agora com mais esse projeto, o Kardec Tube completa 10 programas semanais aqui no YouTube sobre a obra de Kardec. Nós temos agora de segunda a sexta-feira, todos os dias às 14 horas ao vivo aqui o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que ficará gravado se você não conseguir assistir todos os dias ao vivo. E temos segunda-feira à noite às 20 horas o estudo do livro dos espíritos no Estudar Kardec, no canal do meu amigo Lauro. Depois eu reposto aqui no Kardec Tup. Terça-feira à noite, nós temos o estudo crítico da obra Nosso Lar. Quarta-feira à noite, das às 20:30, ao vivo aqui no Kardec Tube, nós temos o que é o Espiritismo. Quinta-feira às 20 horas, nós temos a revistaespespírita.net e sexta-feira às 20 horas nós temos o estudo do livro dos médiuns. São portanto duas lives diárias, cinco dias da semana, 10 programas exclusivamente em torno da obra de Kardec. O Kardec Tube optou por tentar ao máximo ser fiel a Kardec e só crescer na condição de se manter fiel a Kardec. Muitos canais que usam o nome de Kardec do Espiritismo estão crescendo, mas muito se vendendo, né, fazendo tudo em troca do like, em troca de seguidores. Nós não. Nós procuramos manter primeiramente Kardec e depois como consequência crescer sendo fiéis. a Kardec. Então, são 10 programas semanais. Começa hoje o estudo Evangelho Segundo Espiritismo. Ajudem a compartilhar e a convidar as pessoas para todos esses estudos, a compartilhar o Kardecube. Quem está aqui assistindo, seja ao vivo ou depois, curta o vídeo e se inscreva no canal. É importantíssimo isso. E também aqueles que puderem, quiserem, assinem o Kardec Tupar manter os nossos custos e também a crescer cada vez mais. Você assina se tornando membro, vá aqui no canal, no
l. É importantíssimo isso. E também aqueles que puderem, quiserem, assinem o Kardec Tupar manter os nossos custos e também a crescer cada vez mais. Você assina se tornando membro, vá aqui no canal, no canal e seja membro e se torne membro, assim você ajuda o canal e tem acesso ao estudo de sexta-feira às 20 horas. O estudo completo do livro dos médiuns, você pode assistir ao vivo ou gravado, inclusive aqueles que já passaram. E os demais estudos são todos abertos, como não poderia deixar de ser. Além, ah, inclusive antes de eu falar isso, além dos 10 programas semanais, nós temos todos os dias uma postagem de um texto de Kardec, um recorte do Cosmass e um recorte dos meus vídeos antigos. Então são ao todo aí eh muita programação em torno de Kardec diariamente de segunda a sexta. E como não poderia ser diferente mais esse projeto, eu conto com o meu amigo, meu irmão de todas as lutas aí, o meu amigo Lauro Rodrigues do canal Estudar Kardec para me acompanhar nessa nova empreitada aí. Então, mais uma vez agradeço ao Lauro e todos aqui que estão sempre aqui e aqueles que estão chegando. E seja bem-vindo, Lauro, para mais um projeto aí em torno de Kardec. Obrigado, Michel. Boa tarde. Obrigado pelo convite, um convite hiper especial. Boa tarde a galera do chat, a você que está nos assistindo. Participem a a assim, participem do estudo. É um estudo eh eh como eu disse e mais que especial, porque eh talvez ouso dizer aqui com certeza que vai ser um dos estudos mais aprofundados que vocês vão encontrar aqui nas redes, eh, a na nas vias da internet aqui no YouTube, né? O horário é um horário bom, ficará gravado, como o Michel bem mencionou. E essa data, 12 de outubro, Michel, pessoal, é uma data muito marcante para mim, né? acontecimentos muito bons na minha vida e em especial hoje esse que é inaugurar o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo e logo após às 20 horas o retorno do nosso estudo da obra que é o Espiritismo. Então, só tenho agradecer aí, Michel, pelo convite e o apoio de
que é inaugurar o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo e logo após às 20 horas o retorno do nosso estudo da obra que é o Espiritismo. Então, só tenho agradecer aí, Michel, pelo convite e o apoio de todos, pedindo sempre aí o apoio também dos bons espíritos para que nós possamos conseguir concluir tudo isso aí que o Mão falou, que é um trabalho árduo e a gente precisa muito, muito, muito, muito que vocês nos apoiem, pessoal. Então, que tenhamos aí um bom estudo, Michel. É, é muito importante conscientizar as pessoas de do quanto é difícil e trabalhoso manter tudo que a gente vem fazendo, né? As pessoas às vezes, por a gente não expor os bastidores, as pessoas não imaginam o trabalho e as dificuldades, né, que a gente tem que vencer para conseguir colocar tudo isso no ar. Então, por isso a gente conta aí com a ajuda de vocês, seja para assistir, para compartilhar, para curtir, para se inscrever e aqueles que puderem para assinar. É muito importante, né? Bom, já temos aqui os nossos amigos de sempre também, o Luciano que é é assinante do canal, temos aqui o Flávio, o Ne também assinante, o Herbert, o nosso José Ozelão também assinante. Temos aqui a Renata Dominguez, seja bem-vinda. Pessoal que tá vindo aí pela primeira vez, por favor, curtam e se inscrevam no canal. E se gostarem do nosso conteúdo e quiserem assinar o canal e participar dos estudos de sexta do livro dos médiuns, assinem aí, se tornem membro. Basta aí seja membro. E aqui na descrição do canal tem um link para ser membro também, se a pessoa não conseguir achar. Aqui a Luciana, seja bem-vinda. Tá em Riete também, nossa amiga de sempre, assinante. Boa tarde a todos. Então, eh, esse projeto ele tem, todos eles são especiais, mas esse ele tem um uma dinâmica um pouco mais especial por duas razões. Primeiro, porque se trata da obra em que quando Kardec fez, ele fez ela num momento muito especial, é quando a doutrina chegava no auge da sua maturidade. é o grande momento, né, desse reencontro entre Kardec, o espírito de verdade, né,
que quando Kardec fez, ele fez ela num momento muito especial, é quando a doutrina chegava no auge da sua maturidade. é o grande momento, né, desse reencontro entre Kardec, o espírito de verdade, né, Kardec Jesus. E também é justamente o livro que vai tratar da moral espírita, que é o grande objetivo do espiritismo, promover o progresso da moral. Em segundo lugar, em segundo lugar é especial esse estudo que as pessoas, muitas pessoas pediam pro Kardecube já há muito tempo, né? diziam, "Por favor, a gente quer ver você falando do evangelho, da moral, a gente quer ver". E eu já senti essa necessidade e finalmente chegou o momento, né? A gente conseguiu se organizar para isso. E a gente vai ter uma dinâmica muito especial, porque esse não é uma vez por semana, esse é diário, né? Então, a gente vai ter mais tranquilidade ainda para poder olhar com calma. Quem nos acompanha já sabe que estudar conosco também é um exercício de paciência, porque a gente não tem absolutamente pressa. A gente vê tudo, procura ver tudo no máximo do detalhe possível, que é um diferencial, né? Aí dos nossos trabalhos. A gente tenta esmiçar o máximo para entregar para vocês o máximo que a gente consegue tirar dos textos. E sendo diário, a gente vai poder ter mais calma ainda, né? Por isso que hoje eu escolhi e conversei com o Lauro para tratar com vocês sobre os bastidores dessa obra. Antes da gente entrar propriamente no no estudo da obra que a gente vai fazer, eh, a gente vai ver a o riquíssimo bastidor que essa obra passou até ela ficar pronta. A gente às vezes não tem noção e isso faz toda a diferença saber como ela foi feita e o trabalho riquíssimo que Kardec para fazer. As obras de Kardec não são obras psicografadas que ele simplesmente serve como médium e depois publica. As obras de Kardec são trabalho dele, de autoria e mérito dele e de uma profundidade, de uma riqueza e de um trabalho monumental. Só para vocês terem ideia, vocês vão perceber aqui o no nosso estudo de hoje que levou em torno
abalho dele, de autoria e mérito dele e de uma profundidade, de uma riqueza e de um trabalho monumental. Só para vocês terem ideia, vocês vão perceber aqui o no nosso estudo de hoje que levou em torno de 4 anos para essa obra ficar pronta. Enquanto o movimento espírita aí muitas vezes lança 10 obras por ano, Kardec para escrever uma, ele levou 4 anos. Tamanha era a riqueza e a profundidade dessa obra, né? Então, a gente vai ver um pouco disso, um pouco desse histórico. Vocês sabem que a gente sempre procura aí no no quanto possível no nossos estudos a também mostrar um pouco da história da obra, já que hoje também a gente tem mais acesso a essa história que até bom tempo a gente há um bom tempo a gente não tinha, né? Então hoje como a gente tem acesso a isso, a gente pode esmiçar. Eu vou colocar aqui na na tela pra gente começar a ver um pequeno material. E aí eu já, pô, vocês estão vendo aí, não é à toa que a gente colocaria como capa desse projeto o próprio Jesus e Kardec juntos, né? Já que vocês, a maioria de vocês sabem, o guia espiritual de Allan Kardec era o próprio Jesus, né? É uma impressionante a o vínculo que esses dois espíritos tinham. Não é à toa que Kardec foi o grande espírito responsável por trazer justamente o espiritismo, construir todo ele e trazer de volta essa essência do ensino do Cristo através do consolador prometido, que é o Jesus, né? Então, a partir do momento que ele vai escrever Evangelho Segundo Espiritismo, é esse ninguém, não existe espírito mais preparado para explicar para nós os textos do Evangelho do que Allan Kardec. Nós vamos ter em Kardecito e a melhor teoria pra gente poder entender. Então isso faz todo sentido. Mas vamos agora então entender a cronologia das coisas. Bom, como vocês sabem, em abril de 1857, Kardec lança a primeira obra, O Livro dos Espíritos, a primeira edição. E em 1860 ele lança a segunda edição do livro dos espíritos definitiva. Portanto, a gente tem 3 anos para a elaboração da primeira obra, O livro dos Espíritos. 3 anos.
os Espíritos, a primeira edição. E em 1860 ele lança a segunda edição do livro dos espíritos definitiva. Portanto, a gente tem 3 anos para a elaboração da primeira obra, O livro dos Espíritos. 3 anos. Então, de 57 a 60, ele se concentra em fazer o que ele vai chamar de parte filosófica da doutrina, né? Onde ele vai, através da ciência espírita construir toda a filosofia espírita e apresentar ela de uma em em todos os seus princípios no livro dos espíritos. O que ele vai fazer depois é desenvolver tudo que já está no livro dos espíritos no decorrer do resto da vida dele. Em 1860 a 62, ele se dedica a fazer a obra O Livro dos Médiuns, onde ele vai apresentar a parte experimental da doutrina. Então ele conclui aí também fazendo as edições até a edição definitiva do livro dos médiuns, que foi a segunda entre 60 e 62. Pois bem, quando ele vai fazer a o que que ele vai fazer de 62 em diante, a parte vai desenvolver a parte moral, a parte moral da doutrina, ele começa já a partir de 62 a trabalhar nisso, né? Eh, como é que a gente vai descobrir tudo isso? Primeiramente, eu quero dar o crédito às pessoas, embora isso, os documentos que a gente tirou, essas referências, eu vou dar aqui para vocês, mas em nome da justiça a gente tem que dar crédito a quem realizou esse trabalho. Primeiramente, né? Todo esse trabalho de pesquisa histórica, ela foi feita pelo Carlos VI Bastos, pela Luciana Farias e pelo Adair Ribeiro. Então vocês eh pesquisem tanto no YouTube quanto nos sites, nas redes sociais, Carlos S Bastos, Luciana Faria e Adir Ribeiro. Consumam os os produtos, artigos, palestras deles. são grandes pesquisadores. O Carlos 7 tem vários livros, é o criador da página no Facebookai do Espiritismo. Pesquisem lá também e vejam, hoje a gente tem eh nesses nessas três pessoas os maiores historiadores aí da OP de Kardec, né? Claro que há dois pontos que eu quero deixar aqui muito claro. Eh, eles são o que a gente tem de melhor para você saber sobre a história do espiritismo. Não significa que todas as
da OP de Kardec, né? Claro que há dois pontos que eu quero deixar aqui muito claro. Eh, eles são o que a gente tem de melhor para você saber sobre a história do espiritismo. Não significa que todas as interpretações que eles possam fazer ou opinar sobre as pesquisas necessariamente a gente concorda, mas eles são o que tem de melhor, são pessoas muito sérias, né? Isso tem que ficar registrado também. O segundo ponto que eu quero deixar registrado é que eh é fundamental eh a gente tem que apoiar, tem que seguir, tem que consumir, tem que dar os créditos e tem que parabenizar e ser grato eternamente por todo o trabalho que eles fazem. Embora muitas vezes eu reconheça, e essa é uma opinião minha, que às vezes também há uma supervalorização eh eh na descoberta histórica, eh às vezes que passa do ponto, muitas vezes é colocado como se as descobertas históricas também fizessem uma diferença crucial para aquilo que Kardec já havia deixado em suas obras. E às vezes não é, às vezes é um certo exagero também. É importante também colocar isso para ser justo e sincero nas nossas análises, mas é o que a gente tem de melhor. A gente tem que ser grato, tem que dar o crédito que eles fizeram essa pesquisa. Dito isso, e já vou falar um pouquinho aqui, já passo pro Lauro também, mas eh em janeiro de 62, então, eh Kardec lança uma pequena obra chamada O Espiritismo, em sua mais simples expressão, onde era um resumo do resumo do resumo da doutrina. ele resolve, ele vai dizer isso, que ele quer criar uma obra que seja curta, barata e tão simples a ponto de ser a obra de entrada para quem quisesse conhecer minimamente a doutrina. Ele cria três obras durante a sua vida para introdução ao estudo. Ah, ele cria essa obra, O espiritismo, uma simples expressão. Depois ele cria o resumo da lei dos fenômenos espíritas e o que é o espiritismo. São três livros pequenos e curtos para a introdução. Desses três livros, nós já estudamos no aqui no Kardec Tube três dele, dois deles de maneira completa. A gente tem
píritas e o que é o espiritismo. São três livros pequenos e curtos para a introdução. Desses três livros, nós já estudamos no aqui no Kardec Tube três dele, dois deles de maneira completa. A gente tem estudo completo aqui na playlist. A gente já estudou toda essa obra, O espiritismo, isso uma mais simples expressão. Então você pode conferir os vídeos aí que eles estão disponíveis, gravados. Basta escrever aí Kardec Tube, Espiritismo S mais simples expressão ou ir na playlist. Já estudamos toda a obra Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas e estamos estudando agora toda a quarta que é o Espiritismo. Então a gente tem aqui em parceria aí com o Lauro e com o José o estudo dessas três obras que ele criou introdutórias. Então, em 62, ele criou essa do Spiritismo, mais simples expressão. E tem uma curiosidade, quando Kardec publicava uma obra, dentro dessa obra ele fazia anúncios, propagandas das suas obras, das demais obras que ele tinha escrito e também fazia propaganda de obras que viriam. Então, as obras, ela, ele apresentava as obras. Se você pegar as obras originais em francês, junto, tem a propaganda das demais obras que ele já tinha escrito e muitas vezes daquela que ele pretendia lançar. Infelizmente, e esse, infelizmente, eu digo em letras garrafais, os nossos tradutores não traduziram essa toda a obra. Eles traduziram só a obra em si, mas esses detalhes de propaganda e e tudo mais que Kardec colocava junto com a obra, eles não traduziram. Então, se você pega as obras em português, você não tem essa riqueza aí das propagandas. Só que isso é um erro, porque os tradutores teriam que traduzir tudo, porque do ponto de vista da história e da pesquisa, você tem que ter tudo. E anos depois, tomando conhecimento das obras originais, a gente vai ver como fez falta a tradução dessas propagandas, porque elas também contam doutrina de Kardec. Pois vejam bem, num desses na propaganda que Kardec colocou nessa edição de janeiro de 62 da obra O Espiritismo e sua mais simples expressão,
propagandas, porque elas também contam doutrina de Kardec. Pois vejam bem, num desses na propaganda que Kardec colocou nessa edição de janeiro de 62 da obra O Espiritismo e sua mais simples expressão, ele anunciou uma obra em janeiro de 62. Ele anuncia uma obra que viria a aparecer e ele dá um nome para essa obra. lá no na contracapa da do original em francês do espiritismo São Marcin Expressão, ele anuncia que viria uma obra chamada As vozes do Céu. Então Kardec anuncia que vai lançar uma obra As vozes do céu lá em janeiro de 62 e ainda diz assim que essa obra trataria da moral segundo o espiritismo. Então, vejam que em janeiro de 62 ele já pensava em escrever a obra sobre a moral e ela iria se chamar As vozes do céu. Aí, se você continuar acompanhando esses anúncios das demais obras que os brasileiros não traduziram, e olha a importância delas, se você pegar em setembro de 62 a terceira edição do que é o espiritismo, porque o que é o espiritismo foi lançado em em 59, em 62 já estava na sua terceira edição. Se você pegar o anúncio que está na terceira edição do que é o espiritismo, a obra original, ele anuncia de novo uma obra que trataria sobre a moral, só que dessa vez ele muda o nome. Meses depois ele mudou. Ele diz que a obra se chamaria As Vozes do Mundo Invisível. E em setembro de 63, um ano depois, olha no trabalho de Kardec, Kardec decide fazer um retiro, se isolar. Ele vai ir para o norte, ele vai ir paraa região norte da França, numa comuna, numa espécie de vila que tinha praia que se chamava, que se chama Santa Dres. E Kardecja para lá. E a gente ficou sabendo isso pelas cartas de Kardec. e também pelas informações que depois apareceu em obras póstumas dos documentos que foram publicados quase 20 anos depois da morte de Kardec. Ele foi para essa praia, primeiramente ele foi com a Amelie Budê, sua esposa. Depois ela volta para Paris e fica cuidando do do escritório de Kardec, das obras espíritas, e ele fica isolado. Então ele aluga uma casinha eh na beira da praia
ele foi com a Amelie Budê, sua esposa. Depois ela volta para Paris e fica cuidando do do escritório de Kardec, das obras espíritas, e ele fica isolado. Então ele aluga uma casinha eh na beira da praia e lá ele vai se retirar para escrever essa nova obra dele, que ele vai mostrar que ele precisava e os espíritos vão mostrar para ele que ele precisava primeiro por uma questão de saúde. Kardec já estava muito doente, né? ele ele vivia doente e depois por uma questão de recolhimento e concentração para escrever essa obra tão importante. Então, Kardec vai escrever essa obra retirado na praia em Santo André, em que lá tinha duas amigas espíritas, a conhecidíssima Vilva Fulon, que vai aparecer na revista espírita, que é um depois a gente fica sabendo que era um espírito superior, era amiguíssima de Kardec e mais depois a gente vai ver uma outra, uma médium. Kardec fica lá e a gente vai ver essas cartas, algumas curiosidades dele narrando a estadia dele lá nesse período em que ele estava escrevendo o evangelho segundo espiritismo. A gente vai ver que ele vai trocar cartas com a Melibud informando como é que ele está, o que que ele tá fazendo. Ela também vai responder, mas ela ele também vai pedir paraa Meli para que ela mande comunicações dos espíritos para ele. Os médiuns lá de Paris recebiam os espíritos, mensagens e mandavam, entregavam paraa Melia. Ela mandava via carta para Kardec lá em Santand alguns lugares que ele esteve aí durante a viagem. E um e uma curiosidade que o o famoso pintor Modet esteve também nesse local alguns anos depois e pintou um quadro dessa praia. Então ele pintou o mesma a mesma visão que Kardecu. A gente vai ver esse quadro que são coisas interessantes, a gente já vai ver daqui a pouco. Então é muito importante as pessoas saberem que foi descoberto aí agora recentemente milhares de cartas de Kardec. Essas cartas estão sendo compradas, analisadas, eh escaneadas, digitalizadas, colocadas na internet e traduzidas pela equipe da Universidade Federal do Juiz de Fora.
ente milhares de cartas de Kardec. Essas cartas estão sendo compradas, analisadas, eh escaneadas, digitalizadas, colocadas na internet e traduzidas pela equipe da Universidade Federal do Juiz de Fora. Então, para vocês terem acesso a todo esse arsenal de cartas íntimas de Kardec, que é da onde a gente vai tirar essas informações, vocês vão, basta vocês colocarem na no Google cartas de Kardec, eu até posso fazer aqui e mostrar para vocês. Eu vou colocar aqui a tela, Lauro, só para mostrar pro pessoal como é que entra no site. Deixa eu e deixa eu tirar aqui. Aqui, ó. Se você col, deixa eu ampliar, acho que agora tá bom. Se você colocar no Google Cartas de Kardec, já aparece ali, ó, projeto Allan Kardec. Deixa eu clicar mais. Acho que agora tá bom. Aí você clica. Aqui, tá o site, ó. que tá o site. Se você for ali no ladinho, tá escrito assim, eh, ano do documento, você clica ali. Aqui, ó, você, cada númerozinho desse é uma carta de Kardec que eles já digitalizaram e já traduziram. Olha assim, olha de coisa que tem já disponível para você ler. É daqui que a gente vai tirar o texto que nós vamos mostrar daqui a pouco. Essas cartas que Kardec trocou no período da em que ele estava na em Santo André, a gente tirou daqui. Então fica aqui também os créditos para esse trabalho importantíssimo pra história do Espiritismo de Kardec, né? Então, seguindo, daqui a pouco a gente já vai pular lá pro para ver o essa essa estadia dele lá em Santo André, mas eu só quero terminar a cronologia até chegar na edição definitiva da do Evangelho. Em torno de 63 ainda, 64, portanto, ele já estava de volta em Paris. Se você pegar de novo a sexta edição do livro dos médiuns e a 11ª edição do livro dos espíritos, ele continua anunciando nas propagandas a chamada obra que trataria as vozes do mundo invisível. Ele segue chamando de vozes do mundo invisível ainda em 64, iniciozinho de 64. Aí quando chega em março, abril de 64, ele anuncia na revista. Se você pegar lá março de 64, ele vai anunciar na revista espírita
e chamando de vozes do mundo invisível ainda em 64, iniciozinho de 64. Aí quando chega em março, abril de 64, ele anuncia na revista. Se você pegar lá março de 64, ele vai anunciar na revista espírita a obra Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Então ele chamou primeiro de vozes do céu, depois ele chamou de vozes do mundo invisível, ficou um bom tempo divulgando que seria esse o nome. E aí quando ele lança em março de 64, ele lança com o terceiro nome, Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. E ele ainda diz lá na revista isso que eu coloquei entre parênteses, eh, plano primitivo foi radicalmente mudado. Agora, com esse passado que eu mostrei aqui, você entende porque ele e houve duas modificações, basicamente. A primeira modificação é o nome. Vocês viram que ele mudou três vezes de nome. E a segunda modificação, e essa é a mais importante, é que no início ele iria falar apenas da moral espírita. Mas ele não ia tratar do dos trechos dos evangelhos falando de Jesus. Ele ia falar só da moral, sem citar Jesus e os seus ensinamentos do evangelho. E ele muda nesses dois anos que ele ficou trabalhando na obra, ele decide falar da moral espírita fazendo uma conexão e uma interpretação dos evangelhos de Jesus Cristo. Então foi um plano realmente que durante 2 anos mudou r ele levou 2 anos para mudar e e entregar a obra e entregou com esse nome Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Essa esse termo imitação para que a gente entenda, ele tem o significado de prática. Então, imitação aqui depois a gente vai ver quando a gente entrar na obra, embora já se sabia no contexto intelectual da época, isso já se sabia, mas depois a gente vai ver, eu vou mostrar para vocês quando a gente entrar lá na na introdução da obra, ele vai mostrar imitação aqui é sinônimo de prática, tá? Então é prática do evangelho segundo o espiritismo, ou seja, é uma obra que vai ensinar você a praticar os ensinamentos morais. do Cristo. Então, é nesse sentido a palavra imitação. Bom, eu vou parar um pouquinho de falar,
ngelho segundo o espiritismo, ou seja, é uma obra que vai ensinar você a praticar os ensinamentos morais. do Cristo. Então, é nesse sentido a palavra imitação. Bom, eu vou parar um pouquinho de falar, Laura. Eu vou passar para ti, se tu quer fazer perguntas, colocações, o que tu quiser, fica à vontade aí sobre tudo que foi dito até agora. Michel, eu queria, bom, só fazer um comentário por enquanto, eh, de algo que eu julgo importante, que é relacionado ao site, né, a, a, as cartas de Kardec, o projeto Alan Kardec, que é a garantia que esses documentos agora, né, t de existência, porque esses documentos poderiam desaparecer, ter desaparecido e nunca saberíamos de tudo isso. hoje digitalizando e colocando isso na rede, né, na internet. Então eu acredito que está assegurado a a permanência desses documentos, ou seja, qualquer pessoa que se interesse por pro por Kardec, pelo espiritismo, já tem esses documentos aí, né, eh, disponíveis a qualquer momento. Quem tem internet, né, e pode baixar até baixar esses esses manuscritos e essas informações. Veja, Michael, eu não sabia dessas informações que eu ainda confesso para você que alguma coisa desses manuscritos que estão lá na na no projeto Allan Kardec, alguma coisa eu achei, mas eu confesso que nem li tanto, né? São informações que a princípio pessoa fala: "Ah, mas o que que que tem isso de peso? Tem muito peso". E você disse bem aí que é o trabalho de Kardec, o esforço desse homem que eh realmente é um equívoco muito grande quando atribuímos a ele o nome de codificador, né? E a gente tem aqui agora um panorama do trabalho do esforço que esse homem Allan Kardec teve para o desenvolvimento de suas obras, né, do espiritismo de modo geral. Então, esse é um comentário que eu queria fazer por enquanto. Tá, tá tranquilo. >> É muito, muito bem lembrado. Primeiro que essas pessoas que a gente citou e várias outras que a gente não citou salvaram os documentos importantíssimos paraa história de Kardec, né? e que fique gravado paraa eternidade.
lembrado. Primeiro que essas pessoas que a gente citou e várias outras que a gente não citou salvaram os documentos importantíssimos paraa história de Kardec, né? e que fique gravado paraa eternidade. Não foram os líderes do movimento espírita que em nenhum momento se preocuparam com isso. Foram pessoas na periferia, aleias ao movimento espírita tradicional, da mesma forma que o Cosm com Kardec Pédia disponibilizou toda a obra de Kardec para o mundo. Esses historiadores também com esses documentos, né? Esses documentos eles vieram tanto de um porão da França lá que estava num baú e também de outras entidades que possuíam documentos e não tinham sido revelados ainda. É uma junção de lugares da onde vem o Adair Ribeiro, que é uma pessoa que a gente deve toda a gratidão ao que o Adair fez por todos nós, porque o Adair tirou do próprio bolso para comprar essas cartas que não são baratas, trazer da França. Então, visitem também o museu AOL, da qual ele é o responsável. Deixa eu ver se aparece aqui. Use a call, que é o Allan Kardecine, né? Deixa eu colocar aqui o site que lá também tem as as cartas, os manuscritos de Kardec, né? Então visitem lá qual é a a K, né? de Allan Kardec ou L, porque a gente deve muito ao graças a essa documentação salva e aí digitalizada. O segundo ponto, muito bem que tu lembrou é as pessoas entenderem, conhecendo a história dos bastidores, por que é um erro chamar Kardecador. Isso vai ficar mais claro ainda aqui no decorrer da nossa fala, porque ele é o autor, a última palavra era dele. Ele tem o mérito de tudo, né? Ele foi auxiliado pelos espíritos, mas o trabalho foi dele, né? E é muito interessante a gente ver esses bastidores que a gente não sabia antes, que vai vendo justamente o trabalho dele. E e o interessante aqui, se você vê eh a gente vai ver daqui a pouco quando ele anunciar a edição definitiva, como ele tinha esse trabalho, todas as obras de Kardec sofreram alterações. A única que não teve alteração, segundo esses historiadores, foi a viagem
i a pouco quando ele anunciar a edição definitiva, como ele tinha esse trabalho, todas as obras de Kardec sofreram alterações. A única que não teve alteração, segundo esses historiadores, foi a viagem espírita de 62. O resto, todas, ele ele modificou, ele ampliou, porque ele trabalhava, ele lapidava as obras, né? Mas então aí ele lança em abril aí de 64 a primeira edição do Evangelho que chamado Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Só que muitos espíritas e principalmente o editor das obras de Kardec, o senhor Didier, eles vão reclamar para Kardec do título da obra. Porque ele ele vai dizer que as obras lembram muito algumas obras famosas na época que eram obras católicas e eles começam a dizer sugerir paraa Kardec que mude o nome. Então a gente vai ver que em 5 de março de 1865, então nossa, a gente já tem um ano da primeira edição, começa essa, como tava sendo preparada a segunda edição, começou essa, esse murmúrio aí para trocar o nome da obra. E Kardec vai levar isso para as evocações. Ele vai evocar o Dr. Demir, esse grande espírito que cuidava dele. E depois a gente vai ver que ele vai invocar o próprio Cristo. Ele vai invocar o espírito de verdade para tratar do nome da obra, justamente levando essa questão que é o que a gente vai ver agora. Eu acho que é o próximo, né? Aqui eu tentei colocar o máximo possível a letra. Acho que vai dar para ver pelo tamanho. Deixa eu ver se eu mudar aqui se fica melhor. H, de repente não, não fica. Vamos deixar assim mesmo que eu vou lendo, o pessoal vai me Mas então, o que que a gente vai ver agora? Um, ah, nesses manuscritos que eu falei, nessas cartas que foram descobertas, estão sendo traduzidas, a gente vai ver uma delas que é de 5 de março de 65. Eu não peguei a carta inteira, só vou pegar esse trecho do qual tô me referindo. Vocês vão ver o que que Kardec vai falar na invocação para o Dr. o Dr. Demir. Eh, diz então, Kardec, meu editor, o senhor Didi, insiste fortemente para que eu mude o título da imitação do evangelho.
. Vocês vão ver o que que Kardec vai falar na invocação para o Dr. o Dr. Demir. Eh, diz então, Kardec, meu editor, o senhor Didi, insiste fortemente para que eu mude o título da imitação do evangelho. Ele afirma que a palavra imitação tem algo de muito místico e lembra por demais as obras católicas da imitação de Jesus Cristo, da imitação da Virgem e outras. Então essa era a reclamação do editor de Kardec, né, que isso prejudicaria a venda para o público a lei ao espiritismo. Então essa é a reclamação do editor. Editor pensa como editor, né? ele tá preocupado na venda e corretamente. E ele pensava que esse nome ela ela ela iria prejudicar a venda da obra porque ela estaria muito vinculada a outras obras que não eram espíritas. E aí ele pede para Kardec, inclusive ele diz que a obra lembra muito, a palavra eh imitação traria uma ideia muito mística, ela não é tão eh eh direta assim, né? Então ele pede para trocar e Kardec tá levando essa questão pros espíritos, né? Aí segue Kardec. Por outro lado, outras pessoas consideram esse título excelente e me pedem para mantê-lo. Olha como tinha opiniões dos dois tipos. A questão é importante porque diz respeito ao sucesso da obra. E é sobre esse ponto que gostaria de uma opinião. Olha só, então Kardec preocupado com o sucesso da obra, ele submete então essa dúvida aos espíritos. E a gente vai ver o Dr. Dem eh, respondendo primeiro. Ele diz: "Olha o que que diz o espírito: "Meu constrangimento é tão grande quanto o seu. Vejo que você gostaria de poupar os devotos, mas bá! Eles virão a seu tempo para se unir à fé do Espiritismo. Não é preciso se se preocupar muito com eles. O título da sua obra dá certamente uma certa marca de misticismo que muitas pessoas temem encontrar. Não seria melhor chamá-lo estudo moral do evangelho do ponto de vista do espiritismo, mas para as outras obras, né, que você tem que publicar estudos filosóficos e religiosos sobre este ou aquele assunto sempre do mesmo ponto de vista. Esses são apenas conselhos amigáveis.
espiritismo, mas para as outras obras, né, que você tem que publicar estudos filosóficos e religiosos sobre este ou aquele assunto sempre do mesmo ponto de vista. Esses são apenas conselhos amigáveis. Aceite-os como tal. Então, o o o Dr. Demel, ele dá a sugestão de se chamar estudo moral do evangelho do ponto de vista do espiritismo, porque como a gente vai ver daqui a pouco, havia um projeto de Kardec para lançar várias obras segundo o espiritismo, como ele fez depois. É tal obra segundo o espiritismo. Tal obra segundo o espiritismo. Sempre algum assunto segundo o espiritismo. Ele tinha esse projeto e algumas não deu tempo, como a gente vai ver. E aí, Kardec vê que o espírito Dr. Nemer não tá não tá dando a resposta que ele quer, ainda não tá tirando a dúvida dele. E aí ele vai insistir. Ele diz assim: "Meu caro Demer, você se equivoca ao crer que eu desejo poupar os devotos? Insisto na propagação da obra, no interesse da doutrina". Então, Kardec não tava preocupado com com em em poupar os devotos, né? Ele tá preocupado é com a doutrina, com a obra. O que quero saber é se esse título pode realmente prejudicar e ter um conselho categórico sobre a mudança a ser feita. Sua opinião não tem nada que seja capaz de fixar minhas ideias. Então, olha só, Kardec não tá preocupado muito com a reação das pessoas, ele tá preocupado com o sucesso da obra. Isso ele deixa muito claro. E ele tá pedindo e ele tá pedindo para que o Dr. Dem seja categórico, porque ele não foi muito direto se troca ou se não troca, ele não tá muito claro. E Kardec quer algo direto. Isso é muito importante, não é o nosso tema aqui, mas é pra gente ver como é que se deve comunicar com os espíritos, mesmo superiores, né? Vejam que ele tá exigindo algo muito claro. Às vezes a gente acha que não pode questionar e nem exigir coisas, mas a gente deve em nome da seriedade, né? Mas isso é assunto para outra hora. Mas veja um exemplo aqui. E aí a resposta do Dr. Dem, né? Parece-me difícil uma mudança no momento. Olha como ele tá indeciso.
gente deve em nome da seriedade, né? Mas isso é assunto para outra hora. Mas veja um exemplo aqui. E aí a resposta do Dr. Dem, né? Parece-me difícil uma mudança no momento. Olha como ele tá indeciso. Se fossem feitas algumas modificações na obra ou se fosse acrescentado acrescentados alguns estudos, seria um pretexto que salvaria tudo. Pois pensando bem, embora eu considere a mudança útil, temo que seja no portuna. Olha só, ele ele tá muito indeciso. Ele acha que seria útil, mas ao mesmo tempo ele acha que não deve mexer. Aí vocês vão ver agora. Bom, olha, aprendam com Kardec. Kardec vê que Dr. Demo não vai ajudar, ele não sabe o que opinar, tá? Ele tá indeciso. Então Kardec agora diz assim: "Então agora eu vou, eu preciso trocar de espírito, né?" Ó que Kardec diz: "Não estou avançando nesse assunto. Vou, se me permitir, dirigir-me diretamente ao espírito de verdade, que em geral é sempre categórico em suas respostas. Olha que interessante, Dr. Demorro não foi direto. Ele tava indeciso, assim como Kardec. Kardec, digo, então eu vou direto pro para Jesus, pro espírito de verdade, para porque ele sim é direto e categórico e ele precisava de uma resposta. Sim. Isso aqui é uma aula de como é que se evoca, que se conversa com os espíritos, né? Mas não é propriamente o nosso tema. Aí o Dr. Demé, como não é um espírito imperfeito, não é um pseudo sábio, ele é um espírito superior, ele vai dizer: "Meu amigo Chameio, ele tem mais experiência do que eu. Ele o guia em seus trabalhos há muito tempo. Se é o espírito orgulhoso aqui, ia reclamar, tentar desviar Kardec, né? Ele não vai chama ele porque ele tem mais competência que eu. Olha a humildade, né? E aí Kardec vai pro chefão, né? pro chefe maior. Aí pergunta apelo ao espírito de verdade. Resposta. Agora é o próprio Jesus respondendo, né? Também estou aqui. Ouvi as perguntas e as respostas que nosso excelente amigo Demor deu. Serei explícito. Ó a diferença. Ele vai ser direto, né? Ele é, porém, franco e amigo da verdade,
spondendo, né? Também estou aqui. Ouvi as perguntas e as respostas que nosso excelente amigo Demor deu. Serei explícito. Ó a diferença. Ele vai ser direto, né? Ele é, porém, franco e amigo da verdade, mas não ousou se pronunciar. Veja, ele não se achava digno de decidir isso, Dr. Dam. Então, a questão ficou pros mais evoluídos, ficou para Kardec e para espírito de verdade, né? Aí o espírito de verdade é direto. É preciso alterar o título da sua última obra direto. É preciso alterar. Esse foi o conselho do espírito de verdade, do guia de Kardec, do próprio Cristo. E aí vem um ponto aqui que eu quero chamar atenção, que inclusive eu quero ver se consigo entrar em contato com com os historiadores que eu citei. Os historiadores dizem que então o espírito de verdade sugeriu o nome A moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Só que pelo que a gente lê na carta, não fica muito claro que foi ele que sugeriu, que aqui dá a entender no próximo parágrafo que é Kardec falando. Mas de qualquer maneira, o que que diz a carta? A carta diz assim: "Eis daí tá entre entre colchetes ali, né? Iegível, porque as cartas são muito difíceis, vocês t que ver a letra de Kardec, não é fácil". Categórico, provavelmente ele disse e algo categórico, né? Por isso que eu digo que é, pode ser que seja Kardec falando, mas ó, o que diz agora. Ao instituí-la, por exemplo, a moral do Evangelho Segundo Espiritismo, aqui é uma nova ideia. Vejam que é a quarta ideia de nome, né? as vozes do céu, a voz, as vozes do mundo invisível, a imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo, teve a ideia do Dr. Demerra, a moral, a moral, eh, o estudo da moral do ponto de vista do Espiritismo e agora aqui um novo nome, a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Olha quantos nomes, né? Ela se enquadrará melhor com o que está por vir e que terá como título os milagres e as perdições do evangelho segundo o Espiritismo, será mais bem compreendido em sequência. série de trabalhos doutrinários também será composta do seguinte modo. Para vocês
rá como título os milagres e as perdições do evangelho segundo o Espiritismo, será mais bem compreendido em sequência. série de trabalhos doutrinários também será composta do seguinte modo. Para vocês entenderem o que que ele tá falando aqui, Kardec tinha o plano de escrever, como eu falei, várias obras tal assunto segundo o espiritismo. Então era a moral do Evangelho segundo o Espiritismo. Depois aqui ele fala os milagres e as perdições segundo o Espiritismo, que depois virou a Gênese e o milagre e as perdições segundo o Espiritismo. Então ele lançou, só que ele acrescentou a Gênese, ele não cita aqui, mas Kardec vai lançar o céu e inferno ou a justiça divina segundo o espiritismo. Então como ele tava para lançar essa série de livros segundo o espiritismo, ele dá a ideia da moral do evangelho segundo o Espiritismo. Mas aqui não dá, não fica claro se quem teve essa ideia foi Kardec ou Espírito de verdade. Mas ele fala aqui, ó, o do plano que eles tinham, que Kardec não conseguiu fazer tudo, ó, para a parte científica, o livro dos speís, o livro dos médiuns, o livro dos magnetizadores. Esse o livro dos magnetizadores não saiu. Quando Kardec morre, o Camil Famarrion diz na no num discurso no túmulo de Kardec, no velório, que Kardec tava escrevendo esse dos magnetizadores, mas não saiu. Agora, ó, para a aplicação da doutrina, a Gênese Segundo Espiritismo, esse saiu junto com os milagres e as predições, né? A moral do Evangelho segundo o Espiritismo, é esse que eles iam fazer o novo nome, que antes era imitação. O céu e inferno segundo espiritismos. Aí se saiu. E olha aqui, ó. A religião segundo o espiritismo não saiu. Kardec não teve, ele morreu antes. O estado social e o reinado de Deus segundo o espiritismo. Então a dos magnetizadores, a da religião e do estado social não saiu. A gente não sabe aí que que como é que seriam essas obras, né? A gente tem algumas pistas nas, mas não é assunto para agora, né? Pois bem, feita essa conversa, ainda em 65, Kardec considera lançar a segunda edição
abe aí que que como é que seriam essas obras, né? A gente tem algumas pistas nas, mas não é assunto para agora, né? Pois bem, feita essa conversa, ainda em 65, Kardec considera lançar a segunda edição com o nome, a moral do Evangelho Segundo o Espiritismo. Como é que a gente sabe disso? Se você pegar a contracapa da sexta edição do que é o Espiritismo que saiu em 65, ele anuncia com esse nome que vai vir uma obra chamado uma nova edição da Imitação agora chamado A moral do Evangelho Segundo Espiritismo. Então ele ele realmente ia lançar com esse novo nome. Adivin? Em novembro de 65. Novembro de 65. Lembra que tudo isso começou lá em janeiro de 62. Ele lança, ele lança a segunda edição e olha o nome, o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, de todas essas discussões, ele Kardec decide, vai ser o Evangelho Segundo o Espiritismo, que aí vai ser o nome que vai ficar, né? Só que curiosamente, se você pegar a segunda edição do Evangelho, original, na capa nova, tá? o Evangelho Segundo Espiritismo, segunda edição. Dentro da obra, em cima do primeiro capítulo, continua escrito Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Então, mudou só a capa e dentro lá na em cima do primeiro capítulo não mudou. Isso é uma outra curiosidade. Na aí em 66, finalmente em 66, então já tinha o céu e o inferno. Olha que interessante. Depois do céu e o inferno, Kardec Evangelho Segundo Espiritismo, que aí é a definitiva, que é essa que a gente estuda agora. Em 66 ele lança a terceira edição. E aí a terceira edição ele modifica ela muito. A primeira paraa segunda da segunda edição só mudou o nome. Na terceira manteve o nome, o segundo nome, o evangelho, né? depois daquele monte de nome que seria, só que aí ele muda a estrutura da obra, ele amplia a obra e revê toda ela. Se você pegar as duas primeiras edições, ela tem 25 capítulos. A última edição definitiva tem 28, que é a tradução que a gente tem agora. Então vejam, em janeiro de 62 começou a ideia da obra e foi concluída em em no início de 66
as edições, ela tem 25 capítulos. A última edição definitiva tem 28, que é a tradução que a gente tem agora. Então vejam, em janeiro de 62 começou a ideia da obra e foi concluída em em no início de 66 com a terceira edição da definitiva, nome evangelho segundo espiritismo e aí com 28 capítulos e aí não aparece mais nada referente à imitação do evangelho, que é a obra que a gente tá tem traduzido agora. Com Kardec em Vida teve ainda uma quarta edição, mas não mudou nada da terceira. Então essa é a história. Vejam que interessante tudo isso. E é para vocês entenderem então qual obra nós estamos, esse Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a obra mais lida do movimento espírita junto com o nosso lar, essa obra de Kardec, o Evangelho Segundo Espiritismo, vejo todo o processo que ela passou até chegar nessa edição definitiva em 66. Certo? Nós vamos ver agora três cartas daquele período que eu falei que Kardec tava lá isolado escrevendo a obra lá na praia em Santo Andrés. É isso que nós vamos ver agora. Mas antes, mais uma vez eu passo pro Lauro aí se ele quiser tecer comentários, fica à vontade. >> Não, Michel, tá tranquilo, tranquilo. Eh, eh, como eu disse, são informações importantíssimas mesmo, mas sem comentários assim, não quero um um comentário. Eh, naquela comunicação, nas primeiras perguntas que foram dirigidas ao Dr. Nuri e a indecisão, né, como Kardec ele se posiciona, ele não teve problema nenhum em falar assim: "Olha, eu vou chamar outro aqui porque, né, esse passe não tá resolvendo". E aí então a gente vê o CADEC se posicionando e e vê o Dr. Demor aí, né? Você lembrou bem lá que como não é um espírito orgulhoso, já é um espírito bom, ele não teve problema nenhum e falar assim: "Não, chama outro que sabe mais que eu, o espírito da verdade, né? É de verdade." Então a gente vê eh aí é preciso o quê? Eh, para para compreender isso, que a gente tenha em mãos, tenha em mente e em mãos a escala espírita para entender isso aqui, né? Porque você lembra lá, não não é um
a gente vê eh aí é preciso o quê? Eh, para para compreender isso, que a gente tenha em mãos, tenha em mente e em mãos a escala espírita para entender isso aqui, né? Porque você lembra lá, não não é um espírito orgulhoso. Se fosse não não estaria na condição de espírito bom da escala espírita. Por isso Kardec, ele não tinha problema nenhum, né? E falar assim: "Olha, você não tá resolvendo o meu problema, né? Eu tô aqui ainda com o problema. Vou chamar outro que possa me resolver". Olha, eh, como que se, se a gente conseguisse no nosso dia a dia agir dessa forma, o quanto que a gente, né, viveria e evitaria tantos problemas, né, como CADEC conseguiu resolver entre aspas, né, porque foi um processo, como a gente poôde ver, um processo que ele ele durou um tempo, essa indecisão, tudo isso, né, mas que se resolveu eh com a palavra do espírito de verdade, né, que ainda Kardec nem adotou bem a, né, a ideia da moral segundo o evangelho, né, a moral, eh, segundo o evangelho, não, a moral segundo, como seria a o título é >> a moral do evangelho segundo espiritismo. >> A moral do evangelho. Isso. Então, veja que, né, nem assim ainda com o espírito de verdade, dando essa, Kadec ainda não adotou a ideia. Então, veja que Cadeec realmente ele se posicionava sem problema nenhum. Michel, >> é uma maneira muito muito diferente do que acontece hoje em dia, que as pessoas acham que tem que ser passivas, né, e ser mandadas pelos espíritos. E e você vê que e e que chamam ele, né, de codificador, como se ele simplesmente tiveram os espíritos, ordenaram coisas, ele só juntou e publicou negativo. Vejam que ele tá primeiro que a a preocupação dele é o resultado das coisas. Ele quer respostas, ele quer resultados, ele quer coisas lógicas e verdadeiras e e ele quer bons motivos para cada ideia, né? Não é simplesmente ai, imagina se fosse hoje. Não, Jesus veio e disse não. Então temos que para ele não. E ele tinha todo toda a liberdade de escolher e tanto que ele fez do jeito dele, né? Ah, até na
Não é simplesmente ai, imagina se fosse hoje. Não, Jesus veio e disse não. Então temos que para ele não. E ele tinha todo toda a liberdade de escolher e tanto que ele fez do jeito dele, né? Ah, até na palestra que a Luciana Farias é ela fala, ela fala sobre isso, ela dá a opinião dela dizendo que, infelizmente Kardec ouviu os espíritos. Eu discordo dela. Discordo. Eh, o jeito dele foi o melhor. Sim. O jeito dele foi o melhor, porque as pessoas dizem: "Ah, ele tirou a palavra moral do Evangelho Segundo Espiritismo, deixou só o Evangelho Segundo Espiritismo. Se deixasse a moral, ficaria mais claro." Essa é a o argumento, né, da Luciana. Só que a gente vai ver que quando a gente abre a obra no item um da introdução, que se chama Objetivo dessa obra, ele explica. Então ele explicou no no na já no na no primeiro item da obra, ele explica. Então para que um título que até comercialmente um título muito longo não é bom, né? Ele ele deixou inxuto pensando do ponto de vista comercial, mas não deixou de explicar dentro da obra. Então eu eu acho que ele acertou sim em em ter feito do jeito que ele fez. Não não prejudicou em nada. Mas vamos lá, vamos pegar aqui agora. Eu acho para mim é muito emocionante o que nós vamos ler agora, porque é uma carta íntima dele trocada com a esposa. E aí a gente vai ver um Kardec que muitas vezes não se vê falar no movimento espírita, né? É muito bonito. Vejam a data. Depois eu quero mostrar imagens desse lugar. Porque eu nesses dias que tava fazendo essa pesquisa, parei muito para ficar olhando para as imagens, pensando: "Meu Deus, ele era a imagem que ele viu, é o lugar que ele andou, né? E se um dia, o dia que eu consegui ir paraa França, eu preciso visitar essa praia, porque Kardec andou por ali, né? E foi o grande momento dele com o espírito de verdade. Então é um lugar histórico e praticamente não se fala, né? O movimento espírita não desconhece. Mas vamos ver aqui, tá? A data, ó. Santo Andrés, domingo, 6 de setembro de 1863. E aí ele diz, eu, pessoal, eu não peguei
histórico e praticamente não se fala, né? O movimento espírita não desconhece. Mas vamos ver aqui, tá? A data, ó. Santo Andrés, domingo, 6 de setembro de 1863. E aí ele diz, eu, pessoal, eu não peguei toda, tá? Só o trecho, mas vocês podem ler tudo lá no no projeto Kardec. Aqui é Kardec. Então, almocei aqui. Isso aqui ele falando para Meli por carta, né? almocei aqui e no momento de partir começou uma chuva violenta que me forçou a tomar um transporte coletivo. Imagina o transporte coletivo aquela época era cavalo, né? Ou talvez um trem. Ele pegou. Era o prelúdio de uma terrível tempestade que continua ainda. Não se pode fazer ideia do barulhão dia e noite é de levantar os mortos, ainda mais os vivos. Começo a habituar-me com as sacudidas no meu casebre. É realmente um belo espetáculo ter isso sobre sua janela e estar protegido. Então, vejam, vamos se transportar paraa época, para esse dia. Ele está numa casinha alugada na praia, uma grande tempestade. E a gente sabe tempestade em praia como é aterrorizante, né? Porque tem aquela visão do horizonte. a chega a chacoalhar o casebre que ele alugou, mas ele diz que é um espetáculo porque tá protegido, a casa era de segurança, mas pela janela ele podia ver tudo isso. Então, imaginemos o nosso mestre lá sentado, olhando a janela, vendo essa imagem e ao mesmo tempo meditando ali para escrever a obra Evangelho Segundo o Espiritismo. Uma coisa fantástica imaginar que ele viveu esses dias lá isolado, né? Aí ele segue na carta, né? Não, aqui não tá em ordem. Só peguei trechos. Tu mostrarás essa resposta ao Senr. Déelhe dirás que eu ficaria muito grato se Erasto, a verdade ou outro bom espírito quisessem me dar uma comunicação em meu retiro. Então ele pede nessa mesma carta para Meli para que peça para o senor Del, que era um médium da Sociedade Parisiense de Sus Espíritos e secretário de Kardec. trabalhava para Kardec nessa época como secretário e e Kardec pede que um desses espíritos aí mande um recado para ele lá para onde
ium da Sociedade Parisiense de Sus Espíritos e secretário de Kardec. trabalhava para Kardec nessa época como secretário e e Kardec pede que um desses espíritos aí mande um recado para ele lá para onde ele tá, para ver como ele sempre queria tá em contato com esses espíritos, né, e ter orientações deles. Aí segue na carta, com exceção do bom e do mau tempo, as novidades de minha parte são bem restritas. E por isso termino minha carta dizendo-te que estou bem e trabalhando sempre intensamente. E a gente vê que ele nunca parava de trabalhar, né? A tempestade parece acalmar-se um pouco. O sol aparece, mas o horizonte ainda está carregado de nuvens de mal aouro. Adeus, querida Meli. Eu te abraço com todo o coração, pedindo que me escrevas com frequência e recomendando que te poupes. Olha que interessante, ele tá vendo o horizonte, né, e diz que tá trabalhando. E aí você, a gente vê aqui o carinho dele com a Ameli. E aí as iniciais, né? E Politon, Denisar Revile, né? O H o HLD. Bom, dias depois, veja que aquela era do dia 6, agora uma carta do dia 11 de setembro. O que que ele vai dizer para Ameli? Almocei uma vez na casa da senhora Fulon. Então ele foi almoçar na casa da senhora Fulon, que também tava morando lá. E quando lá estive na quarta-feira à tarde, aquelas senhoras quiseram de todo jeito me segurar para o jantar. A senhora Lombar me fez uma deliciosa torta de ameixas. Olha só que interessante, né? Imagina você receber Kardec. Quem é que não vai querer segurar o homem, né? segurar ele lá para ficar conversando. Imagino que era passar uma tarde numa cidade de praia e a senhora Lombá junto com a senhora Fulum fizeram um bolo de ameixa para car. Agora que é uma coisa assim eh emocionante, né? Pensar nesses dias que isso aconteceu. Vai saber onde é que a gente tava nessa época, né? Fazendo o quê? E aí ele segue, diz ao Senhor Dbel que sinto também parte da tristeza que ele naturalmente experimentou. Todavia penso que como verdadeiro espírita ele a terá suportado com
a época, né? Fazendo o quê? E aí ele segue, diz ao Senhor Dbel que sinto também parte da tristeza que ele naturalmente experimentou. Todavia penso que como verdadeiro espírita ele a terá suportado com resignação. Que que ele tá falando aqui? Só para vocês saberem, o gatinho do senhor Dambell caiu da janela do prédio lá em Paris. E na e numa das cartas, a Meli conta para ele que o o gatinho ficou sobreviveu à queda, mas teve que ser sacrificado porque ele ficou todo quebrado. E o senhor Dbell e a esposa ficaram muito eh sofridos com a morte desse gatinho. E Ameli conta para Kardec. E vejam, por isso que eu digo, as pessoas colocam a imagem de Kardecisudo, né? como alguém sem sentimento. Ó o que ele diz, eu também sinto parte dessa tristeza por causa de um gatinho Kardec e se se compadece do gatinho do senhor Dombel e ainda ainda dá uma lição, né? Todavia penso que como verdadeiro espírita, ele terá se suportado com resignação. Olha que interessante. Isso aqui é uma carta íntima, gente. Não para para pensar não. Kardec não tá falando algo aqui para pro público. Então vejam como ele era na intimidade, né? No último domingo aqui para mim eu fico mais impressionado com que ele vai dizer. Imagina, por isso que eu preciso ir para essa cidade um dia, né? No último domingo fiz uma excursão aos faróis, onde peguei um pé d'água seguido de bom tempo. Olha como chovia, né? Lá jantei no restaurante, tem uma bela vista, mas pouco diferente daquela dos sinais. Imagina Kardec sentado num restaurante à beira da com vista pro mar jantando, né, perto dos faróis lá de Santo André. É impressionante, né? Adeus, querida Meli. O tempo do meu retiro está terminando e logo poderei te abraçar todo teu. Vejam Kardec romântico, né? E por fim aqui a letrinha tá mais pequena, né? Não sei se a gente consegue para encerrar. Não tem como dar mais um zoom, Lauro? Será? Ou vai cortar? >> Vai, vai ficar meio cortado. Quer ver? Deixa eu tentar aqui. Ela vai, quer ver? Opa, ao contrário aí, ó. Pouquinho, uma menos.
a encerrar. Não tem como dar mais um zoom, Lauro? Será? Ou vai cortar? >> Vai, vai ficar meio cortado. Quer ver? Deixa eu tentar aqui. Ela vai, quer ver? Opa, ao contrário aí, ó. Pouquinho, uma menos. Tentar aí. Aí eu já consigo eu enxergar. Então agora a última carta que para mim também é impressionante. Vocês perdoem aí a letra, mas me escutem, eu vou ler com calma para vocês ouvirem quem não consegue ler. Então aqui é quatro dias depois dessa última, terça-feira, 15 de setembro de 63. diz Kardec na carta: "Quanto a mim, estou muito bem. Os últimos banhos que tomei me fortaleceram de uma maneira incrível. Kardec tomava fazia banhos medicinais lá na praia. Não tenho mais aquela fraqueza nas pernas que eu vinha sentindo há muito tempo. Pude provar isso no domingo. O tempo estava muito bom e eu estava bem tranquilo, ou seja, quase não tive trabalho. Após meu banho, fiz um longo passeio no mar em um pequeno bar com a vela. Olha isso. Kardec foi passear de barco a vela. E embora o mar estivesse calmo, pensei que tu não irias gostar de acompanhar-me naquela casca de nozes balançando sobre a zona. Então veja, a Meli teria medo, né? Imagina Kardec lá num num barquinho. Depois do almoço, saí para fazer um passeio até a até a beira do mar, descendo por entre as rochas que formam o cabo logo abaixo de onde ficam os sinais e os faróis. Então ele tava na praia caminhando, né? Depois de uma num passeio de barco. Depois de chegar perto do mar, olha essa cena, subia até o pequeno vale que antecede os sinais, escalando as rochas e as falésias. E surpreendentemente não fiquei nem cansado, nem sem fôlego. Então essas rochas que tem na beira do mar, Kardec escalando, né? Imagina visitar esse lugar, né? Claro, diszse que tá muito diferente hoje, mas ele esteve lá eh sem como eu costumava ficar quando subia uma simples escada. Vejam como fez bem paraa saúde de Kardec. Tá ali, né? Voltei passando pela capela de Notredame de Flu. Essa igreja existe ainda, depois nós vamos ver imagens.
va ficar quando subia uma simples escada. Vejam como fez bem paraa saúde de Kardec. Tá ali, né? Voltei passando pela capela de Notredame de Flu. Essa igreja existe ainda, depois nós vamos ver imagens. Ele passou por uma capela muito bonita, né, de Notredam de Flu, Nossa Senhora das Ond. E desci novamente até a beira do mar para jantar no Parque das Ostras. Olha só. Voltei para casa às 19:30. Estava um pouco cansado e fui deitar. Dormi até às 8 da manhã. Olha só, dormiu quase 24 horas. Nesses últimos dias, o tempo está excelente. Sem nuvens no céu, um sol esplêndido, um mar tranquilo, como um lago repleto de navios e embarcações de vários tamanhos. É um espetáculo encantador. Olha só ele vendo o mar extenso. Olha o que ele diz agora. Isso aqui para mim é o mais bonito. O mar extenso é para mim uma grande distração. Constato a beleza disso a cada dia. Não há um ponto distante no horizonte que eu não explore e frequentemente me dou conta de observações interessantes e instrutivas que me fazem meditar. Por isso tudo é instrução para quem quer refletir. Então ele ficava vendo o mar e refletindo. Imagina esse momento, quem tava por lá enxergar isso. Eu falei que 24 horas é 12 horas, né? Tá certo. O José me corrigiu aqui. Ele dormiu quase 12 horas. Mas vejam um Kardec, imagina a cena ele na no mar, na frente da do mar, olhando o horizonte e meditando, né? que momento especial esse em que ele escreveu essa obra que a gente vai estudar aqui todos os dias, né? É para eu acho muito emocionante isso que que tá aqui. E eu quero mostrar agora para vocês a imagem dessa praia porque alguns anos depois, 4 anos depois, em 67, o Monê ficou lá também nesse mesmo lugar e fez um quadro, pintou aquela imagem. Então, a gente vai ver mais ou menos o que Kardec devia ver nesses dias em que ele escreveu o evangelho. Eu vou colocar aqui na tela. para vocês verem a imagem, porque a imagem tem disponível no Google, tá? A praia de Santo André é o nome do quadro. Deixa tá abrindo aqui. Olha só,
e escreveu o evangelho. Eu vou colocar aqui na tela. para vocês verem a imagem, porque a imagem tem disponível no Google, tá? A praia de Santo André é o nome do quadro. Deixa tá abrindo aqui. Olha só, seu quadro pintado pelo Monê. Ó, vejo que tá a praia ali, os barcos, o horizonte, as casinhas que ficavam no entorno ali, que foi uma delas que Kardec ficou, alugou, né? Olha só essa imagem, que impressionante, né? E eu fiquei eu fiquei imaginando toda tudo que ele descreveu, olhando essa imagem aí, né? Tentando imaginar que ele caminhou por aqui e ele disse que caminhou, né? Eu quero mostrar agora a a a capela que ele fala, eh, not redund the flow, né? Santé, tô abrindo aqui, já vou mostrar para você. Eu quero achar a imagem aqui. Eu vou mostrar para vocês a imagem da capela que Kardec esteve, né? Deixa eu ver se eu consigo baixar ela para mostrar para vocês. Eu tava sem internet, até por isso que eu tô num local diferente hoje, por isso que eu não tenho as coisas baixadas aqui. Mas eu vou baixar para vocês. Opa, baixando. Deixa eu ver como é que eu posso fazer tentar dar um zoom. Bem bem grande aqui pro pessoal ver. Não vai ficar ruim. Que pena que não tá abrindo. Vamos ver se essa outra abre. Que coisa. Só que eu queria não vai abrir. Uhum. Vamos fazer assim. Eu vou pegar aqui no celular, vou baixar pelo celular e eu coloco na tela para vocês verem. Só pra gente encerrar. Eh, inter. Vocês vão ver agora. Acho que aqui eu vou pelo celular eu vou conseguir. Pelo celular eu consigo pelo menos colocar o print, né? Impressionante saber que Kardec teve ali. Agora eu vou conseguir. Tô mandando aqui pro Whats. Eu já repego no >> Vamos pegar aqui para vocês verem, pra gente não terminar sem vocês verem. Achando. Baixar. Uhum. Agora vai dar. Deixa eu retirar essa aqui e botar outra. Imagem. Agora vai dar aqui, ó. Essa é a capela que Kardec viu. Provavelmente deve ter entrado, né? Essa é uma das das que ele viu. É impressionante imaginar. Esse é um dos lugares e ela fica, ela fica aí a noroeste de Paris, essa
. Essa é a capela que Kardec viu. Provavelmente deve ter entrado, né? Essa é uma das das que ele viu. É impressionante imaginar. Esse é um dos lugares e ela fica, ela fica aí a noroeste de Paris, essa cidade, né? Ela tem até hoje, claro, ela tá modernizada, né? Mas tá aí. Se algum dia alguém for, se um dia alguém for paraa França, visite aí, faça imagens. A gente pretende um dia fazer isso, lugares que Kardec passou, viveu e tem tudo a ver, tem tudo a ver com o que nós vamos fazer, né? pra obra que nós vamos fazer, porque ela foi escrita nesse clima, né, Lauro. Então, é muito emocionante ver esses bastidores, reviver tudo isso. E eu queria trazer tudo isso para vocês, esse ambiente todo, para vocês viajarem conosco, para a partir de amanhã a gente entrar na obra propriamente dita, lembrando sempre desses momentos aí, desse trabalho e desses momentos históricos. E já quero aproveitar aqui para agradecer todos que estiveram presentes. Tem aqui o Marcondes Moreira também, ele é paulista. Pedindo vocês que estão aí, olha, vai ser diário o estudo, tá? Amanhã tem de novo, então de segunda a sexta às 14 horas. Amanhã a gente vai pegar aí a folha de rosto da obra para analisar e vamos seguir o estudo daqui agora até o fim. Certo? Então, estejam aqui amanhã e curtam. É muito importante. Se tiver pessoas para repassar o o link, repassem e se inscrevam no canal. As duas coisas mais importantes é se inscrever no canal. Quem não é inscrito, é só um clique e quem quiser aqui na no seja membro ou na descrição aqui da live tem o link para se tornar assinante. Você vai ajudar muito o nosso projeto. Então eu quero agradecer a todos. Hoje à noite no canal do Lauro, às 20 horas, a gente tem mais um estudo do livro dos espíritos. Estejam lá também e amanhã à tarde, às 14 a gente volta aqui. Foi uma alegria para mim trazer para vocês essas questões, compartilhar isso com o Lauro e eu passo pro Lauro também fazer as considerações e a despedida dele. >> Realmente, Michel, muito eh emocionante.
uma alegria para mim trazer para vocês essas questões, compartilhar isso com o Lauro e eu passo pro Lauro também fazer as considerações e a despedida dele. >> Realmente, Michel, muito eh emocionante. Depois eu quero ler esses manuscritos na íntegra. Eh, e assim como serviu de inspiração pro próprio Moneter, né, de fazer aquele quadro, pintar aquele quadro, eu acredito que de inspiração para Kardec, né, para poder produzir uma obra fenomenal como é o Evangelho Segundo o Espiritismo e uma obra muito mal estudada, muito mal compreendida. eh, na verdade, eh, até eu digo ignorada do ponto de vista que ficam abrindo essa obra aleatoriamente, tratando-a como se fosse um livro sagrado, sem compreender isso aqui, ter ter essas informações da grandeza, do trabalho, né, o esforço que foi, né, de eh eh de Kardec para poder produzir essa obra e deixar aí paraa humanidade algo grandioso, que é o estudo da moral, né? né? E que, infelizmente, como eu disse, ainda estudado de forma eh mal, né? Tratado como uma obra mística. Diga-se de passagem, aquele medo, né? Que que que abriram os olhos de Kardec, o pessoal falou: "Olha, o pessoal pode interpretar essa obra como ela sendo mística, uma obra católica." Acabou o que aconteceu, não, né? no no nosso movimento atual, isso acabou acontecendo. Veja, mesmo com todos esses cuidados que foram tomados aí para que isso não acontecesse. Michel, quero te agradecer mais uma vez, meu irmão. Daqui a pouco estaremos juntos aí às 20 horas, você já falou, para o estudo do do livro dos escritas e claro, a participação dessa galera bonita aí que tá sempre prestigiando aí o CADEC Tube, prestigiando estudar CADEC, eh, eh, para o estudo das obras de ACADEC. Então, nos vemos daqui a pouco, pessoal.
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